Data
Título
Take
25.7.07

Real.: Joel Schumacher

Int.: Colin Farrell, Kiefer Sutherland, Forest Whitaker, Katie Holmes

 

Stu (Colin Farrell) é um consultor de média que se vê preso numa situação um pouco invulgar, depois de atender uma chamada duma cabine telefónica, vê-se encurralado entre uma teia de chantagens e pequenos jogos mortais encabeçados por um misterioso homem (Kiefer Sutherland) do outro lado da linha com uma rifle apontada a Stu. Caso se ele desligar é morto. O pior é quando este é ameaçado por um chulo que aclamava a sua cabine, como local de trabalho para as suas prostitutas, e é morto por um tiro do rifle do misterioso homem. E é quando a polícia chega ao local, Stu tem nas suas mãos a vida de três pessoas, uma delas é ele próprio, caso se ele desligar.

Joel Schumacher é um realizador muito criticado pela crítica (bem ou mal) sendo muito dos seus projectos estimáveis (Time to Kill, Tigerland) e por vezes excretáveis (Batman E Robin). Porém este Phone Booth é um das maravilhas da sua carreira onde a sua grande valia é a apresentação dum argumento fresco e original escrito por Larry Cohen.

Sendo esse o seu verdadeiro trunfo, o bem escrito argumento, o filme ainda nos brinda com uma boa direcção de actores; Colin Farrell apresenta-se com toda angústia um homem desesperado, uma interpretação bastante credível, a voz de Kiefer Sutherland consegue ser arrepiante, um talento vocal bem escolhido e até mesmo Forest Whitaker dá um show de talento sendo a sua presença bastante forte. A única que não fora tão bem concebida é o desempenho de Katie Holmes, uma presença insonsa e vulgar, mas que felizmente os outros perfomances conseguem ofusca-la.

Quanto á realização, o trabalho de Joel Schumacher não é genial, tendo em seguir as novas tendências dos realizadores videoclippers, principalmente nas cenas iniciais, todavia este se encontra irreconhecivel, assumindo um entidade mais sofisticada e actual, que fazem com que Phone Booth seja um belo exercício como thriller com inumeras bases ao universo de Hitchcock e um entretenimento não aconselhável para os hipertensos. É sempre agradável de ver um filme assim.

 

 

7/10
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publicado por Hugo Gomes às 23:53
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