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25.7.17

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10 Anos!!! Cada vez mais difícil escrever um texto sobre esta data, sobre aquele desejo de despachar textos numa plataforma de internet para depois seguir disto, não só como um hobby, mas como um modo de vida.

 

Sim, já cheguei aquele ponto em que olho para os textos de outrora e já não me revejo neles, sobretudo penso naquilo que evoluí, desde a minha escrita que ganhou uma outra forma e o meu olhar cinéfilo que adquiriu conhecimento e maturidade ao longo desta década. Foi uma jornada e tanto … sim, não foi fácil preservar um blog destes num período tão extenso, equilibrá-lo com a nossa vida pessoal, assim como profissional.

 

Agora, sem mais demoras, porque as palavras estão a escassear, um muito obrigado a quem me seguiu e que continua a seguir-me, a ler os meus textos, a concordar sobre eles, a discordar sobre eles também, a deixar a sua própria perspetiva cinematográfica, entre mais. A esses leitores … aos meus leitores … um muito obrigado! Esperamos continuar a falar de cinema em mais uns valentes anos.

 

CONFORME SEJA AS VOSSAS ESCOLHAS, BONS FILMES!

 

 

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publicado por Hugo Gomes às 14:32
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21.7.17

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Aquele momento em que Valerian é mais filme que Dunkirk! 

 

 

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publicado por Hugo Gomes às 18:44
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19.7.17

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O chileno “psico-mago” Alejandro Jodorowsky e o veterano produtor e realizador Roger Corman serão os homenageados da 11ª edição do MOTELx: Festival Internacional de Cinema de Terror de Lisboa, a decorrer entre 5 a 10 Setembro.

 

Espera-se a presenças de ambos no decorrer do Festival, porém, recordamos que Corman havia sido anunciado como “homenageado do MOTELx” na edição passada, cuja vinda foi cancelada devido a problemas de saúde.  O mesmo se pode dizer sobre o chileno surrealista, cuja visita a Lisboa (no âmbito da anterior Mostra da América Latina) também fora cancelada por iguais motivos.

 

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Porém, falando em homenageados, a organização anunciou que irá preparar um tributo a George A. Romero, falecido recentemente, na programação deste ano. Nota-se que o “mestre dos mortos-vivos” esteve presente no MOTELx em 2010, e segundo a equipa do festival “foi a sessão de autógrafos mais longa em 11 anos de evento”.

 

O regresso do MOTELx irá assumir-se como o mais ambicioso até à data, cerca de 14 sessões diárias e mais de 100 filmes inserido numa programação sem precedentes, tendo em conta as palavras dos organizadores durante a conferência de imprensa.

 

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Para além dos habituais Warm-ups (sessões pré-festival), o infanto-juvenil Lobo Mau, os Prémios MOTELx (Melhor Curta de Terror Portuguesa, Yorn Microcurtas), o 11º MOTELx tem como principal novidade a associação com o Passado e Presente - Lisboa, Capital Ibero-americana de Cultura 2017. No âmbito desta colaboração cultural, seremos presenteados com sessões especiais dedicadas a Jean Garrett, um dos nomes incontornáveis do cinema exploitation brasileiro dos anos 70, e ainda, o “desenterrar” de duas produções ibéricas, raras, que de certa forma tentaram preencher o vazio do fantástico no cinema português nos anos 70.

 

A mostra lisboeta de cinema de terror terá lugar no Cinema São Jorge, Teatro Tivoli BBVA, Cinemateca Portuguesa e Júnior, Rua da Moeda, Museu do Berardo, Lounge e Largo de São Carlos (sessões Warm-ups).

 

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publicado por Hugo Gomes às 01:08
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6.7.17

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publicado por Hugo Gomes às 21:17
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publicado por Hugo Gomes às 16:58
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1.7.17

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A Fábrica de Nada [ler crítica], o mais recente trabalho de Pedro Pinho, foi premiado na Alemanha no Festival de Cinema de Munique, que arrancou no passado dia 22 de Junho e com encerramento no dia 1 de Julho. A luta pela dignidade e sustentabilidade de um grupo de operários de uma fábrica de elevadores conquistou o prémio principal da secção CineVision, dedicado a primeiras e segundas obras.

 

É de recordar que A Fabrica do Nada, com produção da Terratreme, já havia sido laureado na 49ª Quinzena de Realizadores, em Cannes, com um prémio da Crítica FIPRESCI.  

 

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publicado por Hugo Gomes às 23:23
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A 15º edição do Doclisboa - Festival Internacional de Cinema decorrerá de 19 a 29 de Outubro, mas já foi revelado algumas novidades de mais uma mostra de cinema documental e experimental. O aquecimento se dará no próximo dia 7 de Julho, com a exibição de Strop, ao ar livre no terraço da Cinemateca Portuguesa. O filme em questão abrirá a retrospectiva de Věra Chytilová, a chamada "Primeira-Dama" do cinema checo, uma das responsáveis pela nova vaga e do reconhecimento do cinema nacional no resto do Mundo, que será projectada na sua integralidade no decorrer do Doclisboa.

 

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Tendo falecido em 2014, aos 85 anos, as suas obras são distinguidas pela sua forte critica à sociedade e às relações humanas. A sua primeira experiência no cinema foi como "rapariga da claquete" no Estúdio Cinematográfico de Brrandov, mas a partir dai ascendeu-se como actriz, argumentista e assistente de realização. Recusou uma bolsa e até uma recomendação do estúdio, ingressou na FAMU (Academia Superior Cinema de Praga) onde teve como mentor o cineasta Otakar Vávra. Graduou-se em 1962 como realizadora, e o seu filme de graduação foi Strop. Definiu uma carreira experimental e irreverente, tendo sido muitas vezes caracterizada como umas das lideres da Nouvelle Vague checa. Entre os seus trabalhos mais notórios encontram-se Daisies (1966), Fruit of Paradise (1970) e Kalamita (1982). Foi impedida de trabalhar no seu ramo pelo regime soviético e os seus filmes banidos até 1975, a realizadora nunca deixou o seu país e mesmo com propostas de trabalha no Ocidente. O seu último filme foi Pleasent Moments (2006). 

 

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Outra novidade a ser apresentada como "aperitivo" do Doclisboa é a exibição de Un Jeu Si Simple, de Gilles Groulx (1964), um documentário que explora o universo do hockey no gelo. Servirá como arranque do ciclo "Uma outra América - o singular cinema do Quebec", a ser desenvolvido com colaboração com a Cinemateca Portuguesa e a Sodec, reunindo uma mostra de nomes que vai desde Pierre Perrault, Gilles Groulx, Claude Jutra, Michel Brault, Anne Claire Poirier, Marcel Carrière e Denis Côté.

 

 

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publicado por Hugo Gomes às 11:42
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26.6.17

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Colo, a mais recente longa-metragem da cineasta Teresa Villaverde, recebe o prémio Bildrausch Ring of Film Art do Bildrausch Filmfest Basel, na Suíça, um festival dedicado ao conhecimento de novos autores da Sétima Arte. O retrato emocional de uma família num Portugal em fase de austeridade conquistou o júri, formado pelo realizador filipino Lav Diaz, produtora holandesa Ilse Hughan e a montadora Monika Willi (que estreou recentemente na realização com Untitled, o projecto póstumo do documentarista Michael Glawogger.

 

Para além da sua presença e a do seu mais recente filme na selecção, Villaverde foi ainda homenageada no festival com uma secção intitulada de Teresa Villaverde: Fragile Punk, que reunia outras obras da realizadora. Nesse ciclo foram exibidos: A Idade Maior (1991), Três Irmãos (1994), Os Mutantes (1998) e Transe (2004).

 

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publicado por Hugo Gomes às 00:38
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20.6.17

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Eis o meu resumo do programa de festas para este Verão nos cinemas portugueses.

 

- Michael Bay pode ser um autor, mas *porra*, é dos difíceis de aturar muito mais um novo Transformers

- Sam Raimi fez História, mas para os lados de Hollywood toda a gente parece ter esquecido. Resposta: vem aí um novo Spider-Man para alimentar uma nova geração de "geeks".

- Jim Jarmusch e Brilliant Mendoza vão nos alegrar as últimas semanas de Junho, ao menos isso.

- Mais febre de Minions e Carros para a malta ... as inevitáveis sequelas de Despicable Me e Cars (ideias para animações precisa-se).

- Afinal o "péssimo" filme de Gus Van Sant vai mesmo estrear.

- Um terceiro Planeta dos Macacos, a explorar ainda mais o filão e a fazer-nos esquecer a "borrada" de Tim Burton

- Recomendaram-me bastante o filme de François Ozon (Frantz), esperemos que não seja mais um L'Amant Double.

- Christopher Nolan, ou faz um filme bélico de dimensões industriais ou a mesma faixa fascista que se tem tocado em Hollywood nos últimos anos.

- Valerian e a Cidade dos Mil Planetas vai ser um flop colossal, mark my words.

- Baby Driver e Atomic Blonde têm hype, veremos.

- Leonel Vieira vai regressar aos cinemas e em Agosto, mês que a Cinemateca está encerrada.

- Uma nova Annabelle, superar o primeiro é tarefa fácil, mas tem tudo para falhar.

- Uma Torre Negra, Stephen King já veio a público dizer que adorou o filme, mas sejamos claros, o homem não gostou de Carrie nem de Shining (por isso não dá para confiar).

-The Summer of Sangaile e I Am Michael têm tudo para serem os filmes do Verão.

 

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publicado por Hugo Gomes às 15:44
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18.6.17

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Gérard Courant, de cognome Homem-Câmara, cineasta que explorou de forma intensificada as potencialidades do formato Super 8, estará na Cinemateca-Portuguesa Museu do Cinema, de 19 a 24 de Junho, para apresentar uma retrospectiva dedicada à sua pessoa. Serão cinco sessões a ter lugar na Sala Luís de Pina, sempre às 18:30, contando com a presença do experimental realizador.

 

Courant iniciou no cinema, nos anos 70, com objectivos de amplificar um registo independente e livre. Foi nesse período que concebeu os Carnets Filmés, diários fílmicos que assumem simultaneamente a atitude de esboços para futuros projetos. O realizador conduziu variados experimentos que vão desde ensaios audiovisuais com ligação a outros cineastas e filmes, até à sua instalação fílmica, o “filme mais longo da História”, ainda em construção. Esse projecto, Cinématon, que arrancou em 1978 e que já contabiliza com uma duração de 198 horas compostas por filmagens em Super 8, obedecendo a um modelo rigoroso: um grande plano fixo único filmado em câmara num tripé, sobre o rosto da pessoa filmada, sem som e com uma duração igual à totalidade de uma bobine em Super-8, ou seja, três minutos e vinte e cinco segundos, uma longevidade de plano anti-natura do sistema académico cinematográfico. Segundo Courant, Cinématon, esse filme em peças, foi inspirado nos seus “estudos” às figuras de Andy Warhol e de Chantal Akerman.

 

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Recentemente, as Éditions Harmattan publicaram o dvd duplo Jean-Luc Godard par Gérard Courant e um livro de entrevistas a ser lançado ainda este ano. Para além disso, Courant é autor de livros sobre o cinema de Werner Schroeter e de Philippe Garrel.

 

É de mencionar que nesta retrospectiva, Gérard Courant organizou um programa de Cinématons de célebres cineastas, incluindo Manoel de Oliveira, Pedro Costa e Isabel Ruth. Para mais informação, consultar aqui.

 

 

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publicado por Hugo Gomes às 18:14
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16.6.17

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FEST - Festival Novos Realizadores e Novo Cinema é um festival de descoberta, composto por um cinema a merecer a sua aventura com “estranhos” a "lutar" pelo seu lugar na Sétima Arte. Veremos se daqui sairá um novo cineasta, aquele nome a ser recordado nos próximos tempos, a ser distinguido pela sua visão e a servir de estudo para a posterioridade. Enquanto, isso, com pressupostos e premonições, a mostra de cinema de Espinho trairá consigo novidades que vão "aquecer" os sete dias completamente dedicados à arte de fazer cinema. No programa estará desde masterclasses (Training Ground), pitching foruns e como é óbvio, uma competição de longas assim como de curtas-metragens.

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Na competição principal, serão onze longas-metragens, ficcionais e documentais, repartidas em 11 nações, com objectivo no Lince de Ouro, o prémio máximo do certame. Apesar de serem primeiras e segundas obras, estas encontram-se longe do amadorismo, promete e garante a organização que promove estas “pérolas” de primeira, algumas delas já premiadas em anteriores festivais (como é o caso de As You Are, do jovem norte-americano Miles Joris Peyrafitte, com o Prémio do Júri em Sundance no currículo) e outros marcados pela euforia da crítica.

 

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A mostra abrirá com Tom of Finland, de Dome Karukoski (o realizador estará presente), baseado na história de Touko Laaksonen, um ex-militar que se tornou num símbolo da revolução gay na Finlândia. O filme seguirá esse ativismo de perto, assim como a explosão artística induzida por Laaksonen. Como encerramento, o FEST nos levará ao ambiente sufocante da austeridade com a produção espanhola The One Eyed King, de Marc Crehuet (também presente), uma comédia negra de atual contexto social. Nas curtas, para além da competição do Lince de Prata, destaca-se a composição de trabalhos iranianos e gregos na formação da secção Flavours of the World e ainda um olhar pleno pelo futuro da Europa na secção Be Kind Rewind.

 

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Não desprezando a selecção e os seus filmes, a “joia da coroa” do FEST é certamente o Training Ground, que este ano prevê mais de 25 formações correspondentes a diferentes áreas da produção cinematográfica. Serão num total mais de 30 oradores convidados, entre eles nomes de luxo como Melissa Leo, a actriz vencedora de um Óscar em The Fighter, de David O’Russell, Nuno Lopes, o português consagrado com um prémio de interpretação no último Festival de Veneza com São Jorge, de Marco Martins, e ainda o diretor de fotografia Ed Lachman (Carol, The Virgin Suicides), o designer de produção Allan Starski (The Pianist, The Schindler’s List) e o escultor Brian Muir, que fora o responsável pela conceção da máscara de Darth Vader em Star Wars.

 

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Em paralelo, existe também o habitual Pitching Forum, um programa de pitch de documentários, séries, curtas e longas-metragens, onde os participantes serão ouvidos por um painel de experts, com o objetivo de produzirem e financiarem os sugeridos projetos. O FEST Surf, que transformará a praia de Espinho numa sala de cinema ao ar livre, e ainda o FESTinha, direcionado ao público mais jovens – desde os 3 aos 16 anos –, conversas cinematográficas, o FESTival Village, masterclasses e como não poderia deixar de ser, festas temáticas.

 

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A 13ª edição do FEST prolongará até dia 26 de junho no Centro Multimeios de Espinho. Para mais informação sobre a programação, ver aqui.

 

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publicado por Hugo Gomes às 22:38
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15.5.17

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Caros leitores, é só para avisar que os próximos dias o signo deste blog será Cannes.

 

Conforme seja as vossas escolhas, bons filmes.

 


publicado por Hugo Gomes às 20:20
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27.4.17

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Roman Polanski é a mais recente adição da programação do próximo Festival de Cannes. O seu novo filme, Based on a True Story (D’après une histoire vraie), estará presente na 70ª edição do festival numa sessão Fora de Competição.

 

Tratando-se da adaptação do livro de Delphine de Vigan, o filme centra a sua história numa autora (Emmanuelle Seigner) com um bloqueio criativo, cujo seu mundo é abalado quando se depara com uma misteriosa mulher (Eva Green). O argumento foi concebido pelo próprio Polanski em colaboração com Olivier Assayas (Personal Shopper).

 

Para além do trabalho de Polanski, foi ainda anunciado outras obras que figurarão a montra cinematográfica mais cobiçada do ano, entre eles, o mais recente filme de Ruben Ostlund (Force Majeure) – The Square – em Competição.

 

Destaca-se ainda a homenagem ao cineasta André Techiné, através da projecção do seu novo filme, intitulado de Nos Années Folles, e do filme-concerto Djam, de Tony Gatlif, a ter lugar no Cinéma de la Plage (Cinema na Praia).

 

 

OUTRAS ADIÇÕES

Un Certain Regard

La Cordillera, de Santiago Mitre

Walking past the Future, de Li Ruijun

 

Sessões Especiais

Le Vénérable W., de Barbet Schroeder

Carré 35, de Eric Caravaca

 

Sessão Infantil

Zombillénium, de Arthur de Pins e Alexis Ducord

 

 

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publicado por Hugo Gomes às 22:55
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25.4.17

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Foi anunciado as restantes personalidades que irão compor o júri da Selecção Oficial do próximo Festival de Cannes.

 

No júri, que será presidido pelo cineasta espanhol Pedro Almodóvar (Julieta), estarão integrados os realizadores Chan-Wook Park (The Handmaiden) e Paolo Sorrentino (La Grande Bellezza, Youth), o actor Will Smith (Suicide Squad), a realizadora e argumentista Maren Ade (Toni Erdmann), a actriz norte-americana Jessica Chastain (Interstellar, The Tree of Life), a realizadora e actriz Agnès Jaoui (Le Goût des Autres), a actriz e produtora chinesa Fan Bingbing (X-Men: Days of a Future Past), e o compositor francês Gabriel Yared.

 

A 70ª edição do Festival de Cannes decorrerá entre 17 a 28 de Maio.

 


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publicado por Hugo Gomes às 22:54
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13.4.17

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COMPETIÇÃO

120 Battements Par Minute (Robin Campillo)

L'Amant Double (François Ozon)

The Beguiled (Sofia Coppola)

Geu-hu (Hong Sang-soo)

A Gentle Creature (Sergei Loznitsa)

Good Time (Benny & Josh Safdie)

Happy End (Michael Haneke)

Aus Dem Nichts (Fatih Akin)

Jupiter’s Moon (Kornél Mundruczó)

The Killing of a Sacred Deer (Yorgos Lanthimos)

Le Redoutable (Michel Hazanavicius)

Rodin (Jacques Doillon)

Nelyubov (Andrey Zvyagintsev)

The Meyerowitz Stories (Noah Baumbach)

Okja (Bong Joon-ho)

Hikari (Naomi Kawase)

Wonderstruck (Todd Haynes)

You Were Never Really Here (Lynne Ramsay)

 

UN CERTAIN REGARD

Barbara (Mathieu Amalric) – filme de abertura

Aprés La Guerre (Annarita Zambrano)

Las Hijas de Abril (Michel Franco)

Aala Kaf Ifrit (Kaouther Ben Hania)

Sanpo Suru Shinryakusha (Kiyoshi Kurosawa)

Tesnota (Kantemir Balagov)

La Novia Del Desierto (Cecilia Atan e Valeria Pivato)

Posoki (Stephan Komandarev)

Lerd (Mohammad Rasoulof)

Jeune Femme (Léonor Serraille)

L’Atelier (Laurent Cantet)

Fortunata (Sergio Castellitto)

En Attendant Les Hirondelles (Karim Moussaoui)

Out (György Kristóf)

Western (Valeska Grisebach)

Wind River (Taylor Sheridan)

 

FORA DE COMPETIÇÃO

Les Fantômes d'Ismael (Arnaud Desplechin)

Mugen Non Junin (Takashi Miike)

How to Talk to Girls at Parties (John Cameron Mitchell)

Visages, Villages (Agnès Varda & JR)

 

SESSÕES DA MEIA-NOITE

Prayer Before Dawn (Jean-Stéphane Sauvaire)

Bulhandang (Byun Sung-hyun)

Ak-nyeo (Jung Byung-gil)

 

SESSÕES ESPECIAIS

12 Jours (Raymond Depardon)

24 Frames (Abbas Kiarostami)

An Inconvenient Sequel (Bonni Cohen & Jon Shenk)

La caméra de Claire (Hong Sang-soo)

Come Swim (Kristen Stewart)

Demons in Paradise (Jude Ratman)

Napalm (Claude Lanzmann)

Promised Land (Eugene Jarecki)

Sea Sorrow (Vanessa Redgrave)

They (Anahita Ghazvinizadeh)

Top of the Lake (Jane Campion)

Twin Peaks (David Lynch)

 

Realidade Virtual

Carne y Arena (Alejandro G Iñárritu)

 

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publicado por Hugo Gomes às 15:12
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30.3.17

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Colo, o novo filme de Teresa Villaverde que se encontrou presente na Competição do último Festival de Berlim, terá as honras de abrir o 14º Indielisboa. Recordamos que a obra é descrita como um retrato realista de uma família no limiar da pobreza.

 

O festival de cinema independente de Lisboa decorrerá entre 3 a 14 de Maio,  tendo ainda revelado o seu filme de encerramento, I Am Not Your Negro, um documentário de Raoul Peck sobre a luta pelos direitos civis nos EUA. O filme contou com uma nomeação ao Óscar de Melhor Documentário.

 

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publicado por Hugo Gomes às 16:15
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Arranca a partir de hoje a iniciativa 4.Doc, um conjunto de quatro obras aclamadas e premiados no festival Doclisboa que será exibidos no Cinema Ideal. O primeiro filme é Calabria [ler crítica], de Pierre-François Sauter, o vencedor do Grande Prémio na última edição do certame. Um documentário que visa reflectir a condição do imigrante através de uma viagem entre dois homens de origens distintas que prestam o serviço de uma funerária.

 

Os realizador e os protagonistas (José ​Russo Baião ​e Jovan​ Nikolic) estarão presentes nas duas das sete sessões programadas (dia 30 de Março e 1 de Abril). Calabria será exibido entre 30 de Março a 5 de Abril, sempre no horário das 19h. Na sexta feira, dia 31, após a sessão haverá um concerto de Jovan Nikolic no Salão Ideal.

 

Os outros filmes inseridos na programação são O Terceiro Andar, de Luciana Fina (a ser exibida a partir de 8 de Junho), Oleg Y Las Raras Artes, de Andrés Duque (6 de Julho) e o quarto e último filme, a ser projectado a partir de 14 de Setembro, ainda está por anunciar. Todas as sessões serão acompanhadas por debates e outras actividades.

 

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publicado por Hugo Gomes às 16:03
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18.3.17

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Suspiria é hoje tido como uma das obras-primas do mestre do cinema de terror italiano Dario Argento, e uma das suas principais particularidades é a paleta de cores utilizada, auferindo ao filme um tom plástico e berrante. Contudo, a nova versão irá afastar-se desse mesmo tom visual, e quem o garante é o realizador, o também italiano Luca Guadagnino (I am Love).

 

Segundo Guadagnino, o remake de Suspiria (cuja a rodagem encontra-se finalizada desde o ano passado) tentou afastar-se do célebre filme de Argento, constituindo-se como uma visão própria. O realizador adiantou que o seu filme terá como temáticas "a culpa e a maternidade. Não possuirá as cores primárias na sua paleta, tal como o original" e "será frio, maléfico e muito negro".

 

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Recordamos ainda que Chloe Moretz Grace será a protagonista, e Dakota Johnson, Mia Goth, Tilda Swinton e Jessica Harper (protagonista do original) completarão o elenco. Suspiria remete-nos a uma conceituada escola de dança que recebe uma jovem bailarina americana. Durante a sua estadia, fenómenos bizarros e assassinatos macabros ocorrem por dentro e por fora das paredes da Academia.

 

O original de 1977 foi o primeiro filme de uma trilogia que Dario Argento apelidou das "Três Mães", que fora posteriormente completado com Inferno (1980) e Mãe das Lágrimas: A Terceira Mãe (2007). A nova versão estreará ainda este ano. De momento não existe data de estreia.

 

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publicado por Hugo Gomes às 01:07
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16.3.17
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publicado por Hugo Gomes às 15:38
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1.3.17

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O FESTin comemora hoje (1 de Março) o especial número 8. Oito anos de existência, em uma oitava edição que prolongará até oitos dias no Cinema São Jorge, recheado com o melhor de um cinema falado na língua portuguesa, a ponte cultural de oito países separados por milhas, oceanos e História. Um signo a merecer a atenção do mais vasto público, dos cinéfilos em geral, e dos curiosos que tem a oportunidade de encontrar neste evento cultural uma cinematografia rica e igualmente pouco conhecida no nosso país. Referimos ao cinema brasileiro, uma produção diversificada que luta por um espaço na memória e mercado português.

O cinema brasileiro como "espinha dorsal"

 

Para Roni Nunes,  programador do FESTin, a derradeira luta está em trazer uma mostra plena de um cinema que "passa por uma fase excelente, como se viu com nove longas-metragens selecionadas para a Berlinale." O curador entende que com a qualidade do cinema brasileiro actual, era óbvio que não haveria "razões para não termos uma grande programação. Está na hora de mudar a imagem do cinema brasileiro em Portugal, que é muito associado às telenovelas, algo que não faz qualquer sentido, ou então a “Tropa de Elite” e “Cidade de Deus” – que são excelentes filmes mas que, obviamente, estão longe de ser representativos do cinema do país."

 

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Sim, Brasil será o país predominante do FESTin, e nele encontraremos uma "mão cheia" de estreias, tais como pernambucano Big Jato, o muito antecipado Comeback, a desforra de um pistoleiro de terceira idade e a loucura boémia dos anos 60 em Br 716, que segundo Roni Nunes, representam uma pequena fatia do melhor se produz nos dias de hoje, possuindo "uma magnífica característica, a possibilidade de agradar cinéfilos e espectadores casuais". O certame arrancará com a exibição de O Outro Lado do Paraíso, de Andre Ristum, um relato emocionado do Brasil em plena metamorfose político-social dos anos 60.



Para acompanhar as obras, o FESTin terá imensos convidados de honra, entre realizadores e actores, equipa de produção e técnicos, presenças exaustivas que prometem estabelecer uma ligação com o público. Entre as esperadas vindas, contaremos com a presença de Mariana Ximenes, que segundo Roni Nunes é "mais do que um rosto conhecido das telenovelas, ela é uma artista que tem investido muito em cinema de autor no Brasil." A actriz apresentará duas obras do seu currículo, ambas em Competição. Quase Memória, dirigido por Ruy Guerra, um ícone do Cinema Novo do Brasil, e Prova de Coragem, que também co-produz.


"O que mudou na programação foi que enveredamos definitivamente por um caminho mais autoral e desafiante na competição – a ponto de poder dizer que, em termos de quantidade, diversidade e, principalmente, qualidade, temos a melhor montra de cinema brasileiro de Portugal." proclama o programador.

 

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Lisboa, menina e moça, a capital Ibero-Americana

 

FESTin encerrará a edição com Elis, um retrato biográfico da cantora Elis Regina, uma das maiores da terra da Ordem e do Progresso. A escolha deste filme de Hugo Prata, protagonizado por "uma das revelações do ano passado" Andreia Horta (que estará presente), não foi ao acaso, a cinebiografia de uma das mulheres mais ícones do Brasil é servida de comemoração ao Dia Mundial da Mulher.

 

O feminino, por sua vez, será tema importante em toda a programação do FESTin, quer pela Lisboa Capital Ibero-Americana que escolheu o festival como o evento cultural oficial desta temática, preenchido por mesas redondas, debates, actividades paralelas e claro, mais mostras de filmes. "Em termos de filmes um dos destaques é a mostra dedicada à Margarida Gil, que terá cinco dos seus principais trabalhos (“Rosa Negra”, “O Anjo da Guarda”, “Adriana”, “O Fantasma de Novais” e “Paixão” exibidos" sugeriu o programador.

 

Ainda com a Lisboa Capital Ibero-Americana, "o FESTin dará a conhecer, numa parceria com o Instituto Cervantes, a obra do realizador cubano Titón, que será representa pela sua ex-mulher e uma figura icónico do seu país, Mirta Ibarra."

 

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Duas grandes apostas em português de Pessoa

 

Comparativamente ao cinema brasileiro, Portugal é de uma produção mais pequena, mas não é por isso que deixará de estar representado nesta oitava edição do FESTin. O festival vai contar com duas antestreias lisboetas, "dois excelentes exemplares de cinema português", afirma Roni Nunes. Integrados na Competição e vincadamente lusitanos estão Uma Vida à Espera, o regresso de "um realizador experiente na televisão, Sérgio Graciano, investindo num registo completamente diferente, onde Miguel Borges vive um sem-abrigo", e A Floresta das Almas Perdidas, de José Pedro Lopes, "uma bela mistura de cinema de género, neste caso o terror, com arthouse – tendo como ponto de partida uma floresta conhecida por ser um lugar procurado pelos suicidas".

 

Em contrapartida e questionado sobre a produção dos outros seis filmes de língua portuguesa que compõem este octógono cinematográfico, o programador referiu que "o cinema africano em língua portuguesa tem sido muito difícil de encontrar e as nossas solicitações nem sempre são atendidas com celeridade. Alguns destes países não têm indústria, outras aparecem com projectos de forma intermitente. E há países importantes na lusofonia onde a cultura é mesmo um alvo a abater. Ainda assim temos alguns projectos nas secções de curta-metragem e documentário"

 

A_Floresta_das_Almas_Perdidas_-_O_destino_de_Carol


publicado por Hugo Gomes às 09:34
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