Data
Título
Take
10.7.08

Real.: Paul Weiland

Int.: Patrick Dempsey, Michelle Monaghan, Sidney Pollack, Kevin McKidd

 

 

Tom (Patrick Dempsey) e Hannah (Michelle Monaghan) conheceram-se acidentalmente no liceu e desde então tem se tornado os melhores amigos. Tom tem uma vida perfeita como Playboy e Hannah é a sua conselheira, o seu bem necessário que tanto admira, passam maioritariamente o tempo juntos, vivendo as várias emoções em conjunto, até que um dia, Hannah parte para a Escócia para uma viagem de negócios durante seis semanas. Essas mesmas vazias para com Tom, que chega a perceber os seus verdadeiros sentimentos para com a sua doce amiga. Mas passados seis semanas, Hannah regressa ao seu país, mas não vêm sozinha, com ela traz Colin McMurray (Kevin McKidd), um jovem atraente, forte, rico e o pior de tudo; seu noivo e com um casamento em breve, Tom foi eleito o “padrinho” de casamento. Agora para tentar recuperar Hannah, Tom terá que convence-la a não casar, mas o problema reside em que o “mulherengo” não quer ferir os sentimentos da sua melhor amiga.

Antes de mais; Made of Honor é tal e qual as inúmeras comédias que abundam aos “molhos” nas nossas salas de cinema, só isto valia a crítica toda, na verdade é que o filme de Paul Weiland é mais uma comédia romântica “in New York”, açucarada de paladar, mas facilmente esquecível. È tudo tão fútil, banal e movido através dos estereótipos, quer das situações, quer das personagens secundárias “palavrosamente más”. Com uma realização em versão automática por parte do “senhorPaul Weiland, que esteve por detrás de vários episódios da série Mr. Bean, ainda tem o desgosto de possuir uma vulgaridade em forma de argumento, com que faz que desde os primeiros minutos já se adivinha o final.

Michelle Monaghan está reduzida a adereço, tendo em conta o grande salto que a actriz deu desde Kiss Kiss, Bang Bang de Shane Black (2005), como também Sidney Pollack que infelizmente deixa aqui o seu último registo do cinema. A destacar apenas Patrick Dempsey que depois de ter brilhando em Enchanted, um dos filmes preferidos dos americanos em 2007, tem aqui talvez o único poço de interesse numa personagem tão cínica em termos argumentais. Um filme dispensável até á medula.

O melhorSidney Pollack, a sua ultima deixa no cinema

O pior – o “déjà vu” que percorre em todo o filme

4/10 **

 


publicado por Hugo Gomes às 18:10
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1 comentário:
De Frederico Daniel a 24 de Fevereiro de 2019 às 19:54
Padrinho... Mas Pouco: 3*

Um filme divertido, mas previsível.

Cumprimentos, Frederico Daniel.


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