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Título
Take
12.6.18

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Segundo a Deadline, Arachnophobia (Aracnofobia) poderá regressar aos cinemas. A comédia de terror de 1990 terá nova versão graças a James Wan, responsável pelos êxitos de Saw e The Conjuring- A Evocação, que se assumirá como produtor em da sua empresa Atomic Monster. De momento, não existe previsão de estreia.

 

Recordamos que Arachnophobia, dirigido por Frank Marshall (Congo), remete-nos a uma espécie de aranha assassina da América do Sul que é acidentalmente levado para os EUA onde começa a matar e a reproduzir. Tendo concretizado 50 milhões de dólares nas bilheteiras norte-americanas, o filme tornou-se culto muito derivado às transmissões televisivas e aos videoclubes.

 

John Goodman e Jeff Daniels eram os protagonistas.

 

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publicado por Hugo Gomes às 21:40
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11.6.18

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Foi divulgado o trailer de The Little Stranger, o novo filme de Lenny Abrahamson, realizador do galardoado Room (Quarto) e Frank. Baseado numa novela de Sarah Waters, a obra segue um médico de província que é chamado caso de demência, porém, o que encontra é algo mais sombrio que a própria medicina.

 

Domhnall Gleeson, Ruth Wilson, Charlotte Rampling e Will Poulter são os protagonistas deste novo conto de assombrações com estreia prevista para agosto, nos cinemas portugueses.

 

 

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publicado por Hugo Gomes às 18:18
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6.6.18

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Por ocasião da retrospetiva na Cinemateca Francesa, o realizador Brian De Palma falou a vários órgãos da comunicação social francesa sobre os seus projetos, inclusive o guião em torno do caso Harvey Weinsten que está a escrever, assim como a sua carreira e visão sobre a indústria de cinema.

 

Numa conversa com a publicação Le Point, o célebre realizador de Carrie e Scarface respondeu ao jornalista após este referir David Fincher e Steven Soderbergh como “realizadores fortemente visuais”.

 

Steven Soderbergh, um realizador visual? Só podes estar a brincar? Dê-me um exemplo de uma grande cena visualmente memorável [de Soderbergh] ou uma sequência silenciosa baseada na encenação ... Eu vi um episódio de 'The Knick' e não há nada que me impressionou visualmente."

 

Recordamos ainda, que com os seus 77 anos, Brian De Palma finalizou o seu novo trabalho, Domino, um filme sobre terrorismo, rodado na Dinamarca, Bélgica e Espanha, e ainda revelou o facto de estar a trabalhar num romance 'Are Snakes Necessary?' (Les serpents sont-ils nécessaires ?), escrito em parceria com Susan Lehman.

 

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publicado por Hugo Gomes às 19:21
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Em entrevista ao CineNando, em promoção ao seu filme The Man Who Killed Don Quixote, Terry Gilliam demonstrou a sua indignação em relação aos filmes de super-heróis que dominam a indústria atual.

 

Eu odeio super-heróis. É parvoíce. Vá lá, cresçam! Nós não vamos ser adolescentes para o resto da vida. É bom sonhar com grandes poderes. Super-heróis são todos eles sobre poder. Isso é o que eu não gosto. Eles precisam vencer os outros super-heróis poderosos. Vamos lá, um pouco de paz, amor e compreensão é o que precisamos."

 

Na mesma entrevista, o realizador ainda guardou algumas palavras sobre os movimentos #MeToo e Time's Up, que entram em contradição do que foi dito em março deste ano. Recordamos que o realizador anteriormente considerou que ambos os movimentos "tornaram-se simplistas" e criaram "um mundo de vítimas". Contudo, para a CineNando, a afirmação foi a seguinte:

 

Tudo o que está a acontecer faz parte do processo de levar todo mundo até: ‘Tudo bem, as portas estão abertas para todos´. Agora é a tua escolha de passar por essas portas ou não. E algumas dessas portas são muito difíceis de passar. Mas acho que o mundo de agora é aquele que tu podes fazer o que quiser, mas para isso terá que acreditar no que queres e como tal tens que trabalhar para isso,

 

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Vale a pena recordar que foram precisos mais de 25 anos para completar The Man Who Killed Don Quixote. Com Jonathan Pryce, Adam Driver, Olga Kurylenko, Joana Ribeiro e Stellan Skarsgard no elenco, o filme segue um homem arrogante que retorna à aldeia onde filmou a sua adaptação cinematográfica de Don Quixote. Quando ele chega ao local, descobre o terrível efeito que o seu projeto estudantil teve na cidade, levando-o numa aventura improvável.

 

O filme teve as honras de encerrar a 71ª edição do Festival de Cannes.

 

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publicado por Hugo Gomes às 16:42
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4.6.18

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Chega-nos o primeiro teaser de Suspiria, a obra-prima de Dario Argento que será readaptado aos novos tempos por Luca Guadagnino (Call Me By Your Name).

 

A atriz Chloe Moretz Grace lidera um elenco composto por Dakota Johnson, Mia Goth, Tilda Swinton e Jessica Harper (protagonista do original). Suspiria remete-nos a uma conceituada escola de dança que recebe uma jovem bailarina americana. Durante a sua estadia, fenómenos bizarros e assassinatos macabros ocorrem por dentro e por fora das paredes da Academia.

 

O original de 1977 foi o primeiro filme de uma trilogia que Dario Argento apelidou das "Três Mães", que fora posteriormente completado com Inferno (1980) e Mãe das Lágrimas: A Terceira Mãe (2007).

 

A nova versão estreará ainda este ano. De momento não existe data de estreia, mas espera-se integrar o próximo Festival de Veneza.

 

 

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publicado por Hugo Gomes às 14:36
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O mítico ator de Jurassic Park e The Fly, Jeff Goldblum, irá editar, ainda este ano, um álbum de jazz para a Decca Records, editora subsidiaria da Universal Music Group.

 

Tudo aconteceu no ano passado durante o programa The Graham Norton Show, na BBC, quando Goldblum decide tocar piano sob acompanhamento vocal de Gregory Porter dos Disclosure. A sua performance conquistou a produtora que chegou à frente com a proposta para a edição de um álbum.

 

Ele é um fantástico pianista de jazz, um grande líder de banda e quase o homem mais adorável do mundo. O seu amor pelo jazz é contagiante e sempre que ele toca, faz com que todos sintam felizes. Se pudermos levar a música de Jeff para as casas das pessoas, estaremos a ajudar, à nossa própria maneira, a tornar o mundo num lugar mais feliz.” Revelou Tom Lewis, diretor da Decca.

 

O ator, que iremos ver no novo capitulo de Jurassic World, que estreia esta semana nos cinemas,  expressou a sua gratidão pela proposta: “Estou bastante feliz por estar envolvido com as pessoas maravilhosas da Decca, uma das mais legais e prestigiadas gravadoras de todos os tempos.

 

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publicado por Hugo Gomes às 00:10
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12.5.18

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O lendário cineasta Jean-Luc Godard marcou presença na conferência de imprensa em promoção ao seu mais recente filme, Le Livre d’Images, em competição no Festival. Contudo, não o fez fisicamente, tendo surgido perante os jornalistas via Facetime no smartphone do seu diretor de fotografia Fabrice Aragno.

 

Despenteado e com um cigarro entre os dedos, Godard convocou os jornalista a afilarem-se perante o dispositivo, cada um com uma questão a propor ao realizador de 87 anos. Muito se debateu, desde o filme e a sua natureza, passando pelo futuro do Cinema, assim como se tocou na situação da Rússia, na qual o autor de Pierrot le Fou aconselhou que devemos “ser todos cordiais”

 

Godard respondeu, em jeito bem-humorado, à definição de cinema dando uma equação matemática: “´Voilá´. X + 3 = 1, esta é a chave do cinema. Mas quando dizemos que é a chave, não podemos esquecer da fechadura", como também, de forma mais séria, ao futuro da Sétima Arte e do Cinemas. “Nos próximos 10 anos nós encararemos alguns cinemas que serão bastante vanguardistas. Eles vão exibir os meus filmes assim, como filmes em geral”, tal como a educação cinematográfica. "Não estudei em nenhuma escola de cinema. Sou do tempo em que estudar cinema implicava ver filmes, ir a cineclubes, procurar a relevância e identificação em filmes por vezes obscuros".

 

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Le Livre d’images é descrito como um filme-arquivo onde o realizador trabalhou com um conjunto de imagens providas de filmes e outros materiais. Em relação a este registo e à ausência de atores, Godard afirmou que “na ficção existe o risco do ator estar associado às praticas totalitárias, dependendo das imagens o qual integram”.

 

Apesar do episódio insólito, esta não é a primeira vez que o realizador reinventa a Conferência de Imprensa em Cannes, reafirmando o seu antagonismo para com o evento. Em 2005, na sequência do seu Notre Musique, Godard convidou um representante do sindicato de atores e técnicos do Cinema Francês para responder às questões dos jornalistas.

 

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publicado por Hugo Gomes às 14:05
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10.5.18

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36 anos depois da sua projeção em Cannes, A Ilha dos Amores regressa à Riviera como um dos filme-evento desta 71ª edição. O seu retorno não é em vão, em causa está um trabalho de restauro invejável por parte da Cinemateca Portuguesa, com digitalização 4K com wet gate de interpositivos de imagem e som em 35mm tirados num laboratório japonês em 1996.

 

Com isto, foi conservada na obra de Paulo Rocha a esplendorosa fotografia de Acácio de Almeida e a acústica sonora que nos transporta para um Oriente distante à boleia do eterno trágico-romântico Wenceslau de Moraes, interpretado por um dos “santos” do cinema português, Luís Miguel Cintra. O ator esteve presente na sessão especial ao lado do diretor da Cinemateca Portuguesa, José Manuel Costa.

 

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A imaculada beleza captada pelo olhar clinico de Rocha, desde a simetria cénica até a profundidade que nos convida a um outro filme presento nos espelhos, A Ilha dos Amores preencheu cada espaço do ecrã da Sala Buñuel. Apesar de ser um filme narrativamente difícil de se ver durante a euforia de Cannes, os seus magistrais planos não deixaram ninguém indiferente quanto à restauração.

 

Regressando agora a 2018, à Competição Oficial, que tem por fim, algum dinamismo. A primeira com Leto, retrato punk da juventude inquieta da Leninegrado dos anos 80. Trata-se do novo filme do dissidente russo Kirill Serebrennikov, que para além de ser uma vibrante coletânea musical (Bowie, Sex Pistols, T-Rex, Blondie, etc) apresenta-nos uma bidimensionalidade narrativa que desfaz muito dos formatos de cinebiografia.

 

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Já o segundo filme a demonstrar a sua “garra” na Seleção Oficial é Plaire, Aimer et Courir Vite, de Christophe Honoré, a sua resposta ao êxito de Moonlight. Segundo o realizador de Canções de Amor, o filme galardoado ao Óscar em 2017 apresentava a homossexualidade como uma maldição digna de vitimização. No seu novo trabalho, somos apresentados aos amores e desamores de um homossexual em Paris do inicio dos 90’, no calor da epidemia do HIV. Ao contrário do que poderia suscitar com o contexto histórico, Plaire, Aimer et Courir Vite celebra o amor nas mais diferentes formas, para além de encarar a homossexualidade como algo normalizado, consciente e, porque não, humanista. Até ao fim não existem vitimizações, tudo faz parte do ato de amar e de ser amado. Encontramos a sidequel de 120 Battements per Minute!

 

Já na Quinzena de Realizadores, o último filme do espanhol Jaime Rosales, um experiente no Croisette, divide critica e público. Petra, titulo que também serve de nome à personagem principal (Bárbara Lennie, que também ingressou o elenco de Todos lo Saben, de Asghar Farhadi), é um drama em busca da paternidade que abraça um forte fluxo de tragédia. Rosales evita em toda sua condução, uma emotividade farsante, sendo que a principal característica desse afastamento é a recusa pelo grande plano e pela decopagem técnica. Ficamos a saber, numa entrevista a publicar brevemente, que Rosales foi convidado a trabalhar com a Netflix. Aceitará? Veremos...

 

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Hoje teremos o muito antecipado Jean-Luc Godard e o seu Le Livre d’Image, seguido pelo novo de Jia Zhangkee e de Pawel Pawlikowski.

 

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publicado por Hugo Gomes às 22:01
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9.5.18

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O júri chefiado por Cate Blanchett tem uma tarefa herculana e tal ficou evidenciado na sua apresentação à imprensa, na qual não faltaram questões sobre a representação das mulheres na competição e ainda sobre Jean-Luc Godard.

 

A atriz norte americana, galardoada com dois Óscares da Academia, referiu que na questão de existirem apenas três mulheres a concorrer à Palma de Ouro “é” um avanço positivo, mesmo assim, visto que em anos anteriores o número era relativamente mais baixo e em alguns casos mesmo inexistente.

 

Outro dos temas discutidos foi o facto da Competição deste ano estar recheada de realizadores jovens, muitos deles a contar com a sua primeira longa-metragem, que confrontam nomes experientes como Jean-Luc Godard. A intervenção do jornalista tentava conhecer como o júri iria encarar a análise de filmes adereçados a experiências diferentes. Cate Blanchett referiu que o que a preocupava eram os filmes e não os nomes. Contudo, no caso do Godard, teria que estar ciente da sua carreira, referindo ainda como cada filme do incontornável nome da Nouvelle Vague era uma experiência própria.

 

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Recorde-se que as mulheres dominam o júri da 71ª edição do Festival de Cannes. No júri do certame, e para além de Blanchett, estão Ava DuVernay (realizadora), Robert Guédiguian (realizador), Andrei Zvyagintsev (realizador), Denis Villeneuve (realizador), Chang Chen (ator), Léa Seydoux (atriz), Kristen Stewart (atriz) e Khadja Nin (cantora).

 

Assim arrancou mais uma edição do Festival de Cannes, que se prolongará até dia 19 de maio e cuja Seleção Oficial abrirá com a mais recente obra do iraniano Asghar Farhadi, que filmou em Espanha o casal maravilha Penélope Cruz / Javier Bardem numa trama de segredos e revelações.

 

 

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publicado por Hugo Gomes às 15:56
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7.5.18

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Morreu aos 86 anos, o realizador italiano Ermanno Olmi, autor de obras como O Emprego (1961) e A Árvore dos Tamancos (1978), vencedor da Palma de Ouro do Festival de Cannes. Olmi faleceu esta segunda-feira (7/5) após ter sido internado devido ao agravamento do síndrome de Guillain-Barré, que o mantinha paralisado durante meses.

 

Tendo iniciado o cinema na década de 50 com um rol de curtas-metragens, Olmi aventurou-se no universo das longas em ’59 com Il Tempo Si È Fermato, mas foi com a segunda obra, Il Posto (O Emprego, 1961) que destacou-se a nível internacional. O retrato de um jovem em busca de uma oportunidade para trabalhar numa grande empresa foi o impulsor para uma carreira reconhecida e premiada. Neste último ponto realça-se a Palma de Ouro de Cannes com A Árvore dos Tamancos (L'albero Degli Zoccoli, 1978) e o Leão de Ouro de Veneza com A Lenda do Santo Bebedor (La leggenda del santo bevitore, 1988), filme que contou com o protagonismo de Rutger Hauer.

 

Da sua obra, destaca-se ainda Por Muitos Anos e Bons (Lunga vita alla signora!, 1987), A Profissão das Armas (Il mestiere delle armi, 2001), Cantando por Detrás das Cortinas (Cantando dietro I Paraventi, 2003) e Vedete, sono uno di voi (2017), este último uma biografia do cardeal Carlo Maria Martini, ex-arcebispo de Milão. Venceu por três vezes o Donatello (o equivalente italiano dos Óscares) de Melhor Realizador e honrado com um Prémio de Carreira no Festival de Locarno em 2004.

 

Ermanno Olmi (1931 – 2018)

 


publicado por Hugo Gomes às 12:27
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5.5.18

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Júri da Competição Internacional de Longas Metragens

Grande Prémio de Longa Metragem Cidade de Lisboa

EX-AEQUO

Baronesa, de Juliana Antunes

Lembro Mais dos Corvos, de Gustavo Vinagre

 

Prémio Especial do Júri canais TVCine & Series

EX-AEQUO

Baronesa, de Juliana Antunes

Lembro Mais dos Corvos, de Gustavo Vinagre

 

Júri da Competição Internacional de Curtas Metragens

Grande Prémio de Curta Metragem

Solar Walk, de Réka Bucsi

 

Prémio Silvestre para Melhor Curta Metragem

Braguino, Clément Cogitore

 

Prémio Turismo de Macau para Melhor Animação

Rabbit's Blood, de Sarina Nihei

 

Prémio Turismo de Macau para Melhor Documentário

La bonne education, de GuYu

 

Menção Honrosa

Coqueluche, de Aurélien Peyre

 

Prémio Turismo de Macau para Melhor Ficção

Matria, de Álvaro Gago

 

Júri da Competição Nacional

Prémio Allianz para Melhor Longa Metragem Portuguesa

Our Madness, de João Viana

 

Prémio Dolce Gusto para Melhor Curta Metragem Portuguesa

Os Mortos, de Gonçalo Robalo

 

Prémio Melhor Realizador para Longa Metragem Portuguesa

André Gil Mata pela A Árvore

 

Prémio Novo Talento FCSH/Nova

Amor, Avenidas Novas, de Duarte Coimbra

 

Prémio Novíssimos Walla Collective + Portugal Film

Infância, Adolescência, Juventude, de Rúben Gonçalves

 

Menção Honrosa

Fauna, de Lúcia Pires

 

Júri Silvestre

Prémio Silvestre para Melhor Longa Metragem

O Processo, de Maria Augusta Ramos

 

Júri IndieMusic

Prémio IndieMusic Schweppes

Matangi/Maya/M.I.A, de Steve Loveridge

 

Júri da Amnistia Internacional

Prémio Amnistia Internacional

Waste N0.5 The Raft of the Medusa, de Jan Ijäs

 

Júri Árvore da Vida

Prémio Árvore da Vida para Filme Português

Russa, de João Salaviza e Ricardo Alves Júnior

 

Menção Honrosa

Bostofrio - Oú le Ciel Rejoint la Terre, de Paulo Carneiro

 

Júri Escolas

Prémio Escolas

Tremors, de Dawid Bodzak

 

Júri Universidades

Prémio Universidades

An Elephant Stings Still, de Hu Bo

 

Júri do Público

Prémio Longa Metragem

O Processo, de Maria Augusta Ramos

 

Prémio Curta Metragem

Stay Ups, de Joanna Rytel

 

Prémio do Público IndieJúnior DoctorGummy

Professor Sapo, de Anna van der Heide

 

 

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publicado por Hugo Gomes às 23:13
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3.5.18

Em outubro passado, numa entrevista ao site C7nema, o realizador francês Arnaud Desplechin adiantou que a sua futura obra entrará “em território desconhecido” na sua carreira e que todo o enredo tem ecos hitchcockianos.

 

Com a chegada do Marché do Film em Cannes, vieram à baila novos detalhes sobre o filme. Com o nome Roubaix, A Light,  o projeto vai contar com Roschdy Zem como Daoud, um chefe de polícia experiente e sensato na cidade de Roubaix, no norte da França, que investiga o brutal assassinato de uma mulher por duas mulheres vizinhas e amantes, rotuladas como alcoólatras e viciadas.

 

Recorde-se que ainda em declarações ao C7nema, Desplechin afirmou que se inspirou “num artigo de jornal. Um homicídio, para ser mais exato.”. Desplechin falou-nos que apenas interessa “focar nos factos … somente nos factos.” O filme “será um objeto completamente seco, despido do lado ficcional, mas ao mesmo tempo devedor do estilo imposto por um The Wrong Man (O Falso Culpado), de Hitchcock.”, chegando mesmo a comparar “com o livro In Cold Blood (A Sangue Frio), de Truman Capote, apenas a narração do real, do facto, não havendo espaço para imaginação e pelo suposto.” Quanto a mais pormenores, Desplechin retratará ainda “a condição da mulher nos dias de hoje”, esperando com isso “uma atmosfera bem sociopolítica, nada parecido com o que fizera anteriormente.

 

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publicado por Hugo Gomes às 19:14
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29.4.18

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Michael Anderson, conhecido como o realizador de Logan’s Run e nomeado ao Óscar por Around the World in 80 Days (À Volta ao Mundo em 80 Dias), faleceu na passada quarta-feira em Vancouver, porém, o anuncio da sua morte apenas chegou à comunicação social este sábado. Tinha 98 anos.

 

Londrino de gema, Anderson começou a sua carreira na década de 40 como assistente de realizador até ingressar as Forças Armadas durante a Segunda Guerra Mundial. Ao retornar, filma cinco produções para a Associated British Picture Corporation, incluindo The Dam Busters (1955), que foi um êxito em Inglaterra.

 

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Michael Anderson tornou-se realizador do seu filme mais célebre, À Volta ao Mundo em 80 Dias, após a desistência do realizador original, John Farrow. Com David Niven, Shirley Maclaine, Robert Newton, Cantinflas, e cameos de luxo como Marlene Dietrich, Frank Sinatra e Buster Keaton, Esta adaptação do famoso livro de Julio Verne recebeu 5 Óscares incluindo o de Melhor Filme, Anderson encontrou-se nomeado para a categoria de Melhor Realizador, perdendo para George Stevens (O Gigante).

 

A sua carreira prolongou-se com alguns altos e baixos de bilheteira, rodeando sobretudo pela temática bélica. Anderson tinha ainda a apetência de trabalhar com estrelas como Gary Cooper (realizou a sua última aparição no grande ecrã com The Naked Edge em 1961), Charlton Heston, Tony Curtis e Liv Ullmann.

 

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Em 1976 dirige aquele que seria o seu filme mais citado, Logan’s Run, inspirado num homónimo livro de William F. Nolan. Esta ficção cientifica protagonizada por Michael York, remete-nos a uma sociedade distópica onde é impossibilitado viver acima dos 30 anos, tornou-se um sucesso de bilheteira e vencedor de um Óscar especial como menção aos seus sofisticados efeitos visuais.

 

Depois de Logan’s Run, segue Orca (1977), entendido como uma resposta ao sucesso de Jaws (1975) e o género terror o convida mais uma vez em 1979 com Murder By Phone. A partir, Anderson aventura-se na televisão como séries e telefilmes.  

 

Michael Anderson (1920 – 2018)

 


publicado por Hugo Gomes às 18:51
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28.4.18

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Michelle Pfeiffer encontra-se em negociações avançadas para integrar o elenco da sequela de Maleficent (Maléfica) ao lado das retornadas Angelina Jolie e Elle Fanning, assim como Ed Skrein.

 

O filme será dirigido por Joachim Rønning que recentemente trabalhou com a Disney no quinto filme de Pirates of the Caribbean. Jez Butterworth e Linda Woolverton estarão por detrás do argumento.

 

Livremente baseado no universo da “Bela Adormecida”, Maleficent, estreado entre nós em 2014, conseguiu render uns impressionantes 750 milhões de dólares a nível global.

 

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publicado por Hugo Gomes às 11:29
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Henry Cavill poderá regressar como Superman em mais uma aventura a solo, visto que uma sequela direta de Homem de Aço 2 foi agendada (mesmo não tendo sido divulgado qualquer data de estreia).

 

Contudo, novas informações apontam para a reunião do realizador Christopher McQuarrie (Jack ReacherMission: Impossible - Rogue Nation) com o ator, no fim de debater ideias para esta futura continuação. É de salientar que ambos trabalharam no, ainda por estrear (em agosto no nosso país), sexto filme da saga Mission: Impossible (Fallout). 

 

McQuarrie revelou estas conversas durante uma entrevista ao site ComicBook: “Passamos muito tempo no set e o Henry é um grande fã do Superman. Não posso deixar de contar histórias para as pessoas, então ele contou-me algumas ideias sobre Superman e eu achei que era muito boas, e no final dei a ele os meus dois centavos.”

 

É de recordar que Zack Snyder, o realizador do primeiro filme e do cada vez mais debatido Batman V Superman: Despertar da Justiça, assim como de Justice League: Liga da Justiça (trabalho continuado por Joss Whedon) sempre demonstrou interesse numa sequela, e tal foi falado após o lançamento do original Homem de Aço. Apesar das reações não terem sido unânimes o primeiro tomo da DCEU conseguiu arrecadar 668 milhões de dólares em todo o Mundo.

 

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publicado por Hugo Gomes às 00:00
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22.4.18

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Morreu o ator Verne Troyer, conhecido o Evil Mini-Me da saga Austin Powers. A notícia da sua morte foi anunciada através da sua conta pessoal do Instagram e Facebook. Tinha 49 anos.

 

Nascido a 1 de janeiro de 1969, Troyer nasceu com uma desordem genética denominada de acondroplasia que limitava o seu crescimento, devido a tal, a sua carreira ficou sobretudo “presa” ao registo da comédia. Para além de Austin Powers, Troyer integrou o elenco de Love Guru, Postal, The Imaginarium of Doctor Parnassus e Harry Potter e a Pedra Filosofal.

 

Verne Troyer (1969 - 2018)


publicado por Hugo Gomes às 03:24
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21.4.18

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O cineasta canadiano David Cronenberg vai ser homenageado com o Leão de Ouro na 75ª edição do Festival Internacional de Veneza (29 de agosto a 8 setembro). Para o diretor artístico do festival, Albert Barbera, referiu o realizador como um artista “que levou as audiência para lá da fronteira do ‘exploitation’

 

Atualmente com 75 anos, Cronenberg expressou o seu contentamento com o Prémio de Carreira: “Sempre amei o Leão de Ouro de Veneza. Um leão que voa graças a asas douradas - essa é a essência da arte, não é? A essência do cinema. Será insuportavelmente emocionante receber o meu próprio Leão de Ouro.

 

Conhecido autor do cinema de género, David Cronenberg sempre se preocupara com o vinculo psicológico para com o físico em transformação. Proposta evidente em obras suas como The Fly, Crash, Dead Ringers, Videodrome e Eastern Promises.

 

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publicado por Hugo Gomes às 18:16
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Apesar de em 2013 ter anunciado o fim da sua carreira no Cinema, Steven Soderbergh continua imparável, tendo realizado duas longas-metragens (Logan Lucky e Unsane - este último apresentado no Festival de Berlim deste ano) e ainda o projeto de TV Mosaic. O realizador tomará agora de assalto o controverso tema dos Panama Papers (Os Papeis do Panamá).

 

Este seu novo projeto terá como base o livro do vencedor do Pulitzer Jake Bernstein - Secrecy World -o qual revela a história por trás do vazamento de documentos que implicavam diversas figuras públicas como Vladimir Putin, David Cameron, Jackie Chan e até Pedro Almodóvar. Ao todo foram divulgados 11,5 milhões de documentos confidenciais da autoria da sociedade de advogados Mossack Fonseca que fornecem informações detalhadas de milhares de empresas de paraísos fiscais offshore.

 

Steven Soderbergh irá produzir o filme em conjunto com Michael Sugar, Scott Burns, Lawrence Grey, existindo ainda uma forte possibilidade de realizá-lo. Scott Burns (Side Effects, The Bourne Ultimatum) estará por detrás do argumento.

 

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publicado por Hugo Gomes às 15:50
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19.4.18

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Para além do novo filme de Lars Von Trier, The House that Jack Built, Cannes revelou mais títulos para a sua programação, entre os quais o badalado The Man who Killed Don Quixote, de Terry Gilliam, que se encontra sob disputa judicial quanto aos seus direitos de distribuição. O filme foi escolhido para encerrar o certame.

 

Quanto às outras adições, Un couteau dans le cœur (Knife + Heart) do francês Yann Gonzalez (tendo Vanessa Paradis como protagonista), Ayka do cazaque Sergey Dvortsevoy (realizador galardoado com o Prémio de Un Certain Regard por Tulpan) e o regresso do turco Nuri Bilge Ceylan (vencedor da Palma de Ouro em 2014) com Ahlat Agaci (The Wild Pear Tree) completam a Competição Oficial.

 

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Whitney, o documentário assinado por Kevin Macdonald (O Último Rei da Escócia), sobre a cantora mundialmente célebre Whitney Houston, será, em conjunto com Fahrenheit 451, a adaptação do livro de Ray Bradbury pelo canal HBO, serão as sessões da Meia-Noite.

 

Un Certain Regard também com novas adições, e bem lusófonas. Chuva e Cantoria Na Aldeia Dos Mortos, documentários do português João Salaviza e da brasileira Renée Nader Messora sobre o povo Krahô, um comunidade indígena vivente no centro do Brasil, junta-se à competição ao lado de Muere, Monstruo, Muere, do argentino Alejandro Fadel, e de Donbass, de Sergey Loznitsa, que abrirá a secção “Um Certo Olhar”.

 

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publicado por Hugo Gomes às 15:18
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16.4.18

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Morreu o ator R. Lee Ermey, conhecido pelo seu premiado desempenho em Full Metal Jacket (Nascido para Matar, 1987), de Stanley Kubrick. A notícia foi dada na sua conta de Twitter através do seu manager de longa data, Bill Rogin. Segundo o comunicado, Ermey terá falecido face a complicações respiratórias. Tinha 74 anos.

 

Nascido a 24 de março de 1944, Ronald Lee Ermey ficou marcado pelos seus papeis como militar, principalmente na pele do Sargento Hartman em Full Metal Jacket, que lhe valeu a nomeação ao Globo de Ouro. Ermey foi militar na vida real, tendo cumprindo carreira como sargento para U.S. Marine Corps e também como instrutor. No Cinema, fora a sua colaboração com Kubrick, é reconhecido pelos seus trabalhos em Se7en (Sete Pecados Mortais, 1995), de David Fincher, no remake de The Texas Chainsaw Massacre (O Massacre no Texas, 2003), por Marcus Nispel e ainda Mississippi Burning (Mississípi em Chamas, 1988) de Alan Parker.

 

R. Lee Erney (1944 - 2018)


publicado por Hugo Gomes às 01:43
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