30.10.13

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publicado por Hugo Gomes às 11:31
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A produção do reboot do célebre filme dos anos 80, Highlander – Duelo Imortal, teve o seu “primeiro passo” com a entrada de Cedric Nicolas-Troyan na realização, que foi anteriormente o realizador de segunda unidade e coordenador de efeitos visuais em Snow White and the Huntsman (2012). Por enquanto ainda não se encontra definido o protagonista, mas sabe-se que o argumento está a ser trabalhado pelos argumentistas Matt Holloway, Art Marcum(Iron Man) e Melissa Rosenberg (Twilight, Step Up). 

 

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publicado por Hugo Gomes às 11:27
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publicado por Hugo Gomes às 10:46
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30.10.13


publicado por Hugo Gomes às 05:17
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29.10.13

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publicado por Hugo Gomes às 15:20
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publicado por Hugo Gomes às 00:55
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28.10.13


publicado por Hugo Gomes às 10:43
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Faleceu Lou Reed, um dos artistas musicais mais ilustres da actualidade que começou como vocalista da banda norte-americana Velvet Underground, a sonoplastia de uma Nova Iorque boémia dos anos 60, até terminar numa propícia carreira a solo. Deixa para trás um legado invejável de clássicos, tons que marcaram gerações e influenciaram muitos outros artistas. No cinema é frequente encontrar as suas criações integradas na banda sonora de diversos filmes, em 2007 o seu álbum mais celebre, Berlim, obteve uma incursão cinematográfica pelas mãos de Julian Schnabel. Tinha 71 anos e as causas da morte ainda estão por apurar.

 

Lou Reed (1942 - 2013)

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publicado por Hugo Gomes às 01:36
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27.10.13

 

Confesso que estou surpreso, não esperava que o Cinematograficamente Falando … encontrasse no mesmo prestigiado lote que blogs de cinema de referência a nível nacional como Caminho Largo de Jorge Teixeira ou o Close-Up de Catarina D'Oliveira (dois espaços que sigo religiosamente) integram, ou seja entre os nomeados para Melhor Blog Individual dos TCN Blog Awards 2013 (ver aqui), iniciativa levado a cabo pela revista Take (ver aqui) e Cinema Notebook que tem como fins promover e incentivar esses espaços que se tem induzidos como verdadeiros poços de cultura cinematográfica (ver aqui).

 

A verdade é que foram de momento 6 anos a tentar manter este blog vivo, tendo dedicado este tempo todo para o conseguir, não só sobreviver na imensidão da blogosfera mas também evoluir, passando de um simples refugio de um amante de cinema às minhas reminiscências de um cinéfilo. Esta nomeação surgiu numa altura algo critica para o Cinematograficamente Falando … Enfrento as iminências de períodos negros que ameaçam cada vez mais sufocar a minha própria disponibilidade para a devoção e vitalização do blog como outrora. Todavia pondero e renego a desistência a este espaço "erguido" com muito afecto e amor pela 7ªArte, mas ao mesmo tempo entendendo a vida não é só escrever detrás de um computador e ver filmes como bem apetece, a vida também é responsabilidades, é o desenvolvimento como individuo na sociedade, e devido a tal o Cinematograficamente Falando … irá encontrar-se num modo inconstante em termos de actualizações, em termos de interactividade com o leitor (uma das causas para que tenho sempre continuado este trabalho), contudo prometendo não parar com a sua longevidade e nunca baixar os "braços".

 

Com isto tudo gostaria somente agradecer à Academia dos TCN por esta nomeação. Sinto-me completamente honrado!

 

Conforme seja as vossas escolhas, acima de tudo, bons filmes!

 


publicado por Hugo Gomes às 01:33
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26.10.13

 

Amanhã, dia 27 de Outubro, o DocLisboa'13 destacará o novo documentário dos irmãos Patrocínio (Complexo: Universo Paralelo), I Love Kuduro irá ser exibido na Sala Manoel de Oliveira do Cinema s. Jorge pelas 22:00.

 

Tendo arrecadado ganhou o prémio de Melhor Filme Internacional na categoria de Direitos Humanos no Artivist International Film Festival, I Love Kuduro, um estudo à raiz deste género musical muito popular na Angola e com difusão propicia no resto do Mundo, é uma co-produção entre a BRO (produtora dos irmãos Patrocínio) e a angolana Da Banda. Conta com as presenças dos artistas; Nagrelha, Príncipe Ouro Negro e Presidente Gasolina, Tchobari, Francis Boy, entre outros.

 


publicado por Hugo Gomes às 23:53
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25.10.13


publicado por Hugo Gomes às 01:00
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24.10.13

 

Faltam cerca de 3 semanas, mas mesmo assim o Lisbon & Estoril Film Festival continua a crescer, contando agora com mais duas secções. A primeira é apelidada de Cinema & Literatura onde apresentará uma mostra de adaptações de alguns dos “monumentos” da literatura, incentivando assim o espectador a identificar as similaridades como também as divergências entre ambos. Guerra e Paz de Lev Tolstoy, Fausto de Fausto, de J. W. Goethe e Robinson Crusoe de Daniel Defoe são alguns dos exemplos a mercê perspectiva nesta secção. No fim ainda há tempo para a exibição de duas obras de altíssimo valor histórico como cultural de John Ford, The Grapes of Wrath (1940) do romance de John Steinbeck e Tobacco Road (1941), adaptação do livro de Erskine Caldwell. Em paralelo temos Rupturas, uma retrospectiva sobre que engloba alguns dos episódios mais salientes do Cinema, onde um filme, um autor, ou uma sequência alteraram por completo o rumo da Sétima Arte transformando naquilo que é hoje uma das artes mais diversificadas existente. Nagisa Oshima, Werner Schroeter, Michelangelo Antonion e Jean-Luc Godard são algumas das referências.

 

Lisbon & Estoril Film Festival decorrerá nos dias 8 a 18 de Novembro, para mais informação ver aqui

 


publicado por Hugo Gomes às 10:40
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24.10.13


 

Mark Twain do seculo XXI!

 

Segundo o realizador (também argumentista), Mud é um retrato algo másculo da adolescência e a transição directa para a fase adulta. Jeff Nichols recorre a inúmeros elementos característicos dos "anos verdes" como por exemplo e em grande plano; as primeiras paixões e as primeiras decepções amorosas, que funcionam como efeitos colaterais do desenvolvimento dos seus personagens. Ou seja, facilmente identifica-se que Mud é uma história sobre adolescentes e as suas tramas triviais, "a sort of", contudo é também sobre adultos com claras atribulações de maturidade, e é nesse termo que entra a homónima figura central.

 

 

Figura, essa, Mud, um sujeito misterioso, acorrentado às suas fantasias e prematuridades, uma alusão adulta de Tom Sawyer, personagem fictícia da autoria de Mark Twain (considerado o pai da literatura norte-americana), onde o próprio Jeff Nichols confirma tais referências. Interpretado por um Matthew McConaughey a contrair a tendência (que tem presenteando-nos com desempenhos cada vez melhores ao longo da sua carreira), este é um personagem que a certa altura é descrito como um mero cobarde face às suas responsabilidades, um simplicista instintivo, mas é acima de tudo um "alicerce" na jornada dos nossos juvenis protagonistas (Ty Sheridan, Jacob Lofland), cuja sua ambiguidade é quase como introdutória à vida que espera aos referidos. Todavia, muito graças à composição de McConaughey, é quase impossível não simpatizar com este personagem, o "vertigo" dramático de uma obra que "explode" em lirismo, como um próprio romance de Twain se tratasse. Um espectro tão presente na sua narrativa como nos cenários (os deltas pantanosos do rio Mississípi) e na inerência da trama onde insere um espírito aventureiro e rebelde.

 

 

 

Jeff Nichols implanta mesmo assim as suas temáticas e auto-proclama-se por fim como um autor, e a verdade é que de momento existem poucos com tamanha convicção no cinema norte-americano, ou seja, o futuro prevê-se "risonho" para o realizador. Mud é o trabalho de improviso, muda-se as técnicas, mantém-se a forma, ao mesmo tempo que se cria, e nessa criação origina-se um filme fortemente construído, invocação plena do "coming-to-age film" (denominação vulgar das fitas sobre a transição da adolescência para a fase adulta) em estado selvagem e apurado nos seu termos cénicos.

 

 

 

Todavia, apesar de ser um dos mais interessantes episódios cinematográficos vindo dos EUA deste ano, Mud é uma obra com evidentes debilidades, que se acentuam na sua abrangência. Nota-se as pretensões para algo mais, mas falta-lhe a coerência para que tais situações contornam a dita inconsequência e a inverosimilhança que involuntariamente emane. Depois existe aquele final, onde a violência sem profundidade é vista aqui como um facilitismo para o desfecho, uma escapatória, e assim sendo, adquire-se a sensação de que muito do “gás” contido em relação à ambição dramática que o filme construía desde então, perdeu-se no vácuo. Mas novamente a referência … quem me dera que todos as obras cinematográficas norte-americanas fossem assim. Enfim!

 

So you get your heart broke? Don't walk around with a shit look on your face. Get back in there, get your tip wet. You hear me?”

 

Real.: Jeff Nichols / Int.: Matthew McConaughey, Ty Sheridan, Jacob Lofland, Sam Shepard, Reese Witherspoon, Sarah Paulson

 


8/10

publicado por Hugo Gomes às 10:00
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Mais informação, ver aqui

 


publicado por Hugo Gomes às 00:44
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22.10.13

 

Foi divulgado a primeira imagem do futuro biopic do famoso ciclista norte-americano, Lance Armstrong. Ben Foster veste a pele do profissional nesta próxima obra de Stephen Frears (The Queen) que conta com o argumento de John Hodges (Trance,Trainspotting), que por sua vez é uma adaptação de um livro intitulado por Seven Deadly Sins: My Pursuit Of Lance Armstrong. Jesse Plemons (Battleship), Chris O'Dowd (Bridesmaid) e Guillaume Canet (Tell No One) integrarão o elenco. O filme ainda não possui titulo nem sequer data de estreia prevista.

 


publicado por Hugo Gomes às 23:12
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21.10.13

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publicado por Hugo Gomes às 15:57
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Esta semana estreia nos nossos cinemas, um dos mais entusiasmantes filmes norte-americanos do ano, Mud (com o titulo traduzido de “Fuga”) do cada vez mais ascendente Jeff Nichols (Take Shelter, Shotgun Stories). A história centra-se num fugitivo à lei, Mud (Matthew McConaughey, Magic Mike), isolado numa ilha algures no pântano que necessita da ajuda de duas crianças (Ty Sheridan, Jacob Lofland) para conseguir reaver a sua namorada, Juniper (Reese Witherspoon, Walk the Line). Uma reinvenção moderna do conto de Huckleberry Finn e Tom Sawyer que se revela num intenso retrato dramático. Michael Shannon (Man of Steel, Take Shelter), Sam Shepherd (The Notebook, Fair Game) e Sarah Paulson (Martha Marcy May Marlene).  

 


publicado por Hugo Gomes às 15:50
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A juventude como desculpa do prazer!

 

A descoberta sexual ainda continua a ser matéria e tanto para originar filmes e Jeune et Jolie de François Ozon é um exemplo dessa reutilização de fórmulas. Descrito como um moderno Belle de Jour de Luis Buñuel, esta é uma história sobre decepção juvenil, a fantasia romântico-sexual que atinge uma adolescente com todas as qualidades da juventude, porém a expectativa em relação a essa experiência imperdível era demasiado alta, tão alta que a desilusão, a amargura em consolidação com o despertar do íntimo carnal a faça recorrer ao radicalismo, uma verdadeira hipocrisia burguesa. Assim sendo, a jovem e bela Isabelle (Marine Vacth) transita da ingénua “menina” em vivência com o conto de fadas para a prostituta estudantil em busca de emoções ou pelo menos a manipulação de tais.

 

 

É o recorrer de um mundo facilmente julgado, a “sujidade” social num encanto de luxuria e cobiça que François Ozon consegue invocar tão delicadamente. Tal como havia feito com Dans le Maison, o autor emana uma voyeurista cumplicidade entre o espectador e as suas personagens, a busca pelo prazer pessoal de “espiar” o quotidiano de tão excêntricas figuras. Enfim, num meio deste jogo pleno de sedução narrativa, ainda existe espaço para uma enfase poética que concilia a narrativa que parece por momentos “fugir” das mãos de Ozon com uma rendição inerente com a forma.

 

 

Tudo isto descrito num final que emane o melhor da sensibilidade do realizador, a pura caricia que faltava num filme sobre as aventuras de uma jovem em vias de se tornar numa mulher, de costas voltadas para a inocência visual, contudo incutindo-a no seu espirito libertino. Ao contrário das vivências da protagonista, este é uma obra de François Ozon para ser visto com o maior dos prazeres. Um trabalho bem conseguido de atmosfera e de emoções!

 

Filme visualizado na 14ª Festa do Cinema Francês

 

Real.: François Ozon / Int.: Marine Vacth, Géraldine Pailhas, Frédéric Pierrot, Charlotte Rampling

 


 

8/10

publicado por Hugo Gomes às 12:07
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Inicia-se hoje com a obra-prima do cinema, Matou! (1931), uma ambiciosa retrospectiva sobre um dos mais influentes cineastas da linguagem fílmica. Trata-se de Fritz Lang, um homem à frente do seu tempo que impressionou tudo e todos e mesmo hoje é considerado um marco incontornável do cinema mundial. Tal retrospectiva, Fritz Lang - O Tempo do Cinema, poderá ser acompanhada na Cinemateca durante o meses Outubro a Dezembro.  

 

Ver programação aqui!

 


publicado por Hugo Gomes às 00:26
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20.10.13
20.10.13

A inocência dos culpados!

  

Depois de ter caído nas graças com Incendies - A Mulher que Canta (2010), o canadiano Denis Villeneuve mergulha num thriller que muito bem encaixaria no próprio estilo de David Fincher, enquadrando não só uma trama pesada erguida por desempenhos fortes por parte dos seus actores principais, mas também um curioso estudo da linha frágil e tênue que divide a noção de bem e mal. É nessa ambiguidade, nessa transposição de maniqueísmos, onde heróis são abordados como vilões se tratassem que Prisoners desenvolve algo para além do simples "filme de estúdio".

 

 

Um desaparecimento de duas crianças e um pai desesperado capaz de tudo para reavê-los, são as trilhas que encaminham o espectador por entre este labirinto com tais dilemas de questão social e psicológica. Espectadores, esses, que vibraram com o radicalismo de Liam Neeson nos dois Takens irão certamente condenar os actos do personagem de Hugh Jackman, e é nessa hipocrisia ética de que Prisoners se alimenta, enquanto a olhos vistos e sob uma atmosfera intensa digna dos melhores thrillers negros dos últimos anos, tece uma trama arquitectada e solidificada desde raiz, graças à pertinência em pessoa de que é o argumento de Aaron Guzikowski (Contraband).

 

 

Depois temos os desempenhos quase imaculados do seu elenco principal; um forte Hugh Jackman a demonstrar que existe vida para além de Wolverine, um Paul Dano atormentado, uma Viola Davis reservada mas igualmente emocionante e um Jake Gyllenhaal no seu melhor. Tudo isto funciona como peças de puzzle que atormentam ainda mais o espectador nesta profunda descida pela suspeita, o ambiente bélico dos prisioneiros de guerra invocando no quotidiano como todo os outros, a obra que se completa exibindo um chocante resultado que ao mesmo tempo julga como se deixa ser julgado.

 

 

No final temos Denis Villeneuve que se patenteia eficazmente na entrega da premissa e nos sentimentos expostos, sempre munido de coerência e de uma aura ambígua preservada até ao ultimo minuto (acabando por nos presentear um final merecido e envolvente). Provavelmente, Prisoners seja um dos melhores thriller norte-americanos dos recentes anos, algo não visto desde Zodiac ou a readaptação de The Girl with the Dragon Tatoo, ambas obras de David Fincher, o qual Villeneuve aparenta seguir os seus passos.

 

"Pray for the best, but prepare for the worst."

 

Real.: Denis Villeneuve / Int.: Hugh Jackman, Jake Gyllenhaal, Terrence Howard, Melissa Leo, Paul Dano, Viola Davis, Maria Bello

 


 

9/10

publicado por Hugo Gomes às 21:40
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