22.9.15

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Os actores Chris Evans (Captain America: The Winter Soldier [ler crítica]) e Jared Leto (Dallas Buyers Club [ler crítica]) vão integrar o elenco da adaptação do best-seller The Girl On The Train (A Rapariga no Comboio), da autoria de Paul Hawkins (editado em Portugal através da Topseller). O filme será assinado por Tate Taylor (The Help [ler crítica]) e contará ainda com o desempenhos de Emily Blunt (Sicario), Haley Bennett (The Equalizer [ler crítica]) e Rebeca Ferguson, a actriz que se tem destacado em Mission: Impossible - Rogue Nation [ler crítica], ao lado de Tom Cruise.

 

O enredo segue Rachel (Blunt), uma mulher que apanha todos os dias o mesmo comboio. Durante a viagem, observa as mesmas paisagens e as mesmas casas, numa delas vislumbra a mesma família. Entediada com o percurso diário, Rachel imagina a vida perfeita destas mesmas, idêntica aquela que havia possuído e que perdeu recentemente, chegando mesmo a atribuir nomes aos desconhecidos do outro lado da janela. Porém, numa das suas triviais viagens, algo estranho capta a atenção da rapariga, uma imagem rápida que leva a suspeita de algo terrível. Rachel participa à polícia sobre o sucedido, sem imaginar que com isso trará consequências a todos os envolvidos.    

 

 

 Ver Também

Rebecca Ferguson na adaptação da "A Rapariga no Comboio"!

 

 

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publicado por Hugo Gomes às 18:22
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21.9.15

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Foi divulgado um novo trailer de The Walk, o novo filme do realizador Robert Zemeckis (Polar Express, Back to the Future) que tem como inspiração o memorável acto do criminoso artístico Philippe Petit, que caminhou sob uma corda entre os dois edifícios do World Trade Center, em 1974.

 

O actor Joseph Gordon-Levitt interpreta Petit, Ben Kingsley, Charlotte Le Bon e James Badge Dale são os outros nomes encontrados no elenco. The Walk chegará aos cinemas portugueses no dia 8 de Outubro, antes disso abrirá a 53ª edição do Festival de Cinema de Nova Iorque já no próximo dia 26 de Setembro.

 

Recordamos que este "golpe" artístico de Philippe Petit já havia sido registado num galardoado documentário de James Marsh, em 2008, intitulado de Man on Wire [ler crítica].

 

 

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publicado por Hugo Gomes às 16:29
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A badalada série da HBO, Game of Thrones (A Guerra dos Tronos), foi o grande triunfante de mais uma noite de Emmys. A sexta temporada da adaptação televisiva dos livros de George R.R. Martin arrecadou um valor recorde de 12 estatuetas, maior parte delas inseridas em categorias técnicas.

 

Mas apesar da sua inegável vitória, esta 67ª cerimónia foi marcada com a premiação de Viola Davis na categoria de Melhor Actriz Dramática. Graças ao seu desempenho em How to Get Away With Murder (Como Defender um Assassino), a actriz conseguiu fazer História, tornando-se na primeira mulher negra a vencer o respectivo Emmy.

 

 

"A única coisa que separa as mulheres de cor das outras é uma oportunidade. Não se pode ganhar um Emmy em papéis que não existem", discursou a actriz no preciso momento em que subiu ao palco do Microsoft Theatre, em Los Angeles, para receber o seu galardão.

 

 

Melhor Série Dramática
Game of Thrones

 

Melhor Série de Comédia

Veep

 

Melhor Mini-Série ou Telefilme

Olive Kitteridge

 

Melhor Actriz de Série Dramática

Viola Davis, How to Get Away With Murder

 

Melhor Actor de Série Dramática

Jon Hamm, Mad Men

 

Melhor Actriz Secundária de Série Dramática

Uzo Aduba, Orange is the New Black

 

Melhor Actor Secundário de Série Dramática

Peter Dinklage, Game of Thrones

 

Melhor Argumento de Série Dramática
Game Of Thrones

 

Melhor Realização em Série Dramática
David Nutter, Game of Thrones

 

Melhor Actriz de Série de Comédia

Julia Louis-Dreyfus, Veep

 

Melhor Actor de Série de Comédia

Jeffrey Tambor, Transparent

 

Melhor Actriz Secundária de Série de Comédia

Allison Janney, Mom

 

Melhor Actor Secundário de Série de Comédia

Tony Hale, Veep

 

Melhor Realização em Série de Comédia
Jill Soloway, Transparent

Melhor Argumento para Série de Comédia
Veep

Melhor Actriz em Mini-Série ou Telefilme
Frances McDormand, Olive Kitteridge

 

Melhor Actor em Mini-Série ou Telefilme
Richard Jenkins, Olive Kitteridge

 

Melhor Actriz Secundária em Mini-Série ou Telefilme
Regina King, American Crime

 

Melhor Actor Secundário em Mini-Série ou Telefilme
Bill Murray, Olive Kitteridge

 

Melhor Argumento em Mini-Série ou Telefilme

Olive Kitteridge

Melhor Realização em Mini-Série ou Telefilme
Lisa Cholodenko for "Olive Kitteridge"

Melhor Programa de Variedades
"The Daily Show With Jon Stewart"

 

Melhor Série de Variedades com Sketches
Inside Amy Schumer

Melhor Argumento para Série de Variedades
The Daily Show With Jon Stewart

Melhor Realização para Série de Variedades
Chuck O'Neil, "The Daily Show"

 

 

 

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publicado por Hugo Gomes às 10:39
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Foram divulgados os nomeados para o prémio European Discovery - Prix FIPRESCI, galardão que será entregue a uma jovem promessa do cinema europeu que realiza a sua primeira longa-metragem. A data de entrega será no próximo dia 12 de Dezembro em Berlim, no decorrer na cerimónia de entrega dos European Film Awards. Os cinco finalistas escolhidos pela Academia Europeia de Cinema foram revelados durante no Festival Internacional de Cinema de Oldenburg, na Alemanha, neles incluem:

 

Limbo, de Anna Sofie Hartmann

Mustang, de Deniz Gamze Ergüven

Goodnight Mommy, de Veronika Franz e Severin Fiala

Slow West, de John Maclean

Im Sommer Wohnt er Unten, de Tom Sommerlatte

 

O comité era composto por Dagmar Jocobsen, membro da Academia Europeia de Cinema, Lynda Myles da Pandora Productions, Mihai Chirilov do Festival de Cinema de Cluj, Gerwin Tamsma do Festival Internacional de Cinema de Roterdão e os representantes FIPRESCI - a Federação Internacional de Críticos de Cinema, Krzysztof Kwiatkowski, Neil Young e Marco Spagnoli.

 

 

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publicado por Hugo Gomes às 08:37
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20.9.15

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Foi revelado um novo trailer de Point Break: Ruptura Explosiva, o remake do homónimo filme de Kathryn Bigelow, realizado em 1991, com Keanu Reeves e Patrick Swayze nos principais papéis.

 

A intriga de Point Break remete-nos a um agente do FBI, Johnny Utah (o personagem deKeanu Reeves) infiltrado numa gangue de larápios surfistas a fim de desmantela-la. Contudo começa este começa a tecer uma crescente amizade pelo líder do dito gangue, o carismático Bodhi (que na versão de 1991 fora interpretado por Patrick Swayze). Luke Bracey (G.I. Joe: Retaliation) desempenhará Johnny Utah e Edgar Ramirez será Bodhi.

 

No resto do elenco poderemos ainda encontrar Ray Winstone, Teresa Palmer e Delroy Lindo. A realização estará a cargo de Ericson Core e o argumento será da autoria de Kurt Wimmer (Equilibrium). Prevê-se estrear no final do ano.

 

 

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Vejam o trailer e poster do remake de Point Break!

Reveladas as primeiras imagens do remake de Point Break!

Teresa Palmer em remake de Point Break!

Gerard Butler junta-se a Point Break 

 

 

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publicado por Hugo Gomes às 10:48
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Arranca hoje a 12ª edição do Doc's Kingdom, um Seminário Internacional sobre Cinema Documental organizado pela Apordoc, que decorrerá este ano, pela primeira vez, no Norte de Portugal, mais precisamente em Arcos de Valdevez.

 

O tema desta edição será "Todas as Fronteiras", prometendo reflectir sobre as fronteiras geopolíticas e os conflitos anexados, uma temática cada vez mais actual e urgentemente a ser debatida. A apresentação arrancará por voltas das 21h00 com a projecção de A Toca do Lobo, de Catarina Mourão, obra que esteve integrada na programação do Indielisboa deste ano e que nos remete aos segredos ocultos da família da própria realizadora, que tiveram ligação com a resistência portuguesa contra a ditadura salazarista.  

 

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Esta edição contará com as presenças do realizador israelita Eyal Sivan, o português Filipa César e Salomé Lamas, que ganhou a competição nacional no Doclisboa de 2012 com o seu Terra de Ninguém, que integrarão o debate prolongado por este ano.

 

Simultaneamente a apresentação do Doc's Kingdom ocorrerá na Casa dos Amigos do Minho, em Lisboa, por volta das 21h00 com a exibição de um filme inédito de Raúl Domingues, realizador de Flor Azul.

 

A 12ª edição decorrerá entre 20 a 25 de Setembro.

 

 

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publicado por Hugo Gomes às 09:42
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19.9.15

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Surge online um novo trailer de The Last Witch Hunter (O Último Caçador de Bruxas), uma obra inicialmente realizada por Timur Bekmambetov (Night Watch, Wanted), mas que acabou por ser assinada por Breck Eisner (The Crazies). 

 

Vin Diesel protagoniza seu primeiro filme original desde o fiasco de Babilónia A.D. (2008), interpretando Kaulder, um caçador de bruxas milenar que tenta impedir a ressurreição da Rainha das Bruxas nos tempos modernos.

 

Com Michael Caine, Elijah Wood, Ólafur Darri Ólafsson e Rose Leslie no elenco, The Last Witch Hunter estreará nos cinemas portugueses a 15 de Outubro.

 

 

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Trailer: The Last Witch Hunter, Vin Diesel vira exterminador de bruxas!

Vin Diesel caça bruxas em trailer de The Last Witch Hunter!

 

 

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publicado por Hugo Gomes às 10:11
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Onde irão confluir "criaturas" sentimentais …

 

Constituído por três actos, Praia do Futuro centra-se como um conto de libertação para dar lugar a uma reconciliação afectiva. Dirigido por Karim Aïnouz, conhecido pela comunidade cinéfila como o autor de Madame Satã, onde o transversalidade sexual serve de pano de fundo a atípico filme de favela, esta é uma obra intimista e extensa nessa intimidade com os protagonistas, mesmo que a câmara tende em reter essa cumplicidade com as respectivas personagens. Mantido de longe, e de uma configuração fria, Praia do Futuro, ao contrário do que o título poderia suscitar, é um claro retrato acinzentado, detido por uma melancolia crónica, onde nem as praias de Fortaleza conseguem diferenciar de uma Alemanha subjugada a um gélido clima. Até porque o que muda nessas transições de enumerados capítulos, não são os cenários, mas sim os sentimentos e as constantes nuances das suas personagens, com principal atenção ao de Donato (Wagner Moura, Tropa de Elite), um nadador salvador brasileiro que indicia um encontro com o seu ser mais profundo.

 

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O primeiro capitulo, intitulado de O Abraço do Afogado, envolve-se com uma aproximação de duas figuras desconcertadas, uma delas reivindicada pela tragédia, e a outra pela manifestação pessoal e a consequência dessa. Donato encontra assim a sua "alma" repartida no seio dessa sua fatalidade vivida, quer individual ou profissional. Até aqui, Praia do Futuro incendiava como um romance dignamente regido aos lugares-comuns do denominado cinema "queer", mas essa incógnita é evidenciada na transição de tons que se dá pelo avanço de um segundo acto. Um Herói Partido ao Meio, como é assim chamado, prevalece como um singelo "coming to age", uma moldagem comportamental do nosso protagonista que se transforma a olhos vistos. Contra os seus próprios sentimentos, a saudade que é diversa vezes salientada e citada de forma subliminar, Wagner Moura tem o mérito de camuflar a sua figura, utilizando os seus tons cameleónicos para comunicar com a direcção sugerida pela fita. O ritmo desvanece no seu todo na medula melancólica, fortemente "apimentada" no primeiro acto, agora entregue a este acto intermediário.

 

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Esta "ponte" dará acesso ao derradeiro acto, Um Fantasma que Fala Alemão, onde dá-se o esperado choque temporal, contudo, a obsessão pelo protagonista durante esta jornada narrativa faz dissipar qualquer climax assim sugerido, e a fraca apelação por personagens secundárias, que poderiam corresponder ao quotidiano de Donato, contribuem para essa amenização. Mas é neste capítulo, que Aïnouz também se liberta, e sob um jeito visual e estilístico. Não com isto dizer que o realizador vira um autêntico V.J., ou experimentalista nesse foro, mas sim demonstrando um gosto apurado no trabalho visual, compondo longos planos, isentes de diálogos, mas recheados de sentimentos puros e múltiplos.

 

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Por entre simbolismos, como a desejada "praia sem mar", que interage com uma elipse que vai desaguar numa comovente declaração de emancipação: "Existem dois tipos de medo e dois tipos de coragem. O meu, fingir que nada é perigoso. O teu, fingir que tudo é perigoso". Pois é, Karim Aïnouz incute um ensaio sobre o quanto minado é esse campo das emoções, as consequências que "explodem" e deixam seres repartidos, longe do seu mar. Intrinsecamente poético.

 

Filme de abertura da Queer Lisboa 19 – Festival Internacional de Cinema Queer

 

Real.: Karim Aïnouz / Int.: Wagner Moura, Clemens Schick, Jesuíta Barbosa

 

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publicado por Hugo Gomes às 07:05
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18.9.15
18.9.15

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Mais sobre a programação, ver aqui

 

 

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Filme de Peter Greenway encerra a edição de 2015 do Queer!

 

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publicado por Hugo Gomes às 11:59
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Chegou mais um trailer de Steve Jobs, o novo filme de Danny Boyle, com o argumento assinado por Aaron Sorkin, que conta com Michael Fassbender no papel do visionário co-fundador da Apple. A obra tem como base o livro biográfico de Walter Isaacson e em múltiplas entrevistas dadas pela personalidade ao longo da sua vida.

 

Recordamos ainda que esta não será a primeira biografia cinematográfica em torno de Steve Jobs, já que em 2013 estreava entre nós Jobs, uma fita de Joshua Michael Stern, com o actor Ashton Kutcher a desempenhar o papel principal.

 

Kate Winslet, Seth Rogen, Katherine Waterston e Jeff Daniels completam o elenco. Steve Jobs chegará aos cinemas portugueses no dia 12 de Novembro.

 

 

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Trailer: Michael Fassbender é Steve Jobs!

Natalie Portman em biopic de Steve Jobs

Confirmado: Michael Fassbender é Steve Jobs!

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Christian Bale desiste de ser Steve Jobs!

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Danny Boyle e Leonardo DiCaprio em novo biopic de Jobs?

David Fincher poderá realizar nova biopic de Steve Jobs

The Social Network (2010)

 

 

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publicado por Hugo Gomes às 00:35
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17.9.15

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Foi divulgado o trailer de Les Anarchistes (Os Anarquistas [ler crítica]), a segunda longa-metragem de Elie Wajeman (Alyah), que teve as honras de abrir a última edição da Semana da Crítica, em Cannes.

 

A acção decorre na transição do século XIX para o XX, em Paris, onde um jovem polícia parisiense, Jean Albertini (Tahar Rahim, Un Propheté), tem a importante missão de infiltrar no seio de um grupo de jovens idealistas, anarquistas, segundo o Inspector-Chefe da Policia (Cédric Kahn). Durante a sua arriscada missão, visto que terá que se envolver nas operações “criminosas” da sua nova comunidade, Jean envolve-se romanticamente com um dos seus membros, Judith (Adèle Exarchopoulos, L'Vie de Adèle), e fraternalmente com os restantes, tornando a missão num dilema sobre compromisso e lealdade.

 

Swann Arlaud, Guillaume Gouix, Karim Leklou e Sarah Lepicard completam o elenco. Les Anarchistes será apresentado em Portugal na próxima Festa do Cinema Francês.

 

 

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Semana da Crítica em Cannes abre com filme de Adèle Exarchopoulos e Tahar Rahim!

 

 

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publicado por Hugo Gomes às 14:36
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16.9.15

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A corrida aqui é outra!

 

Maze Runner: The Scorch Trials é a obra mais recente das três fatias da distopia juvenil - que parecem ter virado a tendência literária do momento - a ser adaptado para o grande ecrã. Uma "moda" que parece perdurar para os grandes estúdios lucrarem com uma revolução de marketing, que tão bem condiz com o espírito rebelde e quase anárquico da juventude actual.

 

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Mas verdade seja dita, ao contrário de The Hunger Games, cujos últimos capítulos têm adquirido um certo gosto de provocação politica, espelhada no nosso dia-a-dia, Maze Runner conduz-se como um prolongado ensaio de acção sob uma narrativa exposta aos parâmetros do cinema de cerco (no caso do primeiro livro e filme). Uma distopia que por momentos pede emprestado influências aos territórios percorridos por Romero ou das críticas fantasiosas escritas por um Orwell, mas que dificilmente consegue envergar por uma realidade paralela credível.

 

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Enquanto que no primeiro  filme, o absurdismo da sua intriga constituía de certa forma uma caricatura às matrizes do videojogo, neste segundo as influências referidas adquirem contornos mais exaustivos e o resultado está a vista de todos: uma sobreposição de lugares-comuns, "déjà vus" e mais premonições numa "aventura" em modo corrente. Faltam sobretudo personagens (devidamente caracterizadas) e uma ênfase dramática que possa ser nivelada com entusiasmo (ou na ausência deste ponto, uma viragem assertiva para um teor mais "trash" e despretensioso). Sim, tal como o titulo indica (Maze Runner), a narrativa começa a correr e acaba por acelerar ainda mais, o "nitro" só desvanece numa falsa elipse que tinha tudo para corresponder a um assombroso "cliffhanger"; ao invés disso, apostou-se num "não percam os próximos capítulos", e é possível até que vejamos mais um terceiro livro dividido em dois filmes de ritmos distintos.

 

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Acção, romance de vez em quando, muito frenesim tecnológico, testerona juvenil e uma distopia sugestiva sem fulgor político-social são os ingredientes perfeitos para tornar Maze Runner: The Scorch Trials o mais recente êxito de bilheteira. Agora se é cinema fértil? Nem por isso. Verifica-se sim, o automatismo industrial que estávamos à espera. É visualmente "bonitinho", com valores de produção invejáveis, mas é tão vulgar que chega a ser entediante.

 

"Wait here. No need playing bumper cars with the dead folks again.Let me find the light switches first."

 

Real.: Wes Ball / Int.: Dylan O'Brien, Kaya Scodelario, Thomas Brodie-Sangster, Ki Hong Lee, Giancarlo Esposito, Patricia Clarkson, Rosa Salazar, Lili Taylor, Barry Pepper, Alan Tudyk, Aidan Gillen

 

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publicado por Hugo Gomes às 23:06
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As Mil e Uma Noites, Volume 2: O Desolado [ler crítica] foi a obra seleccionada pelo  júri da Academia Portuguesa das Artes e Ciências Cinematográficas para representar Portugal na trigésima edição dos Prémio Goya, na categoria de Melhor Filme Ibero-americano, atribuído pela Academia de Artes e Ciências Cinematográficas de Espanha. O filme de Miguel Gomes sucede assim a Os Gatos não têm Vertigens [ler crítica], de António-Pedro Vasconcelos, a cerimónia de entrega dos respectivos prémios realiza-se em Fevereiro.

 

O Desolado, é o segundo tomo de uma trilogia dirigida por Miguel Gomes, que seguindo a mesma estrutura do clássico e popular conto persa o qual utiliza como título, As Mil e uma Noites assume-se como um relato de um "desgraçado país, Portugal", segundo as palavras do autor. Tendo como um registo que combina a realidade nacional com uma fantasia que funciona como crónica e ironia: "ficção e retrato social, tapetes voadores e greves". O Volume 2 apresenta-nos três relatos: Crónica da Fuga do Simão 'Sem Tripas', o qual seguimos as aventuras e desventuras de um fugitivo da GNR; As Lágrimas da Juíza, uma extensa caricatura do panorama social do nosso país visto pela perspectiva de uma justa juíza; e por fim Os Donos de Dixie, o retrato dos habitantes de um bairro social que se vêem confrontados com a chegada de uma simpático cachorro.

 

A seleccionada obra do realizador de Tabu [ler crítica], o qual o primeiro volume, O Inquieto [ler crítica], encontra-se presente nas nossas salas, terá estreia prevista no dia 24 de Setembro, por sua vez o desfecho deste épico, O Encantado [ler crítica], acontecerá no dia 1 de Outubro.

 

Vale a pena relembrar que As Mil e Uma Noites foi apresentado na última edição da Quinzena de Realizadores em Cannes, e no passado Curtas Vila do Conde, e foi premiado no Sydney Film Festival. Será ainda o representante português para os Óscares.

 

 

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publicado por Hugo Gomes às 22:34
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Foi revelado um terceiro trailer de In the Heart of the Sea (No Coração do Mar), o próximo filme de Ron Howard (The DaVinci Code, A Beautiful Mind), que é inspirado no mito transposto a livro, Moby Dick.

 

A acção decorre em meados do século XIX e num mundo ainda guiado por superstições e lendas encontramos um baleeiro que persegue um gigantesco cachalote durante 90 dias. Chris Hemsworth que trabalhou com o realizador em Rush - Entre Rivais é o protagonista desta reinvenção da famosa história de presas e predadores. 

 

Cillian Murphy (Sunshine), Ben Whishaw (Cloud Atlas), Brendan Gleeson (in Bruges) e Tom Holland (lo Imposible) completam o elenco. In the Heart of the Sea tem estreia marcada no dia 10 de Dezembro 2015. 

 

 

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publicado por Hugo Gomes às 17:41
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Mais um novo trailer de Bridge of Spies chega a nós! Tom Hanks é o protagonista do novo filme assinado por Steven Spielberg que conta com um argumento escrito pelos irmãos Coen. Baseado numa história verídica, em Bridge of Spies, Hanks será James Donovan, um advogado que é recrutado pela CIA para negociar a libertação de um piloto capturado na União Soviética. Os actores Amy Ryan, Alan Alda, Sebastian Koch e Mark Rylance completam o elenco. Estreia prevista para 21 de Outubro no nosso país.

 

 

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publicado por Hugo Gomes às 16:35
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Woody Harrelson (The Hunger Games) vai estrelar como vilão no novo filme do franchising de The Planet of the Apes, intitulado de War of the Planet of the Apes, que será novamente dirigido por Matt Reeves depois do êxito de Dawn of the Planet of the Apes (Planeta dos Macacos: A Revolta [ler crítica]).

 

Para além de Harrelson, o qual sabe-se que irá interpretar uma personagem denominada de Colonel, também o jovem actor Gabriel Chavarria (A Better Life) encontra-se integrado no elenco. Andy Serkis repetirá o seu papel de Caesar, o chefe máximo dos símios guerrilheiros, e Mark Bomback volta ao franchising como argumentista.

 

Recordamos que Dawn of the Planet of the Apes, estreado entre nós em Julho de 2014, rendeu mais de 700 milhões de dólares me todo o mundo. Foi o oitavo filme de um franchising iniciado em 1968, Planet of the Apes (O Homem que veio do Futuro), de Franklin J. Schaffner, que teve como base o famoso livro de Pierre Boulle. Nesta obra, Charlton Heston interpretava um astronauta que aterra num "planeta" dominado por primatas inteligentes, acabando mais tarde perceber que tratava-se da sua Terra, vários anos passados. Desde então surgiram sequelas, prequelas, reboots e um remake falhada dirigido por Tim Burton em 2001, com Mark Wahlberg no principal papel.

 

Nesta nova trilogia, seguimos a ascensão de Caesar (interpretado por Andy Serkis por vias da tecnologia motion capture), que é dotado intelecto superior em comparação aos demais primatas, mas as injustiças que pelo qual foi submetido pelos humanos o tornaram emancipador, um messias de toda a raça símia. O grande objectivo desta nova saga é narrar os acontecimentos que levarão ao "twist" da obra de Schaffner.

 

War of the Planet of the Apes irá ser lançado para os cinemas em 2017.

 

 

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publicado por Hugo Gomes às 08:13
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15.9.15

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Foi divulgado, durante a D23 Expo (um evento organizado pela Walt Disney Pictures em Oakland, Califórnia), o primeiro poster de The Jungle Book (O Livro da Selva), a nova versão do homónimo clássico literário de  Rudyard Kipling, que combina imagem real e CGI.

 

A história segue um menino órfão, Mowgli, que é criado por lobos e apadrinhado pelos outros animais da selva, nomeadamente Bagheera que será o seu mentor. Contudo, é visto como uma ameaça para Shere-Kan, um tigre temido por todos que se proclama como o rei da selva.

 

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Este novo filme contará com a direcção de Jon Favreu (Iron Man)  e um argumento de Justin Marks (20,000 Leagues Under the Sea), os actores Idris Elba, Scarlett Johnson, Ben Kingsley, Christopher Walken, Bill MurrayLupita Nyong'o e Giancarlo Esposito integraram o elenco vocal. Relembro que esta não será a única adaptação cinematográfica a ser produzida, a Warner Bros prepara uma prequela do livro com Andy Serkis como realizador.

 

The Jungle Book chegará aos cinemas em Abril de 2016!

 

 

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publicado por Hugo Gomes às 18:02
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Foi divulgado um novo trailer de Creed, um spin-off do universo de Rocky, desta vez centrado na família de Apollo Creed, o pugilista rival da personagem interpretada por Sylvester Stallone no clássico de 1976. Stallone regressa como Rocky Balboa

 

O filme conta com a direcção de Ryan Coogler, o responsável pelo filme sensação do Festival de Sundance de 2013, Fruitvale Station (vencedor do Grande Prémio e Prémio de Público [ler crítica]) e é protagonizada pela respectiva estrela desse filme, Michael B. Jordan, que interpreta aqui o neto da personagem anteriormente interpretada por Carl Weathers, um homem com aptidões naturais para o boxe cuja família tenta afastar dos ringues. 

 

Creed chega aos cinemas americanos em Novembro.

 

 

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publicado por Hugo Gomes às 14:58
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Os monstros aqui são outros!

 

De “Ruína Azul” para o “Quarto Verde”, Jeremy Saulnier persiste no seu percurso por esta América profunda e nada recomendável. Uma faceta negra de um país egocêntrico que tem nos últimos tempos a revelar-se numa ameaça que qualquer "outra coisa", sim, refiro à ascensão de Trump na política que tem, por fim, dado voz a esta faixa social.

 

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Ambos os capítulos tem em comum a sua violência, quer gráfica, e a intrinsecamente “acarraçada” nas suas personagens. Em Blue Ruin (Ruína Azul), a situação tendia em subliminarmente criar um episódio de carácter violento, enquanto que em Green Room, sob uma profunda fotografia verde que automaticamente nos transporta para as atmosferas mais sombrias dos filmes de terror, concretiza-se um exercício dessa mesma vertente, o acto da explosão versus a procrastinação paciente. Mas que exercício é esse? Green Room é definitivamente mais um filme de cerco, personagens encurraladas que a todo o custo tentam sair do enclausuramento, porém, sob a ameaça de monstros. Contudo, estes monstros são mais reais do que aquilo que se pensa … por outras palavras … temos neonazis do outro lado da porta, à espera para nos desmembrar.

 

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Saulnier brinca aos “wannabes” de John Carpenter, replica Assault on Precinct 13 (Assalto à 13ª Esquadra) e prolonga-se para os pontos definidos do subgénero. A corrida contra o tempo faz-se por essa violência tremenda, nem que para isso transforma-se homens em maniqueísmos automáticos ao serviço de um agenda de correcta politica contra esta América Proibida. Se o leitor automaticamente, perante estas palavras, recordou o famoso filme de Tony Kaye onde Edward Norton é uma figura respeitada de um movimento neonazi, não é por menos, a nova obra de Saultner interliga-se moralmente a esse dito produto mainstream. É demasiado “moralista" em relação às ideologias básicas das suas personagens, tornando-se na mais pura evidencia que o cinema norte-americano precisa de uma suástica tatuada no ombro continua para personifica o puro mal. Patrick Stewart, é em todo o caso, o vilão perfeito para se odiar, mas novamente, um embrião de América Proibida (America History X) em força, a traição do líder perante a força ideológica do movimento que lidera.

 

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Contudo, há que prezar algumas tendências bem aprumadas deste Green Room, a urgência de descartar abomináveis criaturas fantásticas para se emergir numa crítica social, por vezes tão totalitarista que os seus mesmos antagonistas. Violência com violência se paga, a enésima catarse da sua animalidade interior, quer com nazis ou não. Enfim, não é a sétima maravilha que se fala por aí.

 

Filme visualizado no 9º MOTELx: Festival Internacional de Cinema de Terror de Lisboa

 

Real.: Jeremy Saulnier / Int.: Anton Yelchin, Patrick Stewart, Imogen Poots, Alia Shawkat, Mark Webber

 

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6/10

publicado por Hugo Gomes às 01:29
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14.9.15

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Brincadeiras (quase) perigosas!

 

Foi numa noite tempestuosa quando duas beldades bateram à parta de Evan Webber (Keanu Reeves), um devoto esposo e pai de família, pedindo auxilio e abrigo. Para Webber, o difícil foi dizer que não, vergado pelo espírito solidário, mas também de macho dominante que aproveita a situação para seu perfeito jubilo. Contudo, esta decisão trará consigo consequências inimagináveis.

 

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Curiosamente, Knock Knock, a refilmagem do quase desconhecido Death Game, de Peter S. Traynor, arranca como uma fantasia masculina para dar lugar a uma "home invasion" com mais tendências à vaga fermentada por Funny Games, de Michael Haneke, do que propriamente com a matéria original datada de 1977. Eli Roth demonstra mais uma vez que é um conhecedor das matrizes e códigos do género de terror, uma evidência vistosa com as claras reviravoltas que uma intriga aparentemente simples converte-se.

 

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Porém, o realizador exibe outro dote, o da ousadia. É que esta invasão doméstica, claramente doseada com um certo humor negro, é instalada como uma alusão social em defesa dos homens enquanto seres facilmente puníveis pelo sistema de justiça e pelo senso comum. Isso, rebeldia em pessoa, frente a uma imensa onda politicamente correcta e a crescente preocupação por parte do cinema norte-americano em dar voz à luta pela igualdade social das mulheres. Nesse sentido, Roth parece ter aprendido com David Slade e o seu curioso - mas não suficientemente capaz - Hard Candy. Mesmo com análises críticas por parte de um realizador que está pouco "marimbando" para opiniões alheias, Knock Knock sustém por influências dignamente trash, nunca cedendo ao espectáculo sério que os grandes estúdios tentam a todo o custo lançar, nem com aspirações para ser o próximo "big thing" do género, tal como fora, por exemplo, o seu díptico Hostel.

 

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Por outro lado, há que aplaudir Roth de conseguir, num só filme, extrair em Keanu Reeves expressividades raramente vistas no cinema por parte deste. É óbvio que a estrela de Matrix não nos brinda com um desempenho digno de Óscar ou de um registo pintado sob tinta permanente, porém, funciona na perfeição como a representação masculina requisitada para o filme.

 

"Death? Death? You're gonna kill me? You're gonna fucking kill me? Why? WHY? Because I fucked you? You fucked me! You fucked ME! You came to MY house! You came to ME! I got you a car, I brought you your clothes, you took a fuckin' BUBBLE BATH! You wanted it! You wanted it! You came on to me! What was I supposed to do? You sucked my cock, you both fucking sucked my cock! It was FREE PIZZA! Free fuckin' pizza! It just shows up at my fuckin' door! What am I supposed to do? "We're flight attendants. Come on, fuck us! No one will know. Come on, fuck us!" Oh, twosomes, threesomes. It doesn't matter! Starfish! Husbands! You don't give a fuck, you'll just fuck anything, you'll just fuck anything! Well, you lied to me, I tried to help you! I let you in, I was a good guy, I'm a good father! And you just fucking fucked me! What? Now, you're gonna kill me? You're gonna kill me? Why? Why? 'Cause you fucked me? What the fuck-FUCK-FUCK, this is fucking insane!"

 

Filme de encerramento da 9ª edição do MOTELx: Festival Internacional de Cinema de Terror de Lisboa

 

Real.: Eli Roth / Int.: Keanu Reeves, Lorenza Izzo, Ana de Armas, Aaron Burns

 

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6/10

publicado por Hugo Gomes às 17:06
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