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28.8.18

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Arranca hoje uma nova edição do FUSO – Festival Anual de Vídeo Arte Internacional de Lisboa, cuja organização orgulha-se de ser o primeiro festival artístico a comemorar os 10 anos de existência. Prolongando até dia 2 de setembro, o evento marcará vários espaços da capital: Travessa da Ermida, Jardim do Museu de Arte, Arquitetura e Tecnologia (MAAT), Jardim do Museu Nacional de Arte Contemporânea do Chiado, Jardim do Museu Nacional de Arte Antiga, Claustro do Museu Nacional de História Natural e da Ciência e Claustro do Museu da Marioneta.

 

Numa programação que visa encontrar uma utopia entre o audiovisual e o meio artístico, o FUSO destacará a intitulada sessão - "Os Cinetrácts de Maio de 68: a Revolução no Cinema” – a acontecer no dia 31 de agosto, pelas 22h, no Jardim do Museu Nacional de Arte Antiga. Trata-se de uma seleção de curtas-metragens anónimas concretizadas durante as manifestações do maio de 68 em Paris, que apelidados “cinetrácts”. Estas, isente de som ou edição, são hoje encarados como incontornáveis documentos de um episódio impar na História Moderna Francesa, uma revolução que começou nas escolas, difundido pelas ruas parisienses e que viria a influenciar toda uma geração de artistas dos mais diferentes meios, assim como nacionalidades. Os cineastas Jean-Luc Godard e Chris Marker, foram alguns dos autores destas mesmas filmagens. A sessão contará com apresentação da curadora francesa Bernadette Caille.

 

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O festival promete um programa rico de performances, debates e exposições que usufrui o melhor da videoarte. Entre os convidados, destaca-se Lori Zippay, a diretora da Electronic Arts Intermix (EAI) em Nova Iorque, os artistas Daniel Blaufuks e Evanthia Tsantila, e ainda a crítica de arte Marta Mestre.

 

Toda a programação pode ser vista aqui

 

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publicado por Hugo Gomes às 03:41
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27.7.18

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Então, mas este estaminé faz os seus 11 anos de existência e nem celebro dia?!

 

Bem, sim, passamos a primeira década e continuamos em movimento, mesmo em modo lento. Enfim, mea culpa!

 

Agradeço a todos que me acompanham e que me ajudaram a tornar o Cinematograficamente Falando … naquilo que é hoje.

 

Muito obrigado! ;)

 


publicado por Hugo Gomes às 19:44
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2.7.18

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Arrancaram as rodagens do filme português, Ladrões de Tuta e Meia, uma comédia que será protagonizada por Rui Unas e Melânia Gomes, tendo estreia prevista para fevereiro de 2019.

 

Contando como a primeira produção da Lanterna de Pedra em conjunto com a PRIS Audiovisuais, que assegura a distribuição em sala, em Ladrões de Tuta e Meia conheceremos um casal de vigaristas que tenta burlar um veterano do Ultramar que venceu o prémio do Euromilhões. Carlos Areia, Pedro Alves, Vítor de Sousa, Guilherme Leite, José Eduardo, Mouzinho Arsénio, Diva O'Branco, Luís Oliveira, Cândido Mota, Pedro Alves, Gonçalo Lello, Lourenço Serrão, Cristina Cavalinho e Marcantónio Del Carlo completam o elenco.

 

O realizador é Hugo Diogo, mais conhecido pela obra Os Marginais, lançado em 2010, drama citadino que abordou crime organizado e lutas ilegais. Vale a pena relembrar que este ano contaremos com a estreia do seu mais recente trabalho, Imagens Proibidas (ver trailer abaixo), a história de um fotógrafo que tenta recriar um amor entre duas mulheres através de fotografias. Uma adaptação de um livro de Pedro Paixão com Elmano Sancho, Diana Costa e Silva, Ana Vilela da Costa, Dinarte de Freitas, Suzana Borges, Susana Sá e Rita Redshoes no elenco.

 

 
 

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publicado por Hugo Gomes às 14:44
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18.6.18

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publicado por Hugo Gomes às 14:35
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10.5.18

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Cannes ficou em sobressalto após uma convocatória de última hora do produtor Paulo Branco. A Amazon abandonava a distribuição norte-americana de Dom Quixote, o que levou Branco a manifestar-se frente aos jornalistas que se amontoavam na bancada da Alfama Films, no Marché du Film.

 

Eram 15h00 (hora francesa) e esperava-se a decisão do tribunal em relação à projeção do “filme maldito” de Terry Gilliam no Croisette. Enquanto isso, o produtor português não poupou palavras em direção a Thierry Frémaux e à organização do Festival, acusando-os de calúnia e difamação. Ainda assim, o próprio referiu que caso o tribunal proibisse a exibição do filme no Festival, estaria disposto a negociar a sua projeção, sublinhando a ausência de qualquer transação financeira. Ou seja, estamos perante uma questão de orgulho. Pouco tempo depois, o tribunal de Paris indeferiu o pedido de Paulo Branco. O Festival de Cannes não tem que se preocupar, The Man who Killed Don Quixote (O Homem Que Matou Dom Quixote) continua designado como o filme de encerramento da sua 71ª edição e Thierry Frémaux tem razões para rir.

 

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Em outras notícias, o realizador dissidente russo Kirill Serebrennikov encontra-se detido na Rússia, impossibilitando a sua ida ao Festival para apresentar a sua obra, Leto, em Competição. O delegado referiu que a organização tentou tudo ao seu alcance para trazer o realizador à Riviera Francesa, mas segundo Frémaux, Putin terá lhe dito que “na Rússia, a justiça é independente”, relato que suscitou gargalhadas entre o público.

 

Mas a piada acabou, apesar de tudo, por ser outra. O filme Yomeddine, a primeira longa-metragem do egípcio A.B. Shawky, encontra-se em Competição, um filme manipulador e sobretudo ofensivo. O porquê? Porque o jovem realizador decide contar a história de um leproso viúvo que viagem pelo Egipto em busca do pai que o abandonou. Ao seu lado conta com a companhia de um burro e de um menino órfão. A viagem é atribulada e desafortunada, com todos os tiques para o espectador de condescendência do seu protagonista, o qual deve-se salientar que é um não-ator que sofre das reais “deformidades”. Para além deste sentimento de pena, junta-se um perfeito desleixo na realização, fraca aptidão no tratamento das personagens e uma banda sonora omnipresente para os efeitos previstos: emocionar imperativamente. No final houve aplausos … tímidos … mas, houve.

 

Rafiki, o romance lésbico queniano que faz História, trata-se do primeiro filme desse país selecionado para o Festival, uma honra que levou a realizadora Wanuri Kahiu, em palco, a gritar “We are proud to be Kenyan”. Quanto ao filme em si, bem, as boas intenção não fazem Cinema, sendo que ao contrário de Yomeddine, o grande problema de Rafiki é a sua ingenuidade, o que por sua vez o leva a caminhos panfletários que prejudicam as personagens e até mesmo as suas relações.

 

Se a Seleção Oficial ainda não mostrou a prometida garra, a Quinzena dos Realizadores abre com audácia e furtividade requerida. O colombiano Ciro Guerra regressa à secção com Pajaros de Verano (realizado com a colaboração de Cristina Gallego), uma trama de gangsters e narcotráfico sob um cenário indígena tribal. Recordamos que Martin Scorsese encontrou-se presente na abertura para receber a La Carrosse d’Or.

 

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publicado por Hugo Gomes às 02:55
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9.5.18

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O júri chefiado por Cate Blanchett tem uma tarefa herculana e tal ficou evidenciado na sua apresentação à imprensa, na qual não faltaram questões sobre a representação das mulheres na competição e ainda sobre Jean-Luc Godard.

 

A atriz norte americana, galardoada com dois Óscares da Academia, referiu que na questão de existirem apenas três mulheres a concorrer à Palma de Ouro “é” um avanço positivo, mesmo assim, visto que em anos anteriores o número era relativamente mais baixo e em alguns casos mesmo inexistente.

 

Outro dos temas discutidos foi o facto da Competição deste ano estar recheada de realizadores jovens, muitos deles a contar com a sua primeira longa-metragem, que confrontam nomes experientes como Jean-Luc Godard. A intervenção do jornalista tentava conhecer como o júri iria encarar a análise de filmes adereçados a experiências diferentes. Cate Blanchett referiu que o que a preocupava eram os filmes e não os nomes. Contudo, no caso do Godard, teria que estar ciente da sua carreira, referindo ainda como cada filme do incontornável nome da Nouvelle Vague era uma experiência própria.

 

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Recorde-se que as mulheres dominam o júri da 71ª edição do Festival de Cannes. No júri do certame, e para além de Blanchett, estão Ava DuVernay (realizadora), Robert Guédiguian (realizador), Andrei Zvyagintsev (realizador), Denis Villeneuve (realizador), Chang Chen (ator), Léa Seydoux (atriz), Kristen Stewart (atriz) e Khadja Nin (cantora).

 

Assim arrancou mais uma edição do Festival de Cannes, que se prolongará até dia 19 de maio e cuja Seleção Oficial abrirá com a mais recente obra do iraniano Asghar Farhadi, que filmou em Espanha o casal maravilha Penélope Cruz / Javier Bardem numa trama de segredos e revelações.

 

 

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publicado por Hugo Gomes às 15:56
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Pourquoi t’as l’air triste?”, pergunta Jean-Paul Belmondo a Anna Karina numa das muitas cenas fulcrais de Pierrot le Fou, ao que ela responde: “Parce que tu me parles avec des mots, et moi je te regarde avec des sentiments”. Não é por menos que o beijo entre os dois atores/personagens, o Ferdinand (Belmondo) e Marianne (Karina) encontra-se imortalizado no cartaz desta 71ª edição de Cannes. Eles levaram o Cinema por outros caminhos e sobretudo por outros sentimentos, estes que são relembrados com tamanha nostalgia.

 

Depois da feira das vaidades do tapete vermelho, o Grand Théâtre Lumière aplaudiu serenamente este trecho de uma das obras-mestras de Jean-Luc Godard, que foi seguido por um monólogo especial por parte de Edouard Baer, o mestre de cerimónias, com acompanhamento do piano de Gérard Daguerre, tributo que tocou no coração da própria Anna Karina, presente num dos balcões.

 

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Pierrot le Fou entra novamente em cena, desta vez com a mítica sequência em que Belmondo dirige-se aos espectadores, quebrando a quarta barreira. São tempos em que o Cinema comunicava diretamente connosco, sem filtros nem rodeios, e - condizendo com a cena inaugural da cerimónia - olhava para os espectadores com sentimento. Coisa rara no Cinema de hoje, mas o Festival de Cannes é sobretudo feito disto - uma busca incansável pelo Cinema que nos “fala” de forma emocional - e que melhor pessoa para rastrear tais “pegadas” que Thierry Frémaux, o qual tem demonstrado nos últimos tempos uma paixão cinematográfica cega, porém, apaixonada por causas algo perdidas. Ora as guerras com a Netflix e mais recentemente o seu olhar desconfiado às séries de televisões, o delegado artístico de Cannes tende usar como escudo a sua cinefilia, para o bem e para o mal. É um amante de cinema à moda antiga e durante 11 dias queremos acreditar que sim.

 

Com isto, Frémaux subiu ao palco, apresentou um a um o seu Júri de 2018, com especial homenagem à sua presidente, Cate BlanchettMadame, madame … and monsieur”, assim se dirige a atriz ao público. A cantora Juliette Armanet sobe ao palco para cantar Les Moulins, música que ecoou no grande teatro. Foram visíveis algumas lágrimas perante a melosa melodia.

 

 

E é então que chega-nos outro convidado, Martin Scorsese, o qual relembro que irá receber o Le Carrosse d’Or na Quinzena de Realizadores, que teve as honras, ao lado de Blanchett, em dar como aberto mais um Festival de Cannes. O 71º ano que arranca já com uma tremenda desilusão.

 

Asghar Farhadi tornou-se nos últimos anos num dos mais respeitados nomes do chamado world cinema e não é para menos. Um Urso de Ouro acolá e dois Óscares conquistados, uma mão cheia de obras que têm sobretudo seduzido a crítica e público cinéfilo, o iraniano tinha tudo para fazer deste Everybody Knows (Todos Lo Saben) num fascinante thriller dramático. Resultado, uma telenovela encurtada cujo o enredo provocou gargalhadas no visionamento de imprensa, um humor involuntário perante personagem barrocas fragilmente construídas e Javier Bardem a falhar o alvo dramático. Esperamos que este equivoco não se reflita no resto da Competição, até porque contamos com uma remessa refrescante de Cinema com muito a provar e, claro, “caras conhecidas” que não desejem ficar para trás. Por enquanto, Farhadi mostrou que até mesmo os “campeões” não são imunes à derrota.

 

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publicado por Hugo Gomes às 02:14
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8.5.18

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A 71ª edição do Festival de Cannes arranca hoje com Asghar Farhadi à prova de fogo. Será que o iraniano consagrado, um dos nomes favoritos do Croisette, conseguirá estar à altura de tal tarefa? Recordamos que ano passado, Arnaud Desplechin e o seu Les fantômes d'Ismaël (Os Fantasmas de Ismael) silenciaram a imprensa com indiferença. Mas no caso do filme de hoje, Everybody Knows (Todos lo Saben), Farhadi contará com um dos casais mais queridos do cinema atual, Penélope Cruz e Javier Bardem, para um drama em jeito thriller a partir de uma reunião familiar - assim se pode ler na premissa e no trailer já divulgado há alguns meses.

 

É de relembrar que este ano as sessões de imprensa dos filmes da Competição decorrerão em simultâneo com a gala. Segundo Thierry Fremaux, esta decisão tem como objetivo “proteger os filmes”, recordando muitos dos exemplares “destruídos” pela crítica furtiva (à cabeça vem-nos os recentes Sea of Tree, The Last Face e Lost River).

 

 

Contudo, existe um fantasma que percorre os corredores do Palais. Todos questionam o que será de The Man who Killed Don Quixote do norte-americano Terry Gilliam. A decisão jurídica será revelada a partir de amanhã, estando Paulo Branco otimista em relação à justiça. Será que veremos o tão esperado e antecipado filme aqui em Cannes, ou haverá mudanças de última hora? Qualquer que seja o resultado, Portugal de certa forma entrou na discussão de muita da imprensa e críticos. Existe um medo, sim, e sobretudo uma espera. A espera de uma resposta.

 

Quando ao festival, este decorre até dia 19, contando com uma competição rica e, este ano, plena em descobertas, caras novas que contrastarão com veteraníssimos do cinema. Sim, falamos de Jean-Luc Godard e a possibilidade de vermos Le Livre d’Images como o seu “filme-testamento”, até porque existe também aqui uma espera. A queda de um gigante.

 

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publicado por Hugo Gomes às 10:37
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7.5.18

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publicado por Hugo Gomes às 08:48
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5.5.18

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Júri da Competição Internacional de Longas Metragens

Grande Prémio de Longa Metragem Cidade de Lisboa

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Baronesa, de Juliana Antunes

Lembro Mais dos Corvos, de Gustavo Vinagre

 

Prémio Especial do Júri canais TVCine & Series

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Baronesa, de Juliana Antunes

Lembro Mais dos Corvos, de Gustavo Vinagre

 

Júri da Competição Internacional de Curtas Metragens

Grande Prémio de Curta Metragem

Solar Walk, de Réka Bucsi

 

Prémio Silvestre para Melhor Curta Metragem

Braguino, Clément Cogitore

 

Prémio Turismo de Macau para Melhor Animação

Rabbit's Blood, de Sarina Nihei

 

Prémio Turismo de Macau para Melhor Documentário

La bonne education, de GuYu

 

Menção Honrosa

Coqueluche, de Aurélien Peyre

 

Prémio Turismo de Macau para Melhor Ficção

Matria, de Álvaro Gago

 

Júri da Competição Nacional

Prémio Allianz para Melhor Longa Metragem Portuguesa

Our Madness, de João Viana

 

Prémio Dolce Gusto para Melhor Curta Metragem Portuguesa

Os Mortos, de Gonçalo Robalo

 

Prémio Melhor Realizador para Longa Metragem Portuguesa

André Gil Mata pela A Árvore

 

Prémio Novo Talento FCSH/Nova

Amor, Avenidas Novas, de Duarte Coimbra

 

Prémio Novíssimos Walla Collective + Portugal Film

Infância, Adolescência, Juventude, de Rúben Gonçalves

 

Menção Honrosa

Fauna, de Lúcia Pires

 

Júri Silvestre

Prémio Silvestre para Melhor Longa Metragem

O Processo, de Maria Augusta Ramos

 

Júri IndieMusic

Prémio IndieMusic Schweppes

Matangi/Maya/M.I.A, de Steve Loveridge

 

Júri da Amnistia Internacional

Prémio Amnistia Internacional

Waste N0.5 The Raft of the Medusa, de Jan Ijäs

 

Júri Árvore da Vida

Prémio Árvore da Vida para Filme Português

Russa, de João Salaviza e Ricardo Alves Júnior

 

Menção Honrosa

Bostofrio - Oú le Ciel Rejoint la Terre, de Paulo Carneiro

 

Júri Escolas

Prémio Escolas

Tremors, de Dawid Bodzak

 

Júri Universidades

Prémio Universidades

An Elephant Stings Still, de Hu Bo

 

Júri do Público

Prémio Longa Metragem

O Processo, de Maria Augusta Ramos

 

Prémio Curta Metragem

Stay Ups, de Joanna Rytel

 

Prémio do Público IndieJúnior DoctorGummy

Professor Sapo, de Anna van der Heide

 

 

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publicado por Hugo Gomes às 23:13
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26.4.18

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Ao longo de 15 anos de História de Festival, o Indielisboa sempre revelou uma das suas prioritárias ambições, dar aos espectadores da capital um Cinema longe dos formatos promovidos pelo circuito comercial. São novas linguagens, novos panoramas e perspetivas quanto à maneira de fazer cinema, longe das majors e a milhas dos orçamentos milionários. Como tal, o independente, assim soando imagem de marca, é um estatuto que apela sobretudo à criatividade dos envolvidos e do artesanal improviso.

 

O Indielisboa arranca sob um universo quase deslocado da maioria dos espectadores, apresentando-o sob a visão portuguesa em relação ao resto do Mundo. A Árvore, de André Gil Mata, é o filme-honra de dar o primeiro “pontapé”, direção absoluta de uma programação rica em novos talentos com veteranos a demonstrar uma vez mais a sua vivacidade. Gil Mata não é um desconhecido nestas andanças “indie”, e como gratidão, o primor técnico em sustentação de fantasmas (os não-viventes numas Balcãs arrasadas pela Guerra e pelo medo da repetição de tais atos) preencherão o grande ecrã da Sala Manoel de Oliveira, do Cinema São Jorge.

 

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Enquanto isso, a cineasta Lucrecia Martel e o muito reservado pioneiro da Nouvelle Vague, Jacques Rozier, serão os heróis independentes, os estabelecidos signos desta constelação de olhares e métodos. De 26 de abril a 6 de maio, o Indielisboa não inovará a sua natureza, porém, confirmará a sua posição no circuito dos festivais nacionais.

 

A decorrer no Cinema São Jorge, Culturgest, Cinema Ideal, Biblioteca das Galveias e Cinemateca.

 

 

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publicado por Hugo Gomes às 12:30
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19.4.18

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Para além do novo filme de Lars Von Trier, The House that Jack Built, Cannes revelou mais títulos para a sua programação, entre os quais o badalado The Man who Killed Don Quixote, de Terry Gilliam, que se encontra sob disputa judicial quanto aos seus direitos de distribuição. O filme foi escolhido para encerrar o certame.

 

Quanto às outras adições, Un couteau dans le cœur (Knife + Heart) do francês Yann Gonzalez (tendo Vanessa Paradis como protagonista), Ayka do cazaque Sergey Dvortsevoy (realizador galardoado com o Prémio de Un Certain Regard por Tulpan) e o regresso do turco Nuri Bilge Ceylan (vencedor da Palma de Ouro em 2014) com Ahlat Agaci (The Wild Pear Tree) completam a Competição Oficial.

 

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Whitney, o documentário assinado por Kevin Macdonald (O Último Rei da Escócia), sobre a cantora mundialmente célebre Whitney Houston, será, em conjunto com Fahrenheit 451, a adaptação do livro de Ray Bradbury pelo canal HBO, serão as sessões da Meia-Noite.

 

Un Certain Regard também com novas adições, e bem lusófonas. Chuva e Cantoria Na Aldeia Dos Mortos, documentários do português João Salaviza e da brasileira Renée Nader Messora sobre o povo Krahô, um comunidade indígena vivente no centro do Brasil, junta-se à competição ao lado de Muere, Monstruo, Muere, do argentino Alejandro Fadel, e de Donbass, de Sergey Loznitsa, que abrirá a secção “Um Certo Olhar”.

 

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publicado por Hugo Gomes às 15:18
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18.4.18
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publicado por Hugo Gomes às 23:49
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A importância da preservação do património cinematográfico e os métodos de arquivamento serão novamente debatidos numa segunda edição do Laboratório do Ciclo de Encontros O que é O Arquivo? Depois da primeira edição em 2017, a Cinemateca Portuguesa volta a albergar esta rúbrica que se prolongará durante os próximos três dia (18 a 20 de abril), contando com mesas redondas, sessões de cinema e intervenções de ilustres convidados incluindo o teórico e professor do Pratt Institute, Jonathan Beller.

 

Tendo organização do Arquivo Municipal de Lisboa-Videoteca, em parceria com a Cinemateca Portuguesa – Museu do Cinema, as sessões do O que é O Arquivo? serão gratuitas (com exceção da sessão de dia 18 de abril, às 21h30), composto cada uma por projeção de filmes seguida das intervenções de cineastas, investigadores, programadores e arquivistas. De forma a perpetuar o debate, no dia 19, será ainda lançado o livro O que é o arquivo? Laboratório 1: Arte / Arquivo.

 

Toda a programação do ciclo poderá ser vista aqui

 

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publicado por Hugo Gomes às 02:49
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17.4.18

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Longas-Metragens

Amin de Philippe Faucon (estreia mundial)

Carmen y Lola de Arantxa Echevarria (estreia mundial) – primeiro filme

Climax de Gaspar Noé (estreia mundial)

Cómprame un revólver ( Buy Me a Gun ) de Julio Hernández Cordón (estreia mundial)

Les Confins du monde de Guillaume Nicloux (estreia mundial)

El motoarrebatador ( The Snatch Thief ) de Agustín Toscano (estreia mundial)

En Liberté ! de Pierre Salvadori (estreia mundial)

Joueurs ( Treat Me Like Fire ) de Marie Monge (estreia mundial) – primeiro filme

Leave No Trace de Debra Granik première internationale

Los silencios de Beatriz Seigner (estreia mundial)

Ming wang xing shi ke ( The Pluto Moment ) de Ming Zhang (estreia mundial)

Mandy de Panos Cosmatos

Mirai ( Mirai ma petite sœur ) de Mamoru Hosoda (estreia mundial)

Le monde est à toi de Romain Gavras (estreia mundial)

Pájaros de verano ( Birds of Passage – Les Oiseaux de passage ) de Ciro Guerra & Cristina Gallego (estreia mundial) – filme de abertura

Petra de Jaime Rosales (estreia mundial)

Samouni Road de Stefano Savona (estreia mundial) – documentario

Teret ( The Load ) de Ognjen Glavonic (estreia mundial)

Troppa grazia de Gianni Zanasi (estreia mundial) – filme de encerramento

Weldi ( Dear Son – Mon cher enfant ) de Mohamed Ben Attia (estreia mundial)

 

Curtas-Metragens

Basses de Félix Imbert

Ce magnifique gâteau ! ( This Magnificient Cake ! ) de Emma De Swaef & Marc Roels

La Chanson ( The Song ) de Tiphaine Raffier

La lotta de Marco Bellocchio

Las cruces de Nicolas Boone

La Nuit des sacs plastiques ( The Night of the Plastic Bags ) de Gabriel Harel

O órfão ( The Orphan ) de Carolina Markowicz

Our Song to War de Juanita Onzaga – documentário

Skip Day de Patrick Bresnan & Ivette Lucas - documentário

Le Sujet ( The Subject ) de Patrick Bouchard

 

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publicado por Hugo Gomes às 15:07
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15.4.18

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O mais recente trabalho de Gabriel Abrantes, Humores Artificiais, triunfou na Competição Nacional do 8º Festival Córtex, que ocorreu no Centro Olga do Cadaval, em Sintra, entre os dias 11 a 18 de abril. Segundo as palavras do júri: " um filme que se deseja que chegue ao grande público, através do seu carácter provocador e humor inusitado, constrói uma alegoria surpreendente sobre as várias formas de comunicação entre uma indígena e um robot.". Tudo o que Imagino, de Leonor Noivo, foi premiada com uma Menção Honrosa.

 

Composto pela atriz Beatriz Batarda, a realizadora Margarida Leitão, o realizador Sérgio Tréfaut, o programador do Festival Queer, João Ferreira, a dramaturga Cláudia Lucas Chéu e a programadora de curtas-metragens do Indielisboa, Ana David, o júri ainda elegeu o filme de animação polaco The Wizard of U.S., de Balbina Bruszewska, como o melhor da Competição Internacional. “Um filme arrojado e profundamente livre de diferentes dispositivos de animação”, assim descreveu o júri durante a entrega da distinção.

 

Já na secção Mini-Córtex, destinados a filmes para o público infantil, foi premiado a curta In a Heartbeat, filme norte-americano realizado por Esteban Bravo e Beth David. Enquanto isso, Surpresa, de Paulo Patrício, recebe o Prémio do Público.

 

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publicado por Hugo Gomes às 19:45
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13.4.18

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Happy Winter é o grande vencedor da 11ª Festa do Cinema Italiano. A primeira obra de Giovanni Totaro, um documentário sobre a época balnear de Palermo, em Sicília, arrecadou o cobiçado Prémio do Júri. Por sua vez, Cuori puri, de Roberto de Paolis, também primeira longa-metragem, foi o preferido do público.

 

O júri desta edição foi integrado pelo jovem realizador Pedro Cabeleira, a jornalista Paula Brito Medori e o programador da Cinemateca Portuguesa, Francisco Valente.

 

A cerimónia de revelação e entrega dos prémios foi sucedida pela projeção de The Place, o mais recente filme de Paolo Genovese (Perfetti sconosciuti), que contará com estreia nacional.

 

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publicado por Hugo Gomes às 02:02
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12.4.18

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Jean-Luc Godard, Spike Lee, Stéphane Brizé, Jia Zhang-kee, entre outros, irão competir pela Palma de Ouro nesta 71ª edição do Festival de Cannes. Uma programação cheio de surpresas e com muitos nomes estreantes irão fazer as delícias dos cinéfilos nos dias 8 a 19 de maio na Riviera Francesa.

 

Destaque ainda para O Grande Circo Místico, do realizador brasileiro Cacá Diegues (Carlos Diegues), uma coprodução portuguesa em sessão especial nesta tão cobiçada mostra cinematográfica.  

 

Filme de Abertura

“Everybody Knows,” Asghar Farhadi (em Competição)

 

Competição

“Asako I & II,” Ryusuke Hamaguchi

“Ash Is Purest White,” Jia Zhang-Ke

“At War,” Stéphane Brizé

“BlacKkKlansman,” Spike Lee

“Burning,” Lee Chang-Dong

“Capernaum,” Nadine Labaki

“Cold War,” Pawel Pawlikowski

“Dogman,” Matteo Garrone

“Girls of the Sun,” Eva Husson

“Lazzaro Felice,” Alice Rohrwacher

“Shoplifters,” Kore-Eda Hirokazu

“Sorry Angel,” Christophe Honoré

“Summer,” Kirill Serebrennikov

“The Picture Book,” Jean-Luc Godard

“Three Faces,” Jafar Panahi

“Under the Silver Lake,” David Robert Mitchell

“Yomeddine,” A.B Shawky

 

 

Un Certain Regard

“Angel Face,” Vanessa Filho

“Border,” Ali Abbasi

“Euphoria,” Valeria Golino

“Friend,” Wanuri Kahiu

“Girl,” Lukas Dhont

“In My Room,” Ulrich Köhler

“Little Tickles,” Andréa Bescond & Eric Métayer

“Long Day’s Journey Into Night,” Bi Gan

“Manto,” Nandita Das

“My Favorite Fabric,” Gaya Jiji

“Sextape,” Antoine Desrosières

“Sofia,” Meyem Benm’Barek

“The Angel,” Luis Ortega

“The Gentle Indifference of the World,” Adilkhan Yerzhanov

“The Harvesters,” Etienne Kallos

 

Fora da Competição

“Le Grand Bain,” Gilles Lellouche

“Solo: A Star Wars Story,” Ron Howard

 

Sessões Especiais

“10 Years in Thailand,” Aditya Assarat, Wisit Sasanatieng, Chulayarnon Sriphol & Apichatpong Weerasethakul

“Dead Souls,” by Wang Bing

“La Traversee,” Romain Goupil

“O Grande Circo Místico,” Carlo Diegues

“Pope Francis – A Man of His Word,” Wim Wenders

“The State Against Mandela and Others,” Nicolas Champeaux & Gilles Porte

“To the Four Winds,” Michel Toesca

 

Sessões da Meia-Noite

“Arctic,” Joe Penna

“The Spy Gone North,” Yoon Jong-Bing

 

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publicado por Hugo Gomes às 12:33
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11.4.18

safari1.jpg

O austríaco Ulrich Seidl estará presente no Cinema Ideal para apresentar um dos seus últimos trabalhos, Safari, uma obra fiel ao seu registo de cinismo que nos leva a olhar e a condenar o “turismos do troféus nos safaris africanos”. Celebrado sobretudo pelas suas takes ácidas ao universo dos modelos (Models, 1999) e da trilogia Paradies (2013), um ensaio cirúrgico aos problemas de “Primeiro Mundo”, Seidl é a figura homenageada na 8ª edição do Córtex: Festival Internacional de Curta-Metragem, que decorrerá, sobretudo, no Centro Olga Cadaval, em Sintra. Este ano, o Cinema Ideal integrará parte da programação do festival exibindo, para além da abertura, as primeiras obras do premiado cineasta austríaco (vencedor do Leão de Ouro em Veneza em 2001 por Hundstage – Dog Days).

 

Mas mantendo a tradição, ambas as Competições prevalecem com tamanho rigor na sua seleção, incluindo a Competição Nacional que é formada nesta edição por alguns dos nomes mais sonantes deste universo em Portugal. Como tal, podemos contar com João Salaviza e o seu Altas Cidades de Ossadas, o premiado em Berlim, Cidade Pequena de Diogo Costa Amarante; Salomé Lamas com Coup de Gracê, o muito badalado Farpões e Baldios de Marta Mateus e os recentes trabalhos de Leonor Noivo (Tudo o que Imagino), Gabriel Abrantes (Humores Artificiais) e Diogo Baldaia (Miragem meus Putos).

 

nightcall.jpg

 

Neste oitavo ano, o Córtex alia-se ao VIS Vienna Shorts Festival, o festival principal de curtas-metragens da Áustria que tem legibilidade aos Óscares da Academia e ainda ao Austrian Film Awards. Como grande novidade o Córtex inaugura o Frontal, uma secção que visa em diferenciar do modus operandis de muito dos festivais de cinema. Ou seja, ao invés de separar as audiências juvenis e seniores em sessões adversas, o festival de Sintra planeia com isto unir estas faixas etárias numa secção adaptável e de linguagem transversal para com estas divergentes perspetivas. Contudo, os mais “pequenos” continuarão a ter o seu espaço imaculado com Mini-Córtex, novamente sob a co-programação da MONSTRA – Festival de Animação de Lisboa.

 

O júri desta edição é composta pela atriz Beatriz Batarda, a realizadora Margarida Leitão, o realizador Sérgio Tréfaut, o programador do Festival Queer, João Ferreira, a dramaturga Cláudia Lucas Chéu e a programadora de curtas-metragens do Indielisboa, Ana David.

 

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O 8º Córtex – Festival de Curtas Metragens de Sintra prolongará até 18 de abril, decorrendo nos já referidos espaços Centro Olga de Cadaval, Cinema Ideal e ainda no MU.SA (Museu de Artes de Sintra), que se manterá como palco dos programas paralelos.

 

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publicado por Hugo Gomes às 14:05
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4.4.18

silian-ghost-story.jpg

Sicilian Ghost Story, o novo filme da dupla Fabio Grassadonia e Antonio Piazza (Salvo), será o filme de abertura da 11ª Festa do Cinema Italiano, evento que se prolongará até dia 12 de abril no Cinema São Jorge, UCI El Corte Inglês e Cinemateca Portuguesa.

 

A edição deste ano será marcado por uma retrospetiva do muito ácido Marco Ferreri, as novas obras dos irmãos Taviani (Una Questione Privata), Paolo Virzi (The Leisure Seeker), Marco Tullio Giordana (Nome di Donna), Paolo Genovese (The Place) e ainda a esperada estreia de Nico, 1988, de Susaano Nicchiarelli. Durante o tempo de festival, o sempre adorado Nuovo Cinema Paradiso será reposto nos cinemas nacionais.

 

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publicado por Hugo Gomes às 18:42
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Takes
10/10 - Magnífico
9/10 - Imprescindível
8/10 - Bom
7/10 - Interessante
6/10 - Razoável
5/10 - Medíocre
4/10 - Muito Fraco
3/10 - Mau
2/10 - Péssimo
1/10 - De Fugir
0/10 - Nulidade
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