30.9.15

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Marte, aqui tão perto de nós!

 

A dias de estrear nos cinemas, a NASA divulgou uma relevante descoberta sobre a natureza de Marte, afinal existe água salgada por lá. Tal notícia serviu (vamos lá acreditar que tudo não passou de um marketing deveras casual) para colocar The Martian, a mais recente obra de Ridley Scott e o seu regresso à ficção científica desde o muito discutido Prometheus, como um dos filmes mais antecipados e falados desta última temporada.

 

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É certo que esta adaptação do homónimo livro de Andy Weir obteve o apoio da própria instituição espacial para eventuais aconselhamentos sobre os bastidores da mesma (o filme resume a todo um caso de relações públicas) e acesso aos especialistas nas diferentes áreas, para segundo estes, transmitir alguma credibilidade ao aparentemente risível. Produto vendido, ou não, não é por esta coligação existir que à partida devemos condenar The Martian, nesse termo a NASA messiânica de Interstellar [ler crítica] é muito mais ofensiva, mas esta venda como produto de luxo desvenda no filme de Scott uma capa de farsa e dominância pelas estatísticas de mercado.

 

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Assim seja, vamos por partes, o início de The Martian tinha tudo para nos levar a outras galáxias, metaforicamente falando obviamente, uma variação de Robison Crusoé que corresponde aos desafios do isolamento e da sugestão de impotência humana. Matt Damon é esse naufrago, o astronauta deixado para trás e que a NASA anseia recuperar para ficar bem vista entre a opinião pública e, assim, receberem financiamento para futuras expedições, do que supostamente um todo o rol de solidariedade. E os bastidores são claramente evidentes de tal feito… até certo ponto.

 

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Ponto, esse, em que toda a operação de salvamento converte-se numa espécie de histeria global, limitada e sem asas para eventuais críticas sociais que se poderia (e facilmente) suscitar. É estranho, até porque Ridley Scott conseguiu converter a enésima leitura do conto bíblico (Exodus: Gods and Kings [ler crítica]) numa subliminar provocação do foro religioso. Não, em The Martian, o que vemos é um "crowd pleaser" que deixa por terra um desde então sugerido exercício humano que se poderia extrair na solidão da personagem de Damon. Munido por uma prestação emotivamente cativante, mas longe de esboçar um perfil psicológico concebível para todo aquele cenário. Em certos momentos, chegamos a sentir a falta de uma bola de volei alcunhada de Wilson.

 

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Porém, Ridley Scott, um cineasta que sempre defendeu a adulteração do enredo em prol da viabilidade comercial, está-se pouco "borrifando" para ensaios humanistas e de exploração metafísica (ou astrofísica), tal tarefa ficou entregue a Kubrick e os tempos de Alien e Blade Runner já vão ao tempo. A palavra aqui é… chineses… mais uma vez, chamados repentinamente para o serviço, como se um doce para as bilheteiras do Oriente se tratasse, e novamente sob um tratamento descartável e sem qualquer utilidade para a narrativa exposta. Já que se falava em coligação, porque não a Rússia, visto que foi um dos primeiros rivais espaciais dos EUA? Os interesses políticos e financeiros falam mais alto, é evidente.

 

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O resto da produção, para além de sequências mirabolantes e de difíceis digestão (mesmo com a intervenção de um especialista qualquer da NASA a argumentar a veracidade dos gestos), ainda temos à mercê um conjunto ainda mais indigesto de personagens descartáveis (e desta vez a culpa não é mais dos chineses). Sob o pretexto de elenco de luxo, The Martian é tão prestável na sua "capacidade" de criação de personagens, que temos à nossa mercê um Donald Glover, pitoresco o suficiente para integrar numa qualquer comédia destinada a adolescentes. Agora sim, alguém tenha a decência de explicar a credibilidade disto! Um perfeito produto de venda fácil!

 

"Every human being has a basic instinct: to help each other out. If a hiker gets lost in the mountains, people will coordinate a search. If a train crashes, people will line up to give blood. If an earthquake levels a city, people all over the world will send emergency supplies. This is so fundamentally human that it's found in every culture without exception. Yes, there are assholes who just don't care, but they're massively outnumbered by the people who do. Mark Watney, The Martian"

 

Real.: Ridley Scott / Int.: Matt Damon, Jessica Chastain, Kristen Wiig, Jeff Daniels, Michael Peña, Kate Mara, Sean Bean, Sebastian Stan, Aksel Hennie, Chiwetel Ejiofor, Donald Glover

 

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4/10
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publicado por Hugo Gomes às 20:02
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Foi divulgado a primeira imagem de Hacksaw Ridge, o filme que marcará o regresso de Mel Gibson à cadeira de realizador oito anos após Apocalypto.

 

Com um argumento assinado por um argumento assinado por Robert Schenkkan (The Quiet American) e Randal Wallce (Braveheart), Hacksaw Ridge seguirá a verídica história de Desmond Doss, um jovem que fora recrutado para combater na Segunda Guerra Mundial, mas que sempre recusara matar ou até mesmo pegar numa arma. No final da guerra, foi condecorado inúmeras vezes por gestos de bravura e de sacrifício humano devido às suas tarefas como médico em pleno cenário bélico. Andrew Garfield (The Amazing Spider-Man) veste a pele de Desmond Doss.

 

Vince Vaughn, Sam Worthington, Luke Bracey, Teresa Palmer, Rachel Griffiths e Richard Roxburgh completam o elenco. Estreia prevista para 2016. 

 

 

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Mel Gibson de volta à realização!

 

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publicado por Hugo Gomes às 15:07
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O realizador Benoît Jacquot (Les Adieux à la Reine, 3 Coeurs), vem a Portugal em Novembro para filmar The Body Artist, a adaptação do livro de Don DeLillo (o escritor de Cosmopolis [ler crítica]).

 

O filme contará  com produção de Paulo Branco e os desempenhos dos actores Mathieu Amalric e Jeanne Balibar, que não estavam juntos desde Fin Août, Début Septembre de Olivier Assayas (1998). Luca Guadagnino (I Am Love) já se encontrou anexado como realizador ao projecto, com ele estavam Isabelle Huppert (Another Country), Denis Lavant (Holy Motors) e David Cronenberg.

 

The Body Artist remete-nos a um famoso cineasta que é encontrado morto no apartamento da sua ex-esposa. Um aparente suicídio que culmina um mistério ainda maior, onde temíveis segredos são revelados.  

 

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publicado por Hugo Gomes às 08:55
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29.9.15

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Matthew Vaughn (Kingsman: The Secret Service, X-Men: First Class [ler crítica]) irá realizar a adaptação de I am Pilgrim, baseado no bestseller de Terry Hayes, para a MGM. O anuncio foi feito pelo próprio estúdio nesta terça-feira.

 

I am Pilgrim é um thriller de espionagem, que segue um filho adoptivo de uma família abastada  que liderou um sector da Inteligência Norte-Americana. Agora, no leito do seu secreto aposentamento, ele é "chamado" para uma arriscada missão para salvar os EUA da iminente destruição.

 

O argumento será assinado pelo próprio autor.

 

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publicado por Hugo Gomes às 19:51
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Foi revelado um novo trailer de  Love [ler crítica], o novo filme de Gaspar Noé (Irréversible, Enter the Void), que foi apresentado na sessão de meia-noite do Festival de Cannes, e que centrará sobretudo num escaldante ménage-a-trois e as consequências desse acto num relacionamento de um casal.

 

Segundo a sinopse oficial, a história centrará na solidão de um jovem, Murphy (Karl Glusman), que sozinho no seu apartamento em pleno dia chuvoso, é "sucumbido" às recordações da sua mais marcante paixão, Electra, o qual conviveu durante dois anos. Anos, esses, recheados de jogos, paixão ardente, tentação e excessos.

 

O realizador havia descrito o seu trabalho como “um filme que excitará os rapazes e que as raparigas chorarão”. Aomi Muyocl e Klara Kristin também fazem parte do elenco.

 

 

Ler críticas de outros filmes de Gaspar Noé

Irréversible (2002)

Enter the Void (2009)

 

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publicado por Hugo Gomes às 16:52
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Foi revelado um novo trailer de The Revenant, o próximo filme de Alejandro Gonzaléz Iñárritu (Amores Perros, Babel, Birdman), com Leonardo DiCaprio no principal papel.

 

Baseado num livro de Michael Punke, The Revenant segue a história de um caçador de peles do século XIX que fica debilitado após um ataque de um urso. Devido ao seu estado grave é assaltado por dois larápios que o mercê da sua sorte. O caçador sobrevive e recupera as suas forças, partindo agora numa jornada de vingança. 

 

Tom Hardy, Will Poulter e Domnhall Gleeson fazem também parte do elenco. The Revenant: O Renascido tem estreia prevista para Janeiro de 2016.

 

 

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Leonardo DiCaprio em thriller de Iñárritu

 

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publicado por Hugo Gomes às 15:45
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Foi divulgado o primeiro trailer de Hitchcock Truffaut, o elogiado documentário de Kent Jones, que esteve integrado na programação do último Festival de Cannes, mais concretamente inserido na secção Cannes Classics.

 

Trata-se de um importante documento cinematográfico que tem como análise um dos livros essenciais para qualquer cinéfilo, Hitchcock / Truffaut, onde um jovem cineasta [Francois Truffaut] lança-se em inúmeras conversas com o "mestre do suspense", Alfred Hitchcock. O livro, publicado em 1967, realçou a importância da veia autoral no cinema, e resgatou o realizador da imagem de "entertainer" que o perseguia durante anos. O resultado desta conversa está à vista na cultura cinematográfica actual, Hitchcock é merecidamente encarado como um incontornável autor, um calculista … e para todos os efeitos, um génio.

 

Kent Jones dirige um registo histórico de todo esse encontro e salienta a relevância deste no cinema em geral. O documentário conta ainda com declarações de outros celebrados realizadores como Wes Anderson, Martin Scorsese, Peter Bogdanovich, Richard Linklater, David Fincher, Arnaud Desplechin, Kiyoshi Kurosawa, David Fincher e entre outros.

 

 

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publicado por Hugo Gomes às 13:12
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Fox Mulder e Dana Scully regressam ao pequeno ecrã, nisso praticamente toda a gente sabia, mas é a verdade é que recentemente foi divulgado uma promo sobre a nova série de X-Files, em bom português, Ficheiros Secretos. David Duchovny e Gillian Anderson regressam aos papeis que lhe deram notoriedade, novamente como dois agentes da FBI integrados no sector "X-Files", departamento especializado em casos insólitos e paranormais. Programado para dia 24 de Janeiro de 2016, a nova série contará com somente seis episódios, todos eles sob a chancela de Chris Carter, criador e produtor executivo da série.

 

Recordamos que X-Files, transmitido pela primeira vez em Setembro de 1993, conta actualmente com nove temporadas, dois filmes e 16 Emmy Awards, cinco Globos de Ouro e um prémio Peabody. Exibido pela Fox, X-Files tornou-se numa das série de maior êxito a nível global e uma das mais marcantes dos anos 90.

 

 

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publicado por Hugo Gomes às 11:26
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28.9.15

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"Para o registo, nós nunca tentaremos refazer O Exorcista", assim poderá ser lido na conta Twitter da Morgan Creek, o estúdio que esteve várias vezes anexado às especulações de um remake do clássico de terror, The Exorcist. Em causa está a negociação da venda do seu catálogo de 78 filmes, o qual encontra-se incluído o célebre filme de William Friedkin.

 

Contudo, o realizador já veio a público afirmar que o estúdio não possui os direitos comerciais da obra, somente das respectivas sequelas. Mesmo com o Tweet publicado hoje (publicação, essa, que tirou muitos cinéfilos do desespero), nada invalida a produção de novas sequelas ou prequelas.   

 

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publicado por Hugo Gomes às 23:31
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O filme Bella e Perduta, de Pietro Marcello, vai abrir a 13ª edição do Doclisboa: Festival Internacional de Cinema, que irá decorrer em Lisboa entre os dias 22 de Outubro a 1 de Novembro.

 

Apresentado no último Festival de Locarno, o filme centra-nos em Polichinelo, descrito como um servo tolo, que é enviado para a região de Campânia para concretizar o último desejo de Tommaso, um pastor humilde: o de salvar um búfalo jovem, Sarchiapone, do antigo palácio real. O documentarista Pietro Marcello, o mesmo de Il Passaggio della Linea e La Bocca del Lupo, convida-nos ao encontro de uma Itália bela e perdida, num filme que é caracterizado como um híbrido entre neo-realismo e o teor fantástico, que aborda um país assolado pela austeridade e da corrupção que o corrói constantemente.

 

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Como encerramento, a nova obra de Patricio Guzmán, El Botón de Nácar, será o anfitrião. Depois de ter trazido La Batalla de Chile (programado em 2013 no Doclisboa), o épico documental possuidor de um olhar atento e subversivo sobre a Ditadura chilena, o documentarista volta a embarcar no passado histórico do seu país [Chile]. Estreado no último Festival de Berlim, este segundo capítulo da sua trilogia iniciada em 2010 (Nostalgia de la Luz), explora seis comunidades chilenas, enumerando a sua cultural, linguagens e posição social. El Botón de Nácar é descrito pela organização do Doclisboa como "uma investigação histórica que se funde com a memória recente".

 

Do outro "lado", em Heart Beats, a voz de Marlon Brando irá sobretudo ecoar. Tal como anunciado, o filme de Stevan Riley, Listen to me Marlon, estará integrado na programação deste ano. Uma obra que envolve-se num registo biográfico falando na primeira pessoa. Durante o festival e como é habitual, Heart Beats leva-nos aos encontros da musicalidade do cinema documental e às figuras que a protagonizam. Este ano, a secção abrirá e encerrará em língua portuguesa. Diogo Varela Silva terá as honras de arrancar o ciclo com um olhar atento a Celeste Rodrigues, num homónimo filme que revisita outra obra sua [Fado Celeste], por sua vez uma celebração ao 70º aniversário da fadista. Enquanto isso, Tiago Pereira apresenta-nos o seu Porque não sou o Giacometti do Século XXI, como encerramento. Um trabalho de analise e auto-critica da sua respectiva carreira e percurso artístico.

 

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publicado por Hugo Gomes às 13:53
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Desde há muito tempo surgiu a ideia de uma sequela do filme de culto de 1996, Trainspotting, sendo que tal fora confirmada pelo próprio realizador, Danny Boyle, em diversas entrevistas promocionais ao seu Steve Jobs. Numa das conversas é possível constatar o interesse do realizador por esta continuação, que segundo este contará com o regresso do elenco original.

 

Boyle revela ainda que a produção desta obra terá seguir a todo o gás, até porque alguns dos seus actores, como Jonny Lee MIller e Robert Carlyle, encontram-se de agendas preenchidas devido aos seus trabalhos televisivos. O realizador afirmou que a rodagem estava prevista decorrer entre Maio e Junho do próximo ano.

 

Em relação ao titulo, numa entrevista dada ao site Coming Soon, Danny Boyle revelou interesse em intitula-lo somente de T2, mas tal seria uma incógnita, visto que o mesmo titulo já utilizado por James Cameron na sequela de Terminator (Exterminador Implacável) [ler crítica]. Mas quanto a isso, o realizador afirma: "Vou ter que suplicar e perguntar ao James Cameron: 'O que achas disto?".

 

Relembramos que Trainspotting, baseado num livro de Irvine Welsh, remete-nos a um grupo de jovens dependentes de drogas e dos sonhos vencidos em Edimburgo, Escócia. A sequela literária, Porno, retorna esse mesmo grupo, uma década depois, porém, aqui a toxicodependência é substituída pela pornografia.

 

Apesar da sua existência, Danny Boyle confirmou que a sequela cinematográfica irá obter uma "vida própria", longe do livro.

 

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Trainspotting vai ter sequela!

 

Sobre Steve Jobs

Um novo trailer de Steve Jobs!

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Trailer: Michael Fassbender é Steve Jobs!

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publicado por Hugo Gomes às 12:06
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27.9.15

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A segunda longa-metragem do cineasta islandês Runar Rúnarsson, Sparrow, foi galardoado com a Concha de Ouro da 63ª edição do Festival Internacional de San Sebastian. Enquanto isso, Evolution, de Lucile Hadzihalilovic, sai triunfante com o Prémio Especial de Júri e ainda o de Fotografia, Joachim Lafosse foi galardoado como Melhor Realizador graças ao seu trabalho em Les Chevaliers Blancs. A actriz Yordanka Ariosa viu-se premiada na categoria de interpretação no feminino em El Rey de la Habana, e o masculino foi partilhado por Ricardo Darín e Javier Cámara por Truman, do cineasta catalão Cesc Gay. Na secção de Novos Directores, Rudi Rosenberg foi o vencedor com Le Nouveau e Paulina, o filme de Santiago Mitre, que triunfou na Semana da Crítica de Cannes, conquistou três prémios, o da secção Horizontes Latinos,  'Otra Mirada' e EZAE de la Juventud. Destaque para a mais recente obra de Hirokazu Koreeda, Our Little Sister [ler crítica], que "caiu" nas graças do público.

 

 

Concha de Ouro

Sparrows

 
Prémio Especial do Júri

Evolution


Concha de Prata de Realizador

Joachim Lafosse, Les Chevaliers Blancs


Concha de Prata de Actor

Ricardo Darín e Javier Cámara, Truman


Concha de Prata de Actriz

Yordanka Ariosa, El Rey de la Habana


Melhor Fotografía

Manu Dacosse, Evolution


Melhor Argumento

Jean Marie Larrieu e Arnaud Larrieu, 21 Nuits avec Pattie


Prémio Kutxa-Nuevos Directores

Le Nouveau

 
Prémio do Público

Our Little Sister

 
Prémio Horizontes Latinos

Paulina

 
Prémio EZAE de la Juventud

Paulina


Prémio FIPRESCI

El Apóstata


Prémio Cine en Construcción

Era o Hotel Cambridge

 

Prémio 'Otra Mirada', de TVE

Paulina


Prémio Irízar del Cine Vasco

Amama

 
Prémio do Público - Filme Europeu

Mountains May Depart


Prémio Feroz Zinemaldia

Truman

 
Prémio Cooperación Española

La Tierra y la Sombra


Prémio Sebastiane

Freeheld

 

 

 

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publicado por Hugo Gomes às 20:51
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O espanhol Amor Eterno, de Marçal Forés, venceu a décima nona edição do Queer Lisboa, mas foi o Lilting, de Hong Khaou, que conquistou o público (para além de Cheng Pei Pei ter triunfado na categoria de Melhor Actriz) daquele que é o festival de cinema mais antigo da capital. Enquanto isso, e ainda nos desempenhos, Nahuel Pérez Biscayart foi consagrado Melhor Actor graças à segunda longa-metragem de David Lambert, Je suis à Toi. Destaque para Call me Marianna, de Karolina Bielawska, como vencedor da Competição de Melhor Documentário e Nova Dubai, de Gustavo Vinagre, na secção Queer Art.

 

 

Competição de Longas-Metragens:

Melhor Longa-Metragem

Amor Eterno


Melhor Actor

Nahuel Pérez Biscayart, Je Suis à Toi


Melhor Actriz

Cheng Pei Pei, em Lilting


Prémio do Público

Lilting

 


Competição de Documentários:

Melhor Documentário

Call me Marianna


Prémio do Público

The Battle of the Sexes


Competição de Curtas-Metragens:

Melhor Curta-Metragem

Wannan Kong Duen


Prémio do Público

Chá da Meia-Noite


Competição In My Shorts:

Prémio Melhor Curta-Metragem de Escola

Irene


Menções Especiais do Júri

Juillet Électrique, Tant Pis Capítulo Um


Competição Queer Art:

Melhor Filme

Nova Dubai


Menção Especial

Pauline s'Arrache

 

 

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publicado por Hugo Gomes às 00:54
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26.9.15

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John Goodman é o mais recente actor a juntar-se ao elenco de Kong: Skull Island, a programada prequela de King Kong pela Legendary Pictures, a mesma produtora que trouxe de volta Godzilla [ler crítica]. Goodman interpretará Randal, um dos lideres da expedição que conduzirá os nosso protagonistas ao encontro do gigantesco e homónimo gorila.

 

O projecto foi revelado no Comic-Com San Diego do ano passado através do painel do estúdio por Thomas Tull, produtor executivo, que adiantou aos medias que este novo filme irá focar na biodiversidade da ilha habitada por King Kong. Tom Hiddleston será o protagonista, um ex-soldado  de carácter ambíguo, segundo as revelações do actor à revista Total Film.

 

Os actores  Brie Larson, Toby Kebbel, Tom Wilkinson, Samuel L. Jackson, John C. Relly e Corey Hawkins encontram-se também no elenco. Kong: Skull Island tem estreia prevista para 2017.

 

 

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publicado por Hugo Gomes às 09:54
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Sigourney Weaver irá participar na versão feminina de Ghostbusters: Caça Fantasmas. A revelação foi feita pelo próprio realizador [Paul Feig] na sua conta Twitter, onde expressou o seu agrado por contar com o empenho da actriz no seu filme:

 

Gang, tento manter surpresas mas isto estava prestes a ser revelado, por isso serei eu próprio a contar: a fantástica Sigourney Weaver irá estar no nosso filme!”

 

Esta sequela / reboot do filme de culto de Ivan Reitman [ler crítica] (que só estará na produção deste novo filme) em 1984, seguirá a mesma linha das anteriores comédia de Feig, referindo obviamente a Bridesmaid ou The Heat, onde é comum elencos maioritariamente femininos e gags de igual género. Melissa McCarthyKristen Wiig, Leslie Jones e Kate McKinnon, serão a nova trupe de "caça-fantasmas". No elenco podemos ainda contar com Chris Hemsworth (Thor), que interpretará a "secretaria" da organização. O filme encontra-se agendado para Julho de 2016.

 

Relembramos que Weaver havia co-protagonizado o original e a respectiva sequela em 1989. A actriz não será a única retornada ao franchising, visto que Bill Murray também marcará presença no projecto, tal como havia sido anunciado em Abril deste ano.

 

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publicado por Hugo Gomes às 09:47
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24.9.15
24.9.15

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Vida para além da fotografia!

 

Life traz um certo paralelismo com a primeira obra de Anton Corbijn, ambos abordam dois ícones da rebeldia social, enquanto que em Control [ler crítica] a figura de destaque é o vocalista da banda Joy Divison, Ian Curtis, nesta obra é James Dean, muito antes de se tornar no rebelde sem causa de Nicholas Ray. Porém, não é pelas similaridades das suas personalidades apresentadas que a ligação entre as duas obras persiste, mas sim a fotografia como o vector de ambas as narrativas.

 

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Corbijn, o fotógrafo holandês agora convertido num dos mais promissores cineastas do nosso tempo, espelhou o toque fotográfico e o apelo estético em Control (2007), onde recria a capa de uma das mais celebres fotografias de Ian Curtis para o resto da fita, revelando o seu afecto não só pelo estilo, mas pelas milhares de palavras detidas e invocadas pela imagem. Em Life, onde aborda a relação entre o fotógrafo freelancer, Dennis Stock, e do actor em ascensão, James Dean, a fotografia não é reproduzida como um enraizamento, aliás aqui o foco encontra-se do outro lado oposto da lente, não no fotografado, mas sim do fotógrafo. Neste aspecto, Corbijn revela-se mais íntimo e confiante, mesmo que para tal e visto tratar-se de uma perspectiva fora de lente, Life é isente de qualquer toque estético na sua fotografia.

 

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Aliás, a sua capa de "enésima biografia cinematográfica" poderá soar como uma "faca de dois gumes", se por um lado o cineasta pretende requisitar tal género para qualquer nesta a sua experiência enquanto fotógrafo e a suas relações com os modelos expostos, através da celebre história desta cumplicidade, por outro, limita-se a centrar um filme na sua narrativa e não na sua apelação estética e visual. É, apesar do paralelismo, o afastamento há muito adivinhado de Control, a emancipação enquanto cineasta e a isenção da plasticidade que o seu cinema poderia se tornar, mesmo que isso sacrifique a sua prestada alma. Talvez sem esse factor, seja possível ser levado a sério nesta sua demanda crítica ao registo hollywoodesco, até mesmo o sistema de estúdio não está a salvo da caracterização oportunista aqui "pronta a disparar", e igualmente ácida.

 

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Contudo, Life, apesar das suas virtudes enquanto pedaço da carreira cada vez mais ascensível de Corbijn, é um filme com demasiadas correntes ao cinema que se propõe a criticar, ou simplesmente homenagear. A sua linear exposição quanto biografia, ou narrativa de factos históricos, o coloco numa posição um pouco constrangedora, enquanto cinema de criação, nada de novo, nem mesmo como biopic é nos aqui apresentado. A juntar a isto, temos um Robert Pattinson não convincente enquanto Dennis Stock, nem mesmo como alusão própria do realizador/ fotógrafo.

 

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Por outro lado Dane DeHaan mimetiza um Dean natural, mas demasiado fragmentado por uma narrativa convencional que centra numa relação com mais sugestões que certezas, infelizmente nunca desafiadas nesta transposição para o grande ecrã. Ficou longe de ser um grande filme, Life é uma obra com alguma personalidade em teoria, mas que na prática é demasiado fragilizado. Eis a obra menor de Anton Corbijn.

 

Real.: Anton Corbijn / Int.: Robert Pattinson, Dane DeHaan, Ben Kingsley, Peter Lucas, Lauren Gallagher, Joel Edgerton

 

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Ler críticas de outros filmes de Anton Corbijn

A Most Wanted Man (2014)

The American (2010)

 

6/10

publicado por Hugo Gomes às 02:42
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23.9.15
23.9.15

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No pico dramático, pelo menos em teoria!

 

"O local mais perigoso da Terra", assim é descrito o pico mais elevado do globo neste novo filme do islandês Baltasar Kormákur (Contraband, 2 Guns), cuja carreira outrora promissora, parece agora tida como um simples tarefeiro de Hollywood. Vergonhosamente, o seu Everest não chega a cumprir o papel de "bergfilme" (filme de montanha), ao invés disso aposta-se numa desculpa para o uso dos seus atributos técnicos para um espectáculo vangloriado em IMAX, e sob o oportunismo de se basear na trágica expedição de 1996. É certo que para os sobreviventes e familiares, e até mesmo todos aqueles que ousaram escalar a montanha, a emoção aqui encontrada é apenas um suplemento às suas memórias e experiências. Porém, para o simples espectador, o resultado é um embarque num ensaio sem espessura dramática, onde nem uma narrativa aguenta a "escalada".

 

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O inicio consegue deixar tudo por terra: um catálogo de localidades que mais soa a um guia turístico, seguindo a pique uma vertente de "filme-catástrofe" regido por todos os códigos do espectáculo circense. Nesta expedição, personagens é coisa que falta, mas não por culpa dos atores, integrados num elenco invejável (Jake Gylenhaal, Jason Clarke, Josh Brolin, Keira Knightley, Robin Wright e o sempre "desperdiçado" John Hawkes) mas repartidos em consequência dos seus mimetizados "bonecos". O teor humanista também é coisa perdida e o que vemos como simples compensação são os ditos lugares-comuns, aqueles diálogos que se adivinham a milhas, os gestos que se espera, os acordes fundamentais e automáticos, e até os planos, que até o público menos conhecedor do campo cinematográfico já conhece.

 

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Pois é, Everest transpira ao mais banal das produções cinematográficas. Visualmente sustém-se, mas é incapaz de oferecer-nos mais do que um anoréctico espectáculo de faz de conta. Eis um filme tão opaco e estruturalmente limitado, isento de qualquer dignidade para os alpinistas, os mesmos que arriscam a própria vida nos limites. Um fracasso!

 

"Human beings simply aren't built to function at the cruising altitudes of a seven-forty-seven."

 

Real.: Baltasar Kormákur / Int.: Jason Clarke, Ang Phula Sherpa, Thomas M. Wright, Jake Gylenhaal, Josh Brolin, Keira Knightley, Robin Wright, John Hawkes, Charlotte Bøving, Michael Kelly, Emily Watson, Sam Worthington, Mia Goth

 

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publicado por Hugo Gomes às 20:12
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Foi divulgado o primeiro teaser trailer de Angry Birds, a adaptação animada do popular videojogo criado pela finlandesa Rovio.

 

A história do confronto entre os pássaros irados e os porcos conquistadores será levada para o grande ecrã pelas mãos de Clay Kaytis e Fergal Reilly, dois estreantes na cadeira de realização, mas não no sector animado, visto que executaram cargos de supervisor de animação em obras como Frozen e Hotel Transylvania. Jason Sudeikis, Peter Dinklage, Bill Hader, Danny McBride e Maya Rudolph compõem o elenco vocal.

 

Angry Birds tem estreia prevista para Junho de 2016.

 

 

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publicado por Hugo Gomes às 18:32
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O filme "The Man Who Killed Don Quixote", o projecto "maldito" que cineasta Terry Gilliam (Brazil - O Outro Lado do Sonho, 12 Monkeys [ler crítica]) foi novamente adiado. A razão pelo sucedido é a doença de John Hurt, que desempenharia Dom Quixote. O actor de 75 anos foi diagnosticado com cancro pancreático no passado mês de Junho, e terá que submeter a um tratamento, ficando assim impedido de trabalhar.  

 

Recordamos que a primeira vez que The Man Who Killed Don Quixote deu por encerrado foi em 1999, derivado a diversos contratempos que marcaram a sua rodagem na Espanha. Entre os quais Jean Rocherfort, o actor que na altura interpretava Quixote, que adoeceu gravemente. Conta-se também de uma tempestade que assolou os cenários do filme. Estes e outros azares originou anos mais tarde o documentário Lost in la Mancha.

 

Apesar dos infortúnios, Terry Gilliam tentou retomar ao projecto. Johnny Depp foi falado na altura para protagonizá-lo, mas o financiamento foi negado pouco tempo depois deste ter anunciado a retoma. Mas o cineasta britânico sempre havia demonstrado a sua persistência: "(…) apenas o quero fazer [o filme] e assim livrar-me dele. E duma vez por todas tirá-lo da minha vida".

 

Neste novo e novamente "fracassado" reinicio, o actor Jack O'Connell era um dos protagonistas, vestindo a "pele" de Sancho Panza, o fiel escudeiro de Dom Quixote de la Mancha.

 

 

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publicado por Hugo Gomes às 11:55
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22.9.15

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Steve Carell, Ryan Gosling, Brad Pitt e Christian Bale compõem o elenco da comédia dramática, The Big Short, cujo o primeiro trailer surge online. Realizado e escrito por Adam McKay (The Other Guys, The Step Brothers), esta é a adaptação cinematográfica do livro de Michael Lewis - The Big Short: Inside the Doomsday Machine – que se resume a várias histórias dramáticas decorridas em plena crise financeira de 2007-2010. Marisa Tomei, Melissa Leo, Selena Gomez, Hamish Linklater, Rafe Spall, Jeremy Strong e Finn Wittrock são outros nomes a reter no elenco.

 

Recordamos que esta não foi a primeira conversão de um livro de Michael Lewis ao grande ecrã, tal havia acontecido em 2011 com Moneyball [ler crítica], um êxito de Bennett Miller sobre os bastidores do baseball, também ele protagonizado por Brad Pitt (o qual obteve uma nomeação ao Óscar).

 

The Big Short está previsto estrear em Dezembro nos EUA.

 

 

Ver Também

Brad Pitt, Ryan Gosling e Christian Bale protagonizam filme sobre crise financeira dos EUA!

 

 

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publicado por Hugo Gomes às 18:37
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