23.3.15

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O crítico, antigo director da Filmoteca Española e director geral do Instituto de Cinema Espanhol, Miguel Marías, estará presente na Cinemateca-Portuguesa Museu do Cinema, entre os dias 23 a 27 de Março, para a apresentação de um ciclo dedicado a Jacques Tourneur. Numa selecção de cinco filmes que destinam a conhecer as diferentes facetas do cineasta, assim como a sua mestria em se conduzir pelas sombras. Os filmes deste mesmo ciclo são os seguintes:

 

 

O Homem-Leopardo (The Leopard Man, 1943) – Uma das obras menos conhecidas do realizador. O horror transmitido por um leopardo servido de adereço publicitário de um estúdio que consegue escapar e aterroriza uma cidade do México. Mais uma colaboração entre o realizador e o produtor Val Lewton, apelidado de “O Homem das Sombras”, depois de A Pantera (Cat People), o seu filme mais emblemático, e Zombie (I Walked with Zombie), um dos considerados primórdios dos zombies no cinema.

 

Amor Selvagem (Canyon Passage, 1946) Um elogiado western submetido a um tratamento digno do film noir. Baseado numa novela de Ernest Haycox, o filme foi nomeado com um Óscar da Academia na categoria de Melhor Música Original.

 

Arrependido (Out of the Past, 1947) Constantemente mencionado como um dos seus melhores filmes, Arrependido é um canónico film noir sobre um homem que regressa à cidade do seu passado, um berço de corrupção, duplicidade e traição. Robert Mitchum, Jane Greer e Kirk Douglas integram o elenco.

 

O Expresso de Berlim (Berlin Express, 1948) - O seu filme mais "hitchocokiano", seguindo a trama de um grupo de passageiros de um comboio que se vêm acidentalmente envolvidos num plano de assassinato de um Nazi numa Alemanha pós-Guerra.

 

A Rainha dos Piratas (Anne of the Indies, 1951) - A actriz Jean Peters interpreta a Capitã Pirata Anne Providence, sujeita a ser espionada pelo reformado pirata LaRochelle (Louis Jourdan). Seguindo a moda dos filmes do género da "pirataria", Jacques Tourneaur compõem aqui um dos seus filmes mais classicistas, mas nem por isso entusiasmante.

 

 

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publicado por Hugo Gomes às 11:32
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22.3.15

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O FESTin -  Festival Itinerante em Língua Portuguesa vai regressar ao Cinema São Jorge, Lisboa, já no próximo mês de Abril, mais concretamente entre os dias 8 a 15, enchendo o Cinema São Jorge com mais de 85 produções provenientes dos noves países que compõem a CPLP (Comunidade de Países de Língua Portuguesa).

 

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Esta 6ª edição terá como país homenageado, Timor-Leste, o qual em sua honra será providenciado um debate, "Timor, Janela Aberta", que servirá como um olhar ao "horizonte" deste país em plena evolução, e a exibição de dois filmes, Fraternuras e o documentário Guerra e um Pouco de Paz, que segue a vida do líder revolucionário e Prémio Nobel da Paz, José Ramos Horta. Seguindo os passos da edição anterior, o FESTin continuará com a iniciativa do país convidado, sendo assim, a Argentina é o novo anfitrião, sucedendo a França da 5ª edição. Entre os filmes que correspondem a secção, destaca-se El Crítico, o sucesso argentino que nos remete à homónima profissão que tem tecido certo amores e muito mais ódios.

 

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A actriz Valéria Carvalho será a apresentadora do festival que abrirá com a produção brasileira Vendedor de Passados, de Lula Buarque de Hollanda. Baseado num livro do escritor angolano José Eduardo Agualusa, o filme protagonizado por Lázaro Ramos e Alinne Moraes nos remete a um homem especializado em construir passados para que os seus clientes possam viver um presente devido. Como encerramento, o escritor Paulo Coelho, conhecido no nosso país como autor dos sucessos de O Alquimista e Veronica Decide Morrer, será alvo de um controversa biografia, Não Pare na Pista: A Melhor História de Paulo Coelho, com o actor Júlio Andrade na pele do celebre escritor.  

 

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Uma novidade nesta nova edição do FESTin é a Homenagem à Rede Globo, o famoso estúdio brasileiro não é apenas a "fábrica de novelas" pelo qual é categorizado em Portugal, mas sim uma pretensiosa rede de produções cinematográficas, todas elas descritas com um profissionalismo técnico e produtivo. Na programação deste curioso olhar pelo mundo da Globo Filmes, está agendado  o debate “Cinema x Televisão" que terá como participantes o director da respectiva produtora, Edson Pimentel, o director da sede portuguesa, Ricardo Pereira, o apresentador de televisão da RTP Mário Augusto, produtor e realizador brasileiro Cavi Borges e por fim o director da distribuidora Cinemundo, Nuno Gonçalves.

 

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Os mais novos, assim como os mais velhos terão lugar na programação do FESTin. Os primeiros poderão beneficiar com o Festinha, uma selecção cuidada de longas e curtas metragens, enquanto que para a terceira idade é dirigido o FESTin sem Idade, onde serão apresentadas quatro curtas-metragens que tem como temática, questões emocionais que ditam a realidade dos idosos. Como é habitual as sessões de Competição, quer de longas e curtas-metragens, quer de ficções ou de documentários, e a Mostra de Inclusão Social se manterão.

 

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Por último e não menos importante, a presença de duas longas-metragens portuguesas na programação. Lura, de Luís Brás, a história de um homem que tenta fugir, sem êxito, do seu passado, e Porta 21, do realizador de Além de Ti (que teve estreia na 3ª edição do FESTin), João Marco, uma obra de contornos de film noir.

 

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publicado por Hugo Gomes às 21:47
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Foi divulgado o primeiro teaser trailer do novo filme do franchising Mission: Impossible, intitulado de Rogue Nation. Dirigido por Christopher McQuarrie (Jack Reacher), a trama segue Ethan Hunt (Tom Cruise) regressa ao activo com a sua equipa para impedir uma organização, Syndicate, de tentar erradicar a IMF. Livremente baseado numa popular série televisiva dos anos 70 criada por Bruce Geller, Mission: Impossible já havia originado quatro filme que rendaram mais 2,100 mil milhões de dólares em todo o Mundo, tendo sido o segundo e quarto filme os mais bem sucedidos da saga. Jeremy Renner, Simon Pegg, Rebecca Ferguson, Alec Baldwin, Ving Rhames e Sean Harris são outros nomes que compõem o elenco. Estreia prevista para Julho.

 

 

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publicado por Hugo Gomes às 18:43
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21.3.15

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A sua primeira aparição foi em 1995 numa das curtas-metragens das icónicas personagens da Aardman, Wallace & Gromit. Porém, nessa altura estávamos longe de adivinhar o percurso de êxito desta carismática personagem, Shaun the Sheep, por cá  A Ovelha Choné. Depois de uma série de mais de 130 episódios, spin-offs e curtas, a nossa ovelha é a protagonista da nova aposta nas longas-metragens animadas do estúdio. Por enquanto, foi um dos filmes em destaque da 15ª edição da MONSTRA: Festival de Animação de Lisboa. O Cinematograficamente Falando … teve o prazer de falar com os dois realizadores do filme, Mark Button e Richard Starzak. A estreia comercial do filme em Portugal está programada para Setembro de 2015.

 

 

 

Shaun the Sheep iniciou como um secundário de uma curta para mais tarde protagonizar uma série própria. Agora é estreia do seu primeiro filme. Como explicam o sucesso desta personagem?



Richard Starzak: Existem várias razões. Uma delas, eu penso que o universo da comédia slapstick é universal, quer na Europa, América, Japão ou Austrália. É uma linguagem universal, onde são poucos que têm uma perspectiva diferente, visto que não tem diálogos e é simples para a percepção em qualquer país.

 

Mark Button: Como personagem, nós sabemos que é bastante astuto e que tem um coração de ouro. E as crianças adoram a sua essência, o de fazer parte de um mundo secreto. Um mundo secreto das ovelhas. Penso que é isso que as crianças adoram. Mas tenho que dar crédito aos seus criadores, ao design da personagem, porque segundo dizem uma boa personagem animada consegue ser identificada somente pela sua silhueta. Basta apenas as sombras, não é preciso ver a personagem por inteiro, ou até o corte de cabelo para perceber que é Shaun the Sheep. E é isso que a torna acessível, ou seja, icónica.

 

 

 

Sendo Shaun the Sheep o vosso primeiro trabalho de direcção, como descrevem essa experiência?



M: Foi boa, bastante desafiante. Mas temos que entender não basta ter uma tarefa de realizador a 100%, mas sim de nos envolvermos em outras tarefas, todas elas de diferentes níveis. Adquiri imensa experiência em guionismo, ou seja, no lado do enredo, mas por outro lado não possuía experiência na vertente da animação, no design ou no desenho. Mas tínhamos uma boa equipa na Aardman, quer dizer, uma boa equipa que nos ajudou e nos fez entender toda essa parte da animação. Também tivemos uma boa equipa de produção, uma equipa com imenso talento, habilidade e experiência. Por isso podemos dizer que tivemos a melhor equipa que se poderia pedir. Eles ajudaram-nos imenso.

 

 

R: Sim, este foi o meu primeiro filme dirigido, apesar de ter realizado imensos episódios e ter escrito muitos também. Mas sim, foi uma experiência fantástica. Foi bastante estimulante. Por vezes assustador, porque é uma produção sem diálogos, mas acima de tudo foi fantástico, como também compensador, visto que é óptimo ver as audiências a rir nos momentos exactos, assim como chorar nos momentos certos.

 

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Como foi escrever o argumento de um filme de hora e meia, baseado numa série em que cada episódio não excedia os sete minutos de duração?

 

M: Acho, que primeiro de tudo, tivemos que ver a série tal como ela é, porque nós temos personagens muito fortes. Depois tentamos dar a essas personagens mais vida emocional, uma história sentimental. Como todos as boas animações, teríamos que ter uma história bastante emocional. Teríamos que diferenciar as personagens daquilo que inicialmente aparentam ser. O que nós definimos é que tínhamos que estabilizar a vida dentro da Quinta e fora da Quinta. Quer dizer, a oposição ao mundo rural à cidade. Achámos melhor colocá-los na Big City (Grande Cidade). Nós tínhamos uma história simples, mas com personagens fortes conseguimos criar um efeito de «extraterrestre», ou como se diz, um peixe fora de água, neste caso uma ovelha sem o seu rebanho. Por fim inserimos muitas piadas, comédia assim por dizer, mas claro, um lado mais emocional.

 

R: Em sete minutos não precisas uma ideia de uma piada para avançar profundamente, mas em alguns episódios já existia uma linguagem cinematográfica, o que nos sugeria que Shaun the Sheep poderia originar histórias mais longas. Sim, o desafio foi mesmo preencher esse tempo com a história de Shaun e o seu ponto de vista. Era exactamente isso que nós pretendíamos. Esse era o truque, o que acabou por ser compensador.

 

 

 

Como foi o processo de criação desta animação? Foi demoroso?

 

M: Sim, é bastante demoroso. Conseguíamos fazer dois segundos de animação por dia, isto num bom dia. Numa semana fazíamos dois minutos, isto numa boa semana. Mas Shaun the Sheep foi mais rápido que muito dos filmes de animação. Concretizamos a obra em 10 meses, o que foi bastante rápido para uma animação de stop-motion. É um processo em quase "slow-motion", mas bastante dinâmico. Nós tínhamos cenários reais, marionetas reais, propriedades reais, luzes, câmaras, todas as existências físicas. Os actores são os animadores e eles conseguem captar aquilo que pensamos através das personagem. Sim, eles são os grandes motivadores desta animação. São os nossos actores.

 

R: Bem, todos os filmes de animação são lentos [processo de criação]. Para fazer um com CGI é necessário a mesma disciplina. Precisas do mesmo esforço no design e na construção das personagens e cenários, a luz, a animação, são as mesmas coisas só que interpretadas num computador. Penso que fazer uma animação stop-motion é uma experiência satisfatória, fazer algo com presença física, e as crianças adoram "stop-frames" porque sabem que aquilo, de certa forma, existe. Todavia, há limitações. Por exemplo, no CGI não existe gravidade, elemento que existe no processo do "stop-frame". Então sentimos que temos que ir mais além daquilo que é minimamente requerido. Constantemente temos que pensar. Como vamos fazer isto? Como iremos meter esta personagem a voar? Coisas do género. É sempre desafiante, mas ao mesmo tempo divertido.

 

 

 

E quanto a novos projetos? O que vai ser do futuro de Shaun the Sheep?

 

R: Iremos fazer mais episódios, estamos a preparar um especial de Natal chamado Farmer's Lhamas. Esperemos que o estúdio também deseje fazer um novo filme de Shaun the Sheep, e algumas ideias que de momento não podemos adiantar.

 

M: Penso que o estúdio terá um futuro brilhante e que integrará parte do futuro da animação, pois eles estão a trabalhar para isso, assim como nós. Irá ser um percurso entusiasmante. Diversos filmes irão ser rodados e, ao contrário do que as pessoas dizem, que o stop-motion é uma moda velha e ultrapassada, pensamos que este tipo de animação terá um futuro brilhante.

 

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publicado por Hugo Gomes às 23:50
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O último filme de Isao Takahata, The Tale of the Princess Kaguya (ler critica), foi o grande vencedor da 15ª edição da MONSTRA, tendo conquistado  o Grande Prémio RTP de Longas-Metragens, por outro Song of the Sea, de Tomm Moore, foi consagrado com o Prémio Especial de Júri, assim como de Melhor Banda Sonora. Quanto à secção de Curtas-Metragens, o francês Man on the Chair  foi o grande vencedor.

 

Destaque para a última produção da Aardman, Shaun the Sheep (ler crítica), com o Prémio do Público e de Melhor Filme para a Infância e Juventude, e o português Fuligem que conquistou o titulo de Melhor Curta-Metragem Portuguesa, Prémio Público e  Prémio Especial de Júri. Todo os premiados podem ser vistos abaixo:

 

 

COMPETIÇÃO DE LONGAS-METRAGENS

 

Melhor Longa-Metragem - Grande Prémio RTP

Tale of the Princess Kaguya, de Isao Takahata (Japão)

 

Prémio Especial do Júri

Song of the Sea, de Tomm Moore (Irlanda)

 

Menções Honrosas

Giovanni's Island, de Mizuho Nishikubo (Japão)

Lisa Limone e Maroc Orange, de Mait Laas (Estónia)

Jack and the Cuckoo Clock Heart, de Mathias Malzieu e Stephane Berlá (França)

 

Prémio do Público

Shaun the Sheep, de Mark Burton e Richard Starzak (Reino Unido)

 

Melhor Filme para a Infância e Juventude

Shaun the Sheep, de Mark Burton e Richard Starzak (Reino Unido)

 

Melhor Banda Sonora

Song of the Sea, de Tomm Moore (Irlanda)

 

 

 

COMPETIÇÃO DE CURTAS-METRAGENS

 

Melhor Curta-Metragem Internacional - Grande Prémio RTP

Man on the Chair, de Dahee Jeong (França)

 

Prémio Especial do Júri

Fuligem, de David Doutel e Vasco Sá (Portugal)

 

Menções Honrosas

Tick Tack, de Ülo Pikkov (Estónia)

Nuggets, de Andreas Hykade (Alemanha)

 

Prémio do Público - Prémio Nescafé Dolce Gusto

We Can't Live Without Cosmos, de Konstantin Bronzit (Rússia)

 

Melhor Filme Experimental

É In Motion No.2, de Sumito Sakakibara (Japão)

 

 

 

COMPETIÇÃO PORTUGUESA

 

Melhor Curta-Metragem Portuguesa - Prémio SPA | Vasco Granja

Fuligem de David Doutel e Vasco Sá

 

Menções Honrosas

Os Prisioneiros de Margarida Madeira

O Cantos dos 4 Caminhos de Nuno Amorim

 

Prémio do Público

Fuligem de David Doutel e Vasco Sá

 

 

 

COMPETIÇÃO DE CURTÍSSIMAS 

 

Melhor Curtíssima Internacional 

Cupidiculous, de Panop Koowat (EUA)

 

Melhor Curtíssima Portuguesa - Prémio FNAC

Home Dog, de Emanuel Barros

 

Menções Honrosas

Macondo, de Zilai Feng (EUA)

Deskloop, de Evelien Lohbeck (Holanda)

 

 

 

COMPETIÇÃO DE ESTUDANTES - Júri Júnior

 

Melhor Filme Português

Que Dia É Hoje de Colectivo Fotograma 24 e 24 Jovens de Montemor-o-Novo (Portugal)

 

Melhor Filme Internacional 

This Is How It Starts de Shahaf Ram (Israel)

 

Menções Honrosas

Mend and Make Do de Bexy Bush (Reino Unido)

There's a Man in the Woods de Jacob Streilein (EUA)

Tele-Sofia de Ana Fernandes, Manuel Sá e Nuno Mendanha

 

 

 

COMPETIÇÃO DE ESTUDANTES - Júri Sénior

 

Melhor Curta de Estudantes Portuguesa - Prémio Carl Zeiss Vision

Tele-Sofia de Ana Fernandes, Manuel Sá e Nuno Mendanha

 

Melhor Curta de Estudantes Internacional - Prémio Carl Zeiss Vision

Mend and Make Do - Bexy Bush Bush (Reino Unido)

 

Menções Honrosas

This Is How It Starts de Shahaf Ram (Israel)

Tale de Bertoli Attila (Hungria)

La Fenetre de Barrère, Blondeel, Corcho, Leroi, Proust, Riviére, Tapare (França)

 

Prémio do Publico - Prémio Bebidas de Cereais Nestlé

Tale de Bertoli Attila (Hungria)

 

 

 

COMPETIÇÃO CINEMA MAIS PEQUENO DO MUNDO

 

Amendoim de Bronze

The Evening Cigarette de Matthieu Van Eeckhout (França)

 

Amendoim de Prata

Bolas! ET's Outra Vez?! de Bruno Caetano (Portugal)

 

Amendoim de Ouro

Supervenus de Frederic Doazan (França)

 

 

 

COMPETIÇÃO MONSTRINHA

 

Melhor Filme Monstrinha

A Single Life, de Job, Joris e Marieke (Holanda)

 

Menções Honrosas

3 aos 6 - Historia de um Urso, de Gabriel Osorio Vargas (Chile)

7 aos 12 - O Elefante e a Bicicleta, de Olesya Shchukina (França)

+ de 13 - O Presente, de Jacob Frey (Alemanha)

Pais e Filhos - Lambs, de Gottfried Mentor (Alemanha)

 

Prémio do Público Monstrinha

3 aos 6 - Lune et le Loup, de Toma Leroux, Patrick Delage (França)

7 aos 12 - O Elefante e a Bicicleta, de Olesya Shchukina (França)

+ de 13 - O Presente, de Jacob Frey (Alemanha)

 

 

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20.3.15

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Quando uma "ovelhinha" decidiu ser emancipadora?

 

Os holofotes estão apontados para esta personagem secundária (primeira aparição foi em 1995) que depressa se transformou na protagonista de uma série com mais de 130 episódios, fazendo agora a transição para uma longa-metragem que irá determinar de vez o seu sucesso. Shaun the Sheep,  por cá  Ovelha Choné, é uma das mais bem sucedidas criações dos estúdios da Aardman, especializado em animações stop-motion. Personagem essa que beneficia de uma das vertentes cómicas mais apreciadas e universalmente mimetizadas, o apelidado slapstick, o humor físico e desastroso, quase comparado com um Chaplin ou um Buster Keaton da animação. Talvez seja isso o que mais agrada nas aventuras deste irreverente ovino, capaz de desafiar uma já datada gímnica cinematográfica.

 

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Porém, o seu desafio não é o de desmistificar mitos, mas outro. Será que a personagem resiste a um formato de longa-metragem? A resposta encontra-se  num dos êxitos da Aardman, Wallace & Gromit. Os astros do referido estúdio deram o seu salto da curta para longa-metragem em 2005, sem que se evidenciasse tendências de prolongação episódica (a compensação veio depois com o Óscar de Melhor Filme de Animação). Obviamente, o argumento da Ovelha Choné é simples, mas Mark Button e Richard Starzak [realizadores] apostam fortemente numa ênfase mais emocional do seu leque de personagens, seguindo a narrativa  caminhos de forma a mostrar os seus trunfos, ou seja, o seu sentido de humor, especialmente transcendente para os adultos (estes divertirão-se mais que as próprias crianças, o público alvo).

 

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Já o stop-motion é apresentado sem qualquer falha técnica, de forma dinâmica e visualmente cativante para a narrativa, sem com isto perder a essência original. Claro, as personagens são divertidíssimas e as peripécias em que a Ovelha Choné se encontra constantemente envolvida são deliciosamente acompanhadas por um humor afinado e, de certa forma, imprevisível. Mais do que um mero produto da categoria de animação, A Ovelha Choné é uma comédia imparável, astuta e bem conseguida.

 

Filme visualizado na MONSTRA 2015 - Festival de Animação de Lisboa

 

Real.: Mark Button, Richard Starzak

 

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8/10

publicado por Hugo Gomes às 19:49
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Yvone Kane chegou aos cinemas dez anos depois da primeira longa-metragem de ficção da cineasta Margarida Cardoso. Trata-se de um revisitar a uma Moçambique traumatizada pelos horrores da guerra colonial e pelas promessas não cumpridas. O Cinematograficamente Falando … teve o privilégio de falar com a realizadora sobre o seu mais recente filme, a sua confrontação com os fantasmas do passado, o seu regresso "indefinido" a Moçambique e o seu olhar ao panorama actual do cinema português.

 

 

Como surgiu a ideia deste filme? Como foi regressar a Moçambique?


Surgiu exactamente do facto de eu não ter regressado. De ter feito imensos projectos lá. Ao longo deste tempo todo, tenho trabalhado sempre em vário projectos de lá e foi então que fui construindo esta ideia de uma grande atracção pelos espaços, não é bem paisagens, mas territórios distantes, locais mais abandonados, e tudo isso. E a partir daí decidi fazer um filme que passasse na actualidade. Todo os outros filmes que tinha feito ou eram uma reconstituição dos anos 60 ou exploravam um período pós-colonial. Então senti a necessidade de fazer algo que decorresse nos dias de hoje. Comecei a construir as peças para filmar uma coisa que fosse actual, captar um mundo com condimentos mais do real e enfim.

 

Como profissional sentiu alguma diferença entre a produção A Costa dos Murmúrios e este Yvone Kane?

 

Sim, há muitas diferenças. Em A Costa dos Murmúrios tinha uma época que era a colonial, e então os murmúrios eram os últimos sons antes do fim, ou seja, antes do silêncio. Acontece que depois da época colonial veio um silêncio para os portugueses. Nós utilizávamos muito a História para descobrir algo no tempo, agora não. Também me interessou aqui seguir para outro fim de época, não a colonial, mas neste filme, que se passa na actualidade, tentei falar do fim da nossa relação ideológica com África. Aquelas pessoas que estiveram lá e que acreditavam naquelas causas, naquelas ideologias, no Homem Novo e a igualdade entre as classes. Todas as vezes que essas pessoas tentavam construir esses países, que agora são ultra-capitalistas, são ultra-liberais, enchi-os com "sonhos e ideias comunistas". Então, com este filme tentei retratar um fim de uma época de ideologias e de sonhos. E são épocas muito diferentes, muito marcadas. Moçambique teve um Guerra Civil durante muito tempo e agora é um país que se considera em fase de construção, ou seja, muito diferente da época colonial.

 

Quem é Yvone Kane? Como se inspirou para criar a personagem?

 

Essa personagem é inspirada, digamos, nas suas acções, no que ela faz individualmente. Foi inspirado nos "milhões" de filmes que vi quando fiz o Kuxa Kanema - O Nascimento do Cinema. Tive que ver praticamente tudo que havia no arquivo, como também muitas reportagens durante a luta armada e fiquei assim com uma ideia concreta, logisticamente, do que passa numa manifestação, como funcionam estes movimentos, o destacamento feminino e estas coisas todas. A partir daí comecei a criar uma personagem que é uma mistura entre várias coisas que tenho andado a estudar. Estou a fazer um documentário sobre uma angolana que em 1977 foi assassinada. Ela era uma revolucionária, a Sita Valles, e uma mistura de outras figuras que existem do sindico feminino, como a Josina Machel, que era a ex-mulher do Samora Machel. Então juntei essas personagens e criei uma personagem mítica, uma personagem fictícia, que engloba isso tudo. Yvone Kane vai sendo também revelada durante o filme numa pessoa essencialmente verdadeira. Porém, não é uma heroína.

 

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Sentiu dificuldades na produção deste filme? Se sim, quais?

 

Senti todas as dificuldades [risos], mas não vou numerar uma lista de compras. Sim, senti muita dificuldade. A primeira dificuldade foi o financiamento do filme. Depois, finalmente conseguimos uma colaboração com o Brasil e a próxima questão foi que atravessamos um período de bastante crise na altura em que foi filmado. Começámos as preparações em 2011 e só conseguimos terminá-lo em 2014. Portanto, foram 4 quatros. Em 2012 demorei muito a fazer a pós-produção, por falta de verbas, e foi então passando o tempo. A maior dificuldade do filme foi essa, não em termos económicos, mas nesse financiamento, em desbloquear verbas. Sim, foi difícil.

 

Porquê a actriz brasileira Irene Ravache como uma das protagonistas?

 

Porque queria uma pessoa que fosse muito parecida com a Beatriz, que interpretasse a mãe dela e curiosamente a verdadeira mãe da Beatriz não se parece nada com ela [risos]. Nos filmes a gente tenta ir mais além da verdade. A propósito, em Portugal não temos um leque de actrizes tão grande naquela casa dos 70. Teria que encontrar alguém com 70 anos com a mesma simetria da Beatriz e com vitalidade. Queria uma pessoa que transmitisse que estaria a morrer e ao mesmo tempo fora traída pela própria morte. Que poderia viver por ainda mais tempo e que tivesse físico para isso.

 

Em Yvone Kane, você filme muito os reflexos, ou através de janelas e redes. Essa pratica pode ser vista como uma protecção para si ou para as personagens?

 

Tal como nos outros filmes, eu gosto do eco das coisas violentas e gosto de uma coisa que os ingleses denominam muitas vezes que é a aftermath, depois da catástrofe. Eu não me interesso pelo momento em si do conflito, mas pelo que resta disso, o que sobra disso em ecos, reflexos. De certa forma também os reflexos criam uma cinematografia que não é directa. Estás sempre por detrás de qualquer coisa. Acho que tudo isto faz parte do que quero dizer com o filme. Todo ele não é claro, nada é explicado e interessa-me realmente, como dizes, estar protegida. Quando acontece alguma coisa de importante, a minha reacção é de colocar a câmara muito longe e não perto. Não estou interessada em abordar acontecimentos muito fortes.

 

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Neste filme você recorre a poucos planos fixos. Porém, a sequência final é um longo plano fixo. Existe algum significado nessa imagem concreta - a de restaurar uma piscina como uma espécie de exorcismo?

 

Sim, a piscina é o plano mais simbólico do filme, mas antes disso devo dizer que o filme é praticamente constituído por planos fixos, eu é que não tinha muita maquinaria. Por isso utilizamos muito a câmara à mão, sendo que os planos são muito secos, muito quadrados visualmente, porque é muito distante. O plano da piscina é tão longo quanto aos outros. O filme tem é uns planos com uma duração muito grande. Mas o tal plano é simbólico porque é evidente. As pessoas enterram o passado, digamos a memória, e fica tudo enterrado. Provavelmente também os "fantasmas", a personagem descobre documentos e isso pode gerar qualquer coisa, mas a partir daí quis, ao invés de acontecer qualquer coisa que pudesse revelar quem é que matou a Yvone, que não soubéssemos nada e voltássemos à aragem e nos guiássemos pela memória final.

 

Considero Yvone Kane um filme sobre perdas. O filme teve como base alguma perda sua ou um estado de espírito seu?

 

Sim, acho que é a experiência de perder, mas não directamente. Não tive perdas directas, mas tive consequências, por isso é que gosto de falar delas. Tive as consequências de perder muitas coisas à volta. Perder sobretudo um território identitário, o que não tenho, mas que sinceramente é uma boa ajuda não o ter. A mim inspira-me um pouco não ter essa identidade, um actual território identitário, porque ficas sempre condenada a procurar coisas. Não há ninguém que te dê uma resposta clara e então tens que procurar. Nesse aspecto, a perda mostra-se mais como uma ausência de um ponto referenciado.

 

"A vida é estranha, não é?" Sente-se em Yvone Kane uma certa desmistificação do misticismo. Existe uma sequência que revela isso. Com isto quer dizer que é pessimista?


Sim. Sou e é bom ser. Creio muito que os outros são capazes de fazer melhor e o pior. Então fico sempre disposta a essa dualidade, quer dizer, fico numa tristeza, uma dificuldade muito grande em aceitar tudo o que é muito violento, duro. Tudo o que há de mau nas pessoas e ao mesmo tempo uma alegria da noção da vida. Tudo muito maravilhoso, muito fantástico, os mistérios da vida que a gente nunca consegue saber onde estão as respostas. Acho isso fantástico e quando aquele rapaz disse que uma coisa que nunca esqueces é que por mais que estejas ligado a uma pessoa, tu estás sempre sozinho [a cena]. Não é dramático, mas é verdade. Ele amava a Yvone, a Yvone amava-o. A verdade é que eram capazes de tudo, mas quando a Yvone sumiu, ele estava a fazer outra coisa, e não havia nada que os ligasse. É a natureza da vida. E quando ela diz à mãe que "fizeste o que pudeste", é isso. As pessoas fazem o que podem. Há laços que são impossíveis, simplesmente não existem.

 

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Joaquim Pinto afirmou recentemente em Berlim numa entrevista ao site C7nema que «o cinema português, pelo menos no que diz respeito aos financiamentos oficiais, não é insensível a grupo de interesse». Partilha a mesma opinião?

 

Eu não creio muito, quer dizer, acredito que existe esse tipo de lobbies e interesses, como existe em todo o lado como tudo. Agora, não tenho assim nenhum complô acerca disso. O que tenho a dizer da minha parte é que tenho mais problemas comigo do que com os outros. A minha grande luta é lutar contra os meus problemas. É trabalhar bem, é conseguir escrever coisas boas, como também fazer filmes bons. É fazer um bom trabalho. Isto aqui é a minha luta, sendo que não tenho muita queixa dos outros. Raramente digo "ai não me deram o subsídio". Por acaso tive sempre sorte. Mas isso não é um problema. O problema é lutar contra ti. Ás vezes dizemos que não fazemos o filme por isto ou por aquilo, isso resulta porque metade das coisas que não consegues é lutar contra ti mesmo. Não acredito nisso, nessa "força" enorme. Mas atenção, eu acho que há lobbies em todo o lado.

 

Como vê as mudanças implementadas na questão dos júris dos concursos do ICA que tanta celeuma criaram em alguns meios?

 

Não estou muito preocupada. Mas parece que as associações dos realizadores podiam escolher os representantes ou anunciar alguns nomes. Eu por mim não percebo nada. O que percebo é o porquê de funcionar com júris. Porque legalmente tem que funcionar. Mas no meu sistema ideal preferia que houvesse comissões, por exemplo, trianuais, que fariam uma politica trianual, que decidissem quem filma, quem é que não filma e quem é que vai filmar. Pessoas que não fossem os mesmos júris para cada concurso, mas que terminassem passados três anos e saber a politica a seguir. Quanto aos concursos em que uma pessoa apresenta os projectos, e que tanto faz se aquilo é de uma cor ou cinema comercial, são coisas que não fazem sentido nenhum, pois as pessoas vão rodando e nenhuma dessas está a dar pontos indiscriminadamente nos currículos. Num currículo, bem podes ter um ou ter dez [filmes], conforme lhes apetece. Portanto, se estás a ser julgada por um júri o teu currículo tanto vale ter cinco como dez [filmes]. É conforme os concursos. O que é que uma pessoa pode dizer a isto, não é?

 

Tem algum projecto de sonho que devido à conjuntura não conseguiu ainda concretizar? Há algum projecto no futuro?

 

Tenho muitos, mas vai disto que estava a dizer, que por vezes tem que se abdicar de algumas coisas. Por exemplo, para além de filmar também dou aulas. Às vezes o meu trabalho na escola toma muito tempo para eu fazer outras coisas. Teria que abdicar disso, ou pelo menos tirar um ano. Mas tenho com certeza outros projectos. Tenho um inserido neste último concurso, que é um documentário e acabei de escrever uma ficção, a qual vou apresentá-la no próximo concurso.

 

Como vê os festivais e que papel desempenham no cinema português?

 

Os festivais acabam por ser isso, uma rede. Como curadores de arte, os curadores de festivais escolhem os filmes a ser projectados e isso aí é politica pura e dura. As pessoas podem ter olhos para o teu filme mas há sempre milhões de filmes tão bons como o teu, ou tão maus como o teu, a concorrer. Por isso, mesmo que o teu filme seja muito bom, ele deve estar protegido para poder "vingar". E isso é o jogo mais politico que se possa imaginar. É muito complicado, é preciso ter uma rede e depois os filmes vêm com aquele rótulo de festival e aparece sempre um distribuidor que só compra o filme que teve em festival X, ou seja, os festivais acabam por condicionar o distribuidor, assim como tudo. É quase como um rótulo. Penso que o papel deles nunca é demonstrar filmes às pessoas que nunca viram tais, mas sim, simplesmente uma coisa politica, porque muitas vezes esses festivais grandes, como em Veneza, temos sessões em que não aparece lá ninguém. É apenas o esquema todo à volta.

 

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19.3.15

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Segundo uma fonte da The Hollywood Reporter, a HBO contratou duas actrizes do cinema pornográfico, Amia Miley (na imagem) e Peta Jensen, para desempenhar aquela que promete ser uma das mais badaladas sequências da segunda temporada de True Detective. A mesma fonte avança que referida cena será um colossal orgia ao estilo de The Eyes Wide Shut, de Stanley Kubrick, e que contará com mais de doze "corpos nus", incluindo o das mencionadas actrizes.

 

Confrontado com estas afirmação, a HBO decidiu não prestar qualquer depoimento acerca da veracidade desta noticia, porém, uma outra fonte do THR afirma que a produtora e estação contratou as duas actrizes, não para efeitos sexuais, mas para algo mais.

 

Recordamos ainda que depois do êxito da primeira temporada, com Matthew McConaughey e Woody Harrelson, a série de crime e drama criado por Nic Pizzolatto será protagonizada por Colin Farrell, Rachel McAdams e Vince Vaughn.

 

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Depois do êxito de A Culpa é das Estrelas, Paper Towns (Cidades de Papel) será a próximo adaptação de um livro de John Green a estrear nos cinemas. A história deste auto-titulado comig-of-age, foca num jovem rapaz, Quentin (Nat Wolff, Palo Alto), que procura a sua desaparecida paixão, Margo (Cara Delevingne). Decidido em encontra-la, parte numa road-trip em conjunto com os seus quatros melhores amigos, focando nas pistas deixadas por Margo. O filme é realizado por Jake Schreier (Robot & Frank), e Halston Sage, Austin Abrams, Caitlin Carver e Griffin Freeman são outros nomes pertencentes ao elenco. Estreia nos cinemas portugueses no dia 30 de Julho.

 

 

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Jason Statham foi embora, mas mesmo assim o franchising Transporter continua. O britânico Ed Skrein (da série The Game of Thrones) vestirá o "fato" de Frank Martin, o ex-agente de forças especiais que agora assume o trabalho de "correio" especializado, entregando peculiares encomendas aos sítios certos sem fazer perguntas, nem conhecimento quanto ao conteúdo da mesma.

 

Depois de três filmes de êxito que converteram Statham no ícone de acção que é hoje tido e Luc Besson, no produtor de acção pelo qual é considerado, The Transporter Refueled, titulo deste novo capitulo, é descrito como um reboot, um recomeço para uma nova saga.

 

Os actores Ray Stevenson, Gabriella Wright, Radivoje Bukvic, Anatole Taubman  e Tatiana Pajkovic completam o elenco e Camille Delamarre (Brick Mansions) é o realizador.

 

 

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18.3.15

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A vida da chanceler alemã Angela Merkel vai ser levada ao grande ecrã, segundo a produtora AVE Gesellschaft für Fernsehproduktion mbH que anunciou o projecto na passada Terça-Feira, o qual terá estreia prevista para 2017, ano onde decorrerão as eleições legislativas na Alemanha, presumindo que a politica vencerá o cargo de chanceler pela quarta vez executiva. No mesmo anúncio foi revelado que o argumento será da autoria do influente jornalista Dirk Kurbjuweit, do semanário alemão Der Spiegel, que descreve Merkel como "a politica mais emocionante do nosso tempo".

 

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17.3.15

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Foi divulgado o primeiro poster de Spectre, o vigésimo quarto filme de James Bond007, o mais famoso agente secreto do cinema. O título desta nova aventura tem como alusão uma organização fictícia criada pelo escritor Ian FlemingSpectre (Special Executive for Counter-intelligence, Terrorism, Revenge and Extortion), constantemente presente nos seus livros assim como as aparições cinematográficas, neste último caso surgiu na primeira aventura de James Bond, Dr. No (1962). É praticamente a “casa” dos grandes vilões do nosso agente. Quanto ao elenco, poderemos contar com as já “repetentes” presenças deDaniel Craig (obviamente), Ralph Fiennes, Naomie Harris e Ben Whishaw, assim como as novas aquisições; Christoph WaltzAndrew Scott, Dave Bautista, Monica Bellucci e Léa Seydoux. As rodagens de Spectre estão de momento a decorrer na Europa. Sam Mendes (Skyfall) encontra-se novamente realização do franchising. O filme tem estreia marcada para 23 de Outubro de 2015.

 

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Depois de Jason Statham, Luke Evans, James McAvoy e Tom Hiddlestone terem sido falados para o papel, é Jack Huston (American Hustle) que será o futuro O Corvo, num remake / reboot do filme de culto de 1994. Assim sendo, Huston juntará a Jessica Brown Findlay (da série Downtown Abbey) para a rodagem que decorrerá próxima Primavera na Bélgica. Corin Hardy, que veio directamente do mundo dos videoclippes e do ainda inédito The Woods, será o realizador.

 

Realizado por Alex Proyas, The Crow, baseado homónima banda desenhada de James O'Barr, leva-nos ao uma sangrenta vingança exercida pelo guitarrista Eric Draven, ressuscitado através do toque de um corvo, aos seus assassinos e os da sua noiva. O filme ficou marcado pela morte do protagonista, Brandon Lee (filho de Bruce Lee), que faleceu durante a rodagem em consequência de um "acidente" com uma arma, supostamente não carregada. Para conseguir finalizar o filme, os envolvidos recorreram a duplos e a efeitos visuais.

 

O filme ainda originou três sequelas, nenhuma delas bem-sucedida.

 

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publicado por Hugo Gomes às 19:51
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Segundo o site C7nema, em declarações na Cineuropa, a cineasta portuguesa Teresa Villaverde (As Pontes de Sarajevo, Os Mutantes) afirmou que vai filmar o seu próximo filme no próximo Outono. A obra terá como titulo Colo e centrará numa vida de uma família desempregada. O projecto será desenvolvido sob uma co-produção entre a Alce Films e a produtora francesa Sedna Films. A mesma fonte adianta que a ICA (Instituto de Cinema e Audiovisual) vai atribuir um orçamento 600 mil euros à produção.

 

Vale a pena referir que Teresa Villaverde foi recentemente homenageada nos Encontros Cinematográficos de Bergamo, que decorreu em Itália entre os dias 6 a 15 de Março.

 

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publicado por Hugo Gomes às 18:39
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Estreará também esta semana, dia 19 de Março, Insurgent, a sequela de Divergent, que por sua vez é a adaptação do segundo livro da saga literária escrita por Veronica Roth, composto por três volumes (o último, Allegiant, será dividido em dois filmes). Neste universo imaginado somos levados a uma Chicago distópica, onde os humanos são divididos em fracções com intuito de evitar eventuais conflitos. Contudo, existem certos indivíduos que possuem várias aptidões, assim correspondendo a múltiplas fracções.  Beatrice (Shailene Woodley) é uma delas, uma considerada ameaça à sociedade que habita. Realizado por Robert Schwentke (R.I.P.D., RED), Insurgent é composto por um elenco (para além da protagonista) formado por Theo James, Octavia Spencer, Jai Courtney, Ray Stevenson, Zoë Kravitz, Miles Teller, Ansel Elgort, Maggie Q, Mekhi Phifer, Naomi Watts e Kate Winslet.

 

 

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publicado por Hugo Gomes às 16:51
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Tragédia em plena harmonia com o Cinema!

 

Apesar do titulo, a primeira longa-metragem do tailandês Jakrawal Nilthamrong (Patterns of Transcendence) não tem qualquer relação com o filme de culto que Richard C. Sarafian concretizou em 1971, ainda que em ambas as obras as viaturas marquem presença de uma forma crucial na narrativa, embora, como é óbvio, sob divergentes abordagens. Nilthamrong executa um obra pessoal que transfere para o grande ecrã uma dor intima: é uma tragédia de família ocorrida a 17 de Setembro de 1983, onde os pais do realizador sofreram um desolador acidente de viação, evento que marcou para sempre a história da família.

 

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Vanishing Point arranca com fotos do jornal do acidente, uma ocorrência que logo Nilthamrong tenta exorcizar através de um enredo fictício, contemplativo, sobre dois homens que tentam lutar contra as suas dores interiores. O cineasta tailandês disse que fazer um filme é como tocar jazz, pois o improviso é a combustão de toda a melodia, energia que este tenta transmitir numa obra onde essa mesmo energia está ausente, mas que glorifica a emancipação da câmara. Tal como Antonioni, Nilthamrong centra-se num enredo acentuado pelas suas pausas e pela derivação no mundo em redor, suplementado por um olhar de um documentarista, evidenciando os anteriores trabalhos do realizador. Contudo, mesmo dotado de uma câmara fluida e articulada com mestria, Nilthamrong falha em conseguir tecer um propósito para toda a intimidade.

 

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As primeiras cenas, uma encenação masturbatória para com o crime em si, são desvanecidas por imagens vazias. O misticismo também faz parte desta fantasia torturante e fetichista, como se o cineasta a tornasse um escape para a dor real que vive constantemente e que dificilmente esquece. É pessoal, mas esta auto-interpretação prejudica demasiado o seu talento, acabando por demonstrar uma ausência de um objectivo mais definido do que somente em captar o desgosto alheio.

 

Filme visualizado no âmbito do Festival Internacional de Cinema de Roterdão 2015

 

Real.: Jakrawal Nilthamrong / Int.: Ongart Cheamcharoenpornkul, Drunphob Suriyawong, Chalee Choueyai

 

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5/10

publicado por Hugo Gomes às 13:19
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16.3.15

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Foi divulgado um novo trailer do terceiro filme do franchising de terror, Insidious: Chapter 3,que chegará aos cinemas em Maio de 2015. James Wan (o homem por detrás dos dois primeiros capítulos) fica de fora da realização e o seu respectivo argumentista e actor, Leigh Whannell, toma rédeas do projecto. Este terceiro filme da saga que já rendeu 260 milhões de dólares em todo o Mundo (tendo em conta que ambos os filmes apenas custaram cerca de 7 milhões), contará ainda com Dermot Mulroney, Stefanie Scott, Lin Shaye e Angus Sampson, as significativas ausências são as de Patrick Wilson e Rose Byrne.  

 

 

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publicado por Hugo Gomes às 22:43
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Estreia esta semana, dia 19 de Março, um dos filmes sensação da secção Quinzena dos Realizadores do passado Festival de Cannes, Les Combattants (Os Combatentes). Realizado pelo estreante Thomas Cailley, Os Combatentes remete-nos à história de dois jovens, desiludidos com o rumo das suas vidas, alistam no exército como derradeira salvação. Mas o destino deste par está longe de correr como o planeado. Um filme audaz e jovem sobre uma geração decepcionada com o respectivo presente e uma crítica picante ao mercado de trabalho e das oportunidades garantidas pelo país à beira da austeridade social. Vencedor de três Césares, os prémios atribuídos pela Academia de Cinema Francês, e com desempenhos cativantes de Adèle Haenel e Antoine Laurent, Os Combatentes é uma obra recomendada pelo Cinematograficamente Falando …

 

 

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publicado por Hugo Gomes às 21:35
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