Data
Título
Take
18.9.07

 

Real.: Tim Burton

Int.: Johnny Depp, Winona Ryder, Dianne Wiest, Alan Arkin

 

 

No topo de uma colina, existe um castelo pertencente a um velho inventor, mas nele apenas existe Edward (Johnny Depp), uma espécie de humano criado pelo cientista, que se encontrava incompleto. O velho cientista morrera e não chegou dará a Edward umas mãos, em vez disso este possui tesouras nos seus lugares. Mas quando este é encontrando por uma vendedora de produtos de cosmética (Dianne Wiest), Edward irá descobrir um mundo para além do castelo, como também irá conhecer o que realmente são seres humanos.

Para os menos atentos, para os que pensavam que só agora Johnny Depp tem o papel da sua vida como o pirata Jack Sparrow na saga Pirates of Caribbean, enganam-se. A carreira de Depp estará inteiramente ligado ao do realizador Tim Burton, e é com os estranhos papeis nos seus filmes que tornou o actor no versatil artista que é actualmente conhecido. Porém um dos desempenhos que lançou directamente Depp para o estrelato foi este Edward Scissorhands, uma variação do conto de Frankenstein com o da Bela E O Monstro embrulhado com uma caricatura á hipocrisia e cinismo da aparentemente normal sociedade americana, com uma fantasia imaginativa e gotiva vinda directamente da mente de Tim Burton.

Johnny Depp é perfeito no papel do carismatico freak Eduardo, Winona Ryder cria simpatia (vamos por as polémicas á parte), Alan Arkin é presentemente forte, mas contudo todas as personagens (excluindo Eduardo) não é mais do que simples caricaturas. O enredo apesar de ser semelhante a um déjà vu molhado, Burton dá a volta com uma realização esplêndida, concreta, sempre divertida e um ambiente gótico, próprio dele, uma belíssima fotografia negra e uma banda sonora composta pelo mítico Danny Elfman, que juntamente com Tim Burton só poderia resultar num belo filme.

Não é perfeito, mas é belo. Um fabula negra que pelo qual devemos reflectir as diferenças de cada um. Como sempre digo Johnny Depp é sempre Johnny Depp e os seus filmes são sempre especiais. Um dos mais perfeitos filmes de Natal adulto, onde apenas falha na caracterização das personagens secundarias como já havia afirmado, chegam a roçar a mera caricatura.

 

8/10
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publicado por Hugo Gomes às 11:59
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