30.6.15

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Foi divulgado o primeiro teaser trailer de The Snowden Files, no próximo e, provável, controverso filme de Oliver Stone. A obra girará em torno de Edward Snowden e os seus ficheiros, aqui interpretado pelo actor Joseph Gordon-Levitt. Baseado na publicação de Anatoly Kucherena [o advogado russo de Snowden], The Time of the Octopus, e no do jornalista Luke Harding, The Snowden Files, The Inside Story of the World's Most Wanted Man. Shailene Woodley, Melissa Leo, Zachary Quinto, Nicolas Cage, Tom Wilkinson, Rhys Ifans, Joely Richardson e Timothy Olyphant compõem o elenco desta produção que chegará aos cinemas no final de 2015.

 

 

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publicado por Hugo Gomes às 22:28
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Foi divulgado o primeiro trailer do remake norte-americano do filme argentino de Juan José Campanella, El Secreto de sus Ojos (O Segredo dos Seus Olhos), que venceu o Óscar de Melhor Filme de Língua Estrangeira em 2010.

 

A história que remete-nos a um agente reformado que escreve um romance com inspiração a um caso real que enfrentou nos seus tempos activos. O conto, protagonizado por Ricardo Darin, remexe em temas delicados como serial killers, desaparecimentos e a impotência da justiça jurídica. The Secret in Their Eyes conta com os actores Chiwetel Ejiofor, Julia Roberts e Nicole Kidman no elenco e uma realização e argumento de Billy Ray (Breach).

 

 

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publicado por Hugo Gomes às 16:04
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29.6.15

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Estreia esta semana, dia 2 de Julho, o novo filme de Olivier Assayas, Clouds of Sils Maria (As Nuvens de Sils Maria), que ficou marcado pela vitória da actriz Kristen Stewart ao César de Melhor Actriz Secundária, o qual tornou-se na primeira norte-americana a vencer tal galardão. A história uma actriz, Maria Enders (Juliette Binoche), que ficou recordada por ter interpretado aos 18 anos, numa peça de teatro, Sigrid, uma jovem  e ambiciosa mulher que leva Helena, um mulher mais velha, a suicidar. Vinte anos mais tarde, Enders recebe uma proposta, voltar à peça que lhe garantiu o sucesso, mas desta vez na pela de Helena. Chloë Grace Moretz , Johnny Flynn e Lars Eidinger completam o elenco

 

 

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Estreia esta semana, dia 2 de Julho, Tangerines (Tangerinas), o filme sensação da Estónia, que esteve presente entre os nomeados dos Óscares de Melhor Filme Estrangeiro deste ano. Dirigido por Zaza Urushadze, a história centra-se numa aldeia devastada pela guerra entre Georgia e Abecásia e o último habitante desta mesma, que recusou fugir do conflito bélico e que mesmo assim acolhe um homem ferido deixado para trás. Contando com as interpretações de Elmo Nügane, Giorgi Nakashidze, Lembit Ulfsak, Misha Meskhi e Raivo Trass, Tangerines é um filme que acima de tudo merecer ser visto.

 

 

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publicado por Hugo Gomes às 15:18
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Foi revelado o primeiro teaser trailer de  Love [ler crítica], o novo filme de Gaspar Noé (Irréversible, Enter the Void), que foi apresentado na sessão de meia-noite do Festival de Cannes, e que centrará sobretudo num escaldante ménage-a-trois e as consequências desse acto num relacionamento de um casal.

 

Segundo a sinopse oficial, a história centrará na solidão de um jovem, Murphy (Karl Glusman), que sozinho no seu apartamento em pleno dia chuvoso, é "sucumbido" às recordações da sua mais marcante paixão, Electra, o qual conviveu durante dois anos. Anos, esses, recheados de jogos, paixão ardente, tentação e excessos.

 

O realizador havia descrito o seu trabalho como “um filme que excitará os rapazes e que as raparigas chorarão”. Aomi Muyocl e Klara Kristin também fazem parte do elenco

 

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publicado por Hugo Gomes às 14:46
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27.6.15

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Foi divulgado o primeiro poster e trailer de Legend, um filme escrito e dirigido por Brian Helgeland (A Knight's Tale) que centra na ascensão e queda de dois gangsters gémeos, Ronald e Reginald Kray (ambos interpretados por Tom Hardy), que aterrorizaram Londres entre a década de 50 e 60. Emily Browning, Christopher Eccleston, David Thewlis, Paul Anderson, Taron Egerton e Chazz Palminteri completam o elenco. Legend tem estreia marcada para 11 de Setembro no Reino Unido

 

 

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20th Century Fox divulgou o primeiro trailer de Hitman: Agent 47, a nova adaptação do popular videojogo da IO Interactive cuja premissa centra nas missões de um assassino anónimo, que opera para uma secreta organização. Rupert Friend veste a pele desse mesmo assassino, apenas conhecido como Agente 47 (Paul Walker esteve também cotado para o papel), o resto do elenco é composto pelos actores Zachary Quinto (Star Trek), Ciarán Hinds (Ghost Rider: Espírito de Vingança), Thomas Kretschmann (Wanted) e Hannah Ware (Oldboy). Hitman: Agent 47, realizado pelo estreante Aleksander Bach, estreia no nosso país no dia 27 de Agosto de 2015.

 

Recordamos que o mesmo jogo já tinha obtido uma versão cinematográfica em 2007 [ler crítica], dirigido por Xavier Gens e protagonizado por Timothy Olyphant e Olga Kurylenko. Um sucesso de bilheteira cuja uma produção atribulada impediu a realização de sequelas.

 

 

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Paul Walker como Hitman

 

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publicado por Hugo Gomes às 19:48
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26.6.15

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A EuropaCorp, a produtora francesa de Luc Besson, revelou, durante a convenção da CineEuropa em Barcelona, que a sequela do êxito de Lucy [ler crítica] encontra-se de momento em preparação.

 

Tendo rendido mais de 460 milhões de dólares em todo o Mundo, números impressionantes para um filme que não é uma sequela e nem sequer baseado numa banda desenhada, Lucy remete-nos às aventuras de uma homónima mulher que após ter sido acidentalmente injectada com uma droga experimental adquire a possibilidade de utilizar toda a sua capacidade mental, levando o ser humano a um outro nível. O filme contou com os desempenhos de Scarlett Johansson, Morgan Freeman e Min-sik Choi, actor coreano que ficou celebre no Oldboy de Chan-wook Park, e a realização do próprio Luc Besson.

 

De momento não existe mais informação quanto ao enredo, a um possível regresso de Scarlett Johansson ao papel, nem o retorno de Luc Besson ao comando, apesar deste ter expresso, ano passado, ao The Hollywood Report que não estaria interessado numa sequela de Lucy, visto que o final do filme fecha todas as possibilidades para isso.

 

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publicado por Hugo Gomes às 21:20
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Numa conversa com a Acess Hollywood, Jason Statham divulgou que regressará à franquia de Fast and Furious: Velocidade Furiosa, e novamente como um dos vilões.

 

"Já falamos em fazer outro. A parte 8. Sou um maçarico. Só fui convidado para a festa neste último, por isso é bom saber que irei fazer outro filme (…)" afirmou o actor.

 

O último filme, Furious 7, conseguiu uns impressionantes 1,511 mil milhões de dólares em todo o Mundo, ficando na quarta posição do top de filmes mais rentáveis de sempre, abaixo de Avatar, Titanic e o primeiro filme dos The Avengers: Os Vingadores. Devido ao êxito descomunal da película, é previsível que esteja a ser produzido um novo capitulo, mesmo sem o actor Paul Walker, o qual o filme dirigido James Wan presta devida homenagem.

 

Esta parte 8 irá decorrer em Nova Iorque, Vin Diesel e Dwayne Johnson estarão novamente a "bordo" e existem rumores do regresso de Eva Mendes à franquia (que integrou o elenco do segundo filme e uma cena pós-créditos em Fast Five). Fast & Furious 8 estreia no dia 14 de Abril de 2017, nos EUA.

 

 

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publicado por Hugo Gomes às 21:15
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A 2ª edição da Comic Con Portugal só irá realizar no mês de Dezembro, mais concretamente nos dias 4, 5 e 6, na Exponor em Matosinhos, mas os bilhetes já podem ser. Enquanto isso, a organização revela-nos o primeiro convidado: Jason Momoa.

 

O actor é conhecido como Conan das novas gerações, mas é possível será visto como Aquaman, personagem da DC Comics que irá interpretar no próximo Batman V. Superman: Dawn of Justice (a estrear em Portugal no dia 24 de Março de 2016) e no respectivo filme a solo dirigido por James Wan (realizador de Velocidade Furiosa 7), agendado para 2018. No pequeno ecrã, os seus desempenhos nas séries Stargate: Atlantis e Game of the Thrones possuem extensas legiões de fãs.

 

 

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James Wan, realizador de Velocidade Furiosa 7, assina Aquaman!

Jason Momoa é Aquaman em Batman V Superman: Dawn of Justice

 

 

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publicado por Hugo Gomes às 15:13
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26.6.15

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As migalhas de uma civilização extinta!

 

Provavelmente o maior interesse de Crumbs reside na cometida visão distorcida da nossa civilização. Uma ideia que segundo o realizador Miguel Llansó, foi extraída a partir de uma entrevista com o professor etíope Seifu Yohannes, o primeiro engenheiro nuclear do seu país, onde expressou que tudo aquilo que vivemos, as nossas convicções, ideais, etc, serão apagados através dos anos e só o "plástico" sobreviverá perante ao desafio do tempo. Em Crumbs (Migalhas) somos desde cedo remetidos a um mundo pós-apocalíptico onde os tempos do Holoceno (o do Homem Moderno) deu por si terminada - extinta - o os seus restos daquela que fora anteriormente a maior civilização humana de sempre, são descobertos e interpretados pelos os últimos resíduos de Humanidade.

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É curioso deparar com a santificação dos ídolos actuais (Michael Jordan, Justin Bieber ou Mickael Jackson) como se divindades faraónicas tratassem ou objectos de puro gosto kitsch como testemunhos de tempos perdidos. No seio deste mundo pós-apocalíptico, somos apresentados a um romance atípico entre um deformado que se julga descendente de hominídeos superiores chamados Super-Homens e de uma bela mulher que sonha juntar lado-a-lado com os deuses "pré-modernos" que venera. Uma jornada que segue no trilho das últimas lendas vivas, visto que o nosso protagonista (Daniel Tadesse) terá que encontrar o Pai Natal, um místico eremita capaz de concretizar todos os desejos, e incentivar a coragem oculta de uma figura demasiado subvalorizada até mesmo para o seu tempo.

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Miguel Llansó concretiza aqui uma prolongada piada, um conjunto de ideias fixas em prol de uma estética evidente e flexível para com as ditas temáticas, mas infelizmente Crumbs é um eterno caso de "mais olhos que barrigas". Toda a sua narrativa despoleta sem intensa emoção, obviamente falta-lhe um toque mais satírico que possa apimentar a relação do filme com as suas personagens, ou na maior das hipóteses, uma descrição mais sóbria da caótica pseudo-sociedade. Felizmente Llansó tem uma realização competente que não impede o agrado da visualização.

 

Filme visualizado no âmbito do FEST 2015: Festival Novos Realizadores e Novo Cinema

 

Real.: Miguel Llansó / Int.: Daniel Tadesse, Selam Tesfayie

 

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publicado por Hugo Gomes às 10:32
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25.6.15

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O bovarismo visto por uma Mulher!

 

Até Jean Renoir adaptou este relevante romance de Gustave FlaubertMadame Bovary (em 1949), que fora considerado um dos pioneiros da chamada literatura realista. Porém, esta é a primeira vez que uma mulher toma conta de todo o controverso material publicado em pleno século XIX. Sophie Barthes, autora dos trabalhos Happiness e Cold Souls, opera um filme conotado por uma reconstituição história digna do selo BBC, se não fosse o facto deste Madame Bovery ser uma co-produção alemã, belga e norte-americana, onde nos centramos numa França falada em inglês e num romance transformado, naquilo que supostamente seria uma ensaio psicológico do bovarismo (a total insatisfação reconhecida na sua protagonista) para uma automática condenação e defesa da Mulher entediada na burguesia do século XIX.

 

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Certas liberdades foram tomadas nesta obra cinematográfica de forma a focar exclusivamente na integridade de Emma Bovary (Mia Wasikowska), a madame do título, uma mulher que pretende desafiar as próprias convenções do matrimónio da época. Esta é uma óbvia obra concretizada num tempo onde o activismo feminista parece ter ganho novas frentes de batalha, mas existe claramente algo que não bate certo em todo este retrato. Se a protagonista é facilmente julgada em "praça pública" (falo por parte do espectador), Sophie Barthes tenta lhe devolver alguma dignidade, salientado as suas emoções como revoluções sociais, enquanto carece em explorar as restantes personagens, nomeadamente o marido, Charles Bovary (Henry Lloyd-Hughes), recriado como um figura anoréctica, submissa e sem expressividade.

 

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Contudo, mesmo ausente de profundidade, é no elenco secundário que o filme estabelece algum interesse (Rhy Ifans, Ezra Miller, Paul Giamatti e Logan Marshall-Green), ofuscando por completo a dedicação de Wasikowksa, desafiada em fugir da sua imagem já definida. Apesar do interesse de ver uma perspectiva, sobretudo, feminino quanto ao clássico do realismo literário, Madame Bovary é isento de emoção e de análise psicológica nas suas personagens. O que surge é um produto de época graficamente eficaz mas sem a merecida textura.

 

Real.: Sophie Bartes / Int.: Mia Wasikowska, Henry Lloyd-Hughes, Rhy Ifans, Ezra Miller, Paul Giamatti, Logan Marshall-Green

 

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publicado por Hugo Gomes às 22:08
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A comédia de grande sucesso de Todd Philips, The Hangover: A Ressaca [ler crítica], vai ser exibido no canal Cinemundo no sábado, 27 de Junho, pelas 23h20. É diversão garantida nesta paródia que nos remete a quatro amigos em plena despedida de solteiros em Las Vegas, onde as coisas começam a sair fora do controlo.

 

Tendo custado 35 milhões de dólares, o filme rendeu mais de 467 milhões em todo o Mundo e gerou duas sequelas bem-sucedidas, para além disso, serviu de "catapulta" para o estrelato de Bradley Cooper (American Sniper) e Zach Galifianikis (The Birdman).

 

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publicado por Hugo Gomes às 21:23
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25.6.15

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O urso folião regressa!

 

Seth MacFarlane incutiu uma parábola na sua primeira longa-metragem, um homem impedido de crescer, devido à cumplicidade com o seu urso de peluche, obviamente tudo isto elaborado numa comédia com os dignos traços do autor, o mesmo dos sucessos animados de Family Guy e American Dad. Como tal, Ted [ler crítica], o filme de 2012, foi, sobretudo, um ensaio misto e dotado com alguma destreza intelectual, ao mesmo tempo que é minado por todo o "non sense" cómico e de um humor politicamente incorrecto. Infelizmente, MacFarlane não é um 100% rebelde, um "violador" das boas morais, sendo que,por detrás desta capa que tenta por vezes apresentar, ele acaba por demonstrar (inevitavelmente) a sua faceta como "bom vendedor" das fórmulas correctas. Um desses exemplos é a sua segunda longa, A Million Ways to Die in the West [ler crítica], que estreou 40 anos depois de Blazing Saddles (Balbúrdia no Oeste), de Mel Brooks, e revelou-se mais conservador que o seu antecessor.

 

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Em Ted 2, a sua primeira sequela, o registo é novamente replicado, através de uma nova aventura entre o urso falante e mau comportado (com a voz do próprio MacFarlane) e um Mark Wahlberg preso à sua vontade de ser ele próprio. Um misto de emoções é o que encontramos aqui, tudo porque esta continuação consegue ser mais astuta que a respectiva prequela, e, nestes tempos em que o debate dos direitos das minorias é acima de tudo visto como assuntos mediáticos, Ted 2 faz algum sentido existir. No entanto, infelizmente, trata-se do menos divertido do duo, até porque o assunto alusivo é demasiado sério… Seth MacFarlane sabe disso perfeitamente, dotando-o com um número decrescente de gags e um receio crescente na aposta dos seus conteúdos.

 

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O resumo é que acaba tudo por ser moralmente "pleaser", intercalado por momentos de humor demasiado "ordinários" para serem considerados engenhosos, mas, enfim, é o efeito "sequelite" a revelar-se aqui (agora sem Mila Kunis, mas com Amanda Seyfried no mesmo esquema). Isso e a oculta adoração de MacFarlane ao clássico musical da Broadway, evidenciado nuns créditos iniciais argumentados como exposição da sofisticação do boneco animado Ted.

 

Real.: Seth MacFarlane / Int.: Seth MacFarlane, Mark Wahlberg, Amanda Seyfried, Morgan Freeman, Liam Neeson, Jessica Barth, Giovanni Ribisi, Sam J. Jones

 

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publicado por Hugo Gomes às 11:48
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Já se encontra disponível nos cinemas, 25 de Junho, o documentário Nós na Rua, do realizador Luís Margalhau. O filme, uma co-produção da Margas Filmes com o Cineclube de Avanca e a Filmógrafo, leva ao espectador às ruas de Lisboa para dar a conhecer as histórias de vida por detrás de cinco artistas públicos (quatro músicos e um bailarino de samba), experientes na sua arte mas devotos à capital portuguesa. Nós na Rua estará disponível nas salas do Cinema City Alvalade, Cinema Dolce Vita de Ovar e no Teatro Ribeiragrandense nos Açores, as projecções serão antecedidas pela animação portuguesa “Timor Loro Sae”, dirigido por Vítor Lopes em 2004, num processo paralelo ao desenrolar dos acontecimentos em Timor.

 

 

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publicado por Hugo Gomes às 05:52
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24.6.15

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O amor mata … e se mata!

 

Segundo André Téchiné, o desejo de adaptar esta mediática história que reúne ingredientes tão propícios como a obsessão passional e o crime ao serviço de factos reais derivou de um outro desejo: o de levar ao grande ecrã a personalidade de Julie de Lespinasse. O realizador revelou que encontrou semelhanças entre as cartas escritas por uma das protagonistas deste L'Homme qu'on Aimait Trop (O Homem Demasiado Amado) com os da escritora francesa, em pleno século XVIII. Decorrido nos anos 70, o novo filme do realizador de Wild Reeds (Os Juncos Selvagens) tem como base um jogo de interesses de uma família prestigiada mas a caminho da auto-destruição. Enquanto mãe e filha confrontam-se pela posse de uma herança, um advogado de poucos recursos encontra nesse cenário uma oportunidade para ascender no seu estatuto social e de certa forma orquestrar a sua vingança pessoal, movida pelo orgulho ferido.

 

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Esta intriga que remexe em territórios povoados por Scorsese depressa evolui para um drama de tribunal sustentado por uma vertente mais que factual do que fantasiosa. Assim Téchiné o quis, para conceber um filme que "mexesse" em consciências e que as reavivasse para um dos casos mais misteriosos e mediáticos da França dos últimos anos, onde teorias da conspiração continuam a ser abundantes. Este tratamento fincado nos factos despe O Homem Demasiado Amado de qualquer liberdade artística ou até de uma condução de planos que evitariam um registo académico. Infelizmente foi esse o caso.

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André Téchiné constrói uma obra dramaticamente linear, onde o empenho dos atores, principalmente o de Adèle Haenel (que brilhou em Les Combattants) e de Guillaume Canet, dão densidade às suas personagens. No caso dela, visto ter sido o principal interesse de Techiné na concepção desta versão cinematográfica, esta personagem é concebida com uma fragilidade cujas fendas emocionais são gradualmente desvendadas. Haenel ambienta-se perfeitamente na pele de uma mulher de aparência forte mas munida por um coração em ruínas. O resto é Catherine DeNeuve a servir de presença de prestígio, tratando-se da sétima colaboração entre a actriz e o realizador. Aqui a actriz surge "disfarçada" por um incompetente trabalho de caracterização, como se o departamento de maquilhagem tivesse medo de tornar este "património nacional" irreconhecível.

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Por outro lado, Téchiné faz das suas ao tecer um final simbólico com a intriga exposta, mas o resultado continua longe do esperado. Sem trazer algo de novo daquilo que se conhece deste suposto crime real, O Homem Demasiado Amado prevalece como mais um no leque cinebiográfico, ou do marketing dos filmes "baseados num caso real". Em suma, vale pelos actores!

 

Real.: André Techiné / Int.: Guillaume Canet, Catherine Deneuve, Adèle Haenel, Jean Corso

 

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publicado por Hugo Gomes às 23:54
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23.6.15

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Magali Noël, a actriz e cantora que interpretou a tão cobiçada Gradisca do memorável filme de Federico Fellini, Amarcord, morreu esta terça-feira, dia 23 de Junho, em Châteauneuf-Grasse, na Riviera francesa. Estava a somente dias de completar os 84 anos.

 

Nascida em 27 de Junho de 1932, na região de Esmirna, Turquia, Magali Françoise Noëlle Camille Guiffray, filha de pais franceses, interessou-se muito cedo pelas artes dramáticas,  sendo que aos 17 anos frequentava um respectivo curso de Catherine Fontenay enquanto trabalhava num cabaret na França. Iniciou a sua carreira no teatro até chegar ao cinema com Demains Nous Divorçons (1951), de Louis Cuny, aqui, Magali Noël tinha somente 19 anos. Ela interpretou uma jovem provocadora e atrevida, aquele que seria uma antevisão para a aura sexual de qual a actriz sempre havia sido caracterizada. Aura, essa, Rififi (1955), de Louis Dassin, o qual desempenha uma cantora de cabaret. Segundo consta, Dassin desejava dobrar a actriz durante o tema do filme (o que no guião seria cantada pela própria personagem), mas rapidamente mudou de ideias após ter escutado Noël a cantar no camarim.

 

A prestação em Rififi impressionou muitos, incluindo o escritor e músico Boris Vian que a convidou-a para interpretar o controverso tema Johnny Fais-moi Mal. Tido como uma das primeiras músicas rocks cantadas em francês, a sua letra ousada e sugestiva fez que a sua transmissão nas rádios, em 1956, fosse expressamente proibida, mas nada que impedisse o inicio de uma longa colaboração com Boris Vian.

 

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Depois seguiram-se filmes como Elena et les Hommes (Jean Renoir, 1956), Assassins et Voleurs (Sacha Guitry, 1957) e Le Désir mène les Hommes (Émile Roussel, 1958), até chegar a conhecer o cineasta italiano Federico Fellini. Desde então instala-se uma colaboração que muda para sempre a carreira da actriz, começando com La Dolce Vita (1960), onde desempenha a dançarina Fanny, prolongado por Satyricon (1969) e Amarcord (1973), o qual Gradisca é visto como o seu papel mais memorável.

 

Entretanto, os palcos continuavam a ser motivo de reencontro e a televisão, um novo espaço a ser conquistado. No cinema ainda trabalhou com realizadores de renome como Costa-Gavras (Z - A Orgia do Poder), Chantal Akerman (Les Rendez-vous d'Anna: Os Encontros de Anna), Élie Chouraki (Qu'est-ce qui fait courir David?), Andrzej Zulawski (La Fidélité), e Jonathan Demme (Truth About Charlie), que fora o seu último trabalho registado.

 

Magali Noël (1932 - 2015)


publicado por Hugo Gomes às 20:37
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Segundo a Variety, o jovem actor Tom Holland, conhecido pelo seu papel em Lo Imposible [ler crítica], será o próximo Homem-Aranha (Spider-Man), no terceiro filme de Captain America, Civil War, e numa obra a solo que tem estreia prevista para Julho de 2017, dirigido por Jon Watts (Clown). 

 

Recordamos que depois de The Amazing Spider-Man 2 [ler crítica], ter desiludido as expectativas do estúdio e causando uma interna “dor-de-cabeça” quanto ao seu destino, a Sony Pictures acordou com a Disney para refazer o franchising. O resultado é que Peter Parker e o seu alter-ego vai fazer parte da Marvel Cinematic Universe, universo o qual pertence The Avengers e os Guardians of the Galaxy.

 

Tobey Maguire e Andrew Garfield foram os actores que antecederam a Tom Holland no papel de tão célebre herói da Marvel.

 

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Iron Man 2 (2010)

Iron Man 3 (2013)

Hulk (2003)

The Incredible Hulk (2008)

Thor (2011)

Thor: The Dark World (2013)

Captain America: The First Avenger (2011)

Captain America: The Winter Soldier (2014)

The Avengers (2012)

The Avengers: Age of Ultron (2015)

 

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publicado por Hugo Gomes às 17:28
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"Perdemos uma pessoa incrível dotada de um grande coração", foram estas as palavras de Sylvia Patrycia, a assistente, depois de confirmar a morte de James Horner, o compositor norte-americano que esteve por detrás das bandas sonoras de filmes como Braveheart, Titanic e Apocalypto.

 

Segundo a imprensa norte-americana, Horner morreu em consequência de uma queda de avião, a cerca de 96 quilómetros ao norte de Santa Barbara (EUA). O acidente ocorreu esta segunda-feira, dia 22 de Junho, o compositor tinha 61 anos.

 

Nascido em Los Angeles em 1953, James Horner interessou-se pela música desde cedo, tendo estudado piano aos 5 anos e integrado a Royal College of Music, em Londres, anos mais tarde. Regressa aos EUA nos anos 70 e estuda na Universidade do Sul da Califórnia e Universidade da Califórnia (UCLA), antes de trabalhar na industria cinematográfica, Horner deu aulas nas respectivas universidades. Entre as suas partituras, pode-se destacar Star Trek II: The Wrath of Khan (1982), Legends of the Fall (1994), Deep Impact (1998), Avatar (2009) e Southpaw (2015), um drama protagonizado por Jake Gylenhaal, sobre um lutador de boxe, ainda inédito no nosso país.

 

James Horner (1953 - 2015) 


publicado por Hugo Gomes às 14:32
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Morreu Laura Antonelli! A musa do cinema erótico italiano, vista em filmes como Malizia (1972) e L'Innocente (1976), foi encontrada morta no seu apartamento em Ladispoli, nos arredores de Roma, na passada Segunda-Feira, 22 de Junho. Segundo a imprensa italiana, Antonelli foi vitima de um enfarte. Tinha 73 anos.

 

Nascida na cidade de Pola, no dia 28 de Novembro de 1941, Laura Antonelli exerceu o cargo de professora de edução física em Nápoles, tendo-se mais tarde mudado para Roma, onde participou em anúncios publicitários e mais tarde entrou para a indústria cinematográfica. O seu primeiro trabalho (creditado) foi Le Spie Vengono dal Semifreddo (1966), ao lado de Vincent Price, um filme-paródia da saga James Bond realizado por Mario Bava, mas foi com as comédias eróticas que Antonelli torna-se num símbolo de sexualidade no grande ecrã. 

 

Em 1972, o ano do seu filme mais célebre - Malizia, de Salvatore Samperi - a actriz casa com o actor francês Jean-Paul Belmondo, tendo contracenado em duas obras dirigidas por Claude Chabrol (Les Mariés de l'an Deux e Docteur Popaul), o relacionamento durou 8 anos. Nos anos 80, a imagem de Laura Antonelli começou a decair, mesmo que nessa década tenha trabalhado com Ettore Scola em Passione d'Amore (1981). Tentou ressurgir a sua carreira em 1991 com Malizia 2000, novamente realizado por Salvatore Samperi, chegando mesmo a ceder a uma cirurgia plástica para recuperar a forma de outrora, mas o filme resultou num fracasso tremendo.  Antonelli sofreu com imensos danos psicológicos, tendo ficado internada num hospital psiquiátrico. Nesse mesmo ano foi apanhada com 31 gramas de cocaína pela polícia, a partir daí a sua imagem foi "condenada" pela imprensa tablóide e pela opinião pública. 

 

Passou os últimos vinte anos da sua vida num apartamento em Ladispolli, respondendo constantemente aos jornalistas que a ligavam o seguinte: "Laura Antonelli já não existe". Segundo o diário de Milão, "morreu a atormentada diva", que havia deixado expresso que desejaria um funeral reservado. 

 

Laura Antonelli (1941 - 2015)

 


publicado por Hugo Gomes às 11:51
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