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Cinematograficamente Falando ...

Quando só se tem cinema na cabeça, dá nisto ...

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Quando só se tem cinema na cabeça, dá nisto ...

Esses teus lindos e desgostosos olhos

Hugo Gomes, 29.07.20

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Passados estes anos todos, e talvez com uma restauração 4K em cima, os tristes olhos de Giulietta Masina continuam luminosos e sentidos como nunca. "La Strada: A Estrada", o Fellini consensual e nem por isso desmerecedor, regressa aos cinemas portugueses com novas vestes, a partir de 13 de agosto.
 
Continua fantástico e tão ... felliniano! Que bom foi relembrar o meu (primeiro) Fellini!

A mentira com que me ensinou!

Hugo Gomes, 20.01.20

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Da minha educação cinéfila, Federico Fellini é e sempre será o centro. O maior dos mentirosos demonstrou-nos que o Cinema é nada mais, nada menos que a Grande Mentira da Humanidade, e nós somos, voluntariamente, os ingénuos dessa instrumentalização. Faz 100 anos o grande maestro do cinema italiano, e não só … Saudades de Fellini, saudades que de um Cinema ainda era um sonho molhado recontado por quem sabe melhor.

A ele devo-lhe muito.

 

Para Fellini todo o Amor é pouco

Hugo Gomes, 30.06.19

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Porque Fellini é uma das figuras mais importantes da minha cinefilia, foi com total agrado que revejo La Voce della Luna (A Voz Da Lua), desta vez em grande ecrã na Cinemateca Portuguesa-Museu do Cinema. O filme continua, após estes anos todos, a apresentar aquela aura melancolizada, um adeus a um cineasta distinto e tão próprio. Não me interpretem mal, mas foi melhor assim, o panorama do audiovisual italiano estava a mudar drasticamente, a televisão adquiria a sua dominância frente a Sétima Arte, e esta cada vez mais despida pelas constantes “despedidas” dos maestros. Fellini era uma espécie de fóssil vivo, não se adaptava, apenas lutava para manter o seu imaginário livre, e simultaneamente fechado. O Cinema era o seu refúgio, a sua mentira prolongada, as suas memórias enfeitiçadas pelo brilho da Lua.

Que saudades tenho de Fellini!

O meu Cinema é feito de Mulheres!

Hugo Gomes, 09.03.19

Não é só o dia 8 de Março que as mulheres devem celebradas, aliás, o dia da Mulher deve ser, sobretudo, normalizado. Todos os dias são dias de mulheres, e todas as mulheres fazem parte dos nossos dias. Como tal, eis o meu contributo, as mulheres especiais que integram o meu Cinema … digo por passagem, que são somente algumas.

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A profissão mais antiga do mundo

Hugo Gomes, 01.11.16

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O Cinema, Manoel de Oliveira e Eu (João Botelho, 2016)

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Total Recall (Paul Verhoeven, 1990)

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L'Apollonide (Souvenirs de la maison close) (Bertrand Bonello, 2011)

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Calígula (Tinto Brass, 1979)

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Byzantium (Neil Jordan, 2012)

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Noite Escura (João Canijo, 2004)

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Sucker Punch (Zack Snyder, 2011)

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Belle de Jour (Luis Buñuel, 1967)

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Vénus Noire (Abdellatif Kechiche, 2010)

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Sleeping Beauty (Julia Leigh, 2011)

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Il Casanova di Federico Fellini (Federico Fellini, 1976)

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Street of Shame (Kenji Mizoguchi, 1956)

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Pretty Baby (Louis Malle, 1978)