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Cinematograficamente Falando ...

Quando só se tem cinema na cabeça, dá nisto ...

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Quando só se tem cinema na cabeça, dá nisto ...

13 Anos de "A Janela Encantada" em 13 filmes

Hugo Gomes, 26.10.25

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"La Vie d’Adèle – Chapitres 1 et 2" (Abdellatif Kechiche, 2013)

José Carlos Maltez, co-autor do livro “Olhar o Medo”, co-anfitrião do podcast de cinema “Universos Paralelos”, celebra 13 anos de “A Janela Encantada, o seu blog, mas mais que tudo, o seu cantinho cinéfilo. Para desviar de qualquer superstição em relação ao número, decidiu convidar alguns amigos, igualmente cinéfilos, para que cada um abrisse os seus respectivos sótãos cinematográficos: 13 filmes a representar os 13 anos de longevidade do espaço. Aceitei o convite, e os seguintes elegidos, não são alusivos aos tops habituais, antes disso, fruto de um malabarismo entre subjetividade e objetividade. O que penso resumir a década e “uns trocos” e igualmente os filmes que me abraçaram durante esse período. 

Muitos parabéns José, pela resistência, pela cinefilia e também carolice numa Modernidade em que o Cinema parece ser uma mera inutilidade.

Ver Aqui

Um Segundo Take do MOTELX 2025

Hugo Gomes, 21.09.25

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Ainda à sombra do MOTELX e a convite de António Araújo teve uma pequeno cameo / participação no seu mais recente episódio de “Segundo Take”. Falo do festival, do convívio, Herschell Gordon Lewis, Ben Wheatley e Adèle Exarchopoulos. Não estou sozinho, Rui Alves de Sousa e José Santiago fizeram-me companhia. Enquanto isso, o anfitrião falou com o realizador Fernando Alle sobre a sua curta “Borbulha” e o remake de “The Toxic Avenger”, a estrear nos nossos cinemas. Ouvir aqui e ver aqui:

A Hora da Pop com Super-Homem no céu ...

Hugo Gomes, 11.07.25

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Chega-nos um reboot da saga partilhada da DC / Warner Bros., com James Gunn a “testar as águas” com o seu “Superman”. Para o seu programa “A Hora da Pop”, da Antena 1, Rui Alves de Sousa convidou-me para uma tertúlia sobre o Homem de Aço, deste novo David Corenswet sem nunca esquecer Christopher Reeve. Para voar bem longe … com algumas ‘tacadas’ à Marvel, comentários à dinastia de Zack Snyder e “Joker” de Todd Phillips a fazer-se special guest nestes 40 minutos de programa.

Keoma enters ... no VHS!

Hugo Gomes, 24.06.25

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Ainda sobre Enzo G. Castellari, e em particular o seu “Keoma”, o western spaghetti apocalíptico, podem ouvir este episódio especial do podcast V.H.S (Vilões, Herois e Sarrabulho) em que discuto a minha experiência com cineasta ao lado dos anfitriões Daniel Louro e Paulo Fajardo. Há um excerto da minha entrevista (desculpas antecipadas acerca do meu “inglês empírico”) e os Encontros de Cinema do Fundão no coração. Um muito obrigado pelo convite e pela oportunidade.

Segundo Take: no espaço ninguém pode ver a tua versão!

Hugo Gomes, 25.05.25

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O António Araújo desafiou-me a falar sobre director's cuts ou outras versões alternativas de um mesmo filme. Pelos vistos, impressionei-o ao sugerir “Hellraiser: Bloodline”, o quarto capítulo de um franchise malparido à custa da ingenuidade de Clive Barker ao entrar na indústria. Neste filme, a vilania e o sadismo de Pinhead são “atirados” para o espaço, mas não sem antes atravessar duas outras camadas temporais. Tem o cunho de Harvey Weinstein e um realizador que, no fim, preferiu não assinar o produto final mantendo-o sob a “autoria” de Alan Smithee. Para ouvir (ou ver) no Segundo Take. Grato pelo convite.

Um Imperdoável com Michael Caine e Zulus!

Hugo Gomes, 19.03.25

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Aceitando com bastante agrado o convite do Rui Alves de Sousa ao seu podcast / jornada “Imperdoável”, sobre filmes “imperdoáveis”, eis uma conversa com pontos sérios mas muita galhofa à volta de “Zulu” de Cy Endfield (1964). Nos 39 Degraus da Cinemateca, falamos para além do filme, guerras em grande ecrã, fraquezas de Nolan que ninguém admite, Michael Caine, propagandas no cinema, Ninjas Americanos e Academia de Polícias e frases de engate. Para ouvir aqui:

 

Segundo Take: "Irina Palm" entre António Araújo e Hugo Gomes

Hugo Gomes, 21.07.22

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Convidado (novamente) por António Araújo e o seu podcast Segundo Take para uma conversa sobre cinefilia, escrita de cinema, o quase desconhecido "Irina Palm" com Marianne Faithfull e os 15 anos do Cinematograficamente Falando.
 
Para ver ou para ouvir
 

Oscars 2022: O Padrão, O Cenário e o Desabafo

Hugo Gomes, 27.03.22

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Irritações sobre os Óscares. Um convite de Roni Nunes para o seu site Cultura XXI.
 
"Nesta última indicação gostaria de deixar a minha oposição à Academia Americana e invocar o discurso vitorioso de Bong Joon Ho de estatueta de Melhor Filme na mão: “quando ultrapassamos a barreira das legendas, acedemos a tantos magníficos filmes”. Talvez seja essa a resposta à angústia dos Óscares, essa abertura, internacional digamos (até como ofensiva a uma indústria cada vez mais decadente e homogeneizada), mas também na perda dos preconceitos quanto a géneros e a abordagens. Novamente celebrar Cinema e não apenas “glamour”, se é que um dia os Óscares foram sobre o cinema propriamente dito."
 
Para ler aqui.
 

Sonhar com "Dom Roberto" ou Sonhar como "Dom Roberto"

Hugo Gomes, 29.12.21

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Respondendo ao convite de Roni Nunes e o seu Cultura XXI, abordei sobre um dos mais debatidos filmes do início do chamado Cinema Novo Português - "Dom Roberto", de Ernesto de Sousa, com Raul Solnado como o eterno e errante sonhador.

"Dom Roberto é sobretudo um filme cansado. Cansado por ter “nascido” num país atrasado sem desejo do avanço (veja-se o subenredo do mecânico improvisado que monta o seu carro de raíz e o vizinho que constantemente o agoira). Um país sem apoios sociais, que despreza os desfavorecidos fervorosamente e os trata como marginais. Aliás, o filme demonstra-nos isso mesmo, um país de marginais, subsistido na sombra da capital e que só as suas fantasias oníricas a libertam das amarras do seu miserável quotidiano. E não sei se repararam, mas o Dom Roberto é um fantoche, limitado ao seu palco e comandado por quem sonha com o conforto do razoável. No fim de contas, o “boneco” sobrepõe-se a João, o fantoche diário de uma estendida “palhaçada” operada por uma mão dominadora. Mais do que propaganda escancarada, o filme transporta-nos para a luta nos seus diversos subtextos e contextos, até chegarmos àquela declaração de Glicínia Quartin acompanhadas pelo garrafal “Fim” – "Mas … ainda não é o fim. O fim é para aqueles que desistem'' '."

 
Ler artigo aqui.