Primeiro de tudo quero pedir desculpas destes atrasos, o ano 2012 não tem sido famoso para mim e a disponibilidade para o blog muito menos. Mas como costumo dizer mais vale tarde que nunca e aqui vai o início do “apanhado” dos melhores de 2011.
MELHOR ACTOR PRINCIPAL
Colin Firth (The King’s Speech)
“O seu desempenho é fenomenal, recriando um monarca inseguro, futuro rei, que imperativamente precisava de ser a Voz de uma nação, o britânico actor é tão convincente no seu papel que mesmo os tiques de gaguez consegue mimetizar, e não falo da “estranha” maneira de falar, mas sim dos movimentos bocais e faciais que transmitem de forma realista a luta do homem contra a sua deficiência oratória.”
Jeff Bridges (True Grit)
Ryan Gosling (Ides of March)
MELHOR ACTRIZ PRINCIPAL
Natalie Portman (Black Swan)
“A actriz celebrada em Closer (primeira nomeação ao Óscar) e revelada em Leon de Luc Besson, encontra-se imaculada numa interpretação negra, frágil, bipolar, onde a sua personagem Nina não intencionalmente consegue recriar.”
Yahima Torres (Venus Noir)
Michelle Williams (Blue Valentine)
MELHOR ACTOR SECUNDARIO
Christian Bale (The Fighter)
“Tal como sucedera a Robert DeNiro em Raging Bull, Bale se exibe como um camaleónico actor em que sacrifica o próprio corpo em prol do cinema, demonstrando uma dedicação e paixão rara nos dias de hoje. O seu desempenho é um dos melhores do ano sem dúvidas, ofuscando por completo Mark Wahlberg e o seu dito “jogo de sobrancelhas”.
Geoffrey Rush (The King’s Speech)
Anton Yelchin (The Beaver)
MELHOR ACTRIZ SECUNDARIA
Lesley Manville (Another Year)
“Para além dos perfeitos e sintonizados Jim Broadbent e Ruth Sheen como o casal em questão, temos a nosso dispor actores de calibre como Imelda Staunton, Peter Wight e David Bradley, mas o principal destaque vai para Lesley Manville que rouba as cenas a qualquer um dos actores aqui referidos.”
Jessica Chastain (The Help)
Bryce Dallas Howard (The Help)
MELHOR REALIZADOR
Darren Aronofsky (Black Swan)
“Darren Aronofsky é uma das faces da nova vaga de autores do cinema norte-americano do novo século, todos os seus filmes conseguem causar grande impacto no público e crítica, mas também na criação de atmosferas pesadas, pessimistas e psicologicamente envolventes, sendo Black Swan um dos maiores exemplos da sua arte.”
Roman Polanski (Carnage)
Tomas Alfredson (Tinker Tailor Soldier Spy)
MELHOR ARGUMENTO
Woody Allen (Midnight in Paris)
“Mesmo sob esta mensagem, Woody Allen não evoluiu nem modificou a sua forma de fazer filmes ou de olhar para o cinema como a arte de contar histórias, Midnight in Paris é tipicamente uma obra “woodileana”, porém é a sua honesta homenagem á arte em si e aos homens que dedicaram as suas vidas para permanecer vivo esse lado criativo do ser humano.”
Mike Leigh (Another Year)
David Seidler (The King’s Speech)
Continua …
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