22.11.10
22.11.10

Real.: Cary Fukunaga / Int.: Paulian Gaytan, Edgar M.Flores, Marco Antonio Aguirre Leonard

 

 

Filme – Numa viagem até aos EUA, atravessando as paisagens latino-americanas, os destinos da hondurense Sayra (Paulian Gaytan) e do mexicano El Casper (Edgar M. Flores) se cruzam. Ambos procuram uma vida melhor nas ditas terras do tio Sam, mas o percurso até lá torna-se perigoso e traiçoeiro, muito devido a um gang mexicano que persegue El Casper e do amor que cresceu entre ambos os protagonistas, e que dificilmente será separado. Primeira longa-metragem de Cary Fukunaga, Sin Nombre, vindo dos estúdios que nos trouxeram obras como 21 Grams de Alejandro González Iñárritu ou Traffic de Steven Soderbergh, é uma aventura dramática, rica e complexa que explora as suas personagens perante os mais diferentes desafios incluindo o repto de amar para além fronteiras. Uma primeira grande obra de um promissor autor, um dos trabalhos maiores estreados no nosso país em 2010.

 

AUDIO

Espanhol Dolby Digital 5.1

 

LEGENDAS

Português

 

EXTRAS

Cenas Cortadas

Comentário áudio do argumentista/realizador Cary Fukunaga e da produtora Amy Kaufman

 

Distribuidora – Castello Lopes Multimédia

 

 

 

FILME –

DVD –

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publicado por Hugo Gomes às 02:52
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Real.: Chris Columbus / Int.: Daniel Radcliffe, Emma Watson, Rupert Grint

 

 

Filme – Baseado no best-seller escrito por J.K. Rowlings, Harry Potter and the Sorcerer’s Stone é a mágica história do homónimo jovem, um órfão que vive com os seus tios que tanto o odeiam e que descobre que é um feiticeiro. Destinado a cumprir o seu destino, Harry Potter é transportado para Hogwarts, a famosa escola de feiticeira. Lá o jovem aprende a manejar os seus dotes mágicos, conhecer amigos e a enfrentar os seus piores pesadelos que o perseguem desde sempre. Com influencia da primeira parte do filme “Deathly Hallows” que se encontra no cinema, e que marca as etapas finais do nosso herói que sempre nos acompanhou durante uma década, eis que chega uma edição especial de 3 discos do primeiro filme da saga mais lucrativa de todo os tempos. Mesmo longe do negro ambiente dos capítulos posteriores, Sorcerer’s Stone é um divertimento hilariante e bem orquestrado para todas as idades. Quando Harry Potter ainda mantinha a sua inocência.

 

AUDIO

Inglês Dolby Digital 5.1

Espanhol Dolby Digital 5.1

Português Dolby Digital 5.1

 

LEGENDAS

Português

Inglês

Espanhol

 

EXTRAS

Cenas nunca antes vistas
Visita guiada a Hogwarts
Aprender a misturar poções mágicas, realizar transfigurações, explorar a Diagon Al, apanhar uma Snitch e muito muito mais
Trailer de Cinema
Acesso às Cenas
Colecciona as cartas mágicas
Ser escolhido pelo Chapéu Seleccionador
Download do screensaver e Remembrall
Recebe e-mails coruja

 

 

Distribuidora – Warner Home Video

 

FILME –

DVD -

 

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publicado por Hugo Gomes às 02:45
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18.11.10

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17.11.10

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publicado por Hugo Gomes às 14:53
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Socialmente Imperfeito!

 

Existem filmes que definem uma geração e David Fincher já faz parte desse feito, precisamente em 1999 com o anárquico e sofisticado Fight Club, que próprio aclama como uma critica à sociedade IKEA. Sociedade essa, consumista, solitária e sem rasgos de vivacidade. Mas ao contrário da fita protagonizada por Brad Pitt e Edward Norton, que consistia num fervoroso desafio aos contornos dessas leis que compõe o quotidiano, The Social Network, que gira envolto das origens do famoso site social Facebook, parece ser um trabalho improvável de um autor que há cerca de 11 anos dirigiu um filme de conteúdo oposto. Facebook visto pelo personagem de Brad Pitt em Fight Club, Tyler Durden, seria algo como um dos desastres sociais que o Diabo decidiu soltar, mas no olhar de Fincher, através de um argumento escrito por Aaron Sorkin (A Few Good Men), surge como um retrato de como inúmeros jovens encaram a vida à sua maneira.

 

 

Nos tempos que decorrem, é algo de oportunista os estúdios decidirem recorrer a um filme sobre o Facebook, sendo que o site criado por Mark Zuckerberg (aqui interpretado por Jesse Eisenberg) encontrava-se no seu auge. Mas com a entrada de David Fincher na cadeira de direcção deixou alguns cépticos bastantes ansiosos deste thriller de contornos biográficos. Tirando claro aquele certo “piscar de olhos” ao sucesso fácil e oportunista, The Social Network recorre aos mais divergentes aspectos para nos trazer algo diferentes dos habituais biopics, no fundo tudo resume a uma rapariga, o que invoca um ar trágico-amoroso na criação da rede social e da figura Zuckerberg, descrita como um certo Citizen Kane adolescente. Aliás The Social Network sofre de comparações com a obra-prima de Orson Welles, que também foi um filme que marcou a sua geração pela sua inovação narrativa, na fita de David Fincher, a narrativa encontra-se fragmentada e ligada entre o antes-Facebook, durante o Facebook e pós-Facebook, pausando na batalha jurídica dos direitos do tão cobiçado site.

 

 

O trabalho de Fincher por detrás das câmaras é impecável, meticuloso e calculista, adjectivos que já fazem parte da propícia carreira do autor, a direcção dos actores é formidável, até mesmo Justin Timberlake encontra-se recomendável, conseguindo transmitir a suspeita do seu desequilibrado personagem, que na fita é comparando com um demónio cheio de promessas. Mas a maior parte dos elogios seguem o jovem Jesse Eisenberg (que o vimos ano passado no êxito Zombieland), capta a essência do seu personagem, mimetizando a sua acelerada e sim, por vezes, irritante maneirismo oratório, e claro, o carisma desta jovem promessa faz-se sentir em toda a fita. Fala-se de nomeação ao Óscar e eu não diria menos.

 

 

Andrew Garfield é a revelação, papel que impressionou os produtores do próximo Spider-Man, onde o jovem actor irá desempenhar o heróico Peter Parker e Rooney Mara (A Nightmare on Elm Street), que voltará a trabalhar com Fincher no reboot de Millennium. Destaque também para Armie Hammer que desempenha os gémeos Winklevoss, sim gémeos! A mesma equipa de efeitos especiais que envelheceu Brad Pitt no anterior trabalho de The Curious Case of Benjamin Button conseguiu duplicar Hammer e de uma forma quase perfeita, devo dizer, recriar uma dualidade que surge na mesma cena. Obviamente temos nomeação para efeitos visuais nas ditas estatuetas.

 

 

Depois de Fight Club, The Social Network poderá ser descrito como o filme desta geração, a geração que passa horas e horas a frente do PC, mas que apesar de tudo sonha com algo mais e no caso de Zuckerberg, apenas procura amor numa contagiante e fria sociedade. Um dos filmes do ano! Por isso cliquem no botão “Like It”!

 

“You Don’t Get 500 Million Friends Without Make a Few Friends”

 

Real.: David Fincher / Int.: Jesse Eisenberg, Andrew Garfield, Armie Hammer, Rooney Mara, Justin Timberlake

 

 

Ver Também

Fight Club (1999)

Citizen Kane (1941)

9/10
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publicado por Hugo Gomes às 14:41
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16.11.10

 

Conduzido por dois jovens de 23 anos – Henrique Pina como realizador e Francisco Baptista como argumentista - Tejo é uma corajosa produção nacional composto por um elenco de "caras" conhecidas entre o publico português, mas que não usufruíram de remuneração, sendo a vontade de trabalhar o gesto a seguir. Filipe Duarte (A Outra Margem), Miguel Seabra (Singularidades de um Rapariga Loira), Ana Bustorff (Alice), Adriana Moniz e Rosa do Canto, fazem parte desse elogiado elenco. Tejo é uma homenagem ao cinema noir que invoca esse velho espírito através de um leque estereotipado de personagens que vão desde detectives, vitimas, voyeurs e sedutoras

 

Ver Site Oficial


publicado por Hugo Gomes às 02:31
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16.11.10

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publicado por Hugo Gomes às 02:30
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O remake de A Nightmare on Elm Street vai ter mesmo sequela e rodada a 3D, Jackie Earle Haley voltará ao seu papel do psicopata onírico, Freddy Krueger (anteriormente interpretado por Robert Englund em oito filmes e uma série de televisão), Samuel Bayer volta á realização e Alexis Bledel (Sin City, Post Grad) será a nova protagonista. A continuação tem estreia para o ano 2012.

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publicado por Hugo Gomes às 02:27
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Após o sucesso de Precious de Lee Daniels, nomeado a dois Óscares (Melhor Actriz PrincipalGabourey Sidibe e Melhor Argumento Adaptado), a escritora do best-seller que deu origem ao filme está a trabalhar numa continuação literária, que se titula por The Kid, tendo como a trama a história do filho de Precious. O livro será lançado a Junho de 2011, mas os direitos já foram comprados o que automaticamente irá originar num filme.

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publicado por Hugo Gomes às 02:26
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16.11.10

Este País não é para Velhos!

 

O pior inimigo do actor, principalmente se este encontra-se presente no género de acção é a idade, contudo em RED de Robert Schwenkte é esse o verdadeiro factor de gozo. Baseado numa elogiada de BD da DC Comics da autoria de Warren Ellis e Cully Hamner, RED (cujas as siglas traduzem como Retired Extremely Dangered, um estatuto da CIA para os reformados agentes) é a história da reunião de uma classe “old school” constituída por Bruce Willis, John Malkovich, Helen Mirren e Morgan Freeman que tentam impedir os seus próprios assassinatos, já que os segredos que mantém acerca da organização que trabalhavam são valiosos, mas como indivíduos são dispensáveis.

 

 

Assim sendo temos como promessa um electrizante e lúdico filme que combina acção com comédia e claro um elenco de peso, mas em RED fica-se com o sabor da promessa, sabendo que poderia chegar mais longe do que um velho roçar ao banal filme de acção, novamente protagonizado por Bruce Willis. Isto aconteceria com toda a “glória” se não fosse o caso do hilariante John Malkovich num paranóico papel, a conseguir ser um “man-on-show” dentro do estrelar grupo e Helen Mirren conseguir o esperado destaque, quatro anos depois do seu galardoado papel como Rainha Isabel II em Queen de Stephen Frears, por fim principal destaque a Karl Urban (The Bourne Supremacy). Enquanto Morgan Freeman continua igual a si mesmo, Richard Dreyfuss está ofuscado e uma terrível Mary-Louise Parker.

 

 

RED é algo de desequilibrado, mas cheio de momentos divertidos de um certo cinema delirante, obviamente será um sucesso graças á sua reunião de estrelas, consolidando a ideia de que por vezes os “velhos” fazem a diferença. Sendo assim aproveitem os poucos e grandes momentos que os reformados têm para oferecer.

 

Real.: Robert Schwenkte / Int.: Bruce Willis, John Malkovich, Morgan Freeman, Helen Mirren, Richard Dreyfuss, Mary-Louise Parker, Karl Urban, Julian McMahon, Brian Cox

 

 

Ver Também

Lucky Number Slevin (2006)

6/10
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publicado por Hugo Gomes às 02:19
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Do mesmo realizador de Iron Man e Iron Man 2, Jon Favreau, eis que chega a 24 de Julho do próximo ano, o blockbuster Cowboys & Aliens, adaptação da BD homónima de Fred Van Lente. Tal como o sugestivo título indica, esta mega-produção irá conter mesmo cowboys e extraterrestres, remetendo o espectador á intriga fantástica de uma parceria entre os habitantes de Silver City e os índios Apache no combate aos aliens que aterraram na zona. Cowboys & Aliens contará com Daniel Craig (Casino Royale), Harrison Ford (Indiana Jones), Olivia Wilde (Tron Legacy), Sam Rockwell (Choke, Iron Man 2), Adam Beach (Flags of our Fathers), Paul Dano (Little Miss Sunshine, There Will Be Blood), Noah Ringer (The Last Airbender) e Keith Carradine (The Duelist).

  

 


publicado por Hugo Gomes às 02:17
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Real.: Daniel Alfredson / Int.: Noomi Rapace, Michael Nyqvist, Lena Endre

 

 

Filme – Dois jornalistas que tinham material para expor um tráfico sexual na Suécia foram assassinados, Mikael Blomkvist (Michael Nyqvist) tenta investigar o caso entrando num perigoso turbilhão, contando apenas com a ajuda da hacker Lisbeth Salander (Noomi Rapace), que agora é uma mulher procurada. O segundo filme da saga literária de Stieg Larsson é uma sequela mais musculada e energética que o primeiro, que centrava-se mais no velho suspense a lá Agatha Christie. Noomi Rapace é uma excelente actriz e neste filme vêm-se a verificar tal factor. Um policial sueco bem eficaz.

 

AUDIO

Sueco

Italiano

Francês Dolby Digital 5.1

 

LEGENDAS

Português

 

EXTRAS

Nos Bastidores de Millennium
Ronald Nidermann vs Paolo Roberto
O Elenco
Entrevista a Michael Nyqvist
Entrevista a Noomi Rapace
Trailer

 

Distribuidora – Zon Lusomundo

 

 

Ver também

Millennium 2 – The Girl Who Played With Fire (2009)

 

FILME –

DVD -

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publicado por Hugo Gomes às 02:13
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publicado por Hugo Gomes às 02:12
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14.11.10

 

Depois de assistirmos ao trailer da próxima fita de Zack Snyder – Sucker Punch – onde a acção decorre no feminino, o Cinematograficamente Falando … decide levar o espectador ao encontro de dez formidáveis protagonistas de acção, para não pensarmos que este género tem que ser sinónimo masculino.

 

 

 

Ellen Ripley (Sigourney Weaver – 1979, 1986, 1992, 1997) Alien : è a primeira grande heroína do cinema, a personagem que lançou Sigourney Weaver ao estrelato e criou um estereótipo que ainda hoje persegue os papeis femininos do género. Enquanto em 1979 (Alien de Ridley Scott) tudo parecia rolar numa vítima com rasgos de protagonismo, as sequelas nomeadamente na visão de James Cameron (1986 – cuja actriz viria a ser nomeada ao Óscar), deram a Ripley a posse que lembraria um Sylvester Stallone ou Arnold Schwarzenegger, e é de arma em punho que a personagem de Weaver se torna no pesadelo das criaturas alienígenas mais célebres do cinema.

 

 

Sarah Connor (Linda Hamilton – 1984, 1991) – Terminator: ao lado de Ellen Ripley, uma das mais celebres mulheres de armas da ficção cientifica, uma espécie de Maria do apocalipse, que viria ser o berço da resistência humana contra a revolta das maquinas. Linda Hamilton se torna na actriz chave das duas obras de culto de James Cameron (que anteriormente havia definido a imagem de Ripley como a derradeira heroína), enquanto na série televisiva spin-off – The Sarah Connor Chronicles – a personagem é desempenhada por Lena Headey.

 

 

Clarice Starling (Jodie Foster – 1991) – The Silence of the Lambs: gosto de pensar que todas as agentes da FBI no cinema têm um pouco de Starling. Personagem baseada no best-seller de Thomas Harris e interpretada com fervor por Jodie Foster, que nesta galardoada fita de Jonathan Demme vence o seu segundo Óscar. Ela é o complemento romântico do psicopata Hannibal Lecter (Anthony Hopkins), numa química nada física, mas psicológica. Anos mais tarde, a personagem consagrada pela actriz surge em 2000, na versão de Ridley Scott do outro conto de Thomas Harris intitulado de Hannibal, porém Foster foi substituída por Julianne Moore por divergências com a sua personagem.

 

 

Marge Gunderson (France McDormand – 1996) – Fargo: vindo directamente da mente dos irmãos Coen eis que Gunderson, a chefe da policia de Fargo com um rapto a decifrar e grávida. Frances McDormand venceu o Óscar de Melhor Actriz e ganhou notoriedade para além mais do que simples mulher de um realizador (Joel Coen). Quanto a Fargo (o filme), um thriller que roça o drama e o já habitual humor negro da dupla de autores, que dentro da sua filmografia de visualização obrigatória, quanta actriz que se encontra no centro da trama, uma palavra, formidável. Para sabermos que por vezes as mulheres de armas conseguem ser frágeis.

 

 

Erin Brockovich (Julia Roberts – 2000) – Erin Brockovich: ao contrário da maioria das mulheres aqui referenciadas, Brockovich não precisou de armas para conseguir aquilo que pretendia, denunciar sobre as aguas contaminadas da sua localidade, arrecadando mais de 600 assinaturas que lhe garantiram a maior indemnização jamais conseguida na história dos EUA. Julia Roberts vence o Óscar nesta personagem verídica que nos remetem a uma grande lição de luta.

 

 

Lara Croft (Angelina Jolie – 2001, 2003) – Tomb Raider: baseado num popular videojogo, Lara Croft é uma mistura de Indiana Jones com o estereótipo de femme fatal, filha de um famoso arqueólogo que se dedica os dias em buscas de relíquias e em aventuras para além do imaginado. Angelina Jolie protagonizou dois filmes com esta personagem, ambos foram êxitos de bilheteira, mas fracassos na crítica e no público, valendo apenas por uma actriz que comunica através da sua sensualidade.

 

 

Alice (Milla Jovovich – 2002, 2004, 2007, 2010) – Resident Evil: mais outra forte heroína baseada num videojogo, desta vez protagonizada por Milla Jovovich que sempre foi uma mulher em plena acção. A intriga é simples, um vírus escapou, convertendo seres humanos em criaturas moribundas sedentas por carne, depois surge a nossa Alice, um pesadelo para George A. Romero, com tiques de Schwarzenegger e Matrix, e com piadas ao finalizar os seus inimigos. È a heroína mais adaptável á geração do videoclipp, mas confessa-se, se a beleza realmente mata-se, Milla mataria mesmo.

 

 

The Bride (Uma Thurman – 2003, 2004) – Kill Bill: Thurman veste a pele de uma assassina que procura insaciavelmente Bill (David Carradine), seu antigo patrão e responsável pelo massacre do seu casamento o qual tenta a todo o custo vingar-se. O duo de Quentin Tarantino criou na actriz de Pulp Fiction um verdadeiro elo entre as artes marciais de Shaolin e da robustez do western, num conjunto de fitas que se resumem num delírio barroco de referências.

 

 

Cherry Darling (Rose McGowan – 2007) – Planet Terror: em Cherry encontraremos todos os dotes estereotípicos da heroína de acção, esquecendo o facto que o papel de Rose McGowan é já um ícone do cinema americano dos últimos anos, o porquê advém da sua perna, substituída por uma metralhadora. Segundo acto do ambicioso projecto de cooperação entre Quentin Tarantino e Robert Rodriguez, Grindhouse, renova a ideia da exploração sexual da mulher no cinema dos anos 70 e a nossa McGowan é exemplo disso.

 

 

Hit-Girl (Chloe Moretz – 2010) Kick-Ass: a nova grande heroína do cinema pertence a uma miúda de 13 anos. Chloe Moretz tornou-se uma revelação no papel de Hit-Girl no delirante filme de Matthew Vaughn, onde a inocência se funde com a violência. Curiosamente esta personagem foi condenada pelo célebre crítico de cinema norte-americano, Roger Ebert, que o considerou “moralmente repreensível”.

 

Outras heroínas a referenciar – Barbarella (Jane Fonda), Aeon Flux (Charlize Theron), Azumi (Aya Ueto), Nikita (Anne Parillaud), Charlie’s Angel (Cameron Diaz, Drew Barrymore, Lucy Liu), Lisbeth Salander (Noomi Rapace), Barb Wire (Pamela Anderson)

 

Ver Também

Millennium 1 – The Man Who Hated Women (2009)

Millennium 2 – The Girl Who Played With Fire (2009)

Alien (1979)

Aliens (1986)

Alien 3 (1992)

Alien – Resurrection (1997)

The Terminator (1984)

Resident Evil (2002)

Resident Evil – Extinction (2007)

Resident Evil – Afterlife (2010)

Kick-Ass (2010)

Kill Bill Vol 1 (2003)

Planet Terror (2007)

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publicado por Hugo Gomes às 03:14
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publicado por Hugo Gomes às 02:50
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13.11.10
13.11.10

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publicado por Hugo Gomes às 19:39
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Real.: Samuel Bayer / Int.: Jackie Earle Haley, Rooney Mara, Kyle Gallner

 

 

Filme – Em Springwood, um grupo de adolescentes são atormentados por pesadelos onde os quais surge um misterioso homem queimado que promete vingança, denominado por Freddy Krueger. A situação descontrola-se quando estes mesmos jovens começam a morrer um a um. Vamos ser sinceros, dentro da febre dos remakes das obras clássicas de terror por parte da Platinum Dunes, A Nightmare on Elm Street é dos mais bem conseguidos exemplos. Haley, apesar de não ter o mesmo carisma que Robert Englund no papel do psicopata dos sonhos, consegue algum encanto enquanto personagem, a intriga garante alguns sustos, mas perde-se pelos facilitismos dos CGI.

 

AUDIO

Inglês Dolby Digital 5.1

Alemão Dolby Digital 5.1

Castelhano Dolby Digital 5.1

 

LEGENDAS

Português

Inglês

Finlandês

Dinamarquês

Castelhano

Sueco

Norueguês

 

EXTRAS

Freddy Krueger Renascido

 

Distribuidora – Warner Home Video

 

 

Ver Também

A Nightmare on Elm Street (2010)

 

FILME –

DVD -

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publicado por Hugo Gomes às 19:34
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11.11.10

 

Se afirmarmos que Harry Potter é a ultima grande estreia desta temporada, então estaríamos a mentir, nesse caso abram alas para Tron Legacy, a sequela do filme de culto de 1982 (Tron) da autoria de Steven Lisberger que apresentou um arrojado, mas sofisticado rol de efeitos especiais. Em Legacy, os CGI são o nome de ordem, uma espécie de upgrade do feito do original. A fita de ficção científica dirigida pelo estreante Joseph Kosinski e vindo directamente dos estúdios da Disney tem causado um furor mesmo antes de estrear, os trailers, posters e outros temas de marketing antecedem-no como um dos filmes mais importantes deste ano. Jeff Bridges, protagonista do original, continua a ser a estrela do legado e com ele um inovador uso dos CGi que serviram para o rejuvenescer. Tron Legacy tem estreia para 13 de Janeiro do próximo ano no nosso país, um mês depois da estreia americana, e já convenceu aqui o vosso blogueiro.

 


publicado por Hugo Gomes às 00:59
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9.11.10

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publicado por Hugo Gomes às 21:12
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