Data
Título
Take
28.7.07

 

 

Real.: David Silverman

 

Int.: Dan Castellaneta, Julie Kavner, Nancy Cartwright, Yeardley Smith, Hank Azaria, Minnie Driver, Kelsey Grammer

 

 

 

 

Em Springfield, vive uma típica família americana de nome Simpsons, o qual nela consistem; Homer, o chefe de família, mas não muito inteligente, Marge, a verdadeira dona de casa desesperada, Bart, um jovem delinquente, Lisa, uma rapariga sobredotada mas incompreendida e por fim Maggie, uma bebé que não larga por nada deste mundo a sua chupeta. Desta vez cabe a Homer salvar o Mundo (pronto, Springfield) duma desastrosa situação que ele próprio criou.

 

 

Tendo mais de 400 episódios, e uma fama mundialmente reconhecida, Simpsons é uma das mais douradoras séries da nossa televisão e um irreverente exercício de crítica e satirá á sociedade americana em geral. A sua passagem do pequeno ao grande ecrã não era tarefa fácil, porque havia nela o risco de se tornar apenas um episódio alargado, sem que possuisse um argumento capaz de sustentar um filme para mais de 85 minutos. Felizmente as preces dos fãs foram ouvidas e o aparição de Simpsons no grande ecrã é uma verdadeira surpresa, coeso e uma celebração ao verdadeiro espírito de da série.

 

 

Se a série revolucionou a televisão pela seu sentido de humor, pela composição das personagens e pela critica á dita mentalidade americana, então existem poucas coisas a dizer acerca deste filme, não o facto de ser inegável a sua qualidade, mas devido á sua inteira dependência da serie, sendo este o seu verdadeiro e grande defeito. Contudo, Simpsons tem como maior virtude o seu grande equilíbrio entre as piadas “lançadas” entre os momentos mais sérios (sim sérios), como em qualquer episódio tem a sua vertente emocional e moralista, esse aspecto que o difere das outras séries irreverentes como South Park.

 

 

O humor é do mais engenhoso que há nestes dias, não cai facilmente no humor rastreio ou de mau gosto como as séries rivais (Family Guy e American Dad). È a melhor forma de ver o verdadeiro herói americano (Homer) em mais um das suas trapalhadas e recordar a família mais famosa do Mundo, graças a um argumento sempre divertido, sólido e com boas intenções. Para já a melhor comédia do ano!

 

 

 

 

8/10
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publicado por Hugo Gomes às 15:54
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