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Título
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28.10.18

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Greetings From Free Forests de Ian Soroka foi consagrado como o grande vencedor da Competição Internacional da 16ª edição do Doclisboa. Eleito por um júri composto pela premiada diretora de fotografia Agnès Godard, o escritor e curador Leo Goldsmith, a realizadora Mariana Gaivão, o multifacetado artista Mike Hoolboom e a artista visual e cineasta Yael Bartana, a longa-metragem recebe, para além da estatueta, uma quanta de 8.000 euros. Terra, da dupla Hiroatsu Suzuki e Rossana Torres conquistaram o certame nacional, tendo como destaque ainda para Terra Franca, a primeira longa-metragem de Leonor Teles, que venceu o Prémio Escolas.

 

Na cerimónia de encerramento do Doclisboa’18, que fora sucedida pela projeção de Infinite Football, do romeno Corneliu Porumboiu, a direção do festival divulgou algumas novidades quanto à próxima programação da APORDOC, assim como da estreia comercial de Chuva É Cantoria Na Aldeia dos Mortos, de João Salaviza e Renée Nader Messora, um retrato docuficcional da situação atual e emergente dos índios Krahô no Brasil. O filme teve estreia mundial na secção Un Certain Regard no Festival de Cannes.

 

COMPETIÇÃO INTERNACIONAL

Grande Prémio Cidade de Lisboa para Melhor Filme: Greetings From Free Forests, Ian Soroka

Prémio Sociedade Portuguesa de Autores: The Guest, Sebastian Weber

 

COMPETIÇÃO PORTUGUESA

Prémio Doclisboa para Melhor Filme: Terra, Hiroatsu Suzuki e Rossana Torres

Prémio Escolas (ETIC): Terra Franca, Leonor Teles

Prémio Kino Sound Studio: Pele De Luz, André Guiomar

Menção Honrosa do Júri da Competição Portuguesa:  Vacas e Rainhas, Laura Marques

 

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COMPETIÇÃO TRANSVERSAL

Prémio revelação Canais TVCine para melhor primeira longa-metragem: Cidade Marconi, Ricardo Moreira

Menção Honrosa  – Amanecer de Carmen Torres e Paul Is Dead de Antoni Collot

Prémio Ageas Seguros para melhor curta-metragem : The Guest, Sebastien Weber

Prémio do Jornal Público para melhor filme português: Vadio, Stefan Lechner

Prémio Prática, Tradição e Património Fundação Inatel: Vacas e Rainhas, Laura Marques

 

VERDES ANOS

Prémio Kask/Brussels Airlines para Melhor Filme: After The Fire, Ahsan Mahmood Yunus

Prémio Especial Walla Collective: Aos Meus Pais, Melanie Pereira

Prémio Doc’s Kingdom para Melhor Realização Verdes Anos:  Song Of The Bell, Hosein Jalilvand

 

ARCHÉ

Prémio RTP para Melhor Projeto em Fase de Pós-Produção / Coprodução – Fantasmas: Caminho Longo Para Casa, Tiago Siopa

Prémio FCSH para Melhor Projeto das Oficinas Arché – Viagem Aos Makonde de Moçambique, Catarina Alves Costa

Prémio Arquipélago – Centro de Artes Contemporâneas para Melhor Projeto em Fase de Escrita - La Playa De Los Encharquidos, Iván Mora Manzano

Prémio Bienal Arte Jovem - Amor e Medos Estranhos, Deborah Viegas

 

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publicado por Hugo Gomes às 15:13
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3.10.18

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Novamente, o Doclisboa demonstra um forte contingente de produções nacionais na sua programação. Esta 18ª edição conta-se com 18 filmes, oscilando entre a curta e longa metragem, dispersado em autores já conhecido entre o avido público do certame como Salomé Lamas (Extinção), Leonor Teles (que estreia no universo das longas com Terra Franca), Paulo Abreu (Alis Ubbo), Filipa César (Sunstone), entre outros.

 

Na Competição Internacional, os títulos chegam aos 22, destacando Brisseau – 251 rue Marcadet, de Laurent Archard, um filme-testemunho do cineasta, agora “maldito”, Jean-Claude Brisseau; e Antecâmara, o regresso de Jorge Cramez (Amor, Amor) à realização. Quanto às secções habituais, Da Terra e da Lua exibirá os novos filmes de Rithy Panh, Michael Moore, Frederick Wiseman e Wang Bing. Na Riscos, o espaço mais ousado do festival, temos James Benning e Mike Hoolboom como realizadores convidados e ainda um especial da filmografia do ator francês Jean-François Stévenin que estará presente no festival para exibir os seis trabalhos enquanto realizador.

 

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Já o Verdes Anos repesca os três primeiros filmes dos cineastas Miguel Gomes, David Pinheiro Vicente e Cláudia Varejão, que acompanharão toda uma seleção de novos trabalhos com a eventualidade de descobrir novos autores. Quanto à Heart Beat, possivelmente a secção mais aderida e apreciada do festival, Depeche Mode, Chilly Gonzales, Aretha Franklin e o jazz norte-americano serão os acordes celebrados ao ritmo do Doclisboa.

 

Decorrendo de 18 a 28 de outubro, na Culturgest, no Cinema São Jorge, na Cinemateca Portuguesa e no Cinema Ideal, o Doclisboa será marcado por uma retrospetiva a Luis Ospina, realizador colombiano que terá aqui o seu mais exaustivo ciclo na Europa, e ainda o raro filme Melodrama, de Jean-Louis Jorge, escolhido pelo próprio. Premiado em Berlim, The Waldheim Waltz, de Ruth Beckermann, que explora o passado negro e a ligação nazi de Kurt Waldheim, antigo Secretário-Geral das Nações Unidas, terá a honra de abrir o certame, enquanto Infinite Football, do romeno Corneliu Porumboiu, encerrará o festival.

 

Toda a programação poderá ser vista aqui

 

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10.9.18

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Hagazussa: a Heathen’s Curse, do austríaco Lukas Fiegelfeld, é o vencedor da 3ª Competição Europeia de Longas-Metragens do MOTELx. O filme, que reflete o papel da Mulher numa época em que a bruxaria é mais que superstição, um medo irracional, competiu pela distinção com outras oitos longa-metragens, incluído duas produções portuguesas (Inner Ghosts e Mutant Blast).

 

Já na categoria de curtas-metragens, A Estranha Casa na Bruma, de Guilherme Daniel, saiu-se consagrado, recebendo 5.000 euros em prémio e um lugar entre os nomeados para a competição internacional Méliès d`Or, galardão atribuído anualmente pela Federação Europeia de Festivais de Cinema Fantástico. A curta Agouro, de David Doutel e Vasco Sá, recebe uma menção especial.

 

O 12º MOTELx decorreu em Lisboa do dia 4 a 9 de Setembro, apresentando como principal destaque um ciclo sobre Frankenstein e ainda uma exposição de ilustrações baseadas nas criações de H.P. Lovecraft. O filme Elizabeth Harvest, de Sebastian Gutierrez, encerrou o evento.

 

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28.8.18

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Arranca hoje uma nova edição do FUSO – Festival Anual de Vídeo Arte Internacional de Lisboa, cuja organização orgulha-se de ser o primeiro festival artístico a comemorar os 10 anos de existência. Prolongando até dia 2 de setembro, o evento marcará vários espaços da capital: Travessa da Ermida, Jardim do Museu de Arte, Arquitetura e Tecnologia (MAAT), Jardim do Museu Nacional de Arte Contemporânea do Chiado, Jardim do Museu Nacional de Arte Antiga, Claustro do Museu Nacional de História Natural e da Ciência e Claustro do Museu da Marioneta.

 

Numa programação que visa encontrar uma utopia entre o audiovisual e o meio artístico, o FUSO destacará a intitulada sessão - "Os Cinetrácts de Maio de 68: a Revolução no Cinema” – a acontecer no dia 31 de agosto, pelas 22h, no Jardim do Museu Nacional de Arte Antiga. Trata-se de uma seleção de curtas-metragens anónimas concretizadas durante as manifestações do maio de 68 em Paris, que apelidados “cinetrácts”. Estas, isente de som ou edição, são hoje encarados como incontornáveis documentos de um episódio impar na História Moderna Francesa, uma revolução que começou nas escolas, difundido pelas ruas parisienses e que viria a influenciar toda uma geração de artistas dos mais diferentes meios, assim como nacionalidades. Os cineastas Jean-Luc Godard e Chris Marker, foram alguns dos autores destas mesmas filmagens. A sessão contará com apresentação da curadora francesa Bernadette Caille.

 

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O festival promete um programa rico de performances, debates e exposições que usufrui o melhor da videoarte. Entre os convidados, destaca-se Lori Zippay, a diretora da Electronic Arts Intermix (EAI) em Nova Iorque, os artistas Daniel Blaufuks e Evanthia Tsantila, e ainda a crítica de arte Marta Mestre.

 

Toda a programação pode ser vista aqui

 

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19.7.18

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First Man será o filme de abertura do próximo Festival de Veneza, que decorrerá entre 29 de agosto a 8 de setembro.

 

Inspirado no livro biográfico de James R. Hansen, o filme focará na missão, assim como na vida pessoal do homem que certo dia aclamou “um pequeno passo para um homem, o grande passo para a Humanidade”, Neil Armstrong, que será interpretado por Ryan Gosling, novamente sob as ordens de Damien Chazelle (La La Land).

 

Claire Foy, a atriz que se destacará este ano como Lisbeth Salander no novo filme da saga Millennium (The Girl in the Spider's Web), será a mulher do explorador, Janet Armstrong. Kyle Chandler, Pablo Schreiber, Jason Clarke, Ciarán Hinds, Corey Stoll, Christopher Abbott e Lukas Haas completam o elenco.

 

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publicado por Hugo Gomes às 21:40
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17.7.18

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O terror regressará a Lisboa em setembro com a 12ª edição do MOTELx, cuja organização revelou as primeiras novidades da programação, porém, ao contrário dos anos anteriores, ainda não foi divulgado qualquer convidado especial. Mas falando em especialidades, o horror e os calafrios serão os pratos principais do cardápio, a promessa foi feita com a melhor colheita anual do género, assim o expressaram os diretores de programação do evento no Cinema São Jorge.

 

Mandy, o filme revelação de Panos Cosmatos, que conta com Nicolas Cage no centro da ação (esperemos um regresso à ribalta), a segunda longa-metragem de Nicolas Pesce, Piercing, e os promissores Ghostland, de Pascal Laugier (de Martyrs), e o argentino Terrified, de Demián Rugna, descrito como uma das mais assustadoras obras do ano, são alguns dos primeiros títulos indicados para a montra de setembro.

 

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Outro destaque é o regresso do terror brasileiro com Morto Não Fala, de Dennison Ramalho, argumentistas dos filmes José Mojica Marins (mais conhecido como Zé do Caixão), que aventura-se na trama de um médium que faz part-time numa morgue. De forma a apimentar os gostos, The Nun, o esperado novo capítulo do universo The Conjuring será o filme de abertura.

 

Contudo, as novidades estão somente nos filmes, visto que as categorias e as secções mantém-se, desde o Prémio MOTELx para Melhor Curta de Terror Portuguesa até à Competição Principal [título ainda a divulgar], e os já esperado espaços Lobo Mau, dedicado ao público mais jovem, e as festas temáticas e eventos paralelos tais como o VHS Nights e o MOTELQuiz.

 

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Falando em paralelismos, na Cinemateca Portuguesa, em colaboração com o festival, decorrerá o ciclo “Frankenstein ou o Moderno Prometeu”, a celebração do bicentenário da famosa criação de Mary Shelley. Entre os filmes agendados nesta rúbrica, contaremos com os clássicos incontornáveis da Universal Pictures (Frankenstein e The Bride of Frankenstein), assim como obras mais juvenis como Frankenweenie, de Tim Burton.

 

Para finalizar, dois pontos a destacar na 12ª edição são a Exposição “Os Contos Mais Arrepiantes de H.P. Lovecraft”, uma mostra de trabalhos a preto e branco frutos de mais de 22 ilustradores e ainda a secção Quarto Perdido, este ano em homenagem a Solveig Nordlund, uma das mais aventurosas do cinema de género em Portugal. A Filha (2003) e Aparelho Voador de Baixa Altitude (2002) serão os representantes da sua filmografia.

 

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O MOTELx: Festival Internacional de Cinema de Terror de Lisboa decorrerá entre 4 a 9 de setembro, tendo como espaço o Cinema São Jorge, Cinemateca Portuguesa Museu do Cinema e Museu Coleção Berardo. A programação poderá ser vista aqui.

 

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14.7.18

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O premiado filme da última edição da Semana da Crítica do Festival de Cannes, Diamantino, de Gabriel Abrantes e Daniel Schmidt, terá as honras de abrir a 26ª Curtas Vila do Conde Festival Internacional de Cinema, que arranca hoje.

 

Integrado na secção Da Curta à Longa, no filme seguimos Diamantino (Carloto Cotta), ícone absoluto do futebol. Ao jogar o jogo mais importante da sua vida, as coisas correm mal e a sua carreira é interrompida. A estrela caída em desgraça busca então significado para a sua vida, mas as coisas não são o que parecem e, mal acompanhado por duas irmãs gémeas que só parecem querer o seu dinheiro, a vida do ingénuo Diamantino começa uma odisseia louca, cruzando-se com a crise migratória, o ressurgir do nacionalismo e o delirante tráfico genético.

 

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Ainda na mesma secção será apresentado Un couteau dans le coeur (2018), o último trabalho de Yann Gonzalez, também estreado no Festival de Cannes. Tendo como pano de fundo a indústria pornográfica do fim dos anos 70, em Paris, a longa-metragem narra a história de Anne (Vanessa Paradis), produtora de filmes porno de série B.

 

O realizador estará ainda em destaque através de uma carta branca no certame, materializada numa louca sessão de meia-noite, composta por filmes vanguardistas e algumas raridades, apresentada pelo próprio. Depressive Cop (2016), de Bertrand Mandico; Tout ce dont je me souviens (1969), de Christian Boltanski; The Cat Lady (1969), de Tom Chomont; Dellamorte Dellamorte Dellamore (2000), de David Matarasso; Jungle Island (1967), de Jack Smith; são algumas das escolhas do cineasta. Ainda na secção Da Curta à Longa serão apresentados The Green Fog, de Guy Maddin e Le Monde est à Toi, de Romain Gavras.

 

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Por sua vez, o cineasta israelita Nadav Lapid será o realizador em foco nesta edição. Para além da sua presença, Lapid estará no debate a decorrer Teatro Municipal de Vila do Conde, que se encontra integrado na 3.ª edição do Workshop de Crítica de Cinema, também este promovido pelo festival.

 

Serão 31, o número de integrantes na Competição Internacional desde Bertrand Mandico a João Paulo Miranda Maria, enquanto que a Nacional ostentará mais de 17 participantes, incluindo os novos trabalhos de João Viana (Madness), Rodrigo Areias (Pixel Frio), Ivo M. Ferreira (Equinócio) e a atriz Ana Moreira (Aquaparque). Em projeções especiais serão exibidos as novas curtas de Pedro Neves (Náufragos), Miguel Clara Vasconcelos (Circo do Amor) e José Magro (Rio Entre As Montanhas), e como encerramento, Eugène Green e o seu Como Fernando Pessoa Salvou Portugal (com Carloto Cotta, Diogo Dória, Ricardo Gross e Manuel Mozos no elenco) serão os honrados de tal tarefa.

 

A 26ª Curtas do Vila do Conde prolongará até dia 26 de julho. Toda a programação poderá ser vista aqui.

 

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4.7.18

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António Reis e Margarida Cordeiro serão alvo de retrospetiva na quinta edição do Porto/Post/Doc. O festival portuense exibirá na integra as respetivas filmografias incluindo uma nova cópia restaurada de Trás-dos-Montes, umas das obras maiores do drama etnográfico português. Em complemento, decorrerá um painel, "Rever Reis e Cordeiro", tendo inúmeros convidados do ramo cinematográfico e jornalístico disposto a debater e discutir sobre o cinema da dupla.

 

Em paralelo, o festival contará com um workshop teórico orientado pela investigadora e realizadora britânica Laura Mulvey, no qual focará diversas questões de género no cinema, muitas delas estudadas pela própria há já vários anos (com inscrições até ao final de setembro).

 

O 5º Porto/Post/Doc – Film & Media Festival acontece de 24 de novembro e 2 de dezembro no Teatro Municipal do Porto – Rivoli, Cinema Passos Manuel, Cinema Trindade, Faculdade de Belas Artes da Universidade do Porto, Maus Hábitos e Universidade Católica Portuguesa (Porto).

 

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21.6.18

Todos lo Saben (Everybody Knows), o primeiro filme de língua espanhola do cineasta iraniano Asghar Farhadi (Uma Separação; O Passado; O Vendedor), terá exibição especial no 14º FEST, Festival de Novo Cinema e Novos Realizadores que decorre na cidade de Espinho desde o dia 18 de junho, prolongando até 25. O filme teve as honras de abrir a 71ª edição do Festival de Cannes e será projetado, esta sexta-feira (22/06) depois da planeada masterclass do realizador.

 

É de informar que esta sessão especial, a ter lugar no Auditório do Centro Multimeios de Espinho, é de acesso exclusivo a participantes do Training Ground, jornalistas e convidados.

 

Protagonizado por Penélope Cruz e Javier Bardem, este thriller dramático acompanha Laura, uma mulher que viaja com a sua família de Buenos Aires para Espanha. Mas o que iria ser uma celebração acaba por se tornar num pesadelo e na revelação de segredos que poderão colocar em causa toda a família. Ricardo Darin, Inma Cuesta, Carla Campra e Bárbara Lennie compõe o resto do elenco.

 

Vale a pena referir que este projeto inicialmente teria o selo da El Deseo, de Pedro e de Agustín Almodóvar, mas a empresa abandonou a produção.

 

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19.6.18

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O realizador israelita Nadav Lapid estará em foco na 26.ª edição do festival Curtas Vila do Conde, a decorrer entre 14 a 22 de julho. A organização anunciou que Lapid estará presente no festival, assim como num debate a decorrer Teatro Municipal de Vila do Conde, que se encontra integrado na 3.ª edição do Workshop de Crítica de Cinema, também este promovido pelo festival.

 

Recordamos que o realizador é uma personalidade querida neste evento, tendo em 2016 vencido a Competição Internacional com a curta-metragem From the Diary of a Wedding Photographer, obra que foi descrita como um “retrato sombrio e satírico de um fotógrafo de casamento”.

 

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A programação completa será revelado no dia 26 deste mês, por enquanto sabe-se que Diamantino, o filme de Gabriel Abrantes e Daniel Schmidt que venceu a 57ª edição da Semana da Crítica do Festival de Cannes, terá as honras de abrir esta nova edição.

 

Enquanto isso, o último trabalho de Yann Gonzalez, Un couteau dans le coeur (2018), também estreado no Festival de Cannes, será também apresentado. O realizador estará presente e terá carta branca no certame, materializada numa louca sessão de meia-noite, composta por filmes vanguardistas e algumas raridades, apresentada pelo próprio. Depressive Cop (2016), de Bertrand Mandico; Tout ce dont je me souviens (1969), de Christian Boltanski; The Cat Lady (1969), de Tom Chomont; Dellamorte Dellamorte Dellamore (2000), de David Matarasso; Jungle Island (1967), de Jack Smith; são algumas das escolhas do cineasta.

 

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18.6.18

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12.5.18

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O lendário cineasta Jean-Luc Godard marcou presença na conferência de imprensa em promoção ao seu mais recente filme, Le Livre d’Images, em competição no Festival. Contudo, não o fez fisicamente, tendo surgido perante os jornalistas via Facetime no smartphone do seu diretor de fotografia Fabrice Aragno.

 

Despenteado e com um cigarro entre os dedos, Godard convocou os jornalista a afilarem-se perante o dispositivo, cada um com uma questão a propor ao realizador de 87 anos. Muito se debateu, desde o filme e a sua natureza, passando pelo futuro do Cinema, assim como se tocou na situação da Rússia, na qual o autor de Pierrot le Fou aconselhou que devemos “ser todos cordiais”

 

Godard respondeu, em jeito bem-humorado, à definição de cinema dando uma equação matemática: “´Voilá´. X + 3 = 1, esta é a chave do cinema. Mas quando dizemos que é a chave, não podemos esquecer da fechadura", como também, de forma mais séria, ao futuro da Sétima Arte e do Cinemas. “Nos próximos 10 anos nós encararemos alguns cinemas que serão bastante vanguardistas. Eles vão exibir os meus filmes assim, como filmes em geral”, tal como a educação cinematográfica. "Não estudei em nenhuma escola de cinema. Sou do tempo em que estudar cinema implicava ver filmes, ir a cineclubes, procurar a relevância e identificação em filmes por vezes obscuros".

 

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Le Livre d’images é descrito como um filme-arquivo onde o realizador trabalhou com um conjunto de imagens providas de filmes e outros materiais. Em relação a este registo e à ausência de atores, Godard afirmou que “na ficção existe o risco do ator estar associado às praticas totalitárias, dependendo das imagens o qual integram”.

 

Apesar do episódio insólito, esta não é a primeira vez que o realizador reinventa a Conferência de Imprensa em Cannes, reafirmando o seu antagonismo para com o evento. Em 2005, na sequência do seu Notre Musique, Godard convidou um representante do sindicato de atores e técnicos do Cinema Francês para responder às questões dos jornalistas.

 

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publicado por Hugo Gomes às 14:05
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10.5.18

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36 anos depois da sua projeção em Cannes, A Ilha dos Amores regressa à Riviera como um dos filme-evento desta 71ª edição. O seu retorno não é em vão, em causa está um trabalho de restauro invejável por parte da Cinemateca Portuguesa, com digitalização 4K com wet gate de interpositivos de imagem e som em 35mm tirados num laboratório japonês em 1996.

 

Com isto, foi conservada na obra de Paulo Rocha a esplendorosa fotografia de Acácio de Almeida e a acústica sonora que nos transporta para um Oriente distante à boleia do eterno trágico-romântico Wenceslau de Moraes, interpretado por um dos “santos” do cinema português, Luís Miguel Cintra. O ator esteve presente na sessão especial ao lado do diretor da Cinemateca Portuguesa, José Manuel Costa.

 

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A imaculada beleza captada pelo olhar clinico de Rocha, desde a simetria cénica até a profundidade que nos convida a um outro filme presento nos espelhos, A Ilha dos Amores preencheu cada espaço do ecrã da Sala Buñuel. Apesar de ser um filme narrativamente difícil de se ver durante a euforia de Cannes, os seus magistrais planos não deixaram ninguém indiferente quanto à restauração.

 

Regressando agora a 2018, à Competição Oficial, que tem por fim, algum dinamismo. A primeira com Leto, retrato punk da juventude inquieta da Leninegrado dos anos 80. Trata-se do novo filme do dissidente russo Kirill Serebrennikov, que para além de ser uma vibrante coletânea musical (Bowie, Sex Pistols, T-Rex, Blondie, etc) apresenta-nos uma bidimensionalidade narrativa que desfaz muito dos formatos de cinebiografia.

 

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Já o segundo filme a demonstrar a sua “garra” na Seleção Oficial é Plaire, Aimer et Courir Vite, de Christophe Honoré, a sua resposta ao êxito de Moonlight. Segundo o realizador de Canções de Amor, o filme galardoado ao Óscar em 2017 apresentava a homossexualidade como uma maldição digna de vitimização. No seu novo trabalho, somos apresentados aos amores e desamores de um homossexual em Paris do inicio dos 90’, no calor da epidemia do HIV. Ao contrário do que poderia suscitar com o contexto histórico, Plaire, Aimer et Courir Vite celebra o amor nas mais diferentes formas, para além de encarar a homossexualidade como algo normalizado, consciente e, porque não, humanista. Até ao fim não existem vitimizações, tudo faz parte do ato de amar e de ser amado. Encontramos a sidequel de 120 Battements per Minute!

 

Já na Quinzena de Realizadores, o último filme do espanhol Jaime Rosales, um experiente no Croisette, divide critica e público. Petra, titulo que também serve de nome à personagem principal (Bárbara Lennie, que também ingressou o elenco de Todos lo Saben, de Asghar Farhadi), é um drama em busca da paternidade que abraça um forte fluxo de tragédia. Rosales evita em toda sua condução, uma emotividade farsante, sendo que a principal característica desse afastamento é a recusa pelo grande plano e pela decopagem técnica. Ficamos a saber, numa entrevista a publicar brevemente, que Rosales foi convidado a trabalhar com a Netflix. Aceitará? Veremos...

 

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Hoje teremos o muito antecipado Jean-Luc Godard e o seu Le Livre d’Image, seguido pelo novo de Jia Zhangkee e de Pawel Pawlikowski.

 

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5.5.18

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Júri da Competição Internacional de Longas Metragens

Grande Prémio de Longa Metragem Cidade de Lisboa

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Baronesa, de Juliana Antunes

Lembro Mais dos Corvos, de Gustavo Vinagre

 

Prémio Especial do Júri canais TVCine & Series

EX-AEQUO

Baronesa, de Juliana Antunes

Lembro Mais dos Corvos, de Gustavo Vinagre

 

Júri da Competição Internacional de Curtas Metragens

Grande Prémio de Curta Metragem

Solar Walk, de Réka Bucsi

 

Prémio Silvestre para Melhor Curta Metragem

Braguino, Clément Cogitore

 

Prémio Turismo de Macau para Melhor Animação

Rabbit's Blood, de Sarina Nihei

 

Prémio Turismo de Macau para Melhor Documentário

La bonne education, de GuYu

 

Menção Honrosa

Coqueluche, de Aurélien Peyre

 

Prémio Turismo de Macau para Melhor Ficção

Matria, de Álvaro Gago

 

Júri da Competição Nacional

Prémio Allianz para Melhor Longa Metragem Portuguesa

Our Madness, de João Viana

 

Prémio Dolce Gusto para Melhor Curta Metragem Portuguesa

Os Mortos, de Gonçalo Robalo

 

Prémio Melhor Realizador para Longa Metragem Portuguesa

André Gil Mata pela A Árvore

 

Prémio Novo Talento FCSH/Nova

Amor, Avenidas Novas, de Duarte Coimbra

 

Prémio Novíssimos Walla Collective + Portugal Film

Infância, Adolescência, Juventude, de Rúben Gonçalves

 

Menção Honrosa

Fauna, de Lúcia Pires

 

Júri Silvestre

Prémio Silvestre para Melhor Longa Metragem

O Processo, de Maria Augusta Ramos

 

Júri IndieMusic

Prémio IndieMusic Schweppes

Matangi/Maya/M.I.A, de Steve Loveridge

 

Júri da Amnistia Internacional

Prémio Amnistia Internacional

Waste N0.5 The Raft of the Medusa, de Jan Ijäs

 

Júri Árvore da Vida

Prémio Árvore da Vida para Filme Português

Russa, de João Salaviza e Ricardo Alves Júnior

 

Menção Honrosa

Bostofrio - Oú le Ciel Rejoint la Terre, de Paulo Carneiro

 

Júri Escolas

Prémio Escolas

Tremors, de Dawid Bodzak

 

Júri Universidades

Prémio Universidades

An Elephant Stings Still, de Hu Bo

 

Júri do Público

Prémio Longa Metragem

O Processo, de Maria Augusta Ramos

 

Prémio Curta Metragem

Stay Ups, de Joanna Rytel

 

Prémio do Público IndieJúnior DoctorGummy

Professor Sapo, de Anna van der Heide

 

 

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3.5.18

Em outubro passado, numa entrevista ao site C7nema, o realizador francês Arnaud Desplechin adiantou que a sua futura obra entrará “em território desconhecido” na sua carreira e que todo o enredo tem ecos hitchcockianos.

 

Com a chegada do Marché do Film em Cannes, vieram à baila novos detalhes sobre o filme. Com o nome Roubaix, A Light,  o projeto vai contar com Roschdy Zem como Daoud, um chefe de polícia experiente e sensato na cidade de Roubaix, no norte da França, que investiga o brutal assassinato de uma mulher por duas mulheres vizinhas e amantes, rotuladas como alcoólatras e viciadas.

 

Recorde-se que ainda em declarações ao C7nema, Desplechin afirmou que se inspirou “num artigo de jornal. Um homicídio, para ser mais exato.”. Desplechin falou-nos que apenas interessa “focar nos factos … somente nos factos.” O filme “será um objeto completamente seco, despido do lado ficcional, mas ao mesmo tempo devedor do estilo imposto por um The Wrong Man (O Falso Culpado), de Hitchcock.”, chegando mesmo a comparar “com o livro In Cold Blood (A Sangue Frio), de Truman Capote, apenas a narração do real, do facto, não havendo espaço para imaginação e pelo suposto.” Quanto a mais pormenores, Desplechin retratará ainda “a condição da mulher nos dias de hoje”, esperando com isso “uma atmosfera bem sociopolítica, nada parecido com o que fizera anteriormente.

 

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publicado por Hugo Gomes às 19:14
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26.4.18

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Ao longo de 15 anos de História de Festival, o Indielisboa sempre revelou uma das suas prioritárias ambições, dar aos espectadores da capital um Cinema longe dos formatos promovidos pelo circuito comercial. São novas linguagens, novos panoramas e perspetivas quanto à maneira de fazer cinema, longe das majors e a milhas dos orçamentos milionários. Como tal, o independente, assim soando imagem de marca, é um estatuto que apela sobretudo à criatividade dos envolvidos e do artesanal improviso.

 

O Indielisboa arranca sob um universo quase deslocado da maioria dos espectadores, apresentando-o sob a visão portuguesa em relação ao resto do Mundo. A Árvore, de André Gil Mata, é o filme-honra de dar o primeiro “pontapé”, direção absoluta de uma programação rica em novos talentos com veteranos a demonstrar uma vez mais a sua vivacidade. Gil Mata não é um desconhecido nestas andanças “indie”, e como gratidão, o primor técnico em sustentação de fantasmas (os não-viventes numas Balcãs arrasadas pela Guerra e pelo medo da repetição de tais atos) preencherão o grande ecrã da Sala Manoel de Oliveira, do Cinema São Jorge.

 

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Enquanto isso, a cineasta Lucrecia Martel e o muito reservado pioneiro da Nouvelle Vague, Jacques Rozier, serão os heróis independentes, os estabelecidos signos desta constelação de olhares e métodos. De 26 de abril a 6 de maio, o Indielisboa não inovará a sua natureza, porém, confirmará a sua posição no circuito dos festivais nacionais.

 

A decorrer no Cinema São Jorge, Culturgest, Cinema Ideal, Biblioteca das Galveias e Cinemateca.

 

 

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23.4.18

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Trinta e seis anos depois, a Ilha dos Amores, de Paulo Rocha, regressa ao Festival de Cannes. O filme é um dos títulos que integram a secção Cannes Classics da 71ª edição do Festival de Cannes, que decorre de 8 a 19 de maio de 2018.

 

O filme de Paulo Rocha - que será brevemente editado em DVD em Portugal - será exibido numa cópia recentemente restaurada pela Cinemateca Portuguesa-Museu do Cinema, que teve origem na digitalização 4K com wet gate de interpositivos de imagem e som em 35mm tirados num laboratório japonês em 1996. A correção de cor digital foi feita por La Cinemaquina usando como referência uma cópia de distribuição de 1982. O restauro digital da imagem foi feito pela IrmaLucia Efeitos Especiais.

 

Para além desta obra, que teve a sua estreia mundial no certame gaulês, serão apresentados filmes nesta secção como 2001: Uma Odisseia no Espaço (1968), O Ladrão de Bicicletas (1948), Viagem a Tóquio (1953), Vertigo (1958) e A Religiosa (1965).

 

Vale a pena recordar que na Cannes Classics estarão ainda em destaque duas mulheres pertencentes à história do cinema, Alice Guy e Jane Fonda, um ensaio de Mark Cousins sobre Orson Welles e um tributo de Margarethe von Trotta a Ingmar Bergman.

 

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publicado por Hugo Gomes às 13:51
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21.4.18

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O cineasta canadiano David Cronenberg vai ser homenageado com o Leão de Ouro na 75ª edição do Festival Internacional de Veneza (29 de agosto a 8 setembro). Para o diretor artístico do festival, Albert Barbera, referiu o realizador como um artista “que levou as audiência para lá da fronteira do ‘exploitation’

 

Atualmente com 75 anos, Cronenberg expressou o seu contentamento com o Prémio de Carreira: “Sempre amei o Leão de Ouro de Veneza. Um leão que voa graças a asas douradas - essa é a essência da arte, não é? A essência do cinema. Será insuportavelmente emocionante receber o meu próprio Leão de Ouro.

 

Conhecido autor do cinema de género, David Cronenberg sempre se preocupara com o vinculo psicológico para com o físico em transformação. Proposta evidente em obras suas como The Fly, Crash, Dead Ringers, Videodrome e Eastern Promises.

 

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publicado por Hugo Gomes às 18:16
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19.4.18

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Para além do novo filme de Lars Von Trier, The House that Jack Built, Cannes revelou mais títulos para a sua programação, entre os quais o badalado The Man who Killed Don Quixote, de Terry Gilliam, que se encontra sob disputa judicial quanto aos seus direitos de distribuição. O filme foi escolhido para encerrar o certame.

 

Quanto às outras adições, Un couteau dans le cœur (Knife + Heart) do francês Yann Gonzalez (tendo Vanessa Paradis como protagonista), Ayka do cazaque Sergey Dvortsevoy (realizador galardoado com o Prémio de Un Certain Regard por Tulpan) e o regresso do turco Nuri Bilge Ceylan (vencedor da Palma de Ouro em 2014) com Ahlat Agaci (The Wild Pear Tree) completam a Competição Oficial.

 

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Whitney, o documentário assinado por Kevin Macdonald (O Último Rei da Escócia), sobre a cantora mundialmente célebre Whitney Houston, será, em conjunto com Fahrenheit 451, a adaptação do livro de Ray Bradbury pelo canal HBO, serão as sessões da Meia-Noite.

 

Un Certain Regard também com novas adições, e bem lusófonas. Chuva e Cantoria Na Aldeia Dos Mortos, documentários do português João Salaviza e da brasileira Renée Nader Messora sobre o povo Krahô, um comunidade indígena vivente no centro do Brasil, junta-se à competição ao lado de Muere, Monstruo, Muere, do argentino Alejandro Fadel, e de Donbass, de Sergey Loznitsa, que abrirá a secção “Um Certo Olhar”.

 

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publicado por Hugo Gomes às 15:18
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18.4.18
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publicado por Hugo Gomes às 23:49
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