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Cinematograficamente Falando ...

Quando só se tem cinema na cabeça, dá nisto ...

Cinematograficamente Falando ...

Quando só se tem cinema na cabeça, dá nisto ...

Uma somente lista de reprodução...

Hugo Gomes, 28.07.17

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Edgar Wright coloca a sua playlist à nossa disposição com este pseudo-heist movie completamente corrido. Baby Driver é uma panóplia de nichos pops, ao serviço de um enredo rotineiro rodeado dos mais execráveis “lugares-comuns” do entretenimento hollywoodesco e não só, e dos rótulos massacráveis da mesma industria, mas é um filme dirigido com coração e sim … com ritmo que baste. Será Edgar Wright o Tarantino para geeks?

Charlize Theron ao quadrado.

Hugo Gomes, 27.07.17

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Vamos fingir por momentos que Charlize Theron não é a protagonista ... sim, vamos supor que ela está ausente do projecto. O que nos resta? Um thriller de acção pingarelho completamente estilizado, cujo estilo, quer estético, quer técnico, engole por completo o que de bom este filme poderia culminar. Mas adicionamos Charlize Theron à equação e o resultado satisfaz um pouco mais.

Glória dos inglórios

Hugo Gomes, 18.07.17

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A subtileza de Nolan é a mesma que a de um "camião-TIR". É o "portento" técnico que a crítica yankee fala, mas é um pesado-pesadão bélico, ensurdecedor (Hans Zimmer não se cala), narrativamente confuso (mesmo para os parâmetros de Nolan) e dotado de imagens sem força, sem simbolismo e muito menos, sem ousadia. Acrescento ainda que não o perdoo das constantes falhas de raccord e de edição.

Mais que um dia da marmota, um dia de terror

Hugo Gomes, 15.07.17

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Desconhecia «Dead on Night», o thriller concebido a oito mãos que se assume muito mais que um filme colectivo, um filme de cooperação. Possivelmente o primórdio dos Twilights Zones e dos Groundhogs Days, eis um perturbante exercício algures entre o esoterismo sobrenatural e os recantos negros da psicologia humana.

 

A "macacada" que nunca se tornou

Hugo Gomes, 07.07.17

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Há mais cinema em War of the Planet of the Apes do que aquilo que se julga. É um filme em completa ebulição politica sem querer afirmar um lado ou uma ideologia concreta, conservando a tendência fabulista do segundo, mas também é, um entretenimento visual que orquestra o CGI como parte integra da narrativa e não o contrário … como a maioria dos casos … assumindo-se como um mero brinde “eye-candy”. Sim, esta é uma boa macacada.

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