Data
Título
Take
8.9.17

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Mother!, o mais recente filme de Darren Aronosfsky (Black Swan, The Wrestler) foi aplaudido e vaiado durante a sua apresentação no Festival de Veneza, o qual encontra-se em Competição. O realizador tem demonstrado agradado pelas dispares reacções envolto ao seu novo trabalho, sendo o seu intuito que mother! não deixe ninguém indiferente, e como tal, segundo algumas entrevistas dadas, tudo fez para chocar as audiências. Um desses choques voluntários encontra-se na diferença de idades do casal, Jennifer Lawrence com 27 anos e Javier Bardem com 48. À Digital Spy, Aronofsky referiu:

 

"Após escolher a Jennifer, comecei a pensar quem iria contracenar com ela, e que de forma poderia sobressair, quem seria este homem mais velho. Tenho conhecimento que existe uma forte crítica em relação a Hollywood juntar velhas estrelas com jovens ingénuas, mas este filme é sobre isso, portanto encaramos de ‘caras’, não é propriamente aproveitarmos disso. Originalmente, a personagem do Javier iria ser chamada de 'o seu velho' ['Her old man'] – e seria um homem numa cadeira de rodas. Mas isso não era muito sexy, portanto tivemos que arranjar outra coisa. E depois a possibilidade do Javier interpretar esta figura paternal mais velha era verdadeiramente emocionante. A escolha começou com a Jennifer, mas depois do argumento estar concluído".

 

O realizador revelou ainda que não escreveu o argumento a pensar em Lawrence, apesar do papel ser à sua medida e de ser a sua actual namorada.

 

Mother! (Mãe!) tem estreia prevista para dia 21 de Setembro nos cinemas portugueses.

 


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publicado por Hugo Gomes às 01:43
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4.9.17

Os segredos que a Cal esconde, Luciana Cabral e Lu

Arranca hoje o 20º Festival Brasileiro de Cinema Universitário (FBCU). A cidade de Rio de Janeiro e Niterói recebe até dia 10 de Setembro, uma mostra de curtas-metragens de estudantes de universidades e de escolas de Cinema de todo o Brasil.

 

É um importante evento que para além de realçar e revelar as futuras novas gerações de cineastas do país, tende também em incentivar a produção cinematográfica no Brasil, em confronto com a actualidade cultural que se vive (recordamos que em 2016 a edição foi interrompida face a tais conturbações). “Actualmente no Brasil, um festival de cinema chegar à vigésima edição é motivo de comemoração. E é bom lembrar que este ano tudo está sendo realizado como um verdadeiro ato de resistência”, afirma Aleques Eiterer, um dos coordenadores da FBCU.

 

O público poderá nesta 20ª mostra mais de 81 filmes, concorrendo para várias secções competitivas. Este ano, o festival terá a Sessão Acessível e a Mostra Cineclube nas Escolas, com produções de alunos da rede municipal do Rio.

 

Para mais informação, ver aqui

 

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publicado por Hugo Gomes às 13:42
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Fica o desafio, será que existe actor tão familiar no Cinema Português que Luís Miguel Cintra? É com base nessa “familiaridade”, que a Cinemateca Portuguesa dedica um ciclo em homenagem a uma das caras, corpo e voz, mais presentes da nossa cinematografia, o predileto de muitos cineastas como Manoel de Oliveira ou Paulo Rocha, assim como do teatro, tão vincando na fundação da Cornucópia. Ciclo, esse, que arrancará já nesta segunda-feira (04/09) com as suas colaborações com João César Monteiro (Quem Espera por Sapatos de Defunto Morre Descalço) e com Solveig Nordlund (Nem Pássaro Nem Peixe), que serão projetados numa única sessão, a ter inicio às 21h30 na Sala M. Félix Ribeiro.

 

Um “aperitivo” para um tributo que se prolongará neste mês de Setembro, com sessões dedicadas à sua filmografia, passando pelo seu trabalho no cinema nacional, assim como internacional (The Dancer Upstairs de John Malkovich). Para além destes, a Cinemateca dará Carta Branca ao actor para escolher alguns dos filmes que mais influenciaram o seu percurso como artista, entre os quais destaca-se The Birds de Alfred Hitchcock, o Acto da Primavera de Manoel de Oliveira, e The Immortal Story de Orson Welles.

 

Mais informações, ver aqui.

 

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publicado por Hugo Gomes às 01:51
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1.9.17

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Arranca hoje o 4º Ciclo Topografias Imaginárias, um programa de cinema ao ar livre e visionamentos comentados sob o tema "Lisboa, cidade do Sul".

 

Organizado pelo Arquivo Municipal de Lisboa - Videoteca e, sendo este ano, integrado no Passado e Presente - Lisboa, Capital Ibero-Americana de Cultura 2017, Topografias Imaginárias irá se realizar nos primeiros dois fins-de-semana de Setembro (dias 1, 2, 3, 8, 9 e 10), num percurso de seis paragens em locais menos óbvios da capital (Ponte Vasco da Gama, o Museu da Carris, a Quinta do Alto, em Alvalade, o Vale Fundão, em Marvila, o Miradouro de Santo Amaro e o Teatro de Carnide).

 

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Aí, serão exibidos mais de onze filmes, interligados por uma experiência sensorial por uma outra Lisboa, aquela cidade longe dos olhos dos turistas e dos postais de visita, e unificado pelo Cinema. O público será guiado por alguns dos próprios realizadores dos filmes inseridos,  de José Filipe Costa, Salomé Lamas e Dominga Sottomayor, passado também por investigadores, críticos e historiadores (como Eduardo Victorio Morettin, João Mário Grilo, Tiago Baptista, Olivier Hadouchi, Maria do Carmo Piçarra, entre outros). No programa serão vistos e revistos excertos dos filmes, que em conformidade com os comentários exercidos prepararão o público para uma viagem onde é possível imaginar e topografar o Sul, sendo mais tarde devidamente explorado nas sessões de cinema ao ar livre. A entrada é livre e o transporte gratuito.

 

Entre os filmes podemos contar com El Dorado XXI de Salomé Lamas, O Caso J. de José Filipe Costa, O Outro País de Sérgio Tréfaut, Zéfiro de José Álvaro de Morais, e ainda os clássicos La illusión viaja en tranvia de Luís Buñuel e O Descobrimento do Brasil de Humberto Mauro.

 

A programação completa e mais informações podem ser consultadas aqui e aqui.

 

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publicado por Hugo Gomes às 12:15
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30.8.17

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Está tudo de olhos postos em Veneza. O festival de cinema mais antigo do Mundo comemora a sua 74ª edição com uma programação mediática e, como já parece ser tradição, com “palpites” para alguns dos candidatos aos Óscares de 2018. Depois de Cannes ter falhado na sua seleção norte-americana que segundo as más línguas se deveu ao facto de Thierry Frémaux, o delegado-geral, ter estado demasiado envolvido na promoção do seu livro do que supostamente na procura destes filmes, cujo os olheiros de Veneza não deixaram que se tivessem perdido. Resultado, Alexander Payne, George Clooney, Darren Aronofsky, Paul Schrader e Guillermo Del Toro, serão os braços fortes de Hollywood a competir pelo cobiçado Leão de Ouro.

 

Mas a tarefa não será fácil para os americanos, muito se espera das novas produções de Abdellatif Kechiche, que após ter falhado Cannes promete ser um “osso duro de roer” no certame veneziano, o nipónico do momento Koreada Hirakazu, e os conterrâneos Paolo Virzi, Sebastiano Risio e os irmãos Manetto. Salienta-se também a curiosidade em torno do documentário do artista plástico e ativista Ai Weiwei, Human Flow, sobre a crise dos refugiados, tema que costuma vingar neste tipo de Festivais.

 

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Apesar de não existir nenhuma produção portuguesa nas principais secções, teremos uma promissora presença, a do o director de fotografia Rui Poças que se encontra envolvido na cinematografia de Zama, a mais recente longa-metragem de Lucrecia Martel, uma adaptação da novela histórica de Antonio Di Benedetto em Fora de Competição.

 

Um dos destaques desta 74ª programação é a entrega do Leão de Carreira para os actores Robert Redford e Jane Fonda, algumas das mais icónicas faces da Nova Hollywood. A entrega decorrerá no dia 1 de Setembro, depois da exibição de Our Souls at Night, do realizador indiano Ritesh Batra (A Lancheira), um filme original da Netflix que se encontra presente Fora de Competição. Protagonizado pela dupla em questão, a obra remete-nos a dois viúvos que conviveram como vizinhos durante anos, assombrados pelas suas escolhas do passado e unidos pela compaixão mutua.

 

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Apesar do clima festivo, a celebração do cinema, quer das mais recentes apostas contemporâneas, quer das ligações com o passado (a projecção de cópias restauradas de filmes de Godard, Mizoguchi, Antonioni, Whale, Klimov, Landis, entre outros), o Festival de Veneza encontra-se assombrado pelo fantasma do terrorismo. De forma a prevenir qualquer desses cenários, o festival deste anos reforçou a sua segurança, com uma aumento significativo de 30% de agentes da autoridade, vários deles à paisana, câmaras, assim como novas medidas de segurança e de prevenção.

 

O 74º Festival de Veneza arranca hoje prolongando até 9 de Setembro.

 

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publicado por Hugo Gomes às 11:49
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17.8.17

 

Entre ontem e hoje, já não me recordo ao certo a data, saiu um artigo em que apontava os "millennials" como seres cada vez menos interessados no património cinematográfico, ou seja, nos clássicos, tudo o que é abaixo dos anos 80 (e com restrições). Hoje, no visionamento de imprensa, dei por mim a pensar na perda dessa herança, na cada vez mais homogénea forma de ver cinema ... ou a falta dele. Pior, sinto que de certa forma, existe alguma culpa no cartório em muita imprensa que perpetua essa mesma falta. Hoje chegam duas cópias restauradas de dois clássicos de Jacques Demy, um dos homens esquecidos por esta cinefilia que deve sobretudo ser falada pelas gerações mais novas ... gerações essas que correm aos milhares para ver a mais recente adição da Marvel ou da comédia romântica do costume. Sim, o artigo deixou-me triste, inconsolado, o Cinema não morreu como dizem os pessimista, mas a sua herança parece cada vez mais decadente.

 

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publicado por Hugo Gomes às 23:36
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11.8.17

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Obrigado The Dark Tower por nos mostrar o quanto silly season é o mês de Agosto.

 

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publicado por Hugo Gomes às 13:13
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5.8.17

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Há 55 anos atrás neste mesmo dia, deixou-nos uma das estrelas mais cintilantes de Hollywood ... hoje, um ícone inimaginável da Sétima Arte. A única Marilyn Monroe

 

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publicado por Hugo Gomes às 12:24
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A Fábrica do Nada [ler crítica], a premiada quarta longa-metragem de Pedro Pinho, vai chegar aos cinemas portugueses a partir do dia 21 de Setembro, em salas ainda por anunciar.

 

Descrito como uma experimentação sociopolítica, A Fábrica do Nada "vampiriza" factos verídicos, a auto-sustentação da Fabrica de elevadores Otis, em conformidade com uma ideia de Jorge Silva Melo e da homónima peça de teatro de Judith Herzberg, para nos trazer um ensaio docuficção sobre a dignidade proletária e o aproveito politico das situações de austeridade.

 

O filme de Pedro Pinho venceu no Festiva de Munique o prémio de Melhor Novo Filme, e ainda o Prémio da Crítica FIPRESCI no Festival de Cannes, o qual teve inserido na secção paralela, A Semana da Crítica.

 

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publicado por Hugo Gomes às 12:06
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2.8.17

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Em 20 anos o Mundo tornou-se mais psicótico que Norman Bates. Em plena década de 80, os anos que se definiriam como a expansão do "slasher movie", uma impensável sequela de Psycho iria tornar-se numa espécie de contra-natura. Acompanhamos um reabilitado psicopata ainda sob a mercê dos seus devaneios de violência, mas ao contrário de outros congéneres, o espectador não deseja ser cúmplice dos seus actos, "reza" sobretudo que o nosso antagonista afaste-se dessa sua mais tormenta tentação. (Psycho II, 1983)

 

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publicado por Hugo Gomes às 22:03
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31.7.17

 

 

Ao som de Miles Davis, vos trago Jeanne Moreau em plena busca em «Ascenseur pour l'échafaud» (Louis Malle, 1958). Até porque no Cinema não há obituários, há sim, imortalizações. Obrigado por tudo Jeanne Moreau.

 

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publicado por Hugo Gomes às 15:33
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27.7.17

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VENICE FILM FESTIVAL — IN COMPETITION

“Human Flow,” Ai Weiwei (Germany, U.S.)

“mother!”, Darren Aronofsky (U.S.)

“Suburbicon,” George Clooney (U.S.)

“The Shape Of Water,” Guillermo Del Toro (U.S.)

“L’Insulte,” Ziad Doueiri (France, Lebanon)

“La Villa,” Robert Guediguian (France)

“Lean on Pete,” Andrew Haigh (U.K.)

“Mektoub, My Love: Canto Uno,” Abdellatif Kechiche (France)

“The Third Murder,” Koreada Hirkazu (Japan)

“Jusqu’a La Garde,” Xavier Legrand (France)

“Amore e Malavita,” Manetto Bros. (Italy)

“Three Billboards Outside Ebbing, Missouri” (U.K.)

“Hannah,” Andrea Pallaoro (Italy, Belgium, France)

“Downsizing,” Alexander Payne (U.S.)

“Angels Wear White,” Vivian Qu (China, France)

“Una Famiglia,” Sebastiano Risio (Italy)

“First Reformed,” Paul Schrader (U.S.)

“Sweet Country,” Warwick Thornton (Australia)

“The Leisure Seeker,” Paolo Virzì (Italy)

“Ex Libris – The New York Public Library, Frederick Wiseman (U.S.)



OUT OF COMPETITION

Special Events

“Casa D’Altri,” Gianni Amelio (Italy)

“Michael Jackson’s ‘Thriller’ 3D,” John Landis (U.S)

“Making of Michael Jackson’s ‘Thriller,'” Jerry Kramer (U.S.)



FICTION

“Our Souls at Night,” Ritesh Batra (U.S.)

“Il Signor Rotopeter,” Antonietta De Lillo (Italy)

“Victoria and Abdul,” Stephen Frears (U.K.)

“La Melodie,” Rachid Hami (France)

“Outrage Coda,” Takeshi Kitano (Japan)

“Loving Pablo,” Fernando Leon De Aranoa (Spain)

“Zama,” Lucrecia Martel (Argentina, Brazil)

“Wormwood,” Errol Morris (U.S.)

“Diva!”, Francesco Patierno (Italy)

“La Fidele,” Michael R. Roskam (Belgium, France, Netherlands)

“The Private Life of a Modern Woman,” James Toback (U.S.)

“Brawl in Cell Block 99,” S. Craig Zahler (U.S.)



NON-FICTION

“Cuba and the Cameraman,” Jon Albert (U.S.)

“My Generation,” David Batty (U.K)

“The Devil and Father Amorth,” William Friedkin (U.S.)

“This Is Congo,” Daniel McCabe (Congo)

“Ryuichi Sakamoto: Coda,” Stephen Nomura Schible (U.S., Japan)

“Jim & Andy: The Great Beyond. The Story of Jim Carrey, Andy Kaufman, and Tony Clifton,” Chris Smith (U.S.)

“Happy Winter,” Giovanni Totaro (Italy)



HORIZONS

“Disappearance,” Ali Asgari (Iran, Qatar)

“Especes Menaces,” Gilles Bourdos (France, Belgium)

“The Rape of Recy Taylor,” Nancy Buirski (U.S.)

“Caniba,” Lucian Castaing-Taylor, Verena Paravel (France)

“Les Bienheureux,” Sofia Djama (France, Belgium)

“Marvin,” Anne Fontaine (France)

“Invisibile,” Pablo Giorgelli (Argentina, Brazil, Uruguay, Germany)

“Brutti e Cattivi,” Cosimo Gomez (Italy, France)

“The Cousin,” Tzahi Grad (Israel)

“Reparer les vivants,” Katell Quillevere (France, Belgium)

“The Testament,” Amichai Greenberg (Israel, Austria)

“No Date, No Signature,” Vahid Jalilvand (Iran)

“Los Versos Del Olvido,” Alireza Khatami (France, Germany, Netherlands, Chile)

“Nico, 1988,” Susanna Nicchiarelli (Italy)

“Krieg,” Rick Ostermann, Barbara Auer (Germany)

“West of Sunshine,” Jason Raftopoulos (Australia)

“Gotta Cenerentola,” Alessandro Rak, Ivan Cappiello, Marino Guarnieri, Dario Sansone (Italy)

“Under The Tree,” Hafsteinn Gunnar Sigurdsson (Iceland, Denmark, Poland, Germany)

“La Vita in Comune,” Edoardo Winspeare (Italy)



CINEMA IN THE GARDEN

“Manuel,” Dario Albertini (Italy)

“Controfigura,” Ra Di Martino (Italy, France, Morocco, Switzerland)

“Woodstock,” Kate Mulleavy, Laura Mulleavy (U.S.)

“Nato A Casal Di Principe,” Bruno Oliviero (Italy, Spain)

“Suburra — The Series,” Michele Placido, Andrea Molaioli, Giuseppe Capotondi (Italy)

“Tuers,” Francois Truokens, Jean-Francois Hensgens (Belgium, France)



VENICE VIRTUAL REALITY

“Melita,” Nicolas Alcala (U.S.)

“La Camera Insabbiata,” Laurie Anderson, Huang Sin-Chien (U.S.)

“The Last Goodbye,” Gabo Arora (U.S.)

“My Name Is Peter Stillman,” Lysander Ashton, Leo Warner (U.K.)

“Alice, The Virtual Reality Play,” Mathias Chelebourg (France)

“Arden’s Wake Expanded,” Eugene YK Chung (U.S.)

“Greenland Melting,” Nonny De La Pena (U.S.)

“Bloodless,” Gina Kim (U.S.)

“Nothing Happens,” Uri Kranot, Michelle Kranot (Denmark, France)

“The Dream Collector,” Mi Li (China)

“Snatch VR Heist Experience,” Rafael Pavon, Nicolas Alcala (U.S.)

“Nefertiti,” Richard Mills, Kim-Leigh Pontin (U.K.)

“Proxima,” Mathieu Pradat (France)

“In The Pictures,” Qing Shao (China)

“Dispatch,” Edward Robles (U.S., U.K.)

“The Argos File,” Josema Roig (U.S.)

“Gomorra VR – We Own The Streets,” Enrico Roast (Italy)

“Draw Me Close, Chapters 1-2,” Jordan Tannahill (Canada, U.K.)

“The Deserted,” Tsai Ming-Liang (Taiwan)

“I Saw The Future,” Francois Vautier (France)

“Separate Silences,” David Wedel (Denmark)

“Free Whale,” Zhang Peibin (China)

 

 

 

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publicado por Hugo Gomes às 21:45
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26.7.17

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O Porto Femme Sessions regressa hoje (26/07) ao espaço de intervenção cultural - Maus Hábitos - no Porto, para a sua segunda sessão de cinema no feminino. Esta iniciativa acontece a cada última quarta-feira do mês, tendo como objetivo apresentar ao público perspetivas pouco habituais na arte cinematográfica, visto por muitos como um ofício masculino, sendo que o Porto Femme Sessions pretende contrariar esse senso comum, expondo as suas produções e as dificuldades das mesmas.

 

Enquanto que a primeira sessão se dedicou ao cinema iraniano, a essa resistência não só perante à industria sexista e profundamente tradicional, mas como também à sociedade intolerável proeminente de desigualdades sociais e de género, este segundo tomo focará a animação portuguesa, um programa composto por 6 curtas-metragens de 7 realizadoras.  Serão apresentados os seguintes filmes: “A Gruta de Darwin” de Joana Toste, “Foi o fio” de Patrícia Figueiredo, “Prisioneiros” de Margarida Madeira, “Pronto, era assim” de Joana Nogueira e Patrícia Rodrigues, “Sendas” de Raquel Felgueiras e “Within” de Natália A. Andrade. O Porto Femme Sessions contará ainda com a presença de Margarida Madeira, Joana Nogueira e Patrícia Rodrigues para falarem sobre os seus respetivos filmes e ainda conduzirão um debate cuja temática centra na produção de cinema no feminino.

 

A iniciativa Porto Femme Sessions nasceu em 2016 através da organização da XX Element ProjectAssociação Cultural, sessões tem parceria com o Maus Hábitos e contam e apoio do IPDJ.

 

Para mais informação, ver aqui.

 

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publicado por Hugo Gomes às 12:53
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25.7.17

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10 Anos!!! Cada vez mais difícil escrever um texto sobre esta data, sobre aquele desejo de despachar textos numa plataforma de internet para depois seguir disto, não só como um hobby, mas como um modo de vida.

 

Sim, já cheguei aquele ponto em que olho para os textos de outrora e já não me revejo neles, sobretudo penso naquilo que evoluí, desde a minha escrita que ganhou uma outra forma e o meu olhar cinéfilo que adquiriu conhecimento e maturidade ao longo desta década. Foi uma jornada e tanto … sim, não foi fácil preservar um blog destes num período tão extenso, equilibrá-lo com a nossa vida pessoal, assim como profissional.

 

Agora, sem mais demoras, porque as palavras estão a escassear, um muito obrigado a quem me seguiu e que continua a seguir-me, a ler os meus textos, a concordar sobre eles, a discordar sobre eles também, a deixar a sua própria perspetiva cinematográfica, entre mais. A esses leitores … aos meus leitores … um muito obrigado! Esperamos continuar a falar de cinema em mais uns valentes anos.

 

CONFORME SEJA AS VOSSAS ESCOLHAS, BONS FILMES!

 

 

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publicado por Hugo Gomes às 14:32
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21.7.17

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Aquele momento em que Valerian é mais filme que Dunkirk! 

 

 

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publicado por Hugo Gomes às 18:44
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19.7.17

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O chileno “psico-mago” Alejandro Jodorowsky e o veterano produtor e realizador Roger Corman serão os homenageados da 11ª edição do MOTELx: Festival Internacional de Cinema de Terror de Lisboa, a decorrer entre 5 a 10 Setembro.

 

Espera-se a presenças de ambos no decorrer do Festival, porém, recordamos que Corman havia sido anunciado como “homenageado do MOTELx” na edição passada, cuja vinda foi cancelada devido a problemas de saúde.  O mesmo se pode dizer sobre o chileno surrealista, cuja visita a Lisboa (no âmbito da anterior Mostra da América Latina) também fora cancelada por iguais motivos.

 

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Porém, falando em homenageados, a organização anunciou que irá preparar um tributo a George A. Romero, falecido recentemente, na programação deste ano. Nota-se que o “mestre dos mortos-vivos” esteve presente no MOTELx em 2010, e segundo a equipa do festival “foi a sessão de autógrafos mais longa em 11 anos de evento”.

 

O regresso do MOTELx irá assumir-se como o mais ambicioso até à data, cerca de 14 sessões diárias e mais de 100 filmes inserido numa programação sem precedentes, tendo em conta as palavras dos organizadores durante a conferência de imprensa.

 

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Para além dos habituais Warm-ups (sessões pré-festival), o infanto-juvenil Lobo Mau, os Prémios MOTELx (Melhor Curta de Terror Portuguesa, Yorn Microcurtas), o 11º MOTELx tem como principal novidade a associação com o Passado e Presente - Lisboa, Capital Ibero-americana de Cultura 2017. No âmbito desta colaboração cultural, seremos presenteados com sessões especiais dedicadas a Jean Garrett, um dos nomes incontornáveis do cinema exploitation brasileiro dos anos 70, e ainda, o “desenterrar” de duas produções ibéricas, raras, que de certa forma tentaram preencher o vazio do fantástico no cinema português nos anos 70.

 

A mostra lisboeta de cinema de terror terá lugar no Cinema São Jorge, Teatro Tivoli BBVA, Cinemateca Portuguesa e Júnior, Rua da Moeda, Museu do Berardo, Lounge e Largo de São Carlos (sessões Warm-ups).

 

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publicado por Hugo Gomes às 01:08
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6.7.17

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publicado por Hugo Gomes às 16:58
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1.7.17

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A Fábrica de Nada [ler crítica], o mais recente trabalho de Pedro Pinho, foi premiado na Alemanha no Festival de Cinema de Munique, que arrancou no passado dia 22 de Junho e com encerramento no dia 1 de Julho. A luta pela dignidade e sustentabilidade de um grupo de operários de uma fábrica de elevadores conquistou o prémio principal da secção CineVision, dedicado a primeiras e segundas obras.

 

É de recordar que A Fabrica do Nada, com produção da Terratreme, já havia sido laureado na 49ª Quinzena de Realizadores, em Cannes, com um prémio da Crítica FIPRESCI.  

 

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publicado por Hugo Gomes às 23:23
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A 15º edição do Doclisboa - Festival Internacional de Cinema decorrerá de 19 a 29 de Outubro, mas já foi revelado algumas novidades de mais uma mostra de cinema documental e experimental. O aquecimento se dará no próximo dia 7 de Julho, com a exibição de Strop, ao ar livre no terraço da Cinemateca Portuguesa. O filme em questão abrirá a retrospectiva de Věra Chytilová, a chamada "Primeira-Dama" do cinema checo, uma das responsáveis pela nova vaga e do reconhecimento do cinema nacional no resto do Mundo, que será projectada na sua integralidade no decorrer do Doclisboa.

 

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Tendo falecido em 2014, aos 85 anos, as suas obras são distinguidas pela sua forte critica à sociedade e às relações humanas. A sua primeira experiência no cinema foi como "rapariga da claquete" no Estúdio Cinematográfico de Brrandov, mas a partir dai ascendeu-se como actriz, argumentista e assistente de realização. Recusou uma bolsa e até uma recomendação do estúdio, ingressou na FAMU (Academia Superior Cinema de Praga) onde teve como mentor o cineasta Otakar Vávra. Graduou-se em 1962 como realizadora, e o seu filme de graduação foi Strop. Definiu uma carreira experimental e irreverente, tendo sido muitas vezes caracterizada como umas das lideres da Nouvelle Vague checa. Entre os seus trabalhos mais notórios encontram-se Daisies (1966), Fruit of Paradise (1970) e Kalamita (1982). Foi impedida de trabalhar no seu ramo pelo regime soviético e os seus filmes banidos até 1975, a realizadora nunca deixou o seu país e mesmo com propostas de trabalha no Ocidente. O seu último filme foi Pleasent Moments (2006). 

 

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Outra novidade a ser apresentada como "aperitivo" do Doclisboa é a exibição de Un Jeu Si Simple, de Gilles Groulx (1964), um documentário que explora o universo do hockey no gelo. Servirá como arranque do ciclo "Uma outra América - o singular cinema do Quebec", a ser desenvolvido com colaboração com a Cinemateca Portuguesa e a Sodec, reunindo uma mostra de nomes que vai desde Pierre Perrault, Gilles Groulx, Claude Jutra, Michel Brault, Anne Claire Poirier, Marcel Carrière e Denis Côté.

 

 

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publicado por Hugo Gomes às 11:42
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Takes
10/10 - Magnífico
9/10 - Imprescindível
8/10 - Bom
7/10 - Interessante
6/10 - Razoável
5/10 - Medíocre
4/10 - Muito Fraco
3/10 - Mau
2/10 - Péssimo
1/10 - De Fugir
0/10 - Nulidade
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