9.8.08

Real.: Chris Carter

Int.: Gillian Anderson, David Duchovny, Bill Connolly, Amanda Peet

 

 

As series televisivas tornam se marcos na cultura popular, e muitos desses produtos passaram pela óptima recepção por parte dos seus espectadores, nos dias de hoje a televisão constitui um peso enorme na produção ficcional e cada vez mais é abrangida com mais respeito, relembro que outrora existia uma clara divisão entre actores de televisão e actores de cinema, actualmente essa limitação está menos visível ora vemos actores de cinema a passar para a televisão, ora vemos o oposto, exemplos como Kiefer Sutherland (do cinema para a televisão) e Zach Braf (televisão para cinema). Não é só os actores ou outra gente envolvida que alterna de lado, também os próprios produtos mudam de ambiente visionários, no passado era mais habitual encontrar filmes que se convertiam em séries de TV (Highlander, Mortal Kombat, Batman), mas nos tempos que decorrem é mais comum ver séries a ser convertidos em filmes de cinema. Uma das razões para este fenómeno é o facto de o cinema em geral passar um período mais decadente em termos de espectadores; os factores deste caso envolvem a ferocidade do mercado DVD, os downloads ilegais, um maior número de estreias e poucos dias em cartaz e talvez, segundo muitos especialistas e um pouco a minha opinião, a pouca qualidade e as limitações argumentativas que os filmes têm sido produzidos, há demasiada censura, boicotes e todo o resto que prejudica em si o nome do cinema. È por estas e por outras que muito do publico tem optado pela televisão, as séries eu revelam uma qualidade um tanto cinematográfica e a originalidade e criatividade que falta e muito no cinema feito. Por isso é que a transfusão das séries para o cinema, são óptimos propósitos para atrair um legião de fãs já criada. X- Files é um dos exemplos.

Á partida este X-Files tem um defeito comum com a maioria das conversões de series para televisão; o facto de assemelharem a um episodio longo, mas neste caso um dos bons. Mesmo com o fracasso de bilheteiras que obteve a primeira semana de estreia nos EUA, o segundo filme da série iniciada em 1993 é de facto muito melhor que a maioria dos filmes que estrearam neste Verão. O filme de Chris Carter começa onde terminou a série, os ex-agentes Scully e Mulder (Gillian Anderson, David Duchovny) vivem como um casal, ela é doutora e ele esforça-se por isolar do resto do Mundo, mais propriamente da FBI. Os dois voltam ao trabalho quando a mesma organização lhes pede para regressar para resolver um caso no mínimo intrigante; uma agente desaparece sem deixar rasto e um padre de passado duvidoso (Bill Connolly) aclama ter visões que indicam onde ela se encontra. Mulder fica intrigado com o caso e acredita que o dito padre tem realmente visões, mas Scully não partilha a mesma opinião.

Com um argumento interessante e por vezes arrepiante, The X-Files – I Want to Believe se debruça na relação entre os dois agentes que propriamente no caso pendente, vertendo assim um drama mais sólido que o habitual, e nisso os fãs agradecem. A realização de Chris Carter parece seguir um modo automático, mas ao contrário que Rob Bowman fez com o primeiro filme de 1998, este difere um pouco em relação da série, sendo mais adaptada ao grande ecrã, disfarçando os habituais artifícios da televisão. Gillian Anderson e David Duchovny cumprem as suas personagens com os requisitos necessários e verdade seja dita, são duas figuras que mudaram a vida de ambos os actores, por isso seja normal que estes as vivem como fossem suas vidas. Quanto a Bill Connolly que tem um papel bastante importante na intriga, o actor é uma daquelas caras conhecidas do cinema, mas que nunca chega a ser estrela, sempre dando uma certa presença, é a melhor interpretação da fita compondo uma personagem delicada e psicologicamente esquizofrénica. Infelizmente e a promissora personagem de Amanda Peet que a “coisa” afunda-se, tornando-se em algo mais descartável do que aquilo que o filme assume.

Funciona como um thriller á parte de grande suspense, mas por vezes a dependência com a série poderá afastar os espectadores que nunca ou não vê a série originalmente criada por Chris Carter. Por enquanto temos um entretenimento deste Verão muito superior a muitas obras em cartaz e dentro do cinema digestível não é de deitar fora, os fãs não sentiram defraudados. No final eu quero acreditar que este X-Files é algo mais daquilo que era planeado fazer.

PS – Para quem pensa que a revelação do filme seja de origem pura imaginativa, enganem-se, na União Soviética nos anos 40, tais experiencias eram realmente feitas.

 

O melhor – O ritmo do filme e a solidificação do drama

O pior – no fundo é um episódio alargado mesmo que bom

 

6/10
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publicado por Hugo Gomes às 23:46
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Faleceu neste Sábado, o actor e comediante Bernie Mac, que deu entrada no Hospital de Chicago com dificuldades respiratórias devido a uma pneumonia. O actor tinha 50 anos que ficou célebre pelos seus papéis cómicos na saga Ocean´s de Steven Soderbergh ao lado de George Clooney e Brad Pitt, outros filmes que participou foi em Bad Santa, Transformers e Guess Who. Foi também um actor de televisão tendo uma série televisiva homónima em 2001-2006.

Bernie Mac - (1957-2008)

 

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publicado por Hugo Gomes às 17:29
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Os “arrufos” entre um morcego e um palhaço!

 

The night is darkeste just before the dawn” são frases como esta que fazem antever a negrura de um dos blockbusters mais esperados de sempre (se não o mais esperado do ano) – The Dark Knight de Christopher Nolan. Para quem desconhece, Nolan não é praticamente um homem de blockbusters, não senhor, o realizador aclamado de Memento é um “fazedor de filmes”, conseguindo combinar o talento artístico numa fluidez que poderemos considerar simbiótica para com as grandes audiências. Memento (2000)  foi a sua entrada no estrelato, com uma finalidade do perplexo mundo ao contrário acessível à maior parte dos espectadores e com um dos argumentos mais entusiasmantes do final do século, seguiu-se então Insomnia (2002), em que o realizador conseguiu provocar em Al Pacino, pesadelos psicológicos memoráveis e Batman Begins, o início de tudo, uma reinvenção realista do herói de capa preta, por vezes maltratado no cinema. Nesse filme de 2005Nolan com auxílio do argumentista David S. Goyer explora as origens do “homem-morcego” e a sua lavagem realista de influências a Frank Miller torna-o num must see do universo dos super-heróis, a sua qualidade foi discutida pelos mais cépticos e comparada com o Batman de Tim Burton, que mesmo passados cerca de 20 anos continua como uma melhores adaptações da DC Comics. Depois de ter pausado em The Prestige – O Terceiro Passo, regressa ao “escuro mundo” do Batman naquele que já é consideravelmente o auge da sua figura –  The Dark Knight.

 

 

O que poderemos encontrar neste The Dark Knight – O Cavaleiro Das Trevas? Muita, mas muitas razões para vê-lo. Nesta memorável aventura do herói criado por Bob Kane e Frank Foster em 1932, ficou marcado por uma extensiva campanha de “gente adulta”, desde posters arrebatadores a publicidade viral, como também e infelizmente utilizado, a aclamação do último papel completo do falecido actor, Heath Ledger, devido a isso e não só, o seu desempenho como o vilão Joker se antevia com uma nomeação ao Óscar e um legado que irá perdurar nos próximos e longos anos. The Dark Knight de Christopher Nolan é a exploração do conceito de herói, numa metafórica filosofia embalada com o entretenimento mais entusiasmante dos últimos anos, e melhor, as suas sequências de acção são maioritariamente desprovidas de CGI, fazendo com que esta incursão de “veia realista” de Batman seja tão credível e sem a artificialidade comum neste tipo de produções. Parece que Nolan fez mesmo um filme “à moda antiga”, de carácter mainstream, mas interessante o suficiente como um épico citadino. Como realizador há dar o mérito à sua capacidade de criar uma Gotham City viva e não fantasiosa e quase “caroleana” como a dos filmes de Burton, trata-se de uma cidade como muitas outras, com os problemas de qualquer uma e até Batman soa como herói limitado mas sobretudo humano, e é nesse termo que o faz superar os outros heróis da DC Comics, nomeadamente o “grande” e “invencível” Superman. Toda esta realidade crível submete a Batman numa categoria a par com outros contos de violência como The Departed ou Heat, modulando o melhor de Mann e suas outras influências. Apetece-me gritar que estamos perante um filme de descendência neo-noir pura.

 

 

The Dark Knight introduz a um mundo pós-11 de SetembroJoker  (Heath Ledger), um misterioso e bizarro homem que promete causar o caos na cidade de Gotham, este dito palhaço assassino fora contratado pelo crime organizado local para impedir a crescente onda de sensibilização que paira sobre a cidade com influências das acções de Batman, o justiceiro que surgiu, também ele misteriosamente, para apoiar a lei e a confraternidade entre os habitantes. Devido a isso, Gotham City conhece outro herói, desta vez sem mascaras, nem gadgets e o seu combate ao crime é um pouco mais seguido pelos regulamentos, trata-se de Harvey Dent  (Aaron Eckhart), o promotor público, um homem de grande futuro para Gotham, como Gotham um grande futuro com este homem. Bruce Wayne  (Christian Bale), alter-ego Batman, vê nesse homem o seu descendente e decide protege-lo a todo o custo e é partir daí que entra Joker, com planos opostos ao do nosso herói. Eis o clássico embate entre duas figuras tão misteriosas como capazes. Será que Batman terá que descer ao seu nível para vencer uma mente tão anárquica e negra como a de Joker?

 

 

Christian Bale veste mais uma vez a pele do milionário Wayne, ou seja Batman, a sua popularidade cresceu alargadamente desde o ultimo filme do “homem-morcego”, o actor predilecto de Nolan bem se esforça, mas o protagonismo cai facilmente em direcção a Heath Ledger, naquele o qual volto a referir, seu último papel completo, Joker. Há quem acuse que a fama desta interpretação teve como efeito da morte prematura do actor, considero tal facto, mas é neste Joker, fruto de grande trabalho de Ledger, que se consegue destacar mesmo com o seu alto hype. Relembro que Ledger trabalhou bastante na negra composição deste vil, seguindo os filmes de Clockwork Orange de Stanley Kubrick, uma verificável fonte, e nos livros mais negros desta personagem e pronto uma “pitadinha” da ascendência gore à lá Saw para situar a “antiga” personagem na moda. Quanto á disputa da melhor encenação da mesma personagem, falo obviamente do embate que tem gerado discussão, Nicholson  e Ledger, o primeiro que vestiu a pele do carismático “bad guy” em Batman de Tim Burton, e segundo do que se ouve, o falecido actor provou ser superior em tudo em relação ao celebre actor de Shining também ele de Stanley Kubrick, em relação a esse ponto só tenho uma coisa a declarar, ambas as incursões são da mesma personagem mas ao mesmo tempo diferentes. Nicholson encenou a variante mais clássica, o seu papel era simbiótica para a caracterização de Gotham através de Burton, Batman e Joker completavam-se, tal como Ledger cita em The Dark Knight “you are just a freak … like me!”. Quanto a Heath Ledger, o seu Joker é uma imagem mais fiel ao mundo em que vivemos, um mundo abalado pelo terrorismo, pelo idealismo radical e neste caso pelo anarquismo, melhor adjectivo na sombria figura de Joker de The Dark Knight. Conclusão; Heath encontra-se perfeito num papel assombroso e carismático, e mesmo sendo muito cedo aclamá-lo como uma dos melhores vilões recentes do cinema, a par com Hannibal Lecter de Anthony Hopkins e o incontornável Dark Vader da saga Star Wars.

 

 

Todavia não é só Heath Ledger e o seu Joker que tomam conta do filme, Aaron Eckhart consegue arrepiar pela sua versatilidade e a composição de um Harvey Dent trágico e a certa altura alucinando. O seu Two Faces  (Duas Caras), alter-ego de Dent, é um vilão assustador e enigmático, decerto não possuirá o mesmo protagonismo de Joker de Ledger neste filme, mas tendo em conta que o argumento de The Dark Knight gira envolto da personagem de Eckhart, o actor de Thank You For Smoking consegue captar o requisitado e muito mais, provando ser um talento subestimado nos das de hoje. Gary Oldman e Morgan Freeman são dois actores que se encontram como é de esperar num filme, quer no carregamento de presença, quer a sua popularidade atractiva; Freeman é igual a si próprio, ou seja comodo e quanto a Oldman, devido a importância do seu personagem, o actor consegue segurar o seu papel sem falhas aparentes. Outro actor de presença quase imprescindível, transmitido a veia mais moralista e filosófica de BatmanMichael Caine na pele do fiel mordomo Alfred. Enquanto na antologia do herói, era normalmente apresentado como uma personagem semi-decorativa, em The Dark Knight, tal como em Batman BeginsAlfred é de composição mais influente e afirmativa, trata-se de uma parte da alma do “homem-morcego”. Um dos factores mais positivos nesta continuação é porém a mudança de Katie Holmes por Maggie Gylenhaal, a actriz compensa em melhoria a má interpretação da actriz anterior e mesmo sendo ofuscada nesta obra, a sua presença num blockbuster desta envergadura poderá abrir novas portas para esta, já que se encontrava bastante limitada ao circuito de filmes indies. Apenas em baixa, encontra-se Christian Bale como Bruce Wayne, de presença mais reduzida (Heath Ledger parece roubar qualquer plano que entra), o actor entra num modo automático à deriva desta orquestrada narrativa. Falando em orquestras, não poderei deixar de referir a banda sonora composta pelo luxuoso mas sempre “bem” Hans Zimmer, a transmitir um fulgor épico merecido.

 

 

Além do elenco, ainda podemos contar com um argumento inteligente, complexo e tratado com a seriedade que merece, muito mas muito longe da indigente qualidade de filmes do mesmo tipo. Christopher Nolan tem a virtude de cumprir aquilo que tem vindo a prometer, uma arrebatadora obra de acção, um thriller negro o qual o seu sucesso não é descabido de todo. Não é o melhor filme do mundo, nem nada parecido, mas é sim o entretenimento mais completo dos últimos 3 anos. Um invejável blockbuster a marcar o melhor deste Verão de 2008 e o melhor filme de Batman alguma vez feito (palavra!).

 

Let’s put a “smile” on that face

 

Real.: Christopher Nolan / Int.: Christian Bale, Heath Ledger, Michael Caine, Aaron Eckhart, Gary Oldman, Morgan Freeman, Maggie Gylenhaal, Cillian Murphy

 


 

O melhor –  Um filme comercial que cumpre aos mais diferentes níveis

O pior –  Ser aclamado como o melhor filme de todos os tempos, o que é exagerado

 

The Dark Knight” – 10 estrelas “Depois há um senhor chamado Christopher Nolan que resolveu, a par do seu irmão, escrever um dos mais brilhantes argumentos que já visualizei em película.(…) The Dark Knight" é simplesmente obrigatório. Eu irei vê-lo uma segunda vez ao cinema e, quem sabe, uma terceira. Não se estão a rir?? "Why so serious??' Cinema is My Life

The Dark Knight – 10 Estrelas- " "The Dark Knight" não é um mero blockbuster, é muito mais que isso. É não só um dos grandes filmes dos últimos anos, como também um dos melhores alguma vez feito sobre o universo dos super heróis. " Ante-Cinema

 

9/10

publicado por Hugo Gomes às 17:03
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São ambas personagens interpretadas por Daniel Day-Lewis, Bill “The Butcher” Cutting do filme de Scorsese, Gangs of New York e Daniel Plainsview de There Will Be Blood de Paul Thomas Anderson; o que tem em comum estas das personagens além de serem interpretadas pelo mesmo actor? A resposta está na composição de ambas as personagens, apesar de ser diferentes e motivadas por consequências divergentes, são figuras veiculadas pelos seus pecados e ideias que obviamente repulsam a maioria das pessoas, mas são estas figuras que compõe um pouco o cinismo das crenças americanas. No caso de The Butcher, um líder de um gang anti-imigrante, provém de uma xenofobia já muito datada nesse mesmo país, para quem sabe um pouco de história conhece a verdadeira origem do dito “puro” americano, meramente inglesa, o qual se separaram das suas raízes através de vários conflitos que perduraram uma história já por sim curta de uma nação intolerante e pouco diversificado de ideias; o massacre dos índios, a descriminação dos afros, a perseguição dos irlandeses e nos dias de hoje a fobia para com os muçulmanos reflectem uma sociedade pouco apta para receber a diversidade humana e cultural. No filme de Martin Scorsese a personificação dessa natureza americana encontra-se na inesquecível personagem de Lewis. Esse comportamento hostil deriva de outros sentimentos ou pecados conforme querem chamar, os americanos sempre advieram de uma visão alargada para o seu próprio bem, o que resulta numa ambição quase para o gananciosa, Daniel Plainview do filme There Will Be Blood é outro retrato americano e bastante real até mesmo nos dias de hoje; a caça ao petróleo que os EUA não querem reconhecer, devido isso guerras e atrocidades foram cometidas em nome do ouro negro que muito, mas muito destruiu. Nos dias de hoje somos quase dependentes a este combustível fóssil e nos países mais desenvolvidos, essa situação piora em relação á sofisticação da tecnologia. Tendo uma grande detenção da grande parte do petróleo mundial, os EUA tem vindo a negociar essa parte com o resto do mundo, que torna-se como “Américo-dependentes” e verdade seja dita, muito foi aproveitado desta situação que já antevêem do final da 1º Guerra Mundial. Duas personagens diferentes, duas iguais, retratos de uma face cada vez mais divulgada na historia americana, os defeitos de um povo que desejam acima de tudo serem isolados dos resto do Mundo.

 


publicado por Hugo Gomes às 14:33
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Riddler / Dr. Edward Nygma

Int.: Frank Gorshin (Batman 1966), Jim Carrey (Batman Forever)

Este vilão a aspirante a Joker com sempre uma adivinha na ponta da língua, teve o mérito de “decifrar” a verdadeira identidade de Batman. Jim Carrey interpretou a sua versão quase egotica em Batman Forever de Joel Schumacher em que une forças com Two-Faces.

 

Catwoman / Selina Kyle

Int.: Lee Meriwether (Batman 1966), Michelle Pfeiffer (Batman Returns)

Não é bem uma vilã, mas sim uma anti-heroína, no comics torna-se uma segunda defensora de Gotham City e tendo como aspiração os gatos, eis um “dura” mulher com sete vidas. Ficou conhecida pela interpretação de Pfeiffer na incursão de Tim Burton, enquanto na versão de Lee Mariwether, a personagem era caracterizada como uma simples ladra. Nos comics chegou mesmo a casar com Bruce Wayne.

 

Penguin / Oswald Cobblepot

Int.: Burgess Meredith (Batman 1966), Danny DeVitto (Batman Returns)

Para Burton um freak, para os anos 60, um larápio meets gentleman, é de morfologia pequena, anafado e de aparência muito similar a de um pinguim. Um dos vilões mais célebres do legado de Batman.

 

Carmine Falconeri

Int.: Tom Wilkinson (Batman Begins)

Este herói é ausente de qualquer tipo de super-poderes ou afluências a um elemento, trata-se do chefe do crime organizado de Gotham City e um dos verdadeiros responsáveis pela morte dos pais de Bruce Wayne.

 

Scarecrow / Dr. Jonathan Crane

Int.: Cillian Murphy (Batman Begins)

Um advogado que limita-se a defender criminosos e ao mesmo tempo um investigador do psicológico menos incontrolável nos humanos – o medo, è o seu alter – ego, Scarecrow – O espantalho que em Batman Begins torna-se o primeiro super-vilão de Batman.

 

Ra´s Al Ghul / Henry Ducard

Int.: Ken Watanabe (Batman Begins), Liam Neeson (Batman Begins)

O seu nome deriva do árabe (Cabeça de Demónio), trata-se de um lord de uma secreta organização de assassinos, o qual é na sua estrutura que Bruce Wayne é treinado para controlar a sua raiva e medo, crucial na sua transformação de Batman. Henry Ducard é o seu pseudónimo que se apresenta como uma espécie de conselheiro executivo.

 

Mr Freeze / Dr. Victor Fries

Int.: Arnold Schwarzenegger (Batman & Robin)

Eis um dos vilões de peso de Batman, outrora um cientista abalado pela tragédia amorosa que se converte num misto entre andróide e “frigorifico” com planos para congelar toda a Gotham. Inexpressivo e obviamente frio é o que o caracteriza.

 

Poison Ivy / Dr. Pamela Isley

Int.: Uma Thurman (Batman & Robin)

Uma botânica que converte-se naquilo que mais ama devido a um acidente cientifico, uma planta humana, neste caso numa das venenosas. A sua arma preferida; os seus beijos mortais.

 

Bane / Antonio Diego

Int.: Jeep Swenson (Batman & Robin)

Um recluso que é exposto a um tóxico produto chamado venom o qual adquire uma força sobre-humana, possui uma longa legião de fãs que o aclamam como um dos melhores vilões de sempre da história de Batman, ficou famoso por ter partido a espinha a Bruce Wayne. Joel Schumacher ridicularizou este potencial criminoso no seu Batman & Robin, caracterizando como um mero guarda-costas de Poison Ivy.

 

Os Filmes

 

Batman (1966)

Realizado por Leslie H. Martinson

Interpretado por Adam West, Burt Ward, Cesar Romero

 

Com influências às comics mais cómicas da personagem, Batman dos anos 60 foi puro entretenimento colorido e incontornável pelas suas montagens quase animadas. Originou uma série produzida pela Fox de igual sucesso.

 

 

 

Batman (1988)

Realizado por Tim Burton

Interpretado por Michael Keaton, Kim Basinger Jack Nicholson

 

Com um Tim Burton ainda flor da sua filmográfica, Batman é um delírio cénico que exibe uma Gotham City tão reflectora do seu justiceiro. Jack Nicholson veste a pele de Joker, o seu arqui-inimigo, no papel que ainda perdura.

 

 

 

Batman Returns (1992)

Realizado por Tim Burton

Interpretado por Michael Keaton, Michelle Pfeiffer, Danny DeVitto

 

Quatro anos depois, Burton regressa às aventuras do homem da capa negra e desta vez a sua limitação artística era menor trazendo assim uma das mais invulgares adaptações de BD como também uma das melhores. Com um elenco eficaz e completamente convertido a freaks de influências do autor, Batman Returns é uma delirante aventura do seu tempo.

 

 

 

Batman Forever (1995)

Realizado por Joel Schumacher

Interpretado por Val Kilmer, Tommy Lee Jones, Jim Carrey

 

Com a saída de Burton no projecto e de Keaton no papel de Batman, entra agora Schumacher na respectiva cadeira de realizador e o infame Val Kilmer no fato do homem morcego. Com esta nova direcção, Batman parece-se ter cruzado com um explosão de neons e cores berrantes que mesmo com o sucesso fazem deste capitulo o menos conseguido. Os vilões duplicam com Tommy Lee Jones no papel de Two Faces e Jim Carrey no papel de Enigma.

 

 

 

Batman & Robin (1997)

Realizado por Joel Schumacher

Interpretado por George Clooney, Uma Thurman, Arnold Schwarzenegger

Para quem conhece minimamente os filmes de Batman, reconhece que a segunda participação de Joel Schumacher teve resultados catastróficos. Nos dias de hoje, os fãs ainda não conseguiram engolir os fatos com mamilos e os close ups do rabo de Batman, quanto mais um argumento sem sentido e artisticamente confuso. Um desastre.

 

 

 

Batman Begins (2005)

Realizado por Christopher Nolan

Interpretado por Christian Bale, Michael Caine, Liam Neeson

 

Depois do resultado de Batman & Robin, Warner Bros congelou a fasquia mas que depois de apresentada novas melhorias argumentais por parte do realizador de Christopher Nolan, o mesmo de Memento, o estúdio deu luz verde ao projecto. Nolan iniciou uma nova saga, começando por abordar a origem deste herói numa contornância aos comics mais negros dos anos 80, nomeadamente aos de Frank Miller. O actor em ascensão, Christian Bale veste a pele do morcego humano e consegue captar a verdadeira essência de Bruce Wayne. Um filme a não perder!

 

 

 

The Dark Knight (2008)

Realizado por Christopher Nolan

Interpretado por Christian Bale, Heath Ledger, Aaron Eckhart

 

Marcado pelo último papel de Ledger no cinema, o do vilão Joker, The Dark Knight é a continuação directa do filme anterior Batman Begins, em que além de ser um estrondosos sucesso no box office mundial e na crítica é a prova de que um blockbuster deve ser tratado com toda a seriedade e graças a um rol de boas interpretações, um argumento inteligente e invejáveis métodos de produção, The Dark Knight é o exemplo perfeito que com bom trabalho vai-se longe.

 

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publicado por Hugo Gomes às 13:33
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6.8.08

 

“O tempo destrói tudo”

 

Irreversível de Gaspar Noé foi apresentada na edição de 2002 do festival de Veneza, em que gerou uma postura irada e chocada dos espectadores e júris nas primeiras cenas da fita. A história é quase reduzida, conta um termo de vingança em causa está uma violação de uma mulher, se esta premissa fosse exposta em narrativa básica, pouco ou nada haveria para saborear, mas felizmente a oposta narração por Noé faz que a sua visualização seja mais que uma simples experiencia artisticamente cinematográfica, trata-se de umas descidas (ou subidas) pelas consciências humanas. De início entramos num “submundo”, um inferno gelado e controverso, a câmara de Noé demora um pouco a arrancar e a sua natureza poderá trazer alguns enjoos iniciais, mas por genialidade, todos aqueles espasmos artísticos revelam numa metáfora de tempo, costuma-se dizer que depois das tempestade vem a bonança, mas na vida real não é bem assim, simplesmente depois do paraíso vem o inferno que ninguém desejaria alguma vez entrar.

 

 

Puro, duro e real; filmes como estes povoam o imaginário do cinéfilo mais atento do bom e por vezes ignorado cinema que se faz em França. É a terra do idealismo, mas também é a nacionalidade dos sem-tabus, sem papas na língua e sem medo de falar, porque filmes como estes produzidos noutro país, talvez considerado mais “civilizado” como os EUA, eram facilmente induzidos a cortes e censura, e artimanhas de formas “cativantes” ao publico em geral. Tal não acontece e o que revela aqui nesta composição de “avesso” da vida é a pura “imitação” da mesma com todas as “rosas” e “espinhos”.

 

 

Monica Bellucci e Vincent Cassel, dois dos mais versáteis actores europeus se destacam pela sua postura descontraída e tolerantemente arrojada, como também a apresentação de uma química invejável e sinonima de um paraíso intrínseco mútuo, é por estas e por outras que continuam a ser o par francês mais apetecível do dito cinema. Em suma; Irreversível pode recordar Memento de Christopher Nolan devido a sua composição narrativa, mas a diferença está na sua acessibilidade, o filme de Gaspar Noé é uma ousadia experimental em filme, as suas controvérsias transpira numa filosofia verdadeira e sem embelezamentos que fazem desta obra um filme incontornável. Uma lição singular!

 

Real.: Gaspar Noé / Int.: Vincent Cassel, Monica Bellucci, Albert Dupontel

 

O melhor – a crueza das situações e da exposição das mesmas

O pior – os espasmos iniciais da câmara de Noé

 


 

9/10

publicado por Hugo Gomes às 22:21
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4.8.08

Morgan Freeman, o galardoado actor d encontra-se hospitalizado em consequências de um acidente de viação que ocorre na noite de Domingo, segundo as autoridades o carro de capotou inúmeras vezes e Freeman teve que ser desencarcerado do seu veículo. Neste momento encontra-se no hospital em estado grave.

As melhoras, da minha parte L

 

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publicado por Hugo Gomes às 21:47
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3.8.08

Real.: Rob Cohen

Int.: Brendan Fraser, Maria Bello, Luke Ford, John Hannah, Michelle Yeoh, Jet Li

 

 

Trata-se do regresso do regresso da Múmia, mais uma vez Hollywood se evidencia sobre a sua falta de imaginação e aposta em mais uma sequela, desta vez de uma das sagas mais rotineiras de sempre; A Múmia. Para desenjoar o dito espectador, mudou-se os ares e mudou-se de realizador, nesta ultima para o mais convincente Rob Cohen que substitui o “apressadoStephen Sommers. O ambiente é alterado, trocando o “velhoEgipto pela comentada China, parece que aproximação dos Jogos Olimpicos de Pequim é uma das influências. E com isso é sempre bom utilizar algumas das super-estrelas asiáticas, nomeadamente Jet Li e a cada vez mais ocidental Michelle Yeoh. Já agora para os menos instruídos, sim, existem múmias na China, as talvez mais bem conservadas do Mundo.

2000 anos atrás, o Imperador Dragão (Jet Li) conquistou toda a China Antiga, a sua ambição era sempre maior, por isso decide recorrer á magia negra para possuir a cobiçada vida eterna. Mas fora traído e amaldiçoado pela feiticeira Zi Juan (Michelle Yeoh), que se vinga do seu amor, morto pelas mãos do Imperador. Dois mil anos depois, o Imperador desperta do seu longuíssimo sono e com ele, o caos, o acordar de um exército invencível pronto a conquistar o Mundo. Só um homem pode o deter, esse chamado Rick O´Connell (Brendan Fraser), conhecido por ter derrotado a múmia Imhotep.

Já se fazia saber que esta Múmia – O Túmulo do Imperador Dragão seria um filme menor neste Verão altamente competitivo e uma provável vítima de desgaste da série, felizmente esta fita da saga aspirante a Indiana Jones inicia-se bem e aproveita ao máximo a onda que o salteador de tumbas, Harrison Ford provocou nas bilheteiras mundiais, mas sem o seu carisma nostálgico. Brendan Fraser protagoniza uma fita facilmente combustível e cheio de pressa para o desfecho. A acção e os efeitos especiais são o forte desta poeirenta aventura, mas nenhum destes elementos consegue ser bem servido com uma argumento pobre e básico, ou seja, esta Mumia 3 é um filme novo mas ao mesmo tempo visto e mais que visto, e as comparações com outros congéneres são inevitáveis.

O humor faz desta fita menos sofrível e Brendan Fraser ainda tem estofo para encabeçar um herói á altura, mesmo que a sua face seja mais encarada com a comédia, falando nisso, o sidekick John Hannah é o mais atractivo de todo o elenco. Quanto ao resto temos um banal descendente, Luke Ford a não cumprir em nada os seus requisitos, o seu romance também é inadequado e oco, Maria Bello por Rachel Weisz não é troca justa, um Jet Li que só valoriza pelos seus dotes de combate e um feiticeira, Michelle Yeoh, que invoca feitiços em chinês antigo como em inglês. Existe alguns pontapés na história, algumas inverosimilhanças na linguagem utilizada e a previsibilidade em todos os sentidos faz-se sentir. Entretêm, mas é fácil de esquecer. O pior da saga e uma desilusão vindo do prometedor Rob Cohen.

O melhor – o humor de John Hannah

O pior – um argumento visto milhões de vezes

 

4/10
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publicado por Hugo Gomes às 15:53
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2.8.08

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publicado por Hugo Gomes às 23:56
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The Dark Knight está a causar sensação neste mundo fora e obviamente há quem já fale do terceiro filme da nova saga de Nolan, a Warner pelo menos está interessada, nem que seja para encher os cofres (ainda mais!). Infelizmente Joker não poderá voltar a ser utilizado devido á morte prematura do actor Heath Ledger e não causar remorsos entre os espectadores, mas inicialmente era a ideia de Nolan e o argumentista David S. Goyer desde 2005 enquanto trabalhavam em Batman Begins. Neste momento “chove” rumores de quem será os vilões, e melhor quem irá interpreta-los. Rumores ou não, fala-se de Johnny Depp como Riddler – Enigma, papel interpretado por Jim Carrey em 1995, Batman Forever de Joel Schumacher, Phillip Seymour Hoffman como o caricato Penguin, esse mesmo vilão já fora encenado por Danny DeVitto no formidável Batman Returns e a anti-heroína, Catwomen que segundo a New York Daily News, Angelina Jolie está cotada para esse papel. Por enquanto serão rumores, mas depois de ter maravilhado com The Dark Knight, estarei atento.

 

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publicado por Hugo Gomes às 23:40
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Real.: Roland Emmerich

Int.: Steve Strait, Camille Belle, Cliff Curtis

 

 

Filme

Estamos a 10.000 anos antes de Cristo, e a história segue D’Leh (Steve Strait), um membro do clã dos caçadores primitivos que lidera um grupo para salvar membros raptados por uma classe de homem superiores. O que D´Leh e o seu grupo vão encontrar é uma aventura lendária que ditará a criação do primeiro herói.

 

Veredicto

Vamos ser sinceros, este filme é um completo desleixo a nível argumental, quer na recriação histórica., geográfica e certos detalhes inverosímeis. Mas esta fita realizada pelo “lendáriosr.blockbuster, Roland Emmerich, oferece entretenimento, nem que seja pouco e pior, não de muita qualidade, mas oferece.

 

AUDIO
Inglês Dolby Digital 5.1

LEGENDAS
Português
Inglês
Dinamarquês
Holandês
Finlandês
Norueguês
Sueco

EXTRAS
Uma Viagem Selvagem - O Processo de dar Vida à Pré-História no Grande Ecrã, das Pirâmides aos Animais da Época
A Inspiração de um Épico - Como a História Real Influenciou o Argumento e os Elementos de Design
Final Alternativo Inesperado
Cenas Adicionais Espectaculares

 

Distribuidora – Warner Home Video / Castello Lopes Multimedia

 

 

Filme –

DVD -

 

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publicado por Hugo Gomes às 23:20
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Real.: J.P Schaeffer

Int.: Jared Leto, Lindsay Lohan, Judah Friedlander

 

 

No dia de 8 de Dezembro de 1980, segunda-feira e provavelmente às 23 horas, o Mundo não se encontraria preparado para o que iria acontecer, num dos actos que marcou o mesmo pela infelicidade mundial; falo do assassinato de John Lennon, ex-Beatle e detentor da belíssima e pacífica musica “Imagine all the people” que nos dias de hoje constituiu uma das canções mais influenciáveis em todo Mundo. Mas este Capitulo 27 não se trata de nenhuma abordagem á vida do autor musical, mas sim do seu assassino, Mark Chapman, um duro e puro fã dos Beatle, nomeadamente de John Lennon que alegou ouvir vozes que o mandaram matar. Este sim, é a história do filme, os últimos dias de Lennon contadas pela pessoa que lhe ofereceu o fim, Chapman.

Mark Chapman talvez seja uma das pessoas mais odiadas neste momento, consta que na sua estadia prisional, Chapman passa o maior tempo na solitária devido às ameaças de morte de outros presidiários, fãs de Beatles, e a primeira vista quem sente um ódio por esta personalidade, obviamente irá repudiar o filme a todo custo. Realizado por J.P Schaeffer, que estreia aqui na realização e escrita do argumento, o filme tem a marcar a excelente interpretação de Jared Leto, que também ele encontra-se integrado na musica, mais propriamente na sua banda de rock, 30 Seconds to Mars, que além de exibir os seus dotes de actor sério, ainda mostra coragem em sacrificar-se em nome á sua personagem, a verificar isso é o facto de ele ter engordado 35 quilos para se tornar fisicamente igual a Chapman. Só Leto é o grande motivo ver já que o filme pouco ou nada tem para oferecer, além disso a narrativa é esquizofrénica tal como a personalidade que representa, sem conseguir decidir que estilo quer seguir; o documental ou o ficcionário e visualmente a fita de Schaeffer não tem interesse.

No elenco ainda podemos contar com Lindsay Lohan que se esforça a tentar conseguir um estatuto de actriz mais elevado, mas que só consegue provar insonsice no seu papel, contudo para quem esperaria algo mais inconsequente e verdadeiramente “mau” por parte dela, pode surpreender-se, mas a sua actuação neste filme está muito perto do banal. J. P Schaeffer queria a todo o custo reproduzir Taxi Driver, mas o que consegue não o chega a distinguir de um vulgar telefilme.

O Melhor – Jared Leto e o seu sacrifício artístico

O Pior – nada de mais a distinguir

 

5/10 **

 

 


publicado por Hugo Gomes às 15:25
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