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10.12.16

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A EGEAC – Galerias Municipais/AFRICA.CONT e a Associação Cultural Janela Indiscreta, responsável pelos festivais de cinema Queer Lisboa e Queer Porto, apresentam o ciclo A Experiência Afro-Brasileira na Tela, a ter lugar na Cinemateca-Portuguesa Museu do Cinema.

 

Abolição (1988), de Zózimo Bulbul, será o primeiro filme do ciclo, um documentário que comemora o centenário da Abolição da Escravatura, prescrevendo uma viagem pela condição do negro no Brasil. O filme dialogará com a próxima sessão do ciclo, A Negação do Brasil (2000), de Joel Zito Araújo, que reflecte a importância da identidade brasileira negra e da sua representação nas telenovelas brasileiras. Esta sessão será exibida em complementação com a curta Cinema de Preto (2004), de Ana Danddara, dedicado a Abdias Nascimento, um das figuras maiores das artes e do activismo.

 

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Além da Cinemateca Portuguesa, a mostra de cinema A Experiência Afro-Brasileira na Tela estende-se ainda à Casa Independente, que no dia 11 de Dezembro, apresentará um programa dedicado à espiritualidade da cultura afro-brasileira, com especial foco as religiões como o Candomblé e a Umbanda, e sua importância na construção identitária desta comunidade. Este programa não só remeterá o lado existencial concebido por estes mesmos cultos, como também salientará o acolhimento das sexualidades não heteronormativas, e do relevante papel na prevenção e luta contra o HIV. Como suporte, teremos o filme Odo Ya! Life With Aids, de Tânia Cypriano, a ser exibido na Cinemateca Portuguesa.

 

Como encerramento teremos A Rainha Diaba (1974), um filme de Antônio Carlos Fontoura sobre a mítica “Madame Satã”, o alter-ego de João Francisco dos Santo, um negro, boémio, homossexual, convertido a herói de um Brasil marginal dos anos 40. O filme conta com o desempenho de Milton Gonçalves.

 

Presenças ilustres como a de Viviane Ferreira, cineasta e advogada centrada no direito público e cultural, diversos debates a ter lugar na Cinemateca e ainda um DJ set de Mário Valente. Propostas irrecusáveis de um ciclo, que tal como o título indica, promete ser uma verdadeira experiência. A Experiência Afro-Brasileira na Tela arranca hoje, dia 10 de Dezembro, prolongando até dia 15 do mesmo mês. Ver programação completa, aqui.

 

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publicado por Hugo Gomes às 15:31
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16.9.16

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Arranca hoje, o 20º Queer Lisboa,  o festival de cinema mais antigo da capital portuguesa que comemora duas décadas de existência. A programação, tal como anunciada no início de Setembro, é uma das mais impressionantes até à data, abrindo com a antestreia de Absolutely Fabulous: The Movie, a adaptação cinematográfica de uma série de culto da BBC, e que irá encerrar com outra série transladada ao cinema, Looking: The Movie, do realizador do elogiado 45 Years, Andrew Haigh.

 

O grande destaque deste ano é a retrospectiva de Derek Jarman, na Cinemateca, conhecido como pintor, cineasta e cenógrafo (tendo começado a exercer essa profissão em The Devils, de Ken Russell). O programa, composto por catorze sessões, ainda inclui um debate, sob o título “Derek Jarman and the Last of England”, a realizar no dia 22, na sala M. Félix Ribeiro.

 

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Vale a pena salientar algumas obras como Goat, de Andrew Neel, um filme sobre violentas praxes com Nick Jones (ex-membro da banda Jonas Brothers) e James Franco no elenco, Grandma, de Paul Weitz (About a Boy) e ainda a exploração sexual na Amazónia com o brasileiro Antes o Tempo Não Acabava, de Sergio Andrade e Fábio Baldo, que esteve presente no último Festival de Berlim.

 

A 20ª edição do Queer Lisboa 2016, que decorrerá de 16 a 24 de Setembro no Cinema São Jorge e na Cinemateca Portuguesa - Museu do Cinema. Para ver programação completa, ver aqui.

 

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publicado por Hugo Gomes às 16:12
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27.9.15

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O espanhol Amor Eterno, de Marçal Forés, venceu a décima nona edição do Queer Lisboa, mas foi o Lilting, de Hong Khaou, que conquistou o público (para além de Cheng Pei Pei ter triunfado na categoria de Melhor Actriz) daquele que é o festival de cinema mais antigo da capital. Enquanto isso, e ainda nos desempenhos, Nahuel Pérez Biscayart foi consagrado Melhor Actor graças à segunda longa-metragem de David Lambert, Je suis à Toi. Destaque para Call me Marianna, de Karolina Bielawska, como vencedor da Competição de Melhor Documentário e Nova Dubai, de Gustavo Vinagre, na secção Queer Art.

 

 

Competição de Longas-Metragens:

Melhor Longa-Metragem

Amor Eterno


Melhor Actor

Nahuel Pérez Biscayart, Je Suis à Toi


Melhor Actriz

Cheng Pei Pei, em Lilting


Prémio do Público

Lilting

 


Competição de Documentários:

Melhor Documentário

Call me Marianna


Prémio do Público

The Battle of the Sexes


Competição de Curtas-Metragens:

Melhor Curta-Metragem

Wannan Kong Duen


Prémio do Público

Chá da Meia-Noite


Competição In My Shorts:

Prémio Melhor Curta-Metragem de Escola

Irene


Menções Especiais do Júri

Juillet Électrique, Tant Pis Capítulo Um


Competição Queer Art:

Melhor Filme

Nova Dubai


Menção Especial

Pauline s'Arrache

 

 

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publicado por Hugo Gomes às 00:54
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19.9.15

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Onde irão confluir "criaturas" sentimentais …

 

Constituído por três actos, Praia do Futuro centra-se como um conto de libertação para dar lugar a uma reconciliação afectiva. Dirigido por Karim Aïnouz, conhecido pela comunidade cinéfila como o autor de Madame Satã, onde o transversalidade sexual serve de pano de fundo a atípico filme de favela, esta é uma obra intimista e extensa nessa intimidade com os protagonistas, mesmo que a câmara tende em reter essa cumplicidade com as respectivas personagens. Mantido de longe, e de uma configuração fria, Praia do Futuro, ao contrário do que o título poderia suscitar, é um claro retrato acinzentado, detido por uma melancolia crónica, onde nem as praias de Fortaleza conseguem diferenciar de uma Alemanha subjugada a um gélido clima. Até porque o que muda nessas transições de enumerados capítulos, não são os cenários, mas sim os sentimentos e as constantes nuances das suas personagens, com principal atenção ao de Donato (Wagner Moura, Tropa de Elite), um nadador salvador brasileiro que indicia um encontro com o seu ser mais profundo.

 

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O primeiro capitulo, intitulado de O Abraço do Afogado, envolve-se com uma aproximação de duas figuras desconcertadas, uma delas reivindicada pela tragédia, e a outra pela manifestação pessoal e a consequência dessa. Donato encontra assim a sua "alma" repartida no seio dessa sua fatalidade vivida, quer individual ou profissional. Até aqui, Praia do Futuro incendiava como um romance dignamente regido aos lugares-comuns do denominado cinema "queer", mas essa incógnita é evidenciada na transição de tons que se dá pelo avanço de um segundo acto. Um Herói Partido ao Meio, como é assim chamado, prevalece como um singelo "coming to age", uma moldagem comportamental do nosso protagonista que se transforma a olhos vistos. Contra os seus próprios sentimentos, a saudade que é diversa vezes salientada e citada de forma subliminar, Wagner Moura tem o mérito de camuflar a sua figura, utilizando os seus tons cameleónicos para comunicar com a direcção sugerida pela fita. O ritmo desvanece no seu todo na medula melancólica, fortemente "apimentada" no primeiro acto, agora entregue a este acto intermediário.

 

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Esta "ponte" dará acesso ao derradeiro acto, Um Fantasma que Fala Alemão, onde dá-se o esperado choque temporal, contudo, a obsessão pelo protagonista durante esta jornada narrativa faz dissipar qualquer climax assim sugerido, e a fraca apelação por personagens secundárias, que poderiam corresponder ao quotidiano de Donato, contribuem para essa amenização. Mas é neste capítulo, que Aïnouz também se liberta, e sob um jeito visual e estilístico. Não com isto dizer que o realizador vira um autêntico V.J., ou experimentalista nesse foro, mas sim demonstrando um gosto apurado no trabalho visual, compondo longos planos, isentes de diálogos, mas recheados de sentimentos puros e múltiplos.

 

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Por entre simbolismos, como a desejada "praia sem mar", que interage com uma elipse que vai desaguar numa comovente declaração de emancipação: "Existem dois tipos de medo e dois tipos de coragem. O meu, fingir que nada é perigoso. O teu, fingir que tudo é perigoso". Pois é, Karim Aïnouz incute um ensaio sobre o quanto minado é esse campo das emoções, as consequências que "explodem" e deixam seres repartidos, longe do seu mar. Intrinsecamente poético.

 

Filme de abertura da Queer Lisboa 19 – Festival Internacional de Cinema Queer

 

Real.: Karim Aïnouz / Int.: Wagner Moura, Clemens Schick, Jesuíta Barbosa

 

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7/10
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publicado por Hugo Gomes às 07:05
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18.9.15
18.9.15

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Mais sobre a programação, ver aqui

 

 

Ver Também

Filme de Peter Greenway encerra a edição de 2015 do Queer!

 

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publicado por Hugo Gomes às 11:59
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15.7.15

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O mais recente trabalho de Peter Greenway, Eisenstein in Guanajuato, que esteve presente no último Festival de Berlim, vai encerrar o certame do próximo Queer Lisboa 19 – Festival Internacional de Cinema Queer (18 a 26 de Setembro), tal como divulgado na conferência de imprensa que decorreu ontem, 14 de Julho, no Hotel Florida. O filme foca-se na ida do cineasta Serge Eisenstein ao México, durante as gravações do seu trabalho póstumo, Que Viva México (1979), e as suas vivências ao lado do guia turístico Jorge Palomino y Cañedo, o qual manteve uma relação.

 

Outras novidades reveladas durante a conferência foram a conversão da anterior secção Queer Art a Secção Competitiva e os anunciados workshops de Marc Siegel e Gustavo Vinagre. Na programação destaca-se ainda os filmes  Pauline s'arrache, de Émilie Brisavoine, apresentado em Cannes deste ano no ACID, e Videofilia (Y Otros Síndromes Virales, ler crítica), o vencedor do último Festival de Roterdão, uma obra experimental e verdadeiramente sensorial que explora a dependência do humanos à tecnologia e a queda das suas relações físicas.

 

Sangue Azul, do brasileiro Lírio Ferreira, presente no Festival de Berlim, foi o filme escolhido para abrir a primeira edição do primeira edição do Queer Porto – Festival Internacional de Cinema Queer, a decorrer no Teatro Municipal Rivoli, Maus Hábitos, Mala Voadora e Galeria Wrong Weather, entre os dias 7 a 10 de Outubro.  

 

 

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publicado por Hugo Gomes às 14:08
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13.2.15

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Processando … vidas!

 

"O Fim está próximo". Pelo menos é o que é aclamado no início de Videofilia (y otros síndromes virales), um filme experimental que incute uma mensagem que a esta altura do campeonato todos têm conhecimento, mas que infelizmente grande parte ignora. Refiro-me à ausência de contacto físico como resultado dos avanços tecnológicos, nomeadamente a internet, essa "maldita invenção" que tem servido de alternativa a muitos dos nossos gestos quotidianos, até mesmo em questões sexuais. Contudo, nesta obra de Juan Daniel F. Molero, a mensagem não é oferecida ao espectador como algo adquirido ou uma moralidade que antecede o "The End". O objectivo aqui não é o de recriar um panfleto pedagógico mas colocar quem assiste numa experiência sensorial e subliminar, mesmo que os "alvos" sejam mais que evidentes.

 

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Mas então o porquê a citação do "Fim"? Qual a razão do Apocalipse que é mencionado na cena inicial? Os eventos proferidos por um jovem, gravando para a posteridade essa inesperada ocorrência, que, segundo este, marcará a sociedade como nós as conhecemos? Os Maias profetizaram esse derradeiro desfecho, mais tarde lido como uma transição para uma Nova Era. Por mais que tentamos descredibilizar esse dom de adivinhos e profetas, estes realmente desvendaram essa mudança, um futuro negro, mais individualista, constrangido e isolado no seu sedentarismo tecnológico. Mas o "Fim" não é esse, mas sim a alusão presente num dos "castigos divinos" que o filme incute lá bem para o seu final.

 

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Enquanto isso, somos presenteados com uma narrativa inventiva e psicadélica, que brinca com "glitchs", pop-ups e pixéis para tornar menos perceptível a actual diferença entre Cinema e o mundo da informática. Talvez essa fusão seja o futuro da Sétima ArteVideofilia um dos incompreendidos pioneiros dessa linguagem visual. Violento nessa abordagem, Juan Daniel F. Molero conseguiu um assombroso ensaio cinematográfico cuja mestria não está no seu conteúdo, mas sim na forma como o expõe. Uma experiência!

 

Filme visualizado no âmbito do Festival Internacional de Cinema de Roterdão 2015

 

Real.: Juan Daniel F. Molero / Int.: Liliana Albornoz, Caterina Gueli Rojo, Rafael Gutiérrez

 

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7/10

publicado por Hugo Gomes às 11:04
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28.9.14

 

Queer Lisboa - Festival de Cinema Lésbico, Gay, Bissexual e Transexual, que termina assim a sua 18ª edição, revela os vencedores dos seus palmarés. Something Must Break, de Ester Martin Bergsmark, foi o grande triunfante, tendo sido consagrado com dois prémios, o de Melhor Longa-Metragem e de Melhor Interpretação (Saga Becker), nesta última partilhando o prémio com Angelique Litzenburger em Party Girl, de Marie Amachoukeli-Barsacq, Claire Burger e Samuel Theis, e com Kostas Nikouli em Xenia, de Panos H. Koutras.

 

Competição de Longas

Melhor Longa

Something Must Break, de Ester Martin Bergsmark

Menção Honrosa

Atlántida, de Inés María Barrionuevo

Melhor Interpretação

Saga Becker em Something Must Break

Kostas Nikouli em Xenia

Angelique Litzenburger em Party Girl

Prémio do Público

Rosie, de Marcel Gisler

 

Competição de Documentários

Melhor Documentário

Julia, de J. Jackie Baier

Prémio do Público

São Paulo em Hi-Fi, de Lufe Steffen

 

Competição de Curtas

Melhor Curta

Bonne Espérance, de Kaspar Schiltknecht

Menção Honrosa

Gabrielle, de Margo Fruitier e Paul Cartron

Melhor Curta Portuguesa

Frei Luís de Sousa, de SillySeason

Prémio do Público

Cigano, de David Bonneville

 

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publicado por Hugo Gomes às 19:00
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19.9.14

 

Ver programação, aqui

 

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publicado por Hugo Gomes às 00:57
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19.8.13

 

 

Historia de la Meva Mort de Albert Serra pode ter vencido o Leopardo de Ouro e o cineasta Hong Sang-soo o prémio de Melhor Realizador no consagrado Festival de Locarno, Suíça, mas o grande destaque deste evento cinematográfico vai para o documentário português da autoria de Joaquim Pinto e Nuno Leonel, E agora? Lembra-me. Um retrato em primeira pessoa de um tratamento algo experimental da Hepatite C foi distinguido pelo Prémio Especial de Júri, o Prémio Fipresci e o Prémio do Júri Jovem. O documentário que terá primeiro vislumbre em Portugal, numa secção especial do Queers Lisboa (22 de Setembro) e na competição do Doclisboa em Outubro. O Festival de Locarno encerrou este sábado, contando com o falecido cineasta português Paulo Rocha como a figura homenageada e destacada com a estreia mundial do seu ultimo filme, Se Eu Fosse Ladrão … Roubava.

 


publicado por Hugo Gomes às 15:59
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17.1.13

 

 

Por volta das 11 horas foi inaugurado aquele que a autarquia apelida de A Casa do Cinema, onde nove associações promotoras de festivais irão repartir o espaço futuramente. A inauguração contou com a presença pelo presidente da Câmara de Lisboa, António Costa e pela vereadora da Cultura, Catarina Vaz Pinto. A Casa do Cinema encontra-se localizada na Rua Rosa, Bairro Alto, na capital portuguesa e irá albergar alguns dos mais importantes eventos cinematográficos da cidade tais como a DocLisboa, IndieLisboa, FEStin, Queers e MOTELx.

 


publicado por Hugo Gomes às 14:30
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