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6.9.19

midsommar4.0.jpg

É fácil desprezar o Midsommer … facílimo … até porque Ari Aster sai do “calabouço” de Hereditário e assume algum pretensiosismo na sua planificação (olha tão bem que filmo!). Contudo, deve-se salientar que o mesmo realizador que invocou entidades serventes na sua obra anterior cita sem nenhum surpresa os degraus da escadaria do “folk horror”. Nesse sentido, Midsommer é uma prolongada referência que esconde um pequeno e valioso trunfo – a sua estranheza. Ao invés de apostar no terror-choque da sensação (ou sensações) do género, Aster concede toda uma máquina ritualista e confrontam-nos com um episódio xamânico e psicotrópico sobre a perda e o vitimismo anexado.

 

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publicado por Hugo Gomes às 17:31
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Título do post muito criativo.
Legal o tema do post. Parabéns.
Aguardando. Blog bem legal!
Um luxo de actores num filme de lixo, repito LIXO....
Gostei muito da crónica. Vou acompanhar o seu blog...
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