“Missão Impossível : reflexão do cinema de espionagem!”
O cinema de espionagem conteve várias mutações pelo caminho e a saga Mission: Impossible, adaptação de uma série de culto dos anos 60, é a reflexão de tal facto. Tom Cruise é a estrela do franchising que se iniciou em 1996, pelas mãos de Brian De Palma, um dos fiéis seguidores da arte de Alfred Hitchcock, que apesar de oferecer no dito filme de acção um ritmo mais acelerado e sequências de acção elaborado para um exercício de espionagem, transfere para toda a sua marca autoral em concordância com a sua atmosfera.
Com quatro anos de diferença eis que surge a versão John Woo das aventuras de Ethan Hunt (Cruise), onde as habituais coreografias do autor e o seu ritmo sob o efeito de “injecções de adrenalina” fazem-se sentir, os mesmo se pode dizer dos habituais tiques de Matrix que se encontravam entretanto como uma tendência a deter. Passados seis anos, o cinema de espionagem evoluiu novamente, a culpa foi da fatídica data do 11 de Setembro e todas as convenções e reflexões político-sociais que trouxe, conduzindo o cinema norte-americano numa demanda ao extermínio a sua ingenuidade patriota e o veiculo de conspirações internas, e com o “bichinho” de The Bourne dentro dele (considerado o filme de espiões da década 2000-2009), Mission: Impossible 3 desenvolveu de uma forma mais suja e conjurada.
J.J. Abrams, o homem que fazia furor com a sua enigmática série de Lost, estreia nas longa-metragens cinematográficas com o terceiro capítulo de Missão Impossível, num projecto ambicioso e megalómano, que contorna todos os erros da segunda parte e segue em primazia os ingredientes de êxito da saga de Jason Bourne. Mas como descendente da fasquia, Mission: Impossible 3 é um exercício explosivo que combina o “spy movie” com o “heist movie”, onde as sequências de acção são frenéticas e situadas algures entre o realismo e o credivelmente aceitável. E novamente a referir The Bourne como exemplo, é a injecção de credibilidade nestes dispositivos narrativos que se converteram nas grandes atracções do cinema de acção do momento.
Porém, a grande força deste igualmente adjectival filme de acção é o seu argumento que compõe uma viagem conspiradora sem paragens e cansaços. Quanto a este capítulo podemos também afirmar tratar-se do mais emocionante dos três, com Tom Cruise a conduzir bem o seu protagonismo, esquecendo da mera figura estrelar que surgiu na variação de John Woo e levando a personagem de Ethan Hunt a uma carga dramática considerável e ser humana. Contudo, o grande destaque em termos interpretativos é mesmo Philip Seymour Hoffman, que com um Óscar fresquinho pelo seu desempenho em Capote, de Bennett Miller, presta corpo e alma a um vilão impressionante, um dos mais violentos da história dos blockbusters, incutindo um duelo nemesis entre "de cortar à faca".
Abrams para todo os efeitos sob devolver alguma dignidade à saga que foi prejudicada pela “campanha negra” em redor de Tom Cruise (maldito seja aquele sofá), e entregou um filme de acção com cabeça, tronco e membros, imenso adrenalina e vibrantes atractivos para o amante deste tipo de cinema em geral. Pena só, que Mission: Impossible III seja um filme que se baseia somente na relação herói / vilão, como um romance inconclusivo e platónico, e que se esqueça por vezes que tem a seu dispor um leque de personagens. Exemplo disso, Michelle Monaghan, que é enfraquecida por um personagem estereotipada e variante de “dama em apuros”.
"Who are you? What's you're name? Do you have a wife? A girlfriend? Because if you do, I'm gonna find her. I'm gonna hurt her. I'm gonna make her bleed, and cry, and call out your name. And then I'm gonna find you,and kill you right in front of her."
Real.: J.J. Abrams / Int.: Tom Cruise, Philip Seymour Hoffman, Michelle Monaghan, Vingh Rhames, Laurence Fishburne, Billy Crudup, Maggie Q, Jonathan Rhys Meyers
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Já forma revelados os nomeados dos Golden Globes, entre os destaques deste ano encontra-se The Artist, a homenagem do cinema mudo por Michel Hazanavicius, obteve nesta edição seis nomeações, de seguida surge The Help de Tate Taylor com cinco e George Clooney que consegue o feito de ser nomeado três vezes, Melhor Realizador e Melhor Argumento por Ides of March e de Melhor Actor de Drama por The Descendants de Alexander Payne. Os vencedores serão revelados dia 15 de Janeiro de 2012, por enquanto fiquemos com a lista dos elegidos nas principais categorias:
MELHOR FILME (DRAMA)
War Horse de Steven Spielberg
Ides of March de George Clooney
The Descendants de Alexander Payne
Moneyball de Bennett Miller
Hugo de Martin Scorsese
The Help de Tate Taylor
MELHOR FILME (COMÉDIA / MUSICAL)
50/50 de Jonathan Levine
Midnight in Paris de Woody Allen
The Artist de Michel Hazanavicius
Bridesmaid de Paul Feig
My Week with Marilyn de Simon Curtis
MELHOR REALIZADOR
Woody Allen (Midnight in Paris)
George Clooney (Ides of March)
Martin Scorsese (Hugo)
Alexander Payne (The Descendents)
Michel Hazanavicius (The Artist)
MELHOR ACTOR (DRAMA)
George Clooney (The Descendents)
Brad Pitt (Moneyball)
Ryan Gosling (Ides of March)
Leonardo DiCaprio (J. Edgar)
Michael Fassbender (Shame)
MELHOR ACTRIZ (DRAMA)
Rooney Mara (Millennium 1)
Viola Davis (The Help)
Glenn Close (Albert Nobbs)
Meryl Streep (Iron Lady)
Tilda Swinton (We Need To Talk About Kevin)
MELHOR ACTOR (COMÉDIA / MUSICAL)
Jean Dujardin (The Artist)
Brendan Gleeson (The Guard)
Ryan Gosling (Crazy Stupid Love)
Joseph Gordon-Levitt (50/50)
Owen Wilson (Midnight in Paris)
MELHOR ACTRIZ (COMÉDIA / MUSICAL)
Jodie Foster (Carnage)
Charlize Theron (Young Adult)
Kristen Wiig (Bridesmaid)
Michelle William (My Week With Marilyn)
Kate Winslet (Carnage)
MELHOR ACTOR SECUNDÁRIO
Kenneth Branagh (My Week With Marilyn)
Albert Brooks (Drive)
Jonah Hill (Moneyball)
Christopher Plummer (The Beginners)
Viggo Mortensen (A Dangerous Method)
MELHOR ACTRIZ SECUNDÁRIA
Bérénice Bejo (The Artist)
Jessica Chastain (The Help)
Janet McTeer (Albert Nobbs)
Octavia Spencer (The Help)
Shailene Woodley (The Descendants)
Clique aqui para ver lista complete de nomeados
Barulho, explosões e tiros com "fartura"!
Quando um vírus mortal encontra-se na posse de um ambicioso criminoso, só um homem o poderá deter. E esse homem é o agente Ethan Hunt (Tom Cruise) e a sua respectiva equipa são recrutados para esta missão de definição impossível. Típico, simples e sem grandes pretextos, Mission: Impossible II é a sequela de orçamento chorudo do êxito de 1996 de Brian De Palma, o realizador experiente em thrillers policiais que deu vida a uma adaptação de uma série televisiva de culto concentrando numa recriação do cinema de espionagem ao lado de Martin Campbell e o seu 007: Goldeneye.
Numa troca de técnicos, John Woo substitui o toque neo noir de De Palma numa hiperactividade visual e auditiva. Escusado será dizer que a segunda missão impossível comemora o que de pior se encontra nas ambiciosas produções industriais hollywoodescas, ou seja, e como se costuma popularmente afirmar, "muita parra, pouca uva". É uma obra detentora dos tiques á la Matrix, que se torna deveras barulhento, energético sem razão e bacoco nas suas emoções, muitas vezes trazidas "à martelada" por vias de uma banda sonora protagonizada pela cantora Lisa Gerrard em colaboração com o veterano Hans Zimmer. A juntar a isto, temos um protagonista que parece ter saído de um qualquer anúncio de pasta de dentes, acompanhado por uma insonsa Thandie Newton.
Woo, um brilhante coreografo nas sequências de acção e um dos "pais" do chamado estilo "gang fu", oferece aqui o seu reconhecível toque e remetendo-nos às mais entusiasmantes sequências do género. Porém, tal não chega para arrancar Mission: Impossible II do catalogo de inconsequente produto de Verão, que já em pleno 2000 começaria a ser um modelo. Além de mais, o ambiente de espionagem trazido por De Palma é aqui nas mãos do realizador de Face Off, uma megalómana fita de uma vedeta convertida a super-herói.
"Mr. Hunt, this isn't mission difficult, it's mission impossible. "Difficult" should be a walk in the park for you."
Real.: John Woo / Int.: Tom Cruise, Thandie Newton, Anthony Hopkins, Dougray Scott, Brendan Gleeson
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Real.: Martin Campbell / Int.: Ryan Reynolds, Blake Lively, Mark Strong
Filme – A DC Comics aposta na corrida á liderança das adaptações cinematográficas de super-heróis de BD, por enquanto continua a Marvel Comics á frente, e é por isso que este projecto visualmente arrebatador e intrinsecamente vazio não é uma produção em vão. Porém o resultado fica muito aquém do pretendido, Green Lantern se condena a ser mais um das conversações falhadas de super-heróis no cinema, cuja narrativa é acelerada, as personagens são mero estereótipos e os actores dão lugar aos efeitos visuais dignos de um videojogo. Com Ryan Reynolds no papel principal.
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“Ó tempo volta para trás!”
Realizadores como J.J. Abrams e até mesmo Steven Spielberg revelaram que já em tempos de infância faziam os seus próprios filmes caseiros, muito graças ao uso da imaginação, boa vontade e uma câmara Super 8. O badalado cineasta do reboot de Star Trek e das séries Lost e Fringe faz uso das suas memórias e homenageia não só o seu passado, mas muitas das obras que o influenciaram, Spielberg surge então como produtor, e não por razões aleatórias.
Super 8 relata as aventuras de um grupo de crianças de uma pequena cidade que tentam realizar um filme de zombies, mas que acidentalmente se tornam testemunhas de um descarrilamento de um comboio que transportava uma carga misteriosa. Depois do acontecimento, ocorrências estranhas e algumas mortais decorrem misteriosamente na cidade. As autoridades tentam apurar o ocorrido mas sem êxito e o exercito americano surge automaticamente em cena. Apesar de muitas teorias envolto naquele acidente ferroviário, só o grupo de jovens conhece realmente a verdade daquela fatiga noite, mesmo que custe acreditar.
Abrams invoca o cinema dos anos 80, principalmente ao referenciar fitas como ET e os Goonies, no grupo de crianças que ele próprio dirige, o autor reencontra o seu passado, as suas memórias e as suas influências. Super 8 é assim uma espécie de cápsula do tempo, numa época em que o cinema fantástico aspirava a inocência e a aventura era mais do que simples marketing industrial, mas fora as boas intenções e da solidez da história, a nova fita de Abrams é um “wanne be” que sonha alto. A homenagem está servida, as referencias expostas, mas os tempos mudaram drasticamente e apesar de tudo, J.J. Abrams é um homem actual que não consegue despertar nele algo que não existe, marca nostálgica cinematográfica, é por estas e por outras que encontramos em Super 8 um blockbuster competente servido de grandes desempenhos, principalmente do elenco jovem (Elle Fanning em grande destaque), detalhes primorosos e um ambiente alienígena há muito não visto desde Close Encounters of the Third Kind (Steven Spielberg, 1977), nesse aspecto é um dos melhores entretenimentos deste ano, mas mesmo despertando certa nostalgia, não o invoca na sua totalidade.
Nesse caso, The Hole de Joe Dante e até mesmo o visualmente sofisticado The Adventures of Tintin de Steven Spielberg o conseguem fazer com mais precisão, porque a diferença destes autores para J.J. Abrams é que os primeiros viveram intensamente os anos 80, o segundo apenas limita a seguir as suas pisadas. Sem mal entendidos, Super 8 é um divertimento á altura, mas não é a “espreitadela” do baú que pretendíamos.
Real.: J.J. Abrams / Int.: Joel Courtney, Elle Fanning, Bruce Greenwood, Greg Gunberg
Real.: Ron Howard / Int.: Vince Vaughn, Kevin James, Jennifer Connelly
Filme – O dilema é o seguinte: era capaz de contar ao teu melhor amigo que a sua mulher anda a trai-lo? Questão pertinente que é levada nesta nova e ligeira fita de Howard (A Beautifull Mind, Da Vinci Code) num tom de comédia negra misto drama, onde os actores não dão o melhor de si e as situações chegam a ser rebuscadas. Obra algo falhada, num dos filmes deslocados da célebre carreira do cineasta Howard.
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Para ele não existe missões impossíveis!
Brian De Palma, um dos mais influentes da arte do suspense de Alfred Hitchcock, adapta uma série televisiva de culto dos anos 60, refeito nos finais de 80, recriando assim o cinema de espionagem para um ritmo mais acelerado e frenético. Mission: Impossible torna-se num dos célebres do cinema de acção dos anos 90, onde imagens como a de um Tom Cruise suspenso por cabos rapidamente se converteram numa marca do dito cinema de espiões. A intriga é simples; Ethan Hunt (Tom Cruise) e a sua equipa de veteranos e experientes agentes da IMF são traídos e dizimados numa missão que supostamente correu mal em Praga. Apenas contando com dois sobreviventes, obviamente um deles o nosso herói, o par de agentes tem agora uma missão independente, descobrir o “infiltrado” que contribui para a morte dos seus colegas, um tal e enigmático Job.
De Palma contorna o seu toque de neo-noir oferecendo aqui uma energética obra de acção que conta com sequências de alto risco e deveras evoluídas para o seu tempo. Porém, a pirotecnia visual é subvalorizada face a uma narrativa elegante, excitante e sim … directa para a acção propriamente dita, esquivando dos tiques algo “british” e sua respectiva solicitude, visto nas anteriores obras do subgénero, nomeadamente os célebres casos de 007.
Mission: Impossible ainda consegue funcionar face a um Tom Cruise hábil no seu desempenho e perfeito para as ditas sequências de acção, uma mistura entre o charme de um James Bond e a ferocidade de um mercenário. O actor consegue ser apto em vestir a pele de Ethan Hunt para os anos 90, com tecnologias de ponta (mas sobretudo credíveis), e grande esforço físico, sendo que a saga é conhecida pela sua estrela dispensar os duplos na maior parte das cenas de alto risco. No elenco ainda contamos com um leque variado que vai desde Jon Voight (ainda nos seus melhores tempos), Jean Reno no estereótipo de mercenário francês (o actor gaulês não consegue fugir a este modelo nas produções norte-americanas), um Ving Rhames ainda em série A, Kristin Scott Thomas e Emmanuelle Beart.
Não sendo uma das obras mais primorosas da carreira cinematográfica de Brian De Palma, Mission: Impossible constitui num dos seus maiores êxitos, uma confirmação de que Tom Cruise foi uma das grandes estrelas de Hollywood de outrora, assegurando o perfil de herói. Eis um entretenimento, que não desvergonha a série nem os fãs do género em especial.
"Anonymity... is like a warm blanket."
Real.: Brian De Palma / Int.: Tom Cruise, Jon Voight, Jean Reno, Ving Rhames, Kristin Scott Thomas, Emmanuelle Beart, Vanessa Redgrav, Henry Czerny
Pedro Almodôvar entre sexo e cirurgia!
Tão diferente mas tão próprio, é o que se pode retirar da nova obra de Pedro Almodôvar, que após abandonar o seu género maneirista por excelência, entrega-se a um território desconhecido, o terror, para nos oferecer os seus fantasmas mas desta vez servidos numa bandeja diferente. A pele, o maior órgão do ser humano, é o protagonista da fita que celebra o arrepio e o bizarro, onde o cineasta de Volver e Habla con Ella consegue tirar partido de um ambiente pesado e indefeso.
António Banderas desempenha a personagem central, um cirurgião assombrado pela tragédia múltipla que prepara um vingança sem igual (com claras alusões ao mito de Frankenstein), em que a sua arte é servida de forma grotesca e ousada para o propósito. O actor espanhol de The Mask of Zorro e Desperado reúne com Almodôvar após 21 anos desde Átame! recria uma personagem trágica que complementa a loucura, a obsessão e o desejo, um romance mortal e macabro que trespassa os limites do sociavelmente aceitável. Contudo em La Piel que Habito, os temas favoritos de Almodôvar (sua imagem de marca) são injectadas sobre este conto de contornos quase “cronenbergeanos” (porém sem o explicito!), neste exemplo a transexualidade é levada a um grau de monstruosidade quase pertinente. O mise-en-scène que transmite uma vertente quase poética e por vezes depravada, como nos tem habituado, encontra-se presente como impressão digital.
Para além de Banderas, que nos oferece um dos melhores desempenhos da sua carreira, Elena Anaya torna-se assim a revelação, uma espécie de misto entre inocência assombrada, a actriz que já trabalhou com Almodôvar no brilhante Habla con Ella (2002) contêm o desempenho mais forte e cativante de todo o elenco. Assim sendo esta película negra do cineasta é uma quimera de toda a sua filmografia, tendo aventurando em géneros não muito usuais, Almodôvar consegue captar o calafrio e a sensação de desconforto que muitos thrillers nos dias de hoje são incapazes de remeter. Baseado na novela de Thierry Jonquet, Tarantula, eis um dos filme mais provocativos do ano, o qual não deixará ninguém indiferente. Para finalizar devo aconselhar a visualização da fita gótica e assombrosa de George Franju, Les Yeux Sans Visage (1960).
Real.: Pedro Almodôvar / Int.: António Banderas, Elena Anaya, Marisa Paredes
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Uma imagem icónica, um sorriso que encantou o mundo inteiro, Marilyn Monroe foi mais de que uma actriz foi uma lenda que ainda hoje perdura como nenhuma outra igual em Hollywood. Porém longe da sua radiosa figura está uma menina num corpo de mulher enganada pela fama e negada pelo amor. Michelle Williams brilha no drama cinematográfico de estreia de Simon Curtis (que apenas havia trabalhado directamente para a televisão), My Week with Marilyn, onde actriz de Brokeback Mountain e Blue Valentine veste a pele da tão célebre estrela, numa prestação aplaudida e segundo alguns … a verdadeira merecedora do Óscar anual de Melhor Actriz Principal. No elenco temos ainda Eddie RedMayne (The Good Shepherd), Julia Ormond (Surveillance), Emma Watson (da saga Harry Potter), Kenneth Branagh (Valkyrie), Toby Jones (The Rite, Infamous) e Judi Dench (Quantum of Solace), My Week with Marilyn – A Minha Semana com Marilyn tem data de estreia para 5 de Janeiro de 2012 no nosso país.
Em princípio, poderemos contar este ano com a décima sétima nomeação de Mery Streep ao Óscar. A actriz já galardoada em Kramer Vs Kramer (Robert Benton, 1979) e Sophie’s Choice (Alan J. Pakula, 1982) vai protagonizar Iron Lady, a biografia de Margaret Tchatcher, a ex-primeira ministra do Reino Unido, nesta obra da autoria de Phyllida Lloyd (Mamma Mia!) e escrito por Abi Morgan (Shame de Steve McQueen). A fita tem estreia para Portugal no dia 9 de Fevereiro de 2012 e para além da prestigiada actriz temos ainda Jim Broadbent (Another Year), Iain Glen (Resident Evil – Extinction), Harry Lloyd (Jane Eyre) e Richard E. Grant (Bram Stoker’s Dracula) a compor o elenco.
Real.: J.J. Abrams / Int.: Joel Courtney, Ellen Fanning, Joel McKinnon Miller
Filme – Realizado por J.J. Abrams e produzido por Steven Spielberg, Super 8 é um dos blockbusters mais nostálgicos estreados este ano, trazendo á memória do espectador os tempos de ET ou até mesmo Goonies, por isso é que de originalidade, o filme não contêm muita. A fita é uma espécie de “baú” de recordações por parte do realizador, relembrando dos tempos em que aspirava a estar por detrás das câmaras. Estupendos efeitos visuais e bem elaborada produção do sensacional Abrams que nos obriga a reviver os velhinhos clássicos da nossa juventude.
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