29.2.16

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Lee Toland Krieger, o homem por detrás do êxito de Age of Adaline, vai tomar as rédeas da realização do último capítulo do franchise Divergente, que se intitulará de Ascendant (Convergente: Parte 2).

 

Recordamos que nesta saga estamos numa Chicago distópica, espaço onde a sociedade está dividida em facções, cada uma delas destinada a cultivar uma virtude específica. Numa cerimónia anual, todos os jovens de 16 anos devem decidir a facção a que irão pertencer para o resto das suas vidas. Para Beatrice, a escolha é entre ficar com a sua família... e ser quem realmente é.

 

Divergent: Ascendant contará com Shailene Woodley, Theo James, Zoe Kravitz, Naomi Watts, Jeff Daniels, Ansel Elgort e Nadia Hilker no elenco. O penúltimo tomo da saga, Convergente Parte 1 (Allegiant), terá estreia prevista para Março deste ano.  

 

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publicado por Hugo Gomes às 20:57
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Curiosamente numa cerimónia marcada pela polémica dos "Oscars so White" e pela responsabilidade de Chris Rock em transmitir tais questões de forma satírica e directa às audiências, o habitual memoriam deste ano foi acompanhado por Dave Grohl cantando "Black Bird".

 

Um momento devidamente comovente se não fosse o facto de terem esquecido de … Manoel de Oliveira. Pelos vistos o cineasta português, aplaudido como um dos mais importantes da sua geração e sim, o marco cinematográfico de um país não foi relembrado num evento, que segundo muitos, visa em festejar o Cinema como 7ª Arte.

 

Outra grande ausência foi Jacques Rivette, mas pelo menos não esqueceram-se de Chantal Akerman.

 

 

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publicado por Hugo Gomes às 12:24
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O "vendedor de banha de cobra", como é apelidado num artigo do jornal Público, foi consagrado o Melhor Realizador do ano pela Academia de Artes e Ciência. Alejandro G. Iñarritu é o terceiro realizador a conseguir a proeza de ser laureado com o Óscar dois anos consecutivos, no seu lote poderemos encontrar John Ford (The Grapes of Wrath, How Green Was My Valley) e Joseph L. Mankiewicz (A Letter to Three Wives, All About Eve). Nos meus tempos de ingenuidade poderia considerar tal acto da Academia um merecedor feito, reconhecido pelos votantes a demonstrar as suas convicções e doutrinas cinematográficas para milhões.

 

Mas os tempos mudaram, para o Mundo como para a minha perspectiva cinematográfica, os lobbies, têm tornado esta cerimónia cada vez mais irrelevante (não me esqueço da peculiar cena de Argo receber um Óscar pelas mãos de Obama). Mas será que os prémios foram sempre relevantes? A questão aqui não é o facto de Iñarritu ser ou não ser o merecedor de tal distinção, sendo que entre os nomeados, ao lado de George Miller, tenha sido o que mais contribuiu para o percurso de tal estatueta.

 

A questão aqui é sobretudo o mediatismo envolto aos prémios, e mais uma vez terem contornado a própria História do Cinema, ou seja a premiação de Spotlight, um filme competente digamos, mas não o "melhor do ano" face a outras obras que provaram ser mais "exquisite" requinte.

 

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Mad Max foi um deles, o "barulhento" e "luzita" (para alguns) filme era um outsider na sua própria categoria de Melhor Filme, tendo em conta que Academia adora premiar sobretudo produtos mais académicos, politicamente correctos e até a certa ponto - classicistas. Uma eventual premiação da obra de George Miller poderia sobretudo colocar a Academia em constante abraços com o "vintage" (que tanto adora) e a matriz do cinema mais moderno e instintivo. Enfim!

 

Até mesmo The Revenant seria um justo vencedor nessa posição de relevância cinematográfica, a jornada passional e sangrenta de Leonardo DiCaprio tinha "estofo" para comportar-se num vencedor desta categoria, aliás era o grande favorito do público e entre os nomeados, excepto o "equivoco" de The Martian, obviamente o mais bem-sucedido em termos de bilheteira (visto que a tendência de há uns anos era premiar o mais rentável).    

 

Mas seguindo para o resto, foi tão aliviante ver Leonardo DiCaprio com a estatueta nas mãos e Brie Larson a contrariar as previsões que surgiam há alguns meses antes, onde Cate Blanchett era tida como a grande favorita num filme que "misteriosamente" não encabeçou os nomeados para Melhor Filme. Esqueceram-se de Carol e em seu lugar sobrevalorizaram obras destinadas ao esquecimento, tais como The Big Short e Brooklyn.

 

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Confesso que mesmo considerando um Sylvester Stallone numa espécie de "tio", fiquei minimamente agradado com a vitória de Mark Rylance. O eterno Rocky Balboa deu tudo por tudo num sexto filme, aquele estreado em 2006, que combinou uma personagem fictícia com as vivências reais de um homem, um desempenho marcado por essa coexistência que desafiou os parâmetros da interpretação. Em Rocky Balboa, Stallone era sincero, em Creed, o pretexto encontrado para reavivar uma saga moribunda, foi super-explorado no "mais do mesmo". Fica um aviso à navegação: por favor, deixem o Rocky em paz!

 

De resto, Alicia Vikander vence numa categoria que não era a sua (Melhor Actriz Principal se faz favor), Inside Out, sem surpresas, arrebata o Óscar de Melhor Animação deixando Anomalisa e o "pequeno" O Menino e o Mundo (uma surpresa que merece ser vista) e Saul Fia, a revelar-se como a escolha mais adequada para o lugar de Melhor Filme de Língua Estrangeira.

 

Mas de resto, este texto é uma opinião como tantas outras, até porque apesar de irrelevantes, o mediatismo torna os Óscares num constante tema que se "mete a jeito" de ser comentado, criticado, as vezes que o freguês apetecer. Mas não serão certamente este os filmes do futuro, até porque um Óscar é um consenso da Academia, não da cinefilia.

 

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publicado por Hugo Gomes às 11:18
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Spotlight surpreendeu numa noite no mínimo previsível. O filme de Thomas McCarthy consagra-se como o Melhor Filme da 88ª edição dos Óscares, os tão cobiçados prémios da Academia de Artes e Ciência, porém, Mad Max: Fury Road tornou-se no mais premiado, mesmo sendo em categorias técnicas.

 

Contudo, esta gala foi marcante com a "por fim" premiação de Leonardo DiCaprio como Melhor Actor, o seu desempenho em The Revenant ofuscou todos os concorrentes que se encontravam na corrida à estatueta. Falando no filme em questão, Alejandro G. Iñarritu faz História, tornando-se no terceiro realizador a vencer o respectivo Óscar pela segunda vez consecutiva.

 

Numa cerimónia marcada pela polémica dos "Oscars so White", uma campanha de boicote liderado por Spike Lee e Jada Pinkett Smith, constantemente relembrada pelo host, Chris Rock, Brie Larson é considerada a Melhor Actriz, deixando para trás a outra favorita da noite, Cate Blanchett (Carol). Alicia Vikander (The Danish Girl) é a Melhor Actriz Secundária e Sylvester Stallone (Creed) perde a sua oportunidade, deixando escapar a estatueta Actor Secundário para Mark Rylance em Bridge of Spies.

 

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Melhor Filme
Spotlight

 

Melhor Realizador
The Revenant - Alejandro G. Iñárritu

 

Melhor Actriz
Brie Larson em Room

 

Melhor Actor
Leonardo DiCaprio em The Revenant

 

Melhor Actor Secundário
Mark Rylance em Bridge of Spies

 

Melhor Actriz Secundária
Alicia Vikander em The Danish Girl

 

Melhor Argumento Adaptado
The Big Short - Charles Randolph e Adam McKay

 

Melhor Argumento Original
Spotlight - Josh Singer & Tom McCarthy

 

Melhor Filme de Animação
Inside Out - Pete Docter and Jonas Rivera

 

Melhor Cinematografia
The Revenant - Emmanuel Lubezki

 

Melhor Guarda-Roupa
Mad Max: Fury Road - Jenny Beavan

 

Melhor Documentário
Amy - Asif Kapadia e James Gay-Rees

 

Melhor Curta Metragem (Documental)
A Girl in the River: The Price of Forgiveness - Sharmeen Obaid-Chinoy

 

Melhor Edição
Mad Max: Fury Road - Margaret Sixel

 

Melhor Filme Estrangeiro
Saul Fia (Hungria)

 

Melhor Maquiagem & Penteados
Mad Max: Fury Road - Lesley Vanderwalt, Elka Wardega e Damian Martin

 

Melhor Banda-Sonora
The Hateful Eight - Ennio Morricone

 

Melhor Música Original
Writing's On The Wall -  Spectre

 

Melhor Design de Produção
Mad Max: Fury Road

 

Melhor Curta-Metragem (Animação)
Bear Story - Gabriel Osorio e Pato Escala

 

Melhor Curta-Metragem (Ficção)
Stutterer - Benjamin Cleary e Serena Armitage 

 

Melhor Edição de Som
Mad Max: Fury Road - Mark Mangini e David White

 

Melhor Mistura de Som
Mad Max: Fury Road - Chris Jenkins, Gregg Rudloff e Ben Osmo

 

Melhores Efeitos Visuais
Ex Machina - Andrew Whitehurst, Paul Norris, Mark Ardington e Sara Bennett

 

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publicado por Hugo Gomes às 08:47
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28.2.16

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Por mais que se odeia ou que se adora, os Óscares são os prémios mais mediáticos do Cinema, e é normal que meio Mundo não fale doutra coisa em vésperas da tão antecipada entregue. Como é de esperar o Cinematograficamente Falando revela as apostas para mais uma noite de glamour e muitos prémios. 

 

Melhor Filme - Mad Max: Fury Road

Melhor Filme de Língua Estrangeira - Saul Fia

Melhor Actor - Leonardo DiCaprio (The Revenant)

Melhor Actriz - Brie Larson (Room)

Melhor Actor Secundário - Sylvester Stallone (Creed)

Melhor Actriz Secundária - Alicia Vikander (The Danish Girl)

Melhor Realizador - Alejandro G. Iñarritu (The Revenant)

Melhor Filme de Animação - Inside Out

 

 

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publicado por Hugo Gomes às 17:31
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Com a "enxurrada" de filmes de super-heróis que teremos a nosso dispor neste 2016, desde Batman a X-Men, a Rússia decide juntar mais um ao lote com The Guardians: Sovietic Union Superheros.

 

Tendo como título original Zashchitniki, esta obra de Sarik Andreasyan (American Heist) leva-nos aos tempos da Guerra Fria, onde quatro sobre-humanos protegem a União Soviética das eventuais ameaças. No primeiro teaser, ficamos a conhecer um desses membros, Khan (Sanzhar Madiyev), um "espadachim" com atributos para além da nossa imaginação.

 

The Guardians tem estreia marcada para Dezembro, na Rússia.

 

 

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publicado por Hugo Gomes às 15:53
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Em vésperas dos Óscares, foram revelados os vencedores do 31º Independent Spirit Awards, prémios dedicados ao cinema independente norte-americano. Apesar de Carol [ler crítica] ter sido o mais nomeado, levou para "casa" apenas um galardão, na categoria de Melhor Cinematografia, que fora entregue ao director de fotografia Ed Lachman. O grande triunfante foi Spotlight, o filme de Thomas McCarthy sobre uma equipa de investigação sobre um controverso caso de pedofilia dentro da Igreja Cristã, arrecadou cinco estatuetas incluindo o de Melhor Filme, Melhor Realizador e Melhor Argumento.

 

Nas categorias de interpretação, Brie Larson vence o de Melhor Actriz pelo seu desempenho em Room (apontada como a grande favorita da noite da Academia), Abraham Attah foi o Melhor Actor da cerimónia, com uma das duas estatuetas direccionadas ao filme Beast of No Nation, a outra foi Idris Elba como Melhor Actor Secundário. A transexual Mya Taylor, de Tangerines, foi premiada como a Melhor Actriz Secundária.

 

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Melhor Filme
Spotlight

 

Melhor Realizador
Tom McCarthy, Spotlight

 

Melhor Argumento
Tom McCarthy & Josh Singer, Spotlight

 

Melhor Primeiro Argumento
Emma Donoghue, Room

 

Melhor Primeiro Filme
The Diary of a Teenage Girl

 

Melhor Actriz
Brie Larson, Room

 

Melhor Actor

Abraham Attah, Beasts of No Nation

Melhor Actriz Secundária
Mya Taylor, Tangerine


Melhor Actor Secundário

Idris Elba, Beasts of No Nation

 

Melhor Documentário
The Look of Silence

 

Melhor Cinematografia
Ed Lachman, Carol

 

Melhor Edição
Tom McArdle, Spotlight

 

Melhor Filme Estrangeiro
Saul Fia

 

Prémio John Cassavetes (Melhor Filme com um orçamento menor a 500 mil dólares)
Krisha

 

Prémio Robert Altman (Atribuído ao realizador, director de casting e elenco)

Spotlight

 

Prémio Kiehl (Promessa)
Felix Thompson, King Jack

 

Prémio Piaget (de Produção)
Mel Eslyn

 

Prémio LensCrafters (Mais Verdadeiro que Ficção)
Elizabeth Chai Vasarhelyi, Incorruptible

 

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Ler críticas relacionadas

Saul Fia (2015)

 

 

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publicado por Hugo Gomes às 11:30
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27.2.16
27.2.16

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A fábula no sentido mais genuíno da palavra!

 

Como as distribuidoras portuguesas acham que as "crianças" (o principal alvo) nada sabem sobre distopias ou utopias, a tradução desta nova aposta animada de Disney tornou-se Zootrópolis, um lugar situado num futuro paralelo onde os humanos nunca foram civilizados. Ao invés, foram os restantes mamíferos que formaram uma sociedade comunitária e evoluída. Já a Pixar havia feito algo idêntico, e não há muito tempo (no ano passado), com A Viagem de Arlo (The Good Dinosaur), uma produção desastrosa que se converteu numa das mais subvalorizadas animações dos últimos anos.

 

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Estas distopias, estes "what if" assim por dizer, contraem em ambos os filmes uma essência subliminarmente ecológica, um hino contrário ao antropocentrismo que tem como principal objectivo fundamentar ideias verdes à geração mais "verde". Contudo, a palavra de ordem em Zootrópolis é a discriminação social, uma mensagem que a obra de Byron Howard e Rich Moore tenta passar forçosamente através de um conjunto de gags que hipocritamente salientam os estereótipos das diferentes espécies animalescas.

 

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A nossa história começa quando a coelha Judy Hopps decide contrariar a sua própria natureza, evitando ser uma agricultora como os seus pais, perseguindo os seus sonhos mais íntimos: ser uma agente da autoridade. Depois de receber louvores na Academia da Polícia, Hopps segue para a grande cidade [Zootrópolis] a fim de integrar a esquadra policial. Lá, a nossa protagonista enfrenta a discriminação (a este ponto temos o sexismo como sugestão), estando constantemente encarregue de multas de estacionamento os seus colegas tratam dos casos mais importantes. Porém, e com o desenrolar do enredo, Hopps vê-se a "bordo" de um caso do desaparecimento de animais e para o resolver contará com a ajuda de Nick Wilde, uma raposa cuja principal especialidade é a trapacice.

 

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Zootrópolis é um exemplo bem oleado de animação do popular estúdio, recheado de bom humor, que facilmente adapta-se a miúdos e a graúdos (as piadas em redor a preguiças são um "must"), e de boas intenções que se complementam como morais fabulistas. No entanto, este episódio é tudo menos original (animais antropomorfos é "coisa" que não falta ao ramo da animação familiar), e a previsibilidade acaba aqui por tornar-se no seu pior inimigo. A sua visualização não está longe de entediar, até porque este colorido filme cumpre a sua principal função, mas não esperem nada para além do simples arquétipo animado.

 

"Life's a little bit messy. We all make mistakes. No matter what type of animal you are, change starts with you."

 

Real.: Byron Howard, Rich Moore / Int.: Ginnifer Goodwin, Jason Bateman, Idris Elba, Bonnie Hunt, Shakira, Alan Tudyk, Octavia Spencer, J.K. Simmons, Jenny Slate

 

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6/10
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publicado por Hugo Gomes às 23:05
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A co-produção franco-canadiana, Fatima, tornou-se na grande triunfante dos Césars, os prémios atribuídos pela Academia Francesa de Cinema e que vulgarmente são apelidados de "Óscares franceses".

 

O filme de Phillipe Faucon sobre as tensões culturais de uma emigrante marroquina e a sua filha conquistaram 3 prémios, incluindo o de Melhor Filme, Melhor Actriz Revelação (Zita Hanrot) e de Melhor Argumento Adaptado.

 

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Entretanto, Catherine Frot vence o César de Melhor Actriz em Marguerite, a história de uma mulher desafinada mas determinada a cumprir o seu sonho enquanto cantora, Vincent Lindon conquista o de Melhor Actor na pele de um homem que luta pela sua dignidade num ambiente austero em La Loi du Marché. Nas categorias secundárias, Benoit Magimel em La Tête Haute e Sidse Babett Knudsen em L'Hermine (O Senhor Juiz).

 

Destaque ainda para Mustang [ler crítica], nomeado ao Óscar para Filme de Língua Estrangeira, que triunfa com quatro Césars, incluindo o de Melhor Primeiro Filme.   

 

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Melhor Filme
Fatima

 

Melhor Realização
Arnaud Desplechin (Trois Souvenirs de ma Jeunesse)

 

Melhor Actor
Vincent Lindon, La Loi Du Marché

 

Melhor Actriz
Catherine Frot (Marguerite)

 

Melhor Actor Secundário
Benoit Magimel (La Tête Haute)

 

Melhor Actriz Secundária
Sidse Babett Knudsen (L'Hermine)

 

Melhor Actor Revelação
Rod Paradot (La Tête Haute)

 

Melhor Actriz Revelação 

Zita Hanrot (Fatima)

 

Melhor Argumento Original
Mustang

 

Melhor Argumento Adaptado
Fatima

 

Melhor Primeiro Filme
Mustang

 

Melhor Animação
The Little Prince

 

Melhor Filme Estrangeiro
Birdman ou (A Inesperada Virtude da Ignorância)

 

Melhor Documentário
Demain

 

Melhor Direcção Artística
Marguerite

 

Melhor Banda Sonora Original
Mustang

 

Melhor Montagem
Mustang

 

Melhor Fotografia
Valley Of Love

 

Melhor Guarda-Roupa
Marguerite

 

Melhor Som
Marguerite

 

Melhor Curta de Animação
Le Repas Dominical

 

Melhor Curta-Metragem
La Contre Allée

 

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Birdman: or (The Unexpected Virtue of Ignorance) (2014)

The Little Prince (2015) 

 


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publicado por Hugo Gomes às 11:02
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26.2.16
26.2.16

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24.2.16

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Segundo o site The Wrap, a jovem estrela de Creed, Michael B. Jordan, poderá protagonizar um novo remake de O Caso de Thomas Crown (The Thomas Crown Affair) para a MGM.

 

Esta será a segunda adaptação cinematográfica do heist movie (filme de golpe) de 1968, que fora protagonizado por Steve McQueen e Faye Dunaway, remetendo-nos a um milionário de sucesso à procura emoções fortes através do crime. Em 1999 contou uma aclamada versão dirigida por John McTiernan (Predator, Die Hard), com Pierce Brosnan e Rene Russo nos principais papeis.

 

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publicado por Hugo Gomes às 23:00
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Foi divulgado um novo trailer de Sadako Vs Kayako, o crossover de duas importantes franquias do terror nipónico, Ringu e Ju-On, uma brincadeira de 1 de Abril que acabou por agradar os produtores da Kadokawa e da japonesa NBC Universal. O filme, que será dirigido por Koji Shiraishi e protagonizado pela actriz Mizuki Yamamoto, espera-se ser lançado em Junho no território japonês em 4D.

 

Ringu surgiu pela primeira vez em 1998 pelas mãos de Hideo Nakata. Tendo como base um livro de Kôji Suzuki, o enredo narrava uma maldição contida numa cassete de vídeo, que segundo consta foi criado por um temível espírito, Sadako. Esta maldição consistia na morte do espectador, sete dias depois de ter visualizado o dito vídeo.

 

O sucesso deste filme, fora das suas fronteiras, deu a conhecer ao resto do Mundo o subgénero do J-Horror, originando modelos e sustos revitalizantes para a indústria cinematográfica do género. Contou com 3 sequelas e uma prequela, para além de um bem-sucedido remake norte-americano assinado por Gore Verbinski e protagonizado por Naomi Watts. Nakata só regressou à saga duas vezes, com a continuação directa do seu Ringu em 1999, e com a sequela da refilmagem norte-americana, que infelizmente foi vista como um fracasso nos mais diferentes sentidos.

 

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Quanto a Ju-On, esta é a saga de terror nipónica mais duradoira, contando actualmente com nove filmes. As tramas dos capítulos pouco divergiam; um amontoado de personagens que sucumbiam perante uma maldição deixada numa casa, impossível de ser reabitada, que testemunhou em tempos um horrendo crime. Entre as vitimas conta-se Kayako que converte-se num atormentado espectro assassino.

 

Realizado, escrito e imaginado por Takashi Shimizu, Ju-on surgiu num circuito direct-to-videoem 2000, tendo uma sequela directa no mesmo ano que chegou a conhecer a estreia em sala. Porém, passados dois anos, Shimizu refaz os filmes e assim prolifera o franchise. Em 2004, nos EUA, Sam Raimi produz um remake assinado pelo próprio realizador japonês, o qual se intitulou de The Grudge. A obra conheceu um êxito razoável e dois anos depois aparece a primeira sequela americana [ler crítica], que não conheceu a mesma sorte. Um terceiro filme [ler crítica] ainda foi produzido mas este seguiu directamente para video. Actualmente Sam Raimi avança noutro remake.

 

 

 

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Ju-on: The Beginning of the End (2014)

Ju-on e Ringu no mesmo filme? Sim, é possível!

 

 

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publicado por Hugo Gomes às 22:14
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Sob a ilustração de Fernando Reza, eis o primeiro cartaz da próxima edição da 8 1/2 Festa do Cinema Italiano, que decorrerá em Lisboa de 30 de Março a 7 de Abril, trazendo consigo as mais recentes novidades da cinematografia italiana e ainda memórias merecedoras da recordação (ou amarcord). A homenagem a Ettore Scola e a projecção da nova cópia restaurada de La Vita è Bella (A Vida é Bela), o popular filme de Roberto Benigni, são algumas das novidades que nos esperam.

 

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publicado por Hugo Gomes às 20:06
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Nostalghia (1983)

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Andrei Rublev (1966)

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Zerkalo (1975)

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 Offret (1986)

 

 

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publicado por Hugo Gomes às 17:54
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Foi divulgado o primeiro trailer de The Light Between Oceans, o novo filme de Derek Cianfrance, o mesmo realizador de Blue Valentine e A Place Beyond the Pines.

 

Contando com os actores Michael Fassbender, Alicia Vinkander (A Danish Girl) e Rachel Weisz, esta adaptação do primeiro bestseller de M.L. Stedman, leva-nos a uma Austrália anterior da Primeira Guerra Mundial, onde seguimos um faroleiro e a sua mulher que se deparam com um dilema no preciso momento em que um barco dá a costa com um cadáver de um homem e um criança de meses. Eles decidem criar a criança sobrevivente porém essa mesma decisão trará consequências irreversíveis para o casal.   

 

Estreia prevista para Setembro em território norte-americano.

 

 

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publicado por Hugo Gomes às 15:49
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Steven S. DeKnight, criador da série Spartacus e realizador da primeira temporada de Daredevil (da Netflix), poderá realizar a sequela de Pacific Rim, que por cá obteve o titulo de Batalha do Pacifico, tornando-se a primeira direcção cinematográfica deste veterano televisivo.

 

Esta contratação poderá ser um "forte passo" para o projecto, isto depois de Guillermo Del Toro ter revelado que estaria adiado indeterminadamente após as notícias de que iria realizar um remake de Fantastic Voyage (Viagem Fantástica, de Richard Fleischer). Apesar disso, o realizador mexicano encontrará presente na produção deste Pacific Rim 2.

 

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Pacific Rim [ler crítica], estreado entre nós em 2013, transporta-nos para um futuro próximo onde o Mundo é abalado pela ameaça de monstros colossais que surgem de uma fissura no fundo do Oceano Pacífico. Para enfrentar tais bestas, a Humanidade teve que construir robôs do tamanho de arranha-céus, os "Jaegers", a única esperança de sobrevivência num iminente apocalipse.

 

Com Charlie Hunnam, Idris Elba, Rinko Kikuchi, Ron Perlman e Charlie Day no elenco, Pacific Rim conquistou 101 milhões de dólares no box-office norte-americano, um valor não tão impressionante para um filme que custou 190 milhões. A obra de Del Toro apenas salvou-se do fracasso financeiro devido às suas performances no mercado euro-asiático, nomeadamente na China, Rússia e Japão. Ao todo rendeu 411 milhões de dólares.

 

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publicado por Hugo Gomes às 13:03
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23.2.16

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(…) Hoje, o importante é amar o cinema de Zulawski” escrevia Sergio M. Germani no jornal italiano Il Manifesto por alturas da morte do cineasta polaco, desaparecido no dia 17 de Fevereiro. O cineasta, que começou a sua carreira no cinema como assistente de realização de Andrzej Wadja, vai ser homenageado no Cinema Monumental (Lisboa) na próxima segunda-feira, 29 de Fevereiro. O Cinema gerido por Paulo Branco dedicará a duas das obras do realizador, La Fidélité (A Fidelidade, 2000) e Cosmos (2015), o seu último trabalho, rodado em Portugal.

 

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Ambos sob a produção de Paulo Branco, La Fidélité é o primeiro filme projectado neste tributo, a última colaboração com a actriz e ex-mulher Sophie Marceau, tratando-se de uma variação do clássico de Madame de La Fayette, "La Princesse de Cléves”. O enredo centra em Clélia (Marceau), uma fotógrafa contratada por uma mediática revista com fim de renovar a imagem desta, que se vê envolvida num intenso triângulo amoroso dentro da própria empresa. La Fidelité é metódico, tão próprio do universo de Zulawski, que regressa como explorador das capacidades performativas do seu elenco. A sessão terá início pelas 19 horas, sucedido por Cosmos, a adaptação do homónimo livro de Witold Gombrowicz, mas antes Paulo Branco conversará com o elenco português do filme e com o director de fotografia, André Szankowski.

 

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Rodado na zona de Sintra e na Covilhã, Cosmos (vencedor do Prémio de Melhor Realização no Festival de Locarno) descreve-se como uma transição cinematográfica da linguagem modernista de Gombrowicz, resultado num filme que combina a marca autoral de Zulawski (que desde então não filmava há 15 anos). Narrativamente caótico, bem verdade, a obra insere-se como uma reflexão individualista do escritor (existindo alguns contornos biográficos) das tendências políticas do século XX e como esta é influenciada pela religião, uma alegoria exaustiva e novamente vincada nas performances irreais dos seus actores. Victória Guerra é uma das estrelas, partilhando o ecrã com Sabine Azéma, uma das musas de Alain Resnais, e o actor Jean-François Balmer.

 

Os bilhetes para esta sessão especial já se encontram disponíveis para venda.

 

 

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22.2.16

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Enquanto esperamos pela secção competitiva, que apenas inicia no próximo dia 26 de Fevereiro, a 36ª edição do Fantasporto antecipa a sua presença na cidade do Porto com uma pré-fase. O Festival de Cinema Fantástico levará o Teatro Rivoli festejar a Sétima Arte com uma retrospectiva dedicada ao realizador Milcho Manchevski e ainda um ciclo de produções fantástico latino-americanas.

 

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Nascido na Macedónia e vivente de Nova Iorque, Milcho Manchevski é descrito como um realizador de mil ofícios; sendo também um escritor, artista e um fotógrafo. Depois de uma experiência na actuação em 1980 com Vreme, Vodi, Manchevski atirou-se de cabeça à realização cinco anos depois, concluindo assim a sua primeira curta, Opasna Baba. Demorou precisamente nove anos para chegar à sua primeira longa-metragem, com Before it Rain (que fechará a retrospectiva), que lhe atribuiu a notoriedade que é hoje tido. Este emocionante relato da guerra bósnia foi um dos nomeados ao Óscar de Melhor Filme Estrangeiro em 1995, mas antes tal filme havia partilhado o tão cobiçado Leão de Ouro do Festival de Veneza com Ai Qing Wan Sui, de Tsai Ming-liang.

 

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Infelizmente, os restantes filmes da sua carreira não obtiveram o mesmo destaque e consenso. Em 2001 chega Dust, um pseudo-western de duas narrativas paralelas que partilha a temática redentora, Joseph Fiennes é o protagonista ao lado de David Wenham. Depois sucedem Shadow (2007) e Mothers (2010), e ainda o primeiro episódio da série da HBO, The Wire. Até à data os seus últimos trabalhos tem sido a curta Thursday que serviu de segmento para antologia Venice 70: Future Reloaded, que reuniu diversos cineastas como Sion Sono, Abbas Kiarostami, Jia Zhangke, James Franco, Yorgos Lanthimos e João Pedro Rodrigues. Dust será o primeiro filme apresentado do ciclo, a sua exibição terá lugar hoje, dia 22 de Fevereiro, no Grande Auditório do Teatro Rivoli.

 

Lauro and Sfluff the cat as The Count and his Fath

 

Enquanto isso, no Pequeno Auditório será projectado Children of the Night, do argentino Iván Noel, correspondente à dita frente latino-americano seleccionada pelo Festival. Neste mesmo ciclo será ainda apresentados o brasileiro Vampiro 40 Graus, de Marcelo Santiago, uma louca noite no Rio de Janeiro com "zombies à mistura",o venezuelano El Infierno de Gaspar Mendoza, de Julián Balam, uma nada convencional história de assombrações e La Entidad, de Eduardo Schuldt, o primeiro filme de terror peruano em 3D, cuja intriga segue um grupo de jovens atormentados pelo poder maléfico da Dark Web.

 

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Esta festiva pré-fase prolongará até dia 26, nesta mesma data arrancará a 36ª competição do Fantasporto, repleto de novos sustos, novos olhares e dimensões, assim como novidades no cinema português. Luís e Gonçalo Galvão Teles terão o privilégio de inaugurar este certame com a antestreia mundial de Gelo. A obra remete-nos a Catarina (interpretada por Ivana Baquero de "O Labirinto do Fauno"), uma jovem nascida do ADN retirado da idade do gelo, que cresce num palácio isolado e é submetida a inúmeros testes, até esta reencontrar o passado. Afonso Pimentel, Albano Jerónimo, Ivo Canelas e Ruth Gabriel, completam o elenco.

 

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publicado por Hugo Gomes às 15:25
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21.2.16

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A curta-metragem Outubro Acabou, de  Karen Akerman e Miguel Seabra, triunfou na Competição Nacional do 6º Festival Córtex, que ocorreu no Centro Olga do Cadaval, em Sintra, entre os dias 18 a 21 de Fevereiro. Segundo as palavras do júri, este é um filme "desarmante, íntimo, que nos faz acreditar ainda no cinema".

 

Composto pelo editor João Braz, a actriz Joana Santos, a produtora Joana Ferreira, Miguel Valverde, director do Festival Indie e o director Motovun Film Festival, na Croácia, Igor Mirković, o júri ainda elegeu Svetlyachok, de Natalya Nazarova, como o melhor da Competição Internacional.

 

Já na secção Mini-Córtex, destinados a filmes para o público infantil, foi premiado a curta de animação O Presente, de Jacob Frey. Enquanto isso, o português Pronto Era Assim, de Joana Nogueira e Patrícia Rodrigues, recebe o Prémio do Público.

 

 

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20.2.16

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O tema dos refugiados reacendeu em Berlim com o novo filme de Gianfranco Rosi, Fuocoammare (Fire at Sea), a vencer o tão cobiçado Urso de Ouro.

 

Três anos depois de ter sido consagrado com o Leão de Ouro no Festival de Veneza pelo seu trabalho em Sacro Gra, Rosi transportou as audiências para um documentário que visa o drama dos refugiados do mediterrâneo, seguindo a perspectiva dos moradores da ilha de Lampedusa, uma ilha italiana. Mery Streep, presidente do júri, referiu o galardoado como um filme “urgente e imaginativo que comunica com a actualidade”. O filme será distribuido em Portugal pela Leopardo Filmes.

 

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Danis Tanovic, o lendário realizador bósnio de No Man's Land, foi premiado com o Grande Prémio de Júri, por outras palavras o Urso de Prata, com Death in Sarajevo, um conexão de intrigas ocorridas num hotel de luxo em plena comemoração dos cem anos do assassinato do arquiduque austríaco Franz Ferdinand, um evento considerado impulsionador da Primeira Guerra Mundial.

 

Destaque ainda para Mia Hansen-Love, que conquista o prémio de Realização com L'Avenir, Trine Dyrholm, a Melhor Actriz em The Commune, de Thomas Vinterberg, e Majd Mastoura como Melhor Actor por Hédi.

 

Enquanto isso, o cinema português está de parabéns. Leonor Teles arrecada o Urso de Ouro de Melhor Curta-Metragem com Balada de um Batráquio, um documentário que a própria realizador descreve intervir "no espaço real do quotidiano português como forma de fabular sobre um comportamento xenófobo".

 

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Prémio do Júri Internacional: Longas-Metragens

Melhor Filme

Fuocoammare

 

Grande Prémio do Júri: Urso de Prata

Death in Sarajevo (Smrt u Sarajevu)

 

Melhor Realização

Mia Hansen-Love, L’Avenir

 

Melhor Actriz

Trine Dyrholm, The Commune

 

Melhor Actor

Majd Mastoura, Hédi

 

Melhor Argumento

Tomasz Wasilewski, United States of Love (Zjednoczone stany milosci)

 

Prémio Alfred Bauer

Hele Sa Hiwagang Hapis (A Lullaby to the Sorrowful Mistery)

 

Contribuição Artística

Mark Lee Ping-Bing, fotografia em Crosscurrent (Chang Jiang Tu)

 

Melhor Filme de Estreia

Hédi

 

Mostra Panorama (Prémio do Público)

Junction 48

 

 

Prémio do Júri Internacional: Curta-Metragem
Urso de Ouro

Balada de um Batráquio

 
Urso de Prata: Prémio do Júri

A Man Returned

 
Prémio Audi

Jin Zhi Xia Mao


Prémio EFA

A Man Returned

 

 

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publicado por Hugo Gomes às 21:47
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