23.6.17

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Chega-nos um novo trailer de Battle of the Sexes, considerado como um possível candidato aos prémios de final do ano e quem sabe … aos Óscares.

 

Dirigido por Jonathan Dayton e Valerie Faris (a mesma dupla que nos trouxe Little Miss Sunshine), eis a história verídica de um duelo de tennis entre dois jogadores de sexos diferentes. Denominados de “batalhas dos sexos”, estas séries de partidas entre géneros iniciaram em Maio de 1973 (mesmo existindo o registo de jogos do mesmo género anos antes).

 

O filme aborda o segundo duelo e o primeiro a ser transmitido pela televisão nacional, a disputa entre os tenistas Billy Jean King e Bobby Riggs, que decorreu em no dia 20 de Setembro de 1973. Steve Carell, Emma Stone, Elisabeth Shue, Sarah Silverman, Alan Cumming e Jessica McNamme completam o elenco.

 

 

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publicado por Hugo Gomes às 23:33
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21.6.17

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Chega-nos o primeiro trailer de Índice Médio de Felicidade, o novo filme de Joaquim Leitão, realizador de alguns dos maiores êxitos do cinema português (Adão e Eva, Tentação, Sei Lá).

 

Baseado num premiado livro de David Machado, Índice Médio de Felicidade remete-nos a um homem (Marco D’Almeida) que tinha tudo, mas a sua vida começa a desmoronar após virar desempregado.

 

Dinarte Freitas, Ana Marta Contente, Tomás Andrade e António Cordeiro são alguns dos atores que poderemos contar nesta produção de Tino Navarro, com argumento de Tiago Santos (Os Gatos Não Têm Vertigens, Perdidos). Estreia a 31 de Agosto.

 


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publicado por Hugo Gomes às 16:39
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Más notícias para o universo Star Wars, o spin-off de Han Solo acaba de perder os seus realizadores. Phil Lord e Christopher Miller estão de saída, tendo como justificação "divergências criativas". "Infelizmente, a nossa visão e procedimento não estão alinhados com as dos nossos parceiros neste projecto. Normalmente não somos fãs da frase 'divergência criativa', mas por uma vez esse cliché é verdadeiro. Estamos orgulhosos pelo nosso trabalho e o maravilhoso trabalho de primeira do nosso elenco e equipa."

 

Em declaração, Kathleen Kennedy, presidente da Lucasfilm, elogiou o trabalho efectuado pela dupla mas salientou as diferentes visões como uma impossibilidade de cooperação. Segundo esta, um novo realizador será anunciado brevemente.

 

Recordamos que  Han Solo: A Star Wars Story, começou a ser rodado no passado mês de Fevereiro, a Disney / Lucasfilm revelaram o agendamento de "reshoots" (refilmagens e novas cenas) para o projecto. Alden Ehrenreich assume o papel do famoso mercenário nos seus tempos de jovialidade, tendo possivelmente como subenredo o primeiro encontro com o seu parceiro do crime, Chewbacca. Emilia Clarke e Woody Harrelson encontram-se igualmente no elenco.

 

Com estreia prevista para Maio de 2018.

 

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publicado por Hugo Gomes às 01:05
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20.6.17

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O actor britânico Ben Kingsley (Gandhi, The Schindler’s List) vai desempenhar Adolf Eichmann, oficial nazi e um dos principais “cabecilhas” das forças SS, assim como um dos “maestros” da chamada Solução Final (o plano para extermínio dos judeus em massa).

 

O filme, intitulado de Operation Finale, será uma reconstituição da captura de Eichmann na Argentina por espiões israelitas, e o seu transporte “clandestino” para o Estado de Israel, de forma a ser julgamento e condenado à morte.

 

Com rodagem agendada para este Outono na Argentina, a obra contará com realização de Chris Weitz (Golden Compass, Twilight Saga: New Moon) e Oscar Isaac (X-Men: Apocalypse) estará igualmente no elenco.

 

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publicado por Hugo Gomes às 00:46
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19.6.17

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O Tom que veio do frio!

 

Touko Laaksonen, um ex-tenente do exercito finlandês, encontrava-se em Guerra com os russos, conflito que perderam como reza a História, mas não era esse palco de guerra que o interessava. A verdadeira batalha residia no seu interior, nas dúvidas da sua sexualidade, nos seus desejos e afectos. Touko não se envergonhava dessa sua homossexualidade, aliás utilizava-a como uma afronta a uma sociedade restringida e intolerável para novas ideias e movimentos. Os seus desejos eram metamorfoseados em desenhos, gravuras que criava e que apresentavam um misto de erotismo e devaneio, ilustrações que viriam marcar gerações e influenciar um estilo de vida.

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Contudo, Touko, de forma a não comprometer o seu nome de família e a sua reputação na sociedade finlandesa, descartava o seu verdadeiro nome nas assinaturas, ao invés disso, chega-nos Tom… Tom of Finland, o activista que veio do frio com “criações” escaldantes. Inspirações não é o que falta nos trabalhos de Tom, e isso é indiscutível nas mais diferentes frentes, desde a literatura, as artes plásticas, a música e até o cinema (sublinhamos sobretudo Querelle, de Fassbinder). Porém, este Tom of Finland, rabisco ao serviço de um esboço para o enésimo modelo do biopic convencional, é um deserto de ideias e sobretudo de um cinema mais transgressivo em conformidade com os desenhos da personalidade mencionada.

 

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É o fazer bonito e academicamente aceite, Dome Karukoski torna-se num mero artesão sem voz nem personalidade, deixando os eventuais oásis da sua jornada pelo caminho (se poderia acentuar as fantasias eróticas de Touko, assim como o ocasional “amigo imaginário” que surge sem aviso no seu quarto). Nada disso, Tom of Finland é um puro animal amestrado, apenas valorizado pela sua História comprimida a um formato pedagógico, sem qualquer textura cinematográfica.

 

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Perdeu-se um filme, personagens e reconstituições histórias, e no seu lugar consegue-se uma gota numa imensidão marítima. O “artista de pilas”, como é apelidado a meio deste longa-metragem, merecia bem mais que um rascunho.

 

Filme de abertura do 13º FEST: Festival Novos Realizadores e Novo Cinema

 

Real.: Dome Karukoski / Int.: Jakob Oftebro, Werner Daehn, Jimmy Shaw

 

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publicado por Hugo Gomes às 23:04
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18.6.17

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Gérard Courant, de cognome Homem-Câmara, cineasta que explorou de forma intensificada as potencialidades do formato Super 8, estará na Cinemateca-Portuguesa Museu do Cinema, de 19 a 24 de Junho, para apresentar uma retrospectiva dedicada à sua pessoa. Serão cinco sessões a ter lugar na Sala Luís de Pina, sempre às 18:30, contando com a presença do experimental realizador.

 

Courant iniciou no cinema, nos anos 70, com objectivos de amplificar um registo independente e livre. Foi nesse período que concebeu os Carnets Filmés, diários fílmicos que assumem simultaneamente a atitude de esboços para futuros projetos. O realizador conduziu variados experimentos que vão desde ensaios audiovisuais com ligação a outros cineastas e filmes, até à sua instalação fílmica, o “filme mais longo da História”, ainda em construção. Esse projecto, Cinématon, que arrancou em 1978 e que já contabiliza com uma duração de 198 horas compostas por filmagens em Super 8, obedecendo a um modelo rigoroso: um grande plano fixo único filmado em câmara num tripé, sobre o rosto da pessoa filmada, sem som e com uma duração igual à totalidade de uma bobine em Super-8, ou seja, três minutos e vinte e cinco segundos, uma longevidade de plano anti-natura do sistema académico cinematográfico. Segundo Courant, Cinématon, esse filme em peças, foi inspirado nos seus “estudos” às figuras de Andy Warhol e de Chantal Akerman.

 

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Recentemente, as Éditions Harmattan publicaram o dvd duplo Jean-Luc Godard par Gérard Courant e um livro de entrevistas a ser lançado ainda este ano. Para além disso, Courant é autor de livros sobre o cinema de Werner Schroeter e de Philippe Garrel.

 

É de mencionar que nesta retrospectiva, Gérard Courant organizou um programa de Cinématons de célebres cineastas, incluindo Manoel de Oliveira, Pedro Costa e Isabel Ruth. Para mais informação, consultar aqui.

 

 

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publicado por Hugo Gomes às 18:14
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17.6.17

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Stallion of Finland

 

Em 1976, nas ruas de Filadélfia (bem poderia ser uma música de Bruce Springsteen) surgia um boxeur underground com as ambições de competir na grande liga. Intitulado de Italian Stallion, ele conseguiu essa oportunidade de estar entre os grandes e, não só, também combater com o na altura campeão de pesos-pesados, Apollo Creed. O leitor certamente já deu de caras com o filme que proponho, Rocky, a tão popular ascensão cinematográfica que arrebatou meio mundo e o tão cobiçado Óscar de Melhor Filme. Porquê falar de Rocky, visto que o cinema já abordava o pugilismo como um espectáculo cinematográfico? Sim, com devida razão, o filme não foi, nem será, o primeiro, nem o último exemplar do seu género. Contudo, a obra teve a capacidade de revitalizar esse amor tão antigo entre o boxe com a Sétima Arte, quiçá, o desporto mais simbiótico com a grande tela.

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E é com tão popularizado jab que seguimos para um opositor, 41 anos depois e mesmo assim o combate que mais fala a sua linguagem. Eis O Dia Mais Feliz na Vida de Olli Mäki que tão bem poderia passar por uma criação qualquer de Aki Kaurismaki, mas não é. No centro desse "embuste" estético (a fotografia preto-e-branco visualmente granulada coloca-nos nesse equívoco e, ao mesmo tempo, requisita a memória de algumas obras desse grande nome do cinema finlandês (Calamari Union, Juha ou até Take Care of Your Scarf, Tatjana, de forma a citar alguns)), encontramos o jovem Juho Kuosmanen a dirigir esta história de underdogs rumo ao estrelato, ou pelo menos, a restringir-se a esse mesmo rumo.

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Desde os primeiros minutos, o espectador apercebe-se do tipo de espectáculo para que veio, um filme do "ia sendo", onde todas as personagens estão em plena colisão com a mais triste das belezas (relembrando as palavras de Fernando Lopes, e porque não encontrar aqui o fôlego de Belarmino) - a derrota. Ao contrário do sucedido há 41 anos, o romance é frio entre as duas plataformas, Kuosmanen não está interessado em feel-good movies, não no sentido mais óbvio da palavra, o nosso pugilista que veio do meio rural pronto para lutar pelo título não se faz com um mero içar do cinto premiado ou pelo ding dong final do sino. Os momentos em que concentramos a "felicidade" inerente da personagem principal, em transmissão com a audiência, é a sua ingénua disposição para o romance (não com o desporto, mas com a sua rapariga), tão tímido que parece apagado no meio desta insuflação de um campeão, mas que ganha força como inevitável prémio de consolação perante o tão iminente fim.

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'Olli Mäki é em todo o caso um anti-Rocky, uma afronta às mensagens inspiradoras, ao lema de "seguir os nossos sonho" mesmo que o nosso redor diga exactamente o contrário. Kuosmanen atira-nos para um poço sem inocência, a um desporto motivado pela onda capitalista, pela criação de uma fantasia anoréctica em prol de uma população desesperançada, forçada a risos contrariados, para ser conduzido a um final sem sabor, onde, por fim, olhamos com algum brilho para a sua verdadeira ingenuidade - o amor impera apesar das contradições e é nele que se acredita. Por um lado, queremos acreditar na beleza e paixão trazida por um Rocky, porém, devemos lembrar que o boxe é como a vida: há que saber como bater, mas acima de tudo há que aprender como levar, cair e levantar.

 

Real.: Juho Kuosmanen / Int.: Oona Airola, Eero Milonoff, Jarkko Lahti

 

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publicado por Hugo Gomes às 17:37
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Morreu John G. Avildsen, o galardoado realizador de Rocky (1976), o tão popular filme de pugilismo que lançou Sylvester Stallone para o estrelato. Segundo o seu filho e a Los Angeles Times, Avildsen faleceu nesta sexta-feira (16 de Junho), num hospital de Los Angeles, por consequências de um cancro no pâncreas.

 

Tendo estreado no cinema em 1963 como actor e assistente de produção, Avildsen deixa para trás uma carreira ligada a muitas obras de grande êxito e de fácil reconhecimento com o público. Entres seus trabalhos mais conhecidos podemos incluir o primeiro e segundo Karate Kid (1984 & 1986), o thriller The Formula (1980), onde reunia os actores Marlon Brando e George C. Scott, o elogiado Lean on Me (1989) e The Power of One (1992). Tinha 81 anos.  

 

John G. Avildsen (1935 – 2017)


publicado por Hugo Gomes às 02:01
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16.6.17

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Domhnall Gleeson (Brooklyn) e Margot Robbie (Suicide Squad) são os protagonistas de Goodbye Christopher Robin, um filme de Simon Curtis (Woman in Gold) que nos remete à vida de A.A. Milne, o criador da personagem Winnie the Pooh.

 

Segundo consta, Milne baseou a sua criação através das brincadeiras do seu filho, Christopher Robin. O filme tem estreia prevista Novembro em território norte-americano, época apelidada de "awards season" (temporada de prémios).

 

 

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publicado por Hugo Gomes às 23:22
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FEST - Festival Novos Realizadores e Novo Cinema é um festival de descoberta, composto por um cinema a merecer a sua aventura com “estranhos” a "lutar" pelo seu lugar na Sétima Arte. Veremos se daqui sairá um novo cineasta, aquele nome a ser recordado nos próximos tempos, a ser distinguido pela sua visão e a servir de estudo para a posterioridade. Enquanto, isso, com pressupostos e premonições, a mostra de cinema de Espinho trairá consigo novidades que vão "aquecer" os sete dias completamente dedicados à arte de fazer cinema. No programa estará desde masterclasses (Training Ground), pitching foruns e como é óbvio, uma competição de longas assim como de curtas-metragens.

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Na competição principal, serão onze longas-metragens, ficcionais e documentais, repartidas em 11 nações, com objectivo no Lince de Ouro, o prémio máximo do certame. Apesar de serem primeiras e segundas obras, estas encontram-se longe do amadorismo, promete e garante a organização que promove estas “pérolas” de primeira, algumas delas já premiadas em anteriores festivais (como é o caso de As You Are, do jovem norte-americano Miles Joris Peyrafitte, com o Prémio do Júri em Sundance no currículo) e outros marcados pela euforia da crítica.

 

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A mostra abrirá com Tom of Finland, de Dome Karukoski (o realizador estará presente), baseado na história de Touko Laaksonen, um ex-militar que se tornou num símbolo da revolução gay na Finlândia. O filme seguirá esse ativismo de perto, assim como a explosão artística induzida por Laaksonen. Como encerramento, o FEST nos levará ao ambiente sufocante da austeridade com a produção espanhola The One Eyed King, de Marc Crehuet (também presente), uma comédia negra de atual contexto social. Nas curtas, para além da competição do Lince de Prata, destaca-se a composição de trabalhos iranianos e gregos na formação da secção Flavours of the World e ainda um olhar pleno pelo futuro da Europa na secção Be Kind Rewind.

 

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Não desprezando a selecção e os seus filmes, a “joia da coroa” do FEST é certamente o Training Ground, que este ano prevê mais de 25 formações correspondentes a diferentes áreas da produção cinematográfica. Serão num total mais de 30 oradores convidados, entre eles nomes de luxo como Melissa Leo, a actriz vencedora de um Óscar em The Fighter, de David O’Russell, Nuno Lopes, o português consagrado com um prémio de interpretação no último Festival de Veneza com São Jorge, de Marco Martins, e ainda o diretor de fotografia Ed Lachman (Carol, The Virgin Suicides), o designer de produção Allan Starski (The Pianist, The Schindler’s List) e o escultor Brian Muir, que fora o responsável pela conceção da máscara de Darth Vader em Star Wars.

 

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Em paralelo, existe também o habitual Pitching Forum, um programa de pitch de documentários, séries, curtas e longas-metragens, onde os participantes serão ouvidos por um painel de experts, com o objetivo de produzirem e financiarem os sugeridos projetos. O FEST Surf, que transformará a praia de Espinho numa sala de cinema ao ar livre, e ainda o FESTinha, direcionado ao público mais jovens – desde os 3 aos 16 anos –, conversas cinematográficas, o FESTival Village, masterclasses e como não poderia deixar de ser, festas temáticas.

 

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A 13ª edição do FEST prolongará até dia 26 de junho no Centro Multimeios de Espinho. Para mais informação sobre a programação, ver aqui.

 

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publicado por Hugo Gomes às 22:38
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Sexta-Feira 13, assassinos mascarados, "scream queens", temos todos os elementos para mais uma slasher movie a estrear nos nossos cinemas em tempo de Halloween, mas Happy Death Day tem um contraponto - a nossa protagonista terá reviver a sua própria morte de forma repetitiva.

 

Dirigido por Christopher Landon (Scouts Guide to the Zombie Apocalypse) e com produção da Blumhouse (Get Out, Insidious), Happy Death Day tem sido descrito pela imprensa norte-americana como uma versão mórbida de Groundhog Day (O Feitiço do Tempo). Jessica Rothe (La La Land), Israel Broussard (Bling Ring), Ruby Modine (da série Shameless) e Rachel Matthews compõem o elenco.

 


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publicado por Hugo Gomes às 14:06
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15.6.17

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The Third Man (Carol Reed, 1949)

 

 

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publicado por Hugo Gomes às 00:38
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14.6.17

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Apesar do êxito financeiro, a saga Fifty Shades of Grey (Cinquenta Sombras de Grey) tem estado bastante longe da aclamação geral, a crítica o despreza e o público, maioritariamente ridiculariza-os (um pouco à imagem do anterior Twilight). Mas curiosamente, existe alguém que parece encontrar-se arrependido quanto à sua experiência nesta adaptação do conto erótico de E.L. James. E essa pessoa, é nada mais, nada menos, que Sam Taylor-Johnson, a realizadora do primeiro filme do franchise.

 

Até há algumas semanas, Taylor-Johnson detinha o título de realizadora com Melhor Box-Office. Título, esse, que iria ser superado pela Patty Jenkins e a sua Wonder Woman. Contudo, Cinquenta Sombras de Grey conseguiu uns impressionantes 570 milhões de dólares mundiais, chegando mesmo a superar a sequela que de momento só fizera 378 milhões.

 

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Numa entrevista à The Sunday Times, a realizador chegou mesmo a afirmar que se pudesse voltar atrás nunca teria aceitado o cargo na direcção do projecto, considerando mesmo que seria “maluca” se o fizesse. O seu arrependimento advém, sobretudo, dos conflitos que obtiveram durante a produção, principalmente com a escritora E.L. James que pretendia maior controlo na longa-metragem.  

 

Foi uma luta, houve muitos tête-à-têtes, e eu tentava leva-lo para o lugar [certo]. Gosto de toda a gente e fico realmente confusa quando eles não gostam de mim. Fiquei tão confusa com E.L. James. Não entendo quando não consigo dar-me com uma pessoa, não há simplesmente sinergia.”

 

Questionada se teria algum interesse de acompanhar o andamento da saga, Taylor-Johnson resumiu em poucas palavras: “Nem sequer vou vê-los. O meu interesse é zero”.

 

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No final das contas, Taylor-Johnson saiu da saga, tendo sido substituída por James Foley que assinou o segundo e ainda o inédito terceiro e derradeiro filme. Niall Leonard, o marido da própria escritora E.L. James, tornou-se no novo argumentista. Enquanto isso, a realizadora apenas filmou dois episódios de Gipsy, uma série da Netflix ainda por ser lançada, e prepara um novo projeto com o seu marido, o actor Aaron Taylor-Johnson.

 

Fifty Shades Freed (Cinquentas Sombras Livres) tem estreia prevista para Fevereiro de 2018.

 

 

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publicado por Hugo Gomes às 21:10
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13.6.17

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Eis o primeiro trailer da nova versão de Flatliners (Linha Mortal), o êxito de Joel Schumacher que colocava o actor Kiefer Sutherland ao lado de William Baldwin, Kevin Bacon e Julia Roberts a «brincarem» com a morte.

 

Recordamos que no filme seguimos cinco estudantes de medicina que decidem realizar experiências científicas em si próprios, no intuito de determinar se há algo para além da morte. Clinicamente mortos, eles experienciam (um de cada vez) as lembranças traumáticas do passado, antes de serem reanimados.

 

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Ellen Page, Diego Luna, Nina Dobrev, James Norton, Kiersey Clemens e o retornado Kiefer Sutherland estarão no elenco. Ben Ripley, responsável por Source Code (Código Base), escreveu o argumento, e Niels Arden Oplev – realizador da versão sueca de Millennium - toma as rédeas do projecto.

 

O filme tem estreia marcada para Setembro deste ano.

 

 

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publicado por Hugo Gomes às 15:10
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11.6.17

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Dick Tracy: No grief for Lips?

Breathless Mahoney: I'm wearing black underwear.

Dick Tracy: You know, it's legal for me to take you down to the station and sweat it out of you under the lights.

Breathless Mahoney: I sweat a lot better in the dark.

 

 

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publicado por Hugo Gomes às 01:16
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10.6.17

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Morreu Adam West, o actor que ficou célebre como o Batman / Bruce Wayne da série televisiva dos anos 60. Faleceu na noite de Sexta-Feira (09/06), em Los Angeles, tinha 88 anos.

 

Nascido em Washington, EUA, a 19 de Setembro de 1928, William West Anderson licenciou-se em literatura e psicologia e começou no mercado de trabalho como disco jockey numa estação de radio local. Integrou na televisão, pela primeira vez em 1954, com a série The Philco Television Playhouse. Desde então tem intercalado a carreira com o pequeno e grande ecrã, nesta última, tendo grande estreia no drama Milionários de Filadélfia (The Young Philadelphians, 1959), com Paul Newman e Barbara Rush no elenco principal.

 

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Mas o grande salto de West deu-se em Batman, a popular série camp que originou um filme em 1966 e ainda uma curta, onde o “cavaleiro das trevas” uniria forças com Batgirl. Desde então a sua presença tornou-se mais que habitual em ambos as plataformas, tendo como adição as constantes participações nas animações. O actor tornou-se num símbolo de jubilo e de loucura, e a sua homónima personagem na igualmente popular animação Family Guy é um exemplo disso.

 

Segundo a imprensa, Adam West faleceria em consequência da sua batalha contra a leucemia, pelo qual diagnosticado.

 

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Adam West (1928 – 2017)

 


publicado por Hugo Gomes às 17:22
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É-nos divulgado o primeiro trailer de Black Panther (Pantera Negra), a nova aventura da Marvel Studios agendado para 2018, com um dos seus heróis menos conhecidos a protagonizá-lo.

 

Black Panther surgiu pela primeira vez no MCU (Marvel Cinematic Universe) durante o conflito do Captain America: Civil War. Trata-se do alter-ego de T'Challa (Chadwick Boseman), príncipe da região de Wakanda (país fictício do continente africano) que protege os seus cidadãos através do seu "disfarce" e tecnologia de ponta.

 

Michael B. Jordan, Lupita Nyong'o, Forest Whitaker, Andy Serkis, Martin Freeman e Angela Bassett completam o elenco, enquanto Ryan Coogler (Creed) encontra-se instalado na cadeira de realizador. Estreia prevista para Fevereiro do próximo ano.

 

 

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publicado por Hugo Gomes às 12:04
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9.6.17

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Noites felizes, filmes tristes!

 

Despedidas de solteiros em comédias é a garantia de caos e leis de Murphy ao quadrado. Rough Night (com o estranho título traduzido de Girls Night) é o enésimo uso do lema: “um mal nunca vem só”, e não é preciso citar After Hours, de Scorsese, para automaticamente apercebermos de que filme se trata. O enredo centra-se num grupo de 5 amigas que partem para o “fim-da-semana das suas vidas” numa Miami em modo Spring Breakers. Por entre a diversão, noites vividas pela musicalidade, o álcool e a droga, a trupe mata acidentalmente um stripper. Resultado, há que livrarem-se do corpo e ocultar as provas, tarefa nada fácil visto que a postura das nossas meninas parece não ajudar nem por um bocadinho a situação.

 

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Não sigam nas cantigas quando se referem a este filme de Lucia Aniello como a “A Ressaca no feminino”, não convenhamos comparar a astúcia de um para a parvoíce do outro, e verdade seja dita, mesmo sob códigos femininos, as piadas não desgrudam do simples mau gosto. Primeiro, encontramos aqui um concentrado do pior das comédias de estúdio, de personagens bocejantes a dispositivos deus ex machina para facilitar resoluções, neste caso a justificar um homicídio.

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Rough Night recorre a essa violência e disfarça-a como uma piada prolongada, não se tratando propositadamente de humor negro, mas sim de um equívoco em relação ao “girls power”. Apelação do activismo físico e não ideológico, a vingança como ferramenta de “igualdade de géneros” e a descrição de um grupo social numa eterna busca pelo direito da diferença (e não o da integração). Tal como acontecera com o remake de Ghostbusters (sim aquele pseudo-politizado produto de 2016), não basta encher um filme de protagonistas-mulheres para automaticamente este converter-se num filme feminista. Não, basta saber expor as ideias, focar o problema e tecer a crítica necessária, ao mesmo tempo, desenvolver com alguma transparência e sinceramente as suas personagens.

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Confessamos, que nem nós sabemos o porquê de estarmos a referir isto tudo, tendo em conta que Rough Night é somente uma parvoíce (e que dispensa sexos). Nada mais que isso. Comédias há muitas, agora fazer rir … esse é que é o desafio.  

 

Real.: Lucia Aniello / Int.: Scarlett Johansson, Kate McKinnon, Zoë Kravitz, Paul W. Downs, Jillian Bell, Ilana Glazer, Ty Burrell, Demi Moore

 

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publicado por Hugo Gomes às 17:51
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8.6.17

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Começo mumificado?

 

Monstros! Monstros em todo o lado, e sem a necessidade de pagar direitos de autor, é assim que a Universal Pictures lança o seu “Universo Partilhado” – Dark Universe – de forma a não ficar atrás dos outros case study de sucessos que se têm visto por aí, nomeadamente, a pioneiro e até à data, a melhor sucedida Marvel. Contudo, o curioso caso da Universal é um olhar de certa forma nostálgico ao seu registo monstruoso de criaturas e outras histórias clássicas que hoje integram o imaginário, directamente ou indirectamente, do espectador. Antes de toda esta confusão de crossovers e afins, a Universal já integrava os seus “universos partilhados”, era lobisomens contra frankensteins, vampiros contra qualquer coisa e, em casos específicos (como House of Frankenstein (Erle C. Kenton, 1944)), com todas estas figuras em modo boys band.

 

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Depois da era clássica, os direitos desta colectânea monstruosa começaram a dispersar por outros estúdios e produtoras, até porque os direitos encontravam-se vencidos, sendo que se tornou fácil a inserção dos mesmos, resultando assim, nas mais diversas versões dos “clássicos”. A Universal Pictures perdeu terreno, mas mesmo assim aventurou-se numa recuperação. Em 1999 conseguiria colocar a Múmia no topo do box-office, mesmo que a chamada “febre do Egipto” tenha desvanecido com o tempo. Sucessivamente surgiram sequelas e até mesmo spin-offs, com algum êxito financeiro, mas artisticamente nulos e, em certos casos, reduzidos à própria caricatura. Até mesmo o herói surgido neste franchise – Brendan Fraser – pareceu ter sido “mumificado” nos tempos pós-Múmia. Mas a Universal não descansou, eles queriam monstros, a ressurreição do seu legado.

 

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Em 2004 chega-nos Van Helsing, com Hugh Jackman, que simplificaria os desejos desse mercado. A história do célebre nemésis de Drácula foi igualmente “vaporizado” pela crítica, da mesma forma que fora pelo público. Com as notícias da concorrência em que os chamados universos partilhados eram fórmulas comprovadas “cientificamente”, a Universal, cada vez mais reduzida em termos de franchises, encontraria o dispositivo perfeito para esse consolidar de criaturas. Dracula Untold foi a experiência falhada, o falso-início que não convenceu nem sequer os produtores, mas é em A Múmia onde, por fim, nos deparamos com esta introdução.

 

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Sim, uma introdução, visto que Alex Kurtzman preocupa-se mais com a representação que as personagens podem ter neste Universo do que propriamente com a desenvolvimento destas figuras, e feita as contas, temos o enésimo blockbuster mecanizado, pronto a decorrer sem surpresas nem desfeitas. O terror é elementar, reduzido a jump scares e a sustos fáceis de terceira escola, a acção é implantada sem imaginação e Tom Cruise repete-se no seu papel de sempre. Ou seja, apesar dos efeitos e desta pré-construção de um Mundo próprio, A Múmia eleva-se como um entretenimento sem personalidade e reduzido a adereços de injecção instantânea. Mesmo que a argelina Sofia Boutella se comporta devidamente como o “monstro do título”, tudo o resto parece abandoná-la a favor de um filme pleno para todos.

 

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Todavia, o grande problema desta Múmia não está inteiramente no produto em si, mas sim na indústria omnipresente que agrega. É uma cópia dos modelos mercantis com todos os marcos que poderíamos "desejar" neste tipo de produções. É previsível, cumpre a sua agenda de forma aplicada e ainda transtorna os monstros que assustaram gerações passadas, escusado será dizer que teremos mais uns episódios para “aturar” num futuro próximo. Mas este começo é tudo menos relíquia, é pechisbeque.

 

"Welcome to a new world of gods and monsters."

 

Real.: Alex Kurtzman / Int.: Tom Cruise, Russel Crowe, Sofia Boutella, Annabelle Wallis, Jake Johnson

 

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4/10
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publicado por Hugo Gomes às 15:32
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7.6.17

Abdellatif-Kechiche-Palme-d-or-pour-La-Vie-d-Adele

De maneira a poder financiar a pós-produção do seu novo projecto, Abdellatif Kechiche irá vender a Palma de Ouro, no qual foi laureado em Cannes de 2013.

 

O realizador franco-tunísio já filma desde o dia 8 de Setembro o intitulado Mektoub is Mektoub, baseado no livro de 2011, "La blessure, la vraie", de Antoine Bégaudeau. Contudo, segundo a Indiewire, Kechiche terá que abdicar do prémio atribuído pelo seu trabalho em a La vie d'Adèle (A Vida de Adèle) para conseguir terminar a obra.

 

Em declaração oficial: "Para aumentar os fundos necessários para a conclusão da pós-produção sem os atrasos adicionais, a empresa francesa de produção e distribuição Quat'Sous está a leiloar recordações de filmes relacionadas com o trabalho da Kechiche. Os itens variam desde a Palme d'Or (Festival de Cinema de Cannes 2013) até as pinturas a óleo que desempenharam um papel central na 'A Vida de Adèle' ".

 

maxresdefault.jpg

 

 

Esta não se trata da primeira vez que Kechiche experienciou um obstáculo na tentativa de concluir o seu Mektoub Is Mektoub. Durante o processo de criação, o filme converteu-se em duas partes durante a produção, o que causou disputas contratuais com a France Télévisions.

 

Mektoub Is Mektoub leva-nos a Amin, um argumentista parisiense que regressa à sua pequena vila na costa do mediterrâneo. É aí que ele vai conhecer uma bela mulher, Jasmine, e um produtor que se predispõem a financiar o seu primeiro filme. Porém, quando a mulher do produtor começa a assedia-lo, Amin vê-se numa encruzilhada de opções.

 

Acompanha-nos no Facebook, aqui, e no Twitter, aqui.

 


publicado por Hugo Gomes às 16:46
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