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Título
Take
21.11.07

 

Real.: David S. Goyer

Int.: Wesley Snipes, Jessica Biel, Ryan Reynolds, Dominic Purcell

-

 

 

Meio vampiro, meio humano, Blade, que dedicou a sua vida a exterminar vampiros, encontra um adversário á sua altura, o mitico e unico, conde Dracula, invocado por aqueles que tanto mal querem ao nosso caçador de vampiros . A juntar a esta derradeira caçada do nosso herói, Hannibal King (Ryan Reynolds) e Abigail Whistler (Jessica Biel), ambos pertencente ao grupo de Nightstalkers, que possuem os mesmos propósitos de Blade.

Eis o esperado regresso do caçador de vampiros mais notório dos anos 90, Blade, uma personagem da Marvel Comics adaptada ao grande ecrã em 1998 por Stephen Norrington, o qual conheceu um avantajado sucesso de bilheteira e doses generosas de estilo que imortalizaram Wesley Snipes como o perfeito herói da Marvel. Em 2002, Guillermo Del Toro realiza uma sequela ainda mais insurrecta, onde utiliza os artifícios visuais mais sofisticados e proporciona um entretenimento quase surreal. Ambos os filmes de Blade foram escritos pelo argumentista David S. Goyer, que aqui toma as rédeas do projecto e apresenta aquele que poderá ser o último de uma saga que se fica por uma trilogia.

Blade Trinity – Perseguição Final apresenta um dos pesos pesados do universo vampírico, a aparição de Dracula como vilão, mas este “draculazinho” interpretado por Dominic Purcell é mais uma primaveril versão da criatura de Bram Stoker, desde que Gerard Butler interpretou o mesmo papel em Dracula 2001. Tendo um vilão tão fraco, bocejante e pouco impressionante, o resto resume a uma confusão pseudo – moralista, envolvida em cenas de acção iguais a tantas outras, com um Wesley Snipes cansado assim como o argumento.

Pois bem, que para poder atrair novos fãs, é então que surge Jessica Biel, a menina bonita da nova versão de Massacre No Texas de Marcus Nispel, Ryan Reynolds, mais conhecido com o seu registo cómico, dão nova vida a um franchising moribundo pelo tempo, infelizmente, quanto a Biel, só veio valorizar o grafismo estético da fita, contudo é de louvar o sarcasmo de Reynolds, que verdade seja dita não é má de toda. Pouco mais há para dizer de um fita tão fútil como este Blade Trinity.


 

 

4/10
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publicado por Hugo Gomes às 23:48
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