Este fim-de-semana revi King Kong, o original clássico de 1933 (critica em breve), um magnífico filme cujo os efeitos especiais da época marcaram o Mundo e a história desesperada de uma besta e de uma bela fez encantar todos aqueles que o viram no cinema. King Kong é um dos mais poderosos filmes dos anos 30, porém mesmo tendo “adorado” a sua visualização, a obra de Merian C. Cooper e Ernest B. Schoedsack não é superior (desculpem a heresia) á revisão de Peter Jackson em 2005, não refiro isto pelos efeitos especiais, nem pela noção mais acentuada de aventura dada pelo realizador de O Senhor dos Anéis, mas sim pela ousadia de transcrever um amor impossível, em que a “bela” ao invés de resistir á força obsessiva de Kong, se cede ao seu amor “animal” convertendo-se numa das mais conversões do clássico conto de “A Bela e o Monstro”. Um dos mais belos Amores Impossíveis do cinema.
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