Data
Título
Take
4.7.18

Montes1-1600x900-c-default.jpg

 

António Reis e Margarida Cordeiro serão alvo de retrospetiva na quinta edição do Porto/Post/Doc. O festival portuense exibirá na integra as respetivas filmografias incluindo uma nova cópia restaurada de Trás-dos-Montes, umas das obras maiores do drama etnográfico português. Em complemento, decorrerá um painel, "Rever Reis e Cordeiro", tendo inúmeros convidados do ramo cinematográfico e jornalístico disposto a debater e discutir sobre o cinema da dupla.

 

Em paralelo, o festival contará com um workshop teórico orientado pela investigadora e realizadora britânica Laura Mulvey, no qual focará diversas questões de género no cinema, muitas delas estudadas pela própria há já vários anos (com inscrições até ao final de setembro).

 

O 5º Porto/Post/Doc – Film & Media Festival acontece de 24 de novembro e 2 de dezembro no Teatro Municipal do Porto – Rivoli, Cinema Passos Manuel, Cinema Trindade, Faculdade de Belas Artes da Universidade do Porto, Maus Hábitos e Universidade Católica Portuguesa (Porto).

 

Acompanha-nos no Facebook, aqui, e no Twitter, aqui.


publicado por Hugo Gomes às 16:12
link do post | comentar | partilhar

4.12.17

1502274675editor_meteors_03.jpeg

Meteors, o documentário de Gürcan Keltek que nos apresenta uma visão poética sobre o conflito curdo-turco, conquista o grande prémio do quarto Porto/Post/Doc. O júri constituído pelo realizador grego Lois Patiño, Nuria Cubas, o fundador do FILMADRID, Festival Internacional de Cine de Madrid, a socióloga Hilke Doering, o crítico Mário Moura, o realizador Ivo M. Ferreira e a diretora artística Raquel Castro, elegeram ainda Dragonfly Eyes, uma partitura visual e narrativa de Xu Bing através de vídeos de câmara vigilância, para menção honrosa.

 

 

Grande Prémio Porto/Post/Doc

Meteors

 

Menção Honrosa

Dragonfly Eyes

 

Prémio Biberstein Gusmão (para autores emergentes)

Ziad Kalthoum (Taste Of Cement)

 

Prémio Cinema Novo

Proxima

 

Menção Honrosa

De Madrugada

 

Prémio Teenage

Makala

 

Menção Honrosa

Drib

 

Prémio Arché

A Olhar Para Ontem

 

 

Acompanha-nos no Facebook, aqui, e no Twitter, aqui.


publicado por Hugo Gomes às 14:40
link do post | comentar | partilhar

3.11.17

Hamsaiam-708-01.jpg

O Porto/Post/Doc regressará já no final deste mês - entre 27 de Novembro a 3 de Dezembro - para uma quarta edição. O Festival portuense dedicado especialmente ao documentário tem crescido bastante em tão pouco tempo de vida, tornando-se nos dias de hoje uma dos mais relevantes mostras de Cinema do país.

 

Contudo, apesar do “especial foco” no género documental e todas vias que diluem com essas realidades, o Porto/Post/Doc abrirá com a antestreia da tão esperada obra de Sofia Coppola, The Beguiled. Uma diferente perspectiva do clássico de Don Siegel que reuniu os actores Clint Eastwood e Geraldine Page, onde um soldado da união encontra abrigo no seio de mulheres sulistas, garantiu o prémio de Realização à realizadora durante a sua apresentação em Cannes. Nicole Kidman, Kirsten Dunst e Colin Farrell compõem o elenco deste atmosférico thriller no feminino. Este pedaço de ficção abrirá portas para a secção Highlights, recheado de obras diversificadas dedicadas a um público mais alargado. A sequela de Uma Verdade Inconveniente, o muito audaz 120 Batimentos por Minuto, de Robin Campillo (vencedor do Prémio Especial de Júri do Festival de Cannes), e Lucky, o derradeiro desempenho de Harry Dean Stanton, prometem fazer a delícias dos espectadores cinéfilos.

 

rs-the-beguiled-40c4f4af-b311-43cc-b868-9932ca6d51

 

Em destaque estará o Foco Miroslav Janek, com a projecção de duas obras incontornáveis da carreira de Janek, um cineasta checo com principal aptidão para a sensibilidade, o escutar dos menos privilegiados, dando assim voz às suas causas e emoções. Teremos ainda o ciclo Peter Muller Expanded, centrado na obra do realizador suíço-canadiano. Com apoio da Swiss Films, serão exibidos quatro trabalhos de Muller, filmes com principal aptidão para questões existenciais dos tempos modernos, em contraste com a natureza tribal que nos tornam nós, humanos, em seres comunitários de devidas exigências.

 

André Santos e Marco Leão, possivelmente, serão uma das duplas mais promissoras e fascinantes do nosso cinema. Na secção Intimidades, o Porto/Post/Doc convida o espectador a conhecer o que os une, a película entrelaçada nas suas vivências que se configura em enredos cinematográficos com cariz experimental e intimista. Outro convite irrecusável é a retrospectiva dedicada ao cinema-verdade de Jean Rouch, com cópias restauradas de forma a comemorar, da melhor maneira, o centésimo aniversário do seu nascimento.

 

CIDragonflyEyes-708.jpg

 

A Competição Internacional trará 12 filmes de produção recente, contando com a presença do muito elogiado Dragonfly Eyes (Olhos de Libélula), de Xu Bing (vencedor do Prémio FIPRESCI no último Festival de Locarno) e Era Uma Vez Brasília, de Adirley Queirós (realizador de Branco Sai, Preto Fica), que fora o filme de encerramento do Doclisboa. Para terminar, a intitulada Competição Cinema Novo, composto por 9 de filmes de universidades e politécnicos portugueses, ou de estudantes portugueses a estudar no estrangeiro, e a menção do documentário sobre rap portuense Não Consegues Criar O Mundo Duas Vezes, de Catarina David e Francisco Noronha.

 

O 4º Porto/Post/Doc decorrerá no Teatro Municipal do Porto – Rivoli, Faculdade de Belas Artes U.Porto, Cinema Passos Manuel e Maus Hábitos. Toda a programação, poderá ser vista aqui.

 

Acompanha-nos no Facebook, aqui, e no Twitter, aqui.


publicado por Hugo Gomes às 19:50
link do post | comentar | partilhar

24.5.17

MV5BMTg5NjY3NDYxMl5BMl5BanBnXkFtZTgwMjI5ODgyMjI@._

Os Rituais da Guerra dos Sexos!

 

O que realmente falta a este novo cinema americano, é a sua destreza na provocação, é a escapatória dos moldes implantados pela indústria, mesmo que, no caso de Sofia Coppola, ela represente uma espécie de outsider do badalado cinema mercantil. The Beguilled é a quinta longa-metragem da filha do lendário realizador de The Godfather e Apocalypse Now, uma aventurosa que tem vindo a emancipar-se da sombra do seu pai e desta forma difundir a sua voz no legado cinematográfico de Hollywood.

 

MV5BNmMxMDcwMzEtZGFiOS00Y2JiLTlmYjItODIxOTM3ZTE1ZG


A conquista desta feita é um filme de 1971 de Don Siegel, protagonizado por Clint Eastwood, decorrida numa América mergulhada na sua Guerra Civil, onde um soldado da união, ferido, é acolhido e tratado por uma jovem rapariga sulista numa escola feminina. A referida obra espelhava uma guerra que se travava a metros do cenário da acção, uma casa onde se debatia dois lados ideológicos, assim como dois géneros em plena dominância. Contudo, bem verdade, que a versão de 1971 adquirir um rígido tom masculino, um filme sobre uma violência invisível que nos levaria, a certo ponto, à demonização da própria mulher. É aí que Sofia Coppola tem as armas perfeitas para expor a sua visão enquanto mulher. Notavelmente verificamos essa perspectiva por uma câmera focada nesta comunidade de “amazonas”, mulheres restringidas ao seu refúgio enquanto homens combatem as suas políticas. Averiguamos que o sexo masculino, por mais diferente seja a farda, continua, no seu fundo, como um ser de ambições dominantes, um verdadeiro elemento alfa em construção. Os dois filmes dialogam um com o outro nesse sentido. Porém, a versão de Coppola sai a perder num determinado ponto, é demasiado anorético.

 

the-beguiled.png


Uma hora e meia é pura velocidade, o espectador nunca consegue ter a noção de espaço nem de tempo do filme, nunca chegamos a conhecer verdadeiramente estas personagens (e aqui não se trata de mistério, é mesmo falta de ligação) e nota-se, verdadeiramente, um senso cosido do politicamente correcto. É um filme inofensivo que se quer fazer grande, mas que esquece do ainda mais óbvio, de emanar a sua própria ideologia, a capacidade de estabelecer um clima de conflito, quer interior, quer exterior. Sofia Coppola torna-se incapaz de tal coisa e o mesmo se aplica à sua relação com a violência. Os actos cometidos poderiam ter o mesmo conteúdo que uma banal conversa de café, não se vive, não se sente, não se respira, é pura automatização (ainda há quem acuse de Tarantino ter tornado tal num gesto confundível a quotidianos).

 

les-proies-photo-elle-fanning-978386.jpg

 

Contudo, Coppola significa estética, a fotografia trabalhada e agradavelmente primitiva, a luz das velas que aquecem a mais densa escuridão (The Beguiled encontra-se no mesmo território que um Barry Lyndon), os bosques que não são mais que fronteiras para uma Guerra a acontecer longe, os canhões ouvem-se constantemente. Nesse sentido, entramos noutro atributo de The Beguiled, o som. O eco que intrusa nos diálogos das personagens, assim como os passos ocasionais que nos atribuem um plano sugestivo de espaço sonoro (pena que ela não consolide isso com a narrativa). The Beguiled é isso mesmo, uma produção construída sob adereços, sob cores e ruídos, mas o vazio acaba por reinar nesta guerra entre sexos. É pena, porque o filme de ’71 precisava do seu sexo oposto, com igual capacidade para transgredir. Longe do memorável.

 

Filme visualizado no 70o Festival de Cannes

 

Real.: Sofia Coppola / Int.: Kirsten Dunst, Nicole Kidman, Elle Fanning, Colin Farrell

 

beguiled-castlooks.png

 

5/10

publicado por Hugo Gomes às 16:27
link do post | comentar | ver comentários (1) | partilhar

26.11.16

thumb.jpg

Arranca hoje, a 3ª edição do Porto/Post/Doc, um Festival dedicado ao documentário que tem adquirido uma dimensão global em tão pouco tempo de longevidade. Esta nova programação focará primeiramente uma retrospectiva dedicada à Sensory Ethnography Lab, da Universidade de Harvard, um dos laboratórios de documentários mais entusiasmantes da última década, assim como o Cinema da cineasta checa Jana Ševcíková, devota a explorar comunidades esquecidas na Europa do Leste.

 

Eryk Rocha, um dos mais reconhecidos documentaristas brasileiros, estará integrado na programação com especial foco. Serão nove obras as serem apresentadas, incluindo o seu premiado Cinema Novo (vencedor do Prémio Golden Eye no Festival de Cannes de 2016), que abrirá o ciclo.  

 

ama_san_151.jpg

 

A Competição trará 13 filmes de produção recente, contando com as presenças de filmes como Ama-san, de Cláudia Varejão, sobre uma comunidade de "sereias japonesas", vencedor do Prémio de Melhor Documentário da Competição Nacional do Doclisboa'16. El Dorado XXI, de Salomé Lamas, um intimo olhar à cidade mineira de La Rinconada (a mais alta do mundo). O épico de luxúria social, Bangkok Nites, de Katsuya Tomita, Mimosas, de Oliver Laxe, vencedor da Semana da Crítica de Cannes, uma peregrinação de um sheik moribundo, e ainda Tarrafal, de Pedro Neves.

 

O 3º Porto/Post/Doc decorrerá entre 26 de Novembro até 4 de Dezembro, no Teatro Municipal Rivoli, Passos Manuel e Maus Hábitos. Toda a programação, poderá ser vista aqui.

 

get.jpg

 

 Acompanha-nos no Facebook, aqui, e no Twitter, aqui.


publicado por Hugo Gomes às 14:08
link do post | comentar | partilhar

8.12.15

50271_ppl.jpg

Behemoth, de Zhao Liang, vence o Grande Prémio Porto/Post/Doc nesta segunda edição do festival de documentário da cidade do Porto.

 

O júri composto pela programadora do Doclisboa, Cíntia Gil, pelos produtores Beli Martinez e Sandro Florin, jornalista Carmen Gray e pela fotógrafa Inês d’Orey consideraram a obra do realizador chinês, a rotina dos trabalhadores de uma produtora de aço numa China Contemporânea, no melhor da competição. Behemoth ainda recebeu o prémio Teenage.  

 

O francês Exotica, Erotica, Etc., de Evangelia Kranioti fica-se pela menção honrosa e Teboho Edkins é consagrado com o Prémio Biberstein Gusmão, destinado a novos cineastas, pelo seu trabalho em Coming of Age.

 

 

 

Grande Prémio Porto/Post/Doc

Behemoth

 

Menção Honrosa

Exotica, Erotica, Etc.

 

Prémio Biberstein Gusmão

Coming of Age

 

Prémio Teenage

Behemoth

 

 

Ver também

Começa hoje o Porto / Post / Doc 2015!

 

 

Acompanha-nos no Facebook, aqui, e no Twitter, aqui.


publicado por Hugo Gomes às 16:29
link do post | comentar | partilhar

7.12.15

MV5BMjE1MzI2MzcxOV5BMl5BanBnXkFtZTgwNTE2Mjk4NTE@._

Em Estado de Guerra!

 

"Nós sabemos o mal que isto faz a vocês. Mas somos pobres", justifica um membro de um cartel de droga a Matthew Heineman nos primeiros momentos deste Cartel Land (Terra de Cartéis). Esta tentativa de "branquear" os actos que praticam poderá levar nestes precisos segundos a inúmeros espectadores a torcer pelo seu lado, como se a pobreza fosse automaticamente sinónimo de sobrevivência, e esta como uma via amoral para visíveis soluções.

 

AR-AK179_CARTEL_P_20150702103612.jpg

 

Mas Heineman, que actua aqui como operador de câmara (cuja coragem será mais tarde evidenciada) e realizador, não se encontra interessado em esboçar lados imbatíveis, ou construir desde a raiz um documentário de propaganda maniqueísta, ao invés disso aposta numa longa "batata quente", narrando acontecimentos paralelos nas fronteiras do México, cujo único propósito é a luta aos cartéis. Sim, a desses homens que inicialmente proclamavam a sua pobreza como inibidor de culpa.

 

cartel_land-1.jpg

 

Cartel Land funciona ainda como uma espécie de cinema de guerrilha, cuja verdadeira rebelião encontra-se no seu protagonista, Heineman, que tenta revelar factos que muitos apenas conhecem da romantização cinematográfica. Mas mesmo filmando o real, o nosso realizador não deixa de ser poético visualmente. Um desses exemplos é nos momentos que sucedem o primeiro encontro com os traficantes, aqui sob as imagens da fronteira intercaladas com um discurso obviamente maniqueísta, mas citado com uma emoção credível por um vigilante americano decidido a combater e patrulhar os carteis com as suas próprias armas. A linguagem determina o bem e o mal segundo este "vingador", mas Cartel Land faz destas palavras não as suas, partido logo para outra acção: a sul do México, mais precisamente na região de Michoacán, onde um grupo de populares formam uma força de autodefesa para também eles expulsarem este "cancro".

 

Fearless-expos--Matthew-H-009.jpg

 

Heineman consegue nas mais variadas histórias glorificá-las e ao mesmo tempo humilhá-las, perante a ambiguidade desta luta, funcionando assim também como uma crítica politica ácida, envergada somente pela citação dos seus atores. Para além disso, o realizador tem o dom de depositar nesses momentos uma carga dramática dignamente cinematográfica, essa mesma ênfase que porventura funcionará como um manipulador emocional e um embelezamento da violência por si retratada. Cartel Land é assim um documentário sem medo da aproximação, e obviamente sem receio do grafismo e do explicito; é uma realidade injectada no ecrã com o realizador presente nas situações-limite.

 

03CARTELAND-facebookJumbo.jpg

 

Contudo, o único grande defeito deste documentário é que em momento algum tenta transcender as suas fronteiras, ou seja, as acusações politicas permanecem bem internas, neste caso, dentro do território mexicano, sem nunca apontar o dedo noutra direcção. Uma direcção que, por exemplo, Sicario [ler crítica], o filme de Denis Villeneuve sobre o narcotráfico, seguiu pujantemente. Em nota de curiosidade, Kathryn Bigelow, a realizadora de o oscarizado The Hurt Locker [ler crítica] e Zero Dark Thirty [ler crítica], encontra-se creditada na produção executiva, sendo facilmente identificável neste Cartel Land os atributos que a fascinaram.

 

Real.: Matthew Heineman / Int.: Jose Mireles, Tim “Nailer” Foley

 

cartel-land.jpg

 

7/10

publicado por Hugo Gomes às 22:06
link do post | comentar | partilhar

1.12.15

IMG-6799-web.png

Arrancou hoje (1 de Dezembro), prolongando-se até dia 8, a segunda edição do Porto / Post / Doc, uma mostra de documentários que irá decorrer na cidade do Porto no Rivoli Teatro Municipal, no Passos Manuel e no espaço de intervenção cultural Maus Hábitos.

 

f3d8aebc6aff5c9767c9893858572471.jpg

 

Serão no total mais de 66 obras correspondentes a 26 países, entre os quais 11 delas são estreias mundiais. Na edição deste ano destaca-se a homenagem à falecida cineasta Chantal Akerman, o qual será projectado o seu último filme, No Home Movie [ler crítica], o Foco Thom Anderson, que nos remeterá à obra de uma mais misteriosos cineastas norte-americanos, a novíssima secção Teenage, que segundo a organização são "filmes feitos por teenagers, para teenagers ou sobre teenagers", e por fins as secções de Cinema Falado e Transmission, que liga tesa uma ligação entre as imagens e a música.

 

akerman.jpg

 

Na competição poderemos ainda encontrar os novos filmes de Serge Loznitsa (The Event), João Canijo (Portugal - Um Dia de Cada Vez) e Zhao Liang (Behemoth). Vale ainda a pena salientar as presenças dos muitos badalados Cartel Land (Terra de Carteis), Toca do Lobo, de Catarina Mourão, e  Exotica, Erotica, Etc.

 

Mais sobre a programação, ver aqui

 

watch-the-trailer-for-the-sundance-award-winning-d

 

 

Acompanha-nos no Facebook, aqui, e no Twitter, aqui.


publicado por Hugo Gomes às 18:47
link do post | comentar | partilhar

13.12.14

letters-to-max.jpg

Letters to Max, de Éric Baudelaire, foi premiado com o Grande Prémio na primeira edição do Porto / Post / Doc, que termina amanhã, dia 8 de Dezembro na cidade do Porto, mais precisamente no Rivoli Teatro Municipal, no Passos Manuel e no espaço de intervenção cultural Maus Hábitos. O filme que já havia sido distinguido no último Doclisboa com o Prémio Especial de Júri, foi o favorito de um júri composto por Isabel Nogueira, Mark Peranson, Jean-Pierre Rehm, Niklas Engström e André Cepeda, que ainda atribuíram a menção honrosa a João Bénard da Costa: Outros Amarão as Coisas que eu Amei, de Manuel Mozos, também ele presente no último Doclisboa e Storm Children – Book One, do filipino Lav Diaz.

 

Outras distinção atribuída no Porto / Post / Doc foi a de Novos Cineastas, a escolha caiu à suíça Nicole Vögele, pelo seu trabalho em Nebel, e quanto à menção honrosa - Muhammad Ali Atassi e Ziad Homsi por Our Terrible Country.

 

Acompanha-nos no Facebook, aqui, e no Twitter, aqui.

 


publicado por Hugo Gomes às 23:47
link do post | comentar | partilhar


sobre mim
pesquisar
 
arquivos
2018:

 J F M A M J J A S O N D


2017:

 J F M A M J J A S O N D


2016:

 J F M A M J J A S O N D


2015:

 J F M A M J J A S O N D


2014:

 J F M A M J J A S O N D


2013:

 J F M A M J J A S O N D


2012:

 J F M A M J J A S O N D


2011:

 J F M A M J J A S O N D


2010:

 J F M A M J J A S O N D


2009:

 J F M A M J J A S O N D


2008:

 J F M A M J J A S O N D


2007:

 J F M A M J J A S O N D


recentemente

5º Porto/Post/Doc com ret...

Conheçam os vencedores do...

Intimidade e verdade na 4...

The Beguiled (2017)

Avança o 3º Post/Porto/Do...

Behemoth vence segunda ed...

Cartel Land (2015)

Começa hoje o Porto / Pos...

Letters to Max vence Port...

últ. comentários
Gritos 4: 5*Um filme que traz novas regras, novos ...
Bel Ami: 3*A meu ver é fiel ao livro, gostei do qu...
Gritos 3: 5*Que filme excelente e fenomenal, adore...
Um dos meus favoritos 5*
Gritos 2: 5*Sidney, Dewey e Gale estão de regresso...
Takes
10/10 - Magnífico
9/10 - Imprescindível
8/10 - Bom
7/10 - Interessante
6/10 - Razoável
5/10 - Medíocre
4/10 - Muito Fraco
3/10 - Mau
2/10 - Péssimo
1/10 - De Fugir
0/10 - Nulidade
stats counter
HTML Hit Counter
counter
links
mais comentados
1 comentário
12511335_1084470088250815_732384524_o
subscrever feeds
SAPO Blogs