Real.: Carter Smith
Int.: Jonathan Tucker, Jena Malone, Shawn Ashmore
Plantas carnívoras? Elas existem na realidade, mas são algo cujo nome é despropositado e desmesurado, porém esse tipo de criaturas sempre povoaram o universo fantástico em que isso sustentou num básico estereótipo digno de qualquer premissa cientifica-horror dos anos 50. Ao contrário das bocas enormes munidas de dentes e um ar feroz semelhantes a qualquer obstáculo do popular jogo da Nintendo, Super Mário, The Ruins apenas diferencia dos tantos “road trip horror movies” pelo seu original e um pouco nostálgica entidade assassina. Inicia-se como qualquer filme do género, quatro americanos de férias no México que com a influência de um alemão aspirante a arqueólogo vão visitar um templo Maia que não se encontra em nenhum mapa. Ao chegar ao local são mantidos dentro das ruínas pelos aborígenes e é lá que entram num jogo de sobrevivência, onde se esconde um muito antigo predador, uma planta carnívora com tudo aquilo que tem direito. Como filme de terror, The Ruins é previsível, mas nada que não garante um belo par de sustos, arrepios e alguma força psicológica, mesmo que limitada quanto á trama. As interpretações, essas, são desequilibradas variado por momentos entre a ênfase dramática até ao desespero que não convence nem ao santo espectador. Em suma; uma tentativa de frescura caindo no fracasso rotineiro.
A não perder – Para fugir um pouco dos psicopatas de mascara branca ou engenheiros com manias de Deus.
O melhor – a entidade assassina, única lufada de ar fresco
O pior – o filme é um bocejo, tão cliché e mais que cliché
Recomendações – The Descent (2005), The Happening (2008), Anaconda (1997)
Cinebloggers Awards - Vencedores 10/11
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