O DocLisboa deste ano abrirá com Pays Barbare, de Yervant Gianikian e Angela Ricci Lucchi, um retrato quase jornalístico e politico sobre a soberania de uma Itália sob o comando de Mussolini na Etiópia. Descrito como um acto cívico e denunciador da desumanidade que o país africano foi alvo do regime opressor do grande Ditador italiano, este Pays Barbare poderá ser visualizado no dia 24 de Outubro, Quinta-Feira, no Grande Auditório da Culturgest. Como filme de encerramento, dia 2 de Novembro, as honras terão a cargo de Manuscripts don’t Burn, um testemunho corajoso e ousado de um homem iraniano perseguido pelos serviços secretos do seu país, que tenta publicar as suas memórias de presidiário e conseguir a sua desejada saída do Irão. Um documentário obrigatório de Mohammad Rasoulof, cuja sua irreverência e senso activista fez com que ele fosse detido no seu país de origem e impedido de estar presente ao 11º DocLisboa, o qual tinha sido convidado a presenciar a sessão de encerramento e a integrar o júri da competição. Segundo a fonte do Festival, a situação de cineasta iraniano "é inaceitável e que é necessário esclarecer que Rasoulof foi detido contra a sua vontade e que está impedido de fazer o seu trabalho como realizador e artista”.
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