Data
Título
Take
13.8.07

 

Real.: Brad Silberling

Int.: Liam Aiken, Emily Browning, Jim Carrey, Jude Law, Meryl Streep, Timothy Spall, Dustin Hoffman

 

 

Os irmãos Baudelaire; Violet, uma adolescente com o dom da invenção, Klaus, um jovem apreciador de livros, Sunny, uma bebé que tem como interesse morder coisas, acabam de perder os pais num misterioso incêndio e são obrigados a morar com um malvado tio que tem como profissão a representação, que está interessando na fortuna herdada aos irmãos.

Com o Natal ai á porta, surge-nos os mais sugestivos filmes de época do ano, entres eles este interessante Uma Serie Desgraças, que é na sua forma um pouco enganadora; para quem pensa que vai ver um daqueles filmes característicos de Jim Carrey, então estão bastante enganados, quem pensa que vai encontrar um básico filme de fantasia exclusivamente indicado aos mais pequenos, então deve estar a fazer confusão. Antes de mais; Uma Serie De Desgraças é uma adaptação fiel da serie literária A Series Of Unfortunate Events, que são compostos por três livros dependentes que tornaram-se obras de culto no universo adolescente retratado as bizarras aventuras dos Baudelaire e da tirania do excêntrico conde Olaf, bem caracterizado no filme por Jim Carrey, que ao mesmo tempo confronta-se com o seu ego e a compostura da personagem.

Embora possuir Jim Carrey, os momentos mais divertidos destes pertencem às gémeas Hoffman que interpretam a bebé Sunny, que é acompanhada por legendas. No fundo o filme não é bem uma comédia, por vezes atribui-se traços negros e todo aquele enredo a la miserables, seguida por uma emocionante e interessante narrativa dada pela voz de Jude Law levando-nos a momentos invulgares. No filme também podemos contar com uma bizarra composição de Meryl Streep na sua personagem e o cameo de Dustin Hoffman, mas o verdadeiro destaque do filme está na interpretação de Liam Aiken e Emily Browning, nos papéis dos irmãos Baudelaire mais velhos, sendo umas das melhores interpretações juvenis do ano.

Eis um bizarro conto negro, que nos faz lembrar um filme de Tim Burton, mas Brad Silberling anda lá perto, mas não chega a “arranhar” a mestria do cineasta. Um dos mais sugestivos filmes de Natal do ano, certamente para todas as idades, mas que os mais velhos apreciarão mais, nem que seja pela estranha e atraente fotografia.

 

 

 

 

7/10 ***


publicado por Hugo Gomes às 13:25
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