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publicado por Hugo Gomes às 15:27
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A Disney anunciou mais um realizador para mais um spin-off envolto do universo de Star Wars. Josh Trank (Chronicle) junta-se assim a Gareth Edwards (Godzilla) para dirigir estes filmes stand-alones, contudo desconhece-se ainda mais pormenores sobre estes projectos. Relembro que Star Wars Episodio VII tem estreia marcada para 18 de Dezembro de 2015, será dirigido por J.J. Abrams e Oscar Isaac, Lupita Nyong’o, Max Von Sydow, Adam Driver, Harrison Ford, Carrie Fisher, Mark Hamill, John Boyega e Andy Serkis fazem parte do elenco.

 

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publicado por Hugo Gomes às 15:06
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Para quem aguardava ansiosamente o novo filme dos irmãos Wachowski (Matrix, Cloud Atlas), Jupiter Ascending, as notícias são más. Segundo a Variety, a Warner Bros adia o filme que tinha estreia marcada para Julho, para o mês de  Fevereiro do ano de 2015, as razões que levaram a esta decisão ainda são desconhecidas, mas acredita-se a previsão de flop e a forte concorrência seja algumas das causas. Com Mila Kunis (Ted) e Channing Tatum (Magic Mike) nos principais papéis, Jupiter Ascending é o regresso da dupla de cineastas ao conceito de “o escolhido”. A história remete-nos a Jupiter (Kunis), uma mulher que desde o seu nascimento foi designada a grandes feitos, porém vive numa triste realidade, ela não passa de uma simples empregada de limpeza. Mas tudo irá mudar quando surge Caine (Tatum), um militar geneticamente modificado que a relembrará do derradeiro destino que tem entre mãos. 

 

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publicado por Hugo Gomes às 14:22
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3.6.14

 

Foi divulgado um novo poster e trailer de Hercules de Brett Ratner (Rush Hour) com Dwayne "The Rock" Johnson no papel de tão heróico semi-deus. Baseado numa graphic novel da autoria de Steve Moore e Admira Wijaya, o filme remete-nos ao herói grego nos seus plenos 12 trabalhos, sendo que um deles é ajudar o rei de Trácia a derrotar um megalómano senhor da guerra. Joseph Fiennes, Ian McShane, John Hurt, Irina Shawk e Rufus Sewell completam o elenco. Estreia 31 de Julho nos cinemas portugueses!

 

 

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publicado por Hugo Gomes às 17:26
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O português Vitor Gonçalves regressa à realização 28 anos depois da sua primeira obra, Uma Rapariga no Verão, um filme que fascinou cinéfilos e críticos apontando o autor como um dos mais promissores cineastas do cinema português. Porém é verdade que a profecia não se cumpriu e Gonçalves reduzido aos guiões e à produção. Por isso é com entusiasmo que se aguarda pela estreia do seu novo filme, que por sinal data esta Quinta-Feira, dia 5 de Junho. A Vida Invisível, protagonizado por Filipe Duarte (A Outra Margem) e João Perry, segue a vida melancólica e por vezes invisível de um homem que receia a morte e que nega a vida. Uma obra existencialista onde Vitor Gonçalves questiona a subsistência e filma o vazio.  Em exclusivo nos cinemas Medeia Monumental, em Lisboa, e Teatro Municipal, Campo Alegre, no Porto.

 


publicado por Hugo Gomes às 01:05
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O canal BIO exibirá nesta Quarta-Feira, dia 4 de Junho, por volta das 21h30, novos episódios de Bad Ink - Maldita Tatuagem, o regresso da cómica série sobre dois inseparáveis amigos tatuadores, os conceituados Dirk Vermin e Ruckus, que levarão o espectador a confrontar-se com a tatuagens mais horríveis e fracassadas, e assim como as mais belas e curiosas de Las Vegas. Exibido em todas as Quartas-Feiras pelas 21h30 (episódio duplo). A não perder!

 


publicado por Hugo Gomes às 00:30
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2.6.14

Veneno e contra-veneno num só!

 

O Brasil tem uma longa tradição dramatúrgica e é evidente que o novo filme de Júlio Bressane (em cumplicidade com Rosa Dias) funciona como uma sociedade entre o Cinema e o Teatro, dois mundos distintos, mas unidos por similaridades (aliás existe algo de teatral na transfiguração do Cinema enquanto arte independente). Munido de uma longa carreira, o autor foi um dos braços fortes do "udigrudi" no cinema, um movimento underground que contagiou toda uma variedade de plataformas nos anos 70. Passadas décadas, a sua cinematografia afastou-se a passos largos das tendências predominantes da indústria brasileira, sendo que actualmente o seu cinema tem mais requinte artístico do que a veia realista e por vezes "arraçado" ao estilo vérité que parece ser a regra.

 

 

A Erva do Rato, a sua ultima obra a estrear em Portugal (e com uma estreia discriminada, por sinal), é uma autêntica metáfora filmada, a começar pelo título, uma planta venenosa cujo antídoto se encontra na sua raiz. Livremente inspirada nos contos A Causa Secreta e Um Esqueleto de Machado de Assis, conta uma história de obsessão, com influências de Brisseau e aborda a veia artística e a sensualidade sob o código das mesmas palavras. Um cinema tão artístico que tudo nele se rege por uma artificialidade indiscutível e que, em simultâneo, incute elementos do primitivismo. É o espírito animal, como elemento, que alude à irreverência ou à rebeldia emocional, imposto numa ratazana que parece manifestar-se por autonomia como uma personagem, mais do que mero símbolo poético, nesta obra que condensa o desejo com a rotina.

 

 

Alessandra Negrini e Selton Mello são os peões deste "palco" projectado por Júlio Bressane, envolvidos por um clima místico de evocação às artes negras, na subtileza deste ensaio que revigora o teatro, e não falamos apenas da extensa exposição da mise-en-scène, como raiz de uma cinematografia em constante metamorfose. A Erva do Rato, tal como a planta que presta tributo, é puro veneno em consolidação com a sua cura, a dualidade entre a simplicidade e a complexidade. A Arte como objecto de contemplação de beleza.

 

Real.: Júlio Bressane, Rosa Dias/ Int.: Selton Mello, Alessandra Negrini

 

 

8/10
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publicado por Hugo Gomes às 20:04
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A Academia Portuguesa de Cinema anunciou os galardoados dos Prémios Sophia de Carreira, um tributo pelos seus especiais contributos ao cinema português. Os três premiados são o realizador José Fonseca e Costa que assinou obras elogiadas como Kilas, O Mau da Fita (1980), Cinco Dias, Cinco Noites (1996) e Viúva Rica Solteira Não Fica (2006), o director de fotografia Eduardo Serra, para além de trabalhos nacionais como por exemplo em Delfim de Fernando Lopes (2000), ganhou notoriedade a nível internacional em Harry Potter and the Deathly Hallows Part 1 e 2 (David Yates, 2010 e 2011) e a sua nomeação ao Óscar em Girl with a Pearl Earring de Peter Webber, e por fim o produtor e actor Henrique Espírito Santo (que já fora homenageado na última edição do Fantasporto), o qual Meus Amigos de António da Cunha Telles e Tabu de Miguel Gomes conta-se entre os seus mais conhecidos trabalhos. Relembro que a actriz Laura Soveral, o distribuidor José Manuel Castello Lopes e o director de fotografia Acácio de Almeida foram os últimos premiados pelo Sophia de Carreira, cujos prémios foram entregues numa cerimónia realizada no Teatro de São Carlos, Lisboa, no Outubro de 2013. Nesse mesmo ano, Tabu de Miguel Gomes venceu a estatueta de Melhor Filme Português.

 

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publicado por Hugo Gomes às 19:04
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O elenco do sétimo filme do Star Wars acaba de crescer, quem o garante é o site oficial do franchising que anuncia a entrada de Lupita Nyong'o, galardoada com o Óscar em 12 Years a Slave de Steve McQueen, e Gwendoline Christie, conhecida pelo seu desempenho da bem-sucedida série da HBO, The Game of the Thrones. As duas actrizes unirão então a um elenco já composto pelos repetentes Harrison Ford, Carrie Fisher, Mark Hamill, Anthony Daniels, Peter Mayhew, Kenny Baker e as novas adições à saga; Oscar Isaac, Adam Driver, John Boyega, Domhnall Gleeson, Max von Sydow, Andy Serkis e Daisy Ridley. Star Wars Episódio VII será dirigido por J.J. Abrams (Super 8, Star Trek) e o argumento é da autoria de Michael Arndt (Toy Story 3), sendo que o próprio Abrams e Lawrence Kasdan (Wyatt Earp) encontram-se anexados ao projecto. Porém o enredo ainda é desconhecido. Com estreia prevista para 18 de Dezembro de 2015, este será o primeiro de uma nova trilogia.

 

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publicado por Hugo Gomes às 18:51
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Há uns dias atrás foi revelado o projecto de concretizar um filme com base as memórias de Edward Snowden, um ex-funcionário da CIA, no cargo de analista de sistema, e ex-contratado da NSA 4 que tornou público detalhes de vários programas que constituem o sistema de vigilância global da NSA americana, encontrando-se de momento sob asilo politico na Rússia. A Variety revelou porém que a ideia para além de ir mesmo para a frente, será o realizador Oliver Stone (Platoon, Natural Born Killers) a ser o autor de tal façanha em conjunto com o seu produtor, Moritz Borman. Ambos adquiriram os direitos do livro do jornalista Luke Harding, correspondente da Guardian, intitulado de "The Snowden Files, The Inside Story of the World’s Most Wanted Man", que fora descrito pela  New York Times: "detentor de um ritmo acelerado e de uma narrativa tão intensa que é facilmente comparada com os thrillers cinematográficos". Oliver Stone declarou que a história de Snowden é uma "das maiores do nosso tempo. Um grande desafio. Estou feliz pela Guardian estar do nosso lado."

 

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publicado por Hugo Gomes às 18:47
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Através da Playlist foi divulgado a primeira imagem de Suffragette, o próximo filme de Sarah Gavron (Brick Lane) que acompanha os primórdios do movimento feminista no Reino Unido, numa constante luta pelos direitos das Mulheres num Estado que as oprime cada vez mais. O argumento foi escrito por Abi Morgan (The Iron Lady) e Carey Mulligan (The Great Gatsby) é a protagonista de um elenco composto Helena Bonham Carter (Alice in Wonderland), Brendan Gleeson (In Bruges), Romola Garai (Atonement) e Ben Whishaw (Perfume: A Story of a Murder).  Com estreia prevista para 2015.

 

 

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publicado por Hugo Gomes às 16:38
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De volta aos Monstros!

 

Com o anúncio de uma nova versão de Godzilla em Hollywood, muito se questionou sobre a criatividade (ou melhor, a falta dela) no cinema comercial norte-americano, cada vez mais reduzido a sequelas, spin-offs, prequelas, reboots e outras fidelidades com já concretizadas matérias-primas. Todavia, a opinião pública mudou, talvez um pouco, com um outro anuncio - Gareth Edwards, a prova viva de talento artístico deste início de década com Monsters, encontrava-se anexado ao projecto. Tendo a noção que desde sempre o cinema de monstros, ou filmes kaijus (denominação popular no Japão), sempre fora desejo do jovem e promissor cineasta, então talvez este ressuscitar do Rei dos Monstros tenha algo mais do que o pressuposto.

 

 

Criado em 1954 pelos estúdios Toho como uma alternativa ficcional de retratar os horrores e consequências das radiações nucleares, como também "exorcizar" os fantasmas de Hiroshima, cedo Godzilla se converteu num ícone, num herói nacional, uma metáfora social que com o tempo dá lugar a uma veia acentuada do trash. Os americanos sempre foram fascinados na relevância desta figura cinematográfica, ansiosos para transporta-lo para o panorama norte-americano. Contudo essa transgressão deu-se em 1998 com Roland Emmerich, saído do êxito de Independence Day, a abordar o monstro japonês como um primo afastado da tendência Jurassic Park de Spielberg e todo um enredo banalizado por estereótipos e os suspeitos do costume que transformaram-no num filme repudiante para os fãs e não só. Godzilla de Emmerich foi mais tarde homenageado num novo capítulo da original saga japonesa, Godzilla: The Final Wars (2004), como Zilla, um antagonista que na intriga acusa directamente os americanos de o terem confundido com o monstro original. Por estas e outras razões um revisitar às terras hollywoodescas seja motivo que chegue para que qualquer aficionado torcer o nariz, mas o resultado é mais directo e sincero que o previsto, aliás é a vertente mais série Z das sequelas oficiais que mais salienta-se aqui.

 

 

Gareth Edwards abandona as produções de baixo orçamento e revigora os efeitos visuais (e sonoros, excelentes nesse campo) para sintetizar o conhecimento aprofundado pela saga em questão (o medo da radiação foi actualizado para alusões ao desastre de Fukushima). Contudo um dilema deve ser feito para que não acha confusões - Godzilla de Edwards sobrevive dos efeitos visuais? Sim, sobrevive. E nisso o filme é claro desde o início, aliás este é um daqueles e escassos casos em que os seus defeitos fílmicos, alguns deles mais que banalizados nas produções deste género, tornam-se nas suas virtudes. A começar pela fraca aptidão de personagens, um leque secundário nulo e inútil que não são mais do que meras chaves de acesso na intriga, o arranque deste segue neles. São estereótipos ou figuras generalizadas que se encontram no filme com um simples propósito de informar o espectador do que se está decorrer (como no caso dos personagens de Ken Watanabe e Sally Hawkins), de guiar o protagonista ao enredo (Bryan Cranston) ou para simplesmente humanizar e salientar o lado heróico dos humanos (Aaron Taylor-Johnson) como manda a tradição dos blockbusters sérios de Verão.

 

 

Ou seja, tudo está lá para um motivo apenas, conduzir o guião até o grande atractivo do filme, que é esse mesmo - Godzilla - arrastado para segundo plano, bem que Gareth Edwards prova nisso ser conhecedor dos filmes de monstros e não só, como executando um veio influente de Jaws de Steven Spielberg, onde o tubarão antagonista é revelado apenas no último acto do filme. A partir daqui é fácil um grande fã da criatura sentir pele de galinha, os efeitos visuais são incríveis, as sequências de destruição são avassaladoras e respeitosas à tensão requerida e por fim, Gareth Edwards sob o argumento da entrega, não se cede ao descalabro gratuito, e tal como havia feito em Monsters, o efeito de sugestão (mesmo que mais reduzido) está presente. Godzilla está vivo e indiscutivelmente continua como título de Rei dos Monstros, tributado como uma criatura digital que verdade seja dita, tem tanta personalidade como qualquer vestimenta de borracha.

 

 

Este é um filme modesto na sua promessa, sem grandes aspirações de se tornar algo mais do que bigger than life, e possuir de uma astúcia algo rara no cinema industrializado norte-americano nos dias de hoje. Apesar da inexistência de personagens, Godzilla de Gareth Edwards é já guilty pleasure deste ano.       

 

The arrogance of men is thinking nature is in their control and not the other way around. Let them fight.”

 

Real.: Gareth Edwards / Int.: Aaron Taylor-Johnson, Bryan Cranston, Ken Watanabe, David Strathairn, Sally Hawkins, Elizabeth Olsen, Juliette Binoche

 

 

Ver também

Godzilla (1998)

Gojira (1954)

 

6/10
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publicado por Hugo Gomes às 16:05
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