30.4.15

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Depois da actriz Carey Mulligan ter pronunciado sobre o "sexismo massivo" existente na indústria cinematográfica de Hollywood, muito em consequência do filme que irá protagonizar, Suffragette (ver aqui), que demorou quase um século a chegar ao cinema, Kristen Stewart veio agora expressar a revolta em relação ao tema.

 

"As mulheres, inevitavelmente, precisam de se esforçar mais para serem ouvidas. Hollywood é extremamente sexista, é nojento. É uma loucura. É muito ofensivo." declarou Stewart, numa entrevista à revista Harper’s Bazaar. A actriz vencedora do César de Melhor Actriz Secundária por Clouds of Sils Maria, de Olivier Assayas (ainda inédito no nosso país), revelou ainda os "podres" da fama: “(…) é a pior coisa que pode acontecer no mundo. Especialmente se não existe um motivo para tal. Por exemplo, quando as pessoas falam, ‘Eu quero ser famoso’. A minha pergunta é porquê? Porque você não faz nada”.

 

Para terminar, Stewart ainda confessou os seus sentimentos em relação às cenas de sexo: "Eu só odeio-as quando elas são artificiais, ou seja, desconfortáveis. No Twilight, por exemplo, nós tínhamos que fazer a cena de sexo mais 'esperada' de todos os tempos. Tinha de ser algo quase metafísico, sobrenatural, desumano, o melhor sexo que se poderia imaginar. E nós ficamos do estilo, ‘Como podemos viver de acordo com isto?’. Era uma agonia. O que é uma porcaria, porque eu queria que fosse bom”.

 

 

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publicado por Hugo Gomes às 20:43
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E mais um trailer de Youth (Juventude), foi divulgado. O próximo de Paolo Sorrentino (La Grande Bellezza), que terá estreia absoluta no 68º  Festival de Cannes, segue dois velhos amigos, um compositor aposentado e outro um cineasta ainda no activo, que passam férias num hotel situado nos Alpes. Protagonizado por Michael Caine, Harvey Keitel, Rachel Weisz, Jane Fonda e Paul Dano, Youth já possui de momento distribuidora portuguesa, porém, ainda não existe data de estreia para território nacional.

 

 

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publicado por Hugo Gomes às 14:18
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29.4.15

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Foi divulgado o primeiro trailer de Irrational Man, o próximo filme de Woody Allen, com estreia mundial no cada vez mais próximo Festival de Cannes. O enredo seguirá um professor de filosofia com uma crise existencial que tem uma relação com uma das suas alunas. Emma Stone, Joaquin Phoenix, Jamie Blackley e Parker Posey completam o elenco.

 

 

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publicado por Hugo Gomes às 23:44
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Quando as distopias são fenómenos de popularidade!

 

A série literária Divergente, da autoria de Veronica Roth, segue os passos das distopias expostas por Aldous Huxley, nomeadamente a sua obra-prima Brave New World (Admirável Mundo Novo). As fracções e as classes são aqui similaridades, mas as abordagens são, literalmente, divergentes, enquanto Huxley sempre havia convertido a sua distopia em prol da crítica social, evidente é que mesmo passados 80 anos, as suas visões continuam tão actuais como nunca. Roth, por sua vez, explora um território mais juvenil, requisitando os códigos regentes deste universo (difícil que é fugir do previsível romance), e que dificilmente se vingarão na posteridade.

 

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Passando então à adaptação do segundo livro da trilogia, Insurgent recorre como um "mais do mesmo" do inicio morno que fora Divergent, em termos produtivos é óbvio. Este novo capítulo é o mais pomposo no sector visual, resposta a isto é a sua dependência ao frenesim tecnológico e o protagonismo oferecido ao CGI. Algo que seria a seu favor, se Insurgent conseguisse manobrar uma intriga e minimamenteos seus personagens, todos eles unidimensionais e estabelecidos ao estatuto de "bonecos animados", apenas encabeçados por actores de nome e jovens estrelas.

 

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Depois é o ritmo narrativo, Robert Schwentke (que sucede Neil Burguer) nunca em momento algum tem a dignidade de equilibrar todo o fio narrativo e conduzi-lo de forma mais fluida e afectiva a uma ênfase dramática mais acentuada, mesmo que o filme assuma um tom deseriedade de contornosinsuportáveis em relação à anorexia dos eventos. Sim, Insurgent é claramente um mau exemplo de como não adaptar um bestseller juvenil, uma sucessão instantânea de sequências de acção, que roçam a banalidade, que não oferecem espaço algum aos seus personagens. Peço desculpa … bonecos!

 

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Depois é a crítica social, um factor de que outro franchising juvenil beneficiou, The Hunger Games, é aqui distorcido em prol de um romance sob grandiloquências exageradas e sem fins de abordagem para com as suas temáticas distópicas. Ou seja, temos aqui um dos prováveis candidatos ao prémio de pior filme do ano, se não for, é pelo menos o mais caro do catálogo, com 110 milhões de dólares empregues em "mimos visuais". Todavia, para mal dos nossos pecados, o próximo capítulo já está a caminho e, infelizmente, sob o processo de divisão para dois filmes distintos. Meu rico Aldous Huxley!

 

Real.: Robert Schwentke / Int.:Shailene Woodley, Theo James, Octavia Spencer, Jai Courtney, Ray Stevenson, Zoë Kravitz, Miles Teller, Ansel Elgort, Maggie Q, Mekhi Phifer, Naomi Watts, Kate Winslet

 

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Divergent (2014)

 

3/10
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publicado por Hugo Gomes às 23:40
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Foi revelado o primeiro teaser trailer de The Last Witch Hunter, com Vin Diesel como protagonista, o qual desempenha um caçador de bruxas contemporâneo. A obra era para ser inicialmente realizada por Timur Bekmambetov (Night Watch, Wanted), mas que acabou por ser assinada por Breck Eisner (The Crazies). Com Michael Caine, Elijah Wood, Ólafur Darri Ólafsson e Rose Leslie no elenco, The Last Witch Hunter estreará nos cinemas portugueses a 15 de Outubro.

 

 

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publicado por Hugo Gomes às 23:31
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Xavier Dolan (Mommy) vai filmar Juste La Fin Du Monde (Only The End Of The World), uma adaptação da peça de Jean-Luc Lagarce, já no final de Maio, após cumprir os seus compromissos como júri do Festival de Cannes.

 

O anúncio foi feito pela Seville Pictures, que ainda divulgou parte do elenco da obra: Marion Cotillard, Léa Seydoux, Vincent Cassel, Nathalie Baye e Gaspard Ulliel. A história seguirá um escritor que regressa a casa após uma longa ausência, no reencontro anuncia a sua morte, noticia que tumultuará o respectivo seio familiar.

 

Para além de Juste la Fin Du Monde, Xavier Dolan encontra-se igualmente a trabalhar em The Death And Life Of John F. Donovan, o seu primeiro projecto norte-americano. Recordamos que este filme centrará numa troca de correspondência entre um famoso actor, John F. Donovan (interpretado por Kit Harington), e um menino de 11 anos, e a exposição dessas mesmas cartas pelos media, principalmente por uma revista cor-de-rosa gerida pela personagem desempenhada por Jessica Chastain. Kathy Bates e Susan Sarandon também integram o elenco.

 

 

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publicado por Hugo Gomes às 07:14
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28.4.15

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Estreia esta semana, dia 29 de Abril, A Idade de Adaline (The Age of Adaline), um filme que celebra a beleza feminina e o seu registo simbólico. Neste filme dirigido por Lee Toland Krieger (Celeste e Jesse Forever) seguimos uma homónima mulher (Blake Lively), nascida em meados do século XX e após um acidente, deixa de envelhecer. Vivendo uma vida solitária e imortal, Adaline apaixona-se por um homem, o qual é merecedor da abdicação da sua imortalidade para viver uma vida feliz junto a este. Contando também com os desempenhos de Harrison Ford, Ellen Burstyn e Richard Hammon, The Age of Adaline é um romance independente que irá nos remeter aos constantes dilemas do romance em seres "vampíricos". Yolanda Lobos, a primeira manequim portuguesa a consagrar-se além-fronteiras, será a embaixadora do filme em Portugal.

 

 

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Trailer de The Age of Adaline, a paixão imortal!

 

 

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publicado por Hugo Gomes às 13:27
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Depois Lisboa, Porto e Caldas da Rainha8 1/2 Festa do Cinema Italiano continua a sua digressão pelo país, tendo chegado a Loulé, que será submetido à presença do cinema nostro. A mostra decorrerá entre os dias 30 de Abril a 3 de Maio no Cine-Teatro Louletano. O filme de abertura será "I Nostri Ragazzi", de Ivano de Matteo, baseado no livro bestseller de Herman Koch, "O Jantar".

 

Ver a programação, aqui

 

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publicado por Hugo Gomes às 12:31
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28.4.15

 

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Musicalmente sério!

 

Em 2009, Neil Blomkamp actualizou a sua curta-metragem, Alive in Joburg, para uma longa-metragem de baixo-orçamento, mas que apesar dessa limitação não escondia a sua espectacularidade. Sob tiques de qualquer blockbuster ou dos mais espalhafatosos filmes de ficção cientifica, esse District 9 resultou num êxito, quer de público, quer de bilheteira e até mesmo de linguagem cinematográfica, consolidando o espectáculo cinematográfico despretensioso com a crítica de inserção social da África do Sul. Tal como um gaio, tudo que brilha Hollywood "apanha", e Blomkamp mudou-se assim para um grande estúdio, tendo à sua disposição um orçamento mais vantajoso para incutir Elysium. Filme, esse, protagonizado por Matt Damon, remetia aos mesmos lugares que o anterior District havia percorrido, mas este não era o Blomkamp de District 9,e sim uma versão adulterada, demasiado limpa e presa às convicções do próprio estúdio que constantemente estudavam as tendências do mercado.

 

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Eis que então chega Chappie, o filme que tem sido apontado como o menos consensual da sua carreira e talvez com uma certa razão. Tudo o que vemos nesta sua nova obra, mais uma distopia cientifica ambientada no seu habitat natural, ou seja, a capital sul-africana Joanesburgo, é um revisitar dos mesmos dilemas que o género tem recolocado ultimamente e até mesmo a critica do cineasta à inserção social e a luta de classes é novamente mencionada, mas recorridos sobre o parâmetro do videoclipp. Pois bem, Blomkamp recupera a tendência do video musical, desta enraizada sob um particular gosto.

 

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Não é por acaso que Yo-Landi e Ninja, dois membros da célebre banda sul-africana Die Antwoord, protagonizam o filme, contagiando todo o visual com o estilo único e por vezes exagerado da mesma. A verdade é que incrível que pareça, os dois músicos não envergonham ninguém na categoria das interpretações, mas aqui outra verdade deve ser dita, Blomkamp não preocupou com prestações, sendo que todas as personagens que possui, principalmente o robô-protagonista Chappie, são unidimensionais e estereotipadas ao seu meio. Nem Hugh Jackman, como um vilão de cariz religioso (curioso que o homem chega a benzer-se a meio do filme), Devil Patel ou Sigourney Weaver transportam o filme para um nível mais transversal, mas mesmo assim a fita consegue adquirir o seu "quê" emocional.

 

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Essa mesma emoção é transmitida através das suas imagens, altamente manipuladas ao som da respectiva banda sonora, em conjunto com os seus simbolismos morais e maniqueístas. Todos esses elementos são facilmente perceptíveis para as audiências mais jovens, deparadas com uma linguagem traçada do dialecto do videojogo ou das referências estampadas na cultura pop. Não esperem encontrar aqui algo digno de Isaac Asimov, mas sim um certo trash à lá Robocop, "estilizado", porém, não contido como foi o caso de Elysium.

 

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Diverte? Se desligarmos o cérebro e a nossa ambição por profundidade quanto ao material exposto até poderemos ter a nossa mercê um entretenimento passageiro e acima de tudo estilisticamente contagiante. Se caso não o conseguirmos fazer, a sala ao lado poderá ser a mais indicada. Sim, devemos incluir este produto no lote dos "guilty pleasure"!

 

So, which dog do you want to be Chappie? The live dog or the dead dog?”

 

Real.: Neil Blomkamp / Int.: Sharlto Copley, Dev Patel, Hugh Jackman, Sigourney Weaver, Yo-Landi, Ninja

 

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Elysium (2013)

District 9 (2009)

 

 

6/10
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publicado por Hugo Gomes às 11:35
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27.4.15

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Tiago Rosa-Rosso - Eis um nome que deveremos sobretudo decorar para um futuro próximo. Para quem desconhece, ele foi o autor de duas prestigiadas curtas-metragens portuguesas, entre as quais destaco Deus Dará (2013 – poderão ver a curta aqui), que se encontrou presente na selecção oficial de festivais como FEST – New Directors, 21st Curtas de Vila do Conde e na 4ª edição do Córtex. Trata-se de uma história vinculada sobre a austeridade e da sobrevivência numa “selva de asfalto” que realça uma veia fílmica contagiado pelo realismo. Porém, sob uma linguagem digna do world cinema e ao mesmo tempo tão íntimo do nosso panorama.

 

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Mas a questão que vos trago não é o de falar sobre Tiago Rosa-Rosso e a respectiva obra, mas o de salientar a sua presença (a dobrar) na competição de curtas-metragens da 12ª edição do IndieLisboa: Festival Internacional de Cinema Independente. A primeira com um trabalho dirigido em conjunto com André Torres, Lei da Gravidade, protagonizado por Zé Bernardino, Pedro Gomes e Joana de Verona, que centra em dois personagens numa obra que questiona a sua própria existência. A segunda com A Despedida, com António Dente, Miguel Plantier e, novamente, Zé Bernardino, eis um buddie movie que joga com iguais códigos num último dia de praia.

 

Os horários das respectivas curtas, poderão ser vistas aqui.

 

 

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Começa hoje o 12º Indielisboa!

Mia Hansen- Løve e Whit Stillman na 12ª edição do Indielisboa!

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publicado por Hugo Gomes às 21:09
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A Cinemateca-Portuguesa Museu do Cinema vai exibir no dia 5 de Maio, por volta das 21h30, o inédito de Manoel de Oliveira, Visita ou Memórias e Confissões.

 

Dirigido no ano de 1982, o filme foi constituído como o testamento do cineasta, cuja sua vontade era que fosse exibido após a sua morte, mesmo assim tal foi projectado em 1993 durante o ciclo preparado pela Cinemateca, "Oliveira: O Culto e o Oculto". Segundo a programação da instituição, Visita ou Memórias e Confissões é um retrato algo pessoal da casa onde Oliveira viveu grande parte da sua vida (projetada pelo arquitecto José Porto).

 

Recordamos que Manoel de Oliveira faleceu no 2 de Abril, tinha 106 anos e foi outrora considerado o mais velho cineasta no activo. Para trás deixa um legado incontornável de obras cinematográficas, algumas delas alteraram para sempre a maneira de fazer cinema em Portugal, e no Mundo.

 

 

Ler Críticas de filmes de Manoel de Oliveira

Acto da Primavera (1963)

Belle Toujours (2006)

Cristóvão Colombo: O Enigma (2007)

Singularidades de uma Rapariga Loura (2009)

Estranho Caso de Angélica (2010)

 

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Manoel de Oliveira homenageado na Cinemateca (com filme inédito) e canais TVCine!

Morreu Manoel de Oliveira: O Símbolo do Cinema Português!

 

 

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publicado por Hugo Gomes às 20:50
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Foi revelado mais um trailer de Ted 2, a sequela do primeiro filme realizado por Seth McFarlane (criador da série Family Guy) para os cinemas, que foi um êxito de bilheteira, tendo rendido mais de 549 milhões de dólares em todo o Mundo. MacFarlane, dá a voz ao mal índole urso de peluche, que por vias de um desejo de uma ingénua criança ganha vida. Passado 30 anos, a anterior criança é agora um adulto (Mark Wahlberg) que tenta construir uma vida responsável e estável, ao contrário disso, Ted não possui o mesmo dilema de vida. Nesta segunda aventura, o urso de pelúcia terá que provar aos olhos da justiça norte-americana que é um ser humano. Amanda Seyfried, Morgan Freeman e Liam Neeson são as novas aquisições do elenco. Ted 2 chega aos cinemas portugueses a 25 de Junho.

 

 

 

Ler Críticas Relacionadas

Ted (2012)

A Million Ways To Die In The West (2014)

 

 

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Vejam o trailer de Ted 2

Ted 2 dá os primeiros sinais de vida!

Amanda Seyfried em Ted 2!

 

 

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publicado por Hugo Gomes às 17:11
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26.4.15

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Quando as bestas selvagens sonham!

 

O estreante Jonas Alexander Arnby constrói um filme com traços de sobrenaturalismos em que mistura os contornos do cinema coming-of-age com o terror transformista digno de uma versão constrangida David Cronenberg ou até mesmo de John Landis. Tratando-se da história de uma jovem que descobre macabra mudanças no seu corpo, todas elas relacionadas com um apetite sexual voraz e um intimo animal cada vez mais revelador, When Animals Dream é um conto atmosférico quase regido por estilos barrocos, porém, discreto em ostenta-los.

 

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Nota-se um rigoroso trabalho nos efeitos práticos e na caracterização que direccionam a credibilidade a seu favor, e notar a interpretação da jovem Sonia Suhl, perdida entre a esquizofrenia bestial e a corrompida ingenuidade angelical. Visto que referi John Landis, é curioso salientar as similaridades entre esta obra de Arnby e o mundialmente famoso American Werewolf in London (Landis), não somente pelo jogo da transversalidade humana, mas na simplicidade da sua intriga, demasiado focada na manifestação técnica do que inventar uma precisa e complexa linguagem cinematográfica. E é nesse sentido, que estamos perante da sua fragilidade. Como tal, é fácil não gostar deste When Animals Dream, em consequência da sua escassa profundidade dramática, ou na falta de instilação no misticismo captado pelo argumento, que somente deixa sabores sugestivos, como se o assunto fosse lendas invioláveis e ocultas no tempo.

 

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Provavelmente é o final que revelada essa conduta algo despreocupada, salientando um extenso banho de sangue, isente de qualquer conflito inerente ou, tendo em conta os caminhos traçados ao longo desta obra finlandesa, o romance (quase transmitido a pura luxúria), que no final acaba por ter pouca relevância, mas sobretudo espessura. No fim de contas, eis um modesto ensaio de cariz visual, onde a atmosfera reina e a sugestão é o seu mais cobiçado valete. Contudo, vale a pena seguir o futuro deste Jonas Alexander Arnby.

 

Filme visualizado no 12º Indielisboa: Festival Internacional de Cinema Independente

 

 

Real.: Jonas Alexander Arnby / Int.: Sonia Suhl, Lars Mikkelsen, Sonja Richter

 

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6/10

publicado por Hugo Gomes às 17:54
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Adèle Haenel, a actriz francesa que deu nas vistas no recente Les Combattants, do estreante Thomas Cailley (cujo filme lhe garantiu o Prémio César de Melhor Actriz), será a protagonista de La Fille Inconnue, o próximo trabalho dos irmãos Dardenne (Deux Jours, Une Nuit - ler crítica).

 

Haenel será uma jovem médica invadida pela culpa da morte de uma mulher que recusou a atender. Para conseguir encontrar redenção segue no trilho dessa mesma vitima, algo que nem a policia conseguiu identificar.

 

A rodagem de Le Fille Inconnue começam no próximo Outono.

 

 

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Césars 2015: Kristen Stewart faz História, Timbuktu é o grande vencedor!

Timbuktu triunfa nos Lumière

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publicado por Hugo Gomes às 16:20
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Foi revelado mais um poster do, eventualmente controverso, filme de Gaspar Noé (Irréversible, Enter the Void), Love, que será apresentando no próximo Festival de Cannes, durante a sua célebre sessão de meia-noite. Segundo o próprio realizador, Love, será um “melodrama sexual sobre um rapaz, uma rapariga e outra rapariga (…) um filme que excitará os rapazes e que as raparigas chorarão”. Para além da citação, não existe de momento mais nenhuma informação sobre o enredo, nem sequer do elenco, porém, o poster é bastante sugestivo.

 

 

Ler críticas de outros filmes de Gaspar Noé

Irréversible (2002)

Enter the Void (2009)

 

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Cannes revela novos filmes na programação, Love de Gaspar Noé está incluído!

 

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publicado por Hugo Gomes às 15:56
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O canal AE estreia esta noite em exclusivo, 26 de Abril, mais precisamente por volta das 21h55, Companheiros de Luta (Dogs of War), uma série que nos remete a duas lutas intrínsecas cujo elo comum é uma resistente cumplicidade contra aos eventuais desafios.  

 

Composto por 5 episódios, Companheiros de Luta leva-nos à natureza do projecto desenvolvido pela “Paws & Stripes”, uma organização sem fins lucrativos criada com o intuito de ajudar veteranos a ultrapassar os seus traumas de guerra. Neste projecto, que a série acompanha, o centro adopta cães em vias de ser abatidos para criar laços com os ditos veteranos de guerra, cujos traumas serão superados por uma improvável conivência entre Homem e Animal.

 

A série será transmitida em todos os Domingos pelo mesmo horário (21h55) até ao dia 24 de Maio. A não perder estas emocionantes histórias de vidas sobre dois seres inicialmente condenados, mas "resgatados" através da compaixão e da terna amizade.   

 

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publicado por Hugo Gomes às 05:06
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25.4.15
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Vivendo poeticamente o "beat"!

 

Há mais em Eden do que o mero ensaio musical, ou a aventura pelo estilo melódico. Existe sim, no seio de todo este som, ritmo e misturas, um espelho de uma juventude perdida, nunca mais resgatada e enraizada nas memórias falhadas. Mia Hansen-Løve revelou que a sua paixão pelo cinema iniciou com a perda de um grande amor de adolescência, um fardo demasiado martirológico para qualquer jovem, o que lhe auferiu a sensibilidade possivelmente capaz para cronometrar um retrato de vida, envolvida em hedonismos e regida pelo lema da la dolce vita. Mas esse universo tem como disfarce, uma capa que se dá pelo nome de música electrónica, mais precisamente o garage, esse subgénero musical que se afirma como um protagonista omnipresente, e como seu discípulo temos um DJ, o mais comum dos mortais que rodeia essa "fonte jovial".

 

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Trata-se de Paul Vallée (Félix de Givry), o qual seguimos o seu percurso de ascensão, assim como a eventual queda, curiosamente dividido em dois actos, que por sua vez são conduzidos por tons completamente distintos (sob paralelismos com a carreira dos mundialmente famosos DJs Daft Punk). No primeiro capítulo, a vida de Paul toma formas oniricamente jubilantes, um sonho harmonioso interminável (mesmo que interferidos por eventuais infortúnios), que salienta o espírito jovem incompleto, renegando e rebelando os compromissos futuros. É a folia interminável que tem como orgia sexual a música envolto, que transfere uma aura de um festim infinito, a proximidade com os deuses mortais para Paul, as suas aspirações e inspirações.

 

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Na entrada do segundo acto, todo esse sonho vacila com o peso das relações e de um mundo em constante mudança. Os excessos do passado revelam-se em réplicas sísmicas e ao mesmo tempo definidos círculos viciosos que o protagonista encontra-se enclausurado. Aqui voltamos ao ponto da vida de Mia Hansen-Løve, a sua desilusão amorosa que a fez despertar para o futuro próximo, renegando a juventude que sempre a guiara. Nesse preciso momento [segundo acto], a juventude já não é mais a realidade, mas ao contrário da realizadora, o protagonista incide-se em constante invocações, para perder-se nas suas miragens, e nunca renuncia-las.

 

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Por outras palavras, essa jovialidade é o Eden destes personagens, a alusão bíblica da expulsão e a impossibilidade do retorno a tal “paraíso”. Mais do que um filme sobre música electrónica, Mia Hansen-Løve cumpriu um poema visual e intrínseco que espelha as nossas respectivas vidas e as etapas a cumprir para a concretização pessoal. Mas ao contrário dessas mesmas vidas, o filme possui um brinde, o acompanhamento de uma banda sonora luxuriosa e vibrante.

 

Filme visualizado no 12º Indielisboa: Festival Internacional de Cinema Independente

 

Rea.: Mia Hansen-Løve / Int.: Félix de Givry, Pauline Etienne, Vincent Macaigne

 

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8/10

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 O realizador David Ayer revelou via Twitter a primeira imagem oficial de Jared Leto como Joker em Suicide Squad (O Esquadrão Suicida), uma das grandes apostas da DC Comics / Warner Bros., baseado numa série de banda desenhada em que um grupo de vilões, a fim de redimirem dos seus pecados, aceitam missões suicidas.

 

No resto do elenco poderemos encontrar Margot Robbie (Focus, The Wolf of Wall Street) como Harley Quinn, Jai Courtney (Divergent) como Boomerang, Will Smith (Focus) como Deadshoot, Cara Delevinge (Anna Karenina) como Enchantress, Jay Hernandez (Hostel), Joel Kinnaman (Robocop) como Rick Flagg, Adewale Akinnuoye-Agbaje (Thor: Dark  World) como Killer Croc e Viola Davis (The Disappearance of Eleonor Rigby). Enquanto isso, Jesse Eisenberg encontra-se em negociações para voltar a desempenhar Lex Luthor, vilão que irá interpretar no muito antecipado Batman V Superman: Dawn of Justice (a estrear em 24 de Março de 2016). Suicide Squad (Esquadrão Suicida) encontra-se a ser rodado em Toronto, Canadá.  Estreia prevista para Agosto de 2016.

 

 

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publicado por Hugo Gomes às 10:28
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Foi revelado o primeiro trailer e poster de La Tête Haute, a nova obra da cineasta francesa Emmanuelle Bercot (Elle s'en va), que terá as honras de abrir a 68ª edição do Festival de Cannes.

 

Trata-se de uma obra cuja a intriga segue uma delinquente, Malony (Rod Paradot), desde a sua infância até à sua fase adulta, enquanto é ajudada por uma juíza de menores e uma assistente social. Rodado no Nord-Pas de Calais, Rhône-Alpes e Paris, podemos ainda contar com as participações de Catherine Deneuve, Benoît Magimel e Sara Forestier no elenco.

 

 

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publicado por Hugo Gomes às 09:06
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24.4.15

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Foi lançado entre nós, o primeiro trailer de The Visit, o novo filme escrito e dirigido por M. Night Shyamalan (The Sixth Sense, The Village), cuja história centra em dois irmãos que são enviados para a casa dos avós na Pensilvânia. Lá, os protagonistas descobrem que o casal de idosos oculta um perturbador segredo, visto isto torna-se cada vez mais difícil a hipótese dos protagonistas regressarem a casa, são e salvos. Com Kathryn Hahn, Olivia DeJonge, Peter McRobbie e Ed Oxenbould no elenco, The Visit tem estreia prevista para 10 de Setembro em Portugal.

 

Será este mais um fracasso de M.Night Shyamalan?

 

 

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publicado por Hugo Gomes às 23:40
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