12.12.16

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Eis o primeiro trailer do oitavo Velocidade Furiosa, que curiosamente terá como título original The Fate of the Furious, o que evidencia aquilo que Vin Diesel (também produtor da saga) havia sempre indicado - vem aí uma nova trilogia de uma saga milionária.

 

Este "Velocidade Furiosa 8será realizado por F. Gary Gray, que assinou em 2003 o bem-sucedido remake de Italian Job (Golpe em Itália), com Charlize Theron e Edward Norton, e alvo de holofotes pela proeza de Straight Outta Compton, uma cinebiografia de um grupo de Hip Hop (N.W.A) que conseguiu arrecadar uns impressionantes 200 milhões de dólares, chegando mesmo a destroçar algumas das mais esperadas produções do Verão. 

 

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Para além de Diesel, o elenco é composto por Dwayne Johnson, Jason Statham, Tyrese Gibson, Lucas Black, Ludacris, Michelle Rodriguez, Scott Eastwood, Helen Mirren, Kurt Russell e Charlize Theron como a vilã.

 

Estreia prevista para Abril do próximo ano.

 

 

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publicado por Hugo Gomes às 01:50
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11.12.16

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Depois de três filmes de orçamentos consideravelmente baixos e com um rendimento total de 370 milhões de dólares mundiais, é natural que não se termine Insidious como uma trilogia.

 

Pois bem, o quarto filme vem a caminho, e a personagem parapsicóloga, Elise Rainer (interpretado por Lin Shaye), está de volta à saga. Segundo a produção, este novo filme é mais uma prequela do primeiro e segundo capitulo, exibindo a célebre personagens nos seus primeiros casos de investigação paranormal.

 

Insidious: Chapter 4 será dirigido por Adam Robitel, que fora o argumentista do sexto tomo de Paranormal Activity, e contará com o habitual guião de Leigh Whannell.

 

Chegará aos cinemas em Outubro de 2017.

 

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publicado por Hugo Gomes às 23:58
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O Cahiers du Cinéma, assim como Sight and Sound, o consideraram no Melhor Filme do Ano. Durante cerimónia da European Film Awards, em Wroclaw, Toni Erdmann prova a sua "supremacia".

 

Depois de um "balde de água fria" em Cannes, o qual estava integrado na Competição, o candidato alemão aos Óscares, Toni Erdmann, de Maren Ade, arrecadou todos os prémios, pelo qual esteve nomeado.

 

Destaque ainda para Fuocommare, de Gianfranco Rosi, vencedor do Festival de Berlim a ser laureado como o Melhor Documentário Europeu e My Life as a Zucchini, de Claude Barras, como Melhor Animação.

 

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Melhor Filme Europeu

Toni Erdmann

 

Melhor Comédia Europeia

A Man Called Ove

 

Melhor Descoberta Europeia – Prémio Fipresci

The Happiest Day in the Life of Olli Maki

 

Melhor Documentário Europeu

Fuocommare

 

Melhor Animação Europeia

My Life as a Zucchini

 

Melhor Curta Europeia

9 Days – From My Window in Aleppo

 

Melhor Realizador Europeu

Maren Ade, por Toni Erdmann

 

Melhor Atriz Europeia

Sandra Huller, por Toni Erdmann

 

Melhor Ator Europeu

Peter Simonischek, por Toni Erdmann

 

Melhor Argumentista Europeu

Maren Ade, por Toni Erdmann

 

Prémio do Público Europeu

Body, de Malgorzata Szumowska

 

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publicado por Hugo Gomes às 08:41
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10.12.16

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Depois de terminar a League of Justice, Zack Snyder vai avançar com The Last Photograph, um thriller baseado numa história do próprio realizador em colaboração com Kurt Johnstad.

 

The Last Photograph será ambientado no Afeganistão, remetendo a um jornalista e único sobrevivente de um ataque dirigido para americanos que para tentar resgatar a sua família, que fora raptada, alia-se a um ex-membro das forças especiais.

 

O projecto encontra-se em desenvolvimento desde 2007, durante esse período os realizadores Sergey Bodrov (Mongol) e Niels Arden Oplev (Millennium 1) foram cotados para dirigi-lo, assim como Christian Bale e Sean Penn que haviam ser sugeridos como protagonistas.  

 

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publicado por Hugo Gomes às 22:44
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Para muitos um documentário, para Catarina Mourão foi o embarque de uma demanda à descoberta das suas raízes, a procura por aquele homem que se figurava no álbum de família e que todos apontavam como seu avô. A Toca do Lobo, mais do que um registo pessoal da herança, é uma viagem por um Portugal cada vez mais distante, reduzido às memórias e aos "mitos" que alimentam essa "Fantasia Lusitana". A realizadora falou com o Cinematograficamente Falando … no âmbito do lançamento em DVD deste documentário que nos remete sobretudo a nós próprios.

 

Em que preciso momento apercebeu-se da urgência de registar esta sua investigação?

 

Foi, sem dúvida, a partir do momento em que vi um arquivo da RTP com o meu avô, em que ele mostra uma estranha colecção que diz querer oferecer a uma futura neta imaginada de nome Catarina. Eu nunca conheci o meu avô e quando esse programa foi filmado eu nem sequer existia. Achei que esse filme era um pedido dele para eu fazer este filme.

 

Em a Toca do Lobo, ao aproximar-se da história do seu avô, mapeia um Portugal de outros tempos, um país diferente, quer de costumes e mentalidades, assim como politicamente e socialmente. Como encara este "país" que Tomás de Figueiredo vivia?

 

Uso as palavras da minha mãe “Era um país fechado num colete de forças” cheio de regras, tabus e proibidos.

 

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"Se aquilo que não sabemos fosse medido a quilómetros". Estaria disposta a recontinuar extensivamente esta mesma sua jornada ao encontro do passado da sua família?

 

Sim, há muitas pontas soltas e histórias para descobrir. Inevitavelmente hei-de voltar a esta aventura.

 

Desde a produção até à estreia do filme em sala, conseguiu, por fim, entrar na habitação de Casares?

 

Ainda não consegui. Talvez um dia. E quem sabe farei outro filme.

 

Em relação à construção deste documentário, e visto o tema ser pessoal, como foi pensá-lo e moldá-lo de forma a ser emocionalmente perceptível para um vasto público?

 

É uma tarefa de constante aproximação e recuo, como diz um amigo meu é tudo uma questão de distância focal.

 

O que pode dizer sobre novos projectos?

 

Apenas posso dizer que iremos para a praia, a preto e branco e a cores, a praia do século XX.

 

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publicado por Hugo Gomes às 15:42
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A EGEAC – Galerias Municipais/AFRICA.CONT e a Associação Cultural Janela Indiscreta, responsável pelos festivais de cinema Queer Lisboa e Queer Porto, apresentam o ciclo A Experiência Afro-Brasileira na Tela, a ter lugar na Cinemateca-Portuguesa Museu do Cinema.

 

Abolição (1988), de Zózimo Bulbul, será o primeiro filme do ciclo, um documentário que comemora o centenário da Abolição da Escravatura, prescrevendo uma viagem pela condição do negro no Brasil. O filme dialogará com a próxima sessão do ciclo, A Negação do Brasil (2000), de Joel Zito Araújo, que reflecte a importância da identidade brasileira negra e da sua representação nas telenovelas brasileiras. Esta sessão será exibida em complementação com a curta Cinema de Preto (2004), de Ana Danddara, dedicado a Abdias Nascimento, um das figuras maiores das artes e do activismo.

 

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Além da Cinemateca Portuguesa, a mostra de cinema A Experiência Afro-Brasileira na Tela estende-se ainda à Casa Independente, que no dia 11 de Dezembro, apresentará um programa dedicado à espiritualidade da cultura afro-brasileira, com especial foco as religiões como o Candomblé e a Umbanda, e sua importância na construção identitária desta comunidade. Este programa não só remeterá o lado existencial concebido por estes mesmos cultos, como também salientará o acolhimento das sexualidades não heteronormativas, e do relevante papel na prevenção e luta contra o HIV. Como suporte, teremos o filme Odo Ya! Life With Aids, de Tânia Cypriano, a ser exibido na Cinemateca Portuguesa.

 

Como encerramento teremos A Rainha Diaba (1974), um filme de Antônio Carlos Fontoura sobre a mítica “Madame Satã”, o alter-ego de João Francisco dos Santo, um negro, boémio, homossexual, convertido a herói de um Brasil marginal dos anos 40. O filme conta com o desempenho de Milton Gonçalves.

 

Presenças ilustres como a de Viviane Ferreira, cineasta e advogada centrada no direito público e cultural, diversos debates a ter lugar na Cinemateca e ainda um DJ set de Mário Valente. Propostas irrecusáveis de um ciclo, que tal como o título indica, promete ser uma verdadeira experiência. A Experiência Afro-Brasileira na Tela arranca hoje, dia 10 de Dezembro, prolongando até dia 15 do mesmo mês. Ver programação completa, aqui.

 

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publicado por Hugo Gomes às 15:31
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O realizador Alberto Seixas Santos, um dos mais emblemáticos nomes do movimento Cinema Novo português, faleceu na madrugada deste sábado, em sua casa. O anúncio da sua morte foi noticiado na edição online do Jornal Público através de uma realizadora amiga de Seixas Santos, Margarida Gil. A mesma fonte revela que o realizador encontrava-se doente há mais de um ano. Tinha 80 anos de idade.

 

Nascido a 20 de Março de 1936, Alberto Seixas Santos é tido como um dos críticos cineastas do movimento Cinema Novo. A sua obra tem sido preservada como uma afronte ao regime marcelista, sendo que, Brandos Costumes, o seu trabalho mais célebre e primeira longa-metragem, produzido antes da Revolução de Abril, tenha sido exibido somente em Setembro de 1975. Mas antes da estreia portuguesa, o filme fora apresentado na Competição do Festival de Berlim.

 

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Outras obras incontornáveis da sua carreira foram A Lei da Terra (1977), o drama colonialista Paraíso Perdido (1995), com Maria Medeiros no principal papel, Mal (1999), um retrato da vida contemporânea lisboeta tendo como perspectiva uma mulher irlandesa, a curta-metragem A Rapariga da Mão Morta (2005) e E o Tempo Passa (2011), que passaria a ser o seu último filme.

 

Para além da realização, Seixas Santos foi um dos fundadores do Centro Português de Cinema, dirigente do ABC, o Cineclube de Lisboa, apostando numa respeitada carreira crítica, tendo em conta as suas colaborações nas revistas Imagem, Seara Nova e o O Tempo e o Modo.

 

Em Março de 2016, a Cinemateca havia lhe dedicado uma retrospectiva integral.

 

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Alberto Seixas Santos (1936 - 2016)

 


publicado por Hugo Gomes às 13:48
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9.12.16

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Eis o primeiro trailer do novo filme da franquia O Planeta dos Macacos, intitulado de War of the Planet of the Apes, que será novamente dirigido por Matt Reeves depois do êxito de Dawn of the Planet of the Apes (Planeta dos Macacos: A Revolta)Mark Bomback regressa como argumentista. 

 

No elenco, para além do retorno de Andy Serkis como o símio-mor, Caesar, poderemos contar ainda com os desempenhos do jovem Gabriel Chavarria (A Better Life), Judy Greer, Steve Zahn e Woody Harrelson como o novo vilão.

 

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Recordamos que Planeta dos Macacos: A Revolta, estreado entre nós em Julho de 2014, rendeu mais de 700 milhões de dólares em todo o mundo. Foi o oitavo filme de uma saga iniciado em 1968, O Homem que veio do Futuro, de Franklin J. Schaffner, que teve como base o famoso livro de Pierre Boulle. Nesta obra, Charlton Heston interpretava um astronauta que aterra num "planeta" dominado por primatas inteligentes, acabando mais tarde perceber que tratava-se da sua Terra. Desde então surgiram sequelas, prequelas, reboots e um remake falhado dirigido por Tim Burton em 2001, com Mark Wahlberg no principal papel.

 

Nesta nova trilogia, seguimos a ascensão de Caesar (interpretado por Andy Serkis através do motion capture), que é dotado de um intelecto superior em comparação aos demais primatas. Porém, as injustiças a que foi submetido pelos humanos levaram-no à emancipação e a transformar-se no messias de todos os símios O grande objectivo desta nova saga é narrar os acontecimentos que levarão ao "twist" da obra de Schaffner.

 

War of the Planet of the Apes irá ser lançado nos cinemas em 2017.

 

 

 

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publicado por Hugo Gomes às 18:04
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O realizador holandês Paul Verhoeven será o presidente de júri da próxima edição do Festival de Berlim. O anúncio foi feito esta manhã pelo presidente do festival, Dieter Kosslick, que considerou o realizador do muito aclamado Elle num “artista multifacetado que trabalhou numa diversidade de géneros, quer em Hollywood, quer na Europa”.

 

A consideração de Verhoeven para um cargo é só mais das provas da ribalta do realizador nestes últimos tempos. Anteriormente descrito como um "enfant terrible" do cinema mais mainstream, assim como detentor de um "mau gosto", Verhoeven foi reavaliado pela crítica e ascendendo ao estatuto de autor. O seu mais infame trabalho, Showgirls, que nos anos 90 foi apontando como um dos piores filmes da década, é agora falada como obra-prima.

 

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publicado por Hugo Gomes às 17:27
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8.12.16

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Adivinha-se um início poético com a apresentação do novo filme de Alejandro Jodorwosky, Poesia sin Fin, que esteve presente na última Quinzena dos Realizadores de Cannes. A projecção da obra contará com a presença de Xavier Guerrero, o produtor do filme, estando na vez do realizador, que infelizmente, por motivos de saúde, não pode viajar até Lisboa.

 

Contando com uma carreira enigmática e igualmente brilhante, Jodorowsky é considerado um dos grandes poetas visuais do cinema contemporâneo, tendo dado nas vistas na violenta viagem em The Holy Mountain (A Montanha Sagrada, 1973), onde metaforiza os massacres ocorridos no Chile em 11 de Setembro. Mas três anos antes, tinha surgido El Topo, protagonizado pelo realizador e do seu filho (Brontis), um western alucinogénico, onde dois misteriosos indivíduos dão de caras com bizarras personagens.

 

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Quanto a Poesia Sin Fin, descrito como uma espécie de continuação do seu penúltimo trabalho - The Dance of Reality - remete-nos à juventude do próprio realizador, destinado a seguir um percurso de poesia. O filme conta ainda com os desempenhos de Adan e Brontis Jodorowsky, os filhos do cineasta.

 

A 7ª Mostra de Cinema da América Latina prolongará até dia 11 de Dezembro, no Cinema São Jorge, com a apresentação de obras inéditas no nosso país, como Sopladora de Hojas, vencedor dos Prémios de Melhor Argumento e de Júri no Festival de Cinema de Torino. Trata-se da primeira longa-metragem do mexicano Alejandro Iglesias Mendizabal, uma road trip de três jovens com uma particular missão - encontrar um molho de chaves perdidas num monte de folhas secas.

 

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Destaque ainda para Omega 3, a primeira longa-metragem de ficção cientifica cubana. Dirigido por Eduardo del Llano, o filme remete-nos a um confronto futurista entre vegetarianos e macrobióticos no controlo de uma hierarquia alimentar.

 

E ainda, as reposições de Truman, de Cesc Gay, vencedor de 5 Goyas (prémios da Academia de Cinema espanhola), incluindo o de Melhor Filme, e da co-produção luso-brasileira, Estive em Lisboa e Lembrei de Você.

 

Para mais informação sobre o evento e a sua respectiva programação, ver aqui.

  

 

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publicado por Hugo Gomes às 18:23
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8.12.16

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Animals got Talent!

 

Confortavelmente sentamos na cadeira para visualizar mais um filme de animação. No nosso interior, esperemos que seja o último do ano, visto que 2016 suou ter sido um ano bem animado, no bom como no mau sentido da palavra. Assim, a sessão começa, entra o logo – Ilumination – com os Minions, esses “bonequinhos marketing a fazer das suas. Deste lado, o pior se espera, visto que foi a Ilumination que produziu The Secret Life of Pets, um ode à violência sem sentido e uma violação à premissa prometida que revelou-se num autêntico êxito de bilheteira (Why?). Do outro lado da sala, ouve-se um “shhhhiiiiiiuuuu”, o filme vai realmente começar.

 

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As portas do Grand Theatre de “nenhures” abrem, um sítio que o espectador mais atento irá aceitá-lo como um anexo de Zootopia. Sim, mais um filme de animais antropomorfos! Começa a narração, a voz-off, o qual identificamos como Matthew McConaughey a fazer de tudo para disfarçar o seu sotaque sulista. O actor é um Koala, um pequeno peludo que assiste à sua primeira obra teatral, uma espécie de espectáculo da Broadway, onde uma diva em forma de ovelha “grita” pelos seus pulmões, anunciando todo este flashback prefixo num autêntico “mar de rosas”.

 

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Depois da velha cantiga de cumprir sonhos e afins, chegamos à actualidade, o nosso Koala é agora um produtor desta Broadway, mas um falhado produtor. Antes que alguém invoque o filme de Mel Brooks, é sabido que este marsupial tem um truque na manga, a sua chance de sair da “bancarrota”, aquele buraco, pelo qual se meteu após produções desastrosas e fiascos com “F” grande. Essa iluminação é a premissa de toda esta nova jornada animada, um concurso de talentos musicais.

 

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Enquanto que a sua noção de novo projecto nos parece banal e mais que vendido, como animação, um concurso vocal parece de momento afastá-lo do território básico, mas não tão longe. A partir desta disposição são nos apresentados um diverso leque de personagens que sonham ocultamente ter os holofotes apontados em si. Pequenos backgrounds das personagens aqui e ali para nos situar e contribuir para este “world building”, para depois seguirmos a um casting, mais divertido que aqueles episódios de pré-selecção dos eventuais programas que esta animação alude. Mas obviamente, que esta animação é dirigida a um público especifico e bastante abrangente, por isso, deixemos de “concursos” e passemos então à fórmula.

 

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É previsível que após a aplicação da Lei de Murphy, um momento de humilhação algures e voilá, esquecemos as diferenças e todos os anteriores concorrentes se reúnem em prol de um objectivo comum. O final é essa façanha concretizada, com mais resoluções moralistas por metro quadrado que todas as produções de animação deste ano. Mas é uma “viagem” que compensa? Posso levar os meus filhos? Ao menos, diverte? Pergunta o leitor e muito bem.

 

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Sabendo que este tipo de animações industriais tem um propósito principal – money – através da conquista dos nossos “pequenotes”. Mas tendo em conta o lote que tivemos este ano, desde o banalíssimo Finding Dory, passando pelo desperdiçado Zootopia, até ao emocionante Kubo, e claro, o engodo chamado “A Vida Secreta dos Nossos Bichos”, Sing é um produto bem intencionado, que não os envergonha e com uma selecção musical que poderá, de maneiras devidamente doseadas, surpreender os mais cépticos. Não, não é dos piores. Não senhor!

 

Real.: Garth Jennings, Christophe Lourdelet / Int.: Matthew McConaughey, Reese Witherspoon, Seth MacFarlane, Scarlett Johansson, Taron Egerton, John C. Relly, Jennifer Hudson

 

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6/10
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publicado por Hugo Gomes às 01:21
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… ou talvez não!

 

O que parecia ser uma comédia de costumes da mesma raiz que os remakes de Canção de Lisboa ou Pátio das Cantigas (o que não é bom sinal), revelou-se numa aspiração a um enésimo episódio de um Twilight Zone. Se não sabiam, ficam agora avisados, quanto à estranheza nesta oscilante variação entre dois géneros (a comédia de influências salazaristas, os bons costumes morais e conservadores como mandam a tradição, e da ficção cientifica) … bem … a Mãe é que Sabe.

 

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É fácil identificar os propósitos de Nuno Rocha (da curta-metragem 3X3) e todos os envolvidos deste projecto - centrar um tipo de cinema acostumado ao formato televisivo para indiciar aquilo que muito da nossa cinematografia havia perdido, a arte do storytelling, e não a regência de um estilo, de um statement politico ou de uma transgressão artística. É uma questão de enredo, do pitoresco dos gags disfarçados em “nosso pão de cada dia” e a nostalgia mercantil que muitos dos nossos espectadores, principalmente aqueles que cresceram sob o regime do Estado Novo, irão se identificar.

 

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Sim, é tudo um episódio de “faz-de-conta”, uma mixórdia de temáticas que a meio gás envolve-se com o de mais mediático existe na ficção cientifica norte-americana. Ouso em afirmar que este A Mão é que Sabe é o mais próximo que temos do Arrival, de Denis Villeneuve, por exemplo. Para as audiências endereçadas às telenovelas do costume, àquelas narrativas lineares e aos failsafes, o filme de Nuno Rocha é um desafio mental, uma salada temperada ao gosto do freguês. Se isso será aceite por este ou não, advém da disposição do nosso “cidadão”. Para o cinéfilo mais profundo, a verdade é mais certa que a morte, e neste caso não poderemos antever telepaticamente, A Mãe é que Sabe cansa.

 

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Cansa pelo seu meio-termo, pela veia cientifica que empesta a narração e sobretudo nos mói pelo facto que os retalhos de uma vida salazarenta protagonizada pela talentosa Joana Pais de Brito, são mais interessantes que todo o frenesim de “o que raio está-se a passar” pelo qual o filme se assume. Competente, sim senhor, mas um filme o qual nenhuma força cósmica o conseguirá resgatar num futuro próximo.

 

Real.: Nuno Rocha / Int.: Maria João Abreu, Joana Pais de Brito, Manuel Cavaco, Filipe Vargas, Filipa Areosa, Carlos Santos

 

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5/10

publicado por Hugo Gomes às 01:11
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7.12.16

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"Olha, lá vai o rapaz dos Gremlins", Zach Galligan pode não ter tido a carreira mais brilhante, mas orgulha-se de ter um êxito, um culto ainda hoje revisto e celebrado - Gremlins. O Cinematograficamente Falando … falou com o actor durante a sua passagem em Portugal, na apresentação de uma sessão especial do famoso filme de 1984 no Espaço Nimas e no evento de cultura pop, Comic Con Portugal.

 

Mais de 30 anos passaram desde a estreia de Gremlins, e o filme continua a gerar um certo culto e sucesso entre gerações. Consegue explicar o porquê deste filme ainda ser relembrado ao fim de tantos anos?

 

Penso que o principal motivo do sucesso é simplesmente porque Gizmo é uma personagem fofa e adorável, e todos parecem adorá-lo. Mas Gremlins não se resume a Gizmo. É também um filme que apela a diferentes grupos de pessoas, até porque a noção de seguir e quebrar regras é um conceito universal que as audiências sempre se interessaram, muito mais quando são jovens, que não gostam de regras, ou simplesmente não entendem a sua existência.

 

Em Gremlins, ao quebrá-las trazemos o caos e a destruição, por isso é imperativo sermos correctos. Temos que respeitar as regras. Gremlins é, no fundo, um filme moralista, e todos nós gostamos de filmes desse género.

 

Depois há a noção de que uma criatura tão amigável como Gizmo, tenha a possibilidade de se tornar em algo tão maléfico. Os seres humanos sentem-se dessa maneira, podem ser boas pessoas, mas dentro delas existe aquela possibilidade de revelar um lado negro e destrutivo. Tudo é possível no ser humano, no nosso intimo temos a coabitação da luz e trevas, o yin e yang.

 

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Seria possível recriar o original Gremlins na actualidade?

 

O filme parece, nos dias de hoje, um pouco inocente e julgo que a inocência não tem grande papel na sociedade actual. Cada vez mais evitamos a inocência, seja ela através da internet, das redes sociais, smarthphones, nas mensagens, [risos] vermos pornografia com somente nove anos de idade. Por isso não sei se esse tipo de inocência teria lugar hoje, e se teria passaria por algo bobo e deslocado, ou, na melhor das hipóteses, seria como no caso da série Stranger Things, cuja inocências nos faz desejar regressar a esse período de produção, onde tudo parecia menos complexo e menos complicado.

 

E como foi o seu casting?

 

A directora de casting, Susan Arnold, deu-me uma cena de audição,  a de um rapaz a propor um encontro a uma rapariga. Nada de relacionado com os Gremlins, era um cena que poderia pertencer a qualquer filme. Por isso aceitei.

 

No dia seguinte conheci o produtor, era para me encontrar com Joe Dante, mas este estava de “plane sick” (com doença de avião), por outras palavras, não gostava de voar. Ou seja, estava mesmo doente [risos]. O produtor gostou daquilo que fiz e combinou comigo para aparecer depois no âmbito de contracenar com uma actriz. O propósito era existir uma química entre ambos.

 

Esperei por uma resposta, e como estava de férias, voei até Florida e nesse mesmo dia soube da aprovação. Nunca mais esqueci desse dia [risos]. Tive que esperar pelo dia seguinte para voar de volta. Depois tive que assinar um contrato, sem ao menos ter lido o guião. Foi algo assustador, ter que assinar para um filme, do qual não sabemos nada, mas tive que confiar, visto ser uma produção de Spielberg. Então assinei e li, por fim, o argumento “top secret”. 

 

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Foi aí que apercebeu que iria entrar num filme sobre pequenos monstros.

Exacto [risos].

 

Numa Hollywood tecnológica como aquela em que vivemos, muitos dos actores tem que contracenar com um fundo verde, que no entanto servirá como palco para criaturas CGI. Mas em Gremlins, Zach contracenou com animatrónicos. Era uma tarefa difícil interpretar lado-a-lado com criaturas mecanizadas?

 

Algo que um actor dever ter, é muita imaginação. Faz parte do nosso trabalho. Imaginem a actriz “fulana tal”, o qual não conhecemos de lado nenhum, a interpretar a minha mulher num filme. Teria que fazer cenas intimas com ela, como por exemplo, segurar-lhe a mão, beijá-la ou a dizê-la que a amo, e na realidade, não passa de uma desconhecida para mim. Existe muita artificialidade na actuação, seja com uma “criatura” ou com uma pessoa que não conhecemos.

 

Mas quanto à criatura - Gizmo - esta era bastante credível, fazia sons mecânicos, movimentava-se como um animal, parecia estar vivo. Podia até mesmo improvisar com ele. Por exemplo, ao tocar-lhe o nariz, ele reagia. Ou seja, não foi praticamente difícil acreditar que Gizmo era real, até porque os efeitos era totalmente convincentes.

 

Então, nos dias de hoje, com a “expansão” do CGI, o trabalho de actor torna-se muito mais difícil?

 

Sim, completamente, porque simplesmente não temos nada à nossa frente, somos dependentes da nossa imaginação o tempo todo. Temos que improvisar uma criatura à nossa frente, nuvens, um cenário, o quer que seja, termos que imaginar ao invés de simplesmente reagir com algo. Sim, bastante mais difícil.

 

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Como considera a sua carreira fora dos Gremlins?

 

A minha carreira fora dos Gremlins tem sido quase idêntica a de muitos actores. Temos sucessos, o vazio, altos e baixos, trabalho durante 5 a 6 anos, depois já não temos, as pessoas acabam por nos esquecerem e de um momento para o outro, nos redescobrem.

 

Muitos neste ramo tem uma carreira ditada por alguns altos e baixos, períodos de pouca e alta actividade. Relembro o caso de Jackie Earle Haley, que nos anos 70 fez êxito com The Bad New Bears (Que se Lixe a Taça) e Breaking Away (Os Quatro da Vida Airada), depois desapareceu, regressando com The Little Children (Pecados Íntimos) e depois A Nightmare on Elm Street. É uma carreira de vaivém, cuja ausência é sucedida a um período de redescoberta e idem, idem.

 

Somos o “hot topic” do momento, de seguida já não o somos. O que devemos fazer é não ficar aborrecido com este fenómeno e pensar que provavelmente temos versões melhores de nós próprios. Julgo que uma versão quarentona é boa, mas um “eu” cinquentão é melhor, e provavelmente, um sexagenário meu seja bem melhor que estes que referi.

 

Tenho uma expressão, o qual utilizo nas minhas aulas de actuação, a carreira de um actor é uma maratona e não um sprint. É uma longa caminhada, e só sentiremos realizados ou devidamente reconhecidos quando chegamos ao fim, um pouco antes de desistirmos na área.

 

Contudo, tenho o privilégio de dar aulas quando não estou a actuar, por isso, não passo pela experiência de servir mesas ou arranjar pequenos trabalhos para poder sobreviver. Como vês, estou nos 52 anos e tenho-me safado bem.

 

Não fica ofendido, nem sequer desapontado que até à data seja conhecido somente como o actor dos Gremlins?

 

Não. Na minha conta de Twitter eu tenho como “Gremlin’s Guy”, sou o actor dos Gremlins! “Olha, lá vai o rapaz dos Gremlins!” Houve tempos em que tal aclamação aborrecia-me profundamente, mas longo encarei o seguinte: ou somos famosos por algo ou somos famosos por nada, e ser famoso pelo filme dos Gremlins não é absolutamente mau.

 

Tenho um actor amigo, o qual não posso dizer o nome, que tem uma carreira brilhante. Certo dia, estava a observar a sua vasta colecção de filmes em que participou, e eu exclamei “Uau, quem me dera ter uma carreira como a tua, ter trabalhado com estes actores fantásticos e com estes realizadores de topo”, logo ele respondeu “pois é, mas tu tiveste um hit”. Ou seja, eu tive um sucesso, muitos actores tem uma carreira estável e nunca conseguem isso. Dou graças por ter um hit e ser relembrado por isso.

 

Ouve-se falar de um terceiro Gremlins, ou até de um remake. O que pode dizer sobre isto?

 

Não há remake, isso não irá acontecer. Mas sim, haverá um terceiro filme. Será um projecto novo, provavelmente bastante parecido com o espírito de Jurassic World e de Force Awakens. Um update, e se forem astutos trarão velhas personagens, assim como a criação de algumas novas. Será um pouco, como trazer o melhor de dois mundos.

 

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publicado por Hugo Gomes às 23:53
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Há algum tempo que se fala de um novo filme de Gremlins, algo que viria a ser confirmado em 2015 pelo actor Zach Galligan, que igualmente sugeriu um possível regresso da sua personagem ao franchise.   

 

Em entrevista ao C7nema, durante a sua passagem a Portugal no âmbito de uma exibição especial do original de 1984 no Espaço Nimas e da sua participação no Comic Con Portugal, Galligan confirmou que o futuro filme, não será de todo um reboot, ou refilmagem, como havia sido especulado. Mas sim, uma continuação da saga original concebida por Joe Dante e com produção de Steven Spielberg.  

 

Não há remake, isso não irá acontecer. Mas sim, haverá um terceiro filme. Será um projecto novo, provavelmente bastante parecido com o espírito de Jurassic World e de Force Awakens. Um update, e se forem astutos trarão velhas personagens, assim como a criação de algumas novas. Será um pouco, como trazer o melhor de dois mundos.”

 

 

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publicado por Hugo Gomes às 20:42
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A organização da Mostra de Cinema da América Latina acaba de informar que o cineasta chileno, Alejandro Jodorowsky, não poderá estar presente na abertura do evento, o qual será projectada a sua última grande obra - Poesia Sin Fin. A mesma fonte revela que devido a complicações de saúde, o realizador encontra-se impedido de viajar, pelo que no seu lugar, estará presente Xavier Guerrero, o produtor do filme.

 

A decorrer entre 8 a 11 de Dezembro, a 7ª Mostra de Cinema da América Latina abrirá com o referido filme do tão ilustre cineasta. Apresentado na última Quinzena de Realizadores de Cannes,  Poesia Sin Fin remete-nos à juventude do próprio realizador, destinado a seguir um percurso de poesia. O filme conta com os desempenhos de Adan e Brontis Jodorowsky, filhos do cineasta.

 

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publicado por Hugo Gomes às 14:35
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6.12.16

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Foi revelado o primeiro trailer de «Transformers: The Last Knight», o quinto filme de uma saga cinematográfica que já conta com mais 3.800 milhões de dólares rendidos em todo o Mundo.

 

Michael Bay regressa à realização, assim como o protagonista Mark Wahlberg. O resto do elenco é composto por Stanley Tucci, Anthony Hopkins, Jean Dujardin, John Turturro, Josh Duhamel, John Goodman e Laura Haddock.

 

O filme tem estreia prevista para Junho de 2017.  

 

 

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publicado por Hugo Gomes às 17:56
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A co-produção luso-espanhola Gelo, de Luís & Gonçalo Galvão Teles, foi o grande vencedor da última edição do Fantastic Planet Film Festival, em Sydney, na Austrália. O filme arrecadou o Grande Prémio da Competição, assim como Ivana Baquero, a protagonista, laureada com a distinção de Melhor Actriz.

 

Estreado entre nós em Março, tendo anteriormente aberto a edição do Fantasporto, Gelo combina ficção cientifica com romance num enredo sobre duas mulheres distintas, cujas vidas misteriosamente entrelaçam.

 

Vale a pena salientar que Gelo estará integrado na competição internacional da 33ª edição do New Jersey Film Festival, EUA. Para além disso, é, também, candidato aos Prémios Goya e ao Prémio Goya Iberoamericano.

 

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publicado por Hugo Gomes às 02:51
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A Cinemateca Portuguesa Museu do Cinema vai apresentar um ciclo integral do realizador português José Fonseca e Costa, durante este mês de Dezembro.

 

A retrospectiva arranca com a projecção de Kilas, O Mau Da Fita (1980), um sucesso visto por mais de 100 mil portugueses, protagonizado por Mário Viegas, que contou com um argumento escrito pelo músico Sérgio Godinho. O enredo roda sobre um líder de uma gangue que é contratado por um Major para vigiar a casa de personalidades suspeitas. 

 

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Recordamos que Fonseca e Costa, falecido em Novembro de 2015, sempre havia sido considerado num dos “braços fortes” do movimento Cinema Novo em Portugal. Foi celebrizado como um realizador que tão bem uniu o estatuto autoral com o cinema industrial e popular, deixando para trás alguns dos maiores sucessos de público e crítica no Cinema Português. Entre as suas principais obras, conta-se Sem Sombra de Pecado (1982), O Fascínio (2003), A Mulher do Próximo (1988), A Balada da Praia dos Cães (1986), Viúva Rica e Solteira Não Fica (2006) e o póstumo Axilas (2016).

 

O Ciclo: José Fonseca e Costa tem ínicio no dia 6, prolongando até 30 de Dezembro. Para mais informação, ver aqui.

 

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publicado por Hugo Gomes às 02:44
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2.12.16

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franchise de 21 Jump Street (Agentes Secundários) poderá ter uma direção diferente daquele de que estávamos à espera. A verdade, é que foi anunciado dois spin-offs, entre os quais, tal como foi revelado durante a crise dos emails pirateados da Sony, um crossover com outra saga, MIB: Homens de Negro, que resultando assim, no intitulado MIB 23.

 

Mas este não será um único filme a ser produzido baseado na popular série televisiva, segundo consta, a Sony vai avançar com uma versão feminina, tal como acontecera com Ghostbusters: As Caça-Fantasmas, estreado este ano. Rodney Rothman, a argumentista de 22 Jump Street (Agentes Universitários), estará a bordo do projecto como autora do argumento.

 

Vale a pena recordar, que Rothman será a mesma guionista por detrás do spin-off paralelo, MIB 23, dirigido por James Bobin (Os Marretas), que conta com os regressos da dupla Channing Tatum e Jonah Hill.

 

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publicado por Hugo Gomes às 15:36
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1.12.16

Alejandro-Jodorowsky.jpg

O cineasta chileno, Alejandro Jodorowsky, estará presente no regresso da Mostra de Cinema da América Latina a Lisboa. A decorrer entre 8 a 11 de Dezembro, o evento vai contar com a participação do ilustre realizador de obras impares como El Topo e The Holy Mountain na apresentação de Poesia sin Fin, a sua mais recente obra que arrancará a mostra.

 

Apresentado na última Quinzena de Realizadores de Cannes,  Poesia Sin Fin remete-nos à juventude do próprio realizador, destinado a seguir um percurso de poesia. O filme conta com os desempenhos de Adan e Brontis Jodorowsky, filhos do cineasta.

 

 

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publicado por Hugo Gomes às 14:52
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