Morreu assim uma das vozes elogiadas dos anos 90, Whitney Houston, cantora e actriz, sendo que o seu papel mais notório foi na fita Bodyguard de Mick Jackson ao lado de Kevin Costner, foi encontrada morta num quarto de um hotel em Beverly Hills no passado Sábado, dia 11 de Fevereiro. Devido às circunstâncias em que o corpo foi descoberto, na banheira, suspeita-se que a causa da morte foi de afogamento acidental. Tinha 48 anos e no mundo da música imortalizou temas como The Greatest Love of All e I Will Always Love You. Descanso eterno!
Definitivamente a primeira trilogia cinematográfica portuguesa, Balas e Bolinhos conquistaram o seu legado de culto e publico suficiente para tornar nesta obra de comédia numa das mais esperadas pelo público português. Balas e Bolinhos 3 – O Ultimo Capitulo é o regresso das aventuras de Rato, Tone, Culatra e Bino, respectivamente interpretados por Jorge Neto, Luis Ismael (também ele realizador, produtor executivo e argumentista), J.D. Duarte e João Pires. Neste segmento ainda contamos com as participações de Fernando Rocha, Pedro Alves (artisticamente conhecido como Zeca Estacionâncio) e o cantor / cómico Jaimão. A fita tem em principio estreia para 6 de Setembro de 2012 nas salas do nosso país contando com cerca de 30 cópias. Por enquanto vos deixo um trailer completo e a entrevista das estrelas levada a cabo pelo site de cinema, Ante-Cinema.
3 e 4 de Março de 2012
OBJECTIVOS: Dotar os formandos de conhecimentos teóricos e práticos essenciais para a realização de um filme (curta-metragem).
METODOLOGIA: Cada formando irá dirigir uma equipa constituída por um assistente de realização, um director de fotografia e um director de som. Com esta pequena equipa realizará a sua versão de um guião fornecido no workshop. À disposição estarão dois actores profissionais.
CONTEÚDOS:
- A linguagem audiovisual
- Os planos e enquadramentos
- Estrutura de uma produção cinematográfica
- O guião e a sua estrutura
- As funções e competências do realizador
- Exercícios práticos de direcção de actores
- Exercícios práticos de realização
- Visualização e discussão das imagens produzidas
PÚBLICO ALVO: Estudantes, profissionais, ou entusiastas pela área de audiovisuais que pretendam aprofundar ou iniciar-se na área de realização.
FORMADORES: Nuno Rocha, Victor Santos
São produtores e realizadores da produtora de Cinema e Publicidade: FilmesDaMente. Ambos têm formação superior na área de cinema e audiovisuais. No seu curriculum possuem vários filmes exibidos e premiados a nível internacional. No ano de 2010 os seus filmes e da produtora participaram em cerca de 80 festivais de cinema.
Na área de publicidade produziram e realizaram filmes para marcas como: Toyota, Nike, McDonalds e LG Portugal.
EQUIPAMENTO:
- Canon DSLR 7 D
- Canon DSLR 600D
- Objectivas Canon e Nikon
- Follow focus + Matte box
- Equipamento de áudio profissional
- Iluminação
- Slide track dolly
- Tripé
DATAS E HORÁRIO: 3 e 4 de Março 2012 das 10h00 às 19h30
LOCAL: Rua Infanta D.Maria 53 | 4050-350 Porto
PREÇO: 180€
Aos formandos será fornecido um certificado de participação e material produzido durante o workshop.
INFORMAÇÕES E INSCRIÇÕES: workshops@filmesdamente.com
telem.: 960 363 504 / telefone: 309 948 453 / http://cineworkshops.blogspot.com/p/workshop-realizacao.html
Real.: Steven Quale / Int.: Nicholas D'Agosto, Emma Bell, Miles Fisher
Filme – O quinto capítulo de uma das sagas de terror mais lucrativas de sempre, festeja novamente com a tecnologia em três dimensões. Porém o festim é o mesmo, contando com os habituais exageros, o gore que roça a comédia e um argumento palavrosamente ridículo. Infelizmente tem a sua legião de fãs, ao menos isso! O grande destaque está no regresso de Tony Todd, o que para muitos é o eterno e sinistro Candyman de Clive Barker.
AUDIO
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LEGENDAS
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Norueguês
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Finlandês
Dinamarquês
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Alemão para Surdos
EXTRAS
Último Destino 5: O Círculo da Morte, O Seu Último Destino
Distribuidora – Zon Lusomundo
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De novo os confrontos entre imortais …
Kate Beckinsale volta a vestir o seu longo fato de cabedal, coloca as suas chamativas lentes azuis e muita maquilhagem para novamente protagonizar um novo capítulo da série Underworld. A fasquia iniciada em 2003 pelas mãos do seu actual marido, Len Wiseman conseguiu render 100 milhões de dólares em bilheteiras de todo o mundo mas ficou notável pelo seu êxito em vendas de cópias de DVDs. Desta feita a obra acaba de cair nas mãos da dupla sueca Mans Marlind e Bjorn Stein, que após terem trabalhado com Julianne Moore no thriller de terror, Shelter (2010), decidem confrontar-se com a guerra entre vampiros e lobisomens que dura há 9 anos em 4 filmes (ao contrario destes que narram que o conflito tem séculos de existência), dando um pouco de proveito da febre das criaturas sanguinárias (lideradas pela nova vaga de Twilight) e da tecnologia 3D.
Underworld – Awakening tem tudo o que esperávamos de um anti-óscares, digo isto pela época da sua estreia nas salas de cinema em confronto directo com premiadas e prestigiadas obras de ficção. A fita é leve, sem grandes cargas dramáticas, mesmo que aqui a personagem de Beckinsale perde as suas ligações com a fria mulher de armas do original de 2003, dando lugar a umas quantas cenas bacocas e diálogos deslocados e rebuscados. A narrativa empresta-se aos efeitos visuais e o argumento dissolva-se por entre personagens secundárias e outras sem propósitos e pela decepção do desfecho, que não apenas oferece meios para continuações mas como é inenarrável.
Longe da surpresa do original de 2003, que servia como certa homenagem aos efeitos visuais práticos (para além de ser um dos meus guilty pleasures) ou pelo esforço trazido na segunda e terceira estância, Awakening é talvez o pior de toda a saga do momento, mas vale pelo regresso da actriz principal e pelo visual que continua ao nível dos anteriores. Todavia é uma sequela sem muito para dizer, aliás falta-lhe interesse na sua intriga, o qual tenta puxar demasiado a corda que poderia apenas ter ficado por uma trilogia. Conta-se ainda com as prestações apagadas de Charles Dance, Stephen Rea e Michael Ealy.
Real.: Mans Marlind, Bjorn Stein / Int.: Kate Beckinsale, Scott Speedman, Charles Dance, Stephen Rea, Michael Ealy
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Real.: Scott Spiegel / Int.: Kip Pardue, Brian Hallisay, John Hensley
Filme – Com este terceiro da saga de terror iniciado por Eli Roth e com o cunho de Quentin Tarantino, duas diferenças desta produção são logo postas em causa. A primeira, Hostel 3 já não é mais ambientado na misteriosa Europa do Leste ao invés disso temos cenários luminosos e luxuriosos da cidade do pecado, Las Vegas, o último ponto a referir é a sua ausente estreia nas salas de cinema, sendo que o circuito direct-to-video parece ter conquistado. Uma obra descaradamente chunga, sem pingo de originalidade, personagens fúteis e o gore mais bocejante que se possa imaginar. Que saudades deixa, Eli Roth.
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Turco
EXTRAS
Comentário áudio com o Realizador Scott Spiegel e com o Actor Kip Pardue
Distribuidora – PRIS – Audiovisuais, SA
Reinvenção = remake com qualidade!
Ao assistir em 2009 à "engenhosa" peça de thriller que foi Millennium de Niels Arden Oplev, a adaptação do best-seller de Stieg Larsson, a ideia de um remake norte-americano já era de início uma ideia previsível e que por si nem merecia qualquer indignação, mas por um lado, tendo em conta o rico material encontrada no universo de Larsson, a violência e a desumanidade por baixo das camadas de civismo, imaginávamos um realizador do potencial de um David Fincher para ser o homem perfeito para o tarefa. E é com obras como Se7en – Sete Pecados Mortais ou até mesmo o subestimado Zodiac que especulamos a alma negra do remake, ou contrariamente a este pensamento o vimos como um dos mais esperados filmes do final de ano. Millennium é também uma história digna de Fincher, e essa compatibilidade nos oferece assim uma versão mais fiel, mais humana e obviamente mais comercial, perdendo com isso, face à variação nativa, a sua sinistralidade.
Não quero entrar aqui em comparações entre as duas sagas, a completa sueca e a iniciada hollywoodesca, mas nada disso funcionaria se o foco de atenção não fosse Rooney Mara, a actriz o qual David Fincher ficou fascinado no seu The Social Network, tem aqui o papel da forte personalidade feminina Lisbeth Salander, anteriormente interpretado por Noomi Rapace. A variação de Mara é porém mais frágil e em certos pontos mais tocantes, sem querendo com isto salientar qual das duas interpretações é a melhor. A sua química com a personagem Mikael Blomkvist, aqui desempenhada com Daniel Craig, é bem trabalhada, e nota-se mais cumplicidade entre os dois, talvez um dos pontos mais fracos do original de Stieg Larsson. Outros destaques a nível interpretativo estão Christopher Plummer e um arrepiante Stellan Skarsgard.

David Fincher com o auxílio do eficiente argumento Steve Zaillian, consegue atingir alguns tópicos que fortalecem o remake, um deles é a relação amorosa de Blomkvist com a sua co-editora da revista Millennium (Robin Wright), em consequência disso consegue um resultado perfeito no desfecho da fita, aliás um pouco diferente da história narrada na obra de Niels Arden Oplev. O argumento ainda se libertou em diferenciar da matéria-prima em diferentes aspectos, dando um rumo diferente à referenciada história, mas igualmente idêntica a mesma no que requer ao destino.
Em Millennium 1 – The Girl with the Dragon Tatoo somos “bombardeados” com a magnificência técnica o qual já estamos habituados na obra de Fincher, quer pela fotografia, pela banda sonora, ou com a criatividade dos créditos iniciais ao som de um cover da Immigrant Song dos Led Zepelin, interpretada por Trent Reznor e Atticus Ross. David Fincher prova ser assim o homem indicado para converter a trilogia sueca num thriller pleno de ingredientes hollywoodescos e o faz com tamanha consideração, sendo que a acção decorre novamente na Suécia tendo não adaptado para terras do tio Sam. Até parece que Steig Larsson foi feito para Fincher.
" The fear of offending is stronger than the fear of pain."
Real.: David Fincher / Int.: Daniel Craig, Rooney Mara, Robin Wright, Stellan Skarsgard, Christopher Plummer

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Cage de novo em Nova Orleães!
Depois de sua mulher ser assaltada e agredida, cegado pela raiva e sede de vingança, Will Gerard (Nicolas Cage) alia-se a um grupo de vigilantes para cometer retaliação. O problema é que depois deste acto, Will fica em divida para com esta obscura organização, e um favor é pedido em troca, porém o nosso herói recusa faze-lo e é perseguido por aqueles que um dia o protegeram.
Seeking Justice do competente Roger Donaldson (The Bank Job, Italian Job) parece ser o seu pior filme, trata-se de uma intriga deveras interessante, mas cheio de inverosimilhanças, retratada da forma mais rotineira possível como qualquer obra de acção direct-to-video. O realizador tinha ainda a seu dispor um trio de actores de nome (Nicolas Cage, Guy Pearce, January Jones), mas tudo o que eles dão é apenas um desleixo, January Jones não tem carisma nem química com Cage, que por sua vez o encontramos na sua versão mais exagerada (de novo o seu corte de cabelo é motivo de atenção) e Guy Pearce de novo a dar-nos a sensação de que passou ao lado de uma grande carreira.
Todavia, Donaldson é eficiente na transição das sequências de acção e consegue devolver algum ritmo a um filme tão bocejante, ficaria talvez mais cativante se fosse uma fita desempenhada por Jason Statham, que nesta altura do campeonato parece estar anexado a qualquer tipo de produção do género. Para ver e esquecer no mesmo dia!
Real.: Roger Donaldson / Int.: Nicolas Cage, Guy Pearce , January Jones
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