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5.2.12

De novo os confrontos entre imortais …

 

Kate Beckinsale volta a vestir o seu longo fato de cabedal, coloca as suas chamativas lentes azuis e muita maquilhagem para novamente protagonizar um novo capítulo da série Underworld. A fasquia iniciada em 2003 pelas mãos do seu actual marido, Len Wiseman conseguiu render 100 milhões de dólares em bilheteiras de todo o mundo mas ficou notável pelo seu êxito em vendas de cópias de DVDs. Desta feita a obra acaba de cair nas mãos da dupla sueca Mans Marlind e Bjorn Stein, que após terem trabalhado com Julianne Moore no thriller de terror, Shelter (2010), decidem confrontar-se com a guerra entre vampiros e lobisomens que dura há 9 anos em 4 filmes (ao contrario destes que narram que o conflito tem séculos de existência), dando um pouco de proveito da febre das criaturas sanguinárias (lideradas pela nova vaga de Twilight) e da tecnologia 3D.

 

 

Underworld – Awakening tem tudo o que esperávamos de um anti-óscares, digo isto pela época da sua estreia nas salas de cinema em confronto directo com premiadas e prestigiadas obras de ficção. A fita é leve, sem grandes cargas dramáticas, mesmo que aqui a personagem de Beckinsale perde as suas ligações com a fria mulher de armas do original de 2003, dando lugar a umas quantas cenas bacocas e diálogos deslocados e rebuscados. A narrativa empresta-se aos efeitos visuais e o argumento dissolva-se por entre personagens secundárias e outras sem propósitos e pela decepção do desfecho, que não apenas oferece meios para continuações mas como é inenarrável.

 

 

Longe da surpresa do original de 2003, que servia como certa homenagem aos efeitos visuais práticos (para além de ser um dos meus guilty pleasures) ou pelo esforço trazido na segunda e terceira estância, Awakening é talvez o pior de toda a saga do momento, mas vale pelo regresso da actriz principal e pelo visual que continua ao nível dos anteriores. Todavia é uma sequela sem muito para dizer, aliás falta-lhe interesse na sua intriga, o qual tenta puxar demasiado a corda que poderia apenas ter ficado por uma trilogia. Conta-se ainda com as prestações apagadas de Charles Dance, Stephen Rea e Michael Ealy.

 

Real.: Mans Marlind, Bjorn Stein / Int.: Kate Beckinsale, Scott Speedman, Charles Dance, Stephen Rea, Michael Ealy

 

 

Ver Também

Underworld (2003)

Underworld – Evolution (2005)

Underworld - Rise of the Lycans (2008)

4/10
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publicado por Hugo Gomes às 01:47
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