Data
Título
Take
27.1.12

 

Um Ano de Discurso do Rei

 

Foi um dos filmes mais inspiradores e belos do ano 2011, e o vencedor do Óscar, deixando para trás o grande rival The Social Network de David Fincher. Nunca a gaguez de um rei, neste caso o monarca George V, pai da rainha Isabel II de Inglaterra, foi tão falada e por Colin Firth nunca tão perto da perfeição (vencedor do Óscar de Melhor Actor). Tom Hopper que o afirmou que o drama sensação do ano conteve vários obstáculos na sua produção, entre eles o seu financiamento, o qual era negado por inúmeros estúdios que duvidavam da capacidade rentável da fita. The King’s Speech é um sensacional caso de inspiração que resultou num drama com um leque fenomenal de actores e ainda conseguiu arrecadar 400 milhões de dólares em todo o Mundo (para um dramalhão, o resultado está longe da mediocridade).

 

10 DVDs Essenciais de 2011

 

 

The Social Network (Edição de Colecionador)

Bambi (Edição Especial)

Black Swan

Copie Conforme

Despicable Me

Fantasia (Edição Especial)

Harry Potter and the Deathly Hallows Part 2 (Edição Especial de Dois Discos)

Pina (Edição de Colecionador)

The Conspirator

The Town

 

 

Os 10 Melhores Posters do ano

 

 

 

 

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publicado por Hugo Gomes às 23:41
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15.1.12

Um Ano de Cinema Português

 

Infelizmente o ano 2011 foi um dos mais fracos em termos de resultados e qualidade para o nosso pequeno cinema. Ao contrário de 2010, que o total conseguiu render 56.586.260,86€ de receita bruta e reunir 11.392.029 espectadores, este ano os resultados ficaram bem abaixo; 10.624.130 espectadores e 54.708.345,4€ de receitas. O filme mais visto como também o mais elogiado foi Sangue do Meu Sangue de João Canijo, a historia de uma família em dificuldades no Bairro Padre Cruz que foi visto por 20.262 espectadores. Em segundo lugar, a cooperação portuguesa e brasileira em Complexo – Universo Paralelo, documentário sobre uma das mais degradantes favelas do Rio de Janeiro conseguiu trazer ao cinema 17 mil espectadores, outros resultados destacados são de Cidade dos Mortos de Sérgio Tréfaut (7 mil espectadores), 48 de Susana Sousa Dias (3 mil) e a nova obra de Manoel Oliveira, O Estranho Caso de Angélica com 2.63 mil espectadores.

 

 

Um Ano de Mistérios de Lisboa

 

Apesar de ter estreado em 2010 e mesmo aí ter arrecadado prémios e elogios não apenas no nosso país como também em inúmeros festivais e eventos no Mundo fora, o ano 2011 foi também significativo para a obra-prima de Raoul Ruiz (que faleceu no dia 19 de Agosto de 2011), e esperamos que este ano também de grande importância para este épico português. Mistérios de Lisboa venceu assim o prémio de Melhor Filme Estrangeiro no Satellite Awards, o igual prémio no Festival de Toronto, Melhor Filme em Athens Panorama of European Cinema e a alegria pode ser melhor este com o facto de a fita estar pré-candidatada aos Óscares e com grande probabilidade de ser um dos nomeados á categoria de Melhor Filme de Língua Estrangeira. Esperemos que sim!

 

 

Os Focados

 

Ryan Gosling (Crazy Stupid Love, The Ides of March, Blue Valentine, Drive)

Natalie Portman (Black Swan, Thor, No Strings Attached)

Colin Firth (The King’s Speech, Tinker Tailor Soldier Spy)

Daniel Radcliffe (Harry Potter and the Deathly Hallows Part 2)

Elle Fanning (Super 8, Somewhere)

Jessica Chastain (The Help, The Tree of Life)

Vin Diesel (Fast Five)

 

 

Os Desfocados

 

Nicolas Cage (Seeking Justice, Trespassing, Season Witch, Drive Angry 3D)

Ryan Reynolds (The Green Lantern, The Change-Up, Buried)

Gerard Butler (Machine Gun Preacher)

Jason Momoa (Conan, The Barbarian)

Daniel Craig (Dream House, Cowboys & Aliens, The Adventures of Tintin: The Secret of the Unicorn)

Kevin James (The Dilemma, Zookeeper)

Johnny Depp (The Pirates of the Caribbean: On Stranger Tides, The Rum Diary, Rango, The Tourist)

 

Ver Também

Black Swan (2010)

Blue Valentine (2010)

Complexo – Universo Paralelo (2010)

Cowboys & Aliens (2011)

Drive (2011)

Drive Angry 3D (2011)

Fast Five (2011)

Harry Potter and the Deathly Hallows Part 2 (2011)

No Strings Attached (2011)

O Estranho Caso de Angélica (2010)

Rango (2011)

Season of the Witch (2011)

Super 8 (2011)

The Adventures of the Tintin: The Secret of the Unicorn (2011)

The Dilemma (2011)

The Green Lantern (2011)

The King’s Speech (2010)

The Pirates of the Caribbean: On Stranger Tides (2011)

The Tourist (2010)

Thor (2011)

Tinker Tailor Soldier Spy (2011)

Zookeeper (2011)

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publicado por Hugo Gomes às 21:44
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9.1.12

 

 

Um Ano de Tron

 

No inicio deste ano estreou nas nossas salas, um dos filmes mais aguardados de sempre, o festim visual Tron Legacy, a sequela do filme de culto de 1982 que sofisticou os efeitos visuais da altura (algo equiparável a Avatar nos tempos de hoje). Os fãs esperaram 28 anos pela continuação cibernética e foram brindados por efeitos visuais de última espécie (o rejuvenescimento de Jeff Bridges chegou a ser ponto de conversa), um 3D revitalizado e uma banda sonora tecnológica da autoria dos Daft Punk. A fita conseguiu render no total 400 milhões de dólares em todo o Mundo, mesmo sendo um óptimo resultado, infelizmente foi muito aquém do esperado, a crítica por um lado ficou dividida com a obra, acusando de ser um videoclipp alargado e vazio. Mas mesmo sob o embrulho moderno e sofisticado, em Tron Legacy, a nostalgia encontra-se presente.

 

 

Realizadores no Topo (Conformações e revelações)

 

 

Nicolas Winding Refn (Drive, Valhalla Rising)

Tom Hooper (The King’s Speech)

Lars Von Trier (Melancholia)

Rupert Wyatt (Rise of the Planet of the Apes)

Darren Aronofsky (Black Swan)

Brad Bird (Mission Impossible – Ghost Protocol)

Justin Lin (Fast Five)

 

Realizadores em Baixa (Desilusões e Maus Resultados)

 

 

Jon Favreau (Cowboys & Aliens)

Marcus Nispel (Conan the Barbarian)

Martin Campbell (Green Lantern)

George Miller (Happy Feet 2)

Jim Sheridan (Dream House)

David Dobkin (The Change-Up)

Zack Snyder (Sucker Punch)

 

 


 

Um Ano de Lars Von Trier

 

Se tivermos que escolher um realizador que protagonizou o ano 2011, o escolhido seria obviamente Lars Von Trier que desempenhou alguns dos melhores e piores momentos do ano. No último Festival de Cannes, o realizador conhecido pelos seus trabalhos em Dogma e Antichrist, faz polémica ao proferir em pleno evento a admiração que tinha pelo infame Adolf Hitler. Tal acto levou á sua expulsão do festival, contudo a sua nova obra, Melancholia tem conquistado onde quer que vá. A fita apocalíptica com Kristen Dunst, Charlotte Gainsbourg e Kiefer Sutherland tem a critica aos seus pés e de olhos nos prémios da award season. Por enquanto venceu o prémio de Melhor Filme na European Film Awards e umas quantas sociedades de críticos.

 

 

Ver também

Black Swan (2010)

Cowboys & Aliens (2011)

Fast Five (2011)

Green Lantern (2011)

Melancholia (2011)

Rise of the Planet of the Apes (2011)

Sucker Punch (2011)

The King’s Speech (2010)

Tron Legacy (2010)

Valhalla Rising (2009)

 

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publicado por Hugo Gomes às 22:29
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3.1.12

 

Michelle Williams, prestes a tornar-se num ícone do cinema em desempenhar outro ícone, a mitica Marilyn Monroe em My Week with Marilyn de Simon Curtis. Com a estreia do esperado relato da vida pessoal da actriz cujo nome verdadeiro era Norma Jeane Mortenson, o Cinematograficamente Falando… decide recolher alguns dos melhores desempenhos da mulher que não partilha o seu estrelato mas que lhe veste a pele, senhores e senhoras, convosco, a menina Williams.

 

 

Emily Tetherow (Meek’s Cutoff, 2010) Kelly Reichardt

 

 

Cindy (Blue Valentine, 2010) Derek Cianfrance

 

 

Dolores (Shutter Island, 2010) Martin Scorsese

 

 

Wendy Carroll (Wendy & Lucy, 2008) Kelly Reichardt

 

 

Lana (Land of Plenty, 2004) Wim Wenders

 

 

Alma (Brokeback Mountain, 2005) Ang Lee

 

 

A jovem mãe (Incendiary, 2008) Sharon Maguire

 

 

E para o leitor, qual o desempenho mais memorável de Michelle Williams?

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publicado por Hugo Gomes às 20:31
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28.12.11

Demos assim por finalizado mais um ano cinematográfico, onde vimos tudo um pouco, desde o estrondo do último adeus de Harry Potter, a despedida de Sidney Lumet e Rául Ruiz, o macaco digital de Planet of the Apes, a conversação de Tintim para o cinema, a polémica de Lars Von Trier, o Óscar de Natalie Portman e a confirmação de James Franco como uma das estrelas em ascensão. Tudo isto e muito mais num 2011 em jeito de revista.

 

 

Um Ano de Harry Potter

 

Após dez anos a alimentar a imaginação dos cinéfilos e dos fãs, Harry Potter tem assim o seu merecido final na segunda e derradeira parte de Deathly Hallows, novamente dirigida por David Yates, realizador que ascendeu graças á saga do pequeno feiticeiro. Muitas saudades nos deixará o rol de aventuras escritas por J.K. Rowlings, fazendo assim Hogwarts, num lugar a redescobrir em cada episódio passado. Para além de muita magia, efeitos visuais e criaturas digitais, Harry Potter nos revelou três talentos que com o final da saga estarão disponíveis para se vingar em projectos igual ou menos pomposos, são eles David Radcliffe (que protagonizará a obra de terror, Woman in Black), Rupert Grint e Emma Watson. Para além de tudo nos confirmou e ressurgiu actores por vezes esquecidos como Gary Oldman, Alan Rickman e Michael Gambon e nos comprovou o talento malévolo de Ralph Fiennes em protagonizar vilões, nesta feita colocou Lord Voldemort, o nemesis do pequeno feiticeiro, num lugar cativo em ao lado de Darth Vader e Hannibal Lecter. Tendo rendido no total cerca de 7670 milhões de dólares em todo o mundo, Harry Potter torna-se assim na mais rentável saga de cinema de sempre, mas não é por encher cofres á Warner Brothers que o franchising nos deixará saudades e os fãs sabem o porquê.

 

 

OS 5 FILMES MAIS RENTAVEIS DO ANO

 

 

Titulo

 

 

Rendido em Todo O Mundo

Harry Potter and the Deathly Hallows Part 2

$1,328.1

Transformers: Dark of the Moon

$1,123.7

Pirates of the Caribbean – On Stranger Tides

$1,043.9

Kung Fu Panda 2

$665.7

Twilight Saga : Breaking Dawn Part 1

$652.3

 

 

OS 5 FIASCOS DO ANO

 

 

Titulo

 

 

Rendido em Todo o Mundo

 

Orçamento

Conan, The Barbarian

$48

$90

Dream House

$38

$50

Hoodwinked Too! Hood Vs …

$16

$30

Outlander

$7

$50

The Rum Diary

$21

$45

 

 

 

Um Ano de Surpresas

 

Rise of the Planet of the Apes e Fast Five encontram-se entre os blockbusters com melhores resultados em termos de bilheteira, uma surpresa no que constitui às suas fórmulas a começar pela fita de Rupert Wyatt, uma prequela misto spin-off de um franchising á muito ameaçado de extinção, que nem mesmo Tim Burton soube ressuscita-la, encontrou em 2011 um surpreendente resultado de 480 milhões de dólares rendidos em todo o Mundo. Quanto á saga protagonizada por Vin Diesel e uns quantos carros movidos a nitro, tem este ano o seu melhor fruto, 626 milhões em todo o mundo. Outras obras também conseguiram vingar, constituindo surpresas mesmo dentro do seu género, entre eles o drama The Help de Tate Taylor, com 200 milhões de dólares em todo o Mundo e a comédia no feminino, Bridesmaid de Paul Feig, com 290 milhões de dólares em todo o globo.

 

 

Ver também

Bridesmaid (2011)

Fast Five (2011)

Harry Potter and the Deathly Hallows Part 2 (2011)

Kung Fu Panda 2 (2011)

Outlander (2009)

Pirates of the Caribbean – On Stranger Tides (2011)

Rise of the Planet of the Apes (2011)

Transformers – Dark of the Moon (2011)

Twilight Saga: Breaking Dawn Part 1 (2011)

 

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publicado por Hugo Gomes às 22:23
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17.8.11

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publicado por Hugo Gomes às 17:34
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13.7.11

 

Uma década repleta de magia e intriga vai finalmente terminar, a saga Harry Potter caminha para o desfecho, garantido o teor épico que tem prometido ao fim de 10 anos. A Cinematograficamente Falando … decidiu elaborar um pequeno top dos cinco melhores momentos de uma saga que conduziu milhões às salas de cinema, tudo isto só poderia ter vido da mente de J.K. Rowlings.

 

 

#5) Harry Potter and the Sorcerer’s Stone (Chris Columbus, 2001)

 

 

Foi o começo de tudo, uma aposta incerta que acabou por resultar num dos maiores êxitos de bilheteira (974 milhões de dólares, por enquanto o filme da saga que mais rendeu) e o inicio favorável de uma saga que conseguiu sobreviver dez anos. Realizado em tom mais descontraído e familiar, Sorcerer’s Stone contou com alguns dos mais avançados efeitos visuais da época e um surpreendente elenco de veteranos (Richard Harris, Maggie Smith, Alan Rickman) face às estreantes estrelas (Daniel Radcliffe, Rupert Grint, Emma Watson). Nota para a introdução do jogo Quidditch, Xadrez em ponto grande e o troll que invade Hogwarts. Um filme sem dúvida magico e agora, nostálgico.

 

 

#4) Harry Potter and the Deathly Hallows: Part 1 (David Yates, 2010)

 

 

Em contagem decrescente para o fim, os estúdios da Warner Brothers decidiram desacelerar o desfecho e dividiram o último livro em dois filmes distintos. Portanto, esta parte 1 é de todos o capítulo mais lento e dramático, onde existe uma grande margem para a evolução do trio principal. Uma decisão meramente comercial conseguiu resultar numa expansão deste universo mágico e antecipar o tão esperado fim. Destaque para a fotografia do português Eduardo Serra e a animação de Ben Hibon, que remete-nos a par da lenda dos “Deathly Hallows”.

 

 

#3) Harry Potter and the Half-Blood Prince (David Yates, 2009)

 

 

Um capítulo negro e visualmente impressionante que nos revela cada vez mais o trágico desfecho que se avizinha. Os efeitos visuais estão cada vez, melhores, mas este capítulo realizado por David Yates (que surpreendeu após o morno The Order of the Phoenix), Half-Blood Prince consegue ter a proeza de encenar alguns dos diálogos mais ricos da saga. Nota, actores como Alan Rickman e Michael Gambon (que substitui Richard Harris após o seu falecimento) dão vida e profissionalismo aos corredores de Hogwarts, o trio maravilha porém dá cartas de futuros brilhantes como actores.

 

 

#2) Harry Potter and the Goblet of the Fire (Mike Newell, 2005)

 

 

Goblet of the Fire funcionou como puro espectáculo cinematográfico, Mike Newell (Four Weddings and a Funeral) conseguiu criar neste capítulo da saga num simples filme de cabeça, pés e membros, que muito bem poderia funcionar um único se não fosse as ocorrências temporais da história. Os efeitos visuais são de primeira categoria, as sequências de acção são um primor e a entrada de Ralph Fiennes á saga como o vilão Lord Voldemort, é um trunfo, resultou num dos melhores personagens antagónicos de sempre, segundo a visão dos fãs. Nota para Robert Pattinson, o futuro Edward Cullen da saga Twilight.

 

 

#1) Harry Potter and the Prisoner of Azkaban (Alfonso Cuarón, 2004)

 

 

O porquê do Prisioneiro de Azkaban ser considerado o melhor capítulo? Tudo porque sem ele não assistiríamos esta vaga negra com tons mais épicos e dramáticos que Harry Potter conheceu desde o ano 2005 até ao último capítulo. Enquanto o duo de Chris Columbus funcionou como dois exemplos de cinema familiar, era difícil continuar o mesmo ritmo sendo que os prosseguidores anunciavam tempos mais sombrios. Alfonso Cuarón, conhecido pelo road trip, Y Tu Mamá También (2001), oferece a Harry Potter um mundo mais vasto, enigmático, sombrio e faz com que o argumento de Prisioner of Azkaban (segundo os fãs, o melhor filme) reine com toda a sua justiça. Nota para as entradas de Gary Oldman, David Thewlis e Michael Gambon, que substituiu Richard Harris, após ter falecido antes da produção deste filme.

 

Ver Também

Harry Potter and the Prisoner of Azkaban (2004)

Harry Potter and the Goblet of Fire (2005)

Harry Potter and the Order of the Phoenix (2007)

Harry Potter and the Half-Blood Prince (2009)

Harry Potter and the Deathly Hallows – Part 1 (2010)

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publicado por Hugo Gomes às 17:36
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11.7.11

 

Real.: Michel Gondry / Int.: Jim Carrey, Kate Winslet, Elijah Wood / Ano.: 2004

 

O que é? Trata-se da historia de um casal, Joel e Clementine (Jim Carrey e Kate Winslet), que se deparam com um processo de apagar memorias, no intuito de esquecer as lembranças de um do outro. Porém á medida que a memória se apaga, Joel apercebe que são esses momentos que mantêm o seu amor por Clementine vivo.

Porquê? Charles Kaufman é um dos mais criativos e imaginativos argumentistas dos últimos anos, tendo apresentado histórias tão bizarra como distintas como Being John Malkovich e Adaptation, em Eternal Sunshine of the Spotless Mind é como fosse o seu expoente máximo. Um cruzamento de ficção cientifica que resultou num dos mais tocantes romances do nosso tempo. O filme ainda realça Jim Carrey como um actor bem mais do que o simples arquétipo de símio.

Alternativas: O cinema de Kaufman sempre é uma grande alternativa, Adaptation é a sua obra mais aclamada onde potencia Nicolas Cage como um actor versátil (coisa que parece ter esquecido) e apresenta excelentes desempenhos de Meryl Streep e Chris Cooper. Porém não devemos esquecer de Human Nature de Michel Gondry (considerado a sua obra menor), Confessions of a Dangerous Mind de George Clooney (o qual colaborou no argumento) e não esquecer de Synecdoche, New York, a sua estreia como realizador.

 


publicado por Hugo Gomes às 00:51
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9.7.11

Com claras preferências para vilões e personagens antagónicas, Gary Oldman continua a ser um dos grandes atractivos de inúmeros filmes. Em Kung Fu Panda 2, o actor britânico se tornou no maléfico pavão branco, Lord Sheng, uma ameaça ao nosso herói panda Po. Mesmo sendo uma animação 3D, a emocional voz de Oldman deposita no seu personagem um delicioso traço de homenagem aos seus outros vilões. Em influência disso, assinalo-vos os 7 papéis mais destacados da sua carreira, quer que sejam maus da fita ou simplesmente incompreendidos.

 

 

 

Conde Dracula (Bram Stoker’s Dracula, 1992) Francis Ford Coppola

 

 

Sirius Black (Harry Potter and the Prisioner of Azkaban, 2004) Alfonso Cuaron

 

 

Tenente James Gordon (Batman Begins / The Dark Knight, 2005 / 2008) Christopher Nolan

 

 

Mason Verger (Hannibal, 2001) Ridley Scott

 

 

Zorg (The Fifth Element, 1997) Luc Besson

 

 

Stansfield (Leon, 1994) Luc Besson

 

 

Jackie Flannery (State of Grace, 1990) Phil Joanou

 

Ver Também

Red Riding Hood (2011)

Kung Fu Panda 2 (2011)

The Book of Eli (2010)

Planet 51 (2009)

The Unborn (2009)

Batman Begins (2005)

The Dark Knight (2008)

Harry Potter and the Prisioner of Azkaban (2004)

Harry Potter and the Globet of Fire (2005)

Harry Potter and the Order of the Phoenix (2007)

Hannibal (2001)

The Fifth Element (1995)

Bram Stoker’s Dracula (1992)

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publicado por Hugo Gomes às 16:09
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4.6.11

Real.: Jean-Pierre Jeunet / Int.: Audrey Tautou, Matthieu Kassovitz, Rufus / Ano.: 2001

 

O que é? Amélie (Audrey Tautou) é uma jovem parisiense, com uma alegria de viver contagiante. Ele é um “mosaico” daquela que é a sua cidade, cheio de indivíduos solitários, infelizes com a vida que levam, caindo em rotinas e tiques.

Porquê? Tal como a protagonista, Le Fabuleux Destin d’Amélie Poulain é uma fita que inspira a felicidade mesmo sobre um cenário entristecedor. Audrey Tautou constrói uma personagem carismática e meramente misteriosa e bizarra, que constituiu nos dias de hoje num marco do cinema francês recente. A fita de Jean-Pierre Jeunet foi uma fita que atingiu o seu auge de popularidade alguns dias depois dos Ataques de 11 de Setembro, a explicação deriva de uma necessária procura de alegria que o Mundo demandava após os trágicos dias que marcaram o milénio.

Alternativas: nenhum outro filme obteve o mesmo impacto que Amélie, porém a essência transcrita por Jean-Pierre Jeunet pode ser novamente visualizada em Micmacs à Tire Larigot de 2009, onde o realizador novamente encantou um clima terno numa premissa negra e adulta. Todavia o filme foi considerado um greatest hits e muito aquém da obra anterior.

 

Ver Também

Micmacs à Tire Larigot (2009)

 


publicado por Hugo Gomes às 18:58
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14.5.11

 

Um ano cheio de êxitos para o veterano actor Sir Anthony Hopkins, que esteve em plena forma nas grandes produções The Rite e Thor. A Cinematograficamente Falando … decide elaborar os setes personagens que importantemente compuseram a longa carreira de tão prestigiado actor.

 

 

Captain William Bligh (The Bounty, 1984) Roger Donaldson

 

 

Hannibal Lecter (The Silence of the Lambs, 1991) Jonathan Demme

 

 

Frederick Treves (The Elephant Man, 1980) David Lynch

 

 

Abraham Van Helsing (Bram Stoker’s Dracula, 1994) Francis Ford Coppola

 

 

Don Diego de la Vega (The Mask of Zorro, 1998) Martin Campbell

 

 

Hrothgar (Beowulf, 2007) Robert Zemeckis

 

 

Richard M. Nixon (Nixon, 1995) Oliver Stone

 

 

e para o leitor? qual o papel mais marcante de Anthony Hopkins?

 

 

Ver também

All The King’s Men (2006)

Beowulf (2007)

Bram Stoker’s Dracula

Hannibal (2001)

The Legend of Zorro (2005)

The Rite (2011)

The Wolfman (2010)

Thor (2011)

You Will Meet a Tall Dark Stranger (2010)

 

 

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publicado por Hugo Gomes às 15:51
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7.5.11

 

No novo êxito da animação, Rio de Carlos Saldanha, Blue (com a voz de Jesse Eisenberg) é uma arara azul que fora domesticada desde cedo, o que não consegue voar. Para contrariar a questão, a Cinematograficamente Falando … recolheu sete dos mais estranhos animais e objectos com a capacidade de voar no cinema.

 

 

Dumbo (Dumbo, Ben Sharpsteen / 1941)

 

 

Cama Voadora (Bedknobs and Broomsticks, Robert Stevenson / 1971)

 

 

Ford Anglia Voador (Harry Potter and the Chamber of the Secrets, Chris Columbus / 2002)

 

 

Kal-El (Superman, Richard Donner / 1978)

 

 

Casa de Carl Fredricksen (Up, Peter Docter e Bob Peterson/ 2009)

 

 

Porco Rosso (Kurenai no buta, Hayao Miyzaki / 1992)

 


 

Buzz Lightyear (Toy Story, John Lasseter / 1995)

 

 

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publicado por Hugo Gomes às 02:47
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1.5.11

 

The Rite de Mikael Hafstrom (2011) tornou-se num dos maiores sucessos do ano, mas o que realmente fascina é o próprio deslumbramento do grande público por temas sobrenaturais, como por exemplo exorcismos. A “arte” de expulsar demónios é sempre um dos pontos altos da historia do terror e não só. A Cinematograficamente Falando … decidiu elaborar os dez melhores exorcismos apresentados no cinema, que vão desde o pouco ortodoxo até ao mítico.

 

 

#10) The Amytiville Horror (Stuart Rosenberg, 1979)

 

Não só apenas pessoas são possuídas por demónios ou espíritos malignos, habitações como mansões e casas marcadas pela tragédia costumam estar frequentados por esses entes negras. O exorcismo no filme The Amytiville Horror é um dos mais marcantes do cinema de terror, tendo várias vezes sido imitada como também utilizada como paródia de abertura para o segundo filme da saga cómica Scary Movie dos irmãos Wayans.

 

 

#09) [Rec] 2 (Jaume Balagueró, Paco Plaza / 2009)

 

Depois de uma infecção digna de um filme qualquer de George A. Romero em directo sobre o formato de mockumentario, a sequela de um dos mais bem sucedidos filmes europeus (neste caso o mais mediático filme espanhol dos últimos anos) muda completamente de direcção, passando do terror físico dos infectados mais mortos que vivos para a espiritualidade e conspirações do Diabo. Assim sendo, cabe ao padre Owen (Jonathan Mellor) lutar contra estas forças das trevas com planos sombrios para o resto do mundo.

 

 

#08) Constantine (Francis Lawrence / 2005)

 

Baseado num comic da DC / Vertigo, Hellblazer. Ao contrário da maioria dos exorcistas, ao invés de cruzes e água benta, John Constantine (Keanu Reeves) utiliza armas, magia negra e todo um conjunto de pregações. Claro que o seu mau feitio, os hábitos duvidosos e os seus métodos pouco ortodoxos não são bem vistos pelo “Patrão”, contente com isto é o Diabo com mais uma alma para a sua colecção.

 

 

#07) The Last Exorcism (Daniel Stamm / 2010)

 

Tal como aconteceu com (REC) 2, The Last Exorcism também narra através do tão na moda mockumentario. A fita de Daniel Stamm segue o percurso de um embuste, que tenta provar num documentário a verdadeira “magia” por detrás dos exorcismos, ou seja, que não passam de truques e burlas. Mas no seu último trabalho calhou-lhe na “rifa” algo de bizarro que faz acreditar estar perante de uma verdadeira possessão.

 

 

#06) The Exorcism of Emily Rose (Scott Derrickson / 2005)

 

Baseado na verdadeira história de Anneliese Mitchel, uma jovem alemã que morreu durante um exorcismo que prolongava há mais de dois meses, até hoje a única possessão considerado verdadeira por parte do Vaticano. The Exorcism of Emily Rose trata-se de um filme bem ao estilo do clássico de William Friedkin em 1973 que combina elementos do cinema jurídico, sendo talvez o primeiro a apresentar essa combinação de géneros (terror / tribunal). Laura Linney encontrava-se novamente como uma “mulher de armas” no papel de uma implacável advogada e Tom Wilkinson como o padre responsável pelo exorcismo, pelo menos de desempenhos estamos safos com esta dupla de veteranos, porém também deve-se destacar Jennifer Carpenter como a protagonista Emily Rose. È considerado por muitos um dos melhores filmes de exorcismo de sempre, talvez por ser o mais comercial do seu subgénero e apresentar um conteúdo teológico, o qual agrada os devotos.

 

 

#05) Drag Me To Hell (Sam Raimi / 2009)

 

Depois do culto Evil Dead passando pelo sucesso internacional de Spider-Man, o realizador Sam Raimi volta a abraçar o mundo espiritual, onde nos descreve a aflição de uma jovem, Christine Brown (Alison Lohman), em destruir a sua maldição, lançada por uma velha cigana após ter sido humilhada por ela. Divertido, assustador e até mesmo cómico, eis um dos filmes da nova geração com tanta ligação ao “old school”. Fica o aviso: cuidado com Lamia!

 

 

#04) Beetlejuice (Tim Burton, 1988)

 

Por mais desgraçada que esteja a vossa vida depois da morte, nunca o invoquei, Beetlejuice (Michael Keaton), é um daqueles seres fantasmagóricos peritos em bio-exorcismos (ou seja expulsar vivos) e assombrar … fantasmas. Tal como uma praga, a personagem de Keaton é maldita, rude e repugnante, porém é astuto e com truques e mais truques nas suas mangas. Porém conhece um adversário á sua altura, a pequena e gótica Winona Ryder.

 

 

#03) Requiem (Hans-Christian Schmid / 2006)

 

Também ele baseado na história de Anneliese Mitchel, Requiem é talvez diferente do resto dos filmes desta lista, porque é o mais próximo da realidade, como também o mais longe de qualquer propaganda religiosa ou artifícios comerciais. Debate-se como um drama de família contra fé, o qual a actriz Sandra Huller que aqui interpreta a “suposta” possuída tem uma interpretação “dos diabos”. Uma obra a não perder que contou presença no Festival de Berlim em 2006, onde arrecadou o Urso de Prata de Melhor Actriz.

 

 

#02) Poltergeist (Tobe Hooper)

 

Para além de crucifixos, água benta e sermões, também a ciência e poderes médium originaram um dos mais assustadores “exorcismos” do cinema. Quem é que não se lembra da menina (a adorável Heather O’Rourke) que é capturada por espíritos dentro da sua própria casa.  Só a vidente interpretada por Zelda Rubinstein a consegue ajudar. Um filme que celebra o melhor do terror clássico dirigido por Tobe Hooper, o mesmo de o Texas Chainsaw Massacre, e com um cunho especial de Steven Spielberg. Os sustos e os efeitos especiais continuam a ser eficazes como eram há 28 anos atrás.

 

 

#01) The Exorcist (1973)

 

Acompanhado com o sinistro, mas melódico som do Tubular Bell de Mike Oldfield, The Exorcist é indiscutivelmente o melhor, o mais mítico e clássico filme da sua categoria, representado como ninguém, a eterna batalha entre o bem e o mal através de um prolongado exorcismo, representado com um visual visceral e deveras chocante. Baseado no romance William Peter Blatty, The Exorcist de William Friedkin reside hoje como um dos mais notórios ensaios de medo, foi também até á data o único filme de terror alguma vez nomeado ao Óscar de Melhor Filme. O merecedor número um, o genuíno! O pior só veio mesmo a seguir: as sequelas.

 

 

Menções honrosas – Lisa e Il Diavolo (1974), Dominion: The Prequel of the Exorcist (2005), Dorothy Mills (2008), The Rite (2011), La posesión de Emma Evans (2010)

 

Ver Também

The Exorcist (1973)

The Rite (2011)

Drag me To Hell (2009)

(REC) 2 (2009)

Poltergeist (1982)

Constantine (2005)

Beetlejuice (1988)

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publicado por Hugo Gomes às 01:05
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20.3.11

 

Real.: Ang Lee / Int.: Chow Yun-Fat, Michelle Yeoh, Zhang Ziyi /Ano.: 2000

 

O que é? Chow Yun-Fat é um guerreiro que inicia a sua busca pela espada roubada, o Dragão Verde. Na sua aventura conta com a ajuda de um antigo amor (Michelle Yeoh) e descobrem que a larápio (Zhang Ziyi) roubou o artefacto por questões de vingança e de dignidade.

Porquê? Muitas vezes reduzidos ao circuito mais underground e comercial do que meramente artístico, o subgénero wuxia, originário do cinema chinês nunca alcançou a vastidão do grande publico mundial que esta visão de Ang Lee fez. Todos os elementos característicos do estilo encontram-se intactos, e as personagens estão cheias de filosofia que os separa do barato a saldos. As coreografias, dirigidas pelo famoso Lee Wu-Ping, desafiam as leis ditadas por Isaac Newton, porém Lee faz com beleza e intuito. Por fim foi graças a este filme que catapultou a estrela internacional que Zhang Ziyi é nos dias de hoje. Um clássico absoluto!

Alternativas: relançou o subgénero wuxia para o mercado internacional e de uma escala mais abrangente, conquistado novos tipos de público e até mesmo a critica e a Academia, tendo vencido o Óscar de Melhor Filme de Lingua Estrangeira e até mesmo a nomeação de Melhor Filme ao lado do vencedor Gladiator de Ridley Scott. A partir daí surgiu Hero (2002), que lançou o autor Yimou Zhang, que inclusive ofereceu ao Mundo Ocidental outros filmes distintos e de grande valor comercial como House of Flying Daggers (2004) e o belo mas não tão profundo Curse of the Golden Flower (2006). Destaque também pela adaptação oriental de Hamlet de Shakespeare por parte de Xiaogang Feng em Legend of the Black Scorpion (2006), com Zhang Ziyi no principal papel.

 

Ver Também

The Curse of the Golden Flower (2006)

 


publicado por Hugo Gomes às 22:58
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14.2.11

Com algum atraso decido então divulgar a minha lista dos 10 melhores filmes estreados em Portugal de 2010. No geral, não achei um ano rico em filmes primorosos, mas no seu todo foi generoso em oferecer como entrada para a próxima década alguns dos novos clássicos do cinema!

 

 

#10) Inception (Christopher Nolan)

  

 

A fita de Nolan pode muito ter a mesma essência que o anterior The Dark Knight, mas na verdade trata-se de um onírico misto de ficção científica e acção que explode para diferentes campos de criatividade em termos argumentativos. Um elenco de luxo e uma produção de igual adjectivo integram este marcante blockbuster da década! Ver crítica

 

 

#09) The Road (John Hillcoat)

 

 

Uma das maiores injustiças dos Óscares do ano passado foi a ausência de Viggo Mortensen na lista de nomeados para a estatueta de Melhor Actor. O actor de Eastern Promisses e da trilogia The Lord of the Rings interpreta um pai num mundo á beira do caos, onde a sua sobrevivência encontra-se em segundo plano no que requer ao bem-estar do seu filho (Kodi Smith-McPhee). Uma comovente jornada que aquecer até o coração mais frio. Ver crítica

 

 

#08) Up in the Air (Jason Reitman)

 

 

Depois de Juno, Reitman volta a surpreender tudo e todos com o mesmo assim discreto Up in the Air, que contou com George Clooney no papel Ryan Bingham. Ryan tem como trabalho despedir pessoal da empresa, a sua tarefa implica viajar demasiado tempo de avião em todo o país. O seu objectivo na vida é atingir as 10 milhões de milhas, o resto é simplesmente supérfluo, segundo o protagonista. Comédia dramática da boa, com excelentes interpretações e uma filosofia que mesmo difícil de engolir, verdadeira. Jason Reitman é um nome a reter. Ver crítica

 

 

#07) The White Ribbon (Michael Haneke)

 

 

Haneke é perito em transmitir uma enorme carga psicológica nos seus filmes e em The White Ribbon consegue criar um ambiente implacável e aterrador de uma aldeia protestante alemã, palco de misteriosos crimes. Um filme singular que evidencia e reflecte o lado negro do ser humano. Original e perturbador. Ver crítica

 

 

#06) L’Illusionniste (Sylvain Chomet)

 

 

Jacques Tati está vivo, após 28 anos depois da sua morte. Do mesmo autor de Belleville Rendez-Vous (2003), L’Illusionniste é um filme animado baseado num argumento nunca filmado do “Sr. Hulot”, mas abandonado por ser demasiado pessoal e autobiográfico. Homenagem feita com coração, cuja alma nos remete á tristeza nostálgica de um mundo em mudança. E falando em mudanças, é bom ver uma animação de moldes tradicionais a estrear nos cinemas do nosso país.

 

 

#05) The Cove (Louie Psihoyos)

 

 

Vencedor do Óscar de Melhor Documentário, The Cove denuncia ao Mundo, uma das maiores crueldades do Homem para com os golfinhos, os contastes massacres da baia de Taijii. The Cove é um daquelas obras que tem o selo de “urgente a ver”, porque este documentário de intervenção é só o inicio, devemos fazer algo mais quanto á situação. Ver crítica

 

 

#04) The Ghost Writer (Roman Polansky)

 

 

Mesmo estando em prisão domiciliária, Polansky concretizou um dos thrillers mais amistosos de influência a Hitchcock do ano passado. The Ghost Writer segue a intriga de um escritor que escreve as memórias de um primeiro-ministro britânico, porém a tarefa aparentemente simples, não se torna fácil e revela-se mesmo mortal. Uma produção de luxo num dos mais curiosos filmes de um realizador que se mostra mais capacitado na elaboração das suas inseguras atmosferas com o passar dos anos. Ver crítica

 

 

#03) Toy Story 3 (Lee Unkrich)

 

 

Esperamos 11 anos pelo derradeiro capítulo final de uma das trilogias mais adoradas do cinema e dos ícones das produções da Pixar. Toy Story 3 revela-nos num poço de emoções e nostalgia para o espectador, cujas velhas personagens se remetem numa despedida que só o estúdio de John Lasseter poderia oferecer. Para rir e chorar, uma obra-prima da animação. Ver crítica

 

 

#02) Shutter Island (Martin Scorsese)

 

 

Se juntarmos a experiencia de Scorsese, um perfeito ambiente de thriller digno de qualquer conto de Agatha Christie e o carisma estrelar de Leonardo DiCaprio, concretizaram a obra que para muitos definiria o ano 2010. Fita que tem o mérito de levar o suspense até ao fim, embalar o espectador com a sua atmosfera arrepiante e tenebrosa e por fim, conseguir com que o publico se perda entra a intriga labiríntica e semi-paranóica de Shutter Island. Entrem e digam que vêm da minha parte. Ver crítica

 

 

#01) A Single Man (Tom Ford)

 

 

Ainda não sabemos se Colin Firth vencerá o Óscar de Melhor Interpretação Masculina no primoroso The King’s Speech de Tom Hopper, mas em 2010 conseguiu deixar todos de boquiabertos com o seu magistral desempenho em A Single Man. E se julgam que se trata de um simples filme de actor, enganam-se, porque a fita estreante do estilista Tom Ford é uma fita esteticamente perfeita e com prestações de luxo. Um porque um grande filme não necessita de efeitos especiais nem de sequências acrobáticas de acção. Ver critica

 

 

Menções honrosas – The Town, El Secreto De Sus Ojos, Kick-Ass, Away We Go, The Social Network

 

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publicado por Hugo Gomes às 20:36
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29.1.11

Um Ano de Despedidas

 

 

 

Uma revisão anual não terminaria sem assinalar as estrelas que em 2010 deixaram de brilhar, e é com tristeza minha que homenageio os actores Pernell Roberts, Jean Simmons, John Forsyth e Jill Clayburgh por terem marcado gerações. Por termos perdido uma das maiores estrelas do cinema clássico, Tony Curtis, pela lição de vida que não são os tamanhos que ditam actores, Zelda Rubinstein, por ter feito rir-nos até às lágrimas, Leslie Nielsen, acompanhou-nos em êxitos e fracassos, Dennis Hopper, a promessa que nunca cumpriu, Corey Haim e “o melhor actor do Mundo”, citando Steven Spielberg em relação a Pete Postlethwaite. Do outro lado das câmaras, os míticos Arthur Penn e Blake Edwards disseram o seu adeus, uns dos cabecilhas da Nouvelle Vague do cinema francês, Claude Chabrol e Eric Rohmer, o alemão que virou autor de nome, Werner Schroeter. Em português assistimos a eternização de Antonio Feio, como um dos mais talentosos actores que pisou os palcos portugueses, Manuel Cintra Ferreira, o célebre crítico de cinema que me inspirou e por fim e não menos importante, o homem que se tornou no rosto de Portugal para o resto do Mundo, mesmo sendo autor literário, as suas histórias continuam a encantar leitores e a inspirar o cinema, o grandioso e único José Saramago. A todos um ultimo adeus e um muito obrigado por existirem!

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publicado por Hugo Gomes às 20:51
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16.1.11

Um Ano de Crescimento do 3D

 

 

 

Se julgavam que ver um filme a três dimensões era algo tão obsoleto, então enganam-se. Obviamente a imagem dos espectadores visualizando um filme com óculos de lentes vermelhos e azuis terminou, a tecnologia evoluiu e com isso uma nova forma ir ao cinema. A quantidade de obras que são produzidas, como também convertidas ao formato da terceira dimensão aumentou gradualmente desde que Avatar de James Cameron “explodiu” em todo o Mundo, este atractivo tem realmente atraindo um número enorme de espectadores, o que vem a contrair as baixas de 2005 e 2006, anos em que a pirataria era uma ameaça bem real, e com isso uma inflação nos preços que tem conduzido a filmes de grande sucesso a tornarem-se num dos rentáveis de sempre. Entre os títulos que beneficiaram essa tecnologia, destaca-se Piranha 3D de Alexandre Aja, Alice in Wonderland de Tim Burton, Toy Story 3 de Lee Unkrich e Resident Evil –Afterlife de Paul W.S. Anderson.

 

 

Os 10 DVDs Essenciais de 2010

 

 

 

Avatar (Edição de Coleccionador)

District 9

Harry Potter and the Sorcerer’s Stone (Edição de Coleccionador de 3 Discos)

Inception (Edição Especial de Dois Discos)

Jazz Singer

Kick-Ass

Metropolis – Versão Restaurada (Edição de Dois Discos)

The White Ribbon (Edição Especial de Coleccionador de Dois Discos)

Toy Story 3Un Prophete (Edição Especial)

 

 

Os 10 Posters do Ano 2010

 

 

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publicado por Hugo Gomes às 02:24
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