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19.6.17

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O Tom que veio do frio!

 

Touko Laaksonen, um ex-tenente do exercito finlandês, encontrava-se em Guerra com os russos, conflito que perderam como reza a História, mas não era esse palco de guerra que o interessava. A verdadeira batalha residia no seu interior, nas dúvidas da sua sexualidade, nos seus desejos e afectos. Touko não se envergonhava dessa sua homossexualidade, aliás utilizava-a como uma afronta a uma sociedade restringida e intolerável para novas ideias e movimentos. Os seus desejos eram metamorfoseados em desenhos, gravuras que criava e que apresentavam um misto de erotismo e devaneio, ilustrações que viriam marcar gerações e influenciar um estilo de vida.

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Contudo, Touko, de forma a não comprometer o seu nome de família e a sua reputação na sociedade finlandesa, descartava o seu verdadeiro nome nas assinaturas, ao invés disso, chega-nos Tom… Tom of Finland, o activista que veio do frio com “criações” escaldantes. Inspirações não é o que falta nos trabalhos de Tom, e isso é indiscutível nas mais diferentes frentes, desde a literatura, as artes plásticas, a música e até o cinema (sublinhamos sobretudo Querelle, de Fassbinder). Porém, este Tom of Finland, rabisco ao serviço de um esboço para o enésimo modelo do biopic convencional, é um deserto de ideias e sobretudo de um cinema mais transgressivo em conformidade com os desenhos da personalidade mencionada.

 

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É o fazer bonito e academicamente aceite, Dome Karukoski torna-se num mero artesão sem voz nem personalidade, deixando os eventuais oásis da sua jornada pelo caminho (se poderia acentuar as fantasias eróticas de Touko, assim como o ocasional “amigo imaginário” que surge sem aviso no seu quarto). Nada disso, Tom of Finland é um puro animal amestrado, apenas valorizado pela sua História comprimida a um formato pedagógico, sem qualquer textura cinematográfica.

 

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Perdeu-se um filme, personagens e reconstituições histórias, e no seu lugar consegue-se uma gota numa imensidão marítima. O “artista de pilas”, como é apelidado a meio deste longa-metragem, merecia bem mais que um rascunho.

 

Filme de abertura do 13º FEST: Festival Novos Realizadores e Novo Cinema

 

Real.: Dome Karukoski / Int.: Jakob Oftebro, Werner Daehn, Jimmy Shaw

 

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16.6.17

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FEST - Festival Novos Realizadores e Novo Cinema é um festival de descoberta, composto por um cinema a merecer a sua aventura com “estranhos” a "lutar" pelo seu lugar na Sétima Arte. Veremos se daqui sairá um novo cineasta, aquele nome a ser recordado nos próximos tempos, a ser distinguido pela sua visão e a servir de estudo para a posterioridade. Enquanto, isso, com pressupostos e premonições, a mostra de cinema de Espinho trairá consigo novidades que vão "aquecer" os sete dias completamente dedicados à arte de fazer cinema. No programa estará desde masterclasses (Training Ground), pitching foruns e como é óbvio, uma competição de longas assim como de curtas-metragens.

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Na competição principal, serão onze longas-metragens, ficcionais e documentais, repartidas em 11 nações, com objectivo no Lince de Ouro, o prémio máximo do certame. Apesar de serem primeiras e segundas obras, estas encontram-se longe do amadorismo, promete e garante a organização que promove estas “pérolas” de primeira, algumas delas já premiadas em anteriores festivais (como é o caso de As You Are, do jovem norte-americano Miles Joris Peyrafitte, com o Prémio do Júri em Sundance no currículo) e outros marcados pela euforia da crítica.

 

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A mostra abrirá com Tom of Finland, de Dome Karukoski (o realizador estará presente), baseado na história de Touko Laaksonen, um ex-militar que se tornou num símbolo da revolução gay na Finlândia. O filme seguirá esse ativismo de perto, assim como a explosão artística induzida por Laaksonen. Como encerramento, o FEST nos levará ao ambiente sufocante da austeridade com a produção espanhola The One Eyed King, de Marc Crehuet (também presente), uma comédia negra de atual contexto social. Nas curtas, para além da competição do Lince de Prata, destaca-se a composição de trabalhos iranianos e gregos na formação da secção Flavours of the World e ainda um olhar pleno pelo futuro da Europa na secção Be Kind Rewind.

 

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Não desprezando a selecção e os seus filmes, a “joia da coroa” do FEST é certamente o Training Ground, que este ano prevê mais de 25 formações correspondentes a diferentes áreas da produção cinematográfica. Serão num total mais de 30 oradores convidados, entre eles nomes de luxo como Melissa Leo, a actriz vencedora de um Óscar em The Fighter, de David O’Russell, Nuno Lopes, o português consagrado com um prémio de interpretação no último Festival de Veneza com São Jorge, de Marco Martins, e ainda o diretor de fotografia Ed Lachman (Carol, The Virgin Suicides), o designer de produção Allan Starski (The Pianist, The Schindler’s List) e o escultor Brian Muir, que fora o responsável pela conceção da máscara de Darth Vader em Star Wars.

 

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Em paralelo, existe também o habitual Pitching Forum, um programa de pitch de documentários, séries, curtas e longas-metragens, onde os participantes serão ouvidos por um painel de experts, com o objetivo de produzirem e financiarem os sugeridos projetos. O FEST Surf, que transformará a praia de Espinho numa sala de cinema ao ar livre, e ainda o FESTinha, direcionado ao público mais jovens – desde os 3 aos 16 anos –, conversas cinematográficas, o FESTival Village, masterclasses e como não poderia deixar de ser, festas temáticas.

 

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A 13ª edição do FEST prolongará até dia 26 de junho no Centro Multimeios de Espinho. Para mais informação sobre a programação, ver aqui.

 

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publicado por Hugo Gomes às 22:38
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27.6.16

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O suíço Aloys, de Tobias Nölle, foi distinguido com o Lince de Ouro da 12ª edição do FEST Festival Novos Realizadores | Novo Cinema, que decorreu em Espinho entre os dias 20 a 27 de Junho.

 

Nesta edição que arrancou com a antestreia nacional de Tangerine, o filme-sensação de Sean Baker, e que foi marcado pela presença de speakers de luxo como o cineasta húngaro Béla Tarr e o realizador do filme de culto Dredd, Peter Travers, o português Irmãos de Pedro Magano foi premiado como o Melhor Documentário da competição.

 

A destacar o Grande Prémio Nacional a As Rosas Brancas, de Diogo Costa Amarante, e a curta-metragem A Tua Plateia, de Oscar Faria, merecedor de uma menção honrosa ao lado de Caça Revolução, de Margarida Rego, e A Minha Juventude, de Rita Quelhas.

 

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Lince De Ouro para Melhor Longa-Metragem De Ficção



Aloys

Menção Especial

Easy Ball

The Fits

Granny’s Dancing On The Table

 

Lince De Ouro para Melhor Longa-Metragem Documentário



Irmãos

Menção Especial

Starless Dreams
 

Lince De Prata para Melhor Curta-Metragem Experimental

Novacieres

Menção Especial

Eat My Dream

Lince De Prata para Melhor Curta-Metragem - Documentário 
Alphosine
Menção Especial

Three Women

 

Lince De Prata para Melhor Curta Metragem - Animação

Fury

Menção Especial

Manoman

 

Lince De Prata para Melhor Curta Metragem - Ficção 

Hold On

Menção Especial

Considerations On Smoke And Moss
 

Nexxt

Que É Feito Dos Dias Na Cave
- Rafael Almeida (Universidade Da Beira Interior, Portugal)

Festinha

Loopi Gugo

Temperar A Gosto

 

Grande Prémio Nacional

As Rosas Brancas

Menção Especial

A Tua Plateia

Il Suo Nome

A Minha Juventude

Pronto, Era Assim

Caça Revoluções

 

Prémio Do Público Cineuropa para Melhor Curta-Metragem  

Getting Fat In A Healthy Way

 

Prémio Do Público Cineuropa para Melhor Longa Metragem

Starless Dreams  

 

 

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Arranca hoje a 12ª edição do FEST - Festival Novos Realizadores e Novo Cinema

Béla Tarr estará presente no FEST!

 


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publicado por Hugo Gomes às 21:56
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20.6.16

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FEST - Festival Novos Realizadores e Novo Cinema regressa hoje à cidade de Espinho com uma programação no mínimo ambiciosa. São mais de 170 filmes a integrar a selecção e 17 oradores de luxo a preencher o já prestigiado espaço Training Ground.

 

Neste último estarão presentes o lendário cineasta húngaro Béla Tar (conhecido em Portugal pela sua derradeira obra, The Turin Horse), o realizador Peter Travis, um dos mais estilísticos do actual cinema de acção, o director de fotografia Remi Adefarasin (Elizabeth foi o seu trabalho mais célebre) e o produtor Garreth Willey, habitual colaborador de Woody Allen

 

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O festival que tem como intuito celebrar as primeiras e segundas obras, uma mostra onde futuros cineastas serão provavelmente desvendados, abrirá com a estreia nacional de Tangerine, um dos filmes-sensação de 2015. Esta obra independente de Sean Baker que foi filmado inteiramente com 3 Iphones, conta-nos a história de duas transexuais "da vida" que embarcam num "passeio" natalício nas ruas de Tinseltown, o famoso e notório bairro da cidade de Los Angeles, em busca de vingança. Esta comédia invulgar arrecadou o prémio para Melhor Actriz Secundária para Mya Taylor, nos Independent Spirit Awards.

 

Em paralelo, existe também o Pitching Forum, um programa de pitch de documentários, séries, curtas e longas-metragens, onde os participantes serão ouvidos por um painel de experts, com o objectivo de produzirem e financiarem os sugeridos projectos.

 

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Destacamos ainda a estreia da secção FESTinha, direccionado ao público mais jovens – desde os 3 aos 16 anos –, conversas cinematográficas, o FESTival Village, masterclasses e festas temáticas.

 

A 12ª edição do FEST prolongará até dia 27 de Junho no Centro Multimeios de Espinho. Para mais informação sobre a programação, ver aqui.

 

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Béla Tarr estará presente no FEST!

 


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17.5.16

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O cineasta húngaro Béla Tarr vai estar presente na próxima edição do Training Ground, evento educativo paralelo ao FEST ̶̶̶ Festival Novos Realizadores | Novo Cinema, que decorrerá em Espinho de 20 a 27 de Junho.

 

Realizador de obras como Sátántangó (1994), A Londoni Férfi (2007) e Turin Horse (2011), Tarr é um dos mais conceituados cineastas do nosso tempo. Construiu uma carreira a partir dos 16 anos de idade, e desde então presenteou os cinéfilo com filmes caracteristicamente longos, planos demorados e sob uma fotografia preto-e-branco que abordavam questões de filosofia inerente como do realismo temporal. Deixou de filme em 2011, o ano de Turin Horse que venceu o Prémio Especial de Júri em Berlim.

 

Béla Tarr junta-se a outras importantes figuras do mundo do cinema no programa até agora divulgado pela organização do evento como Gareth Wiley (produtor de Vicky Cristina Barcelona), Scandar Copti (realizador de Ajami), Gemma Jackson (designer de produção de Game of Thrones), Joe Walker (editor de Sicario) e Mark Sanger (editor de Gravity).

 

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publicado por Hugo Gomes às 23:59
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26.6.15
26.6.15

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As migalhas de uma civilização extinta!

 

Provavelmente o maior interesse de Crumbs reside na cometida visão distorcida da nossa civilização. Uma ideia que segundo o realizador Miguel Llansó, foi extraída a partir de uma entrevista com o professor etíope Seifu Yohannes, o primeiro engenheiro nuclear do seu país, onde expressou que tudo aquilo que vivemos, as nossas convicções, ideais, etc, serão apagados através dos anos e só o "plástico" sobreviverá perante ao desafio do tempo. Em Crumbs (Migalhas) somos desde cedo remetidos a um mundo pós-apocalíptico onde os tempos do Holoceno (o do Homem Moderno) deu por si terminada - extinta - o os seus restos daquela que fora anteriormente a maior civilização humana de sempre, são descobertos e interpretados pelos os últimos resíduos de Humanidade.

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É curioso deparar com a santificação dos ídolos actuais (Michael Jordan, Justin Bieber ou Mickael Jackson) como se divindades faraónicas tratassem ou objectos de puro gosto kitsch como testemunhos de tempos perdidos. No seio deste mundo pós-apocalíptico, somos apresentados a um romance atípico entre um deformado que se julga descendente de hominídeos superiores chamados Super-Homens e de uma bela mulher que sonha juntar lado-a-lado com os deuses "pré-modernos" que venera. Uma jornada que segue no trilho das últimas lendas vivas, visto que o nosso protagonista (Daniel Tadesse) terá que encontrar o Pai Natal, um místico eremita capaz de concretizar todos os desejos, e incentivar a coragem oculta de uma figura demasiado subvalorizada até mesmo para o seu tempo.

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Miguel Llansó concretiza aqui uma prolongada piada, um conjunto de ideias fixas em prol de uma estética evidente e flexível para com as ditas temáticas, mas infelizmente Crumbs é um eterno caso de "mais olhos que barrigas". Toda a sua narrativa despoleta sem intensa emoção, obviamente falta-lhe um toque mais satírico que possa apimentar a relação do filme com as suas personagens, ou na maior das hipóteses, uma descrição mais sóbria da caótica pseudo-sociedade. Felizmente Llansó tem uma realização competente que não impede o agrado da visualização.

 

Filme visualizado no âmbito do FEST 2015: Festival Novos Realizadores e Novo Cinema

 

Real.: Miguel Llansó / Int.: Daniel Tadesse, Selam Tesfayie

 

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publicado por Hugo Gomes às 10:32
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21.6.15

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FEST - Festival Novos Realizadores e Novo Cinema regressa à cidade de Espinho. O festival dedicado a descobrir novos talentos e novas plataformas de produção como de direcção terá lugar já amanhã, dia 22 a 29 de Junho, no Centro Multimeios de Espinho. Apresentando uma vasta programação de longas e curtas metragens (ambas envolvidas nas respectivas competições) , o FEST trará a Portugal imensos convidados de renome, entre os quais o realizador Peter Webber (Emperor, Girl with A Pearl Earring) e a oscarizada actriz Melissa Leo (The Fighter, Frozen River), englobados na secção educativa Training Ground.

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O espanhol 10,000 KM terá as honras de abrir o certame. Uma antestreia absoluta em território português, este filme intimista sobre um casal apaixonado separados a 10,000 quilómetros de distância. Com este trabalho, o realizador Carlos Marques Mercet venceu o Goya de Melhor Primeiro Realizador na última cerimónia de entrega. Violet, uma das sensações do Festival de Berlim de 2014, marcará presença na programação do FEST, trata-se de um curioso coming-to-age, escrito e dirigido pelo jovem flamengo Bas Devos, que concentra como um retrato sobre superação de dor e perda por parte de um jovem.

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Crumbs, de Miguel Llanso, é também ele uma das grandes apostas da edição de 2015 do FEST, uma com co-produção espanhola, etíope e finlandês que centra numa bizarra história pós-apocalíptica, onde o mundo que conhecemos estás extinto e os seus "fosseis" se tornaram artefactos indecifráveis e lendas para temer. A realizadora Maya Viktova estará presente no festival para apresentar a sua reveladora obra, Viktoria, uma bela analise ao regime comunista da Bulgária, o qual mereceu imensos elogios em diversos festivais como Sundance, Roterdão e vencedor do Prémio Especial de Júri no Festival Internacional da Transilvânia.

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Na secção dos documentários, Dancing with Maria, de Ivan Gergolet, o encontro de uma professora de dança de 90 anos com os seus próprios medos, é um dos destaques, em conjunto com Mother of the Unborn, de Nadine Salib, um relato de uma mulher vivente numa sociedade onde a sua única função é gerar bebés, e Jikoo, de Christophe Leroy e Adrien Camus, a luta de uma comunidade rural senegalesa determinada em construir uma cerca como protecção das terras de cultivo.

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Quantas à competição de curtas-metragens, o FEST orgulha-se de mostrar mais de 31 produções correspondentes a vinte e um países. Algumas mesmo vindas directamente do Festival de Cannes (Leidi, do colombiano Simon Mesa Soto, o vencedor da Palma de Ouro),  da Quinzena de Realizadores (Fragments, da polaca Agnieszka Woszczynska), e da Semana da Crítica (Come and Play, da russa Daria Belova). Quanto às presenças portuguesas, Por Aqui Nada de Novo, de Pedro Augusto Almeida, Os Amantes, de Sara Marques Moita, um trabalho experimentalista baseado num quadro de René Magritte e Serafim, de Francisco Lobo.

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Como sessão de encerramento será projectado Bottle Rocket - Roda Livre, o primeiro filme de Wes Anderson, ainda inédito no nosso país. O enredo desta produção de 1996, que foi co-escrito pelo actor Owen Wilson, seguimos três amigos que tentam elaborar um plano para executar um golpe e sai dele imaculadamente. Luke Wilson, Owen Wilson e Ned Dowd constituem o trio principal.

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Como já é habitual, o FEST volta apresentar o Training Ground, um evento educacional onde talentos emergentes em cumplicidade com experientes no ramo participarão em masterclasses, palestras, workshops e debates orientados por profissionais de diferentes ramos. Para além dos referidos Melissa Leo e o realizador Peter Webber, a edição deste ano receberá ainda o director de fotografia Guillermo Navarro (Pan's Labyrinth), Fernando Trueba, o realizador da aclamada animação Chico e Rita e do oscarizado filme de Belle Époque, o editor de The Grand Budapest Hotel, Barney Pilling, o designer de guarda-roupa de The Theory of Everything, Steven Noble, o supervisor colorista da trilogia de The Lord of the Rings, Eddy Joseph, supervisor de edição de som de 007 - Casino Royale, Gareth Wiley, produtor de inúmeros filmes de Woody Allen, Cynthia Hargrave, produtora do primeiro filme de Wes Anderson (Bottle Rocket : Roda Livre), Paul Miller, o produtor de Snow Angels e por fim, o actor e realizador israelita Scandar Copti, cujo seu trabalho, Ajami, esteve nomeado para o Óscar de Melhor Filme de Língua Estrangeira em 2010.

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Para saber mais sobre a programação e eventos do FEST: Festival Novos Realizadores e Novo Cinema, ver aqui.

 

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publicado por Hugo Gomes às 21:28
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30.6.14

 

A co-produção nigeriana e norte-americana, Mother of George de Andrew Dosunmu, foi o grande vencedor do FEST 2014: Festival Novos Cineastas e Novo Cinema, tendo sido consagrado com o Lince de Ouro para Melhor Longa-Metragem de Ficção. O triunfante remete-nos a um casal de nigerianos que tentam sobreviver e ultrapassar todos os desafios na cidade de Brooklyn. Destaque principal para o isrealita Arabani de Adi Adwan, o vencedor do Prémio C7nema (Crítica).

 

 

Lince de Ouro (Melhor Longa-Metragem de Ficção)

Mother of George, de Andrew Dosunmu

 

Menção Honrosa (Melhor Longa-Metragem de Ficção)

Little Crushes, de Ireneusz Grzyb e Aleksandra Gowin & Cracks in Concrete, de Umut Dag

 

Lince de Ouro - Melhor Longa-Metragem (Documentário)

My Love Awaits Me by the Sea, de Mais Darwazah

 

Prémio do Público (Melhor Longa-Metragem)

Cracks in Concrete, de Umut Dag

 

Prémio do Público (Melhor Curta-Metragem)

Mother, de Lukasz Ostalski

 

Prémio C7nema (Prémio da Crítica)

Arabani, de Adi Adwan

 

Melhor Curta-Metragem de Ficção

Mother, de Lukasz Ostalski

 

Menção Honrosa (Curta-Metragem de Ficção)

The Dinner, de Dimitris Argyriou & Tennis Girl, de Daniel Barosa

 

Melhor Curta-Metragem de Animação

Rabbit and Deer, de Péter Vácz

 

Melhor Curta-Metragem Experimental

White Lies, de Felix Schaefer

 

Menção Honrosa (Curta-Metragem Experimental)

Orpheus, de Alessandro Paratore e Sara Aretino

 

Melhor Curta-Metragem Documentário

Everything Will Be Different Now, de Josefien Hendricks

 

 

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Arranca hoje!!

Teresa Palmer no FEST: Festival de Novos Cineastas e de Novo Cinema!

 

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24.6.14
24.6.14

 

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Teresa Palmer no FEST: Festival de Novos Cineastas e Novo Cinema!

 

 

 


publicado por Hugo Gomes às 18:45
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31.5.14

 

Teresa Palmer será uma das presença do FEST: Festival de Novos Cineastas e de Novo Cinema, a decorrer nos dias 24 a 30 de Junho na cidade de Espinho, Portugal. A actriz de Warm Bodies e The Sorcerer's Apprentice irá integrar a secção Training Ground, um evento educacional onde talentos emergentes em cumplicidade com experientes no ramo participarão em masterclasses, palestras, workshops e debates orientados por profissionais de diferentes ramos. Palmer junta-se assim a Chris Dickens (editor do Slumdog Millionaire), o actor e realizador Guillermo Garcia Ramos, Eugenio Caballero (Designer de produção de Pan's Labyrinth), Michael Katz (produtor de Amour), entre outros.

 

 

Para mais informação sobre o evento e festival, aqui

 


publicado por Hugo Gomes às 21:52
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