31.12.14
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publicado por Hugo Gomes às 23:12
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Apesar de a FBI ter afirmado que o ataque cibernético à Sony Pictures seguiu da Coreia do Norte, como resposta à produção do filme The Interview, a empresa de segurança Norse, veio anunciar que possui provas de que o crime foi cometido por alguns residentes dos EUA. No respectivo relatório da empresa, esta avança que o ataque foi executado por um total de seis pessoas, duas delas nos EUA, uma no Canadá, uma em Singapura e outra na Tailândia. A mesma fonte sugere que um dos alegados autores do crime é um ex-funcionário da própria Sony Pictures, demitido após a reestruturação da empresa em Maio.

 

As provas, que por esta altura já foram entregues à FBI, foram concebidas através de um investigação dos documentos de recursos humanos da Sony que entretanto "vazaram" online e com a actividade online do suspeito ex-funcionário após o seu despedimento. A Norse também adianta que o tal despedimento era exposto de forma irada pelo mesmo em redes sociais e foruns. Quanto aos outros membros do "golpe", a empresa de segurança afirma que consegue provar os seus envolvimentos através de captura das comunicações efectuadas entre eles.

 

Recordamos que toda esta "novela" de The Interview, começou desde os primeiros vislumbres da comédia dirigida por Evan Goldberg e Seth Rogen, cuja premissa, dois jornalistas americanos recrutados pela CIA para assassinar Kim Jong-un, o líder República Democrática Popular da Coreia (no filme interpretado por Randall Park), não agradou o Governo Norte-Coreano. Segundo consta, porta-voz do ministério norte-coreano dos Negócios Estrangeiros afirmou num comunicado de imprensa que "produzir e lançar um filme cujo argumento tende a prejudicar o nosso líder deve ser visto como um forte acto de terrorismo e de declaração de guerra que irá certamente ser tolerado".

 

Nas proximidades do seu lançamento, as redes informáticas da Sony sofreu com um tremendo ataque cibernéticos causado por um grupo de hackers que se auto-titulavam de Guardians of Peace (Guardiões da Paz), que disponibilizaram alguns filmes inéditos do estúdio nos sites de partilha e revelam emails pessoais da empresa que tem preenchido as "manchetes" dos órgãos de comunicação. O mesmo grupo ainda lançou um ultimato de terrorismo, descrito por eles como algo alusivo ao 11 de Setembro, aos cinemas que exibiram o dito filme. Pouco tempo depois, a Sony revelou em comunicado que a obra seria adiada indefinidamente, acto que causou discórdia e criticas, nomeadamente o presidente Barack Obama pronunciou sobre o assunto, acusando a situação de ser uma afronta à liberdade de expressão.

 

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The Interview (2014)

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publicado por Hugo Gomes às 02:45
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O site C7nema (aqui) revelou a sua lista de melhores do ano, tendo Boyhood conquistado o derradeiro do pódio, seguido por La Grande Bellezza, de Paolo Sorrentino, e Nightcrawler, de Dan Gilroy. Os Maias - Cenas da Vida Romântica, de João Botelho, e O Cavalo Dinheiro, de Pedro Costa, são as duas presenças portuguesas no top, situados em 8º e 10º lugar respectivamente. Em paralelo, o C7nema distinguiu o documentário de Joshua Oppenheimer, The Act of Killing, com o prémio especial atribuído ao melhor filme que estreou comercialmente em sala em Portugal.

 

1) Boyhood

2) La Grande Bellezza

3) Nightcrawler

4) Under the Skin

5) Ida & The Congress

7) Nebraska

8) Os Maias - Cenas da Vida Romântica

9) The Grand Budapest Hotel

10) Cavalo Dinheiro

 

Ver Também

Boyhood (2014)

Ida (2013)

The Grand Budapest Hotel (2014)

La Grande Bellezza (2013)

Nebraska (2013)

Under the Skin (2013)

The Congress (2010)

 

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publicado por Hugo Gomes às 02:15
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30.12.14

Nem tudo estreado em 2014 foram rosas, os espinhos são também evidentes. Antes de anunciar os escolhidos para pódio de melhores obras cinematográficas do ano, revelo-vos os piores filmes segundo Cinematograficamente Falando … Infelizmente o cinema português volta a fazer parte da lista.

 

 

#10) Dracula Untold

 

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"Se este é o começo de uma saga que promete reunir o legado de monstros da Universal Classics, bem mais valiam estar quietos. Dracula Untold é um filme nada aconselhado para fãs de vampiros, muito menos para os de Drácula de Bram Stoker, tudo porque pouco ou nada existe aqui algo digno desse universo. Mais próximo do último Homem-Aranha do que propriamente da memória de Bela Lugosi."  ler crítica

 

 

 

#09) Trash

 

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"O mais surpreendente nisto tudo é que Fernando Meirelles estava mesmo dentro do projecto, sob um jeito quase desvanecido à industrialização cinematográfica, contenta com uma obra surreal ao contexto que aborda e extremamente manipulador, aprendendo com este último ponto com o cinema hollywoodesco para massas. Depois de Extremely Loud & Incredibly Close, e agora com este "Lixo" (melhor alusão para titulo não haveria), será difícil Stephen Daldry conseguir "levantar". Um primo (muito, muito, muito) menor e afastado de Slumdog Millionaire." ler crítica

 

 

#08) The Legend of Hercules

 

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"Com The Legend of Hercules (Hércules - A Lenda Começa como titulo traduzido) o espectador tem a absoluta certeza de que Renny Harlin (Die Hard 2, Cliffhanger) não morre de amores pela mitologia grega nem sequer pretende reproduzi-la no grande ecrã. É que tudo o que vemos neste "pseudo-épico" com severos traços de amadorismo é um caricatural cenário com mais envolvência à Roma Cristã do que propriamente à Grécia Antiga. E nem é apenas nos cenários que reside essa "fresca" alusão, até mesmo no enredo é possível evidenciar os elementos desta dita evangelização. Esta história do herói mais conhecido da mitologia grega é quase como um aglomerado de históricas bíblicas. Ou seja, tudo aquilo que presenciamos em The Legend of Hercules é tudo menos aquilo que é suposto ser adaptado." ler crítica

 

 

#07) Venuto Al Mondo

 

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"O actor / realizador Sergio Castellitto adapta para o grande ecrã o romance da sua mulher, Margaret Mazzantini, intitulado de Venuto al Mondo (Voltar a Nascer, em titulo traduzido). Funcionando numa história algo minimalista e descarada sobre o conflito bósnio, reduzindo tal trama de relevância humanitária a um romance desleixado e constrangido, nem Nicholas Sparks se lembraria de tal coisa." ler crítica

 

 

#06) Lone Survivor

 

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"Vindo do outro lado do oceano com o titulo de "o melhor filme de guerra desde O Resgate do Soldado Ryan", O Sobrevivente (titulo traduzido) é o tipo de obra que pouco ou nada tem significado na nossa cultura cinematográfica, nem sequer social. O que está em causa aqui não são as memórias de um Navy SEAL que consegue sobreviver após uma intervenção militar ter corrido "para o torto" em terras afegãs (de difícil credibilidade), nem sequer a homenagem que o filme parece incutir aos seus camaradas mortos, mas sim um desrespeito cultural e humano de um país, as mensagens subliminares de soberania norte-americana e pior, a manipulação com que o filme se articula em prol dessa mensagem." ler crítica

 

 

#05) Cadences Obstinées

 

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"Cadences Obstinées marca o segundo trabalho da actriz Fanny Ardante como realizadora, a musa de François Truffaut e o motivo de vénia no La Grande Bellezza de Paolo Sorrentino, quatro depois da sua estreia em Cendres et Sang. Enquanto no seu primeiro produto, a diva usufruía das influências teatrais para esboçar um filme metódico e ciclar, onde a estética é acima de tudo valorizada, nesta pseudo-intelectualidade remetida a “parte alguma” assenta puramente no artístico das suas imagens sem possuir de certo, palavras para o preencher." ler crítica

 

 

#04) The November Man

 

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"November Man consegue ser um filme tão enfadonho que estreia no nosso país na mais errada das alturas: é que a silly season já terminou ao tempo. Visto isso, então o porquê de continuar a persistir em idiotices como esta? A Guerra Fria já lá vai, mas os americanos adoram relembra-la e o resto do mundo consome alvoraçadamente essas memórias." ler crítica

 

 

#03) I, Frankenstein

 

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"Baseado numa graphic novel da Darkstorm Studios criada por Kevin GreviouxI, Frankenstein é o ultimo "grito" nas variações modernas do clássico conto de Mary Shelley com direito ao "It's Alive" como citação e tudo. Deparamo-nos então com Aaron Eckhart a desempenhar o monstro que vagueia algures entre os mortos e os vivos, encurralado no seio de uma batalha que dura há milénios, ora as Gárgulas, descendentes dos anjos de um lado e uma horda de demónios homogéneos do outro. (…) Um clássico da literatura que deu origem a mero lixo. Sem exemplo!" ler crítica

 

#02) Sei Lá

 

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"Este rip-off da série norte-americana O Sexo e a Cidade é um OVNI narrativo, um equivocado projecto cinematográfico de visão distorcida e anoréctica acerca das mulheres em geral (sim, Margarida eu perdoo-te pelas ofensas directas aos homens), o que se torna ofensivo, apesar de não se esperar aqui uma reprodução de Scarlett O'Hara. De dramaticamente burlesco para involuntariamente desesperante, Sei Lá é uma criminalidade sem igual, algo que caiu de pára-quedas" e que não se enquadra no panorama actual nem mesmo na própria definição de cinema. Com isto tudo chego a dar razão a João César Monteiro que citou perante aos ataques críticos ao seu Branca de Neve - "Queriam o quê? Telenovela?" - Ora bem, temos a resposta." ler crítica

 

 

#01) Pecado Fatal

 

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"Em Pecado Fatal não existe aqui algo que se possa chamar verdadeiramente de cinema. É um exercício académico que não faz jus à sua frase propagandista de "(...) para quem não gosta de cinema português". Podemos até revoltar-nos com os autores conformistas à espera dos subsídios e dos filmes "para amigos", mas não é com este género de obras que combateremos isso. Aliás, são produtos como estes que me fazem temer pela próxima geração de cineastas, mas isso é outra conversa."Toda a gente julga toda a gente"" ler crítica

 

 

Menções desonrosas: Deliver us From Evil, Campo de Flamingos sem Flamingos, Walk of Shame, Njinga: Rainha da Angola, Need For Speed

 

Desilusões: Interstellar, The Amazing Spider-Man 2, The Babadook, La Jalousie, The Immigrant, Cadences Obstinées

 

Pior Actor: Kellan Lutz (The Legend of Hercules)

Pior Actriz: Gaia Wess (The Legend of Hercules)

Pior Realizador: Renny Harlin (The Legend of Hercules)

Pior Argumento: Pecado Fatal

Pior Efeitos Visuais: The Legend of Hercules

Pior Filme em Festivais: Fu Yu Zi (exaequo) Je M'Appelle Hmmm …

Pior Desculpa para Sequela: Horrible Bosses 2

 

E para o leitor, qual o pior filme do ano 2014?

 

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publicado por Hugo Gomes às 16:02
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Estreia amanhã, para começar 2015 em beleza, Foxcatcher, o último filme de Bennett Miller (Capote, Moneyball), apresentado no último Festival de Cannes e consagrado com o Prémio de Melhor Realizador, que conta com um Steve Carrell (Get Smart, 40 Years Old Virgin) longe do registo cómico que parece "acorrenta-lo" e Channing Tatum (21 Jump Street, Magic Mike) naquele que poderá ser o seu melhor papel. Carrell vai desempenhar o esquizofrénico John du Pont, um homem condenado pelo assassinato do profissional de luta-livre, Dave Schultz, aqui interpretado por Mark Ruffallo (The Avengers, The Kids Are All Right), em 1996. O titulo do filme deriva dos estabelecimentos pertencentes a Du Pont, Foxcatcher Farmers, onde sob a sua alçada eram organizados campeonatos de wrestling e pentatlo. John du Pont, licenciado em zoologia, era um adepto de aves, chegando mesmo a publicar inúmeros livros de ornitologia. Sienna Miller (Stardust), Vanessa Redgrave (The Butler), Anthony Michael Hall (The Dark Knight) e Brett Rice (Super 8) completam o elenco.

 

 

Ver Também

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publicado por Hugo Gomes às 15:29
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O que é feito da primeira obra realizada pelo actor Ryan Gosling? Aquela que fora apresentado em Cannes e que foi vaiado e acima de tudo "destruído" pelos críticos? A resposta surgiu hoje com a Variety, que adianta que a Warner Bros, o estúdio que detém os direitos de Lost River, a dita obra cinematográfica, decidiu não distribui-la nos cinemas dos EUA, mas sim lança-lo directamente para Home Video (DVD e VOD) em Abril de 2015. Em Portugal ainda é desconhecido o seu destino.

 

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Recordamos que Lost River foi considerado uma fantasia dark, um tributo cinematográfico algures entre as influências de David Lynch e de Nicolas Winding Refn, que tem como intriga uma mãe solteira que é transportada para uma cidade submersa após os seus respectivos abrirem um portal de acesso. Christina Hendrick (Drive), Eva Mendes (Ghost Rider), Saoirse Ronan (Atonement), Ben Mendelsohn (Exodus: Gods and Kings), Barbara Steele (La Maschera del Demonio) e Matt Smith (da série Dr. Who) completam o elenco.

 

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publicado por Hugo Gomes às 10:16
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29.12.14

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Como é habitual por esta altura, o Cinematograficamente Falando … iniciou a sua revisão anual, elaborando os melhores, como também os piores de mais um ano cinematográfico. Neste caso seguimos para os melhores exemplos: as personalidades que se destacaram, as histórias que deslumbraram e a técnica que nos arrebatou e nos fez acreditar na pura magia do cinema. Um 2014 visto em linguagem fílmica.

 

Agora sem mais demoras avancemos para as categorias:

 

 

 

MELHOR ACTOR PRINCIPAL

 

Jake Gyllenhaal (Nightcrawler)

 

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Gyllenhaal transforma-se num verdadeiro abutre humano, um necrófago do mediatismo dotado por um desempenho magnético e sombrio até à medula.

 

Leonardo Di Caprio (The Wolf of Wall Street)

 

Matthew McConaughey (Dallas Buyers Club)

 

 

 

MELHOR ACTRIZ PRINCIPAL

 

Meryl Streep (August: Osage Country)

 

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Claro que a tarefa foi facilitada pelo próprio empenho de Meryl Streep (será cliché elogia-la?), a mulher das "mil identidades", um perfeito camaleão de Hollywood. Ela é fria, aterradora, voluntariamente desequilibrada, a verdadeira drama queen de todas cenas que surge, e que bem que ela está.ler crítica

 

Rosamund Pike (Gone Girl)

 

Anne Dorval (Mommy)

 

 

 

MELHOR ACTOR SECUNDÁRIO

 

Jared Leto (Dallas Buyers Club)

 

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Por ele [Matthew McConaughey] e por Jared Leto, igualmente irreverente e travestido (sim, literalmente), Dallas Buyers Club merece a visualização, mais do que propriamente o filme em si.” ler crítica

 

Michael Fassbender (12 Years a Slave)

 

Gary Poulter (Joe)

 

 

 

MELHOR ACTRIZ SECUNDÁRIA

 

Julianne Moore (Maps to the Stars)

 

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Julianne Moore lidera - com magnificência e distinção (é a protagonista de uma das sequências mais singulares do cinema norte-americano actual) (…)ler crítica

 

Lupita Nyong'o (12 Years a Slave)

 

June Squibb (Nebraska)

 

 

 

MELHOR REALIZADOR

 

Wes Anderson (The Grand Budapest Hotel)

 

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Depois desta demanda, talvez a mais próxima da perfeição por parte de Wes Anderson, será difícil ultrapassar-se sem cair na limitação do seu estilo (…)” ler crítica

 

Pedro Costa (O Cavalo Dinheiro)

 

Joshua Oppenheimer (The Act of Killing)

 

 

 

MELHOR ARGUMENTO

 

The Congress (Ari Folman)

 

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The Congress é um filme genial, extenso e nada tímido para com as suas próprias expressões e ideais, o anúncio da morte do cinema e da sociedade são arranques imaginativos e profundos para a confirmação de um dos mais proeminentes cineastas da actualidade. Depois da Valsa, chega-nos a solicitude.” ler crítica

 

Her (Spike Jonze)

 

Nightcrawler (Dan Gilroy)

 

 

Continua …

 

Ver Também

12 Years a Slave (2013)

August: Osage County (2013)

Dallas Buyers Club (2013)

Gone Girl (2014)

Her (2013)

Joe (2013)

Maps to the Stars (2014)

Mommy (2014)

Nebraska (2013)

The Congress (2013)

The Grand Budapest Hotel (2014)

The Wolf of Wall Street (2013)

 

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publicado por Hugo Gomes às 23:15
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publicado por Hugo Gomes às 18:14
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28.12.14

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Na transição de um Novo Mundo!

 

Com Ossos (1997), a actriz Vanda Duarte sentiu-se desiludida com o resultado e propôs a Pedro Costa a um regresso ao bairro das Fontainhas, no arredores da Amadora, nesse momento em plena fase de demolição. Assim inicia o segundo capitulo da sua trilogia etnográfica, onde Costa filma todo uma comunidade na transição do seu próprio fim. Porém a decadência está à vista de todos, e a auto-destruição acelera em contagem decrescente.

 

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O Quarto referido no titulo não é só o cenário onde metade deste registo filmado ocorre mas um "não-lugar" acentuado em todo o bairro, um micro-biótopo étnico compactado na câmara do cineasta. Vanda Duarte é assim a anfitriã desta dissipação, desta incógnita cénica e do seu estado inerente. No Quarto da Vanda, eis a primeira etnoficção de Pedro Costa, um estado avançado da docuficcção que renega o seu lado ficcional e a transforma na sua realidade, a encenação capturada pela dita câmara é o seu mundo descrito por um realismo longe do formalismo, e muito menos do pastiche cinematográfico.

 

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Esta seja talvez das obras mais duras e isentes de beleza do nosso panorama cinematográfico, No Quarta da Vanda funciona como um registo para a posteridade, as imagens dificilmente repetidas e o lugar, as Fontainhas, extinto da sociedade. Talvez nesses termos, o estudo e analise social, a obra de Pedro Costa funciona como um perfeito exemplo de novo realismo, um documentário isente de profunda veia documental e presente sob uma linguagem distintamente cinematográfica (nota-se nas planificações e no tratamento da fotografia que aufere um clima sombrio à comunidade).

 

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Porém No Quarto da Vanda, a experiencia é penosa, porque todo este longo plano conjuntivo reafirma a decadência humana, sublinhando-a em figuras isentes de qualquer caloroso conforto. O pessimismo, esse sentimento, uma das influencias contínuas na filmografia de Pedro Costa e muito mais "afiada" nesta sua trilogia. Agora marchemos com a juventude!

 

Real.: Pedro Costa / Int.: Vanda Duarte, Lena Duarte, Zita Duarte, Manuel Gomes Miranda

 

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Ver Também

O Sangue (1989)

Casa de Lava (1994)

Ossos (1997)

 

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7/10

publicado por Hugo Gomes às 22:56
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27.12.14
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Condição fracturante!

 

Concluída a rodagem de Casa de Lava (1994), cujas filmagens decorreram na Ilha do Fogo (Cabo Verde), vários habitantes solicitaram o realizador Pedro Costa para que este entregasse cartas aos respectivos familiares de Lisboa, grande parte deles, residentes no desolador bairro das Fontainhas, nos arredores da Amadora. Com esta experiência, Costa integrou uma comunidade aprisionada por uma barreira invisível social, confinada à sua própria degradação num "paraíso prometido" não citado em Casa de Lava.

 

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É certo que segundo o próprio Pedro Costa, existe mais "portugalidade" aí que no país inteiro e Ossos, a sua obra seguinte (estabelecendo um catalisador dessa perdição identitária, um cultura contagiada e híbrida que "promete" estampar nas velhas tradições já constituídas) é o seu claro objecto desse mesmo estudo teorizado. Pedro Costa emana um drama sob fortes toques documentais, aliás é evidente encontrarmos um manifesto etnográfico em todo o seu sentido e uma exploração digna do estilo neo-realista italiano. Sendo que o lado ficcional, preservado por um realismo quase formalista mas em pleno espírito de rebeldia para com a câmara, é afectado com uma constante demonstração de actos metafóricos e alusivos.

 

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A história que centra em redor de uma criança não querida pelos seus progenitores, abandonada à sua sorte e à deriva do respectivo destino é o ponto que une todo um conjunto de personagens desesperadas, e de igual situação identitária. Trata-se do espelho de uma sociedade empestada por um futuro negro e desesperante, Costa profetizou a destruição de um captado modo vivente (a demolição do bairro das Fontainhas em 1999) e a dispersão dos habitantes que havia convivido durante anos, os seus anti-heróis cinematográficos, mas heróicas figuras da realidade.

 

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Com Ossos, o realizador afasta-se claramente da ficção cinematográfica imposta pelo Cinema Novo, por sua vez influenciada pela Nova Vaga francesa, que fora vista nos seus anteriores O Sangue (1989) e Casa de Lava (1994), para se lançar num intimo docuficção. Costa perde a olhos vistos a académica formação e mais que nunca, revela a sua rebeldia fílmica para o grande ecrã, mas sem perder o seu gosto pelo estético, pelo planos renascentista e pela fotografia sombria e melancólica em toda essa transição. Depois do catalisador que fora Casa de Lava, Pedro Costa abre a sua trilogia das Fontainhas com esta romantização.

 

Real.: Pedro Costa / Int.: Vanda Duarte, Nuno Vaz, Mariya Lipkina, Inês de Medeiros

 

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Ver Também

O Sangue (1989)

Casa de Lava (1994)

 

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7/10

publicado por Hugo Gomes às 19:00
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Foi divulgado o primeiro trailer de Dragon Blade, a nova produção chinesa de Daniel Lee (Three Kingdoms: Resurrection of the Dragon) que tem como protagonistas os actores Jackie Chan (Rush Hour), John Cusack (Map to the Stars) e Adrien Brody (The Pianist). A história centra-se numa China em plena Dinastia Han (206-220 AC), onde um oficial do exercito chinês, Huo An (Chan), alia-se a um grupo de soldados romanos para provar a sua inocência por um crime que não cometera. Peng Lin, Si Won Choi e Sharni Vinson (You're Next) são outros nomes presentes no elenco. Estreia em território chinês em Fevereiro no próximo ano e será exibido em 3D e em IMAX.

 

 

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publicado por Hugo Gomes às 18:38
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26.12.14

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A polémica não faz um filme!

 

Depois de toda esta "novela" em torno do seu lançamento e dos eventuais conflitos internacionais sugeridos nos órgãos de comunicação social, uma questão reside. Será The Interview merecedor da nossa atenção? A resposta é definitivamente não! Eis a típica comédia grosseira de Hollywood, um aluno sobredotado da escola "humorística" de Judd Apatow que faz uso da sua aprendizagem para se lançar na sátira. O problema é que nem James Franco, nem Seth Rogen, as duas mentes "brilhantes" por trás deste The Interview, conseguem de todo incutir essa mesma vertente. O resultado é uma desastrosa cronologia de ideias que formam no seu todo uma propaganda norte-americana.

 

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Propaganda? Sim. Enquanto The Interview serviria com a sua premissa - dois jornalistas que são recrutados pela CIA para assassinar o líder supremo do Governo Coreano, Kim Jong-un (interpretado de forma divertida e credível por Randall Park), através de uma entrevista televisiva. Para conduzir esse debate critico aos diferentes regimes políticos, o duo prefere instalar-se como merceeiro e vender a sua própria ideologia. Aqui a democracia "à americana" é a grande fantasia do género e o "happy ending" para um país que pouco ou nada conhecemos, apenas do "quadro pintado" pela comunicação social.

 

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Maniqueísta até à medula, The Interview ainda possui outra grande fraqueza: não consegue divertir - é enfadonho no sentido que todas as suas piadas, auto-aclamadas como politicamente incorrectas, são farsas egocêntricas de ambos as estrelas convertidas a pseudo-activistas. Até mesmo o ritmo narrativo é dilacerado por esta vingança pessoal e pela imensidão da cultura pop norte-americano ao invés da astúcia na sua crítica (até o díptico Hot Shots, de Jim Abrahams, tem mais cérebro que isto). Como ponto positivo: o cameo do rapper Eminem é um "must" que por si resultaria numa curta-metragem, talvez mais engraçada que todo o filme, ou o actor Randall Park que consegue fazer de Kim Jong-un uma personagem por quem realmente nos preocupamos.

 

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Reza a lenda que na Coreia do Norte é habitual produzir filmes deste género, em que os EUA são ridicularizados, humilhados e abatidos em pleno ecrã. Contudo, o chamado país da "liberdade de expressão" limitou-se a copiar o mesmo truque circense com a desculpa de "entertainment". A alimentar a ideia do "Eixo do Mal" e a procurar um vilão a quem culpar.

 

Real.: Evan Goldberg, Seth Rogen / Int.: James Franco, Seth Rogen, Randall Park, Diana Bang, Lizzy Caplan, Joseph Gordon-Levitt, Rob Lowe, Eminem

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2/10
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publicado por Hugo Gomes às 16:25
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O Super Vampiro!

 

Devido à exaustão de imagem é quase impossível nos dias de hoje sentir-mos pavor com a figura do vampiro, muito mais com a mítica personagem de Drácula, imortalizado num conto de Bram Stoker, que por sua vez é baseada numa das mais infames personalidades da História, o Príncipe Vlad, o Empalador. Com cerca de 100 anos de cinema, esse dito "príncipe das trevas" converteu-se numa estrela emprestada, não apenas reduzida à temática do terror, como também aos diferentes géneros cinematográficos. Porém uma das incursões mais célebres foi obviamente a clássica versão de 1931 de Tod Browning com o actor húngaro Bela Lugosi a encarnar o "rei vampiro", o papel que dificilmente conseguiu fugir.

 

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Porém "Bela Lugosi is Dead" e o vampiro, massacrado pelas novas tendências, converteu-se numa imagem exclusivamente hollywoodesca, a prova disso é este reboot ao mito folclórico da Transilvânia, que não é nada mais, nada menos que um case study aos modelos cinematográficos de sucesso. Em Dracula Untold, a primeira promessa de um eventual franchising por parte da Universal Pictures, somos induzidos a um típico filme de super-heróis, pelo menos é o que a obra de Gary Shore evidencia através de um formato algo similar. Aliás Drácula, o trágico "demónio" que aterrorizou gerações passadas é agora "esfaqueado" com um dever heróico num conto que não respeita as suas origens assim como a história verdadeira de serviu de base a lenda.

 

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Se bem que isto poderia resumir a uma visão alternativa quanto à mesma história de sempre, a verdade é que como filme, este Untold nos reserva os piores "tiques" da industria actual. São cerca de uma e meia para recontar o já contado, numa narrativa justa e limitada por lugares-comuns que o público alvo está acostumado, mas não cansado, e por referências (mínimas) que os fãs da figura em questão, que curiosamente não integram o público alvo, irão reconhecer. Depois é o excesso dos efeitos visuais, um factor que torna a já limitada narrativa ainda mais limitada e sobretudo, incoerente. Para além das más lições de História e maniqueísmos evidentes tendo em a etnografia, Dracula Untold é ainda reunido por um mau acting em geral, nem sequer foi referir à fraca ou praticamente nula aptidão de personagens. Nem sequer Luke Evans ou Charles Dance ostentam carisma aos seus respectivos, provavelmente por reconhecer no tipo de produção que integraram.

 

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Se este é o começo de uma saga que promete reunir o legado de monstros da Universal Classics, bem mais valiam estar quietos. Dracula Untold é um filme nada aconselhado para fãs de vampiros, muito menos para os de Drácula de Bram Stoker, tudo porque pouco ou nada existe aqui algo digno desse universo. Mais próximo do último Homem-Aranha do que propriamente da memória de Bela Lugosi.  

 

"Never forget who I am."

 

Real.: Gary Shore / Int.: Luke Evans, Dominic Cooper, Sarah Gadon, Charles Dance, Art Parkinson

 

DraculaUntold-75536.jpg

 

 

3/10
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publicado por Hugo Gomes às 12:46
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25.12.14

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Durante a promoção do seu novo filme Into the Woods (Caminhos da Floresta), de Rob Marshall, a estrear em Portugal no dia 1 de Janeiro, o actor Chris Pine foi confrontado com a questão se iria participar numa eventual sequela de Jack Ryan: Shadow Recruit, que estreou no inicio deste ano e que arrecadou cerca de 135 milhões de dólares em todo o Mundo. A sua resposta foi a seguinte:

 

"Não. Eu penso que não fez tanto dinheiro que justifique a sequela. Esse foi um dos meus maiores arrependimentos, não conseguimos realmente faze-lo bem. É um grande franchise e se não sou eu, então eu espero que ele receba uma quinta vida neste momento. É simplesmente óptimo. Eu gosto do género de espionagem. Espero que ele seja feito de novo e com uma boa história desta vez."

 

Recordamos que Jack Ryan: Shadow Recruit, de Kenneth Branagh, foi um quarto filme de um franchising iniciado em 1990 por John McTiernan (The Hunt of Red October), por sua vez baseado num livro de Tom Clancy. Alec Baldwin foi o primeiro actor a vestir do dito agente, seguido por Harrison Ford em dois "missões" (Patriot Games, Clear and Present Danger) e Ben Affleck em The Sum of All Fears. Em Jack Ryan: Shadow Recruit, Chris Pine contracenou com os actores; Kevin Costner, Keira Knightley, Kenneth Branagh e Lenn Kudrjawizki. A intriga centra no homónimo personagem como um analista da CIA que é recrutado para impedir um ataque terrorista à economia norte-americana executada pelos russos.

 

Fonte: Moviefone

 

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publicado por Hugo Gomes às 18:39
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Estreou hoje nos cinemas nacionais, dia 25 de Dezembro, o filme que poderá levar o actor Timothy Spall aos Óscares, Mr. Turner, de Mike Leigh (Secrets & Lies, Vera Drake). A obra centra-se na vida do celebre, contudo excêntrico e resmungão, pintor britânico J.M.W. Turner (Joseph Mallord William Turner), personagem que Spall incarna com uma prestação notável, segundo a crítica internacional. Marion Bailey, Dorothy Atkinson e Paul Jesson integram também o elenco.

 

 

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publicado por Hugo Gomes às 18:32
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Desde a passada quarta-feira, dia 24 de Dezembro, a Sony Pictures tem contactado inúmeras companhias, incluindo a Google, para disponibilizar o filme The Interview, a comédia que tem dado que falar nos últimos dias. Mesmo com o recente anuncio do estúdio em voltar atrás com a decisão de adiamento de estreia do filme protagonizado por Seth Rogen e James Franco, será possível visualizar a obra em questão através de streaming (de forma legal) nas plataformas da Google Play, YouTube Movies, para os assinantes da X-Box online ou até mesmo no site (https://www.seetheinterview.com/).

 

Recordamos que toda esta "novela" de The Interview, começou desde os primeiros vislumbres da comédia dirigida por Evan Goldberg e Seth Rogen, cuja premissa, dois jornalistas americanos recrutados pela CIA para assassinar Kim Jong-un, o líder República Democrática Popular da Coreia (no filme interpretado por Randall Park), não agradou o Governo Norte-Coreano. Segundo consta, porta-voz do ministério norte-coreano dos Negócios Estrangeiros afirmou num comunicado de imprensa que "produzir e lançar um filme cujo argumento tende a prejudicar o nosso líder deve ser visto como um forte acto de terrorismo e de declaração de guerra que irá certamente ser tolerado".

 

Nas proximidades do seu lançamento, as redes informáticas da Sony sofreu com um tremendo ataque cibernéticos causado por um grupo de hackers que se auto-titulavam de Guardians of Peace (Guardiões da Paz), que disponibilizaram alguns filmes inéditos do estúdio nos sites de partilha e revelam emails pessoais da empresa que tem preenchido as "manchetes" dos órgãos de comunicação. O mesmo grupo ainda lançou um ultimato de terrorismo, descrito por eles como algo alusivo ao 11 de Setembro, aos cinemas que exibiram o dito filme. Pouco tempo depois, a Sony revelou em comunicado que a obra seria adiada indefinidamente, acto que causou discórdia e criticas, nomeadamente o presidente Barack Obama pronunciou sobre o assunto, acusando a situação de ser uma afronta à liberdade de expressão.

 

Recentemente a FBI confirmou que a Coreia do Norte encontrava-se por detrás dos ataques à Sony. Porém o Governo norte-coreano desmentiu e ofereceu cooperação para encontrar os culpados.

 

 

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publicado por Hugo Gomes às 00:07
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24.12.14

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UM FELIZ NATAL e CLARO BONS FILMES! 

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publicado por Hugo Gomes às 18:28
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Apesar de todo o alarido e "tinta corrida" na imprensa internacional, o filme The Interview vai mesmo estrear em alguns cinemas norte-americanos. A noticia foi avançada pela Variety que revela que alguns cinemas vão mesmo exibir o tão "falado" filme da Sony, mesmo após o estúdio ter anunciado anteriormente o seu adiamento e sem planos definitivos quanto à sua estreia.

 

Recordamos que até mesmo o presidente Barack Obama pronunciou acerca do assunto, lamentando a situação, ao mesmo tempo criticando a decisão da Sony perante as possíveis "ameaças" do grupo auto-intitulado de Guardians of Peace (Guardiões da Paz). Grupo, esse que lançou um ataque cibernético às redes informáticas da Sony Pictures, revelando emails privados e colocando em online filmes ainda não estreados pelo estúdio.

 

Recentemente a FBI afirmou, confirmado as suspeitas, que o dito ataque seguiu da Coreia do Norte, obviamente como forma de retaliação ao lançamento do filme, The Interview, cuja premissa desagrada o Governo coreano. Nesta comédia negra protagonizada pelos actores James Franco e Seth Rogen, ambos interpretam dois entrevistadores americanos recrutados pela CIA para assassinar o Kim Jong-un, o chefe-máximo do Governo Coreano.

 

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publicado por Hugo Gomes às 10:39
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23.12.14

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Com a saída de J.J. Abrams ao franchising Star Trek para conduzir uma nova direcção em outra saga intergaláctica, Star Wars, cujo novo filme estreará em Portugal no dia 17 Dezembro de 2015. Para preencher a ausência do maestro, a Paramount Pictures contratou o produtor Roberto Orci para a realização do terceiro filme de O Caminho das Estrelas, mas há bem pouco tempo, esse mesmo acabou por desistir de tal tarefa (apesar de continuar na produção). Mas segundo a Deadline, Justin Li, o homem por detrás dos três últimos capítulos de Fast & Furious: Velocidade Furiosa, vai mesmo tomar as rédeas dessa nova jornada da Starship Enterprise com Chris Pine (Capitão Kirk) e Zachary Quinto (Spock) no “volante”. Star Trek 3 tem estreia prevista para 2016, provavelmente na época de Verão.

 

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Star Trek (2009)

Star Trek: Into Darkness (2013)

J.J. Abrams no novo Star Wars!

 

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publicado por Hugo Gomes às 13:38
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22.12.14

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Foi divulgado um novo trailer de In the Heart of the Sea, o novo filme dirigido por Ron Howard (The DaVinci Code, A Beautiful Mind), que é baseado no mito transposto a livro, Moby Dick. Estamos em meados do século XIX e num mundo ainda guiado por superstições e lendas encontramos um baleeiro que persegue um gigantesco cachalote durante 90 dias. Chris Hemsworth que trabalhou com o realizador em Rush - Entre Rivais é o protagonista desta reinvenção da famosa história de presas e predadores. Cillian Murphy (Sunshine), Ben Whishaw (Cloud Atlas), Brendan Gleeson (in Bruges) e Tom Holland (lo Imposible)completam o elenco. In the Heart of the Sea tem estreia marcada para Março de 2015.

 

 

Ver Também

Vejam o trailer de In the Heart of the Sea, o Moby Dick está vivo!

 

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publicado por Hugo Gomes às 23:09
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