Data
Título
Take
27.3.18

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As obras Colo, Verão Danado, e Terra Franca serão exibidos no ACID: Association du Cinéma Indépendant pour sa Diffusion, evento que decorre todos os anos em paralelo com tão mediático festival de Cannes.

 

Inseridos num programa especial - ACID TRIP 2 # Portugal – que para além da projeção das três longas-metragens será ainda organizadas uma mesa redonda com fins de discutir o cinema português, a sua visibilidade e diversidade no resto do Mundo. O debate contará a presença e apoio da APR – Associação Portuguesa de Realizadores, e a sessões terão lugar entre os dias 11 a 13 de maio, o primeiro fim-de-semana do Festival de Cannes (8 a 19).

 

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Colo, que estreou há poucas semanas nos circuito comercial, é uma das últimas obras de Teresa Villaverde, um filme que debate sobre a crise no seio familiar, enquanto que Verão Danado, a primeira longa-metragem de Pedro Cabeleira, retrata uma juventude desiludida com o rumo que as suas vidas parecem tomar. Terra Franca, estreia de Leonor Teles (Urso de Ouro em Berlim de 2016 com a Balada do Batráquio) no formato das longas, é um documentário sobre a vida de um pescador do Tejo, abordado o seu oficio, vida conjugal e pessoal. O filme encontra-se a ser apresentado no Cinéma du Réel, em Paris.

 

É de relembrar que esta não será a primeira vez que a realizadora Teresa Villaverde é promovida no ACID, a sua estreia nesta disposição aconteceu em 1998 com a consagração da sua terceira longa Os Mutantes.

 

 

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publicado por Hugo Gomes às 02:31
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26.3.18

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Melhor Filme

São Jorge

 

Melhor Realizador

Marco Martins, São Jorge

 

Melhor Atriz

Rita Blanco, Fátima

 

Melhor Ator

Nuno Lopes, São Jorge

 

Melhor Atriz Secundária

Isabel Abreu, Uma vida à espera

 

Melhor Ator Secundário

José Raposo, São Jorge

 

Melhor Fotografia

Carlos Lopes, São Jorge

 

Melhor Documentário em Longa-Metragem

Nos Interstícios da Realidade ou o Cinema de António de Macedo, de João Monteiro

 

Melhor Documentário em Curta-Metragem

O homem eterno, de Luís Costa

 

Melhor Curta-Metragem de Ficção

Coelho Mau, de Carlos Conceição

 

Melhor Curta-Metragem de Animação

A Gruta de Darwin, de Joana Toste

 

Melhor Argumento Original

São Jorge, de Ricardo Adolfo e Marco Martins

 

Melhor Argumento Adaptado

A Fábrica de Nada, de Pedro Pinho, Luísa Homem, Leonor Noivo e Tiago Hespanha, baseado na peça original The Nothing Factory, de Judith Herzberg

 

Melhor Banda Sonora Original

Rita Redshoes & The Legendary Tigerman, Ornamento e Crime

 

Melhor Canção Original

Fim, de Lúcia Moniz, Uma Vida à Espera

 

Melhores Efeitos Especiais/ Caracterização

Nuno Esteves "Blue", Peregrinação

 

Melhor Série TV

Madre Paula

 

Melhor Direcção Artística

Wayne dos Santos, São Jorge

 

Melhor Som

Pedro Melo, Elsa Ferreira e Branko Neskov, Al Berto

 

Melhor Guarda Roupa

Sílvia Grabowski, Peregrinação

 

Melhor Maquilhagem e Cabelos

Rita Castro, Felipe Muiron, Peregrinação

 

Melhor Montagem

Cláudia Oliveira, Edgar Feldman e Luísa Homem, A Fábrica de Nada

 

Prémio Sophia Estudante

Snooze, de Dinis Leal Machado (ESMAD)

 

Prémio Mérito e Excelência

Ana Lorena (caracterizadora), Lauro António (realizador) e Artur Correia (realizador)

 

 

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publicado por Hugo Gomes às 01:28
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23.3.18

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Ozu é um fantasma que assombra o cinema nipónico.

(imagem.: «Still Walking», Hirokazu Koreeda)

 

 

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publicado por Hugo Gomes às 13:01
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18.3.18

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A animação italiana Gatta Cenerentola (Gata Cinderela), de Ivan Cappiello e Marino Guarnieri, foi premiada na 17ª edição da MONSTRA. O júri laureou o filme com o cobiçado Grande Prémio, distinguindo-o "grande técnica de animação, uma boa adaptação de uma história bem conhecida de um ponto de vista moderno; e também pela forte e original culturalidade e pelas grandes personagens." O filme ainda recebeu o Prémio de Melhor Banda Sonora.

 

Enquanto isso o chinês Have a Nice Day (Tem um Bom Dia), de Liu Jian, vence o Prémio Especial do Júri e The Breadwinner (A Ganha-Pão), de Nora Twomey, conquista o Público. Já A Sonolenta, de Marta Monteiro, arrebata a a Competição Portuguesa - Prémio SPAutores / Vasco Granja, "uma história encantatória que nos atraiu pela sua coerência forte, com uma excelente qualidade de desenho e, genericamente, de realização", segundo o júri. A Surpresa, de Paulo Patrício recebeu o Prémio do Público nessa mesma competição.

 

COMPETIÇÃO PORTUGUESA - PRÉMIO SPAUTORES / VASCO GRANJA

Melhor Curta Portuguesa

A Sonolenta/Sleepy | Marta Monteiro | Portugal, 2017, 10´20

Menção Honrosa

Água Mole/ Drop by Drop | Laura Gonçalves, Alexandra Ramires (Xá) | Portugal, 2017, 9´15

Prémio do Público

Surpresa/ Surprise | Paulo Patrício | Portugal, 2017, 8’40

 

COMPETIÇÃO DE LONGAS-METRAGENS

Grand Prix MONSTRA Longas-Metragens

Gata Cinderela/Cinderella The Cat, Ivan Cappiello, Marino Guarnieri, Alessandro Rak, Dario Sansone | Itália/Italy, 2017, 86´

Melhor Banda Sonora

Gata Cinderela/Cinderella The Cat| Ivan Cappiello, Marino Guarnieri, Alessandro Rak, Dario Sansone | Itália/Italy, 2017, 86´

Prémio Especial do Júri

Tem um Bom Dia/Have a Nice Day | Liu Jian | China, 2017, 77´

Prémio do Público

A Ganha-Pão/The Breadwinner | Nora Twomey | Irlanda/Ireland, Luxemburgo/Luxembourg, Canadá/Canada, 2017, 94´

 

COMPETIÇÃO DE CURTAS-METRAGENS

Grand Prix MONSTRA Curtas-Metragens

Espaço Negativo/Negative Space | Max Porter & Ru Kuwahata | França/France, 2017, 5´30

Melhor Curta-Metragem Experimental

Das Gavetas Nascem Sons/The Sounds From the Drawers | Vítor Hugo | Portugal, 2017, 6´16

Melhor Curta-Metragem Portuguesa

Água Mole/Drop by Drop | Laura Gonçalves, Alexandra Ramires (Xá) | Portugal, 2017, 9´15

Prémio Especial do Júri

Quarta-feira com Goddard/Wednesday with Goddard | Nicolas Ménard | Reino Unido/United Kingdom, 2016, 4´

Menções Honrosas

O Ogre/L'ogre | Laurène Braibant | França/France, 2017, 9´41

Manivald | Chintis Lundgren | Estónia/Estonia, Croácia/Croatia, Canadá/Canada, 2017, 13´

Avô Morsa/Grandpa Walrus | Lucrèce Andreae | França/France, 2017, 14´53

Prémio do Público

Espaço Negativo/Negative Space | Max Porter & Ru Kuwahata | França/France, 2017, 5´30

 

COMPETIÇÃO DE CURTAS-METRAGENS DE ESTUDANTES

Melhor Curta de Estudantes

Penelope | Heta Jäälinoja | Estónia/Estonia, Finlândia/Finland, 2016, 4´08

Melhor Curta de Estudantes Portuguesa

The Voyager | João Gonzalez | Portugal, 2017, 4´39

Menções Honrosas

Quando substituí Camille/Quand j'ai remplacé Camille | Nathan Otaño, Rémy Clarke, Leïla Courtillon | França/France, 2017, 6´47

Prémio do Público

Love me, Fear me | Veronica Solomon | Alemanha/Germany, 2017, 6´07

 

JÚRI JÚNIOR (apenas aplicável a estudantes)

Melhor Curta-Metragem de Estudantes

Night Witches | Julie Herdichek Baltzer | Dinamarca/Denmark, 2016, 8´12

Melhor Curta-Metragem de Estudantes Portuguesa

A Viagem | João Filipe Horta Monteiro; Luís Daniel David Vital; Ricardo Jorge Aguiar Livramento | Portugal, 2017, 3´41

Menção Honrosa

Count Your Curses | Lorène Yavo | Bélgica/Belgium, 2017, 8´30

 

COMPETIÇÃO MONSTRINHA

Grand Prix MONSTRINHA

The Box | Merve Cirisoglu Cotur | Reino Unido/United Kingdom, 2016, 6´48

Menção Honrosa 3 aos 6

Two Trams | Svetlana Andrianova | Rússia/Russia, 2016, 10´

Menção Honrosa 7 aos 12

Homegrown | Quentin Haberham | Reino Unido/United Kingdom, 2017, 9´15

Menção Honrosa > 13

Hedgehog's Home | Eva Cvijanovic | Croácia/Croatia, 2017, 10´

Prémios do Público

MONSTRINHA 3 aos 6/ 3 to 6

Two Trams | Svetlana Andrianova | Rússia/Russia, 2016, 10´

MONSTRINHA 7 aos 12

Ethnophobia | Joan Zhonga | Grécia/Greece, Albânia/Albania, 2016, 14´20

MONSTRINHA > 13

Hedgehog's Home | Eva Cvijanovic | Croácia/Croatia, 2017, 10´

Prémio Especial do Júri Programa Pais & Filhos

Birdlime | Evan DeRushie | Canadá/Canada, 2017, 10´53

Menção Honrosa Programa Pais & Filhos

Bene's Horizon | Jumi Yoon and Eloic Gimenez | França/France, 2016, 13´01

 

COMPETIÇÃO CURTÍSSIMAS

Melhor Curtíssima

CNN Colorscope Black | Matt Abbiss | Reino Unido/United Kingdom, 2017, 1´30

Melhor Curtíssima Portuguesa

Uma Manhã na Feira | Alunos da ESMAD e do 12º ano, sob a orientação de Laura Gonçalves e Xá | Portugal, 2017, 2´30

Menções Honrosas

Hate for Sale | Anna Eijsbouts | Países Baixos/The Netherlands, 2017, 2´39

Max Morrison | Ziga Pokorn | Eslovénia/Slovenia, 2017, 1´56

 

CINEMA MAIS PEQUENO DO MUNDO - COMPETIÇÃO AMENDOIM DE OURO

Amendoim de Ouro

Island | Robert Löbel, Max Mörtl | Alemanha/Germany, 2017, 2´30

Amendoim de Prata

Disillusionment of 10 point font | Greg Condon | EUA/USA, 2017, 1´12

Amendoim de Bronze

Handbook for a Happy Scout | Billy Huntington | Reino Unido/United Kingdom, 2017, 2´30

 

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publicado por Hugo Gomes às 21:09
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11.3.18

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Black Panther torna-se no 33º filme a conquistar a casa dos mil milhões de dólares rendidos em box-office. O novo êxito da Marvel alcançou tais valores estando apenas 26 dias em cartaz.

 

Realizado por Ryan Coogler (Creed, Fruitvale Station), esta viagem pelo país fictício afro-futurístico Wakanda colocou o franchise da Disney /Marvel com cinco filmes no topo do Box-Office Mundial, tendo arrecadado mais de 562 milhões só em território norte-americano e 516 milhões no restante Mundo, dando um total de 1.078 milhões de dólares rendidos até então. Com estes mesmos números, Black Panther ultrapassa The Dark Knight, o spin-off Star WarsRogue One e ainda Finding Dory.

 

Black Panther surgiu pela primeira vez no MCU (Marvel Cinematic Universe) durante o conflito do Captain America: Civil War. Trata-se do alter-ego de T'Challa (Chadwick Boseman), príncipe da região de Wakanda que protege os seus cidadãos através do seu "disfarce" e tecnologia de ponta. Michael B. Jordan, Lupita Nyong'o, Forest Whitaker, Andy Serkis, Martin Freeman e Angela Bassett completam o elenco.

 

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publicado por Hugo Gomes às 16:58
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5.3.18

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Melhor Filme: The Shape of Water

Melhor Realizador: Guillhermo Del Toro, The Shape of Water

Melhor Ator: Gary Oldman, Darkest Hour 

Melhor Atriz: Frances McDormand, Three Billboards Outside Ebbing Missouri 

Melhor Ator Secundário: Sam Rockwell, Three Billboards Outside Ebbing Missouri

Melhor Atriz Secundária: Allison Janney, I, Tonya

Melhor Argumento Original: Get Out

Melhor Argumento Adaptado: Call Me By Your Name

Melhor Filme Em Língua Não-Inglesa: Una Mujer Fantastica(Chile)

Melhor Documentário (Longa-metragem): Icarus

Melhor Documentário (Curta-metragem): Heaven Is a Traffic Jam on the 405

Melhor Ficção (Curta-metragem): The Silent Child

Melhor Filme de Animação: Coco

Melhor Filme de Animação (Curta-Metragem): Dear Basketball

Melhor Fotografia: Blade Runner 2049

Melhor Montagem: Dunkirk

Melhor Cenografia: The Shape of Water

Melhor Guarda-Roupa: Phantom Thread

Melhor Banda Sonora: The Shape of Water

Melhor Canção Original: Remember Me, de Coco

Melhor Caracterização: Darkest Hour

Melhores Efeitos Visuais: Blade Runner 2049

Melhor Mistura de Som: Dunkirk

Melhor Montagem de Som: Dunkirk

 

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publicado por Hugo Gomes às 13:00
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2.3.18

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Andrey Zvyagintsev avançará para o pequeno ecrã numa série para a Paramount Television. O realizador de Leviathan e Loveless terá o seu primeiro projeto televisivo, um thriller dramático baseado numa ideia sua e de Oleg Negin (coargumentista de Loveless). “Acredito que temos uma história poderosa e sobretudo humana para as audiências internacionais.”: afirmou Zvyangintsev sobre a ainda não intitulada série, que será filmada na Rússia tendo como cenário Moscovo. Alexander Rodnyansky, o produtor dos filmes do realizador, manterá o cargo neste dito projeto.

 

Recordamos que o último filme de Zvyangintsev, Loveless – Sem Amor, galardoado com o Prémio de Júri no 70º Festival de Cannes, encontra-se atualmente nomeado para o Óscar de Melhor Filme de Língua Estrangeira.

 

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publicado por Hugo Gomes às 15:43
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1.3.18

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A Cinemateca Portuguesa-Museu do Cinema e a Academia Portuguesa de Cinema acordaram a coedição em DVD e em Blu-ray de 8 filmes portugueses. O anúncio de tal colaboração havia sido feito na cerimónia de divulgação dos nomeados aos prémios Sophia, por Tiago Baptista, diretor da ANIM (Centro de Conservação da Cinemateca).

 

Em comunicado, a Cinemateca salientou que as obras, conservadas e preservadas pela Cinemateca ao longo das últimas décadas, passarão por uma processo de digitalização em alta resolução que, para além dos formatos home vídeo, estarão disponíveis num suporte DCP 2K para exibição em sala.

 

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É de realçar o trabalho de conservação e difusão da Cinemateca em muito do património português, o qual evidenciamos tal nos lançamentos de duas obras-primas de Rino Lupo (Lobos, As Mulheres das Beiras), Lisboa, Crónica Anedótica, de Leitão de Barros e os filmes etnográficos de Margot Dias.

 

Os filmes acordados para ser lançados em DVD nos próximos dois anos são: Colonia e Vilões (Leonel Brito, 1977), Cerromaior (Luís Filipe Rocha, 1980), Relação Fiel e Verdadeira (Margarida Gil, 1987), O Mal Amado (Fernando Matos Silva, 1972), Jogo De Mão (Monique Rutler, 1983), A Santa Aliança (Eduardo Geada, 1977), O Som Da Terra A Tremer (Rita Azevedo Gomes, 1990) e O Processo Do Rei (João Mário Grilo, 1989).

 

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publicado por Hugo Gomes às 01:31
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27.2.18

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Foram hoje divulgados os nomeados à edição 2018 dos prémios Sophia, atribuídos pela Academia Portuguesa de Cinema.

 

A cerimónia decorreu na Cinemateca Portuguesa, tendo os indicados sido anunciados por Margarida Vila-Nova e Miguel Nunes, que contracenaram em Cartas da Guerra, de Ivo M. Ferreira, o vencedor do Sophia de Melhor Filme do ano passado. Antes do anúncio, Tiago Baptista, diretor da ANIM (Centro de Conservação da Cinemateca), salientou o árduo trabalho da instituição em preservar o legado do cinema português, no final deu a promessa da “recuperação de oito filmes”.

 

O filme São Jorge, de Marco Martins, é o mais nomeado,  seguido de perto por Al Berto, de Vicente Alves de Ó, e Peregrinação, o épico de João Botelho.

 

Antes do anúncio dos nomeados, foi também entregue o galardão do Melhor Cartaz Sophia a Luís Carlos Amaro pelo seu trabalho em Treblinka, uma obra de Sérgio Tréfaut. A cerimónia de entrega dos Prémios Sophia 2018 decorrerá no dia 25 de Março, no Casino Estoril.

 

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Melhor Filme

São Jorge

A Fábrica de Nada

Al Berto

Fátima

  

Melhor Documentário em Longa-Metragem

Ama-San

Nos Interstícios da Realidade ou o Cinema de António de Macedo

Treblinka

Rosas de Ermera

  

Melhor Actriz Principal 

Carla Galvão - A Fábrica de Nada

Rita Blanco - Fátima 

Anabela Moreira - Fátima

Mariana Nunes - São Jorge

 

Melhor Actor Principal

Nuno Lopes - São Jorge

Miguel Borges - Uma Vida à Espera 

Cláudio da Silva - Peregrinação 

José Pimentão - Al Berto

 

Melhor Actriz Secundária

Isabel Abreu - Uma Vida à Espera

Beatriz Batarda - São Jorge

Catarina Wallenstein - Peregrinação

Raquel Rocha Vieira - Al Berto

 

Melhor Actor Secundário

Adriano Luz - São Jorge

José Raposo - São Jorge

João Villas-Boas - Al Berto

Duarte Grilo - Al Berto

 

Melhor Realizador 

Marco Martins - São Jorge 

João Canijo - Fátima

João Botelho - Peregrinação

Pedro Pinho - A Fábrica de Nada

 

Melhor Argumento Original

Ricardo Adolfo e Marco Martins - São Jorge

João Canijo - Fátima

Vicente Alves do Ó - Al Berto

Paulo Filipe Monteiro – Zeus

  

Melhor Argumento Adaptado 

Pedro Pinho, Luisa Homem, Leonor Noivo, Tiago Hespanha baseado na peça original “The Nothing Factory” de Judith Herzberg - A Fábrica de Nada

João Botelho adaptado do livro de Fernão Mendes Pinto - Peregrinação

David Machado e Tiago R. Santos - Índice Médio de Felicidade 

Jorge António, Paulo Leite e Virgílio Almeida baseado no livro "Os Senhores do Areal" de Henrique Abranches - A Ilha dos Cães

  

Melhor Fotografia 

Carlos Lopes - São Jorge 

Luís Branquinho - Peregrinação 

Rui Poças - Al Berto

Leonor Teles - Verão Danado

 

Melhor Documentário em Curta-Metragem

António E Catarina de Cristina Hanes

Reis Do Sertão de Pablo Antonio

Où En Êtes-Vous, João Pedro Rodrigues? de João Pedro Rodrigues

O Homem Eterno de Luís Costa

 

Melhor Curta-Metragem de Animação 

A Gruta De Darwin de Joana Toste

Das Gavetas Nascem Sons de Vítor Hugo

Água Mole de Laura Gonçalves

Tocadora de Joana Imaginário

 

Melhor Curta-Metragem de Ficção

Coelho Mau de Carlos Conceição

Altas Cidades De Ossadas de João Salaviza

A Língua de Adriana Martins da Silva

Antes que a noite venha – Falas de Antígona de Joaquim Pavão

 

Melhor Som 

Olivier Blanc, Hugo Leitão - São Jorge 

Francisco Veloso - Peregrinação

Elsa Ferreira, Olivier Hespel, Gérard Rousseau - Fátima

Pedro Melo, Elsa Ferreira e Branko Neskov - Al Berto

 

Melhor Direcção Artística 

Joana Cardoso - Al Berto 

João Torres - Zeus

Wayne dos Santos - São Jorge 

Bruno Caldeira - A Ilha dos Cães

  

Melhor Banda Sonora Original 

Rodrigo Leão - 100 Metros 

Hugo Leitão, Nuno Malo, Rafael Toral - São Jorge

Luís Bragança Gil e Daniel Bernardes - Peregrinação

Rita Redshoes & The Legendary Tigerman - Ornamento e Crime

 

Melhor Canção Original

Sementes do Impossível por Xutos e Pontapés - Índice Médio de Felicidade

Fim - composição e interpretação Lúcia Moniz - Uma Vida à Espera 

VOODOO – composição de Rita Redshoes & The Legendary Tigerman e interpretação de Rita Redshoes - Ornamento e Crime 

Ribombar do Amor - Compositor e intérprete Jorge Prendas - Delírio Em Las Vedras

 

Melhor Maquilhagem e Cabelos

Abigail Machado e Mário Leal - Al Berto

Rita Castro, Felipe Muiron - Peregrinação

Djanira Cirilo da Cruz, Maria Almeida (Nani) - São Jorge

Nuno Esteves "Blue" e Mizé Silvestre - O Divã de Estaline

 

Melhor Série/Telefilme

Madre Paula

Vidago Palace

A Criação

A Família Ventura

 

Melhor Guarda-Roupa

Joana Veloso - Peregrinação

Joana Cardoso - Al Berto

Sílvia Grabowski - Zeus

Lucha D'Orey - O Divã de Estaline

  

Melhor Montagem 

Mariana Gaivão - São Jorge

João Braz - Peregrinação

Cláudia Oliveira, Edgar Feldman, Luísa Homem - A Fábrica de Nada

Pedro Ribeiro, Pedro Marinho, Vasco Carvalho - Índice Médio de Felicidade

 

Melhor Efeitos Especiais/Caracterização

Nuno Esteves “Blue” - Peregrinação 

Sara Menitra - Zeus 

Alexandra Espinhal - A Ilha dos Cães 

João Rapaz - Verão Danado

 

Prémio Sophia Estudante

Snooze de Dinis Leal Machado - ESMAD

A Clarabóia de Alícia Moreira - IPCA

Irís de Renato Arroyo e Francisco t- Universidade Lusófona

Blondes Make the Best Victims de Rita Ventura - ESAD

 


publicado por Hugo Gomes às 20:44
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Arranca hoje a 9ª edição do FESTin: Festival Itinerante da Língua Portuguesa, a qual decorrerá até 6 de março no Cinema São Jorge, em Lisboa. O novo filme de Laís Bodanzky, Como Nossos Pais, uma abordagem atual e por vezes pertinente dos desejos e ambição da mulher do século XXI protagonizado por Maria Ribeiro, terá as honras de abrir esta mostra de cinema falado em português. A realizadora estará presente na sessão de abertura.

 

Contando com o maior contingente português da história do festival, desde a coprodução Vazante, filme sobre a escravatura no Brasil que tem causado polémica, até os novos filmes de Rui Simões e Fernando Vendrell, o 9º FESTin terá este ano parceria com a 4ª edição do Guiões – Festival de Roteiros de Língua Portuguesa e com a Lusophone Film Fest.

 

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publicado por Hugo Gomes às 15:27
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Terra Franca de Leonor Teles encontra-se na Competição Internacional do próximo Festival de Cinéma Du Réel, que decorrerá entre os dias 23 de Março até 1 de Abril. Produzido por Uma Pedra no Sapato, a obra acompanhará Albertino Lobo, um pescador singular, residente duma antiga comunidade piscatória nas proximidades de Lisboa.

 

A realizadora de A Balada dos Batráquios (vencedor do Urso de Ouro de Melhor Curta-Metragem na edição de 2016 do Festival de Berlim) avança para a sua primeira longa-metragem, que concorre ao lado de outras 10 longas-metragens, no qual incluem; Aeroporto Central do brasileiro Karim Aïnouz (Madame Satã), que integrou a secção Panorama do último Berlinale, L. COHEN do norte-americano James Benning, um filme-panorama em jeito de homenagem ao falecido cantor Leonard Cohen e ainda o novo filme do romeno Corneliu Porumboiu, Infinite Football. Destaque ainda na programação para o regresso para o experimentalista e radical Jean-Marie Straub com People of the Lake, na categoria de Curtas-Metragens.

 

 

O Cinéma du Réel focará este ano um ciclo de documentários que, segundo o curador Federico Rossin, tentará “desconstruir a mitologia de 68’ e da ressonância que obterá no resto do Mundo”. Este programa contará com alguns filmes de Harun Farocki, João Silvério Trevisan, Peter Nestler, Brian De Palma e de Joaquim Pedro de Andrade.

 

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Competição Internacional

Anni de ZHU Rikun

Antígona (Antigone) dePedro Gonzalez Rubio

Fotbal infinit (Infinite Football) de Corneliu Porumboiu

Kinshasa Makambo de Dieudo Hamadi

L.COHEN de James Benning

Minatomachi (Inland Sea) de Kazuhiro Soda

Rêver sous le capitalisme (Dreaming Under Capitalism) de Sophie Bruneau

Terra Franca de Leonor Teles

Unas Preguntas (One or Two Questions) de Kristina Konrad

Waldheims Walzer (The Waldheim Waltz) de Ruth Beckermann

Zentralflughafen THF (THF - Central Airport) de Karim Aïnouz

 

Competição Francesa

Djamilia (Jamila) de Aminatou Echard

Jusqu'à ce que le jour se lève (Until the Dawning of the Day) de Pierre Tonachella

L'Empire de la perfection (In the Realm of Perfection) de Julien Faraut

Les flâneries du voyant (Song of a Seer) de Aïda Maigre-Touchet

Les Proies (The Preys) de Marine de Contes

L'Esprit des lieux (In the Stillness of Sounds) de Stéphane Manchematin, Serge Steyer

Roman national (National Narrative) de Grégoire Beil

Syn (The Son / Le Fils) de Alexander Abaturov

The Image You Missed de Donal Foreman

The Night Readers de Mathieu Kleyebe Abonnenc

Western, famille et communisme de Laurent Krief

 

Competição Internacional para Primeiras Obras

Al di là dell'uno (Beyond the One) de Anna Marziano

Angkar de Neary Adeline Hay

Black Mother de Khalik Allah

Dom Boraca (Home of the Resistance) de Ivan Ramljak

Fail to Appear de Antoine Bourges

Harvest Moon de Zaheed Mawani

Lembro mais dos corvos (I Remember the Crows) de Gustavo Vinagre

Los Árboles (The Trees) de Mariano Luque

Salarium de Sasha Litvintseva, Daniel Mann

Wild Relatives de Jumana Manna

 

Competição Internacional de Curtas-Metragens

Allegro Largo Triste de Aurélien Froment

Gens du lac (People of the Lake) de Jean-Marie Straub

Jeny303 de Laura Huertas Millán

Las Fuerzas (The Forces) de Paola Buontempo

Monelle de Diego Marcon

Olhe bem as montanhas de Ana Vaz

Optimism de Deborah Stratman

Saule Marceau de Juliette Achard

The White Elephant de Shuruq Harb

Uppland de Edward Lawrenson

Zwei Basiliken (Two Basilicas) de Heinz Emigholz

 

 

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publicado por Hugo Gomes às 13:47
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25.2.18

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Urso de Ouro

Touch Me Not

 

Melhor Ator

Anthony Bajon (Le Prière)

 

Melhor Atriz

Ana Brum (Las Herederas)

 

Melhor Realização

Wes Anderson (Isle of Dogs)

 

Prémio Alfred Bauer

Las Herederas

 

Prémio do Júri

Mug

 

Contribuição Artística

Dovlatov

 

Argumento

Museo

 

Panorama

Prémio de Público

1º Profile

2º Styx

3º L’Animale

 

Panorama Dokumente

1º The Silence of Others

2º Partisan

3º O Processo

 

Prémio Júri Independente

In the Ailes

Menção Especial

Utøya 22. Juli

Panorama

Styx

Fórum

Teatro de Guerra

 

FIPRESCI

Competição Oficial

Las Herederas

Panorama

River’s Edge

Forum

An Elephant Sitting Still

 

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publicado por Hugo Gomes às 00:37
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30.1.18

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FESTin regressa a Lisboa com a promessa de mais e melhor cinema lusófono. O 9º Festival Itinerante da Língua Portuguesa decorrerá entre 27 de Fevereiro e 6 de Março, tendo como espaço, como já é habitual, o cinema São Jorge, em Lisboa.

 

Vazante, uma das obras brasileiras mais badaladas de 2017, será um dos destaques da Seleção Oficial. Esta coprodução da Ukbar apresentada no Festival de Berlim nos transportará ao Brasil do século XIX, nos meandros da escravatura e com reflexo profundo na consciência colonialista. Com direção de Daniela Thomas, habitual colaboradora de Walter Salles (Terra Estrangeira, A Linha de Passe), Vazante contará com Adriano Carvalho e Sandra Corveloni nos papeis principais.

 

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Continuando nas produções lusitanas, o FESTin apresentará ainda a nova longa-metragem do produtor/realizador Fernando Vendrell, Aparição, onde os actores Jaime Freitas e Victoria Guerra viverão um apelidado “romance dentro de um romance” numa Evola da década de 50. Psicologia e catarses nas favelas do Rio de Janeiro com Praças Paris, um filme de Lucia Murat com a participação de Joana de Verona e por fim, o independente Uma Vida Sublime, completam o quarteto nacional nesta competição.

 

Quanto ao cinema brasileira, que tem sido uma das grandes forças deste festival, pretende continuar a revelar a sua diversidade produtiva e sobretudo engenho narrativo. A realizadora de O Bicho de Sete Cabeças e Chega de Saudade, Laís Bodansky regressa ao cinema com Como Nossos Pais, um drama intimista que teve estreia na secção Panorama da Berlinale, e que será a abertura deste nono ano de FESTin. A amizade secreta de As Duas Irenes, de Fábio Meira, promete “arrasar-corações” e Açúcar, de Sérgio Oliveira, atualmente em estreia no Festival de Roterdão, são alguns dos destaques da programação.

 

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O português poderá ser a língua oficial do FESTin, mas não é a exclusiva. O latim, esse idioma ancestral do português, será ponto de partida para esta nova secção paralela “Mostra Latim - A Língua em Movimento”, onde serão exibidos  uma série de obras vindas de países com língua neolatina, tais como Espanha, Cuba, França, Itália e Roménia. Como grande atração, pela primeira vez em Portugal, Vaticano será representado em filme com O Menor Exército do Mundo, um premiado documentário estreado no Festival de Veneza.

 

Este ano, o FESTin contará com duas importantes parcerias, a 4ª edição do Guiões – Festival de Roteiros de Língua Portuguesa, que irá decorrer no âmbito do festival entre os dias 2, 3 e 4 de março, e o Lusophone Film Fest, evento que levará produções em língua portuguesa a vários lugares do mundo – incluindo sessões em Nairóbi (Quénia), Zanzibar (Tanzânia), Bangkok (Tailândia), Sydney (Austrália), Phnom Penh (Camboja) e Macau (China).

 

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publicado por Hugo Gomes às 17:02
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28.1.18

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As jovens atrizes Chloë Grace Moretz e Sasha Lane (a estrela de American Honey, de Andrea Arnold), foram as protagonista desta edição deste ano no Festival de Sundance. O filme em que protagonizam, The Miseducation of Cameron Post, sob a direção de Desiree Akhavan, vence o principal prémio. À imagem do ano passado, o Júri e Público não estiveram de acordo, sendo que as audiências elegeram Search, de Aneesh Chaganty, um thriller cujo o desktop de um computador serve como dispositivo narrativo. John Cho e Debra Messing protagonizam a obra.

 

Grande Prémio do Júri (Ficção / Drama)

The Miseducation of Cameron Post

 

Grande Prémio do Júri (Documentário)

Kailash

 

Melhor Realizador (Documentário)

Alexandria Bombach, por On Her Shoulder

 

Melhor Realizador (Ficção / Drama)

Sara Colangelo, por The Kindergarten Teacher

 

Prémio Especial de Júri por Melhor Interpretação (Ficção / Drama)

Benjamin Dickey, em Blaze

 

Prémio Especial de Júri por Excelência na Realização (Ficção / Drama)

Reed Morano, por I Think We’re Alone now

 

Prémio Especial de Júri por Realização (Documentário)

Bing Liu, por Minding the Gap

 

Prémio Especial de Júri por Primeira Obra (Ficção / Drama)

Monsters and Men

 

Prémio de Argumento Waldo Salt

Nancy, dirigido e escrito por Christina Cole

 

Prémio Especial de Argumento (Documentário)

Three Identical Strangers

 

Prémio Especial de Júri por Visão Criativa

Hale County This Morning, This Evening

 

Prémio Especial de Júri por Impacto Social (Documentário)

Crime + Punishment

 

Prémio Público (World Cinema documentário)

This is Home

 

Prémio Público (World Cinema Ficção)

The Guilty

 

Prémio Público (Ficção / Dramático)

Burden

 

Prémio Público (Documentário)

The Sentence

 

Prémio Especial de Júri para Melhor Elenco (World Cinema)

Dead Pigs

 

Prémio Especial de Júri para Melhor Argumento (World Cinema)

Time Share (Tiempo Compartido)

 

Prémio Especial de Júri para Melhor Interpretação (World Cinema)

Valeria Bertuccelli, em The Queen of Fear

 

Melhor Realizador (World Cinema)

Ísold Uggadóttir, por And Breathe Normally

 

Grande Prémio de Júri (World Cinema)

Butterflies

 

Prémio Especial de Júri por Melhor Edição (World Cinema)

Our New President, editado por Maxim Pozdorovkin e Matvey Kulakov

 

Prémio Especial de Júri por Melhor Fotografia (World Cinema)

Genesis 2.0, por Maxim Arbugaev e Peter Indergand

 

Prémio Especial de Júri para Documentário (World Cinema)

MATANGI / MAYA / M.I.A

 

Melhor Realização (World Cinema – Documentário)

Sandi Tan, por Shirkers

 

Grande Prémio de Júri (World Cinema – Realização)

Of Fathers and Sons

 

Prémio Inovação NEXT

Nights Come on (ex-aqueous) We the Animals

 

Prémio Público NEXT

Search

 

Prémio Sundance Institute Global Filmmaking

Dark Money

Search

Of Fathers and Sons

Night on Fire

Court

His House

 

Prémio de Longa-Metragem Sloan 2018

Search

 

 

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publicado por Hugo Gomes às 13:25
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24.1.18

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A cidade holandesa acolhe, como poderia esperar, a 47ª edição do Festival Internacional de Cinema de Roterdão. De 24 de Janeiro a 4 de Fevereiro, o primeiro grande festival do Velho Mundo demonstrará uma seleção refinada de novos olhares, novos autores e sobretudo, novas experimentações. É por essas e por outras que o evento é reconhecido como um dos mais experimentais do ramo cinematográfico e este ano parece não fugir à regra. Contudo, a edição de 2018 será marcada por uma forte presença portuguesa, distribuída pelas diferentes secções e espaços do festival.

 

Filipa Reis e João Miller Guerra apresentam a sua primeira longa-metragem ficcional, Djon Africa. Integrado na competição principal do certame, Hivos Tiger Competition, a produção  segue Miguel, um jovem de ascendência cabo-verdiana que procura as suas raízes na terra onde nunca pisara, uma viagem que o transformará em algo mais do que a própria memória, ao encontro de um ser que ele próprio desconhece. Quanto ao termo ficcional, os realizadores de premiadas curtas e médias metragens como Fora de Vida (2015), Nada Fazi (2011) e Cama de Gato (2012) afirmaram ao site C7nema que apesar de ser um passo novo, a ficção era uma elemento bem percetível no seu Cinema. O filme conta com argumento de Pedro Pinho, realizador de um dos filmes mais premiados da nossa filmografia, A Fábrica do Nada que é uma das muitas presenças portuguesas da secção Bright Future.

 

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Quanto ao espaço especializado em dar “tempo de antena” a novas vozes, Susana Nobre é outro nome do documentário português a avançar na ficção, sem com isso emancipar-se por completo do seu Cinema. Tempo Comum fala-nos sobre a maternidade e como ela se conjuga com “lufa-lufa” diário, com as carreiras pausadas e como esta realidade torna-se numa experiência a merecer de ser contada. Para Nobre, é um projeto minimal tendo como referência, para além da experiência enquanto mãe, o dispositivo utilizado em Ten, do iraniano Abbas Kiarostami.

 

Em companhia, estão presentes o russo Tesnota, de Kantemir Balagov, vencedor do último Lisbon & Sintra Film Festival, Meteros, de Gürcan Keltek, galardoado no Porto / Post / Doc e a segunda longa-metragem de Valérie Massadian, Milla, também premiada em Portugal (Doclisboa). Esta última, uma coprodução portuguesa, segue as mesmas pegadas do anterior Nana, onde as personagens encaram o ambiente como um refugio. Se na primeira obra, seguimos uma menina de 4 anos que se vê sozinha após uma tragédia familiar, neste deparamos com dois adolescentes inadaptados que encontram consolo em casa abandonadas.

 

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A curta-metragem Miragem Meus Putos, de Diogo Baldaia, estará em competição na subsecção Ammodo Tiger. Visto na última seleção do Indielisboa, eis um retrato de uma geração através de três narrativas distintas. No Bright Future Short, poderá ainda ser visto o novo trabalho de Filipa César (Spell Reel), que em colaboração com o artista Louis Henderson, concebem Sunstone, um ensaio sobre a relação entre a imagem e o colonialismo.

 

João Canijo e o seu Fátima tomam de assalto a secção Voices, outro importante filme nesse espaço é Western, de Valeska Grisebach. Leonor Noivo regressa com a curta Tudo o que Imagino, uma docuficção presente na categoria Long Distance dos Voices Shorts. Já Teresa Villaverde e a sua nova longa-metragem, O Termómetro de Galileu, encontra refúgio na rúbrica Visions, tendo como “colegas” o mais recente de Philippe Garrel (L’Amant D’un Jour), Wang Bing (Mrs. Fang), Bruno Dumont (Jeannette) e F.J. Ossange (em coprodução franco-portuguesa - 9 Dedos com Damien Bonnard e Diogo Dória como protagonistas. A realizadora de Colo, apresenta-nos, segundo ela, “uma homenagem à arte de viver e à vida dedicada a arte", inspirado no trabalho do realizador italiano, Tonino de Bernadi.

 

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A destacar ainda a produção de Paulo Branco, The Captain, de Robert Schwentke, registado na secção A History of Shadows. O filme que em Portugal esteve estreia no Lisbon & Sintra Film Festival leva-nos aos últimos dias da Segunda Guerra Mundial, onde um jovem soldado alemão disfarça de oficial da SS, de modo a sobreviver, sem conhecer as consequências de tal ato, principalmente na questão identitária. Também de produção portuguesa, Zama, o mais recente filme de Lucrecia Martel, encontra-se igualmente inserido na secção.

 

De forma a evitar o seu esquecimento, Luísa Sequeira prepara para mostrar às audiências internacionais o seu filme-investigação Quem é Barbara Virgínia?, sobre a realizadora Barbara Virgínia, a primeira a nível nacional e a primeira participação portuguesa no Festival de Cannes. A mulher que tinha tudo para dar ao cinema tornou-se um espectro e os seus filmes, ora desprezados, ora perdidos (como é o caso de Três Dias sem Deus, onde resta apenas 8 minutos sem som). A sessão será antecedida por Aldeia Dos Rapazes – Orfanato Sta. Isabel De Albarraque, curta de Virgínia que serviu de estudo para a sua estreia e derradeira longa.

 

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publicado por Hugo Gomes às 13:39
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19.1.18

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O cinema francês estará na ribalta! Filmin.pt dá por iniciado o My French Film Festival, um dos mais prestigiados festivais online que garante aos seus subscritores uma coleção de 25 filmes inéditos. Um leque de longas a curtas-metragens, comédias a dramas de prestigio, premiados e êxitos de bilheteira, desculpas e mais que umas para descobrir ou redescobrir novos talentos da cinematografia francesa.

 

De 19 de Janeiro a 19 de Fevereiro, deparamos neste festival à distancia de um clique, seis secções temáticas, ao encontro do paladar dos seu subscritor. São histórias mirabolantes em What The F...rench!?, com destaque para expedição selvagem de A Lei da Selva (La Loi de la Jungle, 2016) de Antonin Peretjatko, um filme louco que invoca o tão amado Pierrot Le Fou de Godard. Em Hit the Rrroad!, as viagens de iniciação tem como estandarte Ava (2017), de Léa Mysius, que fora premiado na Semana da Crítica, e ainda a comédia Aglaé, À Prova de Choque (Crash Test Aglaé, 2017), de Eric Glavel, que reúne as atrizes Yolande Moreau, Julie Depardieu e India Hair numa “viagem dos diabos.  

 

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A adolescência é o “prato principal” em Teen Stories, o documentário Swagger (2016), de Olivier Babinet, promete fazer as delicias da temática. French and Furious prova ser a secção mais obscura, aí encontraremos obras intrigantes como Pela Floresta Dentro (Dans la forêt, 2016), de Gilles Marchand, sobre progenitores obsessivos e ainda Aconteceu Perto da Sua Casa (C'est arrivé près de chez vous, 1992), de Benoît Poelvoorde, Rémy Belvaux e André Bonzel, um mockumentário (falso-documentário) de culto que arrecadou o Prémio de Júri do Festival de Cannes.

 

Por fim, muito amour com Love à la françcaise, que tal como o título indica, o romance estará no ar nesta seleção, curiosamente também será uma oportunidade de ver uma das primeiras curtas de François Ozon, Um Vestido de Verão (Une robe d'été, 1996).

 

Para aceder ao festival, clique aqui.

 

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publicado por Hugo Gomes às 10:19
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18.1.18

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Em Fevereiro, o investigador e curador Jean-Pierre Verscheure marcará presente na Cinemateca-Portuguesa Museu do Cinema para apresentar um conjunto de sessões inseridas na habitual rúbrica Histórias Do Cinema.

 

De nacionalidade belga, Vescheure é um dos maiores especialistas na história das técnicas cinematográficas da atualidade, tendo fundado o Cinevolution, centro de estudos que permitiu a restauração de mais de quarenta instalações audiovisuais, em 1994. Também professor do Instituto Nacional de Artes Performáticas (INSAS) e parte do conselho científico da Cinémathèque française, foi distinguido em 2010 com o Prémio Lifetime Achievement in Film no Festival de Cinema Internacional Independente de Bruxelas.

 

A sua presença em Lisboa (19 a 23) motivará um dialogo sobre os formatos de película cinematográfica e as proporções de imagem, exemplificado em conferências que antecedem a cinco filmes. As projeções apresentadas serão Safety Last! (Fred Newmeyer, 1923), Rancho Notorious (Fritz Lang, 1952), River Of No Return (Otto Preminger, 1954), West Side Story (Jerome Robbins, Robert Wise, 1961) e The Pledge (Sean Penn, 2001).

 

A destacar ainda o facto, de em Fevereiro, a Cinemateca Portuguesa apostar num outro ciclo, remontando no formato de projeção CinemaScope, que entrou em uso entre 1953 a 1967, tendo sido visto como um movimento de prevenção ao declino do cinema face à expansão televisiva.

 

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publicado por Hugo Gomes às 23:49
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Arranca hoje a 15ª edição de KINO: Mostra de Cinema de Expressão Alemã, que se prolonga até dia 24 de janeiro nos Cinemas São Jorge e na Goethe Institut. Tendo extensão no Porto para os dias 25 a 28 (Teatro Rivoli e Cinema Passos Manuel), seguidamente para Coimbra de 14 a 16 de fevereiro (Teatro Gil Vicente).

 

Esta mostra de cinema oriundo  da Alemanha, Áustria, Suíça e Luxemburgo, dará o “pontapé de saída” com a comédia negra Wild Mouse, de Josef Hader, que foi apresentado no último Festival de Berlim, a história de um crítico de músico despedido e determinado em reaver a sua dignidade. Entre outros destaques os documentários My Wonderful West Berlin, de Jochen Hick, sobre as subculturas na Alemanha Ocidental, e B-Movie: Lust and Sound in West-Berlin, do trio Jörg Hoppe, Klaus Maeck e Heiko Lange, que espreita a exploração do músico inglês Mark Reeder do lado ocidental da capital nos anos 80; o drama lésbico Siebzehn (Dezassete), de Monja Art e Herbert, de Thomas Stuber, um filme existencialista sobre um aposentado pugilista.

 

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Outro muito antecipado filme do evento é Beuys, de Andres Veiel, sobre o badalado artista performativo Joseph Beuys, que entre os seus “escandalosos” ensaios conta-se a barricada numa Galeria de Arte em 1965, de forma a ensinar arte a uma lebre morta. O filme de encerramento é Die göttliche Ordnung (A Ordem Divina), que já conta com distribuição em Portugal.

 

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publicado por Hugo Gomes às 16:17
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5.1.18

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O mês de Janeiro será dedicado ao cineasta português Luís Galvão Teles, que contará com um ciclo na RTP 2. Serão quatro filmes que espelham bem a sua longa e diversificada carreira, entre as quais a estreia em televisão aberta do seu primeiro filme, A Confederação, uma ficção cientifica que reimagina um pais que após a Revolução dos Cravos é mergulhado numa Ditadura Militar. Recorrendo a imagens de arquivo em cumplicidade com ficção, Galvão Teles cria uma das obras mais vincada chamada vaga do cinema militante português que abraçou a nossa cinematografia nos anos 70. A Confederação é actualmente visto como uma espécie de primo lusitano da literatura distópico-politica 1984 de Georges Orwell. O filme será transmitido no dia 6 pelas 00h15.

 

Dia 13 pelas 23h15 é exibido A Vida é Bela.!?, uma comédia de forte componente politica, onde somos presenteados com a figura do Hipólito de Ó (Nicolau Breyner), um magnata “trafulha” que tenta sobreviver a um país marcado por diversas passagens do seu sistema político-social. Galvão Teles indicia um filme que satiriza para além das óbvias temáticas, a própria popularização do cinema, invocando o escapismo do “povo”, nomeadamente as chamadas Revistas de Teatro, como caricaturas ideológicas de uma politica instável. Foi um dos grandes sucessos de bilheteira do cinema português.

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Já na sexta-feira seguinte (dia 20 pelas 23h45), surge-nos Elas, que conta com um casting internacional de luxo (Miou-Miou, Carmen Maura, Marthe Keller, Marisa Berenson, Guesch Patti e Joaquim de Almeida). Trata-se de uma comédia dramática sobre um grupo de mulheres na casa dos 40 que encontram-se unidas por uma amizade inexplicável. Elas é hoje tido como um dos filmes portugueses com maior sucesso no estrangeiro.

 

Para terminar o ciclo, Dot.com, outra comédia que funcionou nas bilheteiras portuguesas. O choque tecnológico indiciado pela criação de um website na terra Águas Altas que cria tamanho alvoroço, a nível nacional, tudo porque uma multinacional sediada em Madrid quer reclamar o nome do site de forma a lançar uma água com o mesmo nome. Contando com argumento do seu filho Gonçalo Galvão Teles, que viria a tornar-se desde então iria-se tornar num habitual colaborador quer na escrita como na realização, Dot.com questiona a pacifismo de uma Península Ibérica que vivera em tempos uma “adormecida rivalidade”. Passará pelo canal no dia 27 de Janeiro, pelas 23h45.

 

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publicado por Hugo Gomes às 20:49
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4.1.18

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Cate Blanchett irá presidir o júri da próxima edição do Festival de Cannes. A atriz australiana vencedora de dois Óscares da Academia, torna-se assim a 12ª mulher a liderar o tão cobiçado júri.

 

Em declaração, Blanchett expressou o seu agrado com o convite: "Estive em Cannes de muitas formas ao longo dos anos; como atriz, produtora, no mercado, na esfera da Gala e na competição (…) exclusivamente pelo puro prazer de assistir à cornucópia de filmes que o festival abriga. Sinto-me honrada com o privilégio e a responsabilidade de presidir o júri deste ano".

 

Pierre Lescure, director do festival e o seu delegado-geral, Thierry Frémaux, afirmaram estar “muito satisfeitos em receber uma artista tão rara e única, cujo talento e convicções enriquecem as telas e o palco." 

 

A 71ª edição do Festival de Cinema de Cannes irá decorrer de 08 a 19 de Maio.

 

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publicado por Hugo Gomes às 16:54
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