Data
Título
Take
27.7.17

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VENICE FILM FESTIVAL — IN COMPETITION

“Human Flow,” Ai Weiwei (Germany, U.S.)

“mother!”, Darren Aronofsky (U.S.)

“Suburbicon,” George Clooney (U.S.)

“The Shape Of Water,” Guillermo Del Toro (U.S.)

“L’Insulte,” Ziad Doueiri (France, Lebanon)

“La Villa,” Robert Guediguian (France)

“Lean on Pete,” Andrew Haigh (U.K.)

“Mektoub, My Love: Canto Uno,” Abdellatif Kechiche (France)

“The Third Murder,” Koreada Hirkazu (Japan)

“Jusqu’a La Garde,” Xavier Legrand (France)

“Amore e Malavita,” Manetto Bros. (Italy)

“Three Billboards Outside Ebbing, Missouri” (U.K.)

“Hannah,” Andrea Pallaoro (Italy, Belgium, France)

“Downsizing,” Alexander Payne (U.S.)

“Angels Wear White,” Vivian Qu (China, France)

“Una Famiglia,” Sebastiano Risio (Italy)

“First Reformed,” Paul Schrader (U.S.)

“Sweet Country,” Warwick Thornton (Australia)

“The Leisure Seeker,” Paolo Virzì (Italy)

“Ex Libris – The New York Public Library, Frederick Wiseman (U.S.)



OUT OF COMPETITION

Special Events

“Casa D’Altri,” Gianni Amelio (Italy)

“Michael Jackson’s ‘Thriller’ 3D,” John Landis (U.S)

“Making of Michael Jackson’s ‘Thriller,'” Jerry Kramer (U.S.)



FICTION

“Our Souls at Night,” Ritesh Batra (U.S.)

“Il Signor Rotopeter,” Antonietta De Lillo (Italy)

“Victoria and Abdul,” Stephen Frears (U.K.)

“La Melodie,” Rachid Hami (France)

“Outrage Coda,” Takeshi Kitano (Japan)

“Loving Pablo,” Fernando Leon De Aranoa (Spain)

“Zama,” Lucrecia Martel (Argentina, Brazil)

“Wormwood,” Errol Morris (U.S.)

“Diva!”, Francesco Patierno (Italy)

“La Fidele,” Michael R. Roskam (Belgium, France, Netherlands)

“The Private Life of a Modern Woman,” James Toback (U.S.)

“Brawl in Cell Block 99,” S. Craig Zahler (U.S.)



NON-FICTION

“Cuba and the Cameraman,” Jon Albert (U.S.)

“My Generation,” David Batty (U.K)

“The Devil and Father Amorth,” William Friedkin (U.S.)

“This Is Congo,” Daniel McCabe (Congo)

“Ryuichi Sakamoto: Coda,” Stephen Nomura Schible (U.S., Japan)

“Jim & Andy: The Great Beyond. The Story of Jim Carrey, Andy Kaufman, and Tony Clifton,” Chris Smith (U.S.)

“Happy Winter,” Giovanni Totaro (Italy)



HORIZONS

“Disappearance,” Ali Asgari (Iran, Qatar)

“Especes Menaces,” Gilles Bourdos (France, Belgium)

“The Rape of Recy Taylor,” Nancy Buirski (U.S.)

“Caniba,” Lucian Castaing-Taylor, Verena Paravel (France)

“Les Bienheureux,” Sofia Djama (France, Belgium)

“Marvin,” Anne Fontaine (France)

“Invisibile,” Pablo Giorgelli (Argentina, Brazil, Uruguay, Germany)

“Brutti e Cattivi,” Cosimo Gomez (Italy, France)

“The Cousin,” Tzahi Grad (Israel)

“Reparer les vivants,” Katell Quillevere (France, Belgium)

“The Testament,” Amichai Greenberg (Israel, Austria)

“No Date, No Signature,” Vahid Jalilvand (Iran)

“Los Versos Del Olvido,” Alireza Khatami (France, Germany, Netherlands, Chile)

“Nico, 1988,” Susanna Nicchiarelli (Italy)

“Krieg,” Rick Ostermann, Barbara Auer (Germany)

“West of Sunshine,” Jason Raftopoulos (Australia)

“Gotta Cenerentola,” Alessandro Rak, Ivan Cappiello, Marino Guarnieri, Dario Sansone (Italy)

“Under The Tree,” Hafsteinn Gunnar Sigurdsson (Iceland, Denmark, Poland, Germany)

“La Vita in Comune,” Edoardo Winspeare (Italy)



CINEMA IN THE GARDEN

“Manuel,” Dario Albertini (Italy)

“Controfigura,” Ra Di Martino (Italy, France, Morocco, Switzerland)

“Woodstock,” Kate Mulleavy, Laura Mulleavy (U.S.)

“Nato A Casal Di Principe,” Bruno Oliviero (Italy, Spain)

“Suburra — The Series,” Michele Placido, Andrea Molaioli, Giuseppe Capotondi (Italy)

“Tuers,” Francois Truokens, Jean-Francois Hensgens (Belgium, France)



VENICE VIRTUAL REALITY

“Melita,” Nicolas Alcala (U.S.)

“La Camera Insabbiata,” Laurie Anderson, Huang Sin-Chien (U.S.)

“The Last Goodbye,” Gabo Arora (U.S.)

“My Name Is Peter Stillman,” Lysander Ashton, Leo Warner (U.K.)

“Alice, The Virtual Reality Play,” Mathias Chelebourg (France)

“Arden’s Wake Expanded,” Eugene YK Chung (U.S.)

“Greenland Melting,” Nonny De La Pena (U.S.)

“Bloodless,” Gina Kim (U.S.)

“Nothing Happens,” Uri Kranot, Michelle Kranot (Denmark, France)

“The Dream Collector,” Mi Li (China)

“Snatch VR Heist Experience,” Rafael Pavon, Nicolas Alcala (U.S.)

“Nefertiti,” Richard Mills, Kim-Leigh Pontin (U.K.)

“Proxima,” Mathieu Pradat (France)

“In The Pictures,” Qing Shao (China)

“Dispatch,” Edward Robles (U.S., U.K.)

“The Argos File,” Josema Roig (U.S.)

“Gomorra VR – We Own The Streets,” Enrico Roast (Italy)

“Draw Me Close, Chapters 1-2,” Jordan Tannahill (Canada, U.K.)

“The Deserted,” Tsai Ming-Liang (Taiwan)

“I Saw The Future,” Francois Vautier (France)

“Separate Silences,” David Wedel (Denmark)

“Free Whale,” Zhang Peibin (China)

 

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publicado por Hugo Gomes às 21:45
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25.7.17

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Sarah Paulson (da série American Horror Story) irá integrar o elenco de Glass, a sequela de Fragmentado (Split) [ler crítica]. A revelação foi feita pelo próprio realizador, M. Night Shyamalan, através da sua conta Twitter.

 

A atriz irá assim reunir-se com Bruce Willis, James McAvoy, Anya Taylor-Joy e Samuel L. Jackson. Glass, clara alusão à personagem interpretada por Samuel L. Jackson num dos anteriores sucessos de Shyamalan, Unbreakable (O Protegido), chegará entre nós no mês de Janeiro de 2019.

 

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publicado por Hugo Gomes às 13:43
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23.7.17

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Michelle Pfeiffer e Laurence Fishburne irão participar na sequela de Ant-Man (Homem-Formiga), intitulado de Ant-Man and the Wasp, com estreia prevista para Janeiro de 2018.

 

O anúncio foi feito durante o painel da Marvel Studios no San Diego Comic-Con, confirmando também as personagens que a dupla irá desempenhar. A eterna Catwoman será Janet Van Dyne, mulher do primeiro Homem-Formiga, Hank Pym (Michael Douglas), enquanto que Laurence “Morpheus” Fishburne será Dr. Bill Foster, que nos comics é um dos assistentes, quer de Pym, quer de Tony Stark.

 

O filme manterá o realizador Peyton Reed, e os actores Paul Rudd, Michael Douglas, Evangeline Lilly e Michael Peña regressarão à intriga.

 

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publicado por Hugo Gomes às 13:16
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Morreu John Heard, conhecido como pai de Kevin no díptico Sozinho em Casa. Segundo a TMZ, o corpo do actor foi encontrado por um empregado do hotel onde se encontrava hospedado em Palo Alto, Califórnia.  As causas da sua morte (21/07) ainda estão a ser apuradas pela polícia, mas a mesma fonte acrescenta que Heard foi submetido a uma pequena cirurgia às costas dois dias antes. Tinha 72 anos.

 

Para além do famoso papel nos dois filmes de Chris Columbus, Heard deixou para trás uma extensa carreira principalmente, variada em géneros e trabalhando com alguns prolíferos realizadores de Hollywood e não só (Martin Scorsese, Brian De Palma, Alan J. Pakula, Andrew Davis, Paul Schrader, Robert Redford e ainda Barbet Schroeder). Arrancou a sua careira na atuação no telefilme Valley Forge em 1975, mas foi no cinema que encontrou a sua casa e depressa expandiu os seus dotes. First Love (Seu Primeiro Amor, 1975), On the Yard (No Pátio, 1978), Heart Beat (Um Bater de Corações, 1980), À Maneira de Cutter (Cutter’s Way, 1981), Cat People (A Felina, 1982) e After Hours (Nova Iorque Fora de Horas, 1985) foram algumas das suas interpretações mais importantes.

 

Com a entrada do novo milénio, John Heard começou a restringir-se à televisão, regressando ás suas origens. E foi com séries como Sopranos e CSI: Miami que o ator obteve novamente alguma atenção.

 

John Heard (1945 – 2017)

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publicado por Hugo Gomes às 12:27
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21.7.17

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Ben Affleck poderá deixar de desempenhar Batman, segundo consta The Hollywood Reporter com base numa "fonte próxima da situação". Se caso a informação estiver correcta, o actor pendurará o fato e a máscara do Cavaleiro das Trevas já no próximo Justice League, afastando-se sobretudo do muito planeado spin-off da sua personagem - The Batman.

 

Confrontado com tais rumores, Toby Emmerich, responsável máximo da Warner Bros., declarou: "Ben é o nosso Batman. Nós o amamos como Batman. Queremos mantê-lo no capuz enquanto pudermos". Porém, as fontes evidenciam uma insatisfação do actor ao interpretar a personagem em longo prazo, desde o "bullying" que fora sujeito após o anuncio que iria desempenhar o famoso herói da DC, até à decepcionante recepção de Batman V Superman: Dawn of Justice. A juntar ainda, o seu afastamento, voluntário ou não, da direcção do spin-off e de Matt Reeves, revelado como realizador de The Batman, que "chumbou" o guião escrito pelo próprio ator em conjunto com Geoff Johns.

 

Espera-se outra declaração da Warner Bros. e até mesmo de Affleck durante o San Diego Comic-Con, que encontra-se actualmente a decorrer.  

 

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publicado por Hugo Gomes às 20:02
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David F. Sandberg, realizador de Lights Out e Annabelle: Creation, prepara-se para integrar o universo cinematográfico da DC Comics, Shazam, o outrora conhecido Capitão Marvel.

 

O filme Shazam havia sido falado em tempos, muito devido à escolha de Dwayne Johnson como o arqui-inimigo - Adão Negro (Black Adam). Porém, foi divulgado que esse não será o vilão do filme, por sua vez a personagem antagónica protagonizará um filme próprio. O confronto entre as duas personagens estará agendada para um terceiro filme.

 

Shazam será produzido pela New Line Cinema, subsidiária da Warner Bros., especializado em filmes mais contidos e modestos, e irá arrancar a rodagem em Janeiro de 2018.

 

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publicado por Hugo Gomes às 19:32
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16.7.17

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Morreu George A. Romero, conhecido pelo universo do terror como o "mestre dos mortos-vivos", não o responsável pela sua introdução no cinema mas pela redefinição, ainda hoje incontornável, de tais criaturas, graças à sua trilogia Dead (Night of the Living Dead, Dawn of Dead, Day of the Dead).

 

Segundo a família, o cineasta faleceu durante o sono, ao som da banda sonora de The Quiet Man (O Homem Tranquilo, 1952), filme de John Ford que consistia num dos seus favoritos. Romero encontrava-se numa "severa batalha contra o cancro dos pulmões”. Tinha 77 anos.

 

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The Night of Living Dead (A Noite dos Mortos-Vivos, 1968) foi a sua primeira longa-metragem e possivelmente o seu filme mais marcante, onde, sob a inspiração da literatura de Richard Matheson, unia zombies com questões político-sociais. Ao contrário do senso comum, George A. Romero não trabalhou exclusivamente com estas criaturas algures entre a vida e a morte, conta-se comédias dramáticas (There's Always Vanilla, 1971), dramas fantásticos (Hungry Wives, 1972), vampirismo psicológico (Martin, 1978), acção punk-medieval (Knightriders, 1981) e outras incursões no género de terror (Creepshow em 1982, Monkey Shines em 1988, Bruiser em 2000).

 

Obviamente, foi com os mortos-vivos que o tornaram célebre e de certa forma provedor desse mesmo subgénero. Depois de Night', expandiu esse apocalipse com Dawn of the Dead (Zombie - A Maldição dos Mortos-Vivos, 1978), que funcionou como uma mórbida critica ao consumismo e capitalismo, Day of the Dead (Dia dos Mortos, 1985), uma afronta às classes sociais estabelecidas e passando alguns anos, apostando noutra trilogia "de morte" com Land of the Dead (Terra dos Mortos, 2005), onde devolveu a astúcia ao subgénero, Diary of the Dead (Diário dos Mortos, 2007), um found footage sobre a queda do mundo moderno e Survivor of the Dead (A Ilha dos Mortos, 2009), um regresso ao signo da série Z.

 

George A. Romero (1940 - 2017)

 

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publicado por Hugo Gomes às 23:27
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13.7.17

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David Ayer, realizador de Fury e Suicide Squad, já não vai assinar a nova versão cinematográfica de Scarface, a terceira desde o filme de Howard Hawks em 1932 (Scarface, o Homem da Cicatriz) e a célebre variação dirigida por Brian DePalma (com argumento de Oliver Stone) de 1983 (A Força do Poder), que contava com Al Pacino no popular e infame papel de Tony Montana.

 

Não existe de momento a confirmação do que é que motivou a sua saída. Por um lado, fala-se dos apertados compromissos com a Netflix (visto que Ayer está por detrás da produção Bright com Will Smith e Noomi Rapace), mas, segundo o The Hollywood Reporter, o estúdio Universal Pictures terá considerado a abordagem do realizador “demasiado negra” para o pretendido.

 

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Baseado num homónimo livro de Armitage Trail, a ideia de um terceiro filme não é nova, mas o projeto vai avançando aos poucos com os irmãos Coen a reescreverem o primeiro guião executado por Terence Winter. Recorde-se que vários cineastas foram apontados para a tarefa da realização, com os nomes de Peter Berg, Antoine Fuqua e Pablo Larrain a surgirem ligados ao projecto.

 

Voltando a Scarface, ainda não se sabe ao certo qual será o apelido e nacionalidade deste novo Tony, visto que o de 1932 era um italiano em Chicago e o de 1983 um cubano em Miami. Porém, existem rumores de que ele será um mexicano em ascensão no mundo do crime de Los Angeles. Diego Luna (Rogue One: A Star Wars Story) continua, de momento, como o protagonista desta refilmagem.

 

A Universal Pictures estabeleceu a data de estreia para Agosto de 2018.

 

 

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publicado por Hugo Gomes às 00:57
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9 Doigts, F.J. Ossang

Good Manners, Juliana Rojas and Marco Dutra

Charleston, Andrei Cretulescu

Did You Wonder Who Fired the Gun?, Travis Wilkerson

En el Septimo Dia, Jim McKay

Freedom, Jan Speckenbach

Gemini, Aaron Katz

The Asteroids, Germano Maccioni

Goliath, Dominik Locher

Good Luck, Ben Russell

La Telenovela Errante, Raul Ruiz

Lucky, John Carroll Lynch

Madame Hyde, Serge Bozon

Mrs. Fang, Wang Bing

Dragonfly Eyes, Xu Bing

A Skin So Soft, Denis Cote

Winter Brothers, Hlynur Palmason

Wajib, Annemarie Jacir

 

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publicado por Hugo Gomes às 00:23
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12.7.17

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Segundo uma fonte da Variety, o próximo filme de Quentin Tarantino terá como tema a “família Manson”, a comunidade de serial killers liderados por Charles Manson que assombrou os EUA no final dos anos 60, cuja vitima mais mediática foi a actriz, e na altura mulher de Roman Polanski, Sharon Tate, em 8 de Agosto de 1969.

 

A mesma fonte afirma que o realizador já completou o argumento, e que se encontra preparado para o filmar. Não existe de momento mais nenhuma informação sobre o projecto.

 

Recordamos que Quentin Tarantino prometeu aposentar após o décimo filme, e se as fontes forem verídicas, esta será a sua nona longa-metragem.

 

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publicado por Hugo Gomes às 01:53
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11.7.17

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Barry Jenkins, o realizador do galardoado Moonlight, tem um novo projecto. Trata-se da adaptação do livro de James Baldwin, If Beale Street Could Talk.

 

O enredo seguirá a corrida contra o tempo por uma mulher de Harlem, Tish, que terá que provar a inocência de seu amante enquanto carrega seu primeiro filho. Segundo a Variety, trata-se de uma história sobre a celebração do amor, onde a justiça é feita através desse mais puro sentimento, para além da temática racial bem presente na obra de James Baldwin.

 

Jenkins conceberá o filme para a produtora Annapurna Pictures, que entrou recentemente no negócio da distribuição, sendo Detroit, de Kathryn Bigelow o primeiro a ser distribuído sob esse cunho.

 

A produção de If Beale Street Could Talk arrancará em Outubro deste ano.

 

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publicado por Hugo Gomes às 13:05
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8.7.17

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Curtas Vila do Conde comemora as suas bodas de prata. Não é todo os dias que um festival português atinja a 25ª edição e é com tal longevidade a servir de signo que o Curtas tem o privilégio de arrancar, hoje (8 de Julho, prolongando-se até dia 16), com a antestreia nacional de The Other Side of Hope (O Outro Lado da Esperança), do tão celebrizado cineasta finlandês Aki Kaurismäki. Apresentado e premiado (Melhor Realização) no último Festival de Berlim, a obra aborda a integração dos refugiados sírios nesta Europa ainda atormentada pelo racismo, e é possível que seja um dos filmes do ano.

 

No mesmo dia, o mais recente trabalho de Kelly Reichardt, Certain Women, será também exibido. Trata-se da história de três mulheres completamente distintas e sem conexão que irão mapear uma obra de sensibilidade no feminina. O filme tem sido prezado pela crítica internacional e até premiado em diversos festivais, como o prémio máximo da competição do Festival de Londres, e em diversos círculos de crítica norte-americana.

 

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Serão oito dias repleto de cinema para descobrir e para redescobrir, e como tem sido tradição nos últimos tempos, o festival tem-se cada vez mais assumindo como um estandarte da cinematografia portuguesa assim como da experimentalidade, pelo qual, poderemos ainda polvilhar os projectos da "nossa terra". Aliás, não é por coincidência, que Terra, é o nome da exposição colectiva da nova geração de autores portugueses que vai desde Gabriel Abrantes (em colaboração com Ben Rivers), passando por Priscila Fernandes, Pedro Neves Marques, Joana Pimenta, Lúcia Prancha, Francisco Queimadela e Mariana Caló. A exposição, que ficará patente até 17 de Setembro, estará exposta no Solar – Galeria de Arte Cinemática.

 

Na Competição Internacional encontraremos nomes fortes, veteranos, revelações e possíveis surpresas, tudo para um só propósito,  alcançar o prémio máximo do certame. A selecção é impressionante; Gabriel Abrantes, Latif Saïd, David O'Reilly, Hu Wei, Laura Poitras, Nele Wohlatz, Ben Rivers e Jia Zhang-ke. O mesmo se poderá aplicar à Competição Nacional, que vai desde Salomé Lamas a João Salaviza, Gabriel Abrantes a João Pedro Rodrigues.

 

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O Curtas apresentará ainda o ciclo F.J. Ossange, integrado na secção In Focus, onde será projectado a obra do cineasta, poeta, escritor e músico, conhecido pela sua marginalidade como sinal de prolificidade, uma figura eclética no panorama cultural francês. Na secção Stereo teremos o filme-concerto, The General (Pamplinas Maquinistas), o grande clássico de Buster Keaton, musicado pelo Atlantic Coast Orchestra, e ainda concertos de Evols, Mão Morta, Capitão Fausto, Chassol e Pega Monstro.

 

Por fim, dois "clássicos" da programação do Curtas, o Take One, uma plataforma que explora as novas linguagem do cinema em obras que desafiam as já estabelecidas convenções, nesta secção estará inserida um Workshop de Crítica de Cinema, contando com diversos e distintos oradores que vão desde o crítico norte-americano Dennis Lim, aos portugueses João Lopes, Jorge Mourinha, Sabrina D. Marques, os artistas visuais (Filipa César e João Tabarra) e o ex-crítico e agora cineasta Miguel Gomes. Quanto ao Curtinhas, dedicados aos mais novos que terá este ano a projecção de Gru, O Maldisposto 3.

 

Para mais informação sobre a programação, ver aqui

 

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publicado por Hugo Gomes às 13:24
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Sam Raimi prepara para produzir uma nova versão de The Grudge, projeto que acaba de encontrar realizador e argumentista. Nicolas Pesce, cuja primeira longa-metragem foi The Eyes of My Mother (o filme de terror independente que causou sensação no Festival de Sundance de 2016 e que conta com a protagonista portuguesa Kika Magalhães), estará por detrás da câmara, assim como do guião.

 

Vale a pena recordar que The Grudge é baseado em Ju-On, a saga de terror nipónica mais duradoira do momento. Tendo sido criado por Takashi Shimizu, Ju-on surgiu no circuito de home video em 2000, contando com uma sequela direta dois anos depois. Em 2002, e dado o sucesso no mercado dos dois primeiros filmes, Shimizu faz uma versão mais elaborada para os cinemas.

 

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O conceito é exportado para os EUA no ano 2004 sob o título The Grudge (Sarah Michelle Gellar é a protagonista), com o japonês novamente na realização (e Sam Raimi como produtor). A obra conheceu um êxito razoável e dois anos depois aparece a primeira sequela americana [ler crítica], que não teve a mesma sorte. Um terceiro filme [ler crítica] ainda foi executado, mas seguiu diretamente para vídeo e sem Sarah Michelle Gellar.

 

No Japão a franquia foi revitalizada em 2014 com Ju-On: The Beginning of the End [ler crítica] e sucessivamente com Ju-On: The Final Curse e o crossover com Ringu, outro franchise de terror nipónico, Sadako Vs Kayako [ler crítica].

 

A trama dos filmes pouco diverge: um amontoado de personagens que sucumbia perante uma maldição numa casa, impossível de ser reabitada, pois testemunhou no passado um crime horrendo. Entre as vitimais conta-se Kayako, a qual se converte num atormentado espectro assassino.

 

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publicado por Hugo Gomes às 01:40
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6.7.17

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Sylvester Stallone e Jackie Chan irão contracenar no próximo filme de acção de Scott Waugh (Need for Speed), intitulado de Ex-Baghdad. O enredo seguirá a dupla formada por um segurança privado chinês (Chan) e um ex-marine (Stallone) que tentarão impedir criminosos de roubar petróleo em refinarias localizadas no Iraque.

 

A reunião dos actores foi comemorada com uma foto do âmbito das celebrações do 40º aniversário da equipa de stunts de Jackie Chan. Sylvester Stallone foi presenteado com um blusão especial.

 

Jackie Chan e eu discutindo o nosso próximo filme juntos chamado Ex-Baghdad. Ele também me ofereceu um maravilhoso casaco comemorativo dos 40 anos do mundialmente famoso Jackie Chan Stunt Team!” escreveu o eterno "Rocky Balboa" na sua página de Instagram.

 

Ex-Baghdad, com argumento de Arash Amel (Seducing Ingrid Bergman), tem estreia prevista para 2019.

 

 

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publicado por Hugo Gomes às 17:58
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5.7.17

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Baby Driver estreou nos EUA na passada sexta-feira com uma abertura de 21 milhões de dólares (arrecadados em todo o fim-de-semana de estreia), tornando-se na melhor da carreira de Edgar Wright. Em conjunto com um "mar" de críticas eufóricas, muitas delas atribuindo o título de "um dos melhores filmes do ano", não era de esperar que uma sequela estivesse nos planos. Em exclusivo ao podcast da Empire - Spoiler Special - Edgar Wright admitiu a possibilidade da continuação.

 

O estúdio perguntou-me se acharia bem em escrever uma sequela e este [Baby Driver] é um dos filmes que tenho potencialidades de continuar porque existe muito por onde explorar em termos de personagens. Baby poderá chegar a novos lugares. (…) Eu acho que com o Baby Driver há mais do que aquilo que podes fazer nesse reino, e tenho uma ideia de que, se nós fizermos outro [filme], subverteria o seu envolvimento no crime de uma maneira diferente, então a personagem deixaria de ser um aprendiz".

 

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Edgar Wright salientou ainda que existe uma particular cena eliminada que tão bem serviria como sequência pós-créditos e "gancho" para a eventual sequela.

 

Recordamos que no filme, seguimos um jovem e talentoso condutor (Ansel Elgort) que juntamente com um grupo de criminosos decide participar num assalto - que vai correr mal. Kevin Spacey, Lily James, Jon Bernthal, Jon Hamm e Jamie Foxx são outros dos atores presentes, num filme onde a banda-sonora terá um forte impacto na acção.

 

Baby Driver teve a sua estreia mundial no SXSW, e está agendado chegar aos cinemas portugueses em Agosto.

 

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publicado por Hugo Gomes às 15:27
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A actriz Annette Bening (American Beauty) vai presidir o júri da Selecção Oficial da próxima edição do Festival de Veneza, que decorrerá entre 30 de Agosto até 9 de Setembro na dita cidade italiana.

 

O director do festival, Alberto Barbera, demonstrou agrado pela actriz nomeada a quatro Óscares da Academia ter aceito o convite: "É o momento de quebrar a longa lista de presidentes masculinos e convidar talentos brilhantes e ao mesmo tempo mulheres inspiradoras para liderarem o júri da Competição Internacional (…) A sua carreira foi marcada, sempre, por decisões de risco. Annette Bening atribui aos seus papeis uma compreensão, uma compaixão e uma elegância natural que nos faz ver os seus filmes como uma maravilhosa e enriquecedora experiência. Dou-lhe as boas-vindas a Veneza.”Recordamos que a última mulher a presidir o júri foi Catherine Deneuve em 2006.

 

Annete Bening sucede assim a Bernardo Bertolucci (2013), o compositor Alexandre Desplat 2014), Alfonso Cuarón (2015) e a Sam Mendes (2016).

 

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publicado por Hugo Gomes às 11:29
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4.7.17

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A actriz e modelo Emily Ratajkowski falou à revista australiana "Harper's Bazaar" que é vitima de um outro tipo de discriminação. Segundo a publicação, a actriz de 26 anos apontou o seu corpo sexy e o tamanho dos seus seios como factores que impossibilitam a sua carreira quer no cinema como na televisão.

 

"Isto acontece comigo, 'Oh, ela é demasiado sexy.' É anti-mulher, as pessoas não quererem trabalhar comigo porque tenho seios grandes. O que é que os meus seios têm de mal? Elas são lindas, femininas e é nisso precisa de ser celebrado. Pequenas ou grandes... Porque é que isso deve ser um problema?"

 

Tendo apostado primeiramente numa carreira de modelo e celebrizada em videoclipps de Pharrell Williams e Maroon 5, Ratajkowski estreou no cinema com Gone Girl, de David Fincher, onde interpretou a jovem amante de Nick Dunne (Ben Affleck), seguido por Entourage - Vidas em Hollywood e We Are your Friends ao lado de Zac Efron. Como futuros projectos, poderemos vê-la ao  lado de Natalie Dormer em In Darkness, um thriller de Anthony Byrne com estreia marcada para este ano, e ainda Welcome Home, co-protagonizando com Aaron Paul.

 

 

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publicado por Hugo Gomes às 20:00
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O realizador tunisino Mohamed Ben Attia (Hedi, vencedor de dois prémios no Festival de Berlim de 2016, incluindo o de Melhor Primeiro Filme), prepara um drama envolto na ISIS, a organização jihadista islamita.

 

Intitulado de Weldi, o enredo focará na jornada de um pai e de um filho que integrarão a tão badalada cédula de islamismo radical. Embora seja uma obra que toca na militância islâmica, Ben Attia declarou à Variety que "o filme não será sobre a ISIS, nem sobre os motivos que levam a nossa juventude a juntar a tais causas (…) trata-se sim, do significado de ser um pai".

 

A obra começará a ser rodada em Outubro e contará com produção dos irmãos Dardenne.   

 

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publicado por Hugo Gomes às 15:17
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O actor oscarizado Adrien Brody estará presente no próximo Festival de Locarno para ser laureado com o Prémio Especial de Carreira do evento. O actor será homenageado com uma projecção especial de O Pianista, o filme de Roman Polanski pelo qual recebeu o Óscar de Melhor Actor, a ter lugar no dia 4 de Agosto.

 

"Com uma carreira ricamente diversificada e ainda florescente, Adrien Brody trabalhou com alguns dos grandes realizadores americanos, desde Coppola a Wes Anderson, de Malick a Soderbergh, exibindo sempre a versatilidade e as habilidades técnicas que o tornam num notável espectro de interpretações", declara o director artístico de Locarno, Carlo Chatrian, em comunicado.

 

Adrien Brody sucederá assim a Faye Dunaway (2013), Mia Farrow (2014), Andy Garcia (2015), e Stefania Sandrelli (2016), como recentes premiados com tal especial distinção.

 

O 70º Festival de Locarno arrancará de 2 a 12 de Agosto.

 

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publicado por Hugo Gomes às 12:19
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3.7.17

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Morreu aos 84 anos, o encenador, escritor e actor italiano Paolo Villaggio, conhecido por uma carreira de sucessos ligada à comédia, inclusive a adaptação dos seus livros Fantozzi, que originou uma popular saga de 10 filmes. Segundo a imprensa italiana, Villagio encontrava-se internado por mais de um mês devido a sérios problemas de saúde ligados a diabetes.

 

Para além da popularizada personagem, Ugo Fantozzi, o actor trabalhou ainda com inúmeros realizadores de renome da cinematografia italiana desde Sergio Corbucci (A Praia das 'Malucas' / Rimini Rimini, 1987), o último de Fellini (A Voz da Lua / La Voce Della Luna, 1990), Mário Monicelli (O Capitão Brancaleone / L'armata Brancaleone, 1970) e Marco Ferreri (Não Toquem na Mulher Branca / Non toccare la donna bianca, 1974). Em 1992, recebeu o Leão de Ouro de Carreira na 49ª edição do Festival de Veneza.

 

Paolo Villagio (1932 - 2017)

 

 

 


publicado por Hugo Gomes às 20:48
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