Eis que estreia o misterioso teaser do novo filme de J.J. Abrams que já anda a causar hype na net. Denomina-se por “Super 8”, é produzido por Steven Spielberg e tem data de estreia para o Verão de 2011.
Começou como um trailer falso dirigido por Robert Rodriguez no duo Grindhouse (2007), mas a sua popularidade cresceu, sendo assim que o autor não teve mãos a medir do que oferecer ao público aquilo que eles ansiavam, Machete virado a longa-metragem. Assim sendo, a fita retornará ao papel de Danny Trejo, um mexicano contratado para matar um senador, mas que é traído por aqueles que o contrataram, iniciando assim uma sangrenta e explosiva vingança sem precedentes. O elenco secundário conta com Robert De Niro, Steven Seagal, Don Johnson, Jessica Alba, Michelle Rodriguez, Cheech Marin e Lindsay Lohan e tem data de estreia para 3 de Setembro nos EUA.
Grande Prémio de Longa Metragem “Cidade de
Lisboa”
Go Get Some Rosemary de Josh Safdie e Ben Safie
Grande Prémio INATEL de Curta Metragem
Ex-aequo
Cocoon Till Kleinert
Grande Prémio INATEL de Curta Metragem
Ex-aequo
La Neige Cache L'ombre Des Figuiers de Samer Najari
Prémio de Distribuição CAIXA GERAL DE DEPÓSITOS
La Pivellina de Rainer Frimmel e Tizza Covi
Prémio FIPRESCI
Menção Honrosa: Au Voleur de Sarah Leonor
Prémio FIPRESCI
Prémio: Castro de Alejo Moguillansky
Menção Honrosa Atribuída pelo Júri Internacional
de Curta Metragem
Fuera De Quadro de Márcio Laranjeira
Menção Honrosa para a Interpretação Atribuída
pelo Júri Internacional de Longa Metragem
Mithat Esmer (actor de 10 to 11)
Prémio TOBIS para Melhor Longa Metragem
Portuguesa
Guerra Civil de Pedro Caldas
Prémio MEDIA RECORDING para Melhor Curta
Metragem Portuguesa
A History Of Mutual Respect de Daniel Schmidt e
Gabriel Abrantes
Prémio RESTART para Melhor Realizador Português
de Curta Metragem
Voodoo de Sandro Aguilar
Prémio Novo Talento FNAC
Carne de Carlos Conceição
Prémio AIP/KODAK de Melhor Imagem para Longa
Metragem Portuguesa
Sem Companhia de João Trabulo
Prémio AIP de Melhor Imagem para Curta-metragem
Portuguesa
O Verão de João Dias
Prémio SIGNIS – Árvore da Vida
Menção Honrosa: Nenhum Nome de Gonçalo
Waddington
Prémio SIGNIS – Árvore da Vida
Prémio: Pelas Sombras de Catarina Mourão
Prémio RTP Pulsar do Mundo
Menção Honrosa: Barbe Bleue de Jeanne Gailhoustet e
Anne Paschetta
Prémio RTP Pulsar do Mundo
Prémio: Les Arrivants de Claudine Bories e Patrice
Chagnard
Prémio RTP2 Onda Curta
Enterrez Nos Chiens de Frédéric Serve
Prémio RTP2 Onda Curta
Cyclist de Marc Thuemmler
Prémio AMNISTIA INTERNACIONAL
Menção Honrosa: Ilha Da Cova Da Moura de Rui
Simões
Prémio AMNISTIA INTERNACIONAL
Prémio: Les Arrivants de Claudine Bories e Patrice
Chagnard
Prémio do Público JOHNNIE WALKER para Melhor
Longa Metragem
Pelas Sombras de Catarina Mourão
Prémio do Público JOHNNIE WALKER para Melhor
Curta Metragem
Cities On Speed #4 - Bogotá Change de Andreas Møl
Dalsgaard
Prémio INSTITUTO PORTUGUÊS DA JUVENTUDE
para Melhor Filme IndieJúnior
Menção Honrosa: Plank (Tábua) de Billy Pouls
Prémio INSTITUTO PORTUGUÊS DA JUVENTUDE
para Melhor Filme IndieJúnior
Menção Honrosa: Jacco’s Film (O Filme De Jacco)
de Daan Bakker
Prémio INSTITUTO PORTUGUÊS DA JUVENTUDE
para Melhor Filme IndieJúnior
Prémio: The Six Dollar Fifty Man (Homem De Seis
Dólares E Meio) de Louis Sutherland e Mark
Albiston
Prémio do Público IndieJúnior PAIS & FILHOS
Summer Wars (Guerra De Verão) de Mamoru
Hosoda
Real.: Jack Sholder
Int.: Robert Englund, Mark Patton, Kim Myers, Robert Rusler, Clu Gulager
Após o sucesso de um filme de baixo orçamento como A Nightmare On Elm Street (1984) de Wes Craven, era de esperar que um promissor estúdio como a New Line Cinema decidisse não deixar morrer uma das suas “árvores de fruto” e assim num espaço de um ano, eis que estreia a esperada sequela daquele que foi dos mais célebres exemplos de terror dos anos 80. A Nightmare on Elm Street 2, sob o subtítulo de Freddy’s Revenge, centra-se no novo miúdo da rua Elm, Jesse Walsh (Mark Patton), que se vê apavorado por estranhos pesadelos onde o qual surge um desfigurado homem de nome Freddy Krueger (Robert Englund) que proclama o corpo de Jesse para levar a cabo a sua insaciável vingança.
O segundo filme, escrito por David Chaskin, não agradou em nada o autor original, Wes Craven, que o acuse de ser ofendido á memória do original, sendo tais aclamações, o realizador da versão de 1984 abandona o projecto e no seu lugar, o desconhecido Jack Sholder toma posse. A Nightmare On Elm Street 2 de certa forma invoca o espírito do original, onde apresenta o “monstro” Krueger com toda a sua ferocidade e traços reconhecíveis de bruxo que aspira ser, presentes na sua caracterização, porém em termos temáticos, o argumento não respeita o legado deixado, apostando em novos horizontes, aptos de reproduzir numa futura saga cinematográfica, o que na verdade resulta nas mais variadas sequências involuntariamente ridículas. A sequela não agradou no geral os fãs do primeiro filme, acusando-o de possuir demasiado teor homossexual, presente metaforicamente nas sequências que por si já são risíveis.
Um periquito que explode, uma toalha que esbofeteia as nádegas do treinador escolar durante a hora da sua morte, uma língua extra que surge do nada e cães com caras de crianças são alguns dos momentos mais perdidos de uma fita que desesperadamente tenta suspirar o terror digno 80’s, porém a sua narrativa é levada com eficácia mesmo sob o argumento inverosimilmente e piroso. Os desempenhos roçam a mediocridade e o esforço, o estereotipo e a inovação, se Robert Englund é de facto uma estrela da serie Z, é em Kim Myers que merece alguns aplausos no facto de trazer alguma experiencia no seu ramo, mesmo que a sua personagem não permita mais e que as comparações físicas com Meryl Streep sejam evidentes, quanto ao protagonista, Mark Patton, já por si merecia o prémio de Scream Queen do ano. Destaque também para Robert Rusler e Clu Gulager.
Numa saga que no presente conta com nove filmes, este “fracasso” é um dos mais negros e eficazes, porém artisticamente desinspirado e equivoco. A repudia dos fãs do assassino da camisola às riscas é evidente, porém passados dois anos é que a saga “Nightmare” encontra finalmente uma fórmula de sucesso, no divertido A Nightmare On Elm Street 3 – Dream Warriors. Todavia serão poucos como este capítulo que tentam desesperadamente explorar a descoberta sexual dos adolescentes.
“You’ve got the body, i’ve got the brain”
Ver Também
Até dia 20 de Maio, dia de estreia do remake de A Nightmare On Elm Street em Portugal, irei aqui relembrar no Cinematograficamente Falando … , o legado de um dos icons memoráveis do terror.
Este é um daqueles post egocêntricos que foram quase precisos 3 anos para ter coragem de faze-lo. Este dia não se comemora cinema, talvez para o leitor seja um dia como tantos outros, normal com tudo, mas para mim é a concretização de vinte e duas primaveras. Neste mesmo dia em 1988, nasce assim um apaixonado por cinema, aquele que faltou a um dia de aulas para visualizar o O Senhor dos Anéis, aquele que vibrou com as três horas de The Godfather, que possui um gigante poster de Marylin Monroe aos pés da cama, aquele que chega a ir ao cinema 3 vezes por semana e não se cansa, aquele que faz de Hitchcock ou Al Pacino o seu Deus e Jesus Cristo. Aquele é eu, Hugo Gomes.
Bem-vindo ao meu Blog!
Real.: James Cameron / Int.: Sam Worthington, Zoe Saldana, Sigourney Weaver
Filme: Avatar de James Cameron é a história de um fuzileiro norte-americano que se aventura nas densas florestas do planeta Pandora, integrando o projecto Avatar, em que graça á tecnologia avançada consegue interagir com os nativos, utilizando o disfarce dos mesmos. Tendo custado 300 milhões de dólares, demorando 15 anos a ser feito e rendendo pouco menos de 3 biliões de dólares em todo o Mundo, Avatar é assim por dizer num dos mais importantes filmes deste século, marcando uma nova era de tecnologia cinematográfica. Tirando os efeitos visuais arrebatadores e sem rival, temos uma historia mainstream com uma mensagem ecologia e com competência digna de Cameron. Obrigatório!
AUDIO
Inglês Dolby Digital 5.1
Checo Dolby Digital 5.1
Eslovaco Dolby Digital
LEGENDAS
Português
Inglês
Croata
Checo
Islandês
Esloveno
Eslovaco
Hebraico
Distribuidora – CLMC Multimédia
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Real.: Paul McGuigan / Int.: Chris Evans, Dakota Fanning, Djimon Hounsou
Filme: Push relata-nos a história de um grupo de mutantes que enfrentam um grupo de agentes governamentais de possuir os seus poderes. Com uma premissa bastante semelhante a bem sucedida série televisiva da Fox, Heroes, Push do promissor Paul McGuigan é um filme de ficção científica sem sabor, que assemelha a um episódio piloto de uma série cancelada. Nem os actores e os efeitos visuais convencem.
AUDIO
Inglês Dolby Digital 5.1
Cantonês Dolby Digital 5.1
LEGENDAS
Português
Inglês para Deficientes Auditivos
OPÇÕES ESPECIAIS
Comentários Audio com o Realizador Paul Mcgulgan e com os Actores Chris Evans e Dakota Fanning
Cenas Cortadas
Cenas Cortadas com Comentários do Realizador Paul Ncgulgan
Push - A Ciência por Detrás da ficção
Distribuidora – Zon Lusomundo
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Em Clash of the Titans de Louis Leterrier, Ralph Fiennes foi sem sombra de dúvida, o melhor desempenho do blockbuster de influências épicas. O actor britânico veste a pele do infame Hade (Deus dos Mortos), em mais uma incursão de vilão, vejamos outras grandes prestações deste nosso “gentleman”:
Lord Voldemort (Harry Potter, 2005 – 2007) Mike Newell, David Yates
O militar inglês (The Hurt Locker, 2008) Kathryn Bigelow
Justin Quayle (The Constant Gardener, 2005) Fernando Meirelles
Conde Laszlo de Almásy (The English Patient, 1996) Anthony Minghella
Harry (In Bruges, 2008) Martin McDonagh
Spider (Spider, 2002) David Cronenberg
Francis Dolarhyde (Red Dragon, 2002) Brett Ratner
A caminho dos Vingadores: a segunda volta do Homem de Ferro!
Em tempos, os filmes baseados em super-heróis de banda desenhada eram marginalizados, jogados para a segunda divisão, porém nos nossos dias, a BD como neste caso a Marvel se converteram nalgumas das mais valiosas fatias de lucro cinematográfico norte-americano, firmando também, ou pelo menos aspira ser, um ensaio experimental de autores e actores. Nestas adaptações nota-se um pretensiosismo evidente e cada vez mais competitivo entre si, não se trata de fazer entretenimento aos mais populares, trata-se de fazer História e lucro ao mesmo tempo. Iron Man de Jon Favreau, que estreou em 2008, foi um aposta arriscada de uma BD que em termos de popularidade não conseguiria competir com um X-Men ou um Homem-Aranha, mas o resultado foi revitalizante, pois com um realizador bem motivado, o qual ninguém dava "nada" por ele, até um protagonista, Robert Downey Jr., com entrada directa numa gloriosa ressurreição, revelando um “one-man-show”. Após render mais de 500 milhões de dólares em todo o Mundo, eis que finalmente surge a esperada sequela, onde é possível deparar com o dito pretensiosismo, bem catita aliás.
Iron Man 2, novamente dirigido por Favreau, volta à história de Tony Stark (Robert Downey Jr.), agora conhecido mundialmente por Iron Man. O nosso herói tem vindo a conquistar prestígio e fama como também inveja por parte dos seus rivais, principalmente Justin Hammer (Sam Rockwell), dono de uma companhia de armamento militar. Porém a verdadeira ameaça a Tony Stark advém de um misterioso homem, Ivan Vanko (Mickey Rourke) que jura concretizar uma vingança antiga e "esquecida".
Em Iron Man 2 a verdadeira estrela não são os efeitos visuais nem sequer a figura mecânica vermelha e amarela, mas sim o regresso do, já referenciado, “one-man-show” que Downey Jr. representa. Sendo talvez o grande sucesso do primeiro, aqui é equilibrado de forma a preencher uma complexa intriga em que os produtores decidiram introduzir. Para que o sufixo de “2” seja justificável, temos o dobro da acção com aquela suave critica ao tráfico de armamento e pela produção da mesma. Iron Man 2 aposta em grande nesta trama, os seus recursos para o fazer interagir com o protagonista são bastante eficazes, uma prova que Jon Favreau é o homem indicado para lançar o herói da Marvel para o grande ecrã.
Mas agora passemos às noticias menos felizes, é que esta sequela está uns furos abaixo do primeiro, não só porque de certa forma o elenco secundário é deixado à deriva da maré (Gwyneth Paltrow é novamente desperdiçada), como também o pretensiosismo complexar da historia acaba por leva-lo a "correrias" forçadas, principalmente na recta final, sem falar da "injecção" algo fútil da iniciativa Avengers (um sonho preste a ser concretizado pelo estúdio). Tirando isso temos um dos mais divertidos blockbusters do ano. As novas adições foram no portanto, frutíferas, como por exemplo, Mickey Rourke partilha similaridades com Downey Jr., ambos se encontram em ascensão cinematográfica. Sam Rockwell que antes havia sido cobiçado pelo realizador para ser o original Tony Stark, completa-se com o rival do mesmo, o homem tem jeito para a coisa. Scarlett Johansson em vias de se tornar numa vedeta de Hollywood do que numa actriz de “A” grande, a verdade que bela ela é, enchendo o olho mas não preenchendo os requisitos para além do "papel de cheque". Don Cheadle a substituir com grande estilo o actor Terrence Howard, que abandonou a produção devido a conflitos salariais, Samuel L. Jackson como um Nick Fury de "tiques egocêntricos" e por fim o próprio Jon Favreau, como o infeliz guarda-costas de Stark, um não tão preciso veiculo humorístico.
Enfim, Iron Man 2 promete ser concorrência forte nas bilheteiras de todo o mundo, tornando assim num dos "braços fortes" da Marvel, que aposta em grande na sua compilação de super-heróis. Entretenimento garantido, é a palavra de ordem, mas para quem procura algo fresco para este inicio de Verão decerto que este O Homem de Ferro não irá fazer parte da lista. Felizmente refresca. Um aviso, fiquem na sala até ao final dos créditos!
“If you could make God bleed, people will cease to believe in Him. There will be blood in the water, and the sharks will come.”
Real.: Jon Favreau / Int.: Robert Downey Jr., Gwyneth Paltrow, Don Cheadle, Scarlett Johansson, Sam Rockwell, Mickey Rourke, Jon Favreau, Mickey Rourke, Clark Gregg
Ver Também
Já algum tempo falei sobre a possibilidade de um quarto filme da saga Scream, da autoria de Wes Craven (realizador) e Kevin Williamson (argumentista). Contudo está confirmada a produção da sequela que segundo o autor, irá iniciar uma nova trilogia. Os dois homens referidos, regressam, e em suas posições originais, o mesmo se pode dizer de Neve Campbell, David Arquette e Courtney Cox. Com estreia nos EUA para 15 de Abril de 2011.
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