Data
Título
Take
6.9.07

 

Real.: Paul W.S Anderson

Int.: Sanaa Lathan, Raoul Bova, Lance Henriksen

 

 

Uma misteriosa pirâmide na Antárctida é descoberta pelo satélite Bishop, pertencente ao multimilionário Charles Bishop Weyland (Lance Henriksen), um apostador do avanço científico que vê neste achado, uma das maiores descobertas do século. Reúne uma equipa, liderada por Alexa Woods (Sanaa Lathan), para explorar o achado arqueologico. Mas quando estes chegam á pirâmide confrontam-se com uma batalha entre duas raças alienígenas que dura á séculos.

O que era para ser um evento cinematográfico de tamanha dimensão (juntar dois alienígenas de tal carisma no mesmo ecrã é de facto memorável), é na verdade um festim de pancadaria adolescente com uma marca incontornável de Paul W.S Anderson, o qual a sua obra-prima é de facto, o primeiro Resident Evil. Na verdade é que Alien Vs Predador falha em quase todos níveis, no argumento, nas personagens, nas batalhas e no enredo.

Ao contrário da saga Alien, iniciada em 1979 com Alien – O Oitavo Passageiro, um dos melhores thrillers espaciais alguma vez feito e revisto por James Cameron em 1986, para não falar dos seguimentos de David Fincher, uma das mais interessantes incursões e de Jean-Pierre Jeunet a tentar um novo fôlego, é uma saga bastante interessante, adulta e em termos de qualidade entre as sequelas, uma das melhores construídas por Hollywood. Cheia de cenas memoráveis, recriação de um novo tipo de terror, Alien talvez seja um saga tão intocável para um realizador do calibre de Paul W.S Anderson, o qual não conseguiu arranjar mais nenhum actor para o projecto do que protótipos das personagens da saga original, vejamos, em termos de protagonista, Sanaa Lathan, que vimos ao lado de Denzel Washington em Out Of Time, não possui a mesma garra de Ripley (a protagonista de todos os Aliens), nem mesmo de Alice de Resident Evil de Anderson, até mesmo o regresso de Lance Henriksen não é fiável e o resto, bem o resto claramente não interessa e é tudo carne para canhão.

Ao fim de 40 minutos, o filme perde toda a sua promessa e arrasta-se entre o cliché, a previsibilidade e pelo mau uso do enredo, apenas salvando num twist final amnésico. Não é dos melhores o esperado confronto entre as duas raças alienígenas.

 

 

4/10
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publicado por Hugo Gomes às 11:56
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