15.1.11

Real.: Phillip Noyce / Int.: Angelina Jolie, Liev Schreiber, Chiwetel Ejiofor

 

 

Filme – Evelyn Salt (Angelina Jolie) é uma leal agente da CIA que se torna num momento para o outro na mulher mais procurada dos EUA, tudo devido porque um capturado agente russo a acusa de ser uma espiã russa treinada para assassinar o Presidente. Filme com contornos de thriller ao ritmo de Jason Bourne e dos recentes 007 que se torna num veículo para a actriz Angelina Jolie mostrar as suas aptidões para o cinema de acção. È um entretenimento “brainless”, ou seja, possui alguns erros de lógica principalmente em pleno século XXI, mas que cumpre a sua função e verdade seja dita, a actriz de Wanted está fenomenal. Do mesmo realizador de The Bone Collector.

 

AUDIO

Inglês Dolby Digital 5.1

Espanhol Dolby Digital 5.1

Francês Dolby Digital 5.1

 

LEGENDAS

Português

Inglês

Francês

Espanhol

 

EXTRAS

Descubra exclusivo de filmagens nunca vistas com 3 versões do filme! Versão original + 2 montagens alargadas nunca vistas nos cinemas!
A maior heroína de filmes de acção
Disfarce de Espia: as várias faces de Evelyne Salt
Entrevista à rádio com o realizador Philip Noyce
Comentários dos autores

 

Distribuidora – Sony Pictures

 

 

 

Ver Também

Salt (2010)

 

FILME –

DVD -

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publicado por Hugo Gomes às 21:32
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È um dos homens protagonistas do ano 2011, quer pelo filme de culto Tron Legacy, quer pelo remake de True Grit dos irmãos Coen ou o indie A Dog Year de George LaVoo. Bridges (vencedor do Óscar de Melhor Actor em Crazy Heart) conseguiu o seu lugar cativo no cinema graças a uma percepção por personagens bizarras e de grande carisma, Cinematograficamente Falando … irá rever os sete dos mais memoráveis personagens da sua carreira.

 

 

 

 

Kevin Flynn (Tron Legacy, Joseph Kosinski) 2010

 

 

 

Starman (Starman, John Carpenter) 1984

 

 

 

Jack Lucas (The King Fisherman, Terry Gilliam) 1991

 

 

 

Preston Tucker (Tucker – The Man and his Dream, Francis Ford Coppola) 1988

 

 

 

Bad Blake (Crazy Heart, Scott Cooper) 2009

 

 

 

Jeffrey Lebowski – The Dude (The Big Lebowski, Joel Coen) 1998

 

 

 

Rooster Cogburn (True Grit, Joel e Ethan Coen) 2010

 

 

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publicado por Hugo Gomes às 14:43
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publicado por Hugo Gomes às 00:53
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publicado por Hugo Gomes às 00:51
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A piada do desperdício de actores!

 

Continuando a espremer os filões até á exaustão, The Little Fockers é mais uma manha comercial para se continuar a lucrar com as personagens de uma das mais bem sucedidas comédias norte-americanas. Tudo começou em 2000 com Jay Roach a refazer o “discreto” ensaio cómico de Meet the Parents de Greg Glienna (1992), que resultou num êxito de bilheteira e sucesso entre o público, sendo que o confronto entre DeNiro e Ben Stiller (respectivamente sogro e genro) seja dos momentos mais divertidos na vasta gama de comédias comerciais norte-americanas. Passado quatro anos o elenco cresceu, tornou-se mais luxuoso com as entradas de Dustin Hoffman e Barbara Streisand, e sob o titulo de Meet The Fockers, Jay Roach conheceu novamente o sucesso com este “round 2”, tendo rendido cerca de 500 milhões de dólares em todo o Mundo (uma das comédias mais lucrativas de sempre). Agora chegamos á desforra na disfunção da relação entre sogro e genro, na terceira estadia – The Little Fockers – que vem representar previsivelmente neste final e inicio de ano, um dos maiores êxitos comerciais da época.

 

 

 

Cinco anos passaram, a família Focker cresceu e Jack (Robert DeNiro) sente que cada dia que passa pode muito bem ser o seu último, tendo um papel de figura patriarcal no seio da família, o antigo agente da CIA reconhece que o seu legado tem que continuar escolhendo Greg Focker (Ben Stiller) como seu eventual sucessor.

 

 

 

The Little Fockers estica em demasia o que já deveria ter terminado em 2004, o confronto para além de ficcionaria se torna numa disputa desigual em termos interpretativos, todos nós sabemos que um DeNiro em baixo de forma nem sequer é comparável com a melhor perfomance de Ben Stiller (mesmo tendo demonstrado a sua faceta de actor em Greenberg). Obviamente o filme não se resume a níveis artísticos, e mesmo tendo um leque estimável de actores de nome, nenhum deles consegue (não por ser capaz) de fugir às eventuais caricaturas em que são submetidos, sendo que DeNiro continua a ser o melhor da fita. O actor “old school” eternizado com Taxi Driver e Ragging Bull é alvo de chacota com os gags típicos do rol comercial da comédia americana, e tal como sucede das fitas anteriores, interpreta uma caricatura do seu próprio ego, nesta terceira estância há claros contornos de referência á série Padrinho, principalmente o galardoado segundo filme de 1976 onde o actor participa.

 

 

 

Stiller segue á deriva, e a dupla Hoffman / Streisand só se encontram na fita para fazer peso nos nomes de cartaz, Owen Wilson é igual a si mesmo, Jessica Alba por motivos estéticos e escandalosamente contamos com a participação de Harvey Keitel, actor esse de longa carreira, tendo uma obra composta por filmes ímpares como Mean Streets de Martin Scorsese ou Bad Lieutenant de Abel Ferrara, que não vê o seu nome no dito luxuoso cartaz. Quanto ao actor tem-se vindo a verificar aos poucos um desfocamento de sua pessoa nos filmes, após ter sido mal aproveitado nos dois National Treasures ao lado de Nicolas Cage, Keitel, figura importante foi nos anos 70 e 80, se torna num secundário anónimo. Triste sim senhora!

 

 

 

Jay Roach dá lugar a Paul Weitz, que tem conhecido o fracasso comercial com a primeira (e talvez ultima) adaptação de Cirque du Freak – The Vampire’s Assistant, o seu trabalho em The Little Fockers é reconhecivelmente industrial, sendo Weitz um auto com alguma relevância em Hollywood, preferiu entregar-se ao anonimato, porém ao sucesso garantido. Comédia que desaproveita os actores, situações banais que se tornam rotina, tal como a falta de puros risos. Esperemos que não haja um quarto!

 

O melhor – DeNiro obviamente!

O pior – Harvey Keitel mais próximo do anonimato

 

 

Real.: Paul Weitz / Int.: Ben Stiller, Robert DeNiro, Owen Wilson, Jessica Alba, Barbara Streisand, Dustin Hoffman, Laura Dern, Harvey Keitel

 

 

 

 

4/10
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publicado por Hugo Gomes às 00:46
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Depois do elogiado Evil (Ondskan, titulo original), que esteve presente nos Óscares de 2004, mais concretamente na nomeação de Melhor Filme Estrangeiro, o sueco realizador Mikael Hafstrom tem aos poucos conquistado o sector do thriller nos EUA com as suas “obras-biscates”. Ele concretizou Derailed em 2005, com Clive Owen e Jennifer Aniston nos principais papeis e em 2007, a adaptação de um conto de Stephen King, 1408, com John Cusack e Samuel L. Jackson e em 2010 e ainda inédito, Shanghai, novamente com Cusack, uma obra que expira certo fulgor dos policiais noir em particular o celebre Chinatown de Roman Polanski. Este ano ele estreará com The Rite, que tem como pretexto basear-se em factos verídicos. Trata-se de uma obra entre o terror digno The Exorcist e o thriller que usufrui do perfil psicopata de Anthony Hopkins (The Silence of the Lambs, The Wolfman). Em The Rite estamos perante a história de um padre americano que viaja para Itália para estudar exorcismo. Colin O’Donoghue (da série The Tudors), Alice Braga (Repo Men, I Am Legend), Toby Jones (Painted Veil), Rutger Hauer (Blade Runner) e Ciarán Hinds (There Will Be Blood) completam o elenco.

 


publicado por Hugo Gomes às 00:44
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12.1.11

O ano 2010 poderá ter sido um bom ano de cinema, mas também chegou-nos a proporcionar alguns momentos dignos de ridículo. Antes da cobiçada lista da minha selecção dos dez melhores filmes do ano, passo primeiro pela “câmara dos horrores” com as dez piores obras de 2010.

 

#10) The Bounty Hunter (Andy Tennant) 

  

  

A ideia podia ser qualquer coisa de interessante: um caçador de recompensas tem o serviço da sua carreira que é capturar e levar para a prisão a sua ex-mulher. Claro que toda a premissa envolta do casal Gerard Butler e da tão gasta Jennifer Aniston é do mais banal e previsível que poderemos encontrar nas comédias românticas norte-americanas. Só por causa disto o argumentista devia ter a sua cabeça a prémio. Ver crítica

 

 

 

#09) Marginais (Hugo Diogo)

  

  

São filmes como este que o cinema nacional não anda nem desanda, sem ideias, confuso e pretensioso, as interpretações roçam a mediocridade e as escolhas narrativas não foram as melhores. Até tenho pena deste projecto, anos que demoraram a ser feitos, interesse e esforço, no final para quê? Ver crítica

 

 

 

#08) Percy Jackson & the Olympians – The Lightning Thief (Chris Columbus)

  

 

Baseado num conjunto de livros infanto-juvenis escrito por Rick Riordan, Percy Jackson era muito anunciado como o antecessor do Harry Potter em termos literários como cinematográficos. A magia de Hogwarts é substituído pela mitologia grega e Chris Columbus (dos dois primeiros Harry Potters) dirige esta incursão adolescente minada de efeitos especiais e um desvairado conjunto de interpretações medíocres vindo dos jovens protagonistas. Não tem o carisma do pequeno feiticeiro, nem a história possui os mesmos contornos de imaginação. Foi aborrecido este espectáculo! Ver crítica

 

 

 

#07) When in Rome (Mark Steven Johnson)

 

 

De boas intenções o Inferno está farto, pelo menos é o que se diz. Antes de defenderem todo o clima romântico desta “peça”, saliento que When in Rome, curiosamente vindo do realizador de Daredevil e Ghost Rider, é um impostor. Antes de mais, se julgavam tratar-se de uma comédia romântica ambientada na cidade do Amor, Roma, enganem-se, cerca de 80% decorre na cosmopolita Nova Iorque, sendo mais um a juntar a pilha de “New York love stories”. Depois existe uma tremenda falta de respeito por um elenco constituído por Danny DeVitto, Anjelica Huston, Patrick Wilson e John Heder, todos irreconhecivelmente maus e com péssimos personagens, por fim a banal caricatura do estereotipo italiano, como sempre. Ver crítica

 

 

 

#06) Vampires Suck (Jason Friedberg, Aaron Seltzer)

 

 

A verdade é que aquilo que parodia é tão ridículo como o próprio filme, mas isso não é desculpa para que as piadas sejam do mais fácil e pouco imaginativo que há. Dos mesmos criadores de Date Movie e Disaster Movie (falamos de “obras primas” da comédia), Vampires Suck é mais do mesmo, não varia das obras anteriores, mas ao contrário deles é um oportunista de primeira, quem agradece isto são os “haters” da saga Crepúsculo. David Zucker, where are you? Ver crítica

 

 

 

#05) The Other Guys (Adam McKay)

 

 

Will Ferrell é divertido, em doses saudavelmente consideráveis, Mark Wahlberg, porém, só tem feito ultimamente muita borrada. Ambos são a dupla estrelar desta enésima paródia dos policiais nova-iorquinos, mas desta vez o ridículo é levado ao extremo com um bombardeamento de piadas sem sentido, e não falo do estilo non sense, um argumento que não existe e i suicídio de Samuel L. Jackson e Dwayne Johnson, que podiam muito bem salvar o filme da ruína total. Ver crítica

 

 

 

#04) Saw 3D (Kevin Greutert)

 

 

Eis que chega finalmente o digno fim da série de terror que empestou a sete anos seguidos e pelo andar da carroça tudo foi efeito do “sete anos de azar”, porque para além de obter lucro fácil com a “surpreendente” aposta do 3D, o sétimo Saw cheira a terror de prateleira, falso, artificial, pretensioso, mas no geral ridículo desfecho de um franchising que não dava sinais de melhoramente desde o segundo filme. Tenham dó de nós.

 

 

 

#03) Killers (Robert Luketic)

 

 

Já chamaram especialista para encontrar nos inclassificáveis 90 minutos de fita, um argumento ou a definição para aquilo tudo. Comédia protagonizada por Katherine Heigl e Ashton Kutcher, sem ponta que se pegue. Mais de duas frases acerca deste filme já é presunção. Ver crítica

 

 

 

#02) Spy Next Door (Brian Levant)

 

 

Jackie Chan destroçado, decide afogar as mágoas com esta comédia digna para toda a família, pelo menos é o que tentam vender. O actor chinês não tem vida, nem se esforça para surpreender e até mesmo chega a bater numa mulher, tudo num filme para “inglês” ver. Chan bateu mesmo lá no fundo com esta parolice, porém preparem-se porque The Spy Next Door tem potencial para o título de “filme que as televisões mais repetirão num domingo á tarde”, me aguardem! Ver crítica

 

 

 

#01) Resident Evil – Afterlife (Paul W.S. Anderson)

 

 

Senhores e senhoras, para todos aqueles que esperavam pelo mito cinematográfico da década de 2000, mito esse que iniciou-se em 2003 e que a partir daí toda a gente pergunta – “Será que vai haver continuação para Matrix Revolutions?” – a resposta encontra-se nesta obra de Paul W. S. Anderson. Uma fita erraticamente baseada num homónimo videojogo, mas que Milla Jovovich veste a pele de uma Neo feminina cujos adornos são todos os tiques e manias dignos da trilogia dos irmãos Wachowski, já nem falo do vilão, que mais mortais que dê, os óculos de sol não caiem de maneira alguma. Resident Evil – Afterlife é o hino da “não criatividade”, o lema que dita os blockbusters – dinheiro fácil e sem compromissos com o espectador. Terrivelmente mau! Ver critica

 

Menções desonrosas – Marmaduke, Didi you Hear about the Morgans?, The Twilight Saga – Eclipse, Skyline, The Sorcerer’s Apprentice

 

 

Outras categorias

Pior Actor – Shawn Roberts (Resident Evil: Afterlife)

Pior Actriz – Betsy Russell (Saw VI)

Pior Realizador – Paul W.S. Anderson (Resident Evil: Afterlife)

Pior Argumento – Paul W.S. Anderson (Resident Evil: Afterlife)

Piores Efeitos Visuais – Resident Evil: Afterlife

 

 

Desilusões – Lovely Bones, The Last Airbender, Clash of the Titans, Nightmare on Elm Street, Red Baron

 

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publicado por Hugo Gomes às 22:28
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11.1.11

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publicado por Hugo Gomes às 20:25
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10.1.11

“Everyone’s hate a tourist”

 

Juntar Johnny Depp e Angelina Jolie pode muito bem ser chamada de aposta milionária, ainda por cima num remake de um bem sucedido filme francês de 2005, Anthony Zimmer, é dinheiro fácil e sem grande esforço. Porém é revoltante que tudo isto esteja na mão de Florian Henckel von Donnersmack, o artesão por detrás do êxito crítico e de público de The Live of Others, o vencedor do Óscar de Filme Estrangeiro de 2007, o ultimo filme do actor alemão Ulrich Muhe.

 

 

Enquanto The Live of Others é um retrato calculista do estilo de vida limitado e censurado na época RDA, o qual seguimos um espião do Governo que literalmente infiltra-se na vida de um casal idealista, de inicio frio fase às suas vidas logo interessa-se pelo conteúdo humano das mesmas, em The Tourists temos aquilo que vulgarmente apelidaríamos de “filme de estúdio” ou seja algo realmente vazio. Depois de uma obra envolvente e mundialmente falada, Donnersmack volta a estar nas bocas do mundo, mas desta vez ofuscado pelo brilho estrelar dos alicerces hollywoodescos, desde as estrelas ao seu carácter de obra comercial.

 

 

 

The Tourist fala-nos de um criminoso perseguido por mais de 14 países, Alexander Pearce, o qual desconhecem o seu aspecto e de um vulgar “turista”, Frank Tupelo (Johnny Depp) que é confundido como tal, sem se perceber que caiu numa cilada da autoria do tão infame bandido e da bela Eloise (Angelina Jolie). Nesta história de confusões e de falsas aparências poderemos tirar partido doutro personagem, Veneza, cidade semi-submersa de Itália, tão mal aproveitada neste thriller “fast-food”, onde nem o ambiente romanesco se faz sentir. A verdade é que Veneza é uma das diferenças do original, onde a acção centrava-se na cidade costeira francesa, Nice, tirando isso, outras divergências entre a obra francesa e a produção norte-americana estás nas suas claras influências. Enquanto Anthony Zimmer de Jérôme Salle existe certa abordagem ao cinema de Alfred Hitchcock, The Tourist recorre ao mais preguiçoso e sofisticado desenrolar descrito pormenor a pormenor, como se o publico norte-americano não gostasse de utilizar a matéria cinzenta em plena visualização ao contrário dos europeus que só fruem o essencial.

 

 

Donnersmack está irreconhecível, o humor que por vezes se torna ridículo toma conta da acção, a intriga perde-se pelas regras do “livro” de “como fazer um sucesso para todos sem magoar susceptibilidades de ninguém” e do “best-seller” de que o “americano é um centro do Mundo”. Coisas banais da maioria das grandes produções ao ritmo de uma pomposa banda sonora com claros toques de “espionage”.

 

 

 

O que dizer dos actores? Angelina Jolie está um espectro de si própria e Johnny Depp sem chama num dos seus papéis mais fracos. Timothy Dalton e Paul Bettany são os únicos que roubam as cenas enquanto Steve Berkoff reina por absoluto como vilão de serviço. The Tourist vende-se por tão pouco e esforçasse ainda menos. Espectáculo penoso com estrelas incluídas.

 

O melhor – talvez Steve Berkoff

O pior – ser ridículo em comparação com o remake

 

 

Real.: Florian Henckel von Donnersmack / Int.: Johnny Depp, Angelina Jolie, Paul Bettany, Rufus Sewell, Steve Berkoff, Timothy Dalton

 

 

Ver Também

Anthony Zimmer (2005)

4/10
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publicado por Hugo Gomes às 23:50
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Melhor Fotografia

 

Robert Richardson (Shutter Island)

 

 

“ (…) os cenários semi-góticos chegam a ser arrepiantes acompanhados por uma fotografia cativante quer no registo realista quer no onirismo presente na narrativa (…)” ver critica

 

Christian Berger (The White Ribbon)

 

Eduardo Serra (Harry Potter and the Deadly Hallows part 1)

 

 

Melhor Efeitos Visuais

 

The Social Network, David Fincher

 

 

“Destaque também para Armie Hammer que desempenha os gémeos Winklevoss, sim gémeos! A mesma equipa de efeitos especiais que envelheceu Brad Pitt no anterior trabalho de The Curious Case of Benjamin Button conseguiu duplicar Hammer e de forma perfeita, devo dizer, recriar uma dualidade que surge na mesma cena. Obviamente temos nomeação para efeitos visuais nas ditas estatuetas.” Ver crítica

 

Inception, Christopher Nolan

 

Alice in Wonderland, Tim Burton

 

 

Melhor Banda Sonora

 

Hans Zimmer (Inception)

 

 

“ (…) sempre imponente Hans Zimmer na secção de banda sonora (…)” ver critica

 

Vários (Shutter Island)

 

Howard Shore (The Twilight Saga – Eclipse)

 

 

Melhor Blockbuster

 

Inception (Christopher Nolan)

 

 

“Inception é poderoso, é puro produto da imaginação do autor como também fiel às linhagens do cinema norte-americano, e dentro do seu género como daquilo que fora produzido no país nos últimos anos é do mais excitante que se poderia produzir.” Ver critica

 

Prince of the Persia – The Sands of Time (Mike Newell)

 

Harry Potter and the Deathly Hallows part 1 (David Yates)

 

 

Melhor Sequencia de Acção

 

A vingança de Hit Girl (Kick Ass)

 

 

“A cereja no topo do bolo surge com as maravilhosas e cheias de estilos sequências de acção, Moretz é a protagonista estrelar.” Ver critica

 

Eli combate debaixo da ponte (The Book of Eli)

 

Principe Dastan contra Hassassin no Templo (Prince of Persia – The Sands of Time)

 

 

Melhor Personagem

 

Hit Girl (Chloe Moretz, Kick-Ass)

 

 

“Porém as maiores surpresas estão presentes no desconhecido, neste caso na jovem actriz de 13 anos, Chloe Moretz na pele da invulgar e carismática Hit-Girl, personagem essa que Roger Ebert, o famoso crítico norte-americano, que fez condenar a fita como “moralmente repreensível” ver critica

 

Mad Hat (Johnny Depp, Alice in Wonderland)

 

Red Queen (Helena Bonham Carter, Alice in Wonderland)

 

 

Surpresa do Ano

 

Kick Ass (Matthew Vaughn)

 

 

Vaughn, após as obras anteriores, não possui grande talento por detrás das câmaras, mas sim uma grande capacidade de estilo e um descontraído e visualmente impar relato narrativo, Kick-Ass se forma assim no seu melhor trabalho, uma fita no limiar do underground arty e do entretenimento pipoqueiro resultante num dos entusiasmantes e refrescantes filmes de acção de um bom par de anos, verídico!” ver critica

 

Inception (Christopher Nolan)

 

The Town (Ben Affleck)

 

 

Momento do Ano

 

A Sequência do Estádio (El Secreto de Sus Ojos)

 

 

Sequência, essa, sem cortes e controlada por uma câmara dinâmica que não fugirá do exclamativo “uau”.

 

A Sequência Final (The Social Network)

 

Stallone + Schwarzenegger + Willis (The Expendables)

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publicado por Hugo Gomes às 00:28
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9.1.11

Um ano de Mistérios de Lisboa e cinema português

  

  

O ano 2010 foi um ano brilhante para o cinema português onde se vingou nacionalmente e para além fronteiras, sendo que a revista norte-americana “New Yorker” inclui quatro títulos portugueses na lista das 15 melhores obras cinematográficas do ano, os incluídos foram; O Estranho Caso de Angélica de Manoel de Oliveira (em oitavo lugar), Aquele Querido Mês de Agosto de Miguel Gomes (em decimo lugar), Ne Change Rien de Pedro Costa (lugar 11) e por fim a Religiosa Portuguesa do francês Eugéne Green (em 15º). Em território nacional, Soraia Chaves voltou a dominar as bilheteiras com o seu Bela e o Paparazzo de António-Pedro Vasconcelos, tendo sido visto por mais 90 mil espectadores, seguido pelo “aspirante a blockbuster” Contraluz de Fernando Fragata, gravado nos EUA e contando com um elenco internacional que varia entre Joaquim De Almeida e Scott Bailey, foi visto por cerca de 80 mil. Mas o verdadeiro prestigio nacional do ano foi a visão do consagrado autor chileno Raoul Ruiz á celebrada obra de Camilo Castelo Branco, Os Mistério de Lisboa, que arrecadou elogios e prémios por esse mundo fora.

 

 

 

Um ano de José e Pilar

 

 

Um dos magos da nossa literatura, José Saramago, que nos deixou em 2010, obteve a sua homenagem perfeita com o documentário José e Pilar de Miguel Gonçalves Mendes, que apresentou com artesão a intimidade entre o prémio Nobel e a sua esposa Pilar Del Rio. Apesar de ter sido um tipo de produção desprezada pelo grande público, José e Pilar conquistou a imprensa de quase todo o Mundo e os poucos que o viram (que não foram assim tão poucos, cerca de 14 mil espectadores em Portugal já o viram). Um documento importantíssimo de um escritor, o qual não voltaremos a ver outro igual. Falando de documentários cinematográficos, mas desta vez com uma reacção contrária foi I’m Still Here de Casey Affleck em conjunto com Joaquin Phoenix, o polémico filme embuste do fim da carreira de Phoenix.

 

 

Os Focados

 

 

Leonardo DiCaprio (Shutter Island, Inception)

Mark Strong (Kick Ass, Robin Hood)

Chloe Moretz (Kick Ass, Let Me In)

Robert Pattinson (Remember Me, The Twilight Saga – Eclipse)

Amanda Seyfried (Dear John, Letters to Juliet)

George Clooney (Up in the Air, The American, The Man who Stare at Goats)

Mo’Nique (Precious – Based on the Novel Push by Saphire)

 

 

Os Desfocados

 

 

Kevin Costner (The New Daughter)

Dev Patel (The Last Airbender)

Bryce Dallas Howard (The Twilight Saga – Eclipse)

John Travolta (From Paris with Love)

Jeff Daniels (The Answer Man, Away we Go)

Clive Owen (The Boys Are Back)

Harvey Keitel (The Little Fockers)

 

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publicado por Hugo Gomes às 23:54
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8.1.11

Hitchcock falando francês, ou quase …

 

Enquanto se encontra nos cinemas “The Tourist” de Florian Henckel von Donnersmarck, com a dupla estrelar de Johnny Depp e Angelina Jolie, quer-vos falar do filme original que o inspirou, Anthony Zimmer de Jérôme Salle. Anthony Zimmer remete-nos á perseguição da polícia ao criminoso internacional homónimo, o qual toda a gente desconhece o seu aspecto e fisionomia. Nesta trama policial encontramos François Taillander (Yvan Attal), um simples sujeito trintão divorciado que conhece a sensual Chiara Manzoni (Sophie Marceau) dentro do TGV. Após “dois dedos” de conversa, Taillander logo se depara com um irrecusável convite de Chiara para passar o fim-de-semana com ela num hotel de luxo, em Nice, a costa francesa. O que supostamente era para ser um serão de sonho ao lado de uma igualmente sonho de mulher, se torna num vertiginoso jogo de gato e rato, onde François é confundido por Anthony Zimmer, assim caindo numa cilada construída pelo mesmo.

 

 

Anthony Zimmer é um thriller com claras influências ao cinema Hitchcock, principalmente pelas obras desempenhadas por Cary Grant, nomeadamente To Catch a Thief e North by Northwest, onde o claro jogo de personalidades se faz sentir e a simbiótica utilização das paisagens auxiliam a trama para contornos visuais mais sedutores. Esta produção francesa aprendeu com os tópicos deixados pelo mestre, mas obviamente o argumento de Salle não se equipara ao génio do “mestre do suspense” nos seus escritos.

 

 

O filme de Jérôme Salle é um daqueles produtos cuja intriga caminha em benefício do twist final, da surpresa que tenta causar no espectador, esquecendo de facto que não é preciso muito para chegar a tal conclusão, existindo assim certas inverosimilhanças que “falsificam” o argumento em prol da resolução. Mas o jogo aqui construindo constitui-se como agradável, graças a um conjunto de seduções visuais e da boa forma dos actores, entre os quais a dualidade de Yvan Attal e a sensualidade ferida de Sophie Marceau (conhecida internacionalmente pelo seu empenho em Braveheart de Mel Gibson), e no elenco secundário destacando-se Sami Frey (Black Widow).

 

 

Anthony Zimmer resume-se a um entretenimento passageiro, com mais falhas de lógica que propriamente soluções cerebrais, mas compensa com uma produção impecável quer a nível técnico e mesmo interpretativo. È comercial? Sim é, mas descansa-nos um pouco as pretensões hollywoodescas.

 

O melhor – o visual e os actores

O pior - o twist final tem pretensões de ser surpreendente, mas atraiçoa a própria compreensão da história.

 

 

Real.: Jérôme Salle / Int.: Sophie Marceau, Yvan Attal, Sami Frey

 

 

6/10
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publicado por Hugo Gomes às 23:03
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Real.: Mike Mitchell / Int.: Mike Myers, Cameron Diaz, Eddie Murphy

 

 

FilmeShrek vive agora uma vida familiar perfeita e pacata, já ninguém o teme, aliás todos o adoram, o que causa no ogre uma crise de identidade, sentindo a falta dos negros tempos em que era uma criatura temível que vive no pântano. Aproveitando a situação de Shrek, Rumpelstiltskin propõe-lhe um contrato que lhe dará de volta esses velhos tempos, em troca de um dia da sua vida. Apercebendo do erro que havia cometido, sendo que o seu mundo desabara incluindo o seu amor por Fiona, Shrek tem apenas 24 horas para quebrar a sua maldição. Quarto e ultimo capítulo de uma das sagas animadas mais rentável da História, a nova aventura do ogre apresenta um tom mais negro e em jeito de fabula, sendo o registo de comédia mais vago e referencial. A narrativa sempre exibe a sua faceta de icónica face á saga e as “velhas” personagens voltam a fazer as delícias dos mais novos e graúdos. Shrek Forever After é uma animação sólida, rigorosa, o digno desfecho de um dos braços fortes da Dreamworks.

 

AUDIO

Português Dolby Digital 5.1

Inglês Dolby Digital 5.1

Árabe Dolby Digital 5.1

Grego Dolby Digital 5.1

 

LEGENDAS

Português

Inglês

Árabe

Grego

 

Distribuidora – Zon Lusomundo

 

 

Ver Também

Shrek Forever After (2010)

 

FILME –

DVD -

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publicado por Hugo Gomes às 00:53
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O ano 2011 já iniciou, porém iniciou vestida de negro pela perda do “melhor actor do Mundo”, segundo Steven Spielberg que se referia a Pete Postlethwaite, um dos mais importantes e influentes actores de teatro e do cinema britânico (e não só). Morreu segunda-feira, dia 3 de Janeiro, devido a um cancro que combatia a anos. Postlethwaite ficou celebre em In the Name of the Father de Jim Sheridan, onde foi nomeado ao Óscar e mais recentemente pelas suas entradas em Clash of the Titans de Louis Leterrier e em The Town de Ben Affleck. Absolutamente que vai deixar saudades.

 

Peter Postlethwaite (1946 – 2011)

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publicado por Hugo Gomes às 00:48
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publicado por Hugo Gomes às 00:47
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3.1.11

 

No mesmo grupo das duplas cómicas mais famosas como Stan Laurel / Oliver Hardy ou Jack Lemmon / Walter Matthau, insere-se agora os britânicos Simon Pegg e Nick Frost (Hot Fuzz, Shaun of Dead), que se reúnem outra vez, agora sob as ordens de Greg Mottola (Superbad) em Paul. Os dois actores interpretam dois geeks que viajam para os EUA para conhecer a tão famosa Área 51, á espera de decifrar o tão guardado segredo que suscitou envolto do lugar. Pelo caminho conhecem Paul (com a voz de Seth Rogen), que é exactamente aquilo que os dois sonhavam conhecer, um alien, mas claro que não era da maneira que imaginavam. Paul é a comédia de ficção cientifica a estrear no próximo dia de São Valentim nos EUA, que conta com um elenco no mínimo interessante e divertido, composto por; Kristen Wigg (MacGruber), Jane Lynch (Role Models), Sigourney Weaver (Alien, Avatar), Jason Bateman (Hancock), Bill Hader (Superbad), Jeffrey Tambor (Hellboy) e David Koechner (Get Smart).  

 


publicado por Hugo Gomes às 00:02
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2.1.11

Os leitores expressaram os seus escolhidos para a lista top 10 do ano 2010. A votação contou com de 61 filmes, incluindo blockbusters, europeus, animações e premiadas fitas que consistiram os diferentes gostos dos leitores. Sem mais nada a mencionar eis a lista dos dez melhores do ano 2010, segundo os leitores do Cinematograficamente Falando …

  

 

#10) Scott Pilgrim vs The World (Edgar Wright)

  

 

#09) The White Ribbon (Michael Haneke)

 

 

#08) El Secreto de sus Ojos (Juan José Campanella)

 

 

#07) The Ghost Writer (Roman Polanski)

 

 

#06) The Single Man (Tom Ford)

 

 

#05) Kick-Ass (Matthew Vaughn)

 

 

#04) The Social Network (David Fincher)

 

 

#03) Toy Story 3 (Lee Unkrich)

 

 

#02) Shutter Island (Martin Scorsese)

 

 

#01) Inception (Christopher Nolan)

 

 

 

 

 

Menções honrosas – The Town, Up in the Air, The Road, I Am Love, How to Train Dragon

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publicado por Hugo Gomes às 22:08
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