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Título
Take
26.6.17

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Colo, a mais recente longa-metragem da cineasta Teresa Villaverde, recebe o prémio Bildrausch Ring of Film Art do Bildrausch Filmfest Basel, na Suíça, um festival dedicado ao conhecimento de novos autores da Sétima Arte. O retrato emocional de uma família num Portugal em fase de austeridade conquistou o júri, formado pelo realizador filipino Lav Diaz, produtora holandesa Ilse Hughan e a montadora Monika Willi (que estreou recentemente na realização com Untitled, o projecto póstumo do documentarista Michael Glawogger.

 

Para além da sua presença e a do seu mais recente filme na selecção, Villaverde foi ainda homenageada no festival com uma secção intitulada de Teresa Villaverde: Fragile Punk, que reunia outras obras da realizadora. Nesse ciclo foram exibidos: A Idade Maior (1991), Três Irmãos (1994), Os Mutantes (1998) e Transe (2004).

 

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publicado por Hugo Gomes às 00:38
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18.6.17

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Gérard Courant, de cognome Homem-Câmara, cineasta que explorou de forma intensificada as potencialidades do formato Super 8, estará na Cinemateca-Portuguesa Museu do Cinema, de 19 a 24 de Junho, para apresentar uma retrospectiva dedicada à sua pessoa. Serão cinco sessões a ter lugar na Sala Luís de Pina, sempre às 18:30, contando com a presença do experimental realizador.

 

Courant iniciou no cinema, nos anos 70, com objectivos de amplificar um registo independente e livre. Foi nesse período que concebeu os Carnets Filmés, diários fílmicos que assumem simultaneamente a atitude de esboços para futuros projetos. O realizador conduziu variados experimentos que vão desde ensaios audiovisuais com ligação a outros cineastas e filmes, até à sua instalação fílmica, o “filme mais longo da História”, ainda em construção. Esse projecto, Cinématon, que arrancou em 1978 e que já contabiliza com uma duração de 198 horas compostas por filmagens em Super 8, obedecendo a um modelo rigoroso: um grande plano fixo único filmado em câmara num tripé, sobre o rosto da pessoa filmada, sem som e com uma duração igual à totalidade de uma bobine em Super-8, ou seja, três minutos e vinte e cinco segundos, uma longevidade de plano anti-natura do sistema académico cinematográfico. Segundo Courant, Cinématon, esse filme em peças, foi inspirado nos seus “estudos” às figuras de Andy Warhol e de Chantal Akerman.

 

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Recentemente, as Éditions Harmattan publicaram o dvd duplo Jean-Luc Godard par Gérard Courant e um livro de entrevistas a ser lançado ainda este ano. Para além disso, Courant é autor de livros sobre o cinema de Werner Schroeter e de Philippe Garrel.

 

É de mencionar que nesta retrospectiva, Gérard Courant organizou um programa de Cinématons de célebres cineastas, incluindo Manoel de Oliveira, Pedro Costa e Isabel Ruth. Para mais informação, consultar aqui.

 

 

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publicado por Hugo Gomes às 18:14
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16.6.17

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FEST - Festival Novos Realizadores e Novo Cinema é um festival de descoberta, composto por um cinema a merecer a sua aventura com “estranhos” a "lutar" pelo seu lugar na Sétima Arte. Veremos se daqui sairá um novo cineasta, aquele nome a ser recordado nos próximos tempos, a ser distinguido pela sua visão e a servir de estudo para a posterioridade. Enquanto, isso, com pressupostos e premonições, a mostra de cinema de Espinho trairá consigo novidades que vão "aquecer" os sete dias completamente dedicados à arte de fazer cinema. No programa estará desde masterclasses (Training Ground), pitching foruns e como é óbvio, uma competição de longas assim como de curtas-metragens.

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Na competição principal, serão onze longas-metragens, ficcionais e documentais, repartidas em 11 nações, com objectivo no Lince de Ouro, o prémio máximo do certame. Apesar de serem primeiras e segundas obras, estas encontram-se longe do amadorismo, promete e garante a organização que promove estas “pérolas” de primeira, algumas delas já premiadas em anteriores festivais (como é o caso de As You Are, do jovem norte-americano Miles Joris Peyrafitte, com o Prémio do Júri em Sundance no currículo) e outros marcados pela euforia da crítica.

 

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A mostra abrirá com Tom of Finland, de Dome Karukoski (o realizador estará presente), baseado na história de Touko Laaksonen, um ex-militar que se tornou num símbolo da revolução gay na Finlândia. O filme seguirá esse ativismo de perto, assim como a explosão artística induzida por Laaksonen. Como encerramento, o FEST nos levará ao ambiente sufocante da austeridade com a produção espanhola The One Eyed King, de Marc Crehuet (também presente), uma comédia negra de atual contexto social. Nas curtas, para além da competição do Lince de Prata, destaca-se a composição de trabalhos iranianos e gregos na formação da secção Flavours of the World e ainda um olhar pleno pelo futuro da Europa na secção Be Kind Rewind.

 

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Não desprezando a selecção e os seus filmes, a “joia da coroa” do FEST é certamente o Training Ground, que este ano prevê mais de 25 formações correspondentes a diferentes áreas da produção cinematográfica. Serão num total mais de 30 oradores convidados, entre eles nomes de luxo como Melissa Leo, a actriz vencedora de um Óscar em The Fighter, de David O’Russell, Nuno Lopes, o português consagrado com um prémio de interpretação no último Festival de Veneza com São Jorge, de Marco Martins, e ainda o diretor de fotografia Ed Lachman (Carol, The Virgin Suicides), o designer de produção Allan Starski (The Pianist, The Schindler’s List) e o escultor Brian Muir, que fora o responsável pela conceção da máscara de Darth Vader em Star Wars.

 

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Em paralelo, existe também o habitual Pitching Forum, um programa de pitch de documentários, séries, curtas e longas-metragens, onde os participantes serão ouvidos por um painel de experts, com o objetivo de produzirem e financiarem os sugeridos projetos. O FEST Surf, que transformará a praia de Espinho numa sala de cinema ao ar livre, e ainda o FESTinha, direcionado ao público mais jovens – desde os 3 aos 16 anos –, conversas cinematográficas, o FESTival Village, masterclasses e como não poderia deixar de ser, festas temáticas.

 

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A 13ª edição do FEST prolongará até dia 26 de junho no Centro Multimeios de Espinho. Para mais informação sobre a programação, ver aqui.

 

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publicado por Hugo Gomes às 22:38
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15.5.17

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Caros leitores, é só para avisar que os próximos dias o signo deste blog será Cannes.

 

Conforme seja as vossas escolhas, bons filmes.

 


publicado por Hugo Gomes às 20:20
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27.4.17

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Roman Polanski é a mais recente adição da programação do próximo Festival de Cannes. O seu novo filme, Based on a True Story (D’après une histoire vraie), estará presente na 70ª edição do festival numa sessão Fora de Competição.

 

Tratando-se da adaptação do livro de Delphine de Vigan, o filme centra a sua história numa autora (Emmanuelle Seigner) com um bloqueio criativo, cujo seu mundo é abalado quando se depara com uma misteriosa mulher (Eva Green). O argumento foi concebido pelo próprio Polanski em colaboração com Olivier Assayas (Personal Shopper).

 

Para além do trabalho de Polanski, foi ainda anunciado outras obras que figurarão a montra cinematográfica mais cobiçada do ano, entre eles, o mais recente filme de Ruben Ostlund (Force Majeure) – The Square – em Competição.

 

Destaca-se ainda a homenagem ao cineasta André Techiné, através da projecção do seu novo filme, intitulado de Nos Années Folles, e do filme-concerto Djam, de Tony Gatlif, a ter lugar no Cinéma de la Plage (Cinema na Praia).

 

 

OUTRAS ADIÇÕES

Un Certain Regard

La Cordillera, de Santiago Mitre

Walking past the Future, de Li Ruijun

 

Sessões Especiais

Le Vénérable W., de Barbet Schroeder

Carré 35, de Eric Caravaca

 

Sessão Infantil

Zombillénium, de Arthur de Pins e Alexis Ducord

 

 

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publicado por Hugo Gomes às 22:55
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25.4.17

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Foi anunciado as restantes personalidades que irão compor o júri da Selecção Oficial do próximo Festival de Cannes.

 

No júri, que será presidido pelo cineasta espanhol Pedro Almodóvar (Julieta), estarão integrados os realizadores Chan-Wook Park (The Handmaiden) e Paolo Sorrentino (La Grande Bellezza, Youth), o actor Will Smith (Suicide Squad), a realizadora e argumentista Maren Ade (Toni Erdmann), a actriz norte-americana Jessica Chastain (Interstellar, The Tree of Life), a realizadora e actriz Agnès Jaoui (Le Goût des Autres), a actriz e produtora chinesa Fan Bingbing (X-Men: Days of a Future Past), e o compositor francês Gabriel Yared.

 

A 70ª edição do Festival de Cannes decorrerá entre 17 a 28 de Maio.

 


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publicado por Hugo Gomes às 22:54
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13.4.17

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COMPETIÇÃO

120 Battements Par Minute (Robin Campillo)

L'Amant Double (François Ozon)

The Beguiled (Sofia Coppola)

Geu-hu (Hong Sang-soo)

A Gentle Creature (Sergei Loznitsa)

Good Time (Benny & Josh Safdie)

Happy End (Michael Haneke)

Aus Dem Nichts (Fatih Akin)

Jupiter’s Moon (Kornél Mundruczó)

The Killing of a Sacred Deer (Yorgos Lanthimos)

Le Redoutable (Michel Hazanavicius)

Rodin (Jacques Doillon)

Nelyubov (Andrey Zvyagintsev)

The Meyerowitz Stories (Noah Baumbach)

Okja (Bong Joon-ho)

Hikari (Naomi Kawase)

Wonderstruck (Todd Haynes)

You Were Never Really Here (Lynne Ramsay)

 

UN CERTAIN REGARD

Barbara (Mathieu Amalric) – filme de abertura

Aprés La Guerre (Annarita Zambrano)

Las Hijas de Abril (Michel Franco)

Aala Kaf Ifrit (Kaouther Ben Hania)

Sanpo Suru Shinryakusha (Kiyoshi Kurosawa)

Tesnota (Kantemir Balagov)

La Novia Del Desierto (Cecilia Atan e Valeria Pivato)

Posoki (Stephan Komandarev)

Lerd (Mohammad Rasoulof)

Jeune Femme (Léonor Serraille)

L’Atelier (Laurent Cantet)

Fortunata (Sergio Castellitto)

En Attendant Les Hirondelles (Karim Moussaoui)

Out (György Kristóf)

Western (Valeska Grisebach)

Wind River (Taylor Sheridan)

 

FORA DE COMPETIÇÃO

Les Fantômes d'Ismael (Arnaud Desplechin)

Mugen Non Junin (Takashi Miike)

How to Talk to Girls at Parties (John Cameron Mitchell)

Visages, Villages (Agnès Varda & JR)

 

SESSÕES DA MEIA-NOITE

Prayer Before Dawn (Jean-Stéphane Sauvaire)

Bulhandang (Byun Sung-hyun)

Ak-nyeo (Jung Byung-gil)

 

SESSÕES ESPECIAIS

12 Jours (Raymond Depardon)

24 Frames (Abbas Kiarostami)

An Inconvenient Sequel (Bonni Cohen & Jon Shenk)

La caméra de Claire (Hong Sang-soo)

Come Swim (Kristen Stewart)

Demons in Paradise (Jude Ratman)

Napalm (Claude Lanzmann)

Promised Land (Eugene Jarecki)

Sea Sorrow (Vanessa Redgrave)

They (Anahita Ghazvinizadeh)

Top of the Lake (Jane Campion)

Twin Peaks (David Lynch)

 

Realidade Virtual

Carne y Arena (Alejandro G Iñárritu)

 

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publicado por Hugo Gomes às 15:12
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30.3.17

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Colo, o novo filme de Teresa Villaverde que se encontrou presente na Competição do último Festival de Berlim, terá as honras de abrir o 14º Indielisboa. Recordamos que a obra é descrita como um retrato realista de uma família no limiar da pobreza.

 

O festival de cinema independente de Lisboa decorrerá entre 3 a 14 de Maio,  tendo ainda revelado o seu filme de encerramento, I Am Not Your Negro, um documentário de Raoul Peck sobre a luta pelos direitos civis nos EUA. O filme contou com uma nomeação ao Óscar de Melhor Documentário.

 

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Arranca a partir de hoje a iniciativa 4.Doc, um conjunto de quatro obras aclamadas e premiados no festival Doclisboa que será exibidos no Cinema Ideal. O primeiro filme é Calabria [ler crítica], de Pierre-François Sauter, o vencedor do Grande Prémio na última edição do certame. Um documentário que visa reflectir a condição do imigrante através de uma viagem entre dois homens de origens distintas que prestam o serviço de uma funerária.

 

Os realizador e os protagonistas (José ​Russo Baião ​e Jovan​ Nikolic) estarão presentes nas duas das sete sessões programadas (dia 30 de Março e 1 de Abril). Calabria será exibido entre 30 de Março a 5 de Abril, sempre no horário das 19h. Na sexta feira, dia 31, após a sessão haverá um concerto de Jovan Nikolic no Salão Ideal.

 

Os outros filmes inseridos na programação são O Terceiro Andar, de Luciana Fina (a ser exibida a partir de 8 de Junho), Oleg Y Las Raras Artes, de Andrés Duque (6 de Julho) e o quarto e último filme, a ser projectado a partir de 14 de Setembro, ainda está por anunciar. Todas as sessões serão acompanhadas por debates e outras actividades.

 

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18.3.17

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Suspiria é hoje tido como uma das obras-primas do mestre do cinema de terror italiano Dario Argento, e uma das suas principais particularidades é a paleta de cores utilizada, auferindo ao filme um tom plástico e berrante. Contudo, a nova versão irá afastar-se desse mesmo tom visual, e quem o garante é o realizador, o também italiano Luca Guadagnino (I am Love).

 

Segundo Guadagnino, o remake de Suspiria (cuja a rodagem encontra-se finalizada desde o ano passado) tentou afastar-se do célebre filme de Argento, constituindo-se como uma visão própria. O realizador adiantou que o seu filme terá como temáticas "a culpa e a maternidade. Não possuirá as cores primárias na sua paleta, tal como o original" e "será frio, maléfico e muito negro".

 

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Recordamos ainda que Chloe Moretz Grace será a protagonista, e Dakota Johnson, Mia Goth, Tilda Swinton e Jessica Harper (protagonista do original) completarão o elenco. Suspiria remete-nos a uma conceituada escola de dança que recebe uma jovem bailarina americana. Durante a sua estadia, fenómenos bizarros e assassinatos macabros ocorrem por dentro e por fora das paredes da Academia.

 

O original de 1977 foi o primeiro filme de uma trilogia que Dario Argento apelidou das "Três Mães", que fora posteriormente completado com Inferno (1980) e Mãe das Lágrimas: A Terceira Mãe (2007). A nova versão estreará ainda este ano. De momento não existe data de estreia.

 

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publicado por Hugo Gomes às 01:07
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16.3.17
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publicado por Hugo Gomes às 15:38
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1.3.17

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O FESTin comemora hoje (1 de Março) o especial número 8. Oito anos de existência, em uma oitava edição que prolongará até oitos dias no Cinema São Jorge, recheado com o melhor de um cinema falado na língua portuguesa, a ponte cultural de oito países separados por milhas, oceanos e História. Um signo a merecer a atenção do mais vasto público, dos cinéfilos em geral, e dos curiosos que tem a oportunidade de encontrar neste evento cultural uma cinematografia rica e igualmente pouco conhecida no nosso país. Referimos ao cinema brasileiro, uma produção diversificada que luta por um espaço na memória e mercado português.

O cinema brasileiro como "espinha dorsal"

 

Para Roni Nunes,  programador do FESTin, a derradeira luta está em trazer uma mostra plena de um cinema que "passa por uma fase excelente, como se viu com nove longas-metragens selecionadas para a Berlinale." O curador entende que com a qualidade do cinema brasileiro actual, era óbvio que não haveria "razões para não termos uma grande programação. Está na hora de mudar a imagem do cinema brasileiro em Portugal, que é muito associado às telenovelas, algo que não faz qualquer sentido, ou então a “Tropa de Elite” e “Cidade de Deus” – que são excelentes filmes mas que, obviamente, estão longe de ser representativos do cinema do país."

 

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Sim, Brasil será o país predominante do FESTin, e nele encontraremos uma "mão cheia" de estreias, tais como pernambucano Big Jato, o muito antecipado Comeback, a desforra de um pistoleiro de terceira idade e a loucura boémia dos anos 60 em Br 716, que segundo Roni Nunes, representam uma pequena fatia do melhor se produz nos dias de hoje, possuindo "uma magnífica característica, a possibilidade de agradar cinéfilos e espectadores casuais". O certame arrancará com a exibição de O Outro Lado do Paraíso, de Andre Ristum, um relato emocionado do Brasil em plena metamorfose político-social dos anos 60.



Para acompanhar as obras, o FESTin terá imensos convidados de honra, entre realizadores e actores, equipa de produção e técnicos, presenças exaustivas que prometem estabelecer uma ligação com o público. Entre as esperadas vindas, contaremos com a presença de Mariana Ximenes, que segundo Roni Nunes é "mais do que um rosto conhecido das telenovelas, ela é uma artista que tem investido muito em cinema de autor no Brasil." A actriz apresentará duas obras do seu currículo, ambas em Competição. Quase Memória, dirigido por Ruy Guerra, um ícone do Cinema Novo do Brasil, e Prova de Coragem, que também co-produz.


"O que mudou na programação foi que enveredamos definitivamente por um caminho mais autoral e desafiante na competição – a ponto de poder dizer que, em termos de quantidade, diversidade e, principalmente, qualidade, temos a melhor montra de cinema brasileiro de Portugal." proclama o programador.

 

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Lisboa, menina e moça, a capital Ibero-Americana

 

FESTin encerrará a edição com Elis, um retrato biográfico da cantora Elis Regina, uma das maiores da terra da Ordem e do Progresso. A escolha deste filme de Hugo Prata, protagonizado por "uma das revelações do ano passado" Andreia Horta (que estará presente), não foi ao acaso, a cinebiografia de uma das mulheres mais ícones do Brasil é servida de comemoração ao Dia Mundial da Mulher.

 

O feminino, por sua vez, será tema importante em toda a programação do FESTin, quer pela Lisboa Capital Ibero-Americana que escolheu o festival como o evento cultural oficial desta temática, preenchido por mesas redondas, debates, actividades paralelas e claro, mais mostras de filmes. "Em termos de filmes um dos destaques é a mostra dedicada à Margarida Gil, que terá cinco dos seus principais trabalhos (“Rosa Negra”, “O Anjo da Guarda”, “Adriana”, “O Fantasma de Novais” e “Paixão” exibidos" sugeriu o programador.

 

Ainda com a Lisboa Capital Ibero-Americana, "o FESTin dará a conhecer, numa parceria com o Instituto Cervantes, a obra do realizador cubano Titón, que será representa pela sua ex-mulher e uma figura icónico do seu país, Mirta Ibarra."

 

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Duas grandes apostas em português de Pessoa

 

Comparativamente ao cinema brasileiro, Portugal é de uma produção mais pequena, mas não é por isso que deixará de estar representado nesta oitava edição do FESTin. O festival vai contar com duas antestreias lisboetas, "dois excelentes exemplares de cinema português", afirma Roni Nunes. Integrados na Competição e vincadamente lusitanos estão Uma Vida à Espera, o regresso de "um realizador experiente na televisão, Sérgio Graciano, investindo num registo completamente diferente, onde Miguel Borges vive um sem-abrigo", e A Floresta das Almas Perdidas, de José Pedro Lopes, "uma bela mistura de cinema de género, neste caso o terror, com arthouse – tendo como ponto de partida uma floresta conhecida por ser um lugar procurado pelos suicidas".

 

Em contrapartida e questionado sobre a produção dos outros seis filmes de língua portuguesa que compõem este octógono cinematográfico, o programador referiu que "o cinema africano em língua portuguesa tem sido muito difícil de encontrar e as nossas solicitações nem sempre são atendidas com celeridade. Alguns destes países não têm indústria, outras aparecem com projectos de forma intermitente. E há países importantes na lusofonia onde a cultura é mesmo um alvo a abater. Ainda assim temos alguns projectos nas secções de curta-metragem e documentário"

 

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publicado por Hugo Gomes às 09:34
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27.2.17

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City of Stars ecoa como um hino de derrota, uma triste melodia que protagonizou um dos (se não o) momento mais caricato da cerimónia e da História dos Óscares. Segundo consta, o erro esteve num envelope equivocado, um erro descoberto tarde demais, no preciso momento em que a equipa do musical discursava os seus agradecimentos. O prémio máximo acabaria por ser entregue a Moonlight, a resposta mais marginal às luzes e sons de La La Land. Durante alguns segundos, o musical mais amado/odiado da actualidade converteu se num filme de compaixão, até porque se livrou da maldição do Óscar, e essa mesmo abateu-se na obra de Barry Jenkins. Só o tempo dirá o que esta "valorização" vai significar.

 

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Como sabem, a estatuetas douradas não são  mais que meras representações de consenso oriundo de votantes, que, sabe-se lá de onde, adoram sentir-se humilhados com as declarações anónimas para a The Hollywood Reporter. Ao ver essas publicações, percebemos que de consciência crítica, esse grupo raramente o possui. É tudo uma questão de gosto, e até que ponto os separa do mais mundano espectador? Aliás, filmes como Hacksaw Ridge nunca teriam lugar numa lista composta pelos suposto "melhores do ano" … Reformulando, nenhum daqueles nomeados merecia tais títulos, mas isso é outra conversa.

 

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Se o final foi inesperado, até mesmo para quem contava com a vitória de Moonlight nesta noite de "cartadas políticas" e de pouco cinema, o resto da cerimónia foi de puro tédio. Para além da previsibilidade, ainda tivemos que contar com a perpetuação de uma certo conformismo, e destaco, obviamente,  dois Óscares em particular. O primeiro, o de Melhor Animação, onde numa lista composta por três formidáveis exemplares, longe dos grandes estúdios, a Academia se vergou perante a trivialidade de Zootopia. Parece que a Disney continua a possuir o seu peso nas decisões dos votantes. Já o segundo, foi o desperdiçar de uma oportunidade de fazer certo, o de entregar o prémio a Isabelle Huppert pelo seu desempenho em Elle, aquele "murro no estômago" de Paul Verhoeven. Nesta decisão foi o "sangue novo" que persistiu, como sempre, e Emma Stone conseguiu erguer o troféu com graça. Porém, a tristeza sentiu-se do outro lado.

 

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Resumindo a noite, Moonlight ganhou … ganhou, mas a sua vitória saiu ridicularizada, e triste. Será que alguém se lembrará do filme sem o associar a este "estranho" episódio? E até que ponto a sua vitória, não foi a vitória do politicamente correcto? De momento, iremos deixar o ódio, muitas vezes, irracional que La La Land parece ter tecido antes dos Óscares, e esperar qual destes filmes terá o "privilégio" de ser relembrado como "aquele que definitivamente merecia a estatueta". 

 

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publicado por Hugo Gomes às 15:29
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24.2.17

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O thriller sul-coreano The Age of Shadows (A Idade das Sombras) abre a selecção oficial do 37º Fantasporto: Festival Internacional de Cinema do Porto, uma edição que visa em apostar fortemente no cinema asiático e argentino.

 

O filme de abertura é exemplo dessa mesma aposta cultural, uma obra de espionagem que transporta o espectador para os anos de 1920, numa Coreia sobre o domínio japonês, e uma resistência que surge nas sombras com o intuito de proclamar a sua liberdade. Dirigido por Kim Jee-Woon, um nome não desconhecido para qualquer cinéfilo atento à produção oriental (o responsável pelo culto de I Saw the Devil, A Tale of Two Sisters e The Good, the Bad, the Weird), concede um filme de grandiloquência técnica e rigor na reconstituição histórica. Foi o candidato sul-coreano aos Óscares.

 

A decorrer até dia 4 de Março no Teatro Rivoli, o Fantasporto orgulha-se de presentear o público com as mais recentes novidades do cinema fantástico, assim como cinema português. No leque nacional, contaremos com as antestreias de A Ilha dos Cães, de Jorge António, o último trabalho do actor Nicolau Breyner no grande ecrã; Comboio de Sal e Açúcar, de Licinio Azevedo; e A Floresta das Almas Perdidas, de José Pedro Lopes, um raro exercício de terror no nosso panorama cinematográfico. O filme, livremente baseado numa floresta japonesa com alto índice de suicídios, transcreve a melancolia e o infortúnio como patologias psicóticas.  

 

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publicado por Hugo Gomes às 18:53
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19.2.17

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A curta-metragem Onde foi a Minha Sorte, de Pedro Gonçalves, triunfou na Competição Nacional do 7º Festival Córtex, que ocorreu no Centro Olga do Cadaval, em Sintra, entre os dias 16 a 19 de Fevereiro. Segundo as palavras do júri, "Começar a fazer filmes tem a ver com viver medos e aprender a ser certeiro, mesmo quando não se sabe nada do que aí vem. Este filme é isso: a força do começo. A criança, a ferida escondida, a energia no chuto bola. Esta força do começo trás-nos a nós a alegria de descobrir imaginações jovens que têm a seriedade de assumir que querem filmar".


Composto pelas actrizes Leonor Silveira e Anabela Moreira, a realizadora Cláudia Varejão, a directora e programadora do Doclisboa, Cintia Gil e o director de fotografia, Vasco Viana, o júri ainda elegeu o alemão Nach dem Spiel (After Play), de Aline Chukwuedo, como o melhor da Competição Internacional. O sul-coreano The Chicken of Wuzuh, de Sungbin Byun, foi distinguido com a menção honrosa


Já na secção Mini-Córtex, destinados a filmes para o público infantil, foi premiado a curta de animação norte-americana, True Colors, da realizadora Nicole Morconiec. Enquanto isso, O Campo de Víboras, de Cristèle Alves Meira, recebe o Prémio do Público.

 

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publicado por Hugo Gomes às 22:24
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18.2.17

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Urso de Ouro: On Body and Soul, de Ildikó Enyedi (Hungria)
Grande Prémio do Júri: Félicité, de Alain Gomis
Realizador: Aki Kaurismäki (The Other Side of Hope)
Argumento: Sebastián Lelio e Gonzalo Maza por Una Mujer Fantástica
Troféu Alfred Bauer (inovação de linguagem): Spoor, de Agnieszka Holland
Actriz: Kim Monhee (On The Beach At Night Alone)
Actor: Georg Friedrich (Bright Nights)
Contribuição Artística: a montadora Dana Bunescu, pela edição de Ana, Mon Amour

 

Nota para Cidade Pequena, de Diogo Costa Amarante, que é premiado com o Urso de Ouro de Melhor Curta-Metragem. É o segundo ano consecutivo que Portugal vence nesta categoria, sucedendo assim à Balada de Batráquios, de Leonor Teles.

 

 

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publicado por Hugo Gomes às 21:48
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11.2.17

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A Universal Pictures prepara uma nova versão cinematográfica de Scarface (baseado num homónimo livro de Armitage Trail), a terceira desde o filme de Howard Hanks em 1932 (Scarface, o Homem da Cicatriz) e a celebre variação dirigida por Brian DePalma (com argumento de Oliver Stone) de 1983 (A Força do Poder), que contava com Al Pacino no popular e infame papel de Tony Montana.

 

A ideia de um terceiro filme não é nova, mas o projecto parece ter por fim "pernas para andar" após as notícias de que os irmãos Coen fizeram uma recente "revisão" no guião. Segundo a The Hollywood Reporter, o argumentista David Mackenzie (Hell or High Water) poderá complementar o trabalho de escrita. A mesma fonte adianta, ainda, na possibilidade de Peter Berg (Patriots Day) dirigir esta nova versão (Pablo Larrain encontrava-se, anteriormente, encarregue do feito).

 

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Voltando a Scarface, ainda não se sabe ao certo qual será o apelido e nacionalidade deste novo Tony, visto que o de 1932 era um italiano em Chicago e o de 1983 um cubano em Miami. Porém, existem rumores de que ele será um mexicano em ascensão no mundo do crime de Los Angeles. Rumores, esses, que adquiriram solidez após o anuncio de que o actor mexicano Diego Luna (Rogue One: A Star Wars Story) irá protagonizar este projecto.

 

A Universal Pictures estabeleceu a data de estreia para Agosto de 2018.

 

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publicado por Hugo Gomes às 12:27
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5.2.17

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Arranca a primeira edição do IndieJúnior Allianz, o Festival Internacional de Cinema Infantil e Juvenil do Porto, que irá trazer à cidade mais de 60 filmes, oriundos de 20 países diferentes.

 

A curta Até o Céu Leva Mais ou Menos 15 Minutos, de Camila Battistetti, terá as honras de abrir esta mostra de cinema direccionado aos mais novos, com óbvia partilha dos mais graúdos. A sessão de abertura contará com a presença da actriz Patrícia Queirós, entrada é gratuita, mediante levantamento de bilhete no Teatro Rivoli (no limite dos lugares disponíveis).

 

Um dos momentos de destaque deste Festival, é a secção O Meu Primeiro Filme, espaço para revelações quanto à primeira experiência cinematográfica de várias personalidades do Porto. Esta inaugural edição trará as memórias de Rui Moreira, Presidente da Câmara Municipal do Porto (Mon Oncle, de Jacques Tati), a dramaturgo e poetisa Regina Guimarães (West Side Story, de Jerome Robbins e Robert Wise), o encenador Gonçalo Amorim (Goonies, de Richard Donner) e a fotografa e artista plástica Rita Castro Neves (A Night at the Opera, com os Irmãos Marx, de Sam Wood).

 

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A programação do IndieJúnior contará ainda dois workshops para crianças e famílias no café concerto do Rivoli: um de dança e cinema com o bailarino Pedro Carvalho e o outro de som com o músico Bruno Estima, e ainda um debate em paralelo, "O Bullying na Infância e Adolescência", com entrada livre.

 

Com parceria com a Câmara Municipal do Porto, o IndieJunior  decorrerá nos dias 5 a 12 de Fevereiro, no Teatro Municipal Rivoli, na Biblioteca Municipal Almeida Garrett e no Cinema Trindade. A programação completa poderá ser consultada aqui.

 

 

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publicado por Hugo Gomes às 01:47
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19.1.17

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No mesmo dia que estreia Silence, o esperado filme de Martin Scorsese sobre jesuítas portugueses que viajam para o Japão com intuito de propagar a sua fé, a 14ª edição do KINO: Mostra de Cinema de Expressão Alemã levará os seus espectadores também à terra do sol nascente. Mas ao contrário da produção de Hollywood, Grüße aus Fukushima (Fukushima, Meu Amor), de Doris Dörrie, não é um ensaio de pregação, mas o contrário; a busca de uma "", neste caso a crença na Humanidade.

 

Uma jovem alemã de sonhos desfeitos determinada a distanciar do seu Mundo para "mudar" o dos outros. É a história que remata o regresso do festival com desejos de quebrar as barreiras linguísticas e fronteiras nacionais. A edição deste ano terá como signo o feminino, representado desde a nova obra de Doris Dörrie (como havia sido referido), até à segunda longa-metragem da actriz e realizadora Maria Schrader, Vor der Morgenröte (Stefan Zweig: Adeus Europa) - um retrato biográfico do exílio do escritor Stefan Zweig, que encerra esta mostra de 11 dias, dividida em três cidades.

 

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Entre os nossos destaques, a não perder um curioso filme no dia 21: o ousado Wild (Selvagem), de Nicolette Krebitz, que demonstrará uma relação intensa entre uma miúda socialmente reprimida e um lobo adulto. Um filme que promete dar que falar. Filmes como Fado, de Jonas Rothlaender, 24 Weeks (24 Semanas), de Anne Zohra Berrached, que integrou a Competição de Berlim 2016, e o suíço Aloys, de Tobias Nölle (vencedor do Lince de Ouro do Festival FEST, em Espinho), são outras propostas convidativas da programação.

 

O evento de Lisboa decorrerá entre 19 a 24 de Janeiro, seguindo depois para a cidade do Porto  entre 26 a 29 de Janeiro, e terminando em Coimbra nos dias 1 a 3 de Fevereiro.

 

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publicado por Hugo Gomes às 15:25
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11.1.17

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Mesmo sob algumas perturbações financeiras, sugeriu Mário Dorminsky, director do festival, o Fantasporto irá arrancar com uma programação moderna e diversificada, tendo como principal foco o "cinema dos nossos tempos".

 

A 37ª edição do festival internacional de cinema do Porto apostará numa selecção vasta de cinema oriental e argentino, para além das habituais projecções de cinema fantástico e de português. A mostra mais esperada da cidade iniciará com a exibição de The Age of Shadow, o thriller de acção de Jee-woon Kim (I Saw the Devil) ambientado numa Coreia dos anos 20. Foi o filme seleccionado pela Coreia do Sul para o representar no Óscar de Melhor Filme Estrangeiro.

 

A Floresta das Almas Perdidas - O destino de Carol

 

Na secção de competição contaremos com a presença de três filmes portugueses: A Floresta das Almas Perdidas, de José Pedro Lopes, Comboio de Sal e Açúcar, de Licinio Azevedo, e A Ilha dos Cães, de Jorge António, o último trabalho do actor Nicolau Breyner no grande ecrã.

 

Ainda na programação, a retrospectiva o cinema de artes marciais de Taiwan e a homenagem ao realizador holandês Ate de Jong (Drop Dread Fred), que estará em Portugal para receber o Prémio de Carreira. Serão ao todo 132 filmes vindo de 35 países diferentes.

 

O 37º Fantasporto decorrerá entre 24 de Fevereiro até 4 de Março no Rivoli: Teatro Municipal do Porto. A programação completa poderá ser vista aqui.

 

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publicado por Hugo Gomes às 15:20
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