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21.6.17

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Chega-nos o primeiro trailer de Índice Médio de Felicidade, o novo filme de Joaquim Leitão, realizador de alguns dos maiores êxitos do cinema português (Adão e Eva, Tentação, Sei Lá).

 

Baseado num premiado livro de David Machado, Índice Médio de Felicidade remete-nos a um homem (Marco D’Almeida) que tinha tudo, mas a sua vida começa a desmoronar após virar desempregado.

 

Dinarte Freitas, Ana Marta Contente, Tomás Andrade e António Cordeiro são alguns dos atores que poderemos contar nesta produção de Tino Navarro, com argumento de Tiago Santos (Os Gatos Não Têm Vertigens, Perdidos). Estreia a 31 de Agosto.

 


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publicado por Hugo Gomes às 16:39
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20.6.17

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O actor britânico Ben Kingsley (Gandhi, The Schindler’s List) vai desempenhar Adolf Eichmann, oficial nazi e um dos principais “cabecilhas” das forças SS, assim como um dos “maestros” da chamada Solução Final (o plano para extermínio dos judeus em massa).

 

O filme, intitulado de Operation Finale, será uma reconstituição da captura de Eichmann na Argentina por espiões israelitas, e o seu transporte “clandestino” para o Estado de Israel, de forma a ser julgamento e condenado à morte.

 

Com rodagem agendada para este Outono na Argentina, a obra contará com realização de Chris Weitz (Golden Compass, Twilight Saga: New Moon) e Oscar Isaac (X-Men: Apocalypse) estará igualmente no elenco.

 

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publicado por Hugo Gomes às 00:46
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16.6.17

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Domhnall Gleeson (Brooklyn) e Margot Robbie (Suicide Squad) são os protagonistas de Goodbye Christopher Robin, um filme de Simon Curtis (Woman in Gold) que nos remete à vida de A.A. Milne, o criador da personagem Winnie the Pooh.

 

Segundo consta, Milne baseou a sua criação através das brincadeiras do seu filho, Christopher Robin. O filme tem estreia prevista Novembro em território norte-americano, época apelidada de "awards season" (temporada de prémios).

 

 

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publicado por Hugo Gomes às 23:22
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FEST - Festival Novos Realizadores e Novo Cinema é um festival de descoberta, composto por um cinema a merecer a sua aventura com “estranhos” a "lutar" pelo seu lugar na Sétima Arte. Veremos se daqui sairá um novo cineasta, aquele nome a ser recordado nos próximos tempos, a ser distinguido pela sua visão e a servir de estudo para a posterioridade. Enquanto, isso, com pressupostos e premonições, a mostra de cinema de Espinho trairá consigo novidades que vão "aquecer" os sete dias completamente dedicados à arte de fazer cinema. No programa estará desde masterclasses (Training Ground), pitching foruns e como é óbvio, uma competição de longas assim como de curtas-metragens.

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Na competição principal, serão onze longas-metragens, ficcionais e documentais, repartidas em 11 nações, com objectivo no Lince de Ouro, o prémio máximo do certame. Apesar de serem primeiras e segundas obras, estas encontram-se longe do amadorismo, promete e garante a organização que promove estas “pérolas” de primeira, algumas delas já premiadas em anteriores festivais (como é o caso de As You Are, do jovem norte-americano Miles Joris Peyrafitte, com o Prémio do Júri em Sundance no currículo) e outros marcados pela euforia da crítica.

 

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A mostra abrirá com Tom of Finland, de Dome Karukoski (o realizador estará presente), baseado na história de Touko Laaksonen, um ex-militar que se tornou num símbolo da revolução gay na Finlândia. O filme seguirá esse ativismo de perto, assim como a explosão artística induzida por Laaksonen. Como encerramento, o FEST nos levará ao ambiente sufocante da austeridade com a produção espanhola The One Eyed King, de Marc Crehuet (também presente), uma comédia negra de atual contexto social. Nas curtas, para além da competição do Lince de Prata, destaca-se a composição de trabalhos iranianos e gregos na formação da secção Flavours of the World e ainda um olhar pleno pelo futuro da Europa na secção Be Kind Rewind.

 

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Não desprezando a selecção e os seus filmes, a “joia da coroa” do FEST é certamente o Training Ground, que este ano prevê mais de 25 formações correspondentes a diferentes áreas da produção cinematográfica. Serão num total mais de 30 oradores convidados, entre eles nomes de luxo como Melissa Leo, a actriz vencedora de um Óscar em The Fighter, de David O’Russell, Nuno Lopes, o português consagrado com um prémio de interpretação no último Festival de Veneza com São Jorge, de Marco Martins, e ainda o diretor de fotografia Ed Lachman (Carol, The Virgin Suicides), o designer de produção Allan Starski (The Pianist, The Schindler’s List) e o escultor Brian Muir, que fora o responsável pela conceção da máscara de Darth Vader em Star Wars.

 

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Em paralelo, existe também o habitual Pitching Forum, um programa de pitch de documentários, séries, curtas e longas-metragens, onde os participantes serão ouvidos por um painel de experts, com o objetivo de produzirem e financiarem os sugeridos projetos. O FEST Surf, que transformará a praia de Espinho numa sala de cinema ao ar livre, e ainda o FESTinha, direcionado ao público mais jovens – desde os 3 aos 16 anos –, conversas cinematográficas, o FESTival Village, masterclasses e como não poderia deixar de ser, festas temáticas.

 

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A 13ª edição do FEST prolongará até dia 26 de junho no Centro Multimeios de Espinho. Para mais informação sobre a programação, ver aqui.

 

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publicado por Hugo Gomes às 22:38
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Sexta-Feira 13, assassinos mascarados, "scream queens", temos todos os elementos para mais uma slasher movie a estrear nos nossos cinemas em tempo de Halloween, mas Happy Death Day tem um contraponto - a nossa protagonista terá reviver a sua própria morte de forma repetitiva.

 

Dirigido por Christopher Landon (Scouts Guide to the Zombie Apocalypse) e com produção da Blumhouse (Get Out, Insidious), Happy Death Day tem sido descrito pela imprensa norte-americana como uma versão mórbida de Groundhog Day (O Feitiço do Tempo). Jessica Rothe (La La Land), Israel Broussard (Bling Ring), Ruby Modine (da série Shameless) e Rachel Matthews compõem o elenco.

 


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publicado por Hugo Gomes às 14:06
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13.6.17

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Eis o primeiro trailer da nova versão de Flatliners (Linha Mortal), o êxito de Joel Schumacher que colocava o actor Kiefer Sutherland ao lado de William Baldwin, Kevin Bacon e Julia Roberts a «brincarem» com a morte.

 

Recordamos que no filme seguimos cinco estudantes de medicina que decidem realizar experiências científicas em si próprios, no intuito de determinar se há algo para além da morte. Clinicamente mortos, eles experienciam (um de cada vez) as lembranças traumáticas do passado, antes de serem reanimados.

 

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Ellen Page, Diego Luna, Nina Dobrev, James Norton, Kiersey Clemens e o retornado Kiefer Sutherland estarão no elenco. Ben Ripley, responsável por Source Code (Código Base), escreveu o argumento, e Niels Arden Oplev – realizador da versão sueca de Millennium - toma as rédeas do projecto.

 

O filme tem estreia marcada para Setembro deste ano.

 

 

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publicado por Hugo Gomes às 15:10
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10.6.17

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É-nos divulgado o primeiro trailer de Black Panther (Pantera Negra), a nova aventura da Marvel Studios agendado para 2018, com um dos seus heróis menos conhecidos a protagonizá-lo.

 

Black Panther surgiu pela primeira vez no MCU (Marvel Cinematic Universe) durante o conflito do Captain America: Civil War. Trata-se do alter-ego de T'Challa (Chadwick Boseman), príncipe da região de Wakanda (país fictício do continente africano) que protege os seus cidadãos através do seu "disfarce" e tecnologia de ponta.

 

Michael B. Jordan, Lupita Nyong'o, Forest Whitaker, Andy Serkis, Martin Freeman e Angela Bassett completam o elenco, enquanto Ryan Coogler (Creed) encontra-se instalado na cadeira de realizador. Estreia prevista para Fevereiro do próximo ano.

 

 

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publicado por Hugo Gomes às 12:04
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7.6.17

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De maneira a poder financiar a pós-produção do seu novo projecto, Abdellatif Kechiche irá vender a Palma de Ouro, no qual foi laureado em Cannes de 2013.

 

O realizador franco-tunísio já filma desde o dia 8 de Setembro o intitulado Mektoub is Mektoub, baseado no livro de 2011, "La blessure, la vraie", de Antoine Bégaudeau. Contudo, segundo a Indiewire, Kechiche terá que abdicar do prémio atribuído pelo seu trabalho em a La vie d'Adèle (A Vida de Adèle) para conseguir terminar a obra.

 

Em declaração oficial: "Para aumentar os fundos necessários para a conclusão da pós-produção sem os atrasos adicionais, a empresa francesa de produção e distribuição Quat'Sous está a leiloar recordações de filmes relacionadas com o trabalho da Kechiche. Os itens variam desde a Palme d'Or (Festival de Cinema de Cannes 2013) até as pinturas a óleo que desempenharam um papel central na 'A Vida de Adèle' ".

 

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Esta não se trata da primeira vez que Kechiche experienciou um obstáculo na tentativa de concluir o seu Mektoub Is Mektoub. Durante o processo de criação, o filme converteu-se em duas partes durante a produção, o que causou disputas contratuais com a France Télévisions.

 

Mektoub Is Mektoub leva-nos a Amin, um argumentista parisiense que regressa à sua pequena vila na costa do mediterrâneo. É aí que ele vai conhecer uma bela mulher, Jasmine, e um produtor que se predispõem a financiar o seu primeiro filme. Porém, quando a mulher do produtor começa a assedia-lo, Amin vê-se numa encruzilhada de opções.

 

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publicado por Hugo Gomes às 16:46
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30.5.17

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Encontra-se actualmente a ser desenvolvida uma nova versão do filme de culto The Blob. O projecto encontrou-se no mercado de Cannes em busca de financiamento, tendo, segundo algumas fontes (via Bloody Disgusting), encontrado "refúgio" em alguns investidores chineses. As mesmas fontes adiantam que Halle Berry será a protagonista. 

 

O realizador Simon West (Con-Air) estará por trás do projecto, revelando que esta nova visão da gelatinosa criatura alienígena vai ser refeita com os modernos mecanismos CGI. A produção desta nova fita está a cargo de Richard Saperstein e Brian Witten (The Cell). Vale a pena lembrar que Rob Zombie chegou a estar ligado à realização deste remake em 2009.

 

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A primeira versão de The Blob data do ano de 1958 (com o titulo português de Fluido Mortal) e contou com Steve McQueen no seu primeiro papel de protagonista no cinema. A história remete a uma criatura vinda do espaço, cuja forma viscosa é corrosiva, alimentando-se principalmente de carne humana.

 

O filme teve uma sequela em 1972 por Larry Hagman e um remake em 1988 (Blob - Outra Forma de Terror) por Chuck Russell.

 

 

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publicado por Hugo Gomes às 14:29
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16.5.17

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Goa Sonata é o nome do projecto que procura financiamento no Mercado do Filme de Cannes, uma produção inglesa que presta atenção a uma Goa (Índia) sob o domínio português.

 

A obra será dirigida pela realizadora indiana Bijaya Jena, e terá como enredo um escritor inglês que se aventura na cidade de Goa, fascinado pela luta politica que a cidade se encontra de forma a libertar-se do domínio português. Dentro desse ambiente hostil, mas progressivo, Adrian é seduzido por Maria, uma mulher de forte componente activista, uma heroína alternativa.

 

Segundo Jena, os actores F. Murray Abraham (Amadeus) e Catarina Wallenstein (Singularidades de uma Rapariga Loura) estão cotados como protagonistas.

 

 

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publicado por Hugo Gomes às 12:40
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14.5.17

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O coreano Hong Sang-soo irá fazer a “dobradinha” neste 70º Festival de Cannes com dois filmes integrados na Programação Oficial, recordamos que ainda este ano apresentou On the Beach at Night Alone em Berlim.

 

Um dos filmes pelo qual se aventurará por terras de Riviera é Claire’s Camera, visto como uma nova colaboração com a actriz francesa Isabelle Huppert, cinco anos depois de Another Country.

 

Claire’s Camera remete à inesperada amizade de uma professora, Claire (Huppert), com a capacidade de alterar “coisas” através da lente da sua câmara, e de uma representante de vendas (Kim Min-hee) que foi despedida num café em Cannes.

 

Claire’s Camera será projectado no Fora de Competição.

 

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publicado por Hugo Gomes às 22:27
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12.5.17

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Chega-nos o trailer de Buena Vista Social Club – Adios, a sequela do documentário assinado por Wim Wender em 1999. Desta vez não temos Wenders no percurso, mas sim Lucy Walker (Waste Land).

 

O filme nos remeterá à última tournée da homónima banda, gerando diversos concertos na cidade de Havana. Durante este percurso musical, seremos confrontados com os altos e baixos dos cinco músicos, que formam a banda, e da respectiva coexistência numa tournée que nos anteverá o fim de uma era e o início d e um novo panorama político em Cuba.

 

Prevê-se chegar aos cinemas ainda este ano.

 

 

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publicado por Hugo Gomes às 13:19
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11.5.17

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Xavier Dolan pode não estar presente na programação 70º Festival de Cannes, mas não é por isso que não brindará os seus fãs com novas imagens de The Death And Life Of John F. Donovan, o seu primeiro filme em língua inglesa.

 

Com Jessica Chastain, Kit Harrington, Susan Sarandon, Kathy Bates, Michael Gambon, Natalie Portman, Nicholas Hoult, Thandie Newton Bella Thorne, Chris Zylka, Jacob Trembley e Emily Hampshire no elenco, em The Death And Life Of John F. Donovan seguimos um actor famoso (Harington) que se torna amigo por correspondência de um menino de 11 anos de idade. Os problemas começam quando as cartas que troca com o garoto são expostas pela imprensa. Tudo será contado vinte anos depois desses eventos.

 

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«O filme é realmente uma sátira do negócio - mais dramático do que cómico. E há esta figura antagónica que quer arruinar a vida de todas as estrelas, especialmente a da personagem principal», afirmou Dolan há vários meses atrás sobre o seu projecto, que marca a sua estreia em filmar em inglês.

 

The Death And Life Of John F. Donovan tem estreia prevista para 2018.

 

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publicado por Hugo Gomes às 20:13
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Segue o primeiro trailer de Jeannette l'enfance de Jeanne d'Arc, um musical de Bruno Dumont (Ma Loute), tendo como inspiração a vida da heroína francesa do século XV, Joana D’Arc.

 

O argumento tem como base o poema de Charles Péguy, The Mistery of the Charity of Jeanne D’Arc, e contará com uma banda-sonora da autoria do compositor experimental electrónico, Igourrr (Gautier Serre).

 

Jeannette l'enfance de Jeanne d'Arc será o filme de abertura da 49ª Quinzena de Realizadores.

 

 

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publicado por Hugo Gomes às 12:16
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3.5.17

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Surgiu a primeira imagem do novo filme de Michael Haneke, Happy End, que contará com a quarta colaboração com a actriz Isabelle Huppert.

 

A obra, que também reúne novamente o realizador com o ator Jean-Louis Trintignant (Amour), terá como tema os migrantes e como cenário o Calais, mas ainda não existe nenhum detalhe especifico sobre o enredo.

 

Happy End encontra-se em competição no 70º Festival de Cannes.

 

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publicado por Hugo Gomes às 19:04
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2.5.17

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Mais um ano, mais uma edição do Indielisboa. Para sermos mais exactos, o festival lisboeta com especial dedicação ao cinema alternativo e independente vai para o 14º ano de existência. A melhor forma de celebrá-lo é apresentar-nos outra rica selecção, desde as habituais retrospectivas, novidades, experiências e uma das maiores competições de filmes nacionais da História do evento. São seis longas-metragens, desde nomes prontos para saírem do anonimato até o regresso de veteranos, tais como Jorge Cramez, que segundo Mafalda Melo, uma das programadoras do festival, “é uma infelicidade não filmar mais”.

 

Quem disse que não havia Cinema Português?

 

Foi sobre esse signo lusitano que arrancou a nossa conversa com a programadora, que afirma devidamente que é sob a língua portuguesa que a 14ª edição terá o seu pontapé de saída. Sim, Colo, o novo filme de Teresa Villaverde, presente na competição do passado Festival de Berlim, terá a honra de abrir mais um certame, criando um paralelismo com a tão rica Competição Nacional: “É um ano feliz, aquele que sempre poderemos abrir com um filme português

 

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Mas voltando ao ponto de Cramez (Amor, Amor), o retorno do realizador ao formato da longa após dez anos de Capacete Dourado,  é “uma confirmação do seu talento”, que se assume como forte candidato da Competição Nacional e Internacional, no qual também figura. E isto sem  desprezar o potencial dos outros cinco candidatos ao Prémio de Melhor Filme PortuguêsCoração Negro, de Rosa Coutinho Cabral, “uma ficção dura, de certa forma ingénua e verdadeira”, o regresso de André Valentim Almeida ao trabalho “sob a forma de filme ensaio” em Dia 32, a aventura de Miguel Clara Vasconcelos na ficção em Encontro Silencioso, que remete-nos ao delicado tema das praxes universitárias, Fade into Nothing de Pedro Maia, “um excelente road movie” protagonizado por The Legendary Tiger Man, e, por fim, Luz Obscura, onde Susana de Sousa Dias persiste no “registo documental em tempos da PIDE”.

 

Em relação à competição de curtas-metragens, Mafalda Melo destaca algumas experiências neste formato, entre as quais o nosso “Urso de Ouro”, Cidade Pequena, de Diogo Costa Amarante, assim como Salomé Lamas (Ubi Sunt), José Filipe Costa (O Caso J), Leonor Noivo (Tudo O que Imagino) e André Gil Mata (Num Globo de Neve). Ou seja, apesar de serem filmes de “minutos”, nada os impede que sejam “impróprios” para grandes nomes da nossa cinematografia e “uma seleção bastante consistente”.

 

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A Emancipação dos Heróis

 

Para Mafalda Melo, o que une os dois Heróis Independentes deste ano é o seu espírito marginal: “Quando falamos de Cineastas Independentes, quer do Paul Vechiali como do Jem Cohen, não pelas mesmas razões, nem pelas opostas, são dois cineastas verdadeiramente independentes.

 

Jem Cohen é provavelmente o mais fundamentalista a receber este titulo de “Herói”. O nova-iorquino “quando começou a filmar, há cerca de 30 anos, precisou só da sua câmara e ter ideias para fazer filmes. Foi assim que ele trabalhou e continua a trabalhar.” Uma carreira diversificada, que vai desde o documental à música, ao ensaio até à pura experiência que não limita a sua cinematografia, com orçamentos “baixíssimos” até a micro-equipas, um verdadeiro “sentido de independência”. O Indielisboa irá dedicar-lhe um extenso ciclo, incluindo o seu mais recente filme, Birth of a Nation, uma visita a Washington no dia da tomada de posse de Donald Trump: “um filme onde encontramos aquilo que sempre encontrámos na sua filmografia, uma ligação emocional às coisas, aos espaços e aos sítios. Um gesto politico, silencioso, mas igualmente agressivo”.

 

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No caso de Vecchiali, “a sua independência garantiu-lhe um lugar à margem das manifestações artísticas da sua época.”. Longe da nouvelle vague, por exemplo, o outro Herói foi actor, realizador, produtor, um homem voluntariamente marginalizado dos eventuais contextos cinematográficos que foram, no entanto, surgindo. Como produtor, Vecchiali mantinha-se fiel ao “espírito do realizador e da obra”. Tal fidelidade resultou na sua produtora, a Diagonale, onde os realizadores usufruíram da mais intensa liberdade criativa, tendo apenas como condição respeitar o “orçamento imposto”.

 

Uma Família Cinematográfica

 

Os métodos de liberdade concebidos por Paul Vecchiali fortaleceram a ideia de “família cinematográfica”, um circulo partilhado pelo Indielisboa que aposta sobretudo na crescente carreira de muitos dos seus cineastas. Melo sublinhou com curiosidade, o regresso constante de muitos autores premiados, como por exemplo das secções de curtas, ao festival com novos projectos entre mãos. É a família, esse revisitar, que alimenta a ideia de que um festival  que é sobretudo mais que uma mera mostra de filmes, um circuito de criadores e suas criações.

 

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Nesse sentido, o 14º Indielisboa conta com três realizadores anteriormente premiados nas secções de curtas, “com filmes seguríssimos que só apenas confirmam os seus já evidenciados talentos”. Quanto a outros convidados, Mafalda Melo destaca a presença dos dois Heróis Independentes, dos realizadores das duas grandes Competições (Nacional e Internacional) que terão todo o grado de apresentar as suas respectivas obras e ainda Vitaly Mansky, um dos documentaristas russos mais aclamados.

 

Mantendo-se Internacionalmente Competitivos

 

São 12 primeiras, segundas e terceiras obras que concorrerão pelo cobiçado prémio. Uma selecção rica, quer em temas, nacionalidades e estilos. A programadora refere novamente Cramez, um português a merecer destaque numa Competição que esteve várias edições fora do alcance do nosso cinema, e ainda as provas de Kiro Russo (Viejo Calavera), Song Chuan (Ciao Ciao), Eduardo Williams (El Auge Del Humano) e a produção brasileira Arábia, de Affonso Uchoa e João Dumans. “Todos estes filmes são descobertas e terem em conta”, acrescentou.

 

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A destacar ainda a união de Lucien Castaing-Taylor e Veréna Paravel, dois investigadores da Sensory Ethnography Lab, de Harvard, que conduziram em 2013 o grande vencedor do Indielisboa, Leviathan, agora remexendo no onírico do letrista nova-iorquino Dion McGregor.

 

O Inferno continua no Indie

 

Mafalda Melo foi desafiada a falar da crescente secção Boca do Inferno, dedicado ao cinema de género e de temáticas ainda mais alternativas, sem mencionar a sensação de Grave (Raw), o filme de canibalismo de Julia Ducournau, que vai mantendo um registo de desmaios, vómitos e saídas repentinas por parte dos espectadores, por onde passou.

 

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Respondendo ao desafio, a programadora falou, incontornavelmente, de Free Fire, o mais recente trabalho de Ben Wheatley (Kill List, Sighseers),uma espécie de Reservoir Dogs da nova geração”. Brie Larson, Cillian Murphy e Armie Hammer são os protagonistas. Mas foi em I Am Not a Serial Killer que se sentiu um maior fascínio: “Um pequeno grande filme sobre um jovem de tendências homicidas que descobre que Christopher Lloyd, o Doc do Back to the Future, é um verdadeiro monstro. Uma obra geek, mas de um humor negro inacreditável.

 

O russo Zoology, “outro pequeno grande filme, sobre uma mulher que descobre que lhe está a crescer uma cauda, não colocará ninguém desapontado”. Estas entre outras “experiências bastante distintas” que alimentaram esta cada vez mais procurada secção.

 

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Director’s Cut: entre Zulawski e Herzog

 

Dois eventos esperados para cinéfilos são a exibição do filme “maldito” de Andrzej Zulawski, On The Silver Globe, e Fitzcarraldo, de Werner Herzog. Em relação a Zulawski,estamos muito satisfeitos por fazer parceria com a White Noise, como resultado iremos exibir uma recente cópia restaurada” de um filme incompleto devido à decisão da época do Ministério da Cultura polaco de vir a comprometer questões politicas e morais.

 

Quanto a Fitzcarraldo, a sua projecção foi motivada por outra projecção, a da curta de Spiros Stathoupoulos, Killing Klaus Kinski, que durante a rodagem do tão megalómano filme, o chefe de uma tribo amazónica que propôs a Herzog o assassinato do actor Kinski de forma a restabelecer a paz.    

 

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Redescobrir o Português subestimado

 

Ainda no Director’s Cut, está agendado um encontro com Manuel Guimarães, o cineasta que tentou incutir o neo-realismo no cardápio cinematográfico português, mas que hoje tornou-se numa figura esquecida e constantemente subestimada. O Indielisboa passará O Crime de Aldeia Velha, uma história sobre inquisições e superstições, que dialogará com o filme de Leonor Areal, Nasci com a Trovada, um olhar atento à figura e os motivos que o levarão a tão triste destino – a falta de reconhecimento.

 

Indiemusic ao Luar!

 

Uma das secções mais habituais do Indielisboa terá um novo fôlego. O Indiemusic abrirá em paralelo com a reabertura do Cineteatro Capitólio/Teatro Raul Solnado. Serão sessões ao ar livre com muito cinema e a música como cocktail. A mostra terá inicio no dia 5, com a projecção de Tony Conrad: Completely in the Present, o documentário que olha o legado incontornável do “padrinho” dos Velvet Underground.

 

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Um festival a crescer!

 

Ao longo de 14 anos, o Indielisboa tem se tornado um festival cada vez mais “acarinhado por parte do público”, o que corresponde a mais espectadores, mais secções. Mas para Mafalda Melo, o “Indie não se fechou, mas sim expandiu fronteiras ao mesmo tempo manteve-se fiel ao seu espírito independente. Conseguimos ao longo destes anos uma mostra esperada dentro deste circuito, uma plataforma para a descoberta. E é isso que temos mantido, esta evolução gradual ao longo dos anos, o dever de apresentar cineastas e filmes que as pessoas desconhecem.

 

O Indielisboa acontecerá no Cinema São Jorge, Cinema Ideal, Cinemateca Portuguesa Museu do Cinema, Cineteatro Capitólio e a Culturgest, prolongando-se até ao dia 14 de Maio.

 

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publicado por Hugo Gomes às 18:04
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27.4.17

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Roman Polanski é a mais recente adição da programação do próximo Festival de Cannes. O seu novo filme, Based on a True Story (D’après une histoire vraie), estará presente na 70ª edição do festival numa sessão Fora de Competição.

 

Tratando-se da adaptação do livro de Delphine de Vigan, o filme centra a sua história numa autora (Emmanuelle Seigner) com um bloqueio criativo, cujo seu mundo é abalado quando se depara com uma misteriosa mulher (Eva Green). O argumento foi concebido pelo próprio Polanski em colaboração com Olivier Assayas (Personal Shopper).

 

Para além do trabalho de Polanski, foi ainda anunciado outras obras que figurarão a montra cinematográfica mais cobiçada do ano, entre eles, o mais recente filme de Ruben Ostlund (Force Majeure) – The Square – em Competição.

 

Destaca-se ainda a homenagem ao cineasta André Techiné, através da projecção do seu novo filme, intitulado de Nos Années Folles, e do filme-concerto Djam, de Tony Gatlif, a ter lugar no Cinéma de la Plage (Cinema na Praia).

 

 

OUTRAS ADIÇÕES

Un Certain Regard

La Cordillera, de Santiago Mitre

Walking past the Future, de Li Ruijun

 

Sessões Especiais

Le Vénérable W., de Barbet Schroeder

Carré 35, de Eric Caravaca

 

Sessão Infantil

Zombillénium, de Arthur de Pins e Alexis Ducord

 

 

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publicado por Hugo Gomes às 22:55
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Depois de seguir na jornada pela Amazónia em The Lost City of Z (a estrear em Portugal no dia 4 de Maio), James Gray irá aventurar-se espaço com a ficção cientifica Ad Astra, tendo Brad Pitt como protagonista.

 

O projecto foi anunciado pelo próprio realizador durante a entrevista concebida à Collider, afirmando que começará a ser rodado já neste Verão (a partir de 17 de Julho para ser mais exacto). A intriga acompanhará a viagem espacial de um engenheiro autista, no âmbito de reencontrar o seu pai, desaparecido há anos após partir numa expedição para Neptuno em busca de vida extraterrestre.

 

Em declaração, Gray salientou que no seu novo filme iria criar um ficção cientifica realista de forma a dar a ideia do Espaço como o ambiente mais hostil para o ser humano. O realizador é autor do argumento, ao lado de Ethan Ross.

 

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publicado por Hugo Gomes às 16:34
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26.4.17

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Paul Verhoeven tem novo projecto, Saint Vierge, uma trama que envolve freiras, visões e romances lésbicos. O realizador holandês por detrás de obras como Robocop, Showgirls e Starship Troopers vai voltar a trabalhar com o produtor Saïd Ben Saïd, a actriz Virginie Efira (que obteve um papel secundário no seu último filme, Elle, ao lado de Isabelle Huppert) e com o argumentista Gerard Soeteman (colaboração que suscitou Black Book).

 

Saint Vierge estará no Marché du Film (Mercado do Filme), no próximo Festival de Cannes, em busca de financiamento e distribuição. Trata-se da adaptação do livro Immodest Acts, de Judith Brown, a história da irmã Benedetta Carlini, abadessa do convento Madre de Dios, em Pescia, durante a época renascentista. Carlini começou a experienciar inúmeras visões inexplicáveis aos 23 anos, o que motivou uma intensiva investigação. O resultado desta deu origem à primeira documentação de um romance lésbico da história moderna.

 

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publicado por Hugo Gomes às 15:23
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19.4.17

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Captain Marvel, que será protagonizado pela galardoada actriz Brie Larson (Room, Kong: Skull Island), encontrou os seus realizadores. A tarefa de trazer à luz uma das grandes heroínas da editora será encarregue pela dupla Anna Boden e Ryan Fleck, que estiveram por detrás de obras como Half Nelson e Mississipi Grind (A Febre do Mississípi).

 

Com um argumento da autoria de Meg LeFauve (Inside Out) e Nicole Perlman (Guardians of the Galaxy), o filme seguirá uma piloto da Força Aérea, Carol Danvers, que adquire dotes sobre-humanos após o contacto com tecnologia alienígena. Decidida a combater o crime e defender o seu planeta, ela torna-se a Captain Marvel.

 

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Vale a pena salientar que Captain Marvel, criado em 1967, era inicialmente um personagem masculino, uma resposta da editora ao rival Super-Homem da DC Comics, visto que ambos eram alienígena a tentarem adaptar ao planeta Terra. Carol Danvers, que fez a sua estreia em 1968, era descrita como o interesse amoroso do herói, mas as ideia do criador era de a converter numa super-heroína, visto que existia uma escassez nessa temática. 

 

No inicio dos anos 70, estava agendado a primeira aventura a solo da personagem, o que não aconteceu em consequência dos executivos que acreditavam que a fabricação de super-heroínas era dispendioso e pouco rentável. Mas no final da década, Carol Danvers conseguiu a sua pessoal jornada heróica sob o título de Ms. Marvel, integrou também as equipas sobre-humanas, The Avengers: Os Vingadores e X:Men. Em 1982, o original Captain Marvel morre e Mrs. Marvel assume o seu legado.

 

O filme está agendado chegar aos cinemas a março de 2019.

 

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publicado por Hugo Gomes às 19:15
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