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18.11.12


“My name is Bond, James Bond” quem é que nunca ouviu esta frase? Trata-se do quote de uma das mais famosas e velhas personagens do cinema, James Bond, nome de código: 007, protagonista de acção de uma série de saga cinematográfica que conta com mais de 23 filmes, ainda uma aventura não oficial (Never Say Never, 1983) e um spoof (Casino Royale, 1967), tornando-se assim num dos franchisings mais longos e antigos, contando com 50 anos de existência. E qual é a melhor forma de celebrar o 50º aniversário deste operacional agente da MI6? Um novo filme que já anda a fazer estragos nas bilheteiras de todo o Mundo, Skyfall de Sam Mendes, que se rende ao melhor e mais icónico que a saga originária do autor literário Ian Fleming consistiu. O Cinematograficamente Falando … também celebra o aniversário desta eterna figura de acção, elaborado assim um top 10 das melhores aventuras do agente ao Serviço de Sua Majestade.

 

 

 

#10) Quantum of Solace (Marc Forster, 2008)



 

A sequela linear de Casino Royale é um ensaio imparável de acção, onde mais uma vez confirma Daniel Craig como o James Bond de uma nova geração. Quantum of Solace, um dos títulos mais sugestivos da saga, foi porém castigado pela greve dos argumentistas que abateu o ano 2008, sendo que o seu guião aspire um pouco de vazio devido ao facto. Mas mesmo assim nada impediu de concluir um dos mais arrasadores filmes do agente secreto mais famoso do Mundo.

 

 

 

#09) You Only Live Twice (Lewis Gilbert, 1967)



 

Uma das grandes aventuras da era de Sean Connery. O frio e sedutor agente da MI6 que tem por hábito sorrir do perigo iminente, viaja para o Japão a fim de impedir o início de uma terceira Guerra Mundial entre as duas superpotências mundiais (EUA e Rússia). Nesta obra, James Bond irá enfrentar um dos inimigos mais mortais, a organização terrorista SPECTRE, liderada por Ernst Stavro Blofeld (Donald Pleasence).

 

 

 

#08) Thunderball (Terence Young, 1965)



 

Sean Connery de novo em grande forma como um 007 capaz de passar todos os obstáculos possíveis para conseguir cumprir a sua missão, até mesmo enfrentar os seus inimigos debaixo de água o qual esta terceira colaboração de Terence Young no franchising é repleta de fantásticas sequências submarinas. Quanto a bond girl, não poderíamos estar melhor servidos que Claudine Auger.

 

 

 

#07) From Russia With Love (Terence Young, 1963)



 

O segundo filme de James Bond é um clássico instantâneo contendo de novo um mortal Sean Connery na pele do omnipresente agente secreto da MI6. Terence Young é de novo realizador após ter iniciado a saga com Dr. No (Agente Secreto) no ano anterior, neste filme, James Bond irá enfrentar pela primeira vez a temível organização SPECTRE (uma alusão á antiga União Soviética).

 

 

 

#06) Goldeneye (Martin Campbell, 1995)



 

Tina Turner abre com estilo este primeiro filme com Pierce Brosnan na pele do sedutor agente James Bond com o seu genérico musical. Onze anos antes de Casino Royale, este Goldeneye foi talvez dos capítulos mais inovadores da saga, tendo modernizado a trama e conseguindo apresenta-la a novas audiências. Com Sean Bean, Famke Janssen e Judi Dench como “M”.

 

 

 

#05) Dr. No (Terence Young, 1962)



 

O inicio de tudo, Sean Connery como o imortalizado herói sempre com gags na manga que enfrenta vilões megalómanos (Joseph Wiseman) e também mulheres esculturais com roupas menores (Ursula Andress, como a bond girl mais icónica). Dr. No é como reduzisse todos os filmes de 007 num só modelo. Uma aventura clássica ao estilo de Ian Fleming.

 

 

 

#04) On Her Majesty's Secret Service (Peter R. Hunt, 1969)



 

Foi a primeira mudança na pele de James Bond; Sean Connery é substituído por George Lazenby, o mal-amado de todo os 007, porém ele protagoniza aquele é um dos melhores e mais pessoais argumentos da saga. O nosso agente secreto terá que ir para os Alpes Suíços para combater mais uma vez a temível organização SPECTRE que planeia fabricar uma arma biológica capaz de matar milhões. Uma missão arriscada acompanhada por vertiginosas perseguições de ski e Diana Rigg como uma interessantíssima e pessoal bond girl.

 

 

 

#03) Goldfinger (Guy Hamilton, 1964)



 

Uma escultural mulher que surge petrificada em ouro na cama de James Bond, uma das imagens de marca e icónicas da saga que dá início a uma das mais excitantes aventuras de Sean Connery como 007. Desta vez tem a seu dispor um vilão de peso, o maníaco Goldfinger (Gert Fröbe) que tem como desejo destruir todo o ouro concentrado no Mundo para assim poder destruir a sua economia.

 

 

 

#02) Casino Royale (Martin Campbell, 2006)



 

Muito discutido na altura que estreou, Daniel Craig não foi inicialmente muito bem aceite pelos seus fãs, talvez devido às suas atribuições físicas nada de relacionado com a figura de James Bond em si. Contudo este Casino Royale, talvez um dos mais fieis á obra de Ian Fleming e ao mesmo tempo o mais sofisticado, remetendo James Bond aos mais perigosos desafios até mesmo apaixonar-se, Eva Green detém esse “calcanhar de Aquiles”.

 

 

 

#01) Skyfall (Sam Mendes, 2012)



 

Skyfall tinha tudo para falhar, levar James Bond ao extremo e explorar a sua faceta mais humana e frágil como também esboçando as suas imperfeições como herói de acção, não era tarefa fácil mas o realizador Sam Mendes (American Beauty) consegue com este novo êxito da saga, uma antologia da figura criada por Ian Fleming. Referencias e homenagens são postas lado a lado com a renovação que 007 recebeu no reinado de Daniel Craig. Skyfall nos revela ainda um apurado elenco que vai desde a fria Judi Dench como M, Ralph Fiennes, Noami Harris, uma bond girl exótica que é Bérénice Marlohe e por fim Javier Bardem a relembrar o como megalómanos e psicóticos os vilões de James Bond são. Uma fita de acção completa e única.

 

 

 

Menções Honrosas – Licence to Kill (1989), Diamonds Are Forever (1971), The Man with Golden Gun (1974), Never Say Never (1983), For Your Eyes Only (1981)

 

 

Ver também

Casino Royale (2006)

Quantum Of Solace (2008)

Skyfall (2012)

 

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publicado por Hugo Gomes às 19:30
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1 comentário:
De Trashcinematrash a 17 de Março de 2015 às 21:34
Como é possivel nao meter um dos xunguissimos filmes do Roger Moore no top 10. Esse é o verdadeiro James Bond, cheesy como se quer e nao um bébe chorao como o de agora


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