Xeque-Mate!


O homem que constantemente enfrentava a morte no grande ecrã foi vencido.
Morreu Max Von Sydow! Longa Vida a Max Von Sydow!
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Quando só se tem cinema na cabeça, dá nisto ...
Quando só se tem cinema na cabeça, dá nisto ...


O homem que constantemente enfrentava a morte no grande ecrã foi vencido.
Morreu Max Von Sydow! Longa Vida a Max Von Sydow!
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The Devil is a Woman (Joseph von Stenberg, 1932)
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Mauvais Sang (Leos Carax, 1986)

Frances Ha (Noah Baumbach, 2012)

Desterro (Maria Clara Escobar, 2019)
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Não é apenas o "cinema de género brasileiro" que está de luto. É o cinema brasileiro ponto.
José Mojica Marins (1936 - 2020)
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Les Valseuses (Bertrand Blier, 1974)

The Jesus Rolls (John Turturro, 2019)
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Der Hauptmann (Robert Schwentke, 2017)

Corpus Chistis (Jan Komasa, 2019)
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Ontem, dia 27 de janeiro, comemorou-se os 75 anos da libertação do campo de concentração de Auschwitz.
Um dia para relembrar e nunca esquecer que experienciamos o Holocausto, hoje cada vez mais fomentando como uma “mera opinião politica” alicerçado a uma certa ideologia que se infiltra nas sociedades ocidentais. Mas não seguiremos por esse caminho tenebroso, a memória é aqui a nossa moral. O “Shoah”, essa palavra sem tradução atribuída de forma a assinalar e distinguir, assume-se como a garantia de que tais trevas não se repetirão. Infelizmente, o “andar da carruagem” segue em direção desses mesmos erros passados.
No cinema, a memória mantêm-se viva, quer no registo documental, quer na ficção, de forma a garantir o “Never Forget” (nunca esquecer).

Nuit et brouillard (Alain Resnais, 1956)

Kapô (Gillo Pontecorvo, 1960)

German Concentration Camps Factual Survey (Sidney Bernstein & Alfred Hitchcock, 2014)

La vita è bella (Roberto Benigni, 1997)

Shoah (Claude Lanzmann, 1985)

Treblinka (Sérgio Tréfaut, 2016)

Denial (Mick Jackson, 2016)

The Boy in the Striped Pyjamas (Mark Herman, 2008)

The Schindler's List (Steven Spielberg, 1993)
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Classe … Clássico … Classicista.
Na sexta adaptação cinematográfica do clássico literário de Louise May Alcott (aliás dois livros num só filme), revela-nos uma realizadora madura, experiente e dedicada em trazer um retorno ao cinema classicista e de velha guarda. A conversão é reajustada aos tempos modernos com um olhar menos benevolente à estrutura patriarcal, porém, é uma produção de requinte que demonstra (de forma a contrariar um certo pensamento retrogrado) que as mulheres também estão preocupadas em citar um legado de técnicas e planificações tradicionais, e com uma certa classe.
E voilá … utilizei os três termos familiares, até porque Greta Gerwig assim o quis nesta sua afirmação.
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Devido a novos trabalhos em outros órgãos, o blog tem sido gradualmente abandonado, poderei retormar dentro de algum tempo (não tão cedo) sob outro formato e abordagem. Por enquanto, peço, para estarem a par dos meus "escritos" e outros projetos meus, sigam a minha página profissional de Facebook - aqui.
Muito obrigado e mil perdões pela falta de atualização.
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Da minha educação cinéfila, Federico Fellini é e sempre será o centro. O maior dos mentirosos demonstrou-nos que o Cinema é nada mais, nada menos que a Grande Mentira da Humanidade, e nós somos, voluntariamente, os ingénuos dessa instrumentalização. Faz 100 anos o grande maestro do cinema italiano, e não só … Saudades de Fellini, saudades que de um Cinema ainda era um sonho molhado recontado por quem sabe melhor.
A ele devo-lhe muito.
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