Data
Título
Take
12.9.07

 

Real.: Adam Shankman

Int.: John Travolta, Nikki Blonsky, Amanda Bynes, Christopher Walken, Queen Latifah, Michelle Pfeiffer, James Marsden, Allison Janney, Zac Efron

 

 

Tracy Turnblad (Nikki Blonsky) conseguiu realizar o seu maior sonho, participar no programa mais visto de Baltimore, The Corny Collin Shows, onde há dança, canções e muito mais. Apaixonada por Link (Zac Efron) uma das estrelas do programa, o qual namora com filha da directora do programa, Velma Von Tussle (Michelle Pfeiffer), uma espécie de Hitler de saias, que odeia Tracy, muito ás suas diferenças corporais e ás suas ideias e convivências com as pessoas de cor, e faz de tudo para a expulsar do programa. Tracy apenas conta com ajuda da sua mãe (John Travolta), o seu pai (Christopher Walken) e a sua melhor amiga (Amanda Bynes) que encarreguem de dar-lhe força para continuar e mostrar a Baltimore que todas as pessoas diferentes têm direito a uma oportunidade.

Refrescante?! Sim, é o adjectivo mais apropriado para Hairspray, depois de termos visto e sofrido com um Verão cheio de sequelas, adaptações e filmes manhosos, onde o melhor foi realmente a aventura de um rato dos estúdios da Pixar com pinta para a cozinha (Ratatui). Infelizmente Hairspray é um remake, que pena! Contudo é um filme independente da obra anterior, sem as actuais assombrações ou maldições do produto original e nesse termo, Hairspray sai vencedor, porque é de facto superior ao filme original de 1988, onde as cores, as canções e as mais ternas boas intenções abundam.

Alguém se lembra daqueles dois musicais; Grease – Brilhantina e Saturday Night Fever – Febre De Sábado À Noite, ambos protagonizados por John Travolta? Pois bem, saibam que Hairspray está mais próximo destes dois clássicos, do que a febre adolescente de High School Music, que Zac Efron protagoniza, o qual é um dos atractivos do filme para a malta mais nova. Hairspray é aconselhado aos espectadores mais precoces, mas também é algo nostálgico aos mais velhos que de certo aclamaram “Há um tempo que não se faz filmes assim?”.

Contudo, Hairspray está longe de ser um filme perfeito, muito devido a algumas personagens que se assentam mais como caricaturas ou vulgares estereótipos, vejamos o aborrecimento de personagem que Link (Zac Efron) representa, querendo ser á força um Grease, até mesmo James Marsden, o apagado Ciclope da saga X-Men é realmente tão mal aproveitado. O filme também marca a introdução Nikki Blonsky, que é realmente um doçura para os olhos de um adulto, com um belo talento vocal, mas muito para aprender em termos de interpretação, se quiser subir mais do que simples filmes de adolescentes. A mulher do filme pertence a Michelle Pfeiffer (não, John Travolta não pertence a essa categoria), que realmente dá um sopro de vida a sua personagem, tornando-a mais hilariante e fugindo um pouco do estereótipo de vilã fascista. De resto em termos de elenco temos o sempre impune Christopher Walken, como o pai que todos gostariam de ter e claro, não podia deixar de falar, John Travolta no papel de um mulher obesa, o esforço do actor em tentar ser feminino merece um grande salva de palmas.

Resumindo; se têm filhos e gostariam de levar ao cinema, então recomendo Hairspray, é divertido, descontraído mas ao mesmo tempo retrata um problema serio dos anos 60, de forma pouco ou nada trágica, o musical de Adam Shankman é muito mais instrutivo para os seus filhos do que uma sessão dupla de Morangos Com Açúcar.

 

7/10
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publicado por Hugo Gomes às 15:04
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2 comentários:
De filipa a 23 de Novembro de 2007 às 19:15
haispray um dox meux fimesx preferidox ........ adorei ir ve-lo ao cinema e como nao podia faltar o meu kerido ZAC EFRESON adorei o fime max goxtei maix da critica...(xo nao goxtei da parte ke me ox morangox ao barulho).....max pronto ninguem e perfeito....como eu lol


De Frederico Daniel a 11 de Junho de 2014 às 01:56
Amei o filme :D É divertido e dramático ao mesmo tempo e adorei issso


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