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1.1.18

Depois dos melhores, seguem então os … esquecíveis. Um ano de cinema que se apresentou geralmente cansado e gasto, mas que mesmo assim presenteou-nos com algumas obras-primas, enquanto que existiram pelo meio outras “primas-obras”. Uma despedida de solteiras que dá para o torto até à enésima barafunda em CGI, o cinema português a pontuar com fachadas televisivas e um Sean Penn que pirou de vez. Isto e mais novidades na seguinte lista de horrores.

 

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10) Rough Night

 

“Confessamos, que nem nós sabemos o porquê de estarmos a referir isto tudo, tendo em conta que Rough Night é somente uma parvoíce (e que dispensa sexos). Nada mais que isso. Comédias há muitas, agora fazer rir … esse é que é o desafio.” Ler crítica  

 

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09) Flatliners

 

“Como diria Sutherland na década de 90 - "Today is a good day to die."(Hoje é um bom dia para morrer). E até pode ser dia para tal, contudo, nenhum dia é bom para testemunhar a enésima preguiça de Hollywood.” Ler crítica

 

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08) Transformers: The Last Knight

 

“Gastamos 200 milhões … nisto. Um "filme" que nos deixa mudos, mas devido ao cansaço psicológico causado por esta anarquia mais anárquica, que nem serve sequer para o conseguirmos apelidar de cinema experimental. Apre!” Ler crítica

 

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07) Malapata

 

“Assim chegamos ao humor básico tão característico dos alter-egos dos seus protagonistas (Marco Horácio e Rui Unas), à narrativa que falha sem a concepção de um alvo requerido ou de uma linguagem cinematográfica e, como não poderia deixar de ser, a direcção sem brilho e quase anónima de Diogo Morgado, mas ao menos a sua estreia demonstra mais talento que um Leonel Vieira.” Ler crítica

 

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06) xXx: Return of the Xander Cage

 

“Um aperitivo somente apropriado para quem não aguenta esperar pelo oitavo filme de um certo franchise bilionário. Se é para brincar aos “espiões”, fiquemos com a classe politicamente incorrecta de Kingsman.” Ler Crítica

 

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05) Fifty Shades Darker

 

“Depois de Paul Verhoeven ter apresentado em Elle que é possível representar mulheres numa jornada em busca das suas fantasias sexuais, é quase uma censura moral sermos presenteados com um filme sobre sexo tão inofensivo que até o próprio tempo de antena lascivo é um mero embaraço narrativo. Na televisão conseguimos ver bem mais.” Ler crítica

 

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04) Índice Médio da Felicidade

 

Joaquim [Leitão], lamento, mas tem aqui o seu pior filme, com uma técnica e linguagem puramente televisiva. Com isto espero as melhoras, atenciosamente…” Ler crítica

 

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03) Patriots Day

 

Patriots Day nem sequer tenta disfarçar as suas ideias perigosas, estas servidas de bandeja como uma homenagem às vítimas. O que vemos é um perigoso ensaio da actualidade norte-americana.” Ler crítica

 

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02) Por Onde Escapam as Palavras

 

“Eis um lixo, visto do ponto vista criativo, artístico, sociológico e mercantil. Uma comédia involuntária que nos remete ao pior que o cinema português possui: a falta de ideias, e, pior, a falta de ideias de cinema. Não é por questões monetárias que a criatividade e a coerência, têm de se ver descartadas. Pelo contrário, por vezes é sobre esse signo de apertos financeiros e outras limitações que nascem… eureka!… as ideias.” Ler crítica

 

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01) The Last Face

 

 

“Nem mesmo Javier Bardem e Charlize Theron safam-se a este grave atentado, a este Sean Penn "bêbado" que se julga Terrence Malick em causas humanitárias. Falando em atentados, ver a "promissora" actriz Adéle Exarchopoulos, presente no elenco só como garantia de co-produção, é o equivalente a esfaquear o meu coração com uma faca de manteiga. Matem-me, por favor!” Ler crítica

 

Menção (des)onrosa: Resident Evil: The Final Chapter, Rings, Song to Song, The Circle, King Arthur: Legend of the Sword

 

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publicado por Hugo Gomes às 22:42
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1 comentário:
De Francisco Quintas a 2 de Janeiro de 2018 às 02:59
Concordo, "Índice Médio de Felicidade" e "Malapata" foram horríveis...


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