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4.12.17

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De 4 a 16 de Dezembro, Lisboa celebrará o que de melhor se produziu no Cinema na América Latina e Península Ibérica com o evento Mostra de Cinemas Ibero-americanos - No escurinho do cinema, uma iniciativa da Casa da América latina em comemorações de Passado e Presente - Lisboa, Capital Ibero-americana de Cultura 2017.

 

Serão exibidos num total de 36 obras divididas em recentes e premiadas longa-metragens ficcionais e documentais, assim como curtas, correspondentes a um número extenso de países itinerantes de língua portuguesa e espanhola. A abertura será feita com a projeção de Aquí No Passado Nada, de Alejandro Fernández Almendras, um coprodução chilena, francesa e norte-americana que nos leva a um jovem acusado de atropelamento mortal que tudo fará para provar a sua inocência. Uma obra experiente no circuito dos festivais, tendo sido selecionado no Panorama de Berlim, Sundance, San Sebastián e Miami.

 

Uma nota para participação lusa com Verão Saturno de Mónica Lima, uma curta existencialista de quem confronta a chamada “casa da meia-idade”, e a coprodução luso-brasileira, Joaquim, de Marcelo Gomes, que se encontrou presente no último Festival de Berlim.

 

Para mais informações sobre a mostra, ver aqui

 

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publicado por Hugo Gomes às 18:13
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8.12.16

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Adivinha-se um início poético com a apresentação do novo filme de Alejandro Jodorwosky, Poesia sin Fin, que esteve presente na última Quinzena dos Realizadores de Cannes. A projecção da obra contará com a presença de Xavier Guerrero, o produtor do filme, estando na vez do realizador, que infelizmente, por motivos de saúde, não pode viajar até Lisboa.

 

Contando com uma carreira enigmática e igualmente brilhante, Jodorowsky é considerado um dos grandes poetas visuais do cinema contemporâneo, tendo dado nas vistas na violenta viagem em The Holy Mountain (A Montanha Sagrada, 1973), onde metaforiza os massacres ocorridos no Chile em 11 de Setembro. Mas três anos antes, tinha surgido El Topo, protagonizado pelo realizador e do seu filho (Brontis), um western alucinogénico, onde dois misteriosos indivíduos dão de caras com bizarras personagens.

 

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Quanto a Poesia Sin Fin, descrito como uma espécie de continuação do seu penúltimo trabalho - The Dance of Reality - remete-nos à juventude do próprio realizador, destinado a seguir um percurso de poesia. O filme conta ainda com os desempenhos de Adan e Brontis Jodorowsky, os filhos do cineasta.

 

A 7ª Mostra de Cinema da América Latina prolongará até dia 11 de Dezembro, no Cinema São Jorge, com a apresentação de obras inéditas no nosso país, como Sopladora de Hojas, vencedor dos Prémios de Melhor Argumento e de Júri no Festival de Cinema de Torino. Trata-se da primeira longa-metragem do mexicano Alejandro Iglesias Mendizabal, uma road trip de três jovens com uma particular missão - encontrar um molho de chaves perdidas num monte de folhas secas.

 

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Destaque ainda para Omega 3, a primeira longa-metragem de ficção cientifica cubana. Dirigido por Eduardo del Llano, o filme remete-nos a um confronto futurista entre vegetarianos e macrobióticos no controlo de uma hierarquia alimentar.

 

E ainda, as reposições de Truman, de Cesc Gay, vencedor de 5 Goyas (prémios da Academia de Cinema espanhola), incluindo o de Melhor Filme, e da co-produção luso-brasileira, Estive em Lisboa e Lembrei de Você.

 

Para mais informação sobre o evento e a sua respectiva programação, ver aqui.

  

 

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7.12.16

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A organização da Mostra de Cinema da América Latina acaba de informar que o cineasta chileno, Alejandro Jodorowsky, não poderá estar presente na abertura do evento, o qual será projectada a sua última grande obra - Poesia Sin Fin. A mesma fonte revela que devido a complicações de saúde, o realizador encontra-se impedido de viajar, pelo que no seu lugar, estará presente Xavier Guerrero, o produtor do filme.

 

A decorrer entre 8 a 11 de Dezembro, a 7ª Mostra de Cinema da América Latina abrirá com o referido filme do tão ilustre cineasta. Apresentado na última Quinzena de Realizadores de Cannes,  Poesia Sin Fin remete-nos à juventude do próprio realizador, destinado a seguir um percurso de poesia. O filme conta com os desempenhos de Adan e Brontis Jodorowsky, filhos do cineasta.

 

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1.12.16

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O cineasta chileno, Alejandro Jodorowsky, estará presente no regresso da Mostra de Cinema da América Latina a Lisboa. A decorrer entre 8 a 11 de Dezembro, o evento vai contar com a participação do ilustre realizador de obras impares como El Topo e The Holy Mountain na apresentação de Poesia sin Fin, a sua mais recente obra que arrancará a mostra.

 

Apresentado na última Quinzena de Realizadores de Cannes,  Poesia Sin Fin remete-nos à juventude do próprio realizador, destinado a seguir um percurso de poesia. O filme conta com os desempenhos de Adan e Brontis Jodorowsky, filhos do cineasta.

 

 

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10.12.15

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Arranca hoje a 6ª edição da Mostra de Cinema da América Latina (MCAL), um evento que vai decorrer entre os dias 10 a 13 de Dezembro, no Cinema São Jorge em Lisboa, estendendo-se depois a Loulé, no Cine-Teatro Louletano em 28 a 31 de Janeiro.

 

O filme de abertura é o muito elogiado El Abrazo de la Serpiente, de Ciro Guerra, o actual candidato colombiano ao Óscar de Melhor Filme Estrangeiro, uma obra que recentemente dominou os Prémios Macondo, as principais distinções cinematográficas da Colômbia. Como tal arrecadou oito consagrações, incluindo o de Melhor Filme,  Argumento, Música Original, Direcção Artística e Cinematografia

 

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Apresentado pela primeira vez na última Quinzena dos Realizadores em Cannes, El Abrazo de la Serpiente aborda o primeiro contacto entre dois mundos completamente distintos, o de Karamakate, um xamã amazónico e último sobrevivente da sua tribo, e dois cientistas que viajaram para a floresta amazónica em busca de uma planta sagrada. Ciro Guerra baseou este seu filme nos diários dos primeiros exploradores da Amazónia colombiana, Theodor Koch-Grunberg e Richard Evan Schultes.

 

O actor Jan Bijvoet encontra-se presente na sessão.

 

 

Ver Também

A 6ª Mostra de Cinema da América Latina abre com pérola do cinema colombiano!

 

 

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publicado por Hugo Gomes às 09:37
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16.11.15

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O mais recente filme de Ciro Guerra, El Abrazo de la Serpiente, o candidato colombiano ao Óscar de Melhor Filme Estrangeiro, abrirá a 6ª edição da Mostra de Cinema da América Latina (MCAL), um evento que vai decorrer entre os dias 10 a 13 de Dezembro, no Cinema São Jorge em Lisboa, estendendo-se depois a Loulé, no Cine-Teatro Louletano em 28 a 31 de Janeiro.

 

A obra, que foi pela primeira vez apresentada na última Quinzena dos Realizadores em Cannes, aborda o primeiro contacto entre dois mundos completamente distintos, o de Karamakate, um xamã amazónico e último sobrevivente da sua tribo, e dois cientistas que viajaram para a floresta amazónica em busca de uma planta sagrada. Ciro Guerra baseou este seu filme nos diários dos primeiros exploradores da Amazónia colombiana, Theodor Koch-Grunberg e Richard Evan Schultes. Tem sido altamente elogiado pela crítica.

 

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Porém a Mostra de Cinema da América Latina aguarda-nos outras surpresas, entre os quais as projecções do grande êxito argentino, El Clan, de Pablo Trapero, que aborda um dos casos criminais mais mediáticos da Argentina, a história verídica dos Puccio, uma gangue que operou  entre 1982 e 1985, tendo sido pioneiros em sequestros de empresários e de outras personalidades. Campo Grande, de Sandra Kogut, uma produção brasileira apresentada no Festival Internacional de Cinema de Toronto que remete-nos à adaptação de duas crianças abandonadas pela progenitora n um bairro luxuoso de Ipanema.

 

O cubano Esther en Alguna Parte, de Gerardo Chijona, baseado num homónimo livro de Eliseo Alberto Diego, e a história da primeira deputada mexicana, Elvia Carrillo Puerto, em Las Sufragistas, de Ana Cruz, são outras propostas a terem conta nesta edição.

 

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publicado por Hugo Gomes às 08:30
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10.12.14

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Ver programação completa aqui

 

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Relatos Salvajes (2014)

 

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publicado por Hugo Gomes às 01:04
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22.11.14

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O divertido lado animal!

 

Diria inicialmente que estamos perante numa revelação e ao mesmo uma afirmação do cinema argentino na indústria cinematográfica. Relatos Salvajes (dirigido e escrito por Damían Szifrón) é um filme que compromete a condição do cinema mosaico como drama embutido e o explicita com uma comédia de fortes tons negros, ou como a certa altura foi comparado, um tributo latino à episódica narrativa emaranhada com influências de Woody Allen. Este conjunto de seis histórias completamente diferentes, todas elas remetendo ao desespero e à natureza negra do ser humano em condições extremas (ou não tão extremas), abre com um segmento hilariante sob contornos de um particular cinema do cineasta espanhol Pedro Almodóvar (um dos produtores da fita). Esta introdução (intitulada de Pasternak) funciona como o segmento mais curto da obra e é marcado pelo burlesco cómico em função de uma sátira negra que funciona como um refrescante comité de boas-vindas para que o aí vem.

 

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Depois seguem os temas: vingança, manipulação e conformismo, todos eles indiciados e entranhados e que constituem estes relatos selvagens, propriamente ditos. São situação do quotidiano que servem como absurdo para os enredos detidos por um olhar inteligente e astuto na sua crítica e evocação da caricatura. Entre esses tomos, destaca-se obviamente o quarto (Bombita) e o sexto, e último (Hasta que la Muerte nos Separe). O primeiro por possuir um tema tão comum que é "deliciosamente" transformado num pesadelo cómico, interpretado por Ricardo Darin; o último por exibir uma perícia e técnica de Szifrón por trás das câmaras, ao mesmo tempo que executa uma atmosfera pesada em termos psicológicos.

 

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Obviamente, como grande parte das obras compostas por este tipo de dispositivo narrativo, o desequilíbrio entre as várias é evidente. Porém, no seu todo, Relatos Salvajes resulta numa comédia forte e sem desleixo algum no intelecto do espectador e provavelmente temos aqui o melhor exemplar do género do ano. A destacar ainda a banda sonora de Gustavo Santaolalla, em especial a música de abertura que invoca uma essência animalesca sob tons latinos, e na fotografia de Javier Julia, que contribui e muito na criação de uma atmosfera envolvente, nomeadamente na última e grandiosa parte. Pois é. Como é tão divertido por vezes conhecer a face mais selvagem do ser humano.

 

Filme visualizado na 62º edição do Festival Internacional de Cinema de San Sebastian

 

Real.: Damían Szifrón / Int.: Ricardo Darín, Darío Grandinetti, Leonardo Sbaraglia, Rita Cortese, Julieta Zylberberg, Nancy Dupláa

 

 

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8/10

publicado por Hugo Gomes às 11:18
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12.12.13

 

Lisboa vai receber a partir de hoje a 4ª edição da Mostra do Cinema da América Latino, que decorrerá nos Cinemas de São Jorge e Cinema City Classic Alvalade entre os dias 12 e 15 de Dezembro. Neste evento promovido pela Casa da America Latina visa em complementar o cinéfilo com a ausência das obras latino americanas nos nossos circuitos comerciais. Durante quatro dias o espectador terá a oportunidade de assistir algumas das ultimas sensações da cinematografia de mais de dez países diferentes. Hoje pelas 21h30 no Cinema de São Jorge, a mostra abrirá com El Fantástico Mundo de Juan Orol de Sebastián del Amo, a singular biografia do popular cineasta mexicano Juan Orol. A não perder!

 


publicado por Hugo Gomes às 10:38
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Takes
10/10 - Magnífico
9/10 - Imprescindível
8/10 - Bom
7/10 - Interessante
6/10 - Razoável
5/10 - Medíocre
4/10 - Muito Fraco
3/10 - Mau
2/10 - Péssimo
1/10 - De Fugir
0/10 - Nulidade
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